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domingo, 19 de agosto de 2018

O materialismo da Igreja ecológica amazônica deixa Karl Marx atrás

O então ministro da Justiça Tarso Genro (PT) em cerimônia Kuarup pelos mortos no Xingu, 2007. Foto Beth Begonha-ABr
O então ministro da Justiça Tarso Genro (PT) em cerimônia Kuarup
pelos mortos no Xingu, 2007. Foto Beth Begonha-ABr
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Continuação do post anterior: Igreja ecológica amazônica dispensa a Redenção. Os únicos pecados são a catequização e a civilização



O Documento Preparatório, comentado por Jeanne Smits evidentemente não foi escrito por índio algum, mas sim por teólogos de cenáculos fechados com forte predominância europeia.

Ele adota um vocabulário e modos pagãos para definir a “admiração sem limites pela natureza”. E a põem no cerne da religiosidade da Igreja ecológica-panteísta amazônica que excogitaram em seus conventículos:

“É a água, através de suas cachoeiras, rios e lagos, que representa o elemento articulador e integrador, tendo como eixo principal o Amazonas, o rio mãe e pai de todos.

“Num território tão diverso, pode-se imaginar que os diferentes grupos humanos que o habitam precisavam adaptar-se às distintas realidades geográficas, ecossistêmicas e políticas”. (nº 8, Documento Preparatório do Sínodo dos Bispos para a Assembleia Especial para a Pan-Amazônia [outubro de 2019])

Segundo a concepção panteísta do Documento, o elemento “integrador” do homem com a natureza é a matéria, a água. Mas não se trata do materialismo grosseiro de Marx.

É algo mais avançado: a matéria tem vida! Essa água e parte de uma divindade absoluta que tudo rege e à qual o Documento Preparatório atribui a paternidade e a maternidade simultânea (sic!). Uma divindade no gosto da agenda LGBT!

As esquerdas há anos vem preparando a imensa paganização e o rebaixamento socio-cultural que se anuncia com a Igreja panamazônica
As esquerdas há anos vem preparando a imensa paganização e o rebaixamento socio-cultural
que se anuncia com a Igreja panamazônica
Não se fala da inteligência nem da alma espiritual humana, feita à imagem e semelhança de Deus, que é um puro espírito. Quem conduz as células do novo deus é a atividade material de um elemento primordial: a água, abundante no Amazonas.

Os homens, o que têm de fazer? Deixarem-se levar como folhas que boiando no rio.
Na concepção da neomissiologia agora travestida de ecologia, advertiu o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira há 40 anos no profético livro Tribalismo Indígena, ideal comuno-missionário para o Brasil no século XXI (Editora Vera Cruz Ltda, São Paulo, 7ª edição, 1979):

“O homem não é uma pessoa que tem uma finalidade imediata em si mesmo, e outra transcendente em Deus. Mas é como a peça em um todo.

“A peça vive para o todo. Destacada do todo, ela nada vale e, por assim dizer, nada é. Do todo lhe vem por inteiro a inspiração, o impulso, a vida.”

Por isso, a jornalista Jeanne Smits repara com espanto a frase ‘o rio dirige a vida’:

“Os camponeses da Amazônia e suas famílias utilizam as várzeas, em sintonia com o movimento cíclico de seus rios – inundação, refluxo e período de seca –, numa relação de respeito por entenderem que ‘a vida dirige o rio’ e ‘o rio dirige a vida’.

“Ademais, os povos da selva, recolhedores e caçadores por excelência, sobrevivem com aquilo que a terra e a floresta lhes oferecem.” (nº 12, id. ibid).

Essa dependência visceral bane o papel diretor do homem sobre a criação material, determinada pela vontade de Deus  quando lhe ordenou segundo registra a Bíblia:

“Frutificai, disse Ele, e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a. Dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra” (Gênesis, 1-28).

A ruptura com o passado evangelizador da Igreja, missão ordenada por Jesus Cristo,  há décadas se operou na CNBB. Dom Roque Paloschi, presidente do CIMI - Conselho Indigenista Missionário, na Assembleia Geral da CNBB em Aparecida. Foto: Augusta Eulália Ferreira - ABR
A ruptura com a missão evangelizador da Igreja ordenada por Jesus Cristo,
se operou há décadas na CNBB. Dom Roque Paloschi, presidente do CIMI -
Conselho Indigenista Missionário, na Assembleia Geral da CNBB em Aparecida.
Foto: Augusta Eulália Ferreira, 2017
“A terra cuida deles”. Imagine o leitor um governante que dissesse aos cidadãos: para suas necessidades, fiquem aguardando que a terra lhes dê espontaneamente o que precisam! Não há mais governo e não estará aqui quem lhes fala!

