Para atualizações gratis via email: DIGITE SEU EMAIL:

domingo, 13 de agosto de 2017

“Mínimo solar” pode trazer surpresas
para a atividade humana

A desaparição das manchas na superfície solar é sinal típico do 'Mínimo Solar'
A desaparição das manchas na superfície solar é sinal típico do 'Mínimo Solar'
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A NASA publicou relatório ilustrado com um vídeo avisando que a sociedade deve estar atenta para eventuais desarranjos dos equipamentos magnéticos e eletrônicos.

A causa não é o “aquecimento global”, mas algo que parece o inverso: a entrada do sol em seu mínimo de atividade.

O ‘mínimo solar’ é cíclico – cada 11 anos – e em geral não provoca catástrofes, mas excepcionalmente pode gerar transtornos ao homem.

O problema é a fragilidade dos instrumentos digitais em que repousa a organização humana.

Com muito pouca influência magnética perturbadora os chips podem se desarranjar e acarretar graves contratempos.

O relatório da NASA intitula-se “O mínimo solar está chegando”. Ele sublinha que a cada 11 anos o sol oscila ciclicamente entre seu “mínimo” e seu “máximo” de atividade.

Hoje o sol está entrando no “mínimo”, explicou Dean Pesnell, do Goddard Space Flight Center da NASA, em Greenbelt, Maryland.

“É um momento periódico do ciclo solar” em que a atividade do astro-rei é relativamente baixa. Porém a atividade é a mais fraca desde 1906.

O mínimo de manchas solares prolongadas é conhecido como Mínimo de Maunder.

Previsão de ciclos solares da NASA
Previsão de ciclos solares da NASA
Caracterizou o período entre 1645 e 1715, e uma ‘mini era do gelo’, na qual o rio Tamisa, em Londres, congelou completamente, e as geadas se tornaram comuns em várias partes do globo, escreveu o site Jornal Ciência da Rede Recorde.

O relatório da NASA esclarece que “embora atividades intensas como explosões ou labaredas solares diminuem durante o ‘mínimo solar’, isso não quer dizer que o sol fique inativo. Sua atividade apenas muda de forma”.

Durante o “mínimo solar” podem ocorrer eventos espaciais derivados dos “buracos coronais” no astro-rei.

Os “buracos coronais” constituem vastas regiões da atmosfera solar onde o campo magnético se abre e deixa escapar grandes fluxos de partículas solares na forma de um veloz vento magnético solar.

Esses ventos podem perturbar as condições da magnetosfera da Terra, atrapalhando o funcionamento e a confiabilidade dos satélites, dos sistemas de comunicações e dos serviços que se apoiam neles.

E isso pode danificar as propriedades ou a saúde dos humanos.

Em outubro de 2016, ainda com a administração Obama, a Casa Branca transmitiu uma ‘Ordem Executiva’ intitulada “Coordenando os esforços para preparar a Nação para eventos climáticos espaciais”.

A instrução lembrava que essas perturbações geomagnéticas acontecem regularmente e podem atingir infraestruturas críticas como o Global Positioning System (GPS), as operações dos satélites e as comunicações, a aviação e a rede de distribuição de energia.

Na ‘mini era do gelo’ entre 1645 e 1715, o rio Tamisa de Londres, congelava no inverno.
Não houve tragédia alguma - tal vez um divertimento extra. Mas foi preciso se adaptar.
Se os eventos climáticos espaciais forem extremos, poderão degradar significativamente grandes partes da rede elétrica e produzir cortes em cascata que afetarão serviços como o fornecimento de água, sistemas de saúde e transporte.

E isto pode acontecer simultaneamente em continentes inteiros. É, portanto, necessário acautelar-se contra eles em todos os níveis do país, particulares ou privados, comerciais ou sem fins lucrativos.

Em abril deste ano 2017 houve grandes quedas de energia nas maiores cidades dos EUA em consequência de uma intensa tempestade geomagnética de grau 8-10 na escala K-Planetary.

Em maio, uma equipe de cientistas americanos, britânicos e dinamarqueses publicaram no Monthly Notices of the Royal Astronomical Society o resultado de 31 anos de dados colhidos pelo Birmingham Solar Oscillations Network (BiSON), grupo de seis telescópios instalados na superfície terrestre e dedicados monitorar constantemente as oscilações do sol, noticiou “Newsweek”.

O auge do “mínimo solar” é aguardado para entre 2019 e 2020 e os astrônomos querem estudar especialmente os “buracos coronais”.

O último fenômeno inusual aconteceu em 2010 e sinalizou que a velocidade de rotação do sol havia mudado.

Erupção solar em 26.9.2014. No Mínimo Solar deve se esperar fenômenos diversos. Não é para espalhar temores sobre fenômenos fracos ou inexistentes como o 'aquecimento global', quando há outros que são reais e podem afetar nossas vidas.
Erupção solar em 26.9.2014. No Mínimo Solar deve se esperar fenômenos diversos.
Não é hora de temores sobre fatos fracos ou inexistentes como o 'aquecimento global',
quando há outros que são reais e podem afetar nossas vidas.
“Não temos certeza de quais serão as consequências, mas é claro que estamos em tempos fora do comum”, disse Yvonne Elsworth, da Birmingham Solar Oscillations Network.

A conclusão do relatório da NASA é de que os EUA estão fragilizados e inadequadamente preparados para enfrentar os eventos climáticos espaciais enumerados na instrução presidencial.

Isto deveria ter sido feito há muito tempo, em lugar de ficarmos nos preocupando tolamente com fenômenos inexistentes, ou quase tanto, como o “aquecimento global” e outros mitos fictícios, observaram cientistas.

