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domingo, 23 de abril de 2017

Descoberta exorciza pânico de falta de água doce

O óxido de grafeno permite criar membranas altamente eficiente e econômica para dessalinizar a água do mar.
O óxido de grafeno permite criar membranas
altamente eficientes e econômicas para dessalinizar a água do mar.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
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Felizmente, mais um pesadelo maquinado nos laboratórios do ambientalismo neocomunista parece ter-se desfeito como um pesadelo à luz do sol. E isso em virtude do talento humano aplicado, da ciência e da tecnologia bem ordenadas a seus fins.

“Verdes”, mas também alumbrados das esquerdas e Campanhas da Fraternidade, entre outros, ficavam martelando que a água doce escasseia, é rara e cara. E jogavam a culpa na civilização moderna, que a usaria inescrupulosamente.

A ficção vem acompanhada de ilustrações propagandisticamente aterradoras e projeções para um futuro que nenhum dos homens hoje vivos poderá conferir.

Porém, o bom senso e a ciência objetiva falavam outra linguagem: água há à vontade no planeta. E se ela vier a faltar, a inteligência que Deus deu ao homem aí está para resolver os problemas até nas regiões naturalmente mais secas.

Mais de 70% da superfície do planeta está coberta pela água salgada dos mares. Ela não poderia ser dessalinizada e aproveitada?

A dificuldade consistia em que as técnicas para dessalinizar em grande escala são caras.

Agora, pesquisadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido, excogitaram uma ‘peneira’ de grafeno que remove o sal da água do mar a baixo custo. A invenção, segundo a BBC, tem o potencial de ajudar milhões de pessoas sem acesso direto à água potável.

Os resultados da pesquisa foram divulgados na renomeada publicação científica Nature Nanotechnology.

O grafeno é uma das formas cristalinas do carbono, como o diamante e o grafite, mas muito fácil e barato de produzir.

Seu derivado químico, o óxido de grafeno, é altamente eficiente na filtragem do sal, muito melhor que as membranas de dessalinização existentes.

O grafeno, descoberto em 1962, foi pouco estudado até que pesquisadores da Universidade de Manchester, analisando em 2004 sua estrutura, verificaram que consiste em uma camada fina de átomos de carbono organizada em uma espécie de treliça hexagonal.

Filtro de grafeno é tão fino que deixa passar as moléculas de água mas bloqueia os sais.
Filtro de grafeno é tão fino que deixa passar as moléculas de água mas bloqueia os sais.
Sua força elástica e condutividade elétrica tornaram-no um dos metais mais promissores para futuras aplicações.

Rahul Nair, que liderou a pesquisa, revelou, no entanto, que o óxido de grafeno pode ser feito facilmente em laboratório, informou “La Nación” de Buenos Aires.

Nair e seus colegas puderam ajustar as membranas de grafeno para deixar passar mais ou menos sal de modo mais eficiente e muito mais econômico que os filtros conhecidos até agora.

O grafeno já começava a ser considerado o material do futuro quando a equipe criou o filtro que resolveria a escassez de água potável e que é capaz de ser produzido em escala industrial.

“O óxido de grafeno pode ser produzido por simples oxidação em laboratório", explicou à BBC Rahul Nair, chefe da equipe. “Para produzi-lo em grande volume e pelo custo, o óxido de grafeno tem uma vantagem potencial”.

“Nós conseguimos controlar a dimensão dos poros na membrana e efetivar a dessalinização que antes não era possível”, sublinhou Nair.

A descoberta deverá ainda passar pelo crivo da indústria de baixo custo e da resistência ao contato com a água do mar.

Porém, segundo a BBC, seu desenvolvimento é promissor.


domingo, 16 de abril de 2017

Biomas preocupam a CNBB,
mas não as dezenas de milhões de católicos
que abandonaram a Fé

Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, São Cristóvão. Abandonada como muitas outras, mas o que importa é o bioma!
Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, São Cristóvão.
Abandonada como muitas outras, mas o que importa é o bioma!
Luis Dufaur
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A Campanha da Fraternidade de 2017 abordou mais uma vez a questão ambiental, como já fez em edições anteriores. O tema foi “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”.

Quando falei isto a meus amigos, aliás muito enfronhados na problemática ambientalista brasileira, iniciou-se uma conversa amável que degenerou na máxima confusão.

Afinal de contas o que e que é a CNBB entende como bioma e o que tem a ver essa campanha com a religião católica, perguntavam todos.

Por isso quando vi o artigo “Biomas brasileiros — cultivar e cuidar” do Emmo. Cardeal arcebispo de São Paulo D. Odílio Scherer, achei que iria a ouvir algo bem definido e esclarecedor.