Talvez os mesmos teólogos anticapitalistas verdes e vermelhos se insurgiriam contra o imaginário governante que propusesse essa insensatez. Poderiam até pregar uma revolução.

Mas não é o que eles postulam para o “mundo de Alice” e as mil maravilhas que imaginam para a igreja panamazônica.

O Documento Preparatório nunca se esquece de voltar ao inimigo número 1 de sua utopia: a atividade econômica e civilizadora humana, apresentada como predadora:

“Hoje, a riqueza da selva e dos rios da Amazônia está ameaçada pelos grandes interesses econômicos que se alastram sobre diferentes regiões do território” (nº 13, id. ibid)

Segundo Jeanne Smits, o que há por detrás dessa incongruência pensada “é a noção fundamental da espiritualidade imanentista que atribui à natureza um poder e, sobretudo, uma ‘maternidade’ que nada tem a ver com a paternidade divina e sobrenatural que absolutamente não está em odor de santidade entre os adoradores da ‘Pachamama’, a Mãe Terra”.

Para quem entrou na utópica fusão panteísta, na mata amazônica não há obviamente mal algum.

Irmãs Salesianas em Porto Velho, 1940, promoveram escolas e hospitais.
Hoje são lembradas como próceres.
Após a "mudança de paradigma", essa obra apostólica será tida como cúmplice do "mal".
O mal existente vem de fora, como consequência de um fato também material: o aproveitamento das riquezas naturais pelo homem civilizado.

Esse é culpado pelo sofrimento da ‘floresta primigênia’, dotada de uma imaculada inocência e de uma esquisita sensibilidade. Os demais males sociais, institucionais, climáticos, etc. são gerados por esse capitalismo extrator.

A velha teoria da luta de classes como motor da evolução da matéria de Marx e Engels ganha um inesperado rejuvenescimento: do proletário em luta contra o burguês pulamos para a mata virgem explorada contra o ser humano explorador.

Eis o novo proletariado e o novo opressor! Eis o supremo conflito dialético planetário que trabalha nas vísceras da matéria divinizada!

Smits se sente chocada pelo esquerdismo igualitário – aliás, primário – das soluções propostas no Documento:

“As cidades também se caracterizam pelas desigualdades sociais.

“A pobreza produzida ao largo da história gerou relações de subordinação, de violência política e institucional, aumento do consumo de álcool e drogas – tanto nas cidades como nas comunidades –, e representa uma ferida profunda nos corpos dos povos amazônicos” (nº 14, id. ibid).

Fazenda Buriti invadida e incendiada por índios teleguiados pela nova missiologia de luta de classes, em Sidrolândia, MS
Fazenda Buriti invadida e incendiada por índios
teleguiados pela nova missiologia de luta de classes, em Sidrolândia, MS
Desigualdades sociais, submissão de alguns homens a outros. Esses males, supremos para o comunismo, são apontados na continuidade lógica do pensamento marxista-leninista.

E misturados com os males da prostituição, da miséria, das exações injustas, bem ao estilo da propaganda subversiva socialo-comunista.

A sociedade capitalista é descrita como inumana porque aprova o lucro, o acúmulo de bens, a propriedade, o capital (que é trabalho acumulado), e a família, que tem no pai um rei doméstico.

Essa sociedade anti-igualitária de raízes cristãs, recomendada até agora pela Igreja, é definida como sendo na sua essência uma criminosa “ferida profunda nos corpos dos povos amazônicos”.

Um comunista, até mesmo do caduco estilo soviético, não faria afirmações diversas, mas talvez não fosse tão longe.


Continua no próximo post: Por trás da utopia pan-amazônica: luta de classes planetária e ruptura com a Igreja


domingo, 12 de agosto de 2018

Igreja ecológica amazônica dispensa a Redenção. Os únicos pecados são a catequização e a civilização

Pajé em transe místico (esquerda), jornalista recebe unção do pagé (direita).
Modelo da 'conversão ecológica' ensinada pela 'igreja panamazônica'
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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Continuação do post anterior: Igreja ecológica panamazônica enxota Jesus Cristo e endeusa o pajé


Como comentamos em anterior post, a jornalista holandesa Jeanne Smits, embora muito conhecedora dos mais obscuros meandros do progressismo e do ambientalismo radical, ficou pasma vendo as propostas avançadas no Documento Preparatório do Sínodo dos Bispos para a Assembleia Especial para a Pan-Amazônia [outubro de 2019].

