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segunda-feira, 20 de maio de 2019

“Direitos dos animais”: paroxismo verde da “cultura da morte”

O punho fechado comunista e a pata de cachorro artificiosamente reunidos para uma revolução nunca antes sonhada
O punho fechado comunista e a pata de cachorro artificiosamente reunidos
para uma revolução nunca antes sonhada
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Continuação do post anterior: Como os “direitos dos animais” foram atropelando os verdadeiros direitos do homem



Na sede da UNESCO, celebrando o trigésimo aniversário de fundação da ONU, foi apresentado em 15 de outubro de 1978 um manifesto pela igualdade entre os animais e os homens, a caminho de uma igualdade entre as plantas, os animais e os homens.

Ele é mais conhecido como “Declaração Universal dos Direitos Animais”, embora não tenha nível jurídico para se apresentar com essa pompa. Cfr. Wikipedia, verbete “Declaração Universal dos Direitos Animais”.

Matreiramente foi introduzida como “proposta para diploma legal internacional, levado por ativistas da causa pela defesa dos direitos animais”.

Mas para os efeitos da agitação ambientalista é apresentada como documento oficial. Assim a opinião pública é sistematicamente enganada e o malicioso texto projeta seus deletérios efeitos sem que as autoridades mundiais os nacionais denunciem.

A declaração dos Direitos do Homem da Revolução Francesa ainda punha o homem no centro e começava dizendo “todos os homens nascem e permanecem livres e iguais”.

Na prática essa vem servido para acobertar os crimes de subversivos e delinquentes “mais livres” e “mais iguais” do que suas vítimas, homens honrados e agentes da ordem.

Mas a UNESCO acobertou um golpe inimaginável contra a ordem bem constituída: a mencionada declaração da igualdade do animal com o homem.

Naquela data, o ecologismo não ousava afirmar ante o público essa monstruosidade e, menos ainda, revelar todas as consequências que se prospectavam.

Por trás de uma fachada simpática de defesa dos animais de estimação se esconde uma revolução universal contra o homem e a civilização
Por trás de uma fachada simpática de defesa dos animais de estimação
se esconde uma revolução universal contra o homem e a civilização
Mas desde aquele momento a ecologia radical vem removendo os véus dissimuladores e vem promovendo iniciativas que se voltam contra a humanidade. O anti-humanismo verde foi assim se revelando.

Da declaração sai a consequência de que o homem se alimentar do animal é um assassinato. E que o homem não pode comer carne.

Então o homem só poderia comer ervas. Isso é pregado por adeptos do ecologismo radical, conhecidos como veganos.

É um costume de religiões degradantes como a hindu. Para ela os bois são sagrados e andam pelas ruas da Índia sem que ninguém possa tocá-los. Alegam até um ser humano estaria encarnado na vaca.

É uma expressão do panteísmo oriental segundo o qual tudo é deus.

E a UNESCO e a ONU, aliás grandes promotoras da “cultura da morte” se prestaram a acobertar semelhante aberração.

Assim agindo, propulsionam a ateização oficial do mundo.

No preâmbulo, a “Declaração Universal dos Direitos Animais” começa pomposa e enganadora dizendo:

Considerando que todo animal possui direitos...

Manifestação vegana Comer carne é matar! A filosofia incubada e mal contada é inimiga do homem
Manifestação vegana Comer carne é matar!
A filosofia incubada e mal contada é inimiga do homem
Como vimos no post anterior é da doutrina católica e do direito natural que o animal não tem direito. Apenas não se deve maltratá-lo sem razão, porque o homem não deve fazer atos que não razoáveis.

... considerando que o desconhecimento e desprezo dos direitos do animal levaram e continuam levando o homem a cometer crimes contra a natureza e contra os animais...

Introduz então, o duplo conceito de crime contra a natureza e crime contra o animal.

Alguém dirá: não é um crime contra a natureza alguém por exemplo destruir uma montanha muito bonita, o Fujiyama, do qual o senhor tanto gosta?

Aqui é preciso ir devagar: se eu fizer isso irrefletidamente, estupidamente, eu cometo um ato desarrazoado e é uma ofensa a Deus que criou aquele monte para que os homens pensem nEle.

Mas não é um direito do monte, é um direito de Deus. O monte não tem direito.

Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência de outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das espécies no mundo...

Quer dizer, nós somos uma espécie de animais, e outros são outra espécie de animais. Os senhores estão vendo o igualitarismo e o ateísmo desse pensamento.

Há animais que vivem de comer outros. De maneira que o sofisma é o mais falso possível porque não só é anticientífico, mas é contra a observação comum.

Vamos dizer, uma lagartixa vive de comer mosquitos. Onde está o direito do mosquito?

Considerando que genocídios são perpetrados pelo homem, ou ameaçam ser perpetrados...

Quer dizer, extinção de raças humanas. Então, o homem é declarado de vez como o grande assassino que ameaça extinguir espécies inteiras de animais.

É um manifesto que pretendem plasmar em muitas leis voltadas contra o homem. O homem é sentado nos bancos dos réus como o grande assassino que tem que ser reprimido.

O resultado é uma legislação eco-trabalhista para o bicho como existe para o operário. São as leis verdes cada vez mais ferozmente ditatoriais.

É uma Revolução tão radical que poucas décadas antes pareceria exagero sequer imaginar que pudesse chegar até lá.

Aquilo que é evidentemente um absurdo, passa a ser o bom senso para eles; e o bom senso de milênios de cultura e civilização passa a ser absurdo e criminoso para eles.

