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| A agitação ambientalista ficou privada de polpudas verbas americanas |
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Luis Dufaur
Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs |
Os EUA se retiraram em total de 31 ONGs da ONU e de 35 outras internacionais, após saírem do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU centrado em espalhar que há aquecimento global.
A Casa Branca rejeitou o consenso propagandístico pseudo-científico de que a atividade humana aquece o planeta.
O secretário de Estado americano, tildou esses órgãos de “inúteis ou dispendiosos” que só servem para locupletar “burocratas globalistas que agem contra nossos interesses”.
Lhe faltou completar que promovem o socialismo e o estatismo.
Após retornar à Casa Branca, o presidente republicano implementa sua visão de “os Estados Unidos em primeiro lugar”.
Assim como em seu primeiro mandato, Trump já havia retirado os EUA do Acordo de Paris sobre o clima e da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), à qual Washington havia retornado sob a presidência de Joe Biden.


Que boa notícia! Essa farsa ambientalista precisa acabar. Uma coisa é plantar árvores, zelar pela preservação da natureza, combater desperdícios, etc. Outra coisa é esse "eco-n@zismo" que quer inventar impostos novos para empobrecer o povo, proibir pessoas de comerem carne e obrigar pessoas a comerem insetos, enquanto os poderosos continuam vivendo como nababos.
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