Esse Sínodo visaria a “conversão pastoral e ecológica” para uma nova interpretação da religião católica que acaba dando no contrário do Antigo e do Novo Testamento.

Prosseguindo na análise das observações da jornalista, verificamos que Jeanne sublinha a total ausência da noção da Salvação, básica no cristianismo, até em suas versões mais deturpadas.

Não há pecado, exceto as desigualdades entre os homens, o capitalismo, a propriedade privada, o agronegócio, a alteridade dos seres, a família monogâmica, o sacerdócio hierárquico, a lei moral objetiva, etc., etc.

Na utopia da 'igreja pan-amazônica' esses ‘pecados’ seriam banidos.

O raciocínio é simplista: se na vida ecológca-tribal não há pecado, não há necessidade de Redenção nem de Salvação.

Se não precisa de Salvação, para que serve o Sacrifício do Calvário do Divino Redentor?

Exemplo de evangelização tradicional repudiada pelo projeto de Sínodo pan-amazônico: missionários capuchinhos na Amazônia, Roraima
Exemplo de evangelização tradicional repudiada
pelo projeto de Sínodo pan-amazônico:
missionários capuchinhos na Amazônia, Roraima
A verdadeira salvação – descobre a jornalista holandesa no Documento do Vaticano – consistiria na “conscientização da realidade segundo as percepções pagãs pré-cristãs, fortemente impregnadas de práticas espíritas e, portanto, diabólicas, típicas dos pajés, mestres, wayanga ou xamãs que pretendem comandar a natureza invocando forças sobrenaturais”.

Jeanne conta que seu pai ouviu de um missionário holandês em terras remotas o relato da incessante hostilização por parte de um bruxo local – equivalente ao “pajé, curandeiro, mestre, wayanga ou xamã” louvado pelo Documento Preparatório.

Aquele bruxo exibia poderes surpreendentes: trocava de local de maneira incompreensível; o missionário se afastava, navegando pelo rio, e o reencontrava no local de chegada.

E sempre o bruxo insultando-o copiosamente no dialeto da região de Brabante, Países Baixos, onde o sacerdote nasceu!

O religioso não tinha dúvida alguma: os poderes do bruxo estavam ligados ao demônio. O anjo das trevas percebia o que perderia caso os indígenas se convertessem.

Eis para onde parece rumar a 'nova evangelização' sonhada pela Igreja pan-amazônica!
Mas as preocupações dos articuladores do Sínodo de 2019 se voltam com obsessivo realejo contra a ordem civilizada, próspera e dinâmica. Esta é descrita de modo tendencioso, como se só possuísse defeitos, sem mencionar que os mesmos são corrigíveis:

“Na selva amazônica (...) desencadeou-se uma profunda crise, devido a uma prolongada intervenção humana na qual predomina a ‘cultura do descarte’ (Laudato Si’, 16) e a mentalidade extrativista.

Pajés e bruxos diversos são membros naturais da casta sacerdotal da 'igreja panamazônica'.
Pajés e bruxos diversos são membros naturais
da casta sacerdotal da 'igreja panamazônica'.
“A Amazônia, uma região com rica biodiversidade, é multiétnica, pluricultural e plurirreligiosa, um espelho de toda a humanidade que, em defesa da vida, exige mudanças estruturais e pessoais de todos os seres humanos, dos Estados e da Igreja.” (nº2, id. ibid)

Dessa diatribe Jeanne extrai a consequência lógica não só para a região, mas para o mundo inteiro:
Vai ser necessário mudar o mundo inteiro, e até a Igreja de Cristo; e em grande escala, porque o texto não esconde que a Amazônia é um modelo exemplar, e que aquilo que é bom para ela vai ser bom para o planeta”, escreve.

Em poucas palavras, todos nós deveremos ser empurrados para uma vida tribal ecologista-tribalista marcada pela infelicidade, a dor e a carência. E nossa vida civilizada deverá ser extinta.

A jornalista escolhe um exemplo do Documento Preparatório entre muitos outros, repetitivos por sinal:
“Como podemos colaborar na construção de um mundo capaz de romper com as estruturas que sacrificam a vida e com as mentalidades de colonização para construir redes de solidariedade e interculturalidade?” (nº 4, id. ibid).

Sim, trata-se de “romper com as estruturas” hodiernas, com nossa vida quotidiana, com nosso bem-estar, com nosso progresso, com nossa cultura, para afundar na utopia de uma selva virgem e benfeitora, na verdade inóspita e cheia de males latentes e reais.