Os pânicos ambientalistas contribuem para um “perfeito coquetel de autodestruição de um império”.

A queda dos EUA, se acontecer, não se deverá a fatores externos, mas a uma implosão interna proveniente do despreparo para os problemas reais, comentou o site “Zero Hedge”.

Isso já causou a queda dos maiores impérios que tentaram reger o mundo, acrescentou o site. Por que não poderia vir a ocorrer agora?


Vídeo: Informações da NASA: o Mínimo Solar está chegando






domingo, 6 de agosto de 2017

Religiosos e indígenas querem decidir na Noruega sobre as florestas brasileiras

Iniciativa 'interreligiosa' reuniu agitadores tribalistas e ONGs esquerdistas patrocinada pelo governo da Noruega e se imiscuindo na vida do Brasil
Iniciativa 'interreligiosa' reuniu agitadores tribalistas e ONGs esquerdistas
patrocinada pelo governo da Noruega e se imiscuindo na vida do Brasil
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Uma Iniciativa Inter-religiosa da Floresta Tropical, promovida pelo Ministério do Clima e Ambiente da Noruega, reuniu em Oslo líderes de diversas crenças e povos, como os pigmeus africanos e etnias indígenas sul-americanas.

O inédito encontro se inseriu numa longa serie de ingerências de governos e ONGs internacionais no Brasil e em outros países.

O governo norueguês vai cortar em 2017 pelo menos 50% de suas doações ao Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES, aduzindo o aumento no desmatamento nos últimos dois anos.

O ministro norueguês do Meio Ambiente, Vidar Helgesen, agradeceu o apoio que essas ingerências encontram em líderes religiosos locais.

“Em lugares onde o Estado não tem presença ou controle, sempre há comunidades de fé. Sempre há uma igreja ou outro lugar de adoração. Essa infraestrutura é um recurso que pode ser mobilizado em favor das florestas de uma forma mais consistente”, disse.

Mons. Sánchez Sorondo representou o Vaticano na Iniciativa 'interreligiosa' de ambientalistas de esquerda
Mons. Sánchez Sorondo representou o Vaticano
na Iniciativa 'interreligiosa' de ambientalistas de esquerda
Segundo a “Folha de S. Paulo”, Sônia Guajajara, coordenadora da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib)a achou que a iniciativa não foi suficientemente radical.

Ela aguardava um intervencionismo mais extremado e especificamente político voltado contra as tendências conservadores no País, especialmente no Congresso nacional.

Em discurso no Centro Nobel da Paz, ela atacou a atuação das igrejas cristãs nas aldeias brasileiras e a aliança no Congresso das bancadas evangélica e ruralista, contrárias a mais demarcações de terras.

Desta maneira, o destino soberano do Brasil ficou no centro das críticas de poderes e militâncias ricas estrangeiras associadas ao comuno-tribalismo brasileiro.

“Primeiro, fomos mortos pela Igreja Católica”, exagerou demagogicamente Sônia.

“Hoje, mais uma vez, somos mortos pelos evangélicos, que entram nas aldeias e tentam induzir as suas religiões”, radicalizou. Ela não fez senão acionar o realejo comuno-tribalista.

Apresentada pela mídia como líder dos guajajaras, etnia do Maranhão, ela deblaterou contra evangélicos e ruralistas como sendo “uma coalizão que pode ter muita força”. E atacou a orientação dos evangélicos porque “eles têm de se preocupar em salvar vidas, e não almas”.

Essa sempre foi a orientação da Igreja Católica, a grande evangelizadora da Amazônia, que nunca descuidou, pelo contrário, introduziu ativamente todos os fatores de civilização material hoje verberados pelo ativismo anarquista, ambientalista e progressista.

O único participante evangélico brasileiro foi o pastor Ariovaldo Ramos, de tendência progressista.

Sônia Guajajara deblaterou contra bancadas ruralista e evangélica
e reivindicou o legado ideológico do PT e do CIMI.
Nesse ambiente, a imensa maioria dos líderes de tendência religiosa conservadora não estava convidada. E nem podia estar, em vista da tendência subversiva da reunião.

O pastor Ariovaldo disse por sua própria conta que “assina embaixo” as críticas de Guajajara às bancadas tripudiadas, mas afirmou que muitos religiosos têm um papel importante de proteção aos povos indígenas.

“Há tribos inteiras evangélicas. Graças a isso, preservaram a sua identidade, a sua língua, a sua cultura e agora têm gerado líderes”, afirmou Ramos.

Não pôde acrescentar as tribos trabalhadas pelo CIMI católico, pois essa dependência da CNBB não quer que índio algum se converta à religião de Nosso Senhor Jesus Cristo, nem nada que se lhe pareça.

No final do encontro, o grupo integrado por representantes de 21 países aprovou declaração para “formar uma aliança internacional multirreligiosa em prol das florestas tropicais, voltada para o cuidado destas florestas e das pessoas que as protegem e habitam”.

As fórmulas arredondadas são para o papel, pois para a vida real ficou valendo mais um apoio à subversão comuno-tribalista e mais um iniciativa contra a soberania do País.

Na mesma Noruega, o presidente Temer foi vaiado por ativistas ambientalistas. O protesto foi uma derivação de dita aliança de indígenas e ONGs europeias que querem tirar do Brasil o livre governo de suas florestas, noticiou “Época”.

O instrumento de pressão do momento é o corte de recursos que o governo norueguês concedia liberalmente sob o pretexto de proteção do meio ambiente amazônico e dos direitos indígenas.

Um esquálido magote de 30 pessoas se manifestou diante da sede do governo norueguês, com cartazes e um coro de “Fora Temer” que soava como estribilho do PT.