E acabei estarrecido pela radicalidade dos propósitos expostos com dulçurosa redação.

A escolha do tema foi influenciada, escreveu o prelado, pela encíclica ‘Laudato si’, do papa Francisco (2015).

Voltou-me à mente a euforia das esquerdas latino-americanas mais extremadas com dita exortação.

Veja: Encíclica Laudato Si’ causa perplexidades entre os católicos e regozijo nos extremismos de esquerda

Mas, o alto eclesiástico, explicou que a CNBB com essa campanha na Quaresma visou convidar os cristãos a refletirem sobre as implicações da sua fé em Deus.

Fazenda Buriti invadida e incendiada por índios teleguiados pelo CIMI
Fazenda Buriti invadida e incendiada por índios teleguiados pelo CIMI
Ele reconhece que o tema soa abstrato e distante da religião, objeto de ocupação apenas para especialistas e ambientalistas de carteirinha.

Leia-se MST, CIMI, ONGs nacionais e internacionais, Funai e outros tentáculos mais ou menos combinados com a CNBB para fazer a revolução no Brasil.

O arcebispo paulista também reconhece que “para a maioria das pessoas, talvez o conceito ‘bioma’ seja até desconhecido”.

E explica que “trata-se de um ambiente da natureza que tem um conjunto de características próprias e hospeda diversas espécies vivas bem harmonizadas com esse ambiente”.

Como é que as invasões das fazendas por indígenas atiçados pelo CIMI e denunciadas documentadamente na CPI de Mato Grosso do Sul servem para “harmonizar” as ‘espécies vivas do ambiente’ jogando num luta fratricida uns brasileiros contra outros? Visivelmente há muitas coisas que não colam.

Quanto mais lia, menos entendia... É um modo de dizer, acho que entendia cada vez mais.

Prosseguindo me deparei com que “todos os biomas brasileiros estão ameaçados e a principal ameaça é representada pela interferência indevida do homem neles. (...)

Campanha da Fraternidade 2017 se preocupou dos 'biomas'. E das dezenas de milhões de católicos que deixaram a religião?
Campanha da Fraternidade 2017 se preocupou dos 'biomas'.
E das dezenas de milhões de católicos que deixaram a religião?
“certas formas de manejo florestal, agricultura ou criação de gado, e mesmo de urbanização, podem produzir profundas alterações no delicado equilíbrio dos biomas.

“Por motivos econômicos, a natureza acaba sendo vista como fonte de recursos disponíveis, sobre os quais o homem avança com a vontade de se apropriar, sem considerar as consequências presentes e futuras de sua intervenção no ambiente da vida.

“A natureza ferida e desrespeitada pode voltar-se contra o próprio homem, que se torna a sua vítima”.

Simples: a gloriosa sucessão de gerações de produtores agropecuários que regaram o solo brasileiro com seu sangue, com seu suor e suas lágrimas para tirar o Brasil da incultura e da barbárie são os maiores inimigos do País (ou de seus biomas)!

E Deus que mandou os homens ocuparem a Terra toda, será por caso inimigo dos biomas?

Então a Campanha da Fraternidade 2017 visa conscientizar os cristãos dessa realidade execrada pela CNBB após piruetas verbais bem do gosto dos “verdes” e das esquerdas subversivas.

Dita conscientização, acrescenta o artigo comentado, não fica no campo. Deve ir por cima das cidades e de seus habitantes que constituem a larga maioria da população nacional.

E como na cidade não existe o famoso “bioma” na acepção adotada pela CNBB, o artigo excogita a existência de um “bioma urbano” . Nele ‘o ser humano é seu principal agente ativo e passivo’.

Por que não mencionar também os passarinhos, animais de afeição, e em ultima análise, insetos, baratas e ratos que pululam desagradavelmente nas cidades, se a acepção adotada é para ser levada a sério?

O Exmo. arcebispo reconhece por fim que haverá “quem pergunte: por que motivo a Igreja Católica se preocupa com uma questão que não é propriamente religiosa? E por que promove essa reflexão justamente no tempo da Quaresma, marcadamente religioso e cristão?”

Nesta capelinha de Barra do Guaicu, MG, o bioma parece ter progredido.
Nesta capelinha de Barra do Guaicu, MG,
o bioma parece ter progredido.
É a pergunta de todo mundo que tem um resto de fé e de lógica.

E responde que “a atitude religiosa decorrente da fé cristã não se expressa apenas em cultos, ritos, preces e exercícios propriamente espirituais. A fé cristã integra todas as dimensões da vida e da ação humana e as realidades do mundo”.