Foto: freiras salesianas com crianças Bororo, Mato Grosso. Museu do Índio, Funai.
As missões tradicionais, além da catequizar, 
alfabetizavam crianças e adultos, os fixavam em suas terras
abandonando a degradante vagabundagem sem rumo.
Formavam também nos valores pátrios, ensinavam ofícios manuais,
a pecuária e a agricultura que ignoravam totalmente.
Introduziam cuidados corporais básicos, o uso de vestimentas dignificantes
e a higiene com melhora da saúde e nível de vida. Civilizavam...
Tudo isso agora é rejeitado com horror pela ‘igreja pan-amazônica’.
A mencionada “interculturalidade” só exclui uma cultura: a brasileira e cristã, e só admite – explica a autora – a “admiração sem limites da visão da natureza segundo os índios da Amazônia”.

O documento não fornece nenhuma explicação do que é que é essa “visão da natureza segundo os índios da Amazônia”, embora diz que são muitas etnias e 'culturas'.

A omissão e as alusões idílicas insinuadas da vida indígena -- em verdade de um sofrimento sem limites -- não provém dos índios, mas de utopistas radicais no estilo de Jean-Jacques Rousseau que conduzem o mundo a um desastre maior que o precipitado pelo utopista suíço.

Se essa meta for atingida, o Brasil e as nações limítrofes desaparecerão do concerto das nações civilizadas. E o que será então de cada um de nós, civilizados e cristãos?



Continua no próximo post: O materialismo da Igreja ecológica amazônica deixa Karl Marx atrás


domingo, 5 de agosto de 2018

Igreja ecológica panamazônica enxota Jesus Cristo e endeusa o pajé

Cultura e crenças pagãs e primitivas inspirariam nova Igreja mais 'cristã' e 'ecologicamente correta'. Maloca na fronteira com o Peru
Cultura e crenças pagãs e primitivas inspirariam
nova Igreja mais 'cristã' e 'ecologicamente correta'.
Maloca na fronteira com o Peru
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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A jornalista holandesa Jeanne Smits ficou estarrecida quando tomou conhecimento do documento preparatório do Sínodo especial sobre a Amazônia.

Esse será realizado em outubro de 2019, em Roma, reunindo os bispos da “Pan-Amazônia” – portanto, dos nove países que dividem a soberania sobre essa imensa região geográfica.

Jeanne está acostumada a ler os documentos comuno-católicos mais radicais, dos quais, aliás, não comparte nem os pressupostos nem os fins.

Porém, o que se está preparando em ambientes católicos “progressistas” para a Amazônia superou todos os erros e horrores filosóficos e morais que já viu, escreve pormenorizadamente em seu site.

A nota dominante, segundo ela, é seu “caráter horizontal”, quer dizer, seu igualitarismo extremado. Pois não é a mera igualdade niveladora da sociologia marxista que, infelizmente, desabrocha em tantos documentos eclesiásticos de nova data.

Trata-se de um igualitarismo materialista e evolucionista ecológico – e nisto nos adiantamos na apresentação – que nivela radicalmente todos os seres.

O homem fica no nível do animal, da planta, do minério, a ponto de desaparecer num magma erigido em divindade: a “Mãe Terra”, a “Pachamama”, “Gaia” ou qualquer outro nome usado nas utopias panteístas, pagãs ou ecologistas.

domingo, 29 de julho de 2018

ONG verde profetiza:
apocalipse deste ano começa 1º de agosto

Terrorismo midiático 'verde': em 2018 a autofagia apocalíptica começaria 1º de agosto. Em 2012 foi no dia 22 de agosto. Mas nós nem ficamos sabendo! E se repetiria todo ano. Doidice? Não. Há ideologia por trás!
Terrorismo midiático 'verde': em 2018 a autofagia apocalíptica começaria 1º de agosto.
Em 2012 foi no dia 22 de agosto. Mas nós nem ficamos sabendo!
E se repetiria todo ano. Doidice? Não. Há ideologia por trás!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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Não é piada. Pretende ser algo muito sério.

A ONG Global Footprint Network – GFN anuncia que no dia 1º de agosto a humanidade terá acabado de consumir todos os recursos naturais que o planeta nos concede no ano. 

A partir desse fatídico dia estaremos consumindo o que não podemos, caminhando para a morte do planeta.

Essa data 'trágica', estipulada a partir de cômodos escritórios governamentais e de saborosos restaurantes pagos pelos impostos dos cidadãos, é levada muito a sério pelo jet-set ambientalista.Se é que leva algo a sério, excetuada a imensa revolução que querem nos impor.