Os líderes ambientalistas apontaram seus ataques especialmente para a bancada ruralista no Congresso. “Vemos um constante e sistemático ataque ao meio ambiente nesse governo”, disse a própria Sônia Guajajara.

Participantes protestam contra o Brasil.
Participantes protestam contra o Brasil.
Nesse contexto altamente ideológico as verbas da Noruega são indesejáveis para o Brasil, mas o corte foi deplorado pela agitação comuno-tribalista.

“Muitos grupos indígenas são beneficiados pelos recursos. O corte, portanto, significa o enfraquecimento de iniciativas dos indígenas e problemas para a implementação de gestão territorial”, admitiu Sônia, prevendo uma diminuição da subversão.

Em função de um acordo com a administração petista de 2008, a Noruega liberou mais de US$ 1,1 bilhão, mas nos dois últimos anos reduziu para R$ 196 milhões, alegando o desmatamento, tema que não cabe a governo algum do exterior decidir.

O ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, culpou o PT e disse que só Deus poderia garantir que não haverá desmatamento. “Pior que culpa passada é culpa de Deus”, revidou Sônia, salvando o PT e transparecendo um fundo anticristão.

Sarney Filho garantiu a três ONGs norueguesas que não apoiará qualquer redução de áreas de proteção.

Anna Lovold, da ONG Rainforest Foundation, relatou as promessas do ministro, mas manifestou que as ONGs compinchas não têm confiança nessas promessas e por isso promoveram o protesto, aliás pífio.

Ameaçou que se o Brasil não mostrar resultados como as ONGs querem, o Fundo da Amazônia precisa fechar. “Não vamos poder apoiar o fundo”, disse.

Teria sido coerente se reclamasse do BNDES um fundo para proteger as florestas boreais e financiasse a defesa dos direitos dos esquimós, que certamente ninguém acha que estejam em perigo.

O presidente da Rainforest Foundation, Lars Bjordnal, sublinhou o “risco” que há no corte de dinheiro.

Sônia Guajajara é premiada por Dilma Rousseff, Planalto, novembro de 2015 (Foto Valter Campanato-Agência Brasil) Afinidades ideológicas e cumplicidades velhas e profundas.
Sônia Guajajara é premiada por Dilma Rousseff, Planalto, novembro de 2015
(Foto Valter Campanato-Agência Brasil)
Afinidades ideológicas e cumplicidades velhas e profundas.
De fato, o Brasil ficou de mãos livres para decidir sobre seu território, sem a interferência milionária de valores dispostos para uso de grupos de pressão de esquerda, altamente ideologizados.

Simultaneamente, o ministro de Meio Ambiente norueguês, Vidar Helgesen, declarou em entrevista à “Folha de S.Paulo” seu contentamento com a política petista em matéria de desmatamento.

E desqualificou a linha política assumida pelo País após o impeachment de Dilma Rousseff.

“Temos visto – disse – um desenvolvimento preocupante nos últimos dois anos”. “O Brasil tem a maior floresta tropical do mundo. Além disso, dado o progresso da última década, estabeleceu um exemplo para outros países”.

E em referência à escandalosa derrubada do lulopetismo, explicou: “Esperamos que o que vimos recentemente no Brasil não venha a alterar a imagem global de um país bem-sucedido no combate ao desmatamento”.

Também a primeira-ministra norueguesa, Erna Solberg, “expressou preocupação” com o desmatamento na Amazônia e confirmou o corte do financiamento para a movimentação comuno-verde de pelo menos R$ 166,5 milhões neste ano, acrescentou a “Folha de S.Paulo”.

Rodeada pelo pequeno magote de profissionais da agitação de rua, Sônia Guajajara teria também deplorado que “há no Congresso quase 20 medidas que flexibilizam o licenciamento ambiental. E a gente sabe que o interesse maior é flexibilizar para poder aumentar a expansão da pecuária e das monoculturas”.

Em suma, se as medidas forem aprovadas, o Brasil pode esperar uma melhoria na produção de alimentos, beneficiando as próprias populações indígenas e sua qualidade de vida.


domingo, 30 de julho de 2017

Suprimir filhos para impedir a mudança climática?! O anti-humanismo verde fala

A propaganda ambientalista contra os filhos atinge patamares inimagináveis e com o pretexto de combater a mudança climática!!!
A propaganda ambientalista contra os filhos atinge patamares inimagináveis
e com o pretexto de combater a mudança climática!!!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Seth Wynes, da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, e Kimberly A. Nicholas, da Universidade Lund, na Suécia, com ar de ciência publicaram na revista “Environmental Research Letters” um estudo com conclusões que até há pouco só se ouviam em grupos niilistas extremamente “anti-humanos”.

Em poucas palavras, resumiu Agenda Europe, os autores defendem: “Salve o clima, não tenha filhos. Ou, ainda melhor, erradique a humanidade”.

O pretexto é muito batido e bem fajuto: combater as mudanças climáticas e reduzir a emissão de CO2.

Para isso, eles propõem a introdução em nível planetário de quatro costumes fundamentais: alimentação vegana, parar de viajar de avião, deixar de usar carro e limitar a família.

Ter menos filhos é o mais eficaz dos quatro costumes – aliás, o mais “anti-humano” –, vindo em segundo lugar o abandono do uso do carro.

Na concepção verde-niilista o homem não é mais visto como o resumo da Criação divina, o reflexo mais acabado do Criador que se encarnou para remi-lo.

Se não é nada disso, para que deveria ele então continuar existindo, se causa prejuízo ao planeta? – pergunta Agenda Europe.

Wynes e Nicholas fazem malabarismos com coeficientes e equações a fim de montar pretextos para colocar a humanidade de cabeça para baixo.