Mas é essa fé católica que está sendo abandonada no Brasil, não só na prática nas igrejas mas em “todas as dimensões da vida e da ação humana e as realidades do mundo”!

A grei confiada à CNBB está se dispersando a ponto de ficar reduzida a um mero 50% – segundo dados do IBGE e da Datafolha – quando em 1940 os católicos eram 95% segundo o mesmo IBGE? 

Essa perda massiva da fé católica não pede uma retomada fervorosa da pregação que inspirou o nascimento do Brasil e seu desenvolvimento através dos séculos de sua história?

A CNBB não responde ao clamor dessas dezenas de milhões de almas que se perdem no materialismo ambiente e prefere ficar na encíclica Laudato si’ levada como bandeira pelo bolivarianismo e populismo subversivo latino-americano!

E nos quase divinizados biomas.... que são explorados como ‘slogans’ do ambientalismo radical!


domingo, 2 de abril de 2017

Devaneios ambientalistas-ocultistas no “L’Osservatore Romano”

Práticas ocultistas de Rudolf Steiner, pregadas pelo seu discípulo Carlo Triarico no jornal criado para defender a Igreja!
Práticas ocultistas de Rudolf Steiner, pregadas pelo seu discípulo Carlo Triarico
no jornal criado para defender a Igreja!
Luis Dufaur
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Em editorial do dia 4 de janeiro de 2017, com o pretexto de libertar a cidade de Aleppo e a Síria da pobreza, das mudanças climáticas e do desequilíbrio demográfico, o jornal “L’Osservatore Romano” estampou uma apologia de métodos ocultistas pretensamente ambientalistas.

O autor da proposta anticristã é Carlo Triarico, presidente da Associação para a Agricultura Biodinâmica. Essa divulga o método de cultivo inventado há um século pelo austríaco Rudolf Steiner (1861-1925), idealizador da “antroposofia”, sistema derivado da Teosofia, com liturgias e rituais próprios voltados para as ciências ocultas.

Veja mais sobre essa forma de macumba ambientalista em:

O que é a ecologia? 3. O ecologismo no cerne do nacional-socialismo

O que é a ecologia? 4. O ambientalismo do pós-guerra trabalha para impor a vida tribal

Governo italiano promove esoterismo ecológico

domingo, 26 de março de 2017

Medo de extinção de espécies não é proporcionado, mostram pesquisas

Luis Dufaur
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Philippe Bouchet, zoólogo
Philippe Bouchet
A se prestar ouvidos ao catastrofismo ecologista, as espécies vivas vegetais e animais estariam no risco de desaparecer mais cedo ou mais tarde por culpa da intromissão da civilização criada pelos humanos.

Nesse contexto, toda medida, até a mais descabelada, para se salvar alguns insetos ou parasitas estaria justificada.

Entretanto, os pesquisadores especializados na classificação dos seres vivos apresentam um panorama muito mais objetivo, e por isso mesmo mais otimista.

Eles julgam que no nosso planeta há ainda nada mais e nada menos que entre 8 e 30 milhões de espécies a serem descobertas, já havia noticiado o jornal “Le Monde” de Paris.

Recente expedição na selva colombiana anunciou a feliz descoberta de mais cem espécies, notadamente de borboletas.

domingo, 12 de março de 2017

Profecias ambientais alarmistas da ONU erraram, constatou cientista

Patrick Michaels
Luis Dufaur
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Quando nossos amigos “verdes” da ONU perceberão que não é boa ideia fazer predições de desastres vindouros?, indagou o cientista Patrick Michaels, do Cato Institute, em seu blog em Forbes.

De fato, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP) em 2005 predisse que em 2010 haveria 50 milhões de “refugiados climáticos” ‒ população que emigra pela deterioração climática. O UNEP até elaborou um mapa mostrando exatamente de onde emigrariam todos esses milhões.

Foi um erro mortal, segundo os censos recentes, diz Michaels. Pior ainda, a população está crescendo rapidamente onde o UNEP dizia que iria emigrar.

O realejo “verde” insistia que fluxos de refugiados ambientais sairiam das ilhas tropicais de nível pouco acima do mar, por causa dos furacões cada vez piores e mais frequentes.

domingo, 5 de março de 2017

Comer a barata no pão, ou na farinha?
Rumo ao pesadelo da alimentação ecológica tribal

Comer barata está no cardápio do nojo verde.
Comer barata está no cardápio do nojo do mundo "verde".
Luis Dufaur
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Pesquisadoras estudantes da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) acertaram o passo com o bafo das centrais ambientalistas mais radicais favorecidas pela ONU e ONGs.

As alunas de Engenharia Química de Alimentos, desenvolveram uma farinha feita de baratas ! (sic!), noticiou a revista Galileu da Editora Globo.