(Autor: Plinio Corrêa de Oliveira, excertos resumidos de palestra pronunciada em 8.11.78. Sem revisão do autor)

Imagine o leitor quando “teólogos da libertação animal” ou da Terra são acolhidos para redigirem partes de uma encíclica como a “Laudato Si’”, o que ficará do homem, da civilização e da própria Igreja de Jesus Cristo?


segunda-feira, 13 de maio de 2019

Como os “direitos dos animais” foram atropelando os verdadeiros direitos do homem

O Tribunal das Águas de Valência julga as disputas sobre irrigação. A alma espiritual e inteligente do homem fundamenta que ele julgue a natureza.
O Tribunal das Águas de Valência julga as disputas sobre irrigação.
A alma espiritual e inteligente do homem fundamenta que ele julgue a natureza.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A Igreja ensina que em cada ser vivo há um agente que põe em movimento esse ser.

No homem é a alma humana; nos animais é a alma animal e nos vegetais é a alma vegetal.

A Igreja entende por “alma” precisamente o principium vitae, o princípio misterioso do qual não se pode dizer outra coisa senão que confere a vida.

Então, há três graus de almas, como há três graus de seres:

A alma do homem que é uma alma intelectiva, que compreende as coisas e que se conhece a si mesma.

O homem conhece as coisas não como um boi conhece. Se o boi olhar para uma árvore e eu olhar também, vemos a mesma coisa.

E como o boi não usa óculos e eu uso, provavelmente o boi vê melhor a árvore do que eu.

Mas ele não entende a árvore. Ele não sabe qual é o fim, nem diferencia os objetos, ele apenas recebe nos olhos a imagem da árvore que entra como numa máquina fotográfica, não é idêntico, mas é parecido com da máquina fotográfica.

Sobretudo o boi não se conhece a si próprio. Nós adquirimos na primeiríssima infância, a noção de que somos um circuito fechado.

É a primeira ideia por onde nos vem a noção do “eu” é quando notamos que uma coisa nos agrada e eu toco, eu sinto, e ninguém sente a não ser eu. Se dói, eu gemo e ninguém geme a não ser eu.

Se eu sou um circuito fechado, e os outros são circuitos fechados, nasce aí uma ideia de que eu sou outro. E de que eu tenho direitos, interesses, bons e maus movimentos, inteiramente diferentes dos outros.

Isto é característico de um ser intelectual, um ser cuja alma é espiritual. O próprio desta alma é que quando o homem morre ela se destaca do corpo e vai ver Deus face a face e ela é julgada e condenada.

Esse é a alma espiritual no homem.

A alma intelecttual do homem lhe confere poder
para decidir sobre os animais que têm um princípio vital material,
ou 'alma animal' que se extingue com a morte.
Agora, o animal não tem alma espiritual. O princípio de vida dele é co-idêntico à matéria. De maneira que ele tem conhecimento das coisas exteriores, mas não entende o que vê.

Tampouco tem conhecimento de si mesmo, não tem ideia de que é um circuito fechado.

Ele funciona como um homem que esteja dormindo tão profundamente que não tem consciência de si. Tem algumas reações físicas, se apertam ele vira de lado, essas coisas, mas ele não tem a menor noção de si mesmo.

E depois tem o vegetal que nem sequer tem conhecimento do mundo externo. Não conhece nada.

O princípio de vida do vegetal é tão mais baixo que ele apenas vive, mas não tem nem sequer movimento. Ele é um simples vegetal.

Depois tem naturalmente os minerais que não tem vida.

Pela ordem estabelecida por Deus, todos esses seres são bons e foram criados à imagem e semelhança dEle.

Uns são imagens de Deus; outros, tem a semelhança de Deus.

Qual a diferença entre imagem e semelhança?

É mais ou menos a seguinte: um filho pode ser semelhante ao pai. É a semelhança.

A imagem: alguém pode fazer uma obra de arte, por exemplo, cinzelar uma jarra em que se percebe a psicologia do artista. Apenas há um traço de analogia entre o artista e a jarra. É a imagem do artista na jarra.

Um outro princípio é que Deus estabeleceu que os animais e as plantas existam para o serviço do homem.

O homem não existe para o serviço do homem. Um homem não tem o direito de matar outro, não tem o direito de comer o outro, porque cada homem foi criado diretamente para Deus.

Mas o homem tem o direito de comer o animal porque este foi criado por Deus para o homem. E o vegetal foi criado por Deus para o homem e para o animal.

O boi come o vegetal não porque tenha direito, mas pela boa ordem da hierarquia dos
princípios vitais. A 'alma animal' material é superior à 'alma vegetal' material de nível inferior.
O boi não tem propriamente o direito de comer uma planta, porque ele não tem direito. Quem não tem alma espiritual não tem direito.

Mas está de acordo com a ordem da natureza que um boi coma uma planta. Mas é muito mais raro que um vegetal coma um animal. Há disso.

Há vegetais com uma propriedade por onde quando passa uma mosca perto, eles se fecham. E o animal ali preso naquela prisão verde acaba perecendo e a matéria de que ele se compõe é assimilado pela planta. Pode-se dizer, portanto, que a planta como que assimila o animal.

Mas isso é exceção na natureza. A ordem estabelecida por Deus é que o ser superior que é o animal se sirva do ser inferior que é a planta, e conforme for, coma a planta.

Por exemplo, tem todo o propósito ver numa paisagem, tranquila, etc., um boi à sombra de uma arvore. A arvore servindo de guarda-sol para o boi.

Não podemos imaginar um animal parado servindo de guarda-sol para uma planta. Qualquer um percebe que seria uma inversão da ordem natural das coisas.

Em consequência, afirmar que uma igualdade entre homens, animais e plantas, é negar a superioridade do homem, negar a alma espiritual humana que lhe dá direitos sobre os animais.

E então, é fazer uma profissão de fé de materialismo. Porque quem nega a alma humana nega a Deus. 