O dia foi batizado de “Global Overshoot Day”, ou o “Dia da ultrapassagem”.

O ex-frei Leonardo Boff, sem renegar seu passado de teólogo para-além-de-marxista agora é  teólogo do extremismo verde. E ele explorou essa data até em discursos na ONU e foi convocado pelo Papa Francisco para colaborar na redação da encíclica verde 'Laudato Si'.

domingo, 22 de julho de 2018

“Rios perdidos”: malha hidrográfica do planeta deve ser 44% maior

O hidrólogo Tamlin Pavelsky da Universidade da Carolina do Norte com imagens de satélite Landsat constatou que superfície de água doce é 44% maior do que se dizia.
O hidrólogo Tamlin Pavelsky da Universidade da Carolina do Norte
com imagens de satélite Landsat constatou que superfície de água doce
é 44% maior do que se dizia.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Um estudo realizado com novas tecnologias pelo Departamento de Pesquisas Geológicas da Universidade da Carolina do Norte, EUA, e publicado na revista Science, mostrou que a área coberta pelos rios no mundo é, no mínimo, 44% maior do que se acreditava, noticiou a BBC News reproduzida pela "Folha de S.Paulo".

O temor de uma quimérica desertificação da Terra que seria precedido por um esgotamento da água doce em consequência da atividade humana ficou gravemente esvaziado.

A manipulação demagógica até servira de pretexto para uma Campanha da Fraternidade da CNBB, que apresentava a água doce como um bem “cada vez mais raro, escasso e caro”.

Cfr.: Água doce, recurso escasso? Suas reservas subterrâneas poderiam sepultar a superfície terrestre . Também: água doce

O estudo da Departamento de Pesquisas Geológicas da Universidade da Carolina do Norte, constatou que a superfície de rios e riachos — dos caudalosos aos mais ínfimos, excetuando-se apenas aqueles congelados — é de 773 mil quilômetros quadrados.

domingo, 15 de julho de 2018

Índios: modelo da “conversão ecológica” postulada pelo Papa Francisco

Imagem de aborígenes primitivos projetada na sagrada basílica de São Pedro
Imagem de aborígenes primitivos projetada na sagrada basílica de São Pedro
José Antonio Ureta
Membro fundador da “Fundación Roma”,Chile;
membro da “Société Française pour la Défense
de la Tradition, Famille et Propriété”;
colaborador do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
e autor do livro: “A mudança de paradigma
do Papa Francisco: continuidade ou ruptura
na missão da Igreja?
Relatório de cinco anos do seu pontificado”.









continuação do post anterior: Agenda “verde”, governança mundial e mística ambígua no novo paradigma do Papa Francisco


Excerto do livro: “A mudança de paradigma do Papa Francisco: continuidade ou ruptura na missão da Igreja? Relatório de cinco anos do seu pontificado” Veja o texto completo no site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira



Os índios, modelo de respeito ecológico à natureza


O reverso da medalha das críticas ao desenvolvimento é a visão romântica que o Papa Francisco apresenta dos povos indígenas, os quais seriam modelos de sabedoria no seu relacionamento com a natureza: 
“Para eles, a terra não é um bem econômico, mas dom gratuito de Deus e dos antepassados que nela descansam, um espaço sagrado com o qual precisam interagir para manter a sua identidade e os seus valores. Eles, quando permanecem nos seus territórios, são quem melhor os cuida”[1].

domingo, 8 de julho de 2018

Agenda “verde”, governança mundial e mística ambígua no novo paradigma do Papa Francisco

O Papa Francisco privilegia indígenas na Jornada Mundial de Juventude do Rio
José Antonio Ureta
Membro fundador da “Fundación Roma”,Chile;
membro da “Société Française pour la Défense
de la Tradition, Famille et Propriété”;
colaborador do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
e autor do livro: “A mudança de paradigma
do Papa Francisco: continuidade ou ruptura
na missão da Igreja?
Relatório de cinco anos do seu pontificado”.








Segundo a doutrina social da Igreja reiterada muitas vezes —, há questões sobre as quais os católicos são obrigados a ter uma posição homogênea, como, por exemplo, em matéria de aborto, divórcio, estrutura natural do matrimônio. 

Outros temas, pelo contrário, são deixados ao julgamento da consciência bem formada dos fiéis. 

Abraçando a ideologia ambientalista, o Papa Francisco, porém, estabelece um novo paradigma.