Na prática, o objetivo final daria na divisão dos homens em duas singulares castas: a dos que poderiam ainda existir, mas sem procriar, e a casta inferior, que não teria esse privilégio.

Essa divisão em castas já está acontecendo de alguma maneira com uma opressiva promoção legal social, política e econômica das tendências LGBT, da ideologia de gênero, do malthusianismo e das políticas de controle da população, observa Agenda Europee.

A extinção sumária da humanidade não será aceita, por isso a pregação verde prefere embuti-la na (de)formação da juventude
A extinção sumária da humanidade não será aceita,
por isso a pregação verde prefere investir na deformação moral da juventude
Segundo o estudo citado, o combate à população deve de imediato focar as crianças e os adolescentes, notadamente seus livros escolares.

Isso teria efeitos mais profundos do que todas as medidas de controle do CO2 que os governos podem excogitar – explica.

Wynes e Nicholas propõem mudar os costumes dos povos e acham que os adolescentes são os mais sensíveis à transformação. Eles não o dizem em termos diretos, mas tratar-se-ia no fundo de introduzir um chocante viés na educação que favoreceria formas de perversão contrárias à família ou à prole.

Eles sugerem que a promoção do veganismo e o abandono do consumo de carne podem ser mais facilmente introduzidos nas mentes juvenis. O mesmo poderia se dizer do abandono do transporte privado em benefício do transporte público e de formas alternativas como a bicicleta.

Segundo os dois extremados autores, algumas das ações não vão ser bem recebidas. E dão como exemplo o insucesso da proibição das sacolas plásticas em lojas e supermercados.

Em todos os casos, fazer o cérebro dos jovens durante a adolescência parece ser para eles o golpe ideal para provocar uma imensa mudança civilizacional.

A “Folha de S.Paulo” reproduziu um elogio da desequilibrada e invasiva proposta.

“Esqueça a reciclagem ou o uso de lâmpadas mais eficientes: se você deseja dar uma contribuição pessoal significativa para a luta contra as mudanças climáticas, o negócio é ter menos filhos, não andar de carro nem de avião e abolir a carne do cardápio”, comenta colaboração de Reinaldo José Lopes para a “Folha”.

O autor destaca um dos grandes desafios apontados pelo tendencioso estudo: os habitantes dos países em desenvolvimento aspiram a consumir no nível os países ricos. Isso incluiu o uso de carros maiores e comer carne com frequência.

A "política do filho único" chinesa horrorizou o mundo. Mas o radicalismo ambientalista sonho algo pior. Na foto: mãe chinesa junto a seu filho que foi obrigada a abortar
A "política do filho único" chinesa horrorizou o mundo.
Mas o radicalismo ambientalista cogita algo pior e mais eficaz.
Foto: mãe chinesa junto a seu filho que foi obrigada a abortar
Essa tendência natural do espírito humano é focada no estudo como grave vício psicológico que impede ao ambientalismo realizar suas enganosas manobras para “evitar mudanças climáticas extremas”.

“Nós não vamos conseguir diminuir as emissões no ritmo necessário só com novas tecnologias menos poluentes. Se conseguirmos passar de maneira clara a mensagem sobre os métodos que funcionam, temos uma chance de modificar o comportamento das gerações mais novas”, diz Wynes.

A família é o meio ambiente ideal para o homem se desenvolver, viver rodeado do afeto e dos cuidados entre pais e filhos. Mas ela está sendo apresentada como o fulcro do mal.

A vida larga e próspera se torna um dos maiores males a serem combatidos, devendo ser inviabilizada e extinta como produto de uma “reeducação” massiva das gerações jovens.

A solução é análoga à pretendida por Mao-Tse-Tung com a Revolução Cultural chinesa: métodos claros e radicais de conscientização sob a sombra de uma pressão constante.

E quem não se conscientizar?

No caso da China, acabou dando em massacre geral dos relutantes. Para esse ambientalismo, poderia ser uma opção que auxiliaria na redução da humanidade.

De onde as frequentes alusões elogiosas à Revolução Cultural maoísta na boca de socialistas vermelhos e ambientalistas verdes.


domingo, 23 de julho de 2017

Noticiário enviesado sobre um iceberg inusual, mas comum

A rachadura na geleira Larsen C foi monitorada o tempo todo. Fenômeno grande mas comum não trazia perigo algum para homens ou mares.
A rachadura na geleira Larsen C foi monitorada o tempo todo.
Fenômeno grande mas comum não trazia perigo algum para homens ou mares.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Todos os anos blocos de gelo desprendem-se das calotas árticas e antárticas, gerando uma galáxia flutuante de icebergs.

Alguns desses ficaram famosos, como o que afundou tragicamente o Titanic. Outros chamam a atenção pelo seu tamanho, e obviamente são mais raros que os menores.

Foi o caso do iceberg de 5.800 km2 que se destacou da banquisa Larsen C, da Antártica Ocidental. Provavelmente será batizado “A68” e assim será conhecido em sua efêmera existência, escreveu o “Clarín”.

Neste momento ele está sendo levado pelas correntezas para o norte, rumo ao destino inevitável de todos os icebergs: ir se fracionando e, em dois ou três anos, derreter-se inteiramente.

Por ser o maior dos últimos 30 anos, ele foi acompanhado por especialistas da Universidade galesa de Swansea e de outras missões científicas que trabalham no continente branco. No passado foram detectados outros ainda maiores.

O Instituto Alfred Wegener de oceanografia e investigação polar de Bremerhaven, na Alemanha, informou que o iceberg estava sendo acompanhado desde que uma rachadura de 175 km de extensão e uma largura de até 50 quilômetros na banquisa Larsen C era já há tempo perceptível.