Então, é fazer uma afirmação de fé de ateísmo, ou de não fé, porque o ateísmo não é uma fé. É afirmar o ateísmo.

Mas há doutrinas religiosas que negam isso.

São as doutrinas chamadas da metempsicose, reencarnação, migração das almas de animal em animal, de um homem para outro, para vegetais, e até para o nada.

As religiões que pregam a reencarnação das almas em homens, animais, plantas
até a dissolução no magma do panteísmo são preferidas pelo igualitarismo verde radical.
E para isso tendem ONU, UNESCO, "direitos dos animais" e ... o Sínodo da Amazônia!.
A religião dos brâmanes por exemplo afirma que quando o homem anda bem, morre e se dissolve em Deus.

Mas Deus, para eles, é uma espécie de éter, vago, um fluído, dentro do qual o homem passa a se dilatar agradavelmente. Não é uma pessoa. E está acabado.

Imaginem um carvão que está queimando num turíbulo e faz fumaça. Essa fumaça, tende pela lei da expansão das gazes, a se misturar com a massa aérea e dentro de algum tempo não é senão um todo com a atmosfera.

Na ideia bramanista do fim último do homem Deus seria como esse ar, e o homem seria como a fumaça que se perde no meio desse ar sem sentir nada e sem conhecer nada.

Porque desgraça para eles é conhecer e sentir. O homem é infeliz porque conhece e sente; o verdadeiro é ele se evanescer, e escapar do tormento dessa individualização que o faz sofrer.

Quando o homem é mau, ele morre e vai ser animal; e quando ainda é pior, vai ser planta. Depois, se ele como planta der duro, passa a animal, depois a homem e passa a Deus de novo.

Essa doutrina comporta a ideia que há uma porção de almas que fica fazendo o ciclo perpetuo, que é muito difícil escapar para fundir-se na divindade afinal.

Mas essa doutrina é radicalmente contrária à doutrina católica, é condenada pela Igreja Católica.

A ONU deve ser vista como o laboratório da civilização do século XXI e tem um organismo especializado para elaborar as doutrinas dessa civilização, que se chama UNESCO.

Ora, com toda a normalidade, sem causar surpresa, a UNESCO acobertou o lançamento em 15 de Outubro de 1978 uma espécie manifesto de igualdade entre os animais e os homens, a caminho de uma igualdade entre as plantas, os animais e os homens. Cfr. Declaração Universal dos Direitos Animais. 

E o caminho de uma coisa sumamente misteriosa a respeito da civilização do século XXI que devemos analisar aqui.


(Autor: Plinio Corrêa de Oliveira, excertos resumidos de palestra pronunciada em 8.11.78. Sem revisão do autor)


continua no próximo post: “Direitos dos animais”: paroxismo verde da “cultura da morte”


segunda-feira, 6 de maio de 2019

Sínodo amazônico: plano há muito acalentado em secreto pelo comuno-progressismo

Mons Franz-Josef Overbeck: depois do Sínodo Panamazônico na Igreja “nada voltará a ser igual ao que foi”
Mons Franz-Josef Overbeck: depois do Sínodo Panamazônico
na Igreja “nada voltará a ser igual ao que foi”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O bispo alemão Mons. Franz-Josef Overbeck, diocesano de Essen, militante ativo das causas LGBT, comemorou uma planejada ruptura da Igreja Católica com seus dois mil anos de história.

O pretexto seria elaborar uma pastoral amazônica no próximo Sínodo Pan-amazônico que se reunirá no Vaticano no mês de outubro.

O bispo prevê capitulações “positivas” – em verdade desgarramentos assustadores – a respeito de moral sexual, celibato sacerdotal e aproximações a um “sacerdócio feminino”, segundo informou o site oficial da Conferência Episcopal dos Bispos Alemães Katholische.de, citado por Lifesitenews.

Segundo essa fonte oficial, o bispo de Essen declarou à imprensa que o Sínodo provocará uma “quebra” na história da Igreja em virtude da qual “nada voltará a ser igual ao que foi”.

Mons. Overbeck arremeteu contra a estrutura hierárquica da Igreja, sua moral sexual, e abriu caminho para uma “reconsideração” de funções sacerdotais para mulheres.

Isto parece ter pouco ou nada a ver com a motivação ecológica alegada para reunir tal Sínodo.

A menos que se leve em conta, como há muito estamos fazendo neste blog, que as bandeiras verdes ambientalistas estão sendo manipuladas para esconder causas revolucionárias.

Essas causas destruidoras com suas bandeiras vermelhas estavam em crise: a saber o comunismo e seu “companheiro de estrada”, o progressismo católico prenhe de Teologia da Libertação.

O bispo alemão aduziuque o declínio do número de fiéis católicos na Europa e na América Latina será discutido em correlação com “a imensa exploração” do meio ambiente e as violações dos direitos humanos.

Bandeira do PC de Kerala, Índia, onde comunismo, ecologismo e anticristianismo se sentem uma coisa só
Bandeira do PC de Kerala, Índia, onde comunismo, ecologismo
e anticristianismo se sentem uma coisa só
O que tem a ver as defecções massivas na Igreja estimuladas pelas reformas pós-conciliares com a “exploração do meio ambiente”, ou ainda com as “violações dos direitos humanos”?

Parece uma associação artificiosa de fenômenos revolucionários: uns eclesiásticos, outros ecológicos e outros meramente políticos, numa salada bem no gosto das esquerdas comunistas ou lulopetistas.

Mas, em verdade, por baixo das aparências, essas bandeiras são agitadas pelas mesmas mãos para promover uma mesma causa.

Em certo sentido, podemos agradecer ao bispo de Essen que tenha tido a franqueza de deixar aparecer essa unidade de revoluções e de mãos.