Excerto do livro: “A mudança de paradigma do Papa Francisco: continuidade ou ruptura na missão da Igreja? Relatório de cinco anos do seu pontificado” Veja o texto completo no site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira


A encíclica Laudato Sì assume as teorias ecológicas catastrofistas — apesar de não existir um fundamento científico definitivo em apoio delas — e convida os fiéis a se empenharem prioritariamente nessas causas, em lugar daquelas nas quais eles devem falar com uma só voz, como a defesa da vida. 
 
A Santa Sé vem organizando nos últimos anos congressos internacionais, oferecendo uma tribuna a expositores que sempre promoveram a redução da população mundial (mediante a contracepção e o aborto) para “poupar” o planeta Terra. 

E não apenas isso. Como afirmou uma alta figura do Vaticano, pela primeira vez na história a agenda do Vaticano coincide com a das Nações Unidas, a qual se opõe em muitos pontos à verdade católica.

domingo, 1 de julho de 2018

A diplomacia vaticana submisa a um projeto de governo global “verde” anticristão?

O Papa Francisco com os líderes das grandes multinacionais do petróleo.
Fonte: Quartz 9-6-2018.
Rockefeller: a Igreja “deve reconstruir sua visão do mundo
e da ética à luz do pensamento ecológico”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O ecologismo em seu nascedouro se manifestou como uma nova religiosidade que eleva a natureza à categoria de divindade de tipo panteísta.

Esse substrato visceralmente anticristão é habilidosamente ocultado para o grande público. Para esse, os militantes do ecologismo radical apresentam uma careta simpática de defensores da natureza.

Mas em seus ambientes fechados e em seus escritos restringidos a conversa é outra: o panteísmo. Em algumas circunstâncias deixam transluzir esse fundo.

Foi o que se verificou por ocasião de recente encontro dos grandes potentados das multinacionais do petróleo com o Papa Francisco e altas personalidades do Vaticano.

A surpresa geral não foi pequena, pois esses dirigentes do negócio mundial dos combustíveis fósseis são apresentados pela propaganda “verde” como os piores responsáveis de uma futura morte do planeta.

Por outro lado, o pontificado do Papa Francisco adotou uma política acintosamente oposta a esses líderes do capitalismo. E se engajou numa política que vai de mãos dadas com a propaganda ecologista radical, e que está expressa na encíclica ‘Laudato Si’.

Porém, no referido encontro verificou-se que em lugar de oposição há um fundo de cooperação. E para fazer o que?

O site italiano “La Nuova Bussola Quotidiana” que acompanha atentamente o andamento das políticas vaticanas com olho crítico apontou o princípio geral que inspiraria esse conjunto macrocapitalista formulado por Steven C. Rockefeller em 1997:

“Se as religiões querem ter um papel construtivo como membros da nova comunidade mundial que está emergindo, devem reconstruir sua visão do mundo e da ética à luz do pensamento ecológico”.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Cientista falsário aclama o Papa Francisco como “herói dos climatólogos”!

O prof. Michael E. Mann no tempo da polêmica pelo seu contestado gráfico
O prof. Michael E. Mann no tempo da polêmica pelo seu contestado gráfico
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Michael E. Mann é o cientista criador de um dos maiores escândalos científicos do decadente século XX e do incipiente milênio. Ele forjou um quadro estatístico da evolução das temperaturas globais na Terra no último milênio.

Foi o controvertido “hockey stick graph” ou “gráfico do taco de hóquei” que acabou ganhando títulos de “ciência infame”. Tal vez hoje ganharia o apelativo de “fake science”.

O escândalo fez correr rios de tinta e montanhas de papel. Alguns de seus compinchas foram processados por impropriedade administrativa, pois tinham manipulado e feito desaparecer dados de grandes organismos públicos que estudam o clima.

O “gráfico do taco de hóquei” esteve no centro do “Climategate”, e serviu de “prova do revolver fumegante” das fraudes aquecimentistas.

Ele apresentava a forma de um taco de hóquei. As oscilações conhecidas da temperatura planetária durante mil anos forneciam uma figura estatística quase retilínea, respeitadas as mudanças havidas para cima e para abaixo.

domingo, 10 de junho de 2018

Transposição do São Francisco
tira 1 milhão do colapso
em que bispo comuno-ecologista
quase os jogou

Campina Grande recebe a água do São Francisco. Pesadelo acaba e esperança para gerações futuras renasce
Campina Grande recebe a água do São Francisco.
Pesadelo acaba e esperança para gerações futuras renasce
Luis Dufaur
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Após seis anos de seca, o açude Boqueirão, única fonte de abastecimento de Campina Grande (PB), registrava apenas 2,9% de sua capacidade.

Foi o nível mais baixo desde a inauguração, em 1957, escreveu a “Folha de S.Paulo”.