Em qualquer hipótese, o “A68” não traz perigo algum para as pessoas, explicou o Instituto alemão.

domingo, 16 de julho de 2017

Dupla face ambientalista: sempre a favor do comunista e contra o não comunista

A visibilidade  cai ao mínimo em Pequim pela poluição onipresente. Mas a China é tida como líder na luta contra a mudança climática. Quem são os culpados? Os "ricos capitalistas"!
A visibilidade  cai ao mínimo em Pequim pela poluição onipresente.
Mas a China é tida como líder na luta contra a mudança climática.
Quem são os culpados? Os "ricos capitalistas"!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Após desistir do Acordo de Paris, o presidente Trump ordenou os procedimentos diplomáticos para encerrar a participação dos EUA.

Obviamente, muitos governos, ONGs e altas figuras do Vaticano que têm propensão pelas esquerdas manifestaram o seu desacordo.

Alguns poucos governos transluziram sua aprovação e até a vontade de imitar o exemplo dos EUA ou pelo menos dar de ombros ao acordo à sombra da rejeição americana.

Desacordos e concordâncias são frequentes nas relações internacionais. Para harmonizá-las existem as vias diplomáticas, escolhidas pelos países que respeitam o direito internacional.

A China optou por outra via: a do escárnio sistemático dos compromissos adotados, ao mesmo tempo em que se ergue como paladina de tudo aquilo que desrespeita. Dispõe das vias diplomáticas para sair se quiser, mas não é o que está fazendo, ficando para promover seu sonho de hegemonia planetária.

Uma incoerência ovante, mas que não é algo de novo na China.

O estranho é que a atitude dos EUA tenha sido satanizada, enquanto a da China tenha sido endeusada.

Em certo sentido, tampouco houve nada de novo do lado da aliança ecolo-socialista-Teologia da Libertação.

domingo, 9 de julho de 2017

Professor de Princeton pede mais CO2 para nutrir os homens!

Professor de Princeton, William Happer, defende que mais CO2 na atmosfera será benéfico
Professor de Princeton, William Happer,
defende que mais CO2 na atmosfera será benéfico
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







William Happer, 77, professor emérito da Universidade de Princeton e ex-diretor de Ciência no US Department of Energy durante a administração do presidente George H. W. Bush, disse em entrevista ao jornal “The Telegraph” de Londres que o Acordo de Paris “é um completo desperdício”. A entrevista foi reproduzida no The Global Warming Policy Forum.

Happer acrescentou: “Acho que o Acordo de Paris é profundamente imoral. Na África as pessoas precisam de eletricidade que nós podemos fornecer. O que há de mal na prosperidade? Estamos diante de um exemplo da loucura humana”.

domingo, 2 de julho de 2017

“Chega!” diz povo a socialistas e a ambientalistas. E comemora o “Amerexit”!

“Arrepende-te!”: a Inquisição aquecimentista não tolerava nem a dúvida. A opinião pública estava sendo sufocada até que disse “Chega!”
“Arrepende-te!”: a Inquisição aquecimentista não tolerava nem a dúvida.
A opinião pública estava sendo sufocada até que disse “Chega!”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Ao anunciar a saída dos Estados Unidos, o presidente Trump enterrou o acordo de Paris, lamentou o jornal socialista espanhol “El País”.

É próprio de um regime observante da democracia, das liberdades e dos relacionamentos civilizados renunciar a um acordo como o de Paris, respeitando os procedimentos diplomáticos preestabelecidos, como dispôs o presidente americano.

Mas a chuva de impropérios e execrações de políticos e da macromídia significa o oposto disso.

Na verdade, ela se aproxima mais dos pogroms públicos –perseguição contra uma determinada classe ou raça – da Revolução Cultural chinesa contra os dissidentes, intelectuais ou proprietários.

“Fui eleito para representar os cidadãos de Pittsburgh, não de Paris. Não se pode colocar os trabalhadores em risco de perder seus empregos”, disse Trump entre aplausos, ao se referir aos empregos industriais da Pensilvânia, onde fica Pittsburgh.

Mas a confraria verde-vermelha da alta política e do supercapitalismo publicitário, que se autoproclama defensora dos operários, tripudiou.

O presidente norte-americano alegou também que o referido acordo é prejudicial à soberania dos EUA, além de beneficiar a China e, por isso, ouviu ainda mais impropérios da mesma poderosa confraria.

domingo, 25 de junho de 2017

Achar que o CO2 decide o clima
é como crer em magia,
diz professor do MIT

Conferência do prof. Richard S Lindzen acreditar que o CO2 controla o clima está muito perto de acreditar em magia
Conferência do prof. Richard S Lindzen: acreditar que o CO2 controla o clima
está muito perto de acreditar em magia
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Richard S. Lindzen professor Alfred P. Sloan de Ciências Atmosféricas ensinou no Massachusetts Institute of Technology – MIT até 2014.

Em abril de 2017 ele publicou o texto de sua conferencia pública sobre as mudanças no clima, disponível no site Merion West.

Nela, logo de inicio manifesta seu espanto com os alarmismos espalhados com muita desonestidade a respeito de mudanças climáticas, enganando o público não especializado.

Segundo ele, não existe o propalado consenso de 97% de cientistas em torno de um real aquecimento da Terra. Trata-se de um golpe estatístico já refutado por especialistas em enquetes.

Não há base para alarmismos ou catastrofismos. Há, porém, um catecismo do politicamente correto que manda pensar assim. E o cientista que não repete o catecismo não obtém verba do Estado, que monopoliza as aplicações no setor.