O pretexto é que essa farinha possui 40% mais proteínas do que a farinha de trigo.

O sofisma é reforçado com o espantalho bem do gosto do extremismo ambientalista de que a Terra ou diminui drasticamente a população ou a humanidade passará fome.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Físico do MIT pede fim do “doutrinamento com doidices” do alarmismo climático

Richard S. Lindzen: “histerias” ambientalistas obedecem a uma maliciosa “guerra” montada por propagandistas das esquerdas
Richard S. Lindzen: “histerias” ambientalistas obedecem
a uma maliciosa “guerra” montada por propagandistas das esquerdas
Luis Dufaur
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O físico da atmosfera Richard S. Lindzen, professor emérito da cátedra Alfred P. Sloan de Meteorologia no famoso Massachusetts Institute of Technology (MIT), voltou a refutar com abundante documentação os mitos catastrofistas contidos no pânico do “aquecimento global”, informou o jornal The Telegram, de Worcester, Massachusetts.

Na sua palestra, intitulada “Aquecimento Global ou Alarmismo Climático?”, ele desfez as demagógicas manchetes midiáticas que anunciam que “o mundo está chegando a seu fim”.

Isso absolutamente não está acontecendo, disse o Prof. Lindzen.

Um “aumento completamente insignificante” da temperatura global num décimo de grau centígrado constatado em 2016 serviu para o banzé midiático aterrorizar o mundo com a afirmação de que foi “o ano mais quente desde que se tem registro”.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Verdes apanicados pela abertura de institutos e arquivos sobre o clima

Se as instituições científicas até agora instrumentalizadas por militantes ambientalistas passam a fornecer dados certos, as ofensivas aquecimentistas ficarão sem base crível
Se as instituições científicas até agora instrumentalizadas por militantes ambientalistas
passam a fornecer dados certos, as ofensivas aquecimentistas ficarão sem base crível
Luis Dufaur
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A ascensão de Donald Trump à presidência americana trouxe um efeito inesperado: a corrida para apagar registros e provas por parte de cientistas alarmistas que até agora agiam impunemente sob a administração Obama.

Esses alarmistas agora alarmados alegam temer que o novo presidente ordenasse um “expurgo” de milhares de relatórios elaborados por eles quando ocupavam altos cargos na NASA, na NOAA (Agência Nacional Atmosférica e Oceânica) e outras instituições federais.

Esse medo parece mais provir de suas consciências. Mas por causa dele eles teriam passado “a proteger, duplicar e salvar a ‘evidencia’ do aquecimento global”, segundo o jornal espanhol “El Mundo”.

A verdade histórica aponta até berrantemente o contrário. Cientistas com viés ideológico de esquerda em virtude de apoios políticos ou outros galgaram posições em instituições ou funções desde as quais ficaram distorcendo os dados climáticos e promovendo pânicos infundados.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Físico ateu quer sair da Terra,
de pânico dos bichos papões ambientalistas

Espantado pelos pânicos ambientalistas Stephen Hawking propõe fugir da Terra.
Espantado pelos pânicos ambientalistas Stephen Hawking propõe fugir da Terra.
Luis Dufaur
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Louvado pela moda, o físico e cosmólogo britânico Stephen Hawking encheu de gáudio o catastrofismo ambientalista em debate organizado pela Oxford Union Society.

Segundo esse militante do ateísmo, nós só teremos 1.000 anos para fazer as malas e migrarmos para outro astro. Desse destino fatídico adviria a necessidade de acelerar a conquista espacial.

Ele explicou a causa de sua predição apocalíptica: “Eu acredito que não sobreviveremos mais 1.000 anos sem fugirmos de nosso frágil planeta”, informou o jornal londrino “The Independent”.

Para identificar os cânceres que devorarão esse “frágil planeta”, ele apelou para os pânicos ambientalistas:

O primeiro é a mudança climática; o segundo é o desenvolvimento da energia nuclear; e, por fim, o progresso da inteligência artificial.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Para Prêmio Nobel
o “ aquecimento global é uma nova religião”

Ivar Giaever, Prêmio Nobel de Física 1973.
Ivar Giaever, Prêmio Nobel de Física 1973.
Luis Dufaur
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Ivar Giaever, Prêmio Nobel de Física 1973 renunciou à famosa American Physical Society (APS) em 13 de setembro de 2011 como forma de condenar a posição oficial da associação em favor do "aquecimento global".

Giaever é professor emérito do Rensselaer Polytechnic Institute, em Troy, Nova York, e da Universidade de Oslo.

Em 2007, a APS adotou uma declaração oficial segundo a qual as atividades humanas estão mudando o clima da Terra.