“Só tinha água duas vezes por semana. Enchia uns bocados de baldinho, porque não podia comprar a caixa-d’água”, lembra a pensionista Teresinha Peres, 77, citada pelo quotidiano paulistano.

“E cheirava horrível, tinha um mau gosto”, acrescentou Teresinha.

À beira do abismo, em abril de 2017 a água do São Francisco começou a encher o Boqueirão. Não havia plano B, escreve o jornal.

“É quase impossível imaginar o atendimento de Campina Grande com carro-pipa”, diz Ronaldo Meneses, gerente regional da Cagepa (Companhia de Água e Esgotos da Paraíba).

“Teria sido o caos. A transposição chegou no momento do quase colapso”, acrescentou.

domingo, 3 de junho de 2018

“Aquecimento global”: a maior “fake news” da História

Timothy Ball, prof. emérito da Universidade de Winnipeg, Canadá: “Aquecimento global” é a maior “fake news” da História
Timothy Ball, prof. emérito da Universidade de Winnipeg, Canadá:
“Aquecimento global” é a maior “fake news” da História
Luis Dufaur
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O aquecimento global antropogênico é a maior, mais espalhada e mais persistente ‘fake news’ veiculada até o presente, observou o Dr. Timothy ‘Tim’ Ball, professor emérito no Departamento de Geografia da Universidade de Winnipeg, Canadá, autor de diversos livros sobre as questões climatológicas em artigo para o especializado blog “Watts up with that”.

Em parte essa enganação persiste porque os apelidados “céticos” – cientistas objetivos que recusam a “fake news” – não explicam o problema do aquecimento global em termos acessíveis para as pessoas simples.

Segundo o prof. Ball as pessoas numa maioria de 85% acham arcanos os bons argumentos contra a enganação.

Por outro lado, a dificuldade reside na falta de dados sobre os problemas climatológicos polêmicos.

Segundo Ball há diálogos nos contos de Sir Arthur Conan Doyle sobre sua figura Sherlock Holmes que ajudam a entender os problemas didáticos.

“É erro capital teorizar antes de termos dados, explicava Sherlock Holmes. Porque insensivelmente a gente começa a escorregar nos dados para afundar em teorias, quando são as teorias que devem vir atrás dos dados”.

domingo, 27 de maio de 2018

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (4)

A finalidade da revolução verde não é poupar a Terra,
mas demolir a atual ordem de coisas, abrindo espaço para o comunismo anárquico
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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A economia do ambientalismo


Uma vez rejeitadas as utopias, e entendido que, por exemplo, 10 milhões de pessoas que vivem numa cidade grande não podem exigir que o ar seja igual ao de uma aldeia de 50 pessoas, podemos então finalmente nos dedicar a resolver os verdadeiros problemas ambientais, utilizando para tal o único mecanismo realmente possível: propriedade privada e sistema de preços.

Quando o sistema de preços funciona livremente, ele garante que oferta e demanda estejam quase sempre em equilíbrio, garantindo que os recursos sejam alocados para seus fins mais produtivos.

Já quando o governo intervém no sistema de preços, ele garante desperdícios, dificulta o empreendimento e empobrece as pessoas.

Se o café — por quaisquer razões — se tornar mais escasso, seu preço subirá, alertando aos consumidores para que bebam menos.

Se mais café entrar no mercado, os preços cairão, avisando aos consumidores que eles podem beber mais. Preços, portanto, constituem um sistema de preservação de recursos.

domingo, 20 de maio de 2018

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (3)

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Aquecimento global


No dia 22 de abril de 1970, celebrou-se o primeiro Dia da Terra, evento criado pelo burocrata Gaylord Nelson, senador do estado de Wisconsin.

Na época, os ambientalistas estavam alarmados com um iminente resfriamento global. O mundo viveria uma nova era do gelo caso os governos não tomassem providências imediatas.

Recentemente, utilizando praticamente a mesma mensuração, o alerta era sobre a inevitabilidade do aquecimento global.

Como as tendências futuras revelaram-se muito incertas, optou-se então por chamar o “fenômeno” de 'mudanças climáticas' (primavera para verão?), só pra garantir.

domingo, 13 de maio de 2018

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (2)

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Os nazistas foram pioneiros


Sempre soubemos que, em termos econômicos, os nazistas eram esquerdistas (Nazi vem de Nationalsozialismus ou Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães), mas hoje - graças aos estudos de Robert N. Proctor, que os compilou em seu livro Racial Hygiene: Medicine Under the Nazis (Higiene Racial: a Medicina dos Nazistas) - sabemos que eles eram fanáticos por saúde, maníacos por exercícios físicos, ecologistas radicais, entusiastas de comidas orgânicas e defensores ferrenhos dos direitos dos animais, além de nutrirem profundo menosprezo por álcool e tabaco.