Por isso, não papagaiar esse catecismo será com certeza um suicídio para um jovem cientista e o forçará a incluir a “mudança climática” ou o “aquecimento global” em seu trabalho, ainda que não tenha relação com ele.

É presunção ridícula achar que o aumento do CO2 faz mal. Não obstante, esse gás deve ser demonizado em qualquer projeto que queira ser financiado, explicou o prof. Lindzen.

domingo, 18 de junho de 2017

De um lado e outro
cientistas desclassificam o ‘acordo de Paris’

Dr Robert Giegengack, geólogo da Universidade de Pensilvânia:  “nenhuma estratégia tem a mais remota possibilidade de alterar o clima”
Dr Robert Giegengack, geólogo da Universidade de Pensilvânia:
“nenhuma estratégia tem a mais remota possibilidade de alterar o clima”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Nenhuma das estratégias propostas pelo governo americano, pelo seu Ministério de Meio Ambiente (Environmental Protection Agency – EPA) ou por quem quer que seja, tem a mais remota possibilidade de alterar o clima, ainda que de fato este seja controlado pelo CO2”, defendeu o Dr. Robert Giegengack, geólogo da Universidade de Pensilvânia.

“Em termos de leigo, para efeitos de clima, todas as supostas ‘soluções’ para o aquecimento global são meras falas simbólicas.

“Por isso, ainda que estivéssemos diante de uma catástrofe climática, se nós tivéssemos que confiar num acordo climático da ONU, estaríamos todos perdidos”, comentou Marc Morano, diretor de comunicações do Committee For A Constructive Tomorrow (CFACT) e diretor do site ClimateDepot.com baseados em Washington.

Por isso, a saída dos EUA do ‘Acordo de Paris’ “será uma vitória da ciência. Ninguém se engane, os militantes que pretendem controlar o clima por meio de arranjos da ONU e regulamentos do EPA são culpados por acreditarem na superstição”, acrescentou.

domingo, 11 de junho de 2017

Verdes sem argumentos: o Brasil está alimentando mais de um bilhão de pessoas!

A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante.
A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante (dados finais de 2015), sendo que um resultado abaixo de 250 kg/pessoa/ano significa insegurança alimentar e implica importar alimentos.

Em 2014, um país altamente industrializado como a Coreia do Sul importou US$ 27 bilhões em alimentos. Outra grande economia, o Japão, teve que importar US$ 68,9 bilhões. E a gigantesca China flagelada por uma reforma agrária socialista e confiscatória bateu recorde com US$ 105,2 bilhões.

Estes e outros dados impressionantes foram reunidos por Evaristo de Miranda, doutor em Ecologia e Chefe Geral de Monitoramento por Satélite da EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), e publicados em artigo da “Revista Agro DBO”.

Eles desfazem os mitos catastrofistas e miserabilistas do movimento ambientalista-comunista sobre um falso esgotamento dos recursos do planeta, sobre um não menos fantasioso excesso de habitantes acrescidos de uma pregação eclesiástica comunistoide pela redistribuição da terra e aos recursos naturais.

Já se pode definir a missão do Brasil como sendo a de saciar a fome do planeta, diz Evaristo de Miranda com os aplausos dos nutricionistas. A fome será um problema, mas não do Brasil.

domingo, 4 de junho de 2017

Brasil e o mundo respiram: fantasma da morte verde saiu pela porta. Que não volte pela janela!

O Papa Francisco intercedeu inutilmente para os EUA não saírem do malfadado acordo
O Papa Francisco intercedeu inutilmente para os EUA não saírem do malfadado acordo.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O pesadelo de uma massiva redistribuição das riquezas planetárias, que tal vez só Marx imaginou nos horizontes fumacentos de sua futurologia, e o estabelecimento de um superpoder planetário anarco-tribalista radical foi adiado.

Queira Deus que seja para sempre sepultado.

Tinha um nome e era “Acordo de Paris”. Os EUA caíram fora. Sem eles vai ser difícil que a esmagadora canga verde seja carregada por muitos países que assinaram com um pé atrás.

O “acordo de Paris” poderá sobreviver no limbo da papelada da ONU que o mundo venera mas arquiva. Foi o caso do histórico precedente do Protocolo de Kyoto.

O Brasil só tem a comemorar. As esquerdas e grande parte do mundo político enleado em investigações, processos e até prisões berraram ao uníssono contra a decisão americana. Mas logo a seguir terão que cuidar de seus problemas pessoais.

O País ficou, porém, com sua parte da canga do “acordo de Paris”, uma das piores heranças do governo de Dilma Rousseff.

Os proprietários agrícolas brasileiros estão ameaçados de ter que pagar por volta de 40 bilhões de dólares de seu próprio bolso para se adequar às exigências do  acordo.

sábado, 3 de junho de 2017

EUA desiste de acordo “mãe da natureza” assinado em Paris

O anúncio luminoso foi feito para comemorar em 2015. Mas hoje a leitura é outra: "O Acordo de Paris já era".
O anúncio luminoso foi feito para comemorar em 2015.
Mas hoje a leitura é outra: "O Acordo de Paris já era".
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







As quimeras se complicam na hora de tomar contato com a realidade. É o caso do Acordo de Paris, aprovado na 21ª Conferência das Partes (COP-21) da Convenção-Quadro das Nações em dezembro de 2015.

Dito acordo pretendia conter um não provado aquecimento global, dentro de certos limites, segundo informou a agência AFP. 

O objetivo declarado é que pelo fim do século a temperatura global não suba mais de 2ºC acima da “temperatura média da era pré-industrial”. Qual foi essa média pré-industrial, desde quando se contabiliza a era industrial e qual é a média atual?

Segundo os promotores ideológicos verdes do “acordo de Paris” a “era pré-industrial” de cujo clima se tem vestígios abarca por volta de 130.000 anos.

Mas os indicadores são muito aproximados e nesse lapso de tempo enorme houve oscilações sumamente grandes para mais e para menos.

O saída dos alarmistas foi uma simplificação: a partir da década de 1850 começou o uso de termômetros!. Então a comparação é com essa década. Na nossa década a temperatura média global estaria por volta de 0,8ºC acima da década de 1850, após significativas oscilações.

Os dados da natureza não dizem muito sobre o futuro super-aquecimento acenado como um espantalho.

domingo, 28 de maio de 2017

Ecologistas preocupados: a Terra tem 467 milhões de hectares de florestas a mais do que se dizia!

Floresta de baobás em região considerada árida no Senegal
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Uma equipe internacional de pesquisadores revelou na prestigiosa revista Science que a superfície da Terra coberta por florestas é 10 % mais extensa do que se supunha, noticiou o jornal parisiense “Le Monde”.

A deficiente medição anterior não considerou as florestas das zonas áridas, distorcendo o cômputo global.

As florestas ocupam 4 bilhões de hectares ou 30% da superfície das terras acima do nível dos mares.

Normalmente se imaginam luxuriantes florestas tropicais, rústicas florestas boreais ou penteados bosques de regiões temperadas.

Tinha-se passado por cima dos bosques existentes em zonas áridas — onde a evaporação é maior que a precipitação anual. Essas zonas representam algo superior a 40% da superfície continental e não estão desprovidas de florestas.

Elas se encontram em contextos climáticos muito diversos no Sudão, na América do Sul, nas estepes da Europa Oriental e no sul da Sibéria, bem como no Canadá.

Uma trintena de cientistas de treze países analisou imagens satelitais fornecidas pelo Google Earth. Elas abarcavam mais de 210.000 parcelas de meio hectare repartidas pelo globo.

As estimativas antigas repousavam em métodos que tinham um grau de incerteza entre 30 e 250 metros.

domingo, 21 de maio de 2017

“Psicose ambientalista”: livro de Dom Bertrand é recorde de ventas na 5ª edição

No lançamento da 1ª edição Dom Bertrand faz dedicatórias. Com a atual 5ª edição o "Psicose ambientalista" atinge 30.000 exemplares
No lançamento da 1ª edição Dom Bertrand faz dedicatórias.
Com a atual 5ª edição o "Psicose ambientalista" atinge 30.000 exemplares







A 5ª edição do livro Psicose Ambientalista, de autoria do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, acaba de ser lançada em São Paulo. Somada às quatro edições anteriores, perfaz um total de 30 mil exemplares.

Um especialista em divulgação de livros dos EUA afirma que a tiragem de cinco mil exemplares de uma obra doutrinaria é considerada muito boa.

O sucesso de Psicose Ambientalista como verdadeiro best-seller deve ser atribuído não só à nomeada do autor, mas também ao conteúdo “politicamente incorreto” de seu livro, que denuncia o ecoterrorismo.

“Preservar sim, mas não esquecer que o País produz alimentação farta e barata para mais de 200 milhões de brasileiros, além de 1 bilhão de pessoas mundo afora, o que nos faz, a justo título, sermos considerados celeiro do mundo”.

É o que vem afirmando Dom Bertrand nos lançamentos já realizados em cerca de 100 cidades.

domingo, 14 de maio de 2017

Aquecimento global: pai da “hipótese Gaia” se retratou de seu alarmismo

James Lovelock, pai da “hipótese Gaia”,
se retratou de seu alarmismo em matéria de “mudança climática”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A grande mídia martela incessantemente no mito do "aquecimento global". E agora que a a nova administração americana afasta ideólogos de esquerda que defendiam esse mito na EPA (Environmental Protection Agency) espécie de Ministério de Meio Ambiente, a gritaria midiática ficou mais forte.

Mas essa mídia não informa que até o glorificado ambientalista inventor da ainda mais fantasiosa “hipótese Gaia” há alguns anos havia se afastado do “alarmismo” em matéria de “mudança climática”.

James Lovelock, criador da hipótese ambientalista segundo a qual a Terra formaria um só organismo “vivo” apelidado “Gaia”, admitiu em entrevista à MSNBC que foi “alarmista” a respeito de “mudança climática”.

À guisa de desencargo de consciência, comentou que também outros ambientalistas famosos, como Al Gore, caíram no mesmo erro.

Um dos pais fundadores do ambientalismo hodierno, Lovelock tem esperança de que a suspirada “mudança climática” ainda aconteça, mas lamentou que não virá tão rápido quanto ele anunciava.

domingo, 7 de maio de 2017

Poluição chinesa impede ver a Terra, mas "verdes" só querem estrangular o Brasil e o Ocidente

Norte da China desaparece sob poluição em 10/01/2012.
Foto: Earth Observatory/NASA
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A NASA publica periodicamente imagens da névoa de poluição que impede qualquer visibilidade sobre a imensa planície do norte da China.

A poluição é tão grave que pode ser verificada a milhares de quilômetros no espaço, noticia há anos a imprensa internacional, como fez “Il Corriere della Sera” no já afastado ano de 2012.

A visibilidade na superfície fica limitada a 200 metros, impedindo a partida normal dos voos no aeroporto da capital chinesa.

O fato se repete com frequência. As nuvens de poluição na imensa área são geradas por centrais térmicas arquiprimitivas que funcionam queimando carvão.

A ditadura comunista já fez saber à comunidade internacional que enquanto seu desenvolvimento o exigir, nada fará para corrigir a intoxicação que prejudica seus cidadãos-escravos e o ar do planeta.