“As evidências são incontestáveis: O aquecimento global está ocorrendo”, afirmava o documento repelido pelo Prêmio Nobel.

“Se não forem empreendidas ações mitigadoras provavelmente acontecerão rupturas significativas nos sistemas físicos e ecológicos da Terra, nos sistemas sociais, atingindo a segurança e a saúde humana. Precisamos reduzir as emissões de gases de efeito estufa a partir de agora”, martelava o documento.

Giaever enviou na oportunidade um e-mail para Kate Kirby, chefe da APS, explicando que “ele não pode conviver com essa declaração” quando a temperatura global continua “surpreendentemente estável”.

Na APS, explicou o cientista, pode-se discutir todos os temas científicos, menos um que é tratado como tabu intocável: “o aquecimento global deve ser tratado como evidência indiscutível?”

“A alegação de que a temperatura da Terra passou de 288,0 para 288,8 graus Kelvin em cerca de 150 anos, se for verdade significa que a temperatura tem sido surpreendentemente estável, e a saúde humana e a felicidade melhoraram indiscutivelmente neste período de 'aquecimento'”, acrescentou o Prêmio Nobel.

domingo, 22 de janeiro de 2017

Aquecimento e esfriamento do clima
são humanamente imparáveis

Atividade na superfície solar
Atividade na superfície solar
Luis Dufaur
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No fim de 2016, o Met Office, instituto de meteorologia do Reino Unido, previu que 2016 desbancará 2015 como o ano mais quente desde o início dos registros, em 1880.

A previsão é de que a temperatura média global será 1,14ºC acima da observada antes da Revolução Industrial.

O jornal “O Globo” carregava a manchete dizendo: “2016 será o ano mais quente da História, diz instituto”. Entre o início dos registros, acontecido quase 140 anos atrás, e o início da História há uma diferencia de não se sabe bem quantos milhares, milhões ou bilhões de anos – os cientistas discutem isso. Por certo, um aluno que confundir esses termos em qualquer escola séria pode levar estrepitosa nota zero.

Mas isso pouco importa na hora de semear pânico com o ritornelo do “aquecimento global”.

Dois cientistas líderes no estudo do clima, os Dres. David Russell Legates, professor de Geografia na Universidade de Delaware e ex-diretor do Centro de Pesquisa Climática dessa universidade e Wei-Hock “Willie” Soon, pesquisador da Divisão de Física Solar e Estelar (SSP) do Centro para Astrofísica do Harvard-Smithsonian, prepararam um vídeo para explicar que a contestada tendência ao aquecimento global, se existe é devida a fenômenos naturais cíclicos alheios ao homem.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Cientistas identificam oceanos de agua no manto terrestre, mas “verdes” espalham pânico de desertificação da Terra

O prof Steve Jacobsen trabalhando no Departamento de Ciências Terrestres e Planetárias da Northwestern University
O prof Steve Jacobsen trabalhando no Departamento de Ciências Terrestres
e Planetárias da Northwestern University
Luis Dufaur
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Pesquisadores da Northwestern University de Illinois descobriram que as camadas superficiais do planeta Terra encerram oceanos de água.

Um dos mais profundos se encontra a mais de mil quilômetros de profundidade, segundo noticiou “Atlantico”.


Se esse oceano não se encontrasse nessa profundidade nós ficaríamos submersos”, explicou Steve Jacobsen da Northwestern University, num artigo publicado pela revista Lithos.

“Isso implica a presencia de uma reserva de água no planeta muito maior do que se pensava antes”, sublinhou.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Consenso científico sobre aquecimento global
tem pés de barro

Pânicos ideologicamente enviesados e não ciência constituem a base do falso "consenso científico" sobre o aquecimento global
Pânicos ideologicamente enviesados e não ciência
constituem a base do falso "consenso científico" sobre o aquecimento global
Luis Dufaur
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Impor “soluções” drásticas porque 97% dos cientistas diz que virá um cataclismo universal se não são implementadas logo, aqui e agora sem ouvir outra opinião: esse é um dos mais arrogantes sofismas do alarmismo em favor do “aquecimento global”.

Porém, a alegação é patentemente falsa segundo demonstraram no The Wall Street Journal Joseph Bast, presidente do Heartland Institute e o Dr. Roy Spencer, da Universidade de Alabama – Huntsville e pesquisador líder no Advanced Microwave Scanning Radiometer do NASA's Aqua satellite há já alguns anos.

Eles estudaram três fontes principais dessa alegação e concluíram que estavam repletas de erros e tinham origens de escasso valor.