O Sínodo Pan-amazônico terá lugar em Roma dos dias 6 a 27 de outubro. Os temas centrais anunciados serão a ecologia, a teologia e o atendimento pastoral dos pobres, as necessidades dos povos indígenas e os direitos humanos.

A essência das conclusões já está escrita na encíclica do Papa Francisco “Laudato Si’”.

De acordo com o citado site episcopal Katholische.de, Mons. Overbeck defendeu que o Papa Francisco quer garantir que a Igreja mundial “tome consciência desses desafios”.

Um dos principais desafios consistirá em extirpar da Igreja sua “estrutura eurocêntrica”, disse o bispo alemão.

Confira: “Encíclica Laudato Si’ causa perplexidades entre os católicos e regozijo nos extremismos de esquerda”

“No IPCO, Molion faz crítica científica da encíclica Laudato Si’”

“Totalitarismo verde e planetário impulsionado por uma Igreja nova? Reflexões sobre a Laudato Si’”

Esse velho projeto anticatólico sempre teve em vista apagar a centralidade da Cidade dos Papas jogando para baixo a importância religiosa de Roma.

Derrubar a “estrutura eurocêntrica” também terá como consequência desconhecer ou renegar a primazia natural dos povos que nos precederam na Fé.

Povos que nos trouxeram a Fé com o sacrifício de incontáveis mártires missionários e o trabalho colossal dos imigrantes europeus que nos comunicaram sua cultura e civilização modeladas por séculos de prática dos ensinamentos evangélicos.

O bispo de Essen ecoa a subversiva promessa de que o clero será cada vez mais independente nas igrejas da América Latina do gênero da amazônica vindoura. Assim, a cartilha da Teologia da Libertação será completamente aplicada.

E como sinal do que sairá dessa “independência” – que seria mais correto etimologicamente chamar de “cisma” – o bispo pressagia que mulheres oficiarão cultos religiosos e conduzirão a vida diocesana.

“O rosto da igreja local é feminino”, sintetizou, assaz arbitrariamente Mons. Overbeck.

Vídeo: Do Pacto das Catacumbas a Francisco
Depoimentos de bispos brasileiros que participaram do Concílio Vaticano II.



Nada disto é muito novo. Já vinha sendo “cozinhado” há pelo menos décadas, por exemplo, no secreto “Pacto das Catacumbas” promovido por Dom Helder Câmara durante o Concílio Vaticano II.

O Pacto é renovado ciclicamente em celebrações catacumbais em Roma. Nele foram sendo iniciadas novas gerações de bispos. Suas subversivas ideias religiosas penetraram os documentos conciliares e incendiaram as turbulentas comoções do período pós-conciliar.

Para evitar que qualquer bispo saia da linha pré-escrita os organizadores do Sínodo, cujo relator geral é o Cardeal Claudio Hummes por indicação do Papa Francisco, elaboraram um Documento Preparatório do Sínodo dos Bispos para a Assembleia Especial para a Pan-Amazônia.

Confira: Sínodo da Amazônia: rumo a uma Igreja ecológica que enxota Jesus Cristo e desagrega o Brasil?

Igreja ecológica amazônica dispensa a Redenção. Catequização e civilização são os únicos pecados

O materialismo da Igreja ecológica amazônica deixa Karl Marx atrás

Por trás da utopia pan-amazônica: luta de classes planetária, “liturgia esotérica” e ruptura com a Igreja, ingentes danos aos índios

Liturgia esotérica para cultuar a divindade dos abismos da “Mãe Terra”

Convite a uma revolução de fundo comunista e de espírito supersticioso abismal

O bispo de Essen apresentou como argumento a vertiginosa queda da proporção de católicos no Brasil.

O ex-jesuíta Thomáz de Aquino Lisboa, que largou a religião para viver com os índios em MT, representa a Igreja irreconhecível que querem produzir no Sínodo
O ex-jesuíta Thomáz de Aquino Lisboa,
que largou a religião para viver com os índios em MT,
representa a Igreja irreconhecível que querem produzir no Sínodo
Queda que só não impressiona à CNBB que considera que o engajamento em causas sociais justifica e até supera a perda da Fé de dezenas de milhões de fiéis.

Enquanto dito Sínodo não começa, Mons. Overbeck prossegue com sua campanha para mudar o ensinamento católico sobre o homossexualismo.

Em janeiro, segundo o mesmo site dos bispos alemães Katholische.de o bispo propôs em artigo para o jornal católico Herder Korrespondenz uma mudança no conceito tradicional católico.

Ele excogitou uma “despatologização” do homossexualismo, preconceito de sua lavra, que atribui aos católicos em geral.

Ele reclama uma “liberação há tempo necessária” para as pessoas com atração pelo mesmo sexo.

Enquanto essa dívida libertária não for paga, o prelado imagina que vigorará uma “marginalização intelectual do ensinamento moral católico”.

Leia-se continuará a hostilização e até a perseguição aos verdadeiros ensinamentos da Bíblia, Antigo e Novo Testamentos sem exceção.

Em poucas palavras, ou se aceita o cangaço do erro imoral contrário a Cristo ou ... chibata!

Essa parece ser a atitude de fundo que inspira as metas “cozinhadas” pelos teólogos do comuno-progressismo para o próximo Sínodo Pan-Amazônico.

O incrível é que esse anticristianismo todo esteja sendo promovido com o pretexto de trabalhar pela ecologia!


domingo, 28 de abril de 2019

Alarmista “verde” prega contra o nascimento
de novas gerações de seres humanos

David Attenborough, arauto da diminuição drástica dos humanos
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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David Attenborough, um dos mais ativos arautos ingleses da diminuição drástica da humanidade.

Suas pregações mídiáticas continuam a receber escandalosa cobertura pelo fato de qualificar o gênero humano de praga que depreda o planeta.

Ele acenou ainda com um aterrorizador desastre, que aconteceria nos próximos 50 anos.

E esse desastre adviria se algo não for feito para interromper a multiplicação dos seres humanos, como noticiou há tempos a agência LifeSiteNews.

O método de espalhar pânico é bem conhecido e David Attenborough utiliza-o com desenvoltura.

Ao mesmo tempo, ele oculta numa nuvem de imprecisões que a causa de seus temores é de fundo ideológico anticristão.

Com efeito, já declarou ele à britânica Radio Times:

“Eles [as novas gerações de crianças e jovens] estão vindo para se instalar em nossas casas nos próximos 50 anos aproximadamente.

“Temos necessidade de superfície para cultivar alimentos para essa horda imensa.

“Ou nós limitamos nosso crescimento populacional, ou a natureza o fará por nós, e o mundo natural já está fazendo isso por nós agora exatamente”.
O disparate verbal, de si confuso, a respeito de hordas desconhecidas que viriam nos invadir, tal vez as crianças que podem nascer, não é mera besteira, mas faz parte de um método atemorizador para impor objetivos preconcebidos.

O absurdo deste pânico patenteia-se até no relatório do alarmista Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), da ONU.

O IPCC ficou abalado em sua fé alarmista após patentearem-se muitas de suas falcatruas, e agora reconhece que nas duas últimas décadas o “aquecimento global” foi muito exagerado.

Attenborough alimenta rancores especiais contra os africanos:
“Nós estamos aplicando planos contra a fome na Etiópia.

“Mas, o que está acontecendo, é que lá existem pessoas demais.

“Eles não podem se sustentar a si próprios e não é inumano dizer isso”.

domingo, 21 de abril de 2019

A Terra está cada vez mais verde

NASA: reverdecer do planeta deveu-se ao homem. O mapa só aponta o aumento de área verde. Áreas amarelada não mudaram.
NASA: reverdecer do planeta deveu-se ao homem.
O mapa só aponta o aumento de área verde. Áreas amarelada não mudaram.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O mundo está ficando cada vez mais verde em virtude do aumento da área plantada nos últimos vinte anos, de acordo com os dados dos satélites da NASA publicados pelo NASA Earth Observatory.

A China havia devastado florestas e tornado improdutivas suas áreas agricultáveis para aplicar a reforma agrária socialista.

Hoje, puxada pela necessidade de dar de comer à sua imensa população, modernizou sua produção de alimentos e liderou o reverdecimento do planeta.

O segundo lugar no aumento da área verde foi obtido pela populosa e famosamente faminta Índia.

Dessa maneira ficaram desmentidos vários mitos ambientalistas artificiais mas apavorantes e danosos.

O primeiro apresenta o planeta caminhando para a desertificação pela aplicação de tecnologias de alta produtividade agrícola.

A China e a Índia provaram que não é assim.

domingo, 7 de abril de 2019

O Sínodo da Amazônia visto desde a Alemanha: caminhada para o socialismo ecológico

A revolução comuno-indigenista vem sendo preparada há muito pelo lulopetismo e pelos tentáculos da CNBB. Na foto índígenas mundurukus reunidos pelo governo Dilma Rousseff Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom-ABr
A revolução comuno-indigenista foi sendo preparada pelo lulopetismo e pelos tentáculos da CNBB.
Na foto(Fabio Rodrigues Pozzebom-ABr) índígenas mundurukus reunidos pelo governo Dilma Rousseff






Já se suspeitava que o Sínodo da Amazônia ia virar um festival progressista. Sua palavra-talismã: “a abolição do celibato”, por razões pseudo-pastorais.

Mas faltavam ainda provas concretas, que agora começam a aparecer gradualmente, para documentar essa suspeita.

Georgetown, a Universidade dos jesuítas em Washington, conhecida por suas extravagantes experiências teológicas, está promovendo um simpósio para preparar o Sínodo da Amazônia.

A esse respeito, relata a Agência de Notícias Católica (KNA): “Adveniat, organização de ajuda à América Latina,manifestou-se a favor de objetivos claros.

‘A proteção abrangente dos pobres marginalizados e da criação ferida tem prioridade absoluta’, declarou seu presidente-executivo Michael Heinz”.

Concretamente isso significa que objetivos supostamente pastorais estão sendo empacotados em um programa para proteger a “classe social marginalizada” e proteger uma “criação” supostamente “ferida.”

Para o leitor pode parecer estranha essa ligação. No entanto, tal conexão é bastante comum nos círculos católicos reformistas na América Latina.

Trata-se de uma evolução da “Teologia da Libertação” clássica (adoção do método da luta de classes para objetivos comunistas sob o disfarce da religião católica) no sentido de uma fusão com o ecologismo neo-pagão e socialista.

domingo, 31 de março de 2019

Derretimento do Ártico revela que clima foi muito mais quente há 115.000 anos

Os investigadores coletaram 48 amostras de plantas em 30 capas de gelo diferentes
Os investigadores coletaram 48 amostras de plantas em 30 capas de gelo diferentes
Luis Dufaur
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Uma surpresa foi revelada pelo derretimento cíclico do gelo que recobre o Ártico. Esses derretimentos cíclicos são periódicos – malgrado a algazarra ambientalista.

Essa procura achar pretextos para justificar o preconceito de um aquecimento global antropogênico que nos conduziria em linha reta à morte do Planeta.

Há diversos ciclos de expansão e retração do gelo, além do anual bem conhecido.

No estado da retração atual, a diminuição do gelo permitiu descobrir paisagens na ilha de Baffin, oeste da Groenlândia, que estavam ocultas há mais de 40.000 anos, informou “Clarín”.

A descoberta significou muito para a região, aliás habitada por escassas tribos inuis.

A região teve seu século mais quente há 115.000 anos, prova sobrada que o espantalho do “aquecimento global” gerado pela interferência humana, já aconteceu há muitos milhares de anos trazendo benefício para o planeta e sem ação humana.

Um estudo da Universidade de Colorado – Boulder aplicou o consagrado método de datação por rádiocarbono para calcular as idades das plantas colhidas nos bordos de 30 camadas de gelo em dita ilha.

domingo, 24 de março de 2019

Convite a uma revolução de fundo comunista e de espírito supersticioso abismal

Índios invadem sede do IBAMA em Altamira.
Índios de jeans invadem sede do IBAMA em Altamira.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Continuação do post anterior: Liturgia esotérica cósmica para celebrar a divindade que vive nos abismos da Mãe Terra



O Documento Preparatório do Sínodo dos Bispos para a Assembleia Especial para a Pan-Amazônia [outubro de 2019], não fica em afirmações teóricas. Ele pede um engajamento concreto, reclamando “uma hierarquia de urgências da Amazônia”.

Para isso, cita “o Documento de Aparecida [que] menciona a necessidade de uma ‘coerência eucarística’ (nº 436) para a região amazônica, ou seja, que não exista somente a possibilidade de que todos os batizados possam participar da Missa dominical, mas também que cresçam novos céus e nova terra como antecipação do Reino de Deus na Amazônia” (nº 80, id. ibid).

Que “novos céus e nova terra são esses”? Que “Reino de Deus na Amazônia”? Seria aquele em que Cristo, a Igreja e seus autênticos representantes foram denegridos e enxotados ao longo do Documento Preparatório?

Não se demora muito a entender.

domingo, 17 de março de 2019

Liturgia esotérica para cultuar
a divindade dos abismos da “Mãe Terra”

Bruxo prepara alucinogeno ayahuasca para ritual em Novo Segredo, Acre. Os 'brancos' deverão modelar o culto segundo misturas de crenças ecológicas esotéricas xamânicas indígenas para entrar em comunhão com a natureza.
Bruxo prepara alucinogeno ayahuasca para ritual em Novo Segredo, Acre.
Os 'brancos' deverão modelar o culto segundo misturas
de crenças ecológicas esotéricas xamânicas indígenas
para entrar em comunhão com a natureza.
Luis Dufaur
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Continuação do post anterior: Por trás da utopia pan-amazônica: luta de classes planetária, ruptura com a Igreja e ingentes danos aos índios



Em posts anteriores, reproduzimos análises e comentários da escritora Jeanne Smits sobre o Documento Preparatório do Sínodo previsto para 2019, nos quais ela o vê como fundador de uma igreja pan-amazônica modelo para a humanidade na crise atual (Documento Preparatório do Sínodo dos Bispos para a Assembleia Especial para a Pan-Amazônia [outubro de 2019]).

Na medula desse documento-chave Smits identifica a tentativa de “uma conversão pastoral e ecológica” visceralmente panteísta e comunista.

Um aspecto central dessa tentativa consiste em criar confusão entre a ordem natural e sobrenatural, citando abundantemente a encíclica Laudato si’, do Papa Francisco, e lhe atribuindo os mais espantosos erros:

“No mistério pascal de Cristo, a criação inteira se estende até um cumprimento final, quando ‘as criaturas deste mundo já não nos aparecem como uma realidade meramente natural, porque o Ressuscitado as envolve misteriosamente e guia para um destino de plenitude.

“As próprias flores do campo e as aves que Ele, admirado, contemplou com os seus olhos humanos agora estão cheias da sua presença luminosa’ (Laudato Si’, 100)” (nº 41, id. ibid).

domingo, 10 de março de 2019

Por trás da utopia pan-amazônica:
luta de classes planetária,
“liturgia esotérica” e ruptura com a Igreja,
ingentes danos aos índios

Manifestação indígena com armas primitivas na região amazônica
Manifestação indígena com armas primitivas na região amazônica
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Continuação do post anterior: O materialismo da Igreja ecológica amazônica deixa Karl Marx atrás



Os redatores do Documento Preparatório do Sínodo dos Bispos para a Assembleia Especial para a Pan-Amazônia [outubro de 2019], visam a “conversão pastoral e ecológica” para uma nova religiosidade panteísta.

A analista holandesa Jeanne Smits observa que embora eles não revelem seus nomes, ela acha razoável atribuir a iniciativa, pelo menos em parte, ao Secretariado do Sínodo, presidido pelo Cardeal Lorenzo Baldisseri no próprio Vaticano.

Esses redatores se mostram admirados pela diversidade dos grupúsculos tribais cada um deles afundado em seu primitivismo, sem cultura e com crenças rudimentares peculiares:

“390 povos e nacionalidades diferentes. (...) Cada um desses povos representa uma identidade cultural particular, uma riqueza histórica específica e um modo próprio de ver o mundo e de relacionar-se com este, a partir de sua cosmovisão e territorialidade específica”, diz. (nº 17, id. ibid)

Obviamente esses matizes diferenciadores geram a também admirada multiplicidade de “pajés, curandeiros, mestres, wayangas ou xamãs entre outros”, mencionada no nº 31.

domingo, 24 de fevereiro de 2019

O materialismo da Igreja ecológica amazônica deixa Karl Marx atrás

O então ministro da Justiça Tarso Genro (PT) em cerimônia Kuarup pelos mortos no Xingu, 2007. Foto Beth Begonha-ABr
O então ministro da Justiça Tarso Genro (PT) em cerimônia Kuarup
pelos mortos no Xingu, 2007. Foto Beth Begonha-ABr
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Continuação do post anterior: Igreja ecológica amazônica dispensa a Redenção. Os únicos pecados são a catequização e a civilização





O Documento Preparatório, comentado por Jeanne Smits evidentemente não foi escrito por índio algum, mas sim por teólogos de cenáculos fechados com forte predominância europeia.

Ele adota um vocabulário e modos pagãos para definir a “admiração sem limites pela natureza”. E a põem no cerne da religiosidade da Igreja ecológica-panteísta amazônica que excogitaram em seus conventículos:

“É a água, através de suas cachoeiras, rios e lagos, que representa o elemento articulador e integrador, tendo como eixo principal o Amazonas, o rio mãe e pai de todos.

“Num território tão diverso, pode-se imaginar que os diferentes grupos humanos que o habitam precisavam adaptar-se às distintas realidades geográficas, ecossistêmicas e políticas”. (nº 8, Documento Preparatório do Sínodo dos Bispos para a Assembleia Especial para a Pan-Amazônia [outubro de 2019])

Segundo a concepção panteísta do Documento, o elemento “integrador” do homem com a natureza é a matéria, a água. Mas não se trata do materialismo grosseiro de Marx.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Igreja ecológica amazônica dispensa a Redenção. Os únicos pecados são a catequização e a civilização

Pajé em transe místico (esquerda), jornalista recebe unção do pagé (direita).
Modelo da 'conversão ecológica' ensinada pela 'igreja panamazônica'
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Continuação do post anterior: Sínodo na Amazônia: rumo a uma Igreja ecológica que enxota Jesus Cristo e desagrega o Brasil?


Como comentamos em anterior post, a jornalista holandesa Jeanne Smits, embora muito conhecedora dos mais obscuros meandros do progressismo e do ambientalismo radical, ficou pasma vendo as propostas avançadas no Documento Preparatório do Sínodo dos Bispos para a Assembleia Especial para a Pan-Amazônia [outubro de 2019].

Esse Sínodo visaria a “conversão pastoral e ecológica” para uma nova interpretação da religião católica que acaba dando no contrário do Antigo e do Novo Testamento.

Prosseguindo na análise das observações da jornalista, verificamos que Jeanne sublinha a total ausência da noção da Salvação, básica no cristianismo, até em suas versões mais deturpadas.

Não há pecado, exceto as desigualdades entre os homens, o capitalismo, a propriedade privada, o agronegócio, a alteridade dos seres, a família monogâmica, o sacerdócio hierárquico, a lei moral objetiva, etc., etc.

Na utopia da 'igreja pan-amazônica' esses ‘pecados’ seriam banidos.

O raciocínio é simplista: se na vida ecológca-tribal não há pecado, não há necessidade de Redenção nem de Salvação.

Se não precisa de Salvação, para que serve o Sacrifício do Calvário do Divino Redentor?

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Sínodo da Amazônia: rumo a uma Igreja ecológica que enxota Jesus Cristo e desagrega o Brasil?

Cultura e crenças pagãs e primitivas inspirariam nova Igreja mais 'cristã' e 'ecologicamente correta'. Maloca na fronteira com o Peru
Cultura e crenças pagãs e primitivas inspirariam
nova Igreja mais 'cristã' e 'ecologicamente correta'.
Maloca na fronteira com o Peru
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A jornalista holandesa Jeanne Smits ficou estarrecida quando tomou conhecimento do documento preparatório do Sínodo especial sobre a Amazônia.

Esse será realizado em outubro de 2019, em Roma, reunindo os bispos da “Pan-Amazônia” – portanto, dos nove países que dividem a soberania sobre essa imensa região geográfica.

Jeanne está acostumada a ler os documentos comuno-católicos mais radicais, dos quais, aliás, não comparte nem os pressupostos nem os fins.

Porém, o que se está preparando em ambientes católicos “progressistas” para a Amazônia superou todos os erros e horrores filosóficos e morais que já viu, escreve pormenorizadamente em seu site.

A nota dominante, segundo ela, é seu “caráter horizontal”, quer dizer, seu igualitarismo extremado. Pois não é a mera igualdade niveladora da sociologia marxista que, infelizmente, desabrocha em tantos documentos eclesiásticos de nova data.

Trata-se de um igualitarismo materialista e evolucionista ecológico – e nisto nos adiantamos na apresentação – que nivela radicalmente todos os seres.

domingo, 9 de dezembro de 2018

Prof. Molion: o aquecimento global
e as falcatruas em torno dele

Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion, a mais autorizada voz brasileira em climatologia
Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion, a mais autorizada voz brasileira em climatologia
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: Prof. Molion: absurdo atribuir ao homem o aquecimento climático



Catolicismo — O Sr. crê na ideia de que a aplicação do Protocolo de Kyoto produz efeitos no clima da Terra?

Prof. Molion — Sob o ponto de vista de efeito estufa e de aquecimento global, o Protocolo de Kyoto é inútil, assim como o serão quaisquer tentativas de reduzir as concentrações de carbono na atmosfera para “combater o efeito estufa”. 

Nele é proposta uma redução de 5,2% das emissões, comparadas aos níveis dos anos 1990. Estamos falando de cerca de 0,3 bilhões de toneladas de carbono por ano (GtC/a).

Para se ter uma ideia, estima-se que os fluxos naturais entre os oceanos, solos e vegetação somem cerca de 200 GtC/a. O grau de imprecisão admitido nessas estimativas, perfeitamente aceitável, é de 20%.

Isso representa um total de 40 GtC/a para cima ou para baixo (80 GtC/a), 13 vezes mais do que o homem coloca na atmosfera e 270 vezes a redução proposta por Kyoto.

Catolicismo — Atualmente não se fala mais da camada de ozônio. O que ocorreu?

Prof. Molion — Com a minha idade e conhecimento dessa área, já vi ocorrer num passado próximo algo muito semelhante, utilizando exatamente a mesma “receita”: a eliminação dos compostos de clorofluorcarbono-CFCs (Protocolo de Montreal), sob a alegação de destruírem a camada de ozônio.

domingo, 2 de dezembro de 2018

Prof. Molion: absurdo atribuir ao homem o aquecimento climático

Luis Dufaur
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O professor Luiz Carlos Baldicero Molion dispensa apresentação. Formado em Física pela USP, com doutorado em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin (EUA) e pós-doutorado na Inglaterra é a mais autorizada voz brasileira em climatologia.

Ex-diretor e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Prof. Molion leciona atualmente na Universidade Federal de Alagoas (UFAL), em Maceió, onde também dirige o Instituto de Ciências Atmosféricas (ICAT), ele vem esclarecendo a opinião pública nacional sobre o que está em jogo na atual polêmica a propósito do “aquecimento global” e “mudança climática”.

Em entrevista a “Catolicismo” ele colocou ‘pingos nos is’ de modo sumamente oportuno para o Brasil.

Suas explicações de mostraram tão verdadeiras que continuam atualizadas nos dias de hoje

domingo, 18 de novembro de 2018

Menti, menti, menti… que afinal sairá a governança verde mundial!

Miguel Arias Cañete, comissário da UE para o clima. ficou empolgado com a ... fraude de Belgrado!
Miguel Arias Cañete, então comissário da UE para o clima. ficou empolgado com a ... fraude de Belgrado!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Desinvestir em combustíveis fósseis – quer dizer, naqueles viáveis para a atividade humana no mundo – é uma palavra de ordem repetida incessantemente nos arraias do fanatismo verde.

É fora de dúvida que aparecendo combustíveis melhores, menos onerosos, mais eficazes ou acessíveis, será bom ir fazendo a devida substituição, com sensatez e com toda a presteza possível.

Mas nada disso está acontecendo. Os verdes exigem desinvestir sem fornecer alternativas viáveis. O que equivale a parar a civilização hodierna.

Com esse objetivo, eles não hesitam em apelar até para desonestidades científicas, políticas ou administrativas.

Um exemplo típico desses procedimentos desonestos deu-se com a Sérvia.

A manobra visou influenciar a famigerada conferência de Paris sobre o clima – COP 21, de dezembro de 2015 –, hoje quase frustrada mas objeto de tentativas desesperadas para conseguir implantá-la.

A COP 21 produziu o Acordo de Paris que no papel introduziu uma espécie de governança mundial ambientalista, ou governo arbitrário verde, por cima dos países soberanos.

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Religiosos e indígenas querem decidir na Noruega sobre as florestas brasileiras

Iniciativa 'interreligiosa' reuniu agitadores tribalistas e ONGs esquerdistas patrocinada pelo governo da Noruega e se imiscuindo na vida do Brasil
Iniciativa 'interreligiosa' reuniu agitadores tribalistas e ONGs esquerdistas
patrocinada pelo governo da Noruega e se imiscuindo na vida do Brasil
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Uma Iniciativa Inter-religiosa da Floresta Tropical, promovida pelo Ministério do Clima e Ambiente da Noruega, reuniu em Oslo líderes de diversas crenças e povos, como os pigmeus africanos e etnias indígenas sul-americanas.

O inédito encontro se inseriu numa longa serie de ingerências de governos e ONGs internacionais no Brasil e em outros países.

O governo norueguês vai cortar em 2017 pelo menos 50% de suas doações ao Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES, aduzindo o aumento no desmatamento nos últimos dois anos.

O ministro norueguês do Meio Ambiente, Vidar Helgesen, agradeceu o apoio que essas ingerências encontram em líderes religiosos locais.

“Em lugares onde o Estado não tem presença ou controle, sempre há comunidades de fé. Sempre há uma igreja ou outro lugar de adoração. Essa infraestrutura é um recurso que pode ser mobilizado em favor das florestas de uma forma mais consistente”, disse.

domingo, 11 de novembro de 2018

Agricultor brasileiro é o maior preservador dos recursos naturais, demonstram estudos

Evaristo de Miranda, coordenador do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Evaristo de Miranda, coordenador do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica
da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Luis Dufaur
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Quem mais preserva recursos naturais hoje no Brasil é o agricultor. A afirmação resulta de levantamento feito baseado no Cadastro Ambiental Rural e concluído pela Embrapa, apontou a ABAG, Associação Brasileira do Agronegócio.

“Não tem uma categoria profissional no Brasil que preserve mais o meio ambiente do que o produtor rural”, garantiu o agrônomo Evaristo de Miranda, coordenador do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), citou a Agência Brasil.

A afirmação foi feita numa das exposições mais aplaudidas da sexta edição do Fórum de Agricultura da América do Sul, acontecida em Curitiba.

Miranda se dedicou a “desmistificar” acusações de que o setor é uma ameaça ao meio ambiente.

“Qual a categoria do Brasil dedica seu patrimônio pessoal, privado e mobiliza R$ 3 trilhões para o meio ambiente? É uma poupança não remunerada que ainda gera custo para ser mantida e, se pegar fogo, a culpa é sua, se roubarem madeira você é o responsável.”, assegurou.

Miranda afirmou que, somado às áreas protegidas – mais de 1,8 mil unidades de conservação e outras áreas indígenas – e terras devolutas, o total do território preservado no Brasil ultrapassa os 66% do total.

“E a lavoura ocupa 7,8%. Essa parcela para toda a produção de cana, de soja, de milho”, disse. Segundo ele, as áreas de pastagens também vem decrescendo, assim como o volume de rebanho.

“Ser acusado de não proteger suas florestas é um absurdo”, criticou.