Em 2017 foi empossado o novo presidente dos EUA, Donald Trump. Ele deixou claro que não acredita nos blefes apocalípticos do ambientalismo radical e acenou com a possibilidade dos EUA abandonar o irreal Acordo de Paris assinado por seu predecessor na COP21.

Esse Acordo mirabolante poderá custar ao Brasil "ninharias" na ordem de 40 bilhões de dólares!

domingo, 30 de abril de 2017

Amazônia lar de uma grande civilização perdida

Um dos geoglifos visualizados por via aérea graças ao desmatamento
Um dos geoglifos visualizados por via aérea graças ao desmatamento
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Sabia-se, mas não era politicamente correto lembrar, que “as florestas da Amazônia foram moldadas pela ação humana ao longo de milhares de anos, num processo que transformou boa parte da mata em gigantescos ‘pomares’, repletos de espécies domesticadas de árvores.

“O manejo habilidoso dessas plantas pelos antigos habitantes da região acabaria criando deleites gastronômicos que hoje chegam ao mundo todo, como o cacau e a castanha-do-pará.

“Esses são os exemplos mais famosos, mas a lista completa é bem mais extensa: 85 espécies de árvores foram domesticadas em algum grau na floresta, calculam os autores de um estudo internacional que acaba de ser publicado na revista especializada ‘Science’”, escreveu a “Folha de S.Paulo. 

“Em alguns lugares da bacia do Amazonas – prossegue o matutino paulista – as espécies selecionadas e alteradas pela atividade humana chegam a ser as mais comuns da mata, apesar da gigantesca diversidade natural de vegetais da região.

domingo, 23 de abril de 2017

Descoberta exorciza pânico de falta de água doce

O óxido de grafeno permite criar membranas altamente eficiente e econômica para dessalinizar a água do mar.
O óxido de grafeno permite criar membranas
altamente eficientes e econômicas para dessalinizar a água do mar.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Felizmente, mais um pesadelo maquinado nos laboratórios do ambientalismo neocomunista parece ter-se desfeito como um pesadelo à luz do sol. E isso em virtude do talento humano aplicado, da ciência e da tecnologia bem ordenadas a seus fins.

“Verdes”, mas também alumbrados das esquerdas e Campanhas da Fraternidade, entre outros, ficavam martelando que a água doce escasseia, é rara e cara. E jogavam a culpa na civilização moderna, que a usaria inescrupulosamente.

A ficção vem acompanhada de ilustrações propagandisticamente aterradoras e projeções para um futuro que nenhum dos homens hoje vivos poderá conferir.

Porém, o bom senso e a ciência objetiva falavam outra linguagem: água há à vontade no planeta. E se ela vier a faltar, a inteligência que Deus deu ao homem aí está para resolver os problemas até nas regiões naturalmente mais secas.

Mais de 70% da superfície do planeta está coberta pela água salgada dos mares. Ela não poderia ser dessalinizada e aproveitada?

A dificuldade consistia em que as técnicas para dessalinizar em grande escala são caras.

Agora, pesquisadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido, excogitaram uma ‘peneira’ de grafeno que remove o sal da água do mar a baixo custo. A invenção, segundo a BBC, tem o potencial de ajudar milhões de pessoas sem acesso direto à água potável.

domingo, 16 de abril de 2017

Biomas preocupam a CNBB,
mas não as dezenas de milhões de católicos
que abandonaram a Fé

Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, São Cristóvão. Abandonada como muitas outras, mas o que importa é o bioma!
Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, São Cristóvão.
Abandonada como muitas outras, mas o que importa é o bioma!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A Campanha da Fraternidade de 2017 abordou mais uma vez a questão ambiental, como já fez em edições anteriores. O tema foi “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”.

Quando falei isto a meus amigos, aliás muito enfronhados na problemática ambientalista brasileira, iniciou-se uma conversa amável que degenerou na máxima confusão.

Afinal de contas o que e que é a CNBB entende como bioma e o que tem a ver essa campanha com a religião católica, perguntavam todos.

Por isso quando vi o artigo “Biomas brasileiros — cultivar e cuidar” do Emmo. Cardeal arcebispo de São Paulo D. Odílio Scherer, achei que iria a ouvir algo bem definido e esclarecedor.

E acabei estarrecido pela radicalidade dos propósitos expostos com dulçurosa redação.

domingo, 2 de abril de 2017

Devaneios ambientalistas-ocultistas no “L’Osservatore Romano”

Práticas ocultistas de Rudolf Steiner, pregadas pelo seu discípulo Carlo Triarico no jornal criado para defender a Igreja!
Práticas ocultistas de Rudolf Steiner, pregadas pelo seu discípulo Carlo Triarico
no jornal criado para defender a Igreja!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Em editorial do dia 4 de janeiro de 2017, com o pretexto de libertar a cidade de Aleppo e a Síria da pobreza, das mudanças climáticas e do desequilíbrio demográfico, o jornal “L’Osservatore Romano” estampou uma apologia de métodos ocultistas pretensamente ambientalistas.

O autor da proposta anticristã é Carlo Triarico, presidente da Associação para a Agricultura Biodinâmica. Essa divulga o método de cultivo inventado há um século pelo austríaco Rudolf Steiner (1861-1925), idealizador da “antroposofia”, sistema derivado da Teosofia, com liturgias e rituais próprios voltados para as ciências ocultas.

Veja mais sobre essa forma de macumba ambientalista em:

O que é a ecologia? 3. O ecologismo no cerne do nacional-socialismo

O que é a ecologia? 4. O ambientalismo do pós-guerra trabalha para impor a vida tribal

Governo italiano promove esoterismo ecológico