1. Em 2009, a Universidade de Illinois consultou os seus estudantes perguntando se “as temperaturas globais tinham aumentado por uma contribuição significativa do fator humano”.

Ninguém se espantou com o resultado: 97% respondeu “sim”, posta a pressão propagandística e o risco da nota baixa.

Mas só 79 cientistas aceitaram responder à pergunta que tinha um viés tendencioso. Não é fonte para uma informação apresentada como definitiva até em discursos do presidente Obama!

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Americanos não acreditam na encíclica “Laudato Si”

Americanos não acreditaram na encíclica verde “Laudato Si”. Lançamento da encíclica no Vaticano.
Americanos não acreditaram na encíclica verde “Laudato Si”.
Lançamento da encíclica no Vaticano.
Luis Dufaur
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Caiu na insensibilidade e desinteresse geral, a encíclica “Laudato Si’” do Papa Francisco I. Com ela o Pontífice tenta amarrar o mundo católico no comboio de suposições apocalípticas do radicalismo ambientalista a respeito de um eventual colapso material do planeta.

Quem registra essa constatação é um vaticanista bem informado nos ambientes próximos do Pontífice: Marco Tosatti em seu blog “Stilum Curiae”.

Tal vez sentindo isso, a mal acolhida encíclica acrescentou uma segunda parte cuja inspiração provém da Teologia da Libertação, e uma parte final com considerações místicas engajando augures do panteísmo e do paganismo.

Tudo isso é matéria muito contestada nos ambientes católicos, e os seguidores da ‘Laudato Si’ insistiram mais em seus conteúdos supostamente científicos ou mais de acordo com o catastrofismo de moda entre os “verdes”.

domingo, 20 de novembro de 2016

A forca verde está balançando
e o acordo de Paris
quer enforcar o produtor rural brasileiro!

A forca verde já foi montada em Paris e Marrakesh
A forca verde já foi montada em Paris e Marrakesh
Luis Dufaur
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Concluiu em Marrakesh, Marrocos, a Cúpula do Clima COP22 (Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática 2016) que visou transformar em normas práticas as decisões utópicas do acordo de Paris.

Os resultados estão ai!

Pela generosa proposta da então presidente do Brasil Dilma Rousseff, ficou erigido um cadafalso para o País!!!

As cordas com as que pretendem enforcar os condenados já estão instaladas e balançando.

Falta enfileirar os “ci-devant”. Os nomes não foram dados a conhecer, mas a condena sem processo já foi emitida. Ou forca, ou guilhotine: é a opção da “misericórdia” verde.

O Ministro da Agricultura, Blairo Maggi, denunciou essa arbitrariedade à Revista Globo Rural.

Essa consiste em que o acordo de Paris custará ao Brasil U$ 40 bilhões, ou R$ 136 bilhões em valores de hoje e serão os produtores rurais brasileiros que terão que pagar a conta!

domingo, 13 de novembro de 2016

Ambientalismo radical sem rumo na COP22
Promessas de Trump trazem esperança

COP22 01, feita para impor medidas ditatorialistas caiu na confusão com a eleição de Trump
COP2: feita para impor medidas ditatorialistas caiu na confusão com a eleição de Trump
Luis Dufaur
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A Cúpula do Clima COP22 (Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática 2016) iniciou em Marrakech suas sessões pouco antes da eleição presidencial nos EUA.

O objetivo era específico: transformar em normas concretas os utópicos objetivos fixados na COP21, em dezembro de 2015, em Paris.

O obstáculo máximo era – e continua sendo – a ratificação do acordo parisiense pelos EUA. Embora o presidente Obama e o Secretário de Estado John Kerry tenham assinado esse cerebrino acordo, a lei americana exige a ratificação dos acordos internacionais pelo Senado em Washington.

Porém, antes da eleição do novo presidente, já esse Senado tinha maioria republicana que tudo levava a crer que recusaria dita ratificação.

Nesse caso, o acordo de Paris, ficaria tão oco e ineficiente para os utopistas verdes como o protocolo de Kyoto.

Mas os representantes da confraria universal ambientalista reunidos e bem pagos pela ONU e pelos respectivos ministérios e secretarias do Meio Ambiente do mundo todo pareciam ter acreditado na imensa mentira de uma vitória da democrata Hillary Clinton.

domingo, 6 de novembro de 2016

Alarmistas 'formam uma máfia que se apossou da questão clima', diz cientista dinamarquês

Luis Dufaur
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Na primeira semana de novembro entrou em vigência o acordo de Paris, assinado na COP21 em dezembro de 2015.

Ainda falta muito para saber se vai ser posto em prática pelas maiores economias responsabilizadas do "aquecimento global".