Como os ambientalistas de hoje, que colocam qualquer percevejo ou erva daninha acima dos seres humanos, os nazistas eram ardorosos conservacionistas. Eles implantaram uma série de leis com o objetivo de proteger “a natureza e seus animais”, especialmente as plantas e os animais “ameaçados”.

Os nazistas proibiram pesquisas médicas com animais, e o simpático Hermann Göring ameaçou “deportar para um campo de concentração” qualquer um que se atrevesse a desobedecer à lei.

Ele encarcerou um pescador por seis meses apenas porque este cortou a cabeça de um sapo - que seria utilizado como isca - quando o batráquio ainda estava vivo. A revista alemã de humor Simplicissimus publicou um desenho no qual um pelotão de sapos fazia a saudação nazista para Göring.

Como crentes da “medicina orgânica”, os nazistas conclamaram o povo alemão a comer apenas frutas e vegetais crus, uma vez que a conservação, esterilização e pasteurização dos alimentos significavam sua “alienação da natureza”.

Eles odiavam até mesmo o pão branco.

“Em 1935, o Führer da Saúde, Gerhard Wagner, empreendeu uma luta contra a recente mudança de hábito, que havia abandonado o pão integral natural em prol do pão branco altamente refinado”, diz Proctor.

domingo, 6 de maio de 2018

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (1)

Lew Rockwell
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Lew Rockwell, presidente do Ludwig von Mises Institute, em Auburn, Alabama, e editor do website LewRockwell.com, autor dos livros Speaking of Liberty e The Left, the Right, and the State, escreveu relevante matéria sobre a substância do movimento ambientalista.

No momento em que as grandes tubas da publicidade, mais ou menos eivadas de esquerdismo, rememoram até com saudades a explosão anárquica de Maio de 68, ou da Sorbonne, em Paris, o artigo volta à tona.

Com efeito o anarquismo extremista dos revolucionários de 68 permeou profundamente o movimento anarco-ecologista, e esse se comunicou aos estudantes revolucionários sorbonnianos.

Esse movimento comemora seu 50º aniversário no mesmo ano que o socialismo e o comunismo comemoram o segundo centenário do nascimento de Karl Marx.

Como duas cobras enroscadas ambos movimentos chegam até o presente visando subverter a ordem da sociedade e da civilização.

Para compreender o movimento anarco-tribalista vermelho-verde que se abate contra a sociedade, conserva plena atualidade o referido artigo de Rockwell publicado no site do Instituto Ludwig Von Mises Brasil. A tradução é de Leandro Augusto Gomes Roque. Os sublinhados são nossos.

A extensão desse trabalho dificultou a publicação no nosso blog, mas pela sua importância decidimos publicá-lo em posts sucessivos.




As raízes anti-humanas do movimento ambientalista

Por Lew Rockwell

Como o socialismo, o ambientalismo combina uma religião ateísta com um estatismo virulento. Existe, porém, uma diferença: o marxismo ao menos fingia ter alguma preocupação com seres humanos.

O novo socialismo

domingo, 29 de abril de 2018

Prof. Molion denuncia manobras políticas que manipulam a ciência climática

Prof. Molion denuncia manobras políticas que manipulam a ciência climática
Prof. Molion denuncia manobras políticas que manipulam a ciência climática
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Ao longo de décadas, o professor Luiz Carlos Baldicero Molion construiu a fama de maior autoridade brasileira em matéria de clima.

É um prêmio  à árdua e benemérita tarefa por ele empreendida denunciando as fraudes do catastrofismo ambientalista.

Em diversas ocasiões tivemos a oportunidade de reproduzir seus artigos ponderados e altamente científicos.

No momento em que os ativistas verde-vermelhos "queimam seus últimos cartuchos" do exagero ambientalista, julgamos oportuno trazer mais uma vez um de seus clarividentes artigos originalmente publicado na “Folha de S.Paulo”, e que temos o gosto de reproduzir a continuação.

O fato de ter sido publicado há quase seis anos e ter ganho atualidade é mais um argumento em favor do acerto das posições do ilustre meteorologista que honra a ciência brasileira.

Mudanças climáticas e governança global

Um resfriamento global, com mais invernos rigorosos e má distribuição de chuvas, é esperado nos próximos 20 anos, em vez do aquecimento global antropogênico (AGA) alardeado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC).