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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Verdes pedem radicalizar Código Florestal, mas começam mal

Evaristo de Miranda, Pesquisador da Embrapa Territorial
Evaristo de Miranda, Pesquisador da Embrapa Territorial, explicou
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O Código Florestal, malgrado muitos aspectos que concedem, até excessivamente, às reivindicações ideológicas ambientalistas, está sendo contestado no Supremo Tribunal Federal (STF).

A iniciativa é da infatigável confraria verde-vermelha que reclama uma ação declaratória de constitucionalidade e quatro ações diretas de inconstitucionalidade, visando prejudicar ainda mais os proprietários.

Entretanto, como bem o fez notar o Dr. Evaristo de Miranda, Pesquisador da Embrapa Territorial no artigo “O STF e o Código Florestal”, a pretensão começou, felizmente mal para seus promotores.

O ministro relator, Luiz Fux, apresentou um voto técnico e equilibrado que se for acompanhado, em grande parte, por seus pares, garantirá a agropecuária a segurança jurídica necessária para produzir com sustentabilidade e competitividade.

O ministro Fux destacou a qualidade excepcional do processo legislativo que resultou no novo Código Florestal (tempo de tramitação, audiências públicas realizadas, votação expressiva dos parlamentares, etc.). Não se trata de um texto que pode ser reformado com facilidade como gostaria o ambientalismo.

Fux questionou se o próprio STF tinha “capacidade institucional” para analisar as propostas, ouviu os interessados, recebeu colaborações, trabalhou arduamente e realizou ampla audiência pública no STF.

Nela, o Dr. Evaristo de Miranda representou a Embrapa e apresentou os impactos socioeconômicos negativos de se declararem inconstitucionais artigos do código visados pelas propostas.

Também entregou um documento técnico aos ministros criticando o uso de “princípios” para anular o trabalho legislativo.

O sofisma dos “princípios” ou “principiologia” expresso em termos diretos consiste em transformar em valores absolutos ou dogmáticos certas afirmações legais atropelando o equilíbrio da ordem jurídica. E manipula-los abusivamente.

E nessa malandragem os ativistas de esquerda, neste caso do comuno-ecologismo, são mestres.

O Dr. Evaristo de Miranda faz notar que parte da insegurança jurídica do País provém do uso, por atores sociais, de uma principiologia situada acima das leis.

Ele exemplifica com o caso de para impedir pesquisas científicas as infalíveis esquerdas verdes invocaram o “princípio da precaução”.

Ou ainda, para impedir a evolução de normas, invocaram o “princípio de vedação ao retrocesso” em matéria ambiental.

É simples, escreve o especialista da Embrapa “basta a mudança não estar de acordo com interesses e ideologias de certas organizações e esse princípio é invocado, como algo acima até da norma constitucional”.

E chegou ao ponto de, no ajuste de limites de unidades de conservação, transformar a legislação ambiental em cláusula pétrea.

O autor do artigo que comentamos elogia a clareza do voto de Fux: “As políticas públicas ambientais devem conciliar-se com outros valores democraticamente eleitos pelos legisladores, como, verbi gratia, o mercado de trabalho, o desenvolvimento social, o atendimento às necessidades básicas de consumo do cidadão”.

O ministro também afirma que “não é adequado desqualificar determinada regra legal como contrária ao comando constitucional de defesa do meio ambiente ou mesmo sob o genérico e subjetivo rótulo de ‘retrocesso ambiental’, ignorando as diversas nuances que permeiam o processo decisório do legislador”.

Fux destaca algo fundamental: “não se deve desprezar que a mesma Constituição que protege o meio ambiente também exorta o Estado brasileiro a garantir a livre-iniciativa, o desenvolvimento nacional, a erradicação da pobreza e da marginalização, reduzir as desigualdades sociais regionais, proteger a propriedade, buscar o pleno emprego e defender o consumidor”.

E critica o uso do “Princípio da Vedação ao Retrocesso” para faze-lo passar por cima do “Princípio Democrático” visando dar poderes ao Judiciário funções que são inerentes aos Poderes Legislativo e Executivo.

Há 21 dispositivos do Código Florestal contestados, visando sempre abrir as portas ao radicalismo ambientalista.

Fux, escreve Evaristo de Miranda, declarou a constitucionalidade de 19.

  • É de se destacar a defesa do tratamento diferenciado para pequena propriedade rural (artigo 3.º),

  • novas regras na definição de área de preservação permanente (artigo 4.º) e de uso restrito (artigo 11),

  • hipóteses de redução da reserva legal (artigos 12 e 13),

  • regularização de áreas rurais consolidadas (artigo 61-A),

  • cumprimento da reserva legal por compensação ou doação (artigo 66) e

  • regime diferenciado para reserva legal em áreas já ocupadas (artigos 67 e 68).

Sobre a área de proteção permanente no cálculo da reserva legal (artigo 15) o ministro do STF reprovou a proposta pois ela “em uma mesma propriedade pode aniquilar substancialmente sua utilização produtiva”.

E está coberto de razão, diz o especialista:

“A Embrapa Territorial demonstrou: os produtores dedicam à preservação 48% de suas terras.

Qual agricultura no mundo preserva tanto o meio ambiente?

“São 177 milhões de hectares dedicados à preservação pelos agricultores, 21% do País, enquanto unidades de conservação protegem 13%.

Em sentido oposto, o Dr. de Miranda lamenta que a declaração de inconstitucionalidade dos artigos 7, 17 (recomposição de vegetação) e 59 (Programas de Regularização Ambiental) tenha ficado confusa.

Também no aprova que no artigo 59, o voto de Fux considera inconstitucional todo o artigo. Qual a consequência disso?

“Se o Programa de Regularização Ambiental não é constitucional, milhões de agricultores, em sua maioria pequenos, que recuperam áreas e prestam serviços ambientais, estarão na ilegalidade.

Ganhos ambientais nos Estados ficam comprometidos.

“Será um caos institucional para o qual a Presidência da República já deveria prever medida provisória sanadora”.

A ofensiva ambientalista não arrefece em suas insídias.

O retorno do julgamento no STF está marcado para 21 de fevereiro 2018.

É tempo de eliminar as dúvidas e acabar bem esse capítulo, concluiu o pesquisador da Embrapa Territorial.


domingo, 4 de fevereiro de 2018

A religião ambientalista vista por um professor de filosofia

Cultos extravagantes na Rio+20:  o que tem a ver ambientalismo com religião?
Cultos extravagantes na Rio+20:
o que tem a ver ambientalismo com religião?
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Com frequência neste blog temos focalizado a existência de uma estranha religião imanente no ambientalismo.

E nos referimos ao tipo de ambientalismo que pretende ser o mais coerente com os princípios básicos do movimento.

Também, com relativa frequência, ouvimos indagar o por quê dessa insistência em dita religião incubada, ou em questões religiosas. Porque, a primeira vista, a problemática ambientalista é basicamente científica.

Compreendemos perfeitamente esta dificuldade e a olhamos até com simpatia.

Pois, essa dificuldade foi também a nossa. E, em certo sentido continua sendo.

Tivemos dificuldade em admitir a ideia de uma religião singular por trás do ambientalismo mais “genuíno”.

Porém, com o tempo, foi ficando evidente para nós que o movimento ambientalista só se compreende bem pressupondo uma crença peculiar que o explica.

Panteismo que amalgama todos os seres?
Panteismo que amalgama todos os seres?
A aplicação desta hipótese, revelou-se ordenadora e, depois, indispensável.

Dizemos que seguimos tendo dificuldades com essa “religião”, não só porque não a compartilhamos.

Mas, sobre tudo, porque não conseguimos abarcar alguns de seus aspectos.

Esses parecem ser de tal maneira profundos e escuros que precisaríamos do talento de um Dante descrevendo o inferno para formulá-la.

Quiçá um dia chegaremos, sem o talento de Dante sem dúvida!

Denis Lerrer Rosenfield, professor de Filosofia na UFRGS, desde seu ponto de vista, apontou alguns aspectos dessa “religião” verde que não ousa dizer seu nome abertamente.

Por isso, julgamos de interesse para nossos leitores relembrar alguns excertos do artigo “O mal e o capitalismo” da lavra do professor gaúcho, publicado no “O Estado de S. Paulo”, 02.07.12:


O mal e o capitalismo

Denis Lerrer Rosenfield, professor de Filosofia na UFRGS
Denis Lerrer Rosenfield,
professor de Filosofia na UFRGS
Para que se possa melhor compreender os atuais debates em torno das questões ambientais, com reflexos na vida das cidades e do campo, torna-se necessário compreender a mentalidade dos ambientalistas radicais.

Argumentos científicos são cada vez mais relegados a segundo plano, embora, sob a forma do disfarce, esse tipo de ambientalista diz representar avanços científicos.

O que está, na verdade, em questão é uma mentalidade teológico-política, em tudo avessa ao pensamento crítico.

Vejamos os pontos estruturantes dessa mentalidade: 1) o fim do mundo; 2) os profetas; 3) o mal; e 4) a salvação.

O fim do mundo — Os ambientalistas radicais ou religiosos — o que é a mesma coisa — vivem anunciando o fim do mundo. Se não forem ouvidos ou atendidos, o planeta estará caminhando inexoravelmente para a catástrofe final. Um dos seus cavalos de batalha reside no anúncio do “aquecimento global”, que estaria produzindo resultados que confirmariam suas profecias.

Curioso nesse caso é que exercem tal influência sobre a opinião pública que nenhuma contestação é autorizada, principalmente as científicas. Tornou-se “normal” falar do aquecimento global planetário como se fosse uma verdade inconteste.

Quem discorda é anatematizado.

Cientistas que defendem essas posições, também chamados ecocéticos, têm, mesmo, dificuldades em publicar seus artigos. Os ecorreligiosos procuram, de todas as maneiras, fazer valer as suas posições.

Em entrevista a O Globo (20/6/2012), Richard Lindzen, cientista renomado do MIT, antes defensor das previsões alarmantes do aquecimento global, contesta atualmente esse catastrofismo, tendo se tornado um ecocético, ou seja, assumindo posições propriamente científicas.

Entre outros pontos, assinala que não houve um aquecimento significativo nos últimos 15 anos e, desde 1995, a temperatura média global do planeta pouco variou. No entanto, os anúncios proféticos do aquecimento global não cessam, embora não exista aquecimento que conduza ao anunciado desastre final.

Profetas — Nos últimos 150 anos, a temperatura média global variou entre 0,7 grau e 0,8 grau Celsius, o que invalidaria qualquer catastrofismo. No entanto, os profetas do fim do mundo continuam com previsões cada vez mais sombrias.

Essas previsões são incessantemente desmentidas pelos fatos, porém sempre inventam novas, com supostos aquecimentos progressivos que tornarão o planeta inabitável em poucas décadas. Num curto espaço de tempo, catástrofes naturais tomariam conta do mundo.

Não houve nenhuma grande catástrofe natural, mas seus anúncios apocalípticos continuam. A mentalidade religiosa se reveste, contudo, de uma roupagem científica. Agem religiosamente e procuram lhe conferir um ar de cientificidade.

O mal — Note-se que essas previsões do desastre final têm um foco determinado, um objetivo que estrutura sua ação política: o capitalismo. Ou seja, o fim do mundo é conseqüência do pecado, do fato de as pessoas viverem e agirem segundo os valores de uma sociedade baseada na economia de mercado, no direito de propriedade e no ganho, denominado pejorativamente de lucro.

Os ecorreligiosos se estruturam em ONGs nacionais e internacionais respaldadas militantemente pelos movimentos sociais. Observe-se que estes, por exemplo, são apoiados, inclusive organizativamente, pela Igreja Católica e, em menor medida, pela Luterana.

A pobreza franciscana admirável nos religiosos,
se imposta à sociedade em nome do anticapitalismo
vai produzir uma miséria monstruosa
No Brasil, a CPT e o Cimi verbalizam, mesmo, essa postura profética, advogando pela eliminação da propriedade privada como o grande mal. O MST e organizações afins seguem a mesma posição.

A propriedade privada e a economia de mercado seriam responsáveis pela pobreza e pelo desastre ambiental.

Uma vez o capitalismo eliminado, o mal, extirpado, o fim do mundo não se consumaria e o socialismo/comunismo ocuparia o seu lugar. A catástrofe ambiental, o apocalipse, seria evitada.

Note-se que símbolos do mal são o agronegócio e a produção de energia.

As lutas desses ambientalistas e movimentos sociais se estruturam segundo essas bandeiras. Na verdade, pretendem aumentar a pobreza com alimentos mais caros, o que poderia tornar a vida humana insustentável no planeta.

Querem que se produza menos, quando há mais bocas no mundo para ser alimentadas. Defendem uma energia mais cara, combatendo Belo Monte, que oferecerá energia renovável e barata. Posicionam-se contra as plantações de cana-de-açúcar e a produção de etanol, outro exemplo de energia renovável.

Rio+20: moça índigena "consumista" terá que mudar de estilo de vida
Os ecorreligiosos têm, também, a versão dos ambientalistas chiques, que adotam essas posições em nome do politicamente correto. Gostam de aparecer como corretíssimos, em seus carros poluidores, utilizando celulares e vivendo em grandes apartamentos e mansões.

Não deveriam ler jornais nem livros, nem utilizar papéis de qualquer espécie, pois são feitos de celulose, oriunda de florestas plantadas. Não se esqueçam de que o agronegócio é símbolo do mal.

Salvação — A salvação está, no entanto, à mão de todos os que seguirem os profetas. Basta lutar contra o capitalismo, desrespeitar a propriedade privada, organizar-se militantemente contra as hidrelétricas, invadir grandes propriedades, pois, assim, o novo mundo estará ao alcance de todos.

Outro mundo é possível, eis o lema que é a todo momento realçado. Todos os habitantes do planeta se deveriam dispor à conversão para a vida simples e primitiva, aquela que ganha, inclu-sive, a forma utópica — e falsa — da solidariedade originária.

Abandonem a civilização e nos sigam: nós somos o caminho, a floresta originária, o destino.


domingo, 28 de janeiro de 2018

Altos índices de temperatura e CO2 globais estão exagerados, diz relatório

John Christy, diretor do Earth System Science Center da Universidade de Alabama - Huntsville.
John Christy, diretor do Earth System Science Center
 da Universidade de Alabama - Huntsville.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A média com que a atmosfera terrestre estaria se aquecendo durante os últimos 23 anos não se acelerou significativamente, concluiu pesquisa da Universidade de Alabama – Huntsville (UAH), informou o conceituado blog sobre questões climáticas Wattsupwiththat — WUWT.

Pondo de lado o esfriamento passageiro entre 1983 e 1992 causado por duas erupções vulcânicas excepcionais, a tendência ao aquecimento global nos oito quilômetros da atmosfera contados a partir da superfície terrestre (quase cinco milhas) foi de 0,096º C (0,17° Fahrenheit) por década entre janeiro de 1979 e junho 2017.

O número foi espantosamente semelhante à tendência de 0,09º C para o aquecimento detectada por pesquisa similar publicada em 1994 com dados de 15 anos, disse o Dr. John Christy, diretor do do Earth System Science Center da UAH.

A pesquisa mostra que o aquecimento é menos sensível ao aumento de CO2 e outros gases estufa do que dizem os famigerados “modelos computacionais do clima”.

Christy reconheceu que a influência que ele próprio atribuía ao CO2 em 1994 estava exagerada e que sua recente pesquisa derruba suas próprias conclusões anteriores.

A pesquisa recente foi publicada na edição do último trimestre de 2017 do “Asia-Pacific Journal of Atmospheric Sciences”, e está disponível online.

A pesquisa foi financiada pelo U.S. Department of Energy, e Christy teve a colaboração do Dr. da UAH Richard McNider.

Se não se considera os efeitos passageiros dos vulcões e dos fenômenos El Niño/La Niña do Oceano Pacifico e se se atribui ao homem as mudanças supostas pelos “modelos” nos teríamos atingido por volta de 560 ppm de CO2 na segunda metade do século XX.

O Dr John Christy depondo no House Science Committee, no Congresso americano, 02-02-2016
O Dr John Christy depondo no House Science Committee,
no Congresso americano, 02-02-2016
A proporção real atual no máximo é de 400 ppm ou menos, dependendo das fontes.

Também a temperatura global deveria ter aumentado 2,3º C (perto de 4,1° F) se os “modelos climáticos” estivessem certos. Mas só foi de 1,1º C (quase 2° Fahrenheit).

A conclusão de Christy é que os “modelos climáticos” não estão certos e devem ser reformulados obedecendo às condições reais do clima atual. E todas as políticas atuais ligadas aos “modelos climáticos” até agora acreditados devem ser repensadas.

Um defeito das medições da temperatura terrestre é que os dados são coletados nas superfícies terrestres. Mas os cientistas carecem de dados satisfatórios dos oceanos. E esses são o 71% da superfície do globo.

Além do mais, mudanças locais na área terrestre próxima dos termômetros distorcem os dados. Exemplo: a pavimentação e a expansão das cidades.

Numa exposição científica a respeito, chegamos a ver, entre outras, a foto de um morador que montou uma churrasqueira perto de um termômetro que media automaticamente a temperatura local e a enviava para a elaboração da média global da temperatura planetária.

O Dr McNider acrescentou que os termômetros só medem a temperatura do ambiente em volta, ou seja da camada inferior do ar, omitindo as temperaturas das camadas superiores.

E pode haver disparidades muito grandes provocadas por fenômenos naturais locais ou esporádicos.

Nesse sentido, a medição feita com satélites é muito mais confiável constituindo um instrumento muito robusto para detectar as mudanças nos gases estufa na atmosfera, explicou Christy.

Tiros visando o escritório do Dr. Christy foram os únicos argumentos eco-comunistas contra seu trabalho científico
Tiros visando o prédio do escritório do Dr. Christy
foram os únicos argumentos eco-comunistas contra seu trabalho científico
As medidas assim estabelecidas pelos Drs. Christy e McNider discrepam de tudo o que se vinha acreditando como certo utilizando os “modelos climáticos”. Esses se mostram discrepantes da realidade.

Mais um fator de incerteza provém do fato que não é bem conhecida a transferência do calor entre a atmosfera e os oceanos, considerando os ventos, correntezas e outros condicionantes.

Nas hipóteses alternativas consideradas, o calor em excesso produzido naturalmente ou pelos homens seria absorvido pelas imensas massas oceânicas e não estariam disponíveis para aquecer a atmosfera.

Em qualquer caso, o trabalho indica que a atmosfera não está acumulando calor como dizem as suposições que exageram a influência do CO2. Essas deveriam ser atualizadas para serem objetivas, confiáveis e úteis.

McNider conclui: “se é o CO2 que está aquecendo a atmosfera, a acumulação de vapor de água — o maior e mais poderoso gás estufa — na atmosfera deveria estar aumentando”.

Mas isso não está acontecendo.

Resultado: mais um desmentido dos pânicos ambientalistas e um patenteamento de suas fraudes.


domingo, 21 de janeiro de 2018

CO2: Brasil não cumpre o impossível,
mas ambientalistas querem mais e pior!

Inútil: John Kerry, Secretário de Estado da administração Obama assina demagogicamente o Acordo de Paris. O presidente Trump anulou tudo.
Inútil: John Kerry, Secretário de Estado da administração Obama
assina demagogicamente o Acordo de Paris. O presidente Trump anulou tudo.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Brasil está longe de cumprir as metas climáticas que impôs a si mesmo no âmbito do Acordo de Paris e caminha na contramão das políticas climáticas implementadas na era petista, reconheceu a ‘Folha de S.Paulo’.

Em Paris, a então presidente Dilma Rousseff prometeu demagogicamente que o País reduziria em 37% as emissões de CO2 – o bicho papão do aquecimentismo climático – até 2025.

Mas essas subiram 8,9% só em 2016 tornando ainda mais inverossímil a espalhafatosa meta. Isso obviamente preocupa às organizações e militantes verde-vermelhos que agitam o inexistente fantasma das “mudanças climáticas”.

Eles exigem mais rigor estatista para estrangular mais o País implementando a irreal agenda ambiental prometida em Paris.

Neste blog tivemos repetidas ocasiões de mostrar que a meta apresentada pela heroína climática petista era uma fantasia irrealizável.

Porém, ela escondia um objetivo encravado no coração petista: arruinar o Brasil paralisando sua indústria e seu agronegócio para “salvar o planeta”. Isso deveria levar a um miserabilismo de tipo cubano.

Reprimir as emissões de CO2, o gás da vida, não influiria nada no clima, como foi de mostrado pelos melhores cientistas do País na matéria. Veja embaixo por exemplo as declarações do Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion, lá em 2010!, sobre o assunto.

Acresce que para atingir a fabulosa proporção de - 37%, as esquerdas e os ainda mais radicais militantes ambientalistas sonhavam com medidas socialistas ditatoriais.

Essas deviam interromper a expansão da área cultivável – e se possível reverte-la – ferir o coração energético da atividade industrial e condenar os cidadãos a andar só de transporte público – dono de carro seria tido como bandido – e idealmente passar à bicicleta como na China de Mao Tsé Tung.

O gado é indiciado como mais um culpado do aquecimento global!!! Metas do acordo de Paris são absurdas
O gado é indiciado como mais um culpado do aquecimento global!!!
Metas do acordo de Paris são absurdas
Ou, ainda mais virtuosamente se adaptar a uma choça indígena primitiva para evitar o aquecimento que transformaria a Terra num planeta ardente e desértico.

Hoje figuras emblemáticas do PT e de seu esquema de corrupção estão às voltas com a Justiça.

E, no âmbito internacional, a saída dos EUA do ruinoso acordo parisiense jogou uma paulada de cal nele.

Se os EUA ficam de fora, muitos outros países já deixaram entender que não levarão a sério o que assinaram. O Acordo de Paris ficará tão oco como o Protocolo de Kyoto que pretendia substituir.

A vida normal falou: a meta ideologicamente enviesada é inatingível e a emissão de gás da vida aumentou naturalmente em 8,9%.

Mas a confraria ecolo-anarquista parece cega. Em vez de sossegar e criar juízo volta à carga com mais propostas no sentido do acordo hoje semi-morto.

Esperneiam contra a medida provisória 795 em andamento no Legislativo, que concede incentivos fiscais ao setor de óleo e gás, máximo demônio capitalista emissor de CO2 no mundo

Para Viviane Romeiro, do WRI (World Resources Institute) o Plano Decenal de Energia (PDE) mostra que o governo brasileiro desconhece as agendas de clima. E isto, na linguagem da confraria verde, é crime contra o planeta.

Segundo ela, o Brasil não só não cumpre o que prometeu no Acordo de Paris, mas nem mesmo as promessas anteriores previstas na Política Nacional de Mudança do Clima.

Repetimos: são impossíveis de serem cumpridas porque ideologicamente enviesadas e contrárias à natureza.

Ativistas profissionais tentaram sem resultado reverter a frustração da COP23 em Bonn. Fanatismo ecolo-comunista não pretende abandonar exigências insensatas.
Ativistas profissionais tentaram sem resultado reverter a frustração da COP23 em Bonn.
Fanatismo ecolo-comunista não pretende abandonar exigências insensatas.
O WRI pede uma montanha faraônica de reformas para enforcar os satanizados emissores de CO2, e enforca-los para sempre.

Nesse sentido, há burocracia e mais burocracia que ainda não saiu do papel, deplora o WRI.

Toda espécie de instrumentos financeiros, comitês interministeriais, Fundos, Programas e Planos, reforma agrária de cunho ecológico e miserabilista aguarda uma faraônica concretização.

Tudo, em poucas palavras, para sepultar embaixo de uma pirâmide de controles a todos e cada um dos brasileiros.

Desde as altas finanças até o camponês em contato com a terra, passando sem perdoar pelos aspectos mais miúdos da vida quotidiana.

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, espalha otimismo sobre os “avanços” obtidos na COP-23 do Clima embora tenha sido realizada em Bonn em novembro de 2017 num clima de frustração pela ausência dos EUA.

Enquanto o ministro discursava no evento, foi aprovado o PLANAVEG, que prevê restaurar 12 milhões de hectares de florestas. Leia-se tirá-las da civilização.

A revolução ambientalista não parou. A utopia radical continua pedindo mais vítimas.


Climatologista sério anunciava em 2010 o arrefecimento global para pasmo de jornalistas crentes do mito do aquecimento global





domingo, 14 de janeiro de 2018

Mini período glacial previsto produz efeitos

Tubarões morreram de choque térmico na água e congelaram na praia.
Tubarões morreram de choque térmico na água e congelaram na praia.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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No norte dos EUA e no Canadá, tubarões mortos de frio foram jogados nas praias de Massachusetts, onde acabaram se congelando.

A ONG Atlantic White Shark Conservancy reconheceu que os tubarões estavam tão congelados que a necropsia não foi possível.

Iguanas caíram congeladas das árvores em Miami. Os moradores do norte da Flórida acordaram com uma camada de neve cobrindo o chão, fenômeno que não se via no “estado do Sol” havia três décadas.

Eles cunharam a hashtag #snowmageddon, uma contração das palavras neve e apocalipse em inglês, e as crianças fizeram a festa por toda parte, informou a G1.

Iguana que caiu congelada no borde de uma piscina na Florida, foi reanimada.
Iguana que caiu congelada no borde de uma piscina na Florida, foi reanimada.
As cataratas do Niágara congelaram em grande parte e quando os milhares de voos suspensos puderam partir deixaram um país com temperaturas siberianas, noticiou a revista francesa “Le Point”.

Chicago passou o réveillon mais frio de sua história registrando - 17 °C. No Canadá, os pinguins do zoo de Calgary tiveram que ser abrigados do persistente frio de – 28 ºC.

Simultaneamente a neve e o gelo paralisaram Espanha duas vezes e cobriram parte do deserto do Saara na África. Tempestade de neve paralisou todo o sistema ferroviário alemão.

Na Yakutia, Rússia, se chegou a registrar - 67 °C. Moscou recebeu a “nevasca do século” e apelou ao exército para liberar as ruas entupidas pela neve.

O inverno 2017-2018 promete ser um dos mais rudes do hemisfério norte com mínimas que podem oscilar entre - 20 °C e - 50 °C.

A mini era glacial anunciada já produz efeitos palpáveis. Ela não pode ser objeto de exageros nem, ainda menos, de pânicos como os ativistas comuno-ecologistas montam artificiosa e deslealmente para justificar medidas de cunho ditatorial.

A humanidade já passou por vários desses “mini períodos glaciais”, que depois foram seguidos por “mini períodos quentes”, obedecendo a ciclos inscritos na natureza.

Mais uma vez, as cataratas congeladas do Niágara foram atração turística
Mais uma vez, as cataratas congeladas do Niágara foram atração turística
Júlio César registrou em seu livro famoso sobre a conquista da Gália que na França fazia tanto frio que não crescia a uva nem o trigo.

No início da Idade Média veio o “período quente medieval” e até a Inglaterra plantava uva e fazia vinho.

No Ancien Régime, após a Idade Média, o memorialista Saint-Simon conta que as taças de água gelavam e trincavam na mesa do rei Luis XIV.

Posteriormente um novo período quente durou até o fim do século XX. E agora ingressamos lentamente em mais uma “mini era glacial” que durará até o próximo “mini período quente”.

Neve no deserto do Saara
Neve no deserto do Saara
As recentes ondas de frio tem como causa fenômenos climáticos imediatos na América do Norte e na Europa.

Em verdade não são inéditos, mas sim raros pela intensidade e extensão e pelos recordes de baixas temperaturas.

Não há razão para se desgarrar as vestes nem profetizar o fim do mundo.

Essas são atitudes tendenciosas frequentes nos ativistas das “mudanças climáticas” quando encontram ou inventam algum pretexto para falar mal contra a civilização atual.



Vídeo: O Atlântico Norte congelado diante de Falmouth, Massachusetts





Veja como um climatologista sério anunciava em 2010 o arrefecimento global para pasmo de jornalistas engajados no mito do aquecimento global




domingo, 17 de dezembro de 2017

Terra entrou em mini-era glacial, mas IPCC ainda discute o furado Acordo de Paris

Fonte congelada pela atual onda polar, Bryant Park, Nova Iorque
Fonte congelada pela atual onda polar, Bryant Park, Nova Iorque
Luis Dufaur
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A Terra ingressou numa mini-era de gelo que poderá durar entre 60 e 80 anos e diminuirá a temperatura global em 0,2º C segundo relatório do Instituto de Geofísica da Universidade Nacional Autônoma de México (UNAM). 

O investigador Víctor Manuel Velasco explicou que o fenômeno é causado pela diminuição da atividade solar que vem sendo registrada há anos.

Velasco estudou os períodos glaciares e interglaciares da Terra e a variabilidade solar. Os resultados apoiam uma teoria que poderá quantificar a diminuição da atividade solar e seu impacto na Terra.

“Hipótese alguma sobre mudança climática consegue explicar por que que acontecem esses períodos”, esclareceu ele.

Para o cientista, a diminuição da temperatura global é devida a “um ciclo natural da natureza” já verificado em outros séculos com lapsos de 120 anos e que depende exclusivamente do sol.

domingo, 10 de dezembro de 2017

Festa de “energias renováveis” depaupera espanhóis

Parece conto da carochinha, mas don Quixote virou a casaca. Na Espanha, as energias renováveis ficaram quixotescas.
Parece conto da carochinha, mas don Quixote virou a casaca.
Na Espanha, as energias renováveis ficaram quixotescas.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A grande crise que abalou a economia mundial no início do século foi pretexto para o governo socialista espanhol de Zapatero empurrar as energias alternativas.

Sempre haverá possíveis novas fontes de energia e é desejável que sempre apareçam novas. O planeta as possui ou recebe – como é do caso do sol – em volumes que superam todo cálculo.

O problema é ter a tecnologia para aproveitá-las. E não desativar aquelas que de momento se apresentam viáveis em troca de um pulo no vazio. Quando atingirmos um conhecimento técnico que justifique a mudança, essa acontecerá naturalmente.

Mas a enigmática e anárquica turma ambientalista quer que o mundo pule no precipício do ignoto. Ou, pior, que se jogue no abismo do que se sabe que agora não é rentável nem viável.

domingo, 3 de dezembro de 2017

Desenvolvimento sustentável: uma bobagem sem sentido, disse “pai da hipotese Gaia”

Para Lovelock “o desenvolvimento sustentável é bobagem sem sentido”
Lovelock: “desenvolvimento sustentável é bobagem sem sentido”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O britânico James Lovelock é uma espécie de patriarca ainda vivo do ambientalismo mais radical.

Ele cunhou a "hipotese Gaia", o mito que atribui à Terra o caráter de um ser vivo. A ideia é antiquíssima, muitos índios sulamericanos lha explicariam melhor, como a superstição da Pachamama andina.

Mas Loveloch a revestiu de roupagens pseudo-científicas e o ambientalismo mundial a acolheu como a última palavra em matéria de profecia. E assim continua sendo.

Esse guru do ambientalismo impactou o mundo reconhecendo corajosamente que tinha errado adotando o catastrofismo climático. E ele repetiu declarações que convém sempre lembrar e q ajudam a por em seu lugar os mitos ambientalistas.

Lovelock não está sozinho nesta evolução de fanáticos do ambientalismo que forçados pela realidade corrigem pelo menos algum ponto de vista.

O patriarca Lovelock disse coisas que desgostaram a seus adeptos e, sobre tudo, a seus patrocinadores político-ideológicos.

domingo, 26 de novembro de 2017

A proliferação dos ursos polares e a ideologia ambientalista anti-humana

Avanço dos ursos preocupa e crianças não podem ir tranquilas à escola
Avanço dos ursos preocupa e crianças não podem ir tranquilas à escola
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Turistas no Ártico russo não podiam acreditar. E a distância acharam que se tratava de blocos de gelo na praia. Mas eram 200 ursos polares, “em perigo de extinção” segundo o mito ambientalista, se banqueteando com uma baleia.

“Nós todos ficamos atônitos”, contou Alexandre Gruzdev, diretor da reserva natural da ilha Wrangel, no Extremo Oriente russo, citado por “Clarín” de Buenos Aires.

Os ursos polares fizeram a festa ao borde da água com uma baleia que foi empurrada pelas ondas.

E o grupo ursino era muito familiar, incluindo duas mães ursas cada uma com quatro crias. Essa quantidade de filhotes é pouco comum explicou Gruzdev, mas indica boa saúde.

Com o degelo cíclico do Ártico em andamento há menos superfície gelada e os ursos polares passam obviamente mais tempo em terra firme. Caçam mais, comem mais, engordam mais e se multiplicam mais, como já tivemos ocasião de comentar neste blog.

Confira: Problema dos ursos polares ‘em extinção’: estão gordos e numerosos demais

Mas essa multiplicação empurra os predadores para perto das cidades vizinhas, que se tornam cada vez mais perigosas para os humanos.

domingo, 19 de novembro de 2017

Professor alemão: discurso 'verde' sobre o fim da vida na Terra é mentiroso

Ulrich A Glasmacher, da Universidade de Heidelberg, Alemanha
Luis Dufaur
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Há 350 milhões de anos o planeta Terra enfrentava mudanças climáticas semelhantes às vividas atualmente, explicou o pesquisador alemão Ulrich A. Glasmacher, da Universidade de Heidelberg.

Porém, isso não causou catástrofe alguma . Cá estamos nós.

O cientista disse que as mudanças climáticas “não são fenômenos novos na história.

“Há 350 milhões de anos tivemos os mesmos problemas de hoje. Estamos no mesmo ponto daquela época”, explicou ele durante a 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), segundo reportagem de Heloisa Cristaldo para a Agência Brasil.

De acordo com Glasmacher, a temperatura do planeta não está aumentando, mas apenas oscilando: “As temperaturas estão flutuando – sobem e descem. Mas estamos muito influenciados pela mídia”.

domingo, 12 de novembro de 2017

Vaticano acolhe maiores inimigos da vida
com pretextos ambientalistas radicais

Steven Mosher, presidente do Population Research Institute, denunciou que o Catholic Relief Services da Conferência Episcopal dos EUA promove abortivos e a contraceptivos no Quênia
Steven Mosher, presidente do Population Research Institute, denunciou
que o Catholic Relief Services da Conferência Episcopal dos EUA
promove abortivos e a contraceptivos no Quênia
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O cientista social e escritor Steven Mosher, presidente do Population Research Institute, qualificou o sofisma do “aquecimento global” de inimigo da santidade das vidas humanas inocentes.

Ele falou durante o simpósio internacional “Ambientalismo e mudança climática: uma avenida para a limitação da população”, sobre a natureza anticristã do controle da população mundial.

Divulgada pelo “Life Site News”, sua palestra teve o seguinte título: “Como os inimigos radicais da vida estão tocando sua agenda global para acabar com a pobreza eliminando os pobres”,

Especialista em política interior da China, Mosher começou lembrando que a temperatura da Terra sempre está oscilando, por vezes de modo dramático.

“Fiz um estudo histórico das mudanças climáticas na China, o qual mostra que há 2.000 anos a temperatura média do país era vários graus mais quente do que hoje. E precisou passar muito tempo para que ocorresse a alguém falar em mudança climática e aquecimento global”.

domingo, 5 de novembro de 2017

Vegetação consome quase 20 vezes o CO2 produzido pelos combustíveis fósseis

Soja na Argentina
Luis Dufaur
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As plantas retiram dióxido de carbono (CO2) da atmosfera para a fotossíntese em proporções que desanimam a demagogia catastrofista.

Christian Beer, do Instituto Max Planck (Alemanha), e colegas afirmam que as plantas consomem cerca de 123 bilhões de toneladas de CO2 da atmosfera por ano.

O estudo foi publicado online pela revista Science.

Para se ter uma ideia, segundo os cientistas a quantidade total de carbono injetada na atmosfera pela queima de combustíveis fósseis é de cerca de 7 bilhões de toneladas por ano.

domingo, 29 de outubro de 2017

Oráculo do pinguim: o gelo da Antártica cresceu demais. Parem a demagogia!

Pinguim de Adélia emitiu seu oráculo em Hope Bay: gelo aumenta e morrem de fome
Pinguim de Adélia emitiu seu oráculo em Hope Bay: gelo aumenta e morrem de fome.
Luis Dufaur
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Dogma aquecimentista incontestável: a Terra esquenta! Uma das provas mais aterrorizadoras é que a superfície gelada da Antártida está diminuindo!

Esta é a posição da ONU, das ONGs, dos cientistas no vento premiados com altos cargos nos governos, nas instituições oficiais, reconhecidos como oráculos pela ‘Laudato Si’ e pela mídia.

domingo, 22 de outubro de 2017

“Igreja pan-amazônica”: “a última loucura” para desfazer o Brasil?

“Igreja pan-amazônica” seria “a última loucura” para desfazer o Brasil?
“Igreja pan-amazônica” seria “a última loucura” para desfazer o Brasil?
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Luis Dufaur
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Criar um santuário ecológico desmembrando oito nações sul-americanas?

Forjar uma nova realidade místico-tribal no território amazônico apagando fronteiras e passado das nações?

Parece absurdo, mas essa é a ideia que explica o fundo do chamado Corredor Tríplice A ou Caminho da Anaconda.

O projeto engoliria de início 200 milhões de hectares desde os Andes até o Atlântico, ou uma terça parte da superfície amazônica.

O projeto é tido por seus promotores como a “última loucura” em matéria ambientalista.

O principal promotor é a Fundação Gaia Amazonas, presidida por Martin von Hildebrand, que há três anos vem arregimentando ONGs internacionais, ministérios, academias de ciência, reservas indígenas e o próprio Vaticano.

Uma grande reportagem sobre o ameaçador projeto foi publicada pelo jornal colombiano “El Espectador”. Ela foi divulgada em português pelo Instituto Humanitas Unisinos – ADITAL

A reportagem sublinha, bem no espírito da manobra, que “a ideia é tão maluca que, por isso mesmo, é possível”.

domingo, 15 de outubro de 2017

Furacões passam,
mas a fábrica de pânicos verdes fica

Furacão Harvey atinge o Texas
Furacão Harvey atinge o Texas
Luis Dufaur
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O último período estival no Golfo do México foi, como todos os anos, marcado pelos furacões.

O fenômeno é cíclico e muito bem conhecido pela população e, a fortiori, pelos cientistas. Há até um método alfabético especial para ir lhes atribuindo um nome em série.

Neste ano houve alguns furacões poderosos. Também foi cíclica a demagogia ecologista.

No dia 28 de agosto em Politico, o climatólogo Eric Holthaus se erguia como profeta do Apocalipse com argumentos assaz repetidos: “O Harvey  é o rosto da mudança climática, chegou a hora de abrir os olhos e nos preparar para o mundo que está vindo”, dramatizou.

Se for a julgar pelos furacões, o “mundo que está vindo” será igual àquele em que vivemos desde que o homem existe: nos próximos verões teremos furacões semelhantes aos dos anos passados.

Alan Reynolds, do Cato Institute e ex-diretor de pesquisa econômica no Hudson Institute, sublinhou o bafo de ignorância que infecciona o alarmismo, em artigo reproduzido por Newsweek.

domingo, 8 de outubro de 2017

Ditador turco confessa venalidade
no Acordo de Paris

Erdogan explica em Hamburgo: o clima do planeta era secundário, essencial era  - e segue sendo - tirar dinheiro dos EUA e dos "ricos".
Erdogan explica em Hamburgo: o clima do planeta era secundário,
essencial era  - e segue sendo - tirar dinheiro dos EUA e dos "ricos".
Luis Dufaur
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O presidente-ditador da Turquia, Recep Erdogan, admitiu que sua única razão para assinar o Acordo de Paris era tirar dinheiro dos EUA e de outras nações ricas, escreveu o site The Conservative Tree House.

Os EUA comunicaram oficialmente à ONU em 4 de agosto sua saída do Acordo, noticiou “The New York Times”. Porém, aguardam-se mais algumas tratativas.

Como com a saída dos EUA do tratado o ditador turco não vê possibilidade de auferir benefícios financeiros, ele afirmou que não parece provável que seus submissos deputados aprovem o Acordo.

Segundo a agência Reuters, Erdogan confessou a oferta venal durante conferência de imprensa na reunião do G20 em Hamburgo.

Erdogan acrescentou que a França – que exercia a presidência da assembleia da COP21 por acontecer em Paris – prometeu ao líder fundamentalista que seu país seria incluído na lista dos que ganhariam uma compensação financeira.

“Então nós dissemos que se isso acontecesse o acordo passaria no Parlamento turco. Mas se não, não passaria”, explicou cinicamente Erdogan.

domingo, 24 de setembro de 2017

Problema dos ursos polares ‘em extinção’:
estão gordos e numerosos demais

The Washington Times: a extinção dos ursos polares foi um dos espantalhos de Al Gore em 'An Inconvenient Truth'
The Washington Times: a extinção dos ursos polares
foi um dos espantalhos de Al Gore em 'Uma Verdade Inconveniente'
Luis Dufaur
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A especialista em ursos polares, Dra. Susan Crockford, expôs em sua página Polar Bear Science o perigo que está acossando os ursos brancos.

Até agora o alarmismo ambientalista explorava uma possível extinção dos ursos polares como um dos mais propagandísticos ícones das apocalípticas “mudanças climáticas”.

Mas o ícone está sumindo das manchetes alarmistas. O que houve?

Neste ano, os ursos polares da Baía de Hudson, perto de Churchill, Manitoba, apareceram em muito boa forma, apesar de um inverno muito frio. Churchill é um bom indicador e é considerada a “capital mundial do urso polar”.

Não apenas puderam ser flagrados muito gordos, como também apareceram em grande número. E não só na Baía de Hudson, mas também em outros locais onde eles se fazem ver durante o derretimento sazonal do gelo do Ártico.

domingo, 17 de setembro de 2017

“Condenem-me a morte,
mas o clima não está esquentando!”

John Coleman: “Condenem-me a morte, mas o clima não está esquentando!”
John Coleman: “Condenem-me a morte, o clima não está esquentando!”
Luis Dufaur
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John Coleman desempenhou-se durante décadas como anunciador da meteorologia na TV, com grande sucesso de público. Apoiado na sua reputação, ele acabou fundando o renomado Weather Channel.

Com uma longa experiência no acompanhamento das questões climáticas, Coleman percebeu as matreirices subjacentes às alegações demagógicas feitas em nome da “mudança climática”.

Agora, em uma entrevista para MyNewsLA.com, ele mandou um “ultimato” a Al Gore e a outros ambientalistas radicais que menosprezam aqueles que não pensam como eles, e que qualificam de “negacionistas” e de “o que existe de pior da humanidade”.

Se for assim, disse Coleman, que não esconde sua recusa aos demagogos climáticos, “condenem-me à morte”.

“Sou apenas um velho idiota cético – um negacionista, como eles me chamam – que deveria ser encarcerado ou morto”, arguiu. “Eu entendo como eles se sentem. Mas você sabe de uma coisa? Eu sei que estou certo. Então eu não me incomodo”.

Para Coleman, os cientistas “algorianos” manipulam os dados e extraem bilhões de dólares em créditos para pesquisas e seu próprio bolso.