Uma primeira tentativa de implementação, descendo das abstrações para a prática, é o que tentará dizer que faz a 22º conferência climática da ONU iniciada nesta semana em Marrakesh, no Marrocos.

Nas circunstâncias atuais, continuam válidas as posições expostas por Bjorn Lomborg, cientista político dinamarquês, em entrevista a VEJA na sede da COP15, em Copenhague.

As suas declarações giraram em volta do escândalo do “Climagate” um caso de corrupção científica-ideológica que tinha no fulcro grandes ativistas do "aquecimento global".

Chama a atenção o quanto a situação atual de deturpação de dados continua vigente, e acrescida, nos ambientes aquecimentistas. Por isso a reproduzimos a continuação 

Qual foi o estrago do "climagate"?

O que está claro é que havia uma inclinação evidente para não compartilhar dados com pesquisadores cujos trabalhos não reforçariam a teoria do aquecimento global. Possivelmente, os dados foram mascarados, o que não significa exatamente uma falsificação.

O escândalo não pode ser considerado apenas uma tempestade em copo d’água. O que eles fizeram é muito sério e perturbador. Tem implicações muito maiores.

Esses cientistas formam uma máfia que se apossou da questão do clima.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Como podem mídia, chefes de Estado e religião enganar tanto sobre questões ambientais?

Para fazer rir: Obama e Xi Jinping presidem os países que mais produzem CO2. Mas a enganação é apresentar esse gás incolor como fumaça!
Para fazer rir: Obama e Xi Jinping presidem os países que mais produzem CO2.
Mas a enganação é apresentar esse gás incolor como fumaça!
Luis Dufaur
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Nicolas Loris, um economista especializado em questões energéticas e ambientais da The Heritage Foundation, levantou uma questão que soa engraçada.

A grande mídia está sempre ecoando boatos, trabalhos pseudocientíficos ou científicos enviesados sobre o aquecimento global. Até aqui, nada de novo.

Porém, esses supostamente bem informados ou até eruditos órgãos, na hora de informar sobre o demonizado CO2, ilustram suas matérias com torres de fábricas soltando colunas de fumaça ou centrais nucleares emitindo vapor de água.

Mas o CO2 é um gás incolor! Será que esses zelotes do meio ambiente não têm notícia desse dado elementar?

O CO2, além de incolor, é inodoro e não tóxico. Os homens saudáveis exalam CO2 quando respiram e não sai fumaça. Acresce que o CO2 é o alimento indispensável para o crescimento dinâmico das plantas.

Quando o presidente Obama assinou juntamente com a China o acordo obtido na COP21 de Paris, o jornal oficial chinês “The South China Morning Post” foi o primeiro a transmitir a informação.

domingo, 23 de outubro de 2016

Internacional ambientalista
pontifica sobre 10 milhões de hectares brasileiras

Em verde claro o total dos corredores a ser "liberados" para animais selvagens
(e onde o homem atrapalha)
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




A ONG ambientalista holandesa Black Jaguar Foundation apresentou um projeto que dispõe de uma faixa de terra de 2.600 quilômetros contínuos, com até 40 quilômetros de largura.

Só que essas terras não lhe pertencem, mas ao Brasil, segundo noticiou “O Estado de S.Paulo”.

A faixa corta a metade Norte do Brasil e tem uma área total de 10,4 milhões de hectares, que inclui dois bilhões de árvores já plantadas. Os ambientalistas holandeses têm parceria com uma ONG brasileira e com cientistas nacionais.

O projeto foi apresentado no Congresso Internacional de Conservação da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), efetivado em Honolulu (Havaí).

Ele explora o Código Florestal, que obriga a recuperação de áreas desmatadas ilegalmente. Para isso argui que deseja reflorestar áreas de preservação permanente (APPs) em até 20 km de cada margem durante todo o trajeto do Rio Araguaia, do Parque Nacional das Emas (GO) até o Atlântico, em Belém (PA).

domingo, 16 de outubro de 2016

Sres. ambientalistas:
afinal, acabaremos requentados ou congelados?

Acima: planeta consumido pelo aquecimento global. Embaixo cartaz coberto pela neve em South Boston, fevereiro 2015
Acima: planeta consumido pelo aquecimento global.
Embaixo cartaz coberto pela neve em South Boston, fevereiro 2015
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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O site Newsbusters, dedicado a surpreender as contradições da grande mídia esquerdista, teve a paciência de conferir as manchetes de grandes jornais e revistas da década de 1970 com as atuais – uma distância de quase meio século.

O site focou especialmente o tema do “aquecimento global”.

O que achou?

Algo de cair de costas. Se a reação certa é de pasmo ou de riso, ou outra qualquer, fica a critério do leitor. O cômico Bill Maher fez rir largamente seus telespectadores.

Porque a constatação básica é que há meio século a mídia, impressa ou televisiva, sensacionalista ou pretensamente séria, trombeteava que o mundo estava fadado a um congelamento global que aconteceria em nosso século.

Eis algumas manchetes e conteúdos:

domingo, 9 de outubro de 2016

Portugal taxa até os elementos para achatar igualitaria e ecologicamente os “ricos”

Tem um belo panorama em Lisboa? Pague mais seu capitalista explorador do meio ambiente!!!!
Tem um belo panorama em Lisboa?
Pague mais seu capitalista explorador do meio ambiente!!!!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Em nome da “justiça social”, prefeituras portuguesas conceberam um imposto genuinamente “verde” e draconianamente contrário à propriedade privada.

Trata-se de penalizar os “odiosos ricos” – segundo a expressão de Reinformation.tv que informou o fato.

O “crime” é que algumas casas tenham maior exposição ao sol ou uma visão panorâmica melhor. A punição está contida no decreto-lei 41 de 2016 e poderá aumentar as taxas municipais cerca de 20 %.

Proprietários e locatários que vivem em casas ou apartamentos voltados para um cemitério ou pouco iluminados terão um desconto de 10 %.

Os portugueses estão furiosos com essa “taxa da luz”. O Estado não diz que está precisando de dinheiro ou de estar sendo constrangido pela União Europeia, mas reconhece que a finalidade é filosófica “igualitária”.

Segundo o secretário de Estado das Finanças, Fernando Rocha Andrade, trata-se de taxar em função do luxo de ter luz solar e panorama, benefícios de tipo ambiental.

Não levará em conta o número dos membros da família nem a qualidade dos serviços públicos. A propriedade será taxada pelo fato de ser ambientalmente agradável ou confortável.

domingo, 2 de outubro de 2016

União Europeia: corrupção
para viabilizar o “ecologicamente correto”

Ativistas de Greenpeace protestam frente à fábrica de Volkswagen em Wolfsburg. A verdade é que a própria União Europeia estava envolvida na fraude.
Ativistas de Greenpeace protestam frente à fábrica de Volkswagen em Wolfsburg.
A verdade é que a própria União Europeia estava envolvida na fraude.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Em diversos posts deste blog comentamos a irrealidade das metas de controle da emissão de CO2, anunciadas demagogicamente por governos e exigidas pelos movimentos verdes com intuitos demolidores.

Muitas empresas ainda hoje se jactam de oferecer produtos e serviços “ecologicamente corretos” especialmente voltados ao controle das emissões de CO2 – as quais não tem nada de mau, pelo contrário, são boas.

Perfumes, joalheiras, fábricas de relógios e casas de modas de sofisticadas grifes francesas ou italianas, carros de luxo, etc. se ufanam de estar comprometidas com o meio ambiente, em termos que por vezes beiram o ridículo.

Temos denunciado a irrealidade desse marketing insincero e enganador exibindo um zelo ecológico fora de lugar. Faltou algum ditador do estilo de Hugo Chávez para decretar que os cidadãos de seu país deveriam deixar de emitir CO2 na hora de respirar...

domingo, 25 de setembro de 2016

Uma Igreja tribal, ecológica, “autóctone”
e pós-comunista na Amazônia?

O Papa Francisco quer uma igreja autóctone na Amazônia, segundo Cardeal Hummes.
Foto: na JMJ Rio de Janeiro julho 2013
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Muito próximo do Papa Francisco, o vaticanista Marco Tosatti, colunista do “La Stampa” de Turim e de seu site religioso “Vatican insider”, revelou em sua página pessoal o que vinha sendo comentado “a boca chiusa” em Roma: o Papa prepara em silêncio um sínodo sobre a Amazônia.

O Sínodo não seria brasileiro, mas transnacional, incluindo todas as dioceses da região amazônica vista como uma realidade superior às nove nações que exercem sua soberania sobre partes dela.

O tema central anunciado é a ecologia. Mas não se trata de cristianizar a realidade ecológica da Amazônia, mas de “ecologizar” a Igreja Católica, dissociando-a de seu passado missionário e modelando-a segundo o modelo comuno-tribal excogitado pelo ambientalismo mais radical.

O instrumento escolhido para preparar o evento é o cardeal brasileiro D. Claudio Hummes, 82 anos, arcebispo emérito de São Paulo e ex-prefeito da Congregação para o Clero.

Ele está trabalhando intensamente há alguns anos no projeto pontifício. Já visitou 22 das 38 dioceses da Amazônia e o Papa lhe teria dito para apressar mais a agenda.