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CO2: O GÁS DA VIDA

Mercado Municipal São Paulo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs









CO2:


O GÁS


DA VIDA







sem ele


não há


alimento


O que é o CO2 (dióxido de carbono)?
É tão ruim como dizem? É bom?
Dados básicos, escolares

Pinheiros: com maiores doses de CO2 cresceram mais
Pinheiros: com maiores doses de CO2 cresceram mais
Por vezes, um simples verbete ou pequeno resumo escolar sobre determinado assunto pode ser mais esclarecedor do que um aprofundado tratado de vários volumes.

A popular enciclopédia digital Wikipedia, no verbete “Dióxido de Carbono” – o famoso CO2 – fornece informações que um aluno recebe na escola, mas que os “aiatolás” da religião verde fingem desconhecer.

“O dióxido de carbono é essencial à vida no planeta. É um dos compostos essenciais para a realização da fotossíntese – processo pelo qual os organismos vegetais transformam a energia solar em energia química.

Esta energia química, por sua vez, é distribuída para todos os seres vivos por meio da teia alimentar e é vital para a manutenção dos seres vivos.

“O carbono é um elemento básico na composição dos organismos, tornando-o indispensável para a vida no planeta.

“O CO2 é um dos gases do efeito estufa que menos contribui para o aquecimento global, já que representa apenas 0,03% da atmosfera.

CO2: indispensável para a vida no planeta e base da teia alimentar Mercado em LaBoqueria, Barcelona
CO2: indispensável para a vida no planeta e base da teia alimentar
Mercado em LaBoqueria, Barcelona
“Nas últimas décadas, devido à enorme queima de combustíveis fósseis, a quantidade de gás carbônico na atmosfera tem aumentado muito, mas isto não prova que o gás carbônico contribui com relevância para o aquecimento do planeta.

“A concentração de CO2 na atmosfera começou a aumentar no final do século XVIII, quando ocorreu a revolução industrial. Desde então, a concentração de CO2 passou de 280 ppm (partes por milhão) no ano de 1750, para os 393 ppm atuais.

“Este acréscimo implica o aumento da capacidade da atmosfera em reter calor e, mas não consequentemente, da temperatura do planeta, pois houve decréscimos de temperatura também neste período.”

Em suma, se por absurdo o mundo ficasse sem CO2, a vida da Terra seria extinta e o Planeta se assemelharia à Lua ou a Vênus.

Que classe de “humanistas” combatem o CO2? Se conseguissem acabar com ele – coisa aparentemente impossível – não seriam os culpados pelo maior genocídio da história universal?


Veja a vegetação crescer cada vez mais e mais rápido com o aumento de CO2:

No vídeo abaixo, a muda de feijão-fradinho (à esquerda) foi sendo fotografada crescendo num ambiente com o CO2 em 450ppm (a média global atual é de 360ppm/392ppm).


A muda da direita do mesmo feijão, num ambiente artificial com o nível de CO2 em 1.270ppm, ou seja um nível de CO2 282% maior.

Neste ambiente a vegetação cresceu mais e melhor, produzindo mais alimento e bem-estar. O CO2 é o “gás da vida”. Sem ele a vegetação se extinguiria e a Terra seria um planeta morto.

A diferença final, num teste de 42 dias, apontou os seguintes resultados na muda que cresceu com o CO2 em 1.270ppm: aumento de biomassa na colheita = +44%; aumento do número de folhas na colheita = +38%; aumento do peso de cada folha na colheita = +9%; aumento do peso final = +143%; aumento do tamanho das raízes na colheita = +339%.




“Comemoremos o aumento do CO2”,
explicou ex-cofundador de Greenpeace

“Comemoremos o aumento do CO2”, diz ex-cofundador de Greenpeace
“Comemoremos o aumento do CO2”, diz cofundador de Greenpeace
O Dr. Patrick Moore é cofundador, diretor e chefe dos cientistas da Greenspirit Strategies. É todavia mais famoso enquanto líder internacional ambientalista por mais de 40 anos.

Nesse período, também foi cofundador de uma das maiores ONGs, a qual fez do ambientalismo uma bandeira militante anti-progresso: Greenpeace.

Porém, ao perceber que os objetivos iniciais dessa ONG haviam sido substituídos por uma infiltração neocomunista, Patrick Moore a abandonou.

Moore declara-se “cético” quanto à afirmação de que os humanos constituem “a principal causa da mudança climática e de que o futuro próximo será catastrófico.

“Não há provas científicas para essas hipóteses, porém nos dizem que ‘o debate já está encerrado’ e que ‘a ciência foi definitivamente estabelecida’”.

Para ele, essas são afirmações de ‘crentes’, cujo único fundamento é um programa de computador criado por eles.

Para esses crentes – conforme escreveu Moore para o Heartland Institute –, o Fim do Mundo viria pelo CO2 liberado na atmosfera pelos combustíveis fósseis e que aquecerá a Terra até níveis inacreditáveis.

Moore relembra dados históricos científicos já estabelecidos:

Há períodos cíclicos de séculos em que a terra esfria e depois aquece. No Período Quente Medieval os vikings colonizaram a Groenlândia, que era mais quente que hoje. Depois veio uma Pequena Idade Glacial, que durou por volta de 300 anos.

Supor que essas oscilações climáticas se deveram ao CO2 é anti-histórico e raspa no delírio ideológico.

Patrick Moore acha que os inimigos dos OGM praticam crime contra a humanidade pois impedem a produção de alimentos baratos para os necessitados
Patrick Moore acha que os inimigos dos OGM
praticam crime contra a humanidade
pois impedem a produção de alimentos baratos para os necessitados
Mas o Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) anuncia que estamos perdidos se não reduzimos a zero as emissões de CO2.

Moore diz que na prática isso implicaria em reduzir a população também a zero.

Ou, na melhor das hipóteses, voltar a um estilo de vida que se supõe tenha existido 10.000 anos antes de os homens começarem a desmatar para iniciar a agricultura.

O IPCC só pensa nos efeitos atribuídos aos homens civilizados, esquecendo-se de que o clima existe há bilhões de anos.

E há bilhões de anos que está mudando, inclusive quando os humanos sequer existiam.

Segundo Moore, o fato é que a climatologia não entende as causas profundas das mudanças climáticas, apenas mede suas oscilações após acontecerem.

As predições do clima têm certo grau de incerteza a muito curto prazo (leia-se amanhã ou depois de amanhã), e nenhuma certeza em prazos maiores (leia-se uma semana, um mês, e, a fortiori, um ano ou um século).

Mas o IPCC prega com certeza mística o Apocalipse para dentro de um século.

Nada disso tem a ver com a ciência. Trata-se de um grupo de pressão política que invoca o temor e o senso de culpa para obter vantagens extra-científicas.

O CO2 virou um “tóxico”, um “poluente”, quando na verdade é um gás incolor, inodoro, insípido, mas importante para alimentar a vida na Terra. Se ele diminuísse até atingir 150 partes por milhão na atmosfera, todas as plantas morreriam. A seguir desapareceriam os animais e os homens.

Houve no passado épocas em que o CO2 atingiu por volta de 3.000 partes por milhão, ou caiu até por volta de 280 partes por milhão antes da Revolução Industrial.

Se o homem foi a causa do crescimento da proporção de CO2 nos últimos séculos, então estamos de parabéns, pois chegamos a 400 partes por milhão que, embora não seja muito, é positivo.

Todas as nossas fontes de alimento, as florestas e os ecossistemas naturais ainda padecem da reduzida proporção de CO2. O nível ótimo, segundo Moore, seria de 1.500 partes por milhão, quer dizer, por volta de quatro vezes mais do que é hoje.

Não existe a menor prova de que o ligeiro aumento de temperatura global da Terra nos últimos 300 anos tenha alguma relação com o CO2.

Nas últimas décadas não houve aquecimento global significativo, embora os homens tenham emitido 25% a mais de CO2.

Porém, os adeptos do IPCC espalham a ideia de que o mundo está morrendo por causa das emissões de CO2.
E o Dr. Moore conclui: “Eu digo que a Terra estaria completamente morta sem CO2, e que esse gás em maior quantidade seria muito positivo para alimentar o mundo. Comemoremos o aumento do CO2”.

Thomas Moore conta a mudança do Greenpeace do humanitarismo para o militantismo anti-civilização: “Confissões de um ex-membro do Greenpeace”, IX International Conference on Climate Change (ICCC), Mandalay Bay, Las Vegas, 8 de julho de 2014:






SLIDESHARE: “Confissões de um ex-membro do Greenpeace”
publicado por Minnesota AgriGrowth Council





Terra reverdece com aumento de CO2

CSIRO: dados de satélite mostram o aumento da folhagem de 1982 a 2010
O crescimento do dióxido de carbono (CO2) na atmosfera terrestre propiciou um aumento notável da folhagem verde nas regiões áridas do planeta durante os últimos 30 anos.

Esse aumento agiu como uma verdadeira “adubação com CO2”, escreveu o blog “Watts Up with that”, premiado como o melhor blog do mundo pelo Weblog Award 2013 na categoria ciência.

O estudo foi patrocinado pela ‘Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation’ – CSIRO, agência nacional australiana considerada como um dos mais renomados institutos mundiais de pesquisa.

A CSIRO baseou seus trabalhos em dados coletados via satélite, tendo contado com a colaboração da Australian National University – ANU, a grande universidade federal da Austrália.

Segundo o responsável pelo trabalho, Dr. Randall Donohue, os estudos constataram uma fertilização induzida pelo CO2 que elevou em 11% a folhagem existente nas regiões áridas da Austrália, América do Norte, Oriente Médio e África no período 1982-2010.

Dita fertilização acontece quando níveis elevados de CO2 estimulam a fotossíntese das folhas, as quais transformam a luz solar em açúcar e extraem mais carbono do ar.

“Embora já se falasse do benefício do CO2 à folhagem, até o presente foi difícil demonstrá-lo”, comentou o Dr. Donohue, que aduziu:

“Nosso trabalho pôde constatar o efeito adubador do CO2 utilizando modelos matemáticos baseados em dados dos satélites e ajustados a outras influências constatadas, como precipitações, temperatura do ar, quantidade de luz solar, e mudanças no uso do solo.”

Até embaixo da água, a vegetação cresce mais e melhor com mais CO2

Um índice elevado de CO2 faz com que as folhas cresçam mais, aumentando o consumo de água. No entanto, num meio-ambiente árido, as plantas reagem aumentando o número total de suas folhas.

Esta mudança na cobertura de folhas foi mapeada por satélite, especialmente nos desertos e savanas onde a cobertura é menos completa, sempre de acordo com o Dr. Donohue, que ainda afirmou:

“Um índice elevado de CO2 impulsiona o crescimento da folhagem nos países secos e constitui uma boa notícia que pode auxiliar o reflorestamento e a agricultura nessas áreas.”

O estudo foi publicado no “U.S. Geophysical Research Letters Journal” e financiado pelo “Sustainable Agriculture Flagship, Water for a Healthy Country Flagship”, da própria CSIRO, e pelo “Australian Research Council and Land & Water” da Austrália.

O trabalho apresentou um mapa mundi onde estão ressaltados em verde os melhoramentos obtidos nas regiões secas do planeta pelo aumento do CO2 na vegetação, e que comentamos neste post.

CO2 beneficia a vegetação no mundo todo malgrado fatores contrários e catástrofes



Exemplo de crescimento verde no deserto do Qatar filmado com timelapse.





Achar que o CO2 decide o clima
é como crer em magia, diz professor do MIT

Conferência do prof. Richard S Lindzen acreditar que o CO2 controla o clima está muito perto de acreditar em magia
Conferência do prof. Richard S Lindzen: acreditar que o CO2 controla o clima
está muito perto de acreditar em magia
Richard S. Lindzen professor Alfred P. Sloan de Ciências Atmosféricas ensinou no Massachusetts Institute of Technology – MIT até 2014.

Em abril de 2017 ele publicou o texto de sua conferencia pública sobre as mudanças no clima, disponível no site Merion West.

Nela, logo de inicio manifesta seu espanto com os alarmismos espalhados com muita desonestidade a respeito de mudanças climáticas, enganando o público não especializado.

Segundo ele, não existe o propalado consenso de 97% de cientistas em torno de um real aquecimento da Terra. Trata-se de um golpe estatístico já refutado por especialistas em enquetes.

Não há base para alarmismos ou catastrofismos. Há, porém, um catecismo do politicamente correto que manda pensar assim. E o cientista que não repete o catecismo não obtém verba do Estado, que monopoliza as aplicações no setor.

Por isso, não papagaiar esse catecismo será com certeza um suicídio para um jovem cientista e o forçará a incluir a “mudança climática” ou o “aquecimento global” em seu trabalho, ainda que não tenha relação com ele.

É presunção ridícula achar que o aumento do CO2 faz mal. Não obstante, esse gás deve ser demonizado em qualquer projeto que queira ser financiado, explicou o prof. Lindzen.

O CO2 é bombeado nas estufas para acelerar o crescimento das plantas.

A insistência em dizer que tal ano foi um dos “mais quentes desde que se tem registro” resulta de uma manipulação estatística, porque o tal aquecimento cessou nos últimos vinte anos.

O simples leigo fica confundido com a ideia de que basta tirar uma média de todas as temperaturas do planeta para se ter o “aquecimento global”.

O que quer dizer uma média entre a temperatura de um deserto quente como o Vale da Morte na Califórnia e o das neves eternas do monte Evereste? – perguntou o prof. Lindzen.

É algo como fazer uma média de todos os números de telefone que possam existir, ironizou o professor.

Ele destacou a prevalência da análise qualitativa para concluir sobre a evolução do clima.

O não-cientista pode ser facilmente enganado. Por exemplo, a respeito de nível dos oceanos. Também o nível da terra seca muda em função do movimento das placas tectônicas! Tudo na Terra está em movimento.

Expansão crescente do gelo antártico. A linha verde indica a média.
Porém, a mídia sensacionalista faz crer que o derretimento é gravíssimo.
Ainda assim, em 1979 começamos a medir com satélites o nível dos mares.

A surpresa foi que não obtivemos resultados muito diferentes dos recolhidos pelos métodos antigos. As diferenças foram tão pequenas que não permitem supor mudanças desastrosas.

Os temores a respeito obedecem antes a critérios propagandísticos que científicos.

Outro caso. A observação do Ártico e da Antártica com satélites começou em 1979. Todo ano se verifica um acentuado ciclo de diminuição da superfície gelada no verão e de crescimento no inverno.

O período de tempo em que este fenômeno vem sendo observado já é de 40 anos. Em termos de mudança climática, é um intervalo bem breve. 

Porém, tenta-se extrapolar os resultados de um período tão breve para futuros remotos, o que é obviamente inadequado.

Se fôssemos extrapolar desse modo os dados da temperatura terrestre colhidos no dia e na noite, poderíamos ter prognosticado que o mundo neste momento estaria fervendo. É ridículo.

Incorre-se no mesmo ridículo extrapolando os dados da cobertura de gelo ártico, restritos a poucas décadas.

Em 1922 houve preocupação com um eventual desaparecimento do gelo ártico. Depois voltou a crescer. A preocupação não é só de hoje. O novo é o exagero propagandístico.

Todo o que se pode dizer a respeito do gelo ártico é que as oscilações constituem um dos numerosos fenômenos interessantes na Terra para os quais não temos nem mesmo registros suficientes.

Além do mais, o derretimento dos polos provavelmente não contribuirá para um aumento do nível dos mares.

O curioso é que a abertura de uma passagem náutica pelo polo foi sempre uma aspiração considerada altamente conveniente e desejável para o transporte mundial.

A foto é pitoresca, mas a exploração é demagógica.
Os ursos polares protegidos se multiplicam até perigosamente.
E eis que agora é vista com alarmismo e pânico!

O que fica em pé é a ironia atribuída a Henry Louis Mencken: “o cerne da praxe política é manter a população alarmada com uma série intérmina de espantalhos, imaginários na maior parte”.

O movimento ambientalista foi bem mais longe até do que dizia Mencken.

A pilhéria do urso polar

Al Gore e seus imitadores encontraram um bom álibi no perigo de extinção do urso polar.

Exploraram a imagem patética trabalhada em algum photo shop de um urso polar boiando num resto de gelo.

Mas Susan Crockford, especialista na evolução dos ursos polares, mostrou que houve significativa diminuição deles no passado, porque eram caçados comercialmente.

Isso favoreceu leis que interditaram a caçada. O resultado é que agora o número deles aumentou em tal medida que foi necessário voltar a permitir sua caça.

Não há prova de que as alterações da população dos ursos polares tenham algo que ver com as mudanças climáticas.

A acidificação dos oceanos

A acidificação dos oceanos é mais uma dessas obscuras denúncias que não resistem à análise, disse.

O público se alarma com o vocábulo “ácido”, mas o fato é que os oceanos estão mais perto daquilo que em química se denomina “base” do que um “ácido”, e a tendência verificada vai mais na linha de um ligeiro aumento da “base” que neutraliza o “ácido”.

Como é costumeiro, há demasiados erros nesses alarmes.

A suposta morte de recifes de corais está relacionada com a “acidificação” dos oceanos. É um típico alarmismo oco.

O “aquecimento global” como causa de tudo

Exemplo de livro apocalíptico desmentido mas reeditado.
O resultado é que o “aquecimento global” é indiciado como causa de tudo o que pode haver de danoso. Este viés verbal atingiu o absurdo.

Alguns absurdos são por demais evidentes, como a balela propagada pela revista Nation segundo a qual o CO2, embora não tenha sido percebido, é altamente venenoso!

Pelo contrário, ele é essencial para a vida de nosso planeta!

Nossos submarinos e estações espaciais consideram que níveis muito altos de até 5000 ppm [partes por milhão, ou 5000 moléculas de cada milhão na atmosfera] de CO2 no ar que respiram os tripulantes estão dentro da margem de segurança.

Mas os alarmistas gritam porque a Terra atingiu níveis de apenas 400 ppm [0,04% da atmosfera]!

O artigo da Nation chegou à bizarrice de dizer que o “efeito estufa” aqueceu a temperatura do planeta Vênus até os altíssimos níveis atuais [457ºC].

Qualquer um sabe que a alta temperatura da superfície de Vênus é devida à proximidade do sol e à presença de densas nuvens de ácido sulfúrico envolvendo aquele planeta.

O planeta Marte tem muito mais CO2 que a Terra: sua atmosfera é composta em 95,32% por CO2, mas não aqueceu globalmente. Pelo contrário, é muito mais frio que a Terra [importantes oscilações em torno de -50ºC].

Analisando os alarmistas, temos visto repetidamente que estão burlando a opinião pública e que os dados científicos constituem para eles meros detalhes.

Conclusões

A acumulação dessas invenções na mídia é apresentada como ‘esmagadora evidência’ de uma catástrofe que se aproxima. Mas vendo o que os catastrofistas dizem, podemos nos perguntar se eles têm prova do que quer que seja.

Para concluir, as alegações de mudanças climáticas justificaram numerosas políticas que na maior parte das vezes fizeram mais mal do que bem. E têm capacidade para gerar ainda mais males.

O melhor que se pode dizer dessas iniciativas é que, apesar de seu imenso custo, terão pouco impacto nos níveis de CO2.

Dediquei muito tempo ao estudo do caso das perturbações do CO2 na atmosfera do planeta, disse o prof. Lindzen, e acabei achando que supor que esse gás possa mudar o clima é algo muito próximo de acreditar na magia.

Mas os catastrofistas dizem que é preciso acreditar na ‘ciência’. Se for assim, tal ‘ciência’ teria virado uma ‘crença’ e deixado de ser um sistema de conhecimento.











CO2 multiplica produção de vegetais até na Antártica!

Daniel Schubert, diretor do projeto na base alemã Neumayer Station III, na Antártica.
Daniel Schubert, diretor do projeto na base alemã Neumayer Station III, na Antártica.
Cientistas da base alemã Neumayer Station III coletaram 3,6 quilos de alface, 18 pepinos e 70 rabanetes numa estufa de alta tecnologia, enquanto a temperatura exterior ficava abaixo de -20 graus Celsius, noticiou o diário portenho “La Nación”.

Trata-se da primeira colheita de vegetais cultivados sem terra, sem luz solar e sem pesticidas, no âmbito de um projeto que visa ajudar os astronautas a cultivar alimentos frescos em outros planetas.

Em maio, os cientistas do Centro Aeroespacial da Alemanha (DLR) esperam colher entre quatro e cinco quilos de fruta e vegetais por semana, incluídos morangos.

Módulo onde está sendo feito o cultivo na Antártica
Módulo onde está sendo feito o cultivo na Antártica
Frutas e hortaliças frescos serão um complemento da alimentação dos dez habitantes da base alemã no continente branco.

A produção recorreu ao cultivo hidropônico (que não depende da terra, mas de um substrato inorgânico e de água com nutrientes) um procedimento muito conhecido que até pode ser usado de forma caseira.

O sistema usa também luz artificial e, para espanto dos ativistas verde-vermelhos inimigos cegos ou ideológicos do CO2, esse gás benéfico é um dos responsáveis da realização.

Rabanetes cultivados no módulo da Neumayer Station III com intensificação do CO2 no ar
Rabanetes cultivados no módulo da Neumayer Station III com intensificação do CO2 no ar
No módulo de cultivo, os cientistas aumentaram a proporção de CO2 no ar para estimular o crescimento dos vegetais e concretizar a façanha tecnológica.

As técnicas em verdade já eram conhecidas, mas essa foi a primeira vez que se obteve uma colheita em condições tão adversas.

A agencia espacial americana NASA já tinha produzido com bom resultado vegetais na Estação Espacial Internacional.

Mas o projeto alemão na Antártica visa produzir um leque mais largo de verduras que algum dia possa ser colhido em Marte ou na Lua, segundo explicou Daniel Schubert, responsável do projeto do DLR.

E com a contribuição multiplicadora do CO2 que os ativistas ambientalistas apresentam como um grande vilão da vida no planeta!




Vegetação consome quase 20 vezes o CO2 produzido pelos combustíveis fósseis

Soja na Argentina
As plantas retiram dióxido de carbono (CO2) da atmosfera para a fotossíntese em proporções que desanimam a demagogia catastrofista.

Christian Beer, do Instituto Max Planck (Alemanha), e colegas afirmam que as plantas consomem cerca de 123 bilhões de toneladas de CO2 da atmosfera por ano.

O estudo foi publicado online pela revista Science.

Para se ter uma ideia, segundo os cientistas a quantidade total de carbono injetada na atmosfera pela queima de combustíveis fósseis é de cerca de 7 bilhões de toneladas por ano.

Emitem só um vigésimo do CO2 que a natureza consome
Isto equivale a dizer que, globalmente falando, o CO2 produzido pelos combustíveis fósseis corresponde a apenas 5,74% do total desse gas consumido no mesmo período pela vegetação.

Em outros termos, a vegetação assimila um volume quase 20 vezes superior ao do CO2 produzido por combustíveis fósseis.

E ainda pretende-se que o consumo humano que decide o futuro do clima da Terra provocando o aumento do CO2.

Os pesquisadores destacaram o papel das florestas tropicais, responsáveis por 34% do total de absorção de CO2 da atmosfera.

As savanas absorbem 26% do total, embora ocupem uma superfície cerca de duas vezes maior que a das florestas tropicais.




Professor de Princeton pede mais CO2 para nutrir os homens!

Professor de Princeton, William Happer, defende que mais CO2 na atmosfera será benéfico
Professor de Princeton, William Happer,
defende que mais CO2 na atmosfera será benéfico
William Happer, 77, professor emérito da Universidade de Princeton e ex-diretor de Ciência no US Department of Energy durante a administração do presidente George H. W. Bush, disse em entrevista ao jornal “The Telegraph” de Londres que o Acordo de Paris “é um completo desperdício”. A entrevista foi reproduzida no The Global Warming Policy Forum.

Happer acrescentou: “Acho que o Acordo de Paris é profundamente imoral. Na África as pessoas precisam de eletricidade que nós podemos fornecer. O que há de mal na prosperidade? Estamos diante de um exemplo da loucura humana”.

O professor vem insistindo que se deveria bombear mais CO2 na atmosfera, e não menos. Assim se aumentaria drasticamente a produção agrícola, como trigo, arroz e soja, alimentando mais seres humanos que povoem a Terra.

Desmentindo um dos slogans preferidos das “fake news” verdes, o professor explicou:

Não vejo grande diferença entre o consenso criado a respeito das mudanças climáticas e o consenso a respeito das bruxas.

“Os juízes dos processos contra as bruxas em Salem haviam sido formados em Harvard. Achava-se que por causa disso acertariam 100%.

“Bastou que uma ou duas pessoas dissessem que não eram bruxas para serem imediatamente enforcadas. Não mudou muita coisa”.

O Prof. Happer acha que há mudanças climáticas – aliás, é próprio do clima estar sempre variando –, mas argumenta que está muito exagerada a parte atribuída à humanidade nessas mudanças.

Por outro lado, o CO2, que ele qualifica como positivamente “bom”, vem sendo erroneamente “degradado ao nível de um simples poluente”.

Ele recusou esse absurdo, dizendo que “o CO2 é certamente algo bom se você olha para a extensão dos campos agrícolas em todo o mundo. Você pode ver dos satélites a Terra verdejando. E é isto que se deve esperar de um aumento do CO2.

“Em termos geológicos, atualmente estamos padecendo de uma fome de CO2.

“No passado, os níveis dele na maior parte dos casos se mediam em milhares de partes por milhão (ppm), mas agora estamos num fracassado 400ppm. Baixos níveis de CO2 são assustadores. Eles nos aproximam da fome.”

É claro que a coligação comuno-ambientalista tem coberto de estigmas o conceituado professor de Princeton.

Mas ele acha calmamente que se trata de um pessoal “alarmista”, que entende tanto de temperaturas como ele das cordas de um violão, e que fazem parte de uma “seita”.


O CO2 é algo muito natural e bom.  O consenso contra o CO2 é como o consenso contra as bruxas: só deu injustiças e crimes





O CO2 está muito baixo. Por isso muitas plantas não crescem como devem





Graças ao CO2 nos últimos 33 anos
a Terra ficou mais verde!

Mapa mostra o aumento da superfície foliar nos últimos 33 anos. Fonte CREAF.
Mapa mostra o aumento da superfície foliar nos últimos 33 anos. Fonte CREAF.
Os vegetais são os mais diretamente beneficiados pela presença do CO2 (ou gás carbônico) na atmosfera, embora constitua apenas entre 0,03% e 0,04% dela.

Mas dizer “beneficiado” é muito pouco: sem o CO2 toda a vegetação do planeta morreria como nós pereceríamos se desaparecesse ou diminuísse dramaticamente o oxigênio do ar.

E falar em extinção dos vegetais implica em falar do fim das espécies animais que se alimentam deles. E obviamente do fim da humanidade que se nutrem com todos eles.

O combate ao CO2 apresenta-se como uma ideia irracional sob numerosos pontos de vista. Mas se trata de uma irracionalidade congruente com muitos outros dislates que a filosofia “verde” arquitetou em sua guerra contra o homem e a civilização.

E a grande mídia e organizações políticas de diversas tonalidades “vermelhas” lhe fornecem amplio eco e financiamentos.

Mas, os cientistas que põem a objetividade por cima continuamente mostrando a incongruência desse postulado ideológico: que o CO2 faz mal à Terra a diversos títulos.

Pelo contrário, ele é o gás da vida!

Recentemente um estudo publicado na revista Nature Climate Change, constatou que a Terra ganhou 36 milhões de quilômetros quadrados de superfície verde, o equivalente a três vezes a área da Europa ou duas vezes, aproximadamente, a dos EUA, graças ao aumento do CO2, embora tenha tido um crescimento minúsculo!

O estudo teve a participação do CREAF, centro de pesquisas vinculado à Universidade Autônoma de Barcelona (UAB), e se concentrou nos dados dos últimos 33 anos, que teriam sido os mais atingidos pelo CO2 gerado pela civilização que consome combustíveis fósseis, fato vituperado pelos “verdes”.

Nesse período, diz o estudo, a biomassa terrestre cresceu em 40% da superfície da Terra, tendo diminuído em apenas 4% dela. Os cientistas atribuem esse crescimento às altas concentrações de CO2, um poderoso fertilizante cuja ação, em nível mundial, se desconhecia até o momento, segundo reconheceu o jornal espanhol “El País”.

Aumento da superfície foliar na Europa desde 1982 a 2015. Autor: Ranga B. Myneni, Universidade de Boston.
Aumento da superfície foliar na Europa de 1982 a 2015.
Autor: Ranga B. Myneni, Universidade de Boston.
“Com essa pesquisa, pudemos atribuir o enverdecimento do planeta ao aumento dos níveis de CO2 atmosféricos provocado pelo consumo de combustíveis fósseis.

“Com mais dióxido de carbono, as plantas puderam gerar mais folhas capturando-o da atmosfera durante a fotossíntese. Graças a isso, o aumento da concentração desse gás de efeito-estufa foi contido”, explicou o cientista do CREAF Josep Pañuelas.

De acordo com o estudo, prossegue “El País”, o dióxido de carbono, outro nome do CO2, é responsável em cerca de 70% pelo enverdecimento da Terra.

Os cientistas evocam também outras razões para explicar o aumento da biomassa: a mudança climática (8%), o nitrogênio atmosférico (9%) e as mudanças no uso do solo (4%).

A constatação foi decepcionante para os cientistas que dependem de verbas de governos “vermelhos” que exigem resultados anti-CO2 e também para os militantes verdes

Os cientistas do CREAF tiveram que torcer os raciocínios para por no papel que o CO2 segue sendo ruim malgrado essas constatações.

Em verdade, não encontraram argumentos para a tese preconcebida em laboratórios ideológicos anarco-tribalistas.

E como reproduz o jornal espanhol, não hesitaram em apelar a surrados slogans do Corão ambientalista: mudanças climáticas mal explicadas, o aumento da temperatura global não demonstrado, a inexistente subida do nível do mar, o exagerado degelo [supomos que dos polos e das geleiras, pois assim está profetizado na Bíblia alarmista] e a radicalização das tempestades tropicais que obedece a outros fatores.

Assim, saindo da seriedade dos dados científicos, e surfando alegremente nas ondas da propaganda anti-civilizatória, o citado Pañuelas concluiu que esses aterrorizantes catástrofes planetárias ‘não recuarão se não deixarmos de usar combustíveis fósseis’.

Ele acrescentou que o crescimento da biomassa vegetal decorrente do fertilizante carbônico tem um limite, aliás, como tudo nesta Terra.

Da cartola da mitologia verde tirou que “o efeito do dióxido de carbono vai diminuindo à medida que as plantas se habituam a aumento”.

E ainda acrescentou o que qualquer camponês conhece melhor há milênios: que os vegetais também necessitam de outros recursos para crescer.

A fórmula, disse o cientista, é simples: quanto mais biomassa houver, mais as plantas necessitarão de água e de outros nutrientes – em especial o fósforo –, que são recursos limitados e vitais para o planeta.

O mundo está cada vez mais verde, graças ao CO2!
O mundo está cada vez mais verde, graças ao CO2!
Um lugar comum de escola primária que não implica em tragédia alguma. No Eoceno (entre 56 milhões e 33 milhões de anos atrás) a temperatura média da Terra chegou a 10ºC acima da atual e as concentrações de CO2 foram elevadíssimas (0,2% ou mais da atmosfera).

E o planeta não sucumbiu em convulsões apocalípticas!

Pelo contrário, houve um extraordinário desenvolvimento de bosques tropicais que se espalharam por todo o globo, inclusive na Antártica e nas áreas que tem terra firme no círculo polar ártico.

Os mamíferos (dinossauros e baleias notadamente) se multiplicaram fantasticamente. E o aumento da temperatura induziu maior evaporação dos mares e grandes chuvas que sustentou esse fabuloso desenvolvimento da vida vegetal e animal.

Se a vida natural na Terra mirrou foi quando acabou essa era de mudança climática, de aumento CO2 e demais fatores que o terrorismo verde apresenta como males que justificam suas propostas repressoras da atividade humana.

Deixemos de lado o realejo do extremismo ambientalista. Fiquemos na objetividade dos dados científicos apresentados.

Comemoremos o fato alvissareiro: a superfície do mundo coberta pela vegetação aumentou ganhou 36 milhões de quilômetros quadrados!

E tudo isso, graças a um aumento relativo do nível de CO2 na atmosfera!




Florestas tropicais crescem mais rápido
com aumento de emissões de CO2

Florestas tropicais crescem mais com aumento de emissões de CO2.
Floresta de Wharanaki Falls, Nova Zelândia.
As florestas tropicais crescem mais rápido quando aumenta a proporção de CO2 na atmosfera, defende estudo patrocinado pela NASA.

A informação é do jornal britânico “The Daily Mail”.

O estudo concluiu que as florestas tropicais estão absorvendo 1,5 bilhões de toneladas de CO2 por ano, fato que estimula a fotossíntese e as faz crescerem mais.

As florestas tropicais úmidas, como a amazônica, absorvem o excesso dos gases estufa numa proporção maior do que a imaginada, com benéfico efeito de equilíbrio.
“Esta é uma boa notícia, porque as florestas boreais colhem menos esses gases, enquanto as florestas tropicais podem continuar absorvendo-os durante muitos anos”, disse o Dr. David Schimel, pesquisador do Nasa's Jet Propulsion Laboratory da Califórnia, que liderou o estudo.

Renovar a vegetação não é um mal, mas um bem,
Pés velhos não absorvem CO2, mas novos sim.
Floresta amazônica.
Ele disse que o Brasil desmatou 4.848 quilômetros quadrados entre agosto de 2013 e julho de 2014, uma superfície assaz pequena se comparada com os 6,1 milhões de quilômetros quadrados da floresta amazônica: é menos de sua milésima parte.

A vegetação em geral absorve cerca de 2,7 bilhões de toneladas de CO2, ou 30% do emitido por obra humana.

Porém, a proporção da absorção varia segundo a idade dos pés.

As árvores velhas que predominam nas florestas já estão formadas e não precisam de muito mais CO2 para se desenvolverem.

Porém, as árvores novas absorvem muito CO2, pois precisam dele para crescer.

A moral da história é que renovar a vegetação não é um mal, mas um bem, ainda que se suponha de modo anticientífico que o CO2 faz mal à vida na Terra.

O Dr Schimel e seus colegas publicaram seu estudo nos Proceedings of National Academy of Sciences. Eles usaram modelos computacionais, imagens satelitais, dados de experiências com fotossínteses, além de fazerem um mapa mostrando como as florestas absorvem o CO2 da atmosfera.

Ele explica: “O que nós acabamos construindo neste estudo é uma teoria da fertilização produzida pelo CO2 com base em fenômenos em escala microscópica e observações em escala global que pareciam contradizer esses fenômenos”.

O CO2 equivale a um fertilizante, mas é repudiado por uma seita ambientalista que quer tornar infértil todas as iniciativas da civilização.




Para salvar o planeta produza mais CO2, diz físico matemático

Frank J. Tipler, professor de Física Matemática na Universidade de Tulane:    sem CO2, os seres vivos desapareceriam.
Frank J. Tipler, professor de Física Matemática na Universidade de Tulane:
  sem CO2, os seres vivos desapareceriam.
Frank J. Tipler , professor de Física Matemática na Universidade de Tulane e co-autor de “The Anthropic Cosmological Principle” e outros livros, esclareceu um dado elementar: o CO2 é o primeiro e mais importante alimento das plantas. E estas são o elo primordial da cadeia da vida.

O CO2 é a fonte de carbono para a química orgânica. Sem ele, os seres vivos desapareceriam.

Quanto menos CO2 no ar, menos as plantas o sintetizam. Em consequência, menor será a massa vegetal e menos alimento haverá para os animais, e obviamente para os humanos.

Eliminado o CO2, morre toda a biosfera. Mas, a histeria ambientalista trata esse gás benéfico como um “tóxico” perigoso para a Terra.

As plantas eram muito mais produtivas quando, em época longínqua, o CO2 atingiu 0,1 % da atmosfera, escreveu Tipler. Depois, essa proporção caiu para 0,02% e hoje gira em volta 0,0379%.

O CO2 está na base da cadeia alimentar.
O CO2 está na base da cadeia alimentar. Plantação de girassol.
O ser humano, agricultor inteligente, percebeu há milênios a necessidade que tem os vegetais de CO2.

Por isso, começou a aplicá-lo nas plantações na forma de adubo orgânico, e, depois, químico.

O homem tira proveito também dos imensos depósitos de carbono existentes no subsolo em forma de carvão mineral, petróleo e gás.

E depois de trazê-lo à superfície o converte em CO2. Isso eleva a proporção do CO2 na atmosfera e favorece os desenvolvimento dos vegetais.

A tentativa de reduzir a proporção de CO2 na atmosfera não só não salva a Terra, mas é contraproducente para a biosfera. “É um ato profundamente mau”, escreveu Tipler.

Mas nem o bom senso nem as matemáticas fazem efeito nos fundamentalistas "verdes". O Prêmio Nobel de Economia Paul Krugman qualificou a oposição ao projeto de lei do presidente Obama que visa reduzir o CO2 de “traição contra o planeta”!

É um dos exemplos mais aberrantes de certo fanatismo ambientalista desligado da realidade, comentou Tipler.

Paul Krugman: quem se opõer aos planos anti-CO2 faz “traição contra o planeta” e "deve ser detido a todo custo!" Para Tipler, Krugman está desligado da realidade.
Paul Krugman: quem se opõe às leis anti-CO2 faz “traição contra o planeta”
e "deve ser detido a todo custo!" Para Tipler, Krugman está desligado da realidade.
Krugman ainda postulou que “aqueles que não querem reduzir o uso de combustíveis fósseis são inimigos mortais da biosfera. Devem ser detidos a todo custo!”

Tipler explicou que Krugman presume que as condições climáticas de há um século eram as “naturais” e não devem ser mudadas. Mas não faz idéia do que está falando.

Krugman usa um critério subjetivo para denunciar a humanidade e a civilização. Esse posicionamento arbitrário, anti-histórico e danoso é considerado “progressista” pela mídia que concede largos espaços para o excitado economista e abafa a voz dos cientistas prudentes.




Eminentes professores fazem a
apologia científica do CO2

Harrison Hagan 'Jack' Schmitt: "difícil fazer
a lista completa de todos os benefícios trazidos pelo CO2"
O CO2 é um composto químico que está na base do ciclo da vida na Terra e que foi demonizado sem fundamento algum como sendo o culpado pelo aumento da temperatura global.

É o que defenderam Harrison H. Schmitt, professor de Engenharia na Universidade Wisconsin-Madison, ex-astronauta da Apollo 17 e ex-senador nacional pelo estado de New Mexico, e o Dr. William Happer, professor de Física da Universidade de Princeton, ex-diretor da equipe de Pesquisas em Energia do Departamento de Energia dos EUA.

Estas celebridades da ciência escreveram um artigo-manifesto no “The Wall Street Journal” denunciando essa incompreensível demonização.

De fato, segundo eles, a “demonização obsessiva” de um gás natural essencial para a atmosfera gerou a falsa percepção de que o CO2 é um poluidor perigoso.

Mas isso absolutamente não é assim, o contrário que é verdadeiro: o aumento do CO2 na atmosfera beneficiará a população com incremento da produtividade agrícola.

Os autores acrescentam que a constatação de que não houve aumento global da temperatura evidencia o quanto eram exageradas as previsões da NASA e de outras entidades apoiadas em modelos computacionais errados.

Também mostraram quanto era pequena a relação entre o CO2 e as mudanças da temperatura.

As variações na temperatura global estão muito mais ligadas à atividade solar e aos fenômenos nos oceanos.

Não há a menor evidência de que o CO2 tenha causado “climas extremos” – escrevem Schmitt e Happer.

Os atuais níveis de CO2 na atmosfera se aproximam a 400 ppm (partes por milhão, ou 0,04% do total da atmosfera) e os registros geológicos apontam que no passado foram atingidos níveis de 3.000 ppm, ou mais ainda.

Will Happer: "horrores atribuídos ao CO2
é uma pura crença religiosa disfarçada de ciência"
Para a maioria das plantas e animais, o aumento de CO2 é um benefício. 

É largamente sabido que donos de estufas comerciais aumentam artificialmente a quantidade de CO2 até 1.000 ppm ou mais para melhorar o crescimento e a qualidade das plantas.

A análise química estrutural do trigo, do arroz, da soja, do algodão e de muitas plantas forrageiras revela que essas plantas pedem muito mais CO2 do que o existente hoje na atmosfera.

Elas, portanto, estão subnutridas de CO2 e um aumento desse gás corresponderia à boa ordem.

Para os professores, é difícil fazer a lista completa de todos os benefícios trazidos pelo CO2.

Hoje em dia, quando a escassez de alimentos e de água se faz sentir em algumas regiões de planeta, é assombroso – afirmam as duas notoriedades científicas – que pessoas que se dizem humanitárias não estejam clamando por mais CO2 em lugar de falar mal dele.

A inacreditável lista de supostos horrores que resultariam do aumento de CO2 é uma pura crença religiosa disfarçada de ciência, concluem Schmitt e Happer.

É essa “crença religiosa disfarçada de ciência” – verdadeira metafísica igualitária e neocomunista – que nós viemos denunciando no blog “Verde: a cor nova do comunismo”.




NASA: a Terra cada vez mais verde. Mérito da agropecuária e do CO2!

NASA: A Terra está ficando verde
NASA: A Terra está ficando verde
A NASA elabora periodicamente um Índice de Vegetação Global que mede a percentagem da cobertura verde do planeta. O Índice, entre outras coisas, serve para conferir se o aquecimento global vai rumo à desertificação do planeta e outros alarmismos anti-humanos e anti-civilizatórios.

Olhando para os dados do Índice da NASA de 2000 a 2021, as notícias são boas: o globo ficou 9,94% mais verde no que vai do XXI século. O aumento do índice em termos absolutos foi de 0,0936 para 0,1029.

Ou em termos arredondados um aumento de 10% em 20 anos, segundo Zoe Phin, editor do site Notrickszone.

Isso é uma boa notícia porque, em última análise, significa que uma área  maior está sendo consagrada à produção agrícola e à expansão florestal.

E qual foi a causa?

Ironicamente, o que muitos “especialistas afirmam ser um grande problema (CO2) é na verdade uma das principais razões por trás do esverdeamento”, escreve Notrickszone.

Índice de Vegetação Global mostrou aumento de quase 10% da área verde
Índice de Vegetação Global mostrou aumento de quase 10% da área verde

Zoe baixou todos os dados do índice da NASA, que é atualizado cada 16 dias, de 2000 a 2021. E elaborou um gráfico.

“10% de aumento de vegetação global em 20 anos! Somos incrivelmente afortunados!” exclamou Zoe vendo os resultados.

“Eu só queria que todos se sentissem assim. Mas nem todo mundo se alegra. Na medida em que os humanos aumentam o verde global, os parasitas sociais querem taxar e regular”.


Mas esta não é uma notícia nova para os realistas climáticos.

Em 2019, a revista científica alemã Wissenschaf publicou um trabalho elaborado com imagens de satélite que conclui: “A vegetação na terra vem se expandindo há décadas”.

O trabalho acrescentava se tratar de três décadas de incremento. 

Zoe Phin se apoiava também, por incrível que pareça, no IPCC: “de acordo com um relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, observações de satélite mostram um esverdeamento da vegetação nas últimas três décadas em partes da Ásia, Europa, América do Sul, América do Norte Central e Sudeste da Austrália”.

A conclusão foi reforçada por estudo de Venter et al (2018) que mediu o deserto do Saara e verificou que havia encolhido 8% nas três décadas anteriores.

Isso é profundo porque o Saara cobre uma vasta área de cerca de 9,2 milhões de quilômetros quadrados.

Oito por cento significa que mais de 700.000 quilômetros quadrados se tornaram verdes, algo quase tão grande quanto a Alemanha e a França juntas.

A conclusão geral é que, em termos de vegetação, o planeta provavelmente nunca passou tão bem em perto de 1000 anos.

E há mais boas notícias para o leitor inteligente que discerne que o CO2 não é um nocivo gás de efeito estufa.

Em agosto de 2020, o contribuidor semanal da NTZ, Kenneth Richard, citou um estudo de Vanessa Haverd (et al, 2020) mostrando que “perto de 70% da tendência de esverdeamento vegetal da Terra pós-1980 foi impulsionada pelo efeito fertilizante do CO2”. Cfr. Wiley Online Library, “Fertilização de CO2 é maior do que o esperado inferida da folha para observações globais”

Conclusão análoga havia sido tirada por estudo da NASA em 2016: A fertilização com CO2 torna a terra mais verde, conclui estudo

Muitos outros estudos trazem boas novas no sentido de um planeta cada vez mais verde por causas antropogênicas, ou seja em grande parte graças à humanidade.

Estes trabalhos científicos interessam a fundo ao Brasil, patenteando a ausência de fundamentos verídicos na agressiva campanha nacional e internacional contra o desmatamento.


Vídeo: NASA: Aumento dos níveis de CO2 esverdeiam a Terra
clique na foto






Deserto “reverdece” na África e desmente boatos

Fotografias satelitais do Norte da África apontam que o deserto do Saara está em retração, informou a BBC News. A notícia pega a contrapé a pregação de que o “aquecimento global” estaria dilatando os desertos.

Vozes científicas, entretanto, apontam que caso acontecer um “aquecimento global” haverá aumento das chuvas e da vida nas regiões mais áridas do planeta.

Farouk el-Baz, diretor do Centro de Monitoramento Remoto da Universidade de Boston, acredita que o Saara está experimentando uma transição para condições mais úmidas.

“Não se pode dizer ainda que esteja esverdeando. Mas o deserto se expande e se contrai em função da quantidade total de energia recebida do Sol pela Terra, e isto ao longo de muitos milhares de anos”, disse o cientista à BBC.

Tal vez sem querê-lo, o especialista pronunciou mais de uma “heresia” contra o dogma ambientalista.

Em primeiro lugar que o fator decisivo do aquecimento da Terra não é o homem, mas o Sol, Segundo: em matéria de climatologia, ele afirma que deve se raciocinar em termos de longos períodos históricos.

El-Baz acrescentou que “o aquecimento da Terra resultará em maior evaporação dos oceanos, que trará por sua vez mais chuvas”.

Assim ofendeu mais um tabu da superstição ambientalista. Segundo ela o esquentamento terrestre causará desertificação. Alguns até acenam com uma espantosa savanização da Amazônia.

Porém, o cientista falou realidades confirmadas pelo bom senso: mais insolação = mais evaporação dos mares = mais chuvas. (Também aqui).

Fica ainda por se ver se o aumento de chuvas com o conseguinte aumento das nuvens não terá um efeito moderador do “aquecimento global”, caso haja.

A população norte africana pouco liga para teorias irrealistas e luta para ganhar terras ao deserto. É uma atitude oposta à do exército de ambientalistas que elucubra profecias duvidosas diante de um computador num cômodo escritório da ONU ou de algum órgão governamental.

As imagens satelitais mostram que nos últimos 15 anos houve recuperação da vegetação no sul do Saara, região semi-árida.

Por sua vez, no deserto da Namíbia, região “hiper-árida”, nos últimos anos as precipitações cresceram mais de 600%, segundo o centro de pesquisas Gobabeb.

O aqüífero – conjunto das reservas naturais de água subterrâneas ‒ foi mapeado por satélite. E sua moderna exploração transformou terras desérticas em áreas cultiváveis.

A contribuição de cientistas e engenheiros agrônomos como el-Baz, está permitindo que o Egito mude a areia do deserto em terra verde de modo inteligente, diz ainda a BBC.

Onde antes havia desertos, hoje crescem laranjais, plantações de limeiras e mangueirais com finalidade comercial. O panorama levou a BBC a se perguntar se os “desertos não estão reverdecendo”.

No Egito, o reverdecimento avança em escala industrial com modernos métodos de rega artificial
No Egito, o reverdecimento avança em escala industrial com modernos métodos de rega artificial
O programa visa recuperar 3,4 milhões de acres ao deserto, mas não falta ambientalista para criticar e tentar obstaculizar esse progresso.

Na parte do Egito onde o deserto está ficando incontestavelmente verde, a tendência é das populações é deixar as cidades e se instalar nas novas terras prometidas, conclui a BBC.




Identificação de 1,8 bilhão de árvores no deserto do Saara espanta alarmistas

Descoberta de 1,8 bilhão de árvores no deserto do Saara espanta alarmistas
Descoberta de 1,8 bilhão de árvores no deserto do Saara espanta alarmistas
>Na hora de pensar no Saara, habitualmente se imagina um deserto de areia que se estende até o infinito.

De fato, é o maior deserto não polar do mundo, mas isso não quer dizer que careça absolutamente de vida e especialmente de vegetação.

E quando os alarmismos comuno-ecologistas inflacionam o espectro de uma extinção da vida no nosso planeta acenam com essa imagem de morte implacável.

Entretanto, os ecologistas que dizem amar o planeta e a natureza mostram um deprimente desconhecimento do mesmo.

Recentemente se voltou a achar mais uma prova disso. Um novo estudo mostrou que o Saara acolhe centenas de milhões de árvores. Mais precisamente 1,8 bilhão deles!

E foram contadas apenas as existentes numa área de 1,3 milhão de quilômetros quadrados no noroeste da África, ou o equivalente ao 20% do mítico deserto.

Árvores no Sahara
A região onde os pesquisadores conseguiram contar essas árvores, inclui países como Argélia, Mauritânia, Senegal e Mali, partes do Saara Ocidental e também do Sahel, nome do cinturão de savana tropical semiárida ao sul do deserto.

O trabalho, publicado na revista Nature, concluiu com um certo espanto que há “um número inesperadamente grande de árvores” nesta área.

Martin Brandt, da Universidade de Copenhagen, na Dinamarca, principal autor do estudo disse à BBC Mundo que, embora “a maioria esteja no Sahel, há centenas de milhões no próprio Saara”.

O cerca de 1,8 bilhão de árvores registradas constitue um número muito maior do que o esperado.

Mas não formam florestas e crescem como árvores solitárias.

Árvores do deserto no Sahara em Marrocos
Árvores no deserto do Saara em Marrocos
“É em média uma árvore por hectare no hiperárido Saara. Não parece muito, mas acho que é mais do que se poderia imaginar”, disse Martin Brandt.

Ele esclareceu que a área investigada representa apenas 20% do Saara e do Sahel, “então a contagem total de árvores deve ser muito maior”.

O grupo de cientistas incluiu especialistas da NASA dos EUA, do National Center for Scientific Research (CNRS) da França e do Dakar Ecological Monitoring Centre do Senegal, entre outros.

Ele analisou 11 mil imagens de satélite de alta resolução normalmente reservados para uso militar ou industrial.

Quatro satélites são da empresa Digital Globe, que pertence à Agência Nacional de Inteligência dos EUA, do Departamento de Defesa.

Árvores no deserto ajudam gado e homens
Árvores no deserto ajudam gado e homens
Eles usaram um tipo de inteligência artificial conhecido como aprendizado profundo, em que um computador é ensinado a fazer algo. Nesse caso, identificar árvores.

Para não confundir árvore com arbusto, os especialistas contaram apenas as copas com área superior a três metros quadrados.

Os pesquisadores estimaram que, se as árvores com copas menores de três metros quadrados ou arbustos forem incluídas, a vegetação total nesta área desértica será 20% maior.

Brandt disse à BBC Mundo que ele rotulou manualmente quase 90.000 árvores.

“Eu rotulei muitas porque o nível de detalhe nas imagens é muito alto e as árvores não parecem as mesmas, e queríamos uma medição relativamente precisa das áreas de suas copas”, explicou.

Ele enfatizou que em áreas semiáridas e sub-úmidas, eles "constituem um considerável sumidouro de carbono".

Vegetação também cresce em locais inóspitos
Além disso, ele destacou a importância dessas árvores de sequeiro para as pessoas que vivem nessas áreas.

“Eles são fundamentais para a subsistência, fertilizam o solo, proporcionam maior produtividade e fornecem sombra e abrigo para humanos e animais. Geram renda e são fundamentais para a nutrição”, listou.

Os especialistas acreditam que seu sistema de rastreamento pode servir de base para encontrar árvores em outros ecossistemas.

No entanto, eles alertam que ainda não estão reunidas as condições para poder contar todas as árvores do planeta. Por certo, se conseguirem será um número astronômico.




A Terra está cada vez mais verde

NASA: reverdecer do planeta deveu-se ao homem. O mapa só aponta o aumento de área verde. Áreas amarelada não mudaram.
NASA: reverdecer do planeta deveu-se ao homem.
O mapa só aponta o aumento de área verde. Áreas amarelada não mudaram.
O mundo está ficando cada vez mais verde em virtude do aumento da área plantada nos últimos vinte anos, de acordo com os dados dos satélites da NASA publicados pelo NASA Earth Observatory.

A China havia devastado florestas e tornado improdutivas suas áreas agricultáveis para aplicar a reforma agrária socialista.

Hoje, puxada pela necessidade de dar de comer à sua imensa população, modernizou sua produção de alimentos e liderou o reverdecimento do planeta.

O segundo lugar no aumento da área verde foi obtido pela populosa e famosamente faminta Índia.

Dessa maneira ficaram desmentidos vários mitos ambientalistas artificiais mas apavorantes e danosos.

O primeiro apresenta o planeta caminhando para a desertificação pela aplicação de tecnologias de alta produtividade agrícola.

A China e a Índia provaram que não é assim.

E demonstraram, em sentido contrário, os benefícios da aplicação de políticas da exploração intensiva da terra, opostas às ditas “originais” ou socialistas que só levam à miséria.

Ranga Myneni e seus colegas da Universidade de Boston detectaram primeiramente o fenômeno do crescimento da área verde planetária – o “greening phenomenon” por volta da metade da década de 1990.

Mas, não lhes ocorreu que a causa principal fosse a atividade humana, quiçá intoxicados pelo alarmismo ecologista.

Na época, eles decidiram acompanhar o fenômeno e perceberam que o reverdecimento planetário crescia ano após ano.

Agora calculam que desde o início do III milênio, a superfície da Terra recoberta de folhagem aumentou por volta de 5%.

Em superfície isso equivale ao total de toda a floresta tropical da Amazônia!

Uma outra Amazônia verde conquistada pelo homem com tecnologia e abandonado mitos socialistas ou de “cultivos ancestrais”!

Até a China e a Índia estão saindo do atraso com o reverdecimento que equivale, em quilômetros quadrados, a uma Amazônia completa. O vídeo embaixo paradoxalmente foi preparado pelo insuspeito “South China Morning Post”, jornal do governo chinês.



Pelo menos 25% do ganho aconteceu na China continental.

Em linhas gerais, as novas terras ganhas pela vegetação se expandiram por todas as áreas já cobertas por vegetais.

Mas, em outras áreas houve uma queda de 5%.

O estudo foi publicado na edição de 11 de fevereiro de 2019 da revista especializada Nature Sustainability.

Embora a China e a Índia são responsáveis por um terço do reverdecimento global, os dois imensos países só contêm o 9% da área mundial coberta pela vegetação, explicou Chi Chen um dos autores do trabalho, da Universidade de Boston.

“Este foi um achando surpreendente, considerando a ideia generalizada, mas errada, de que nos povos populosos estaria havendo uma degradação da terra por causa de uma superexploração", explicou Chi Chen.

O estudo se estendeu durante duas décadas aproveitando os dados dos instrumentos da NASA denominados Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS).

Os sensores desses equipamentos capturavam mais de quatro imagens por dia de quase cada lugar da Terra.

Rama Nemani, cientista pesquisador do NASA’s Ames Research Center e co-autor do estudo acabou reconhecendo a influência da propaganda contra o CO2, mas logo vendo os dados a equipe percebeu que eram os humanos que estavam impulsionando esse crescimento benéfico.

De fato, 32% do reverdecimento na China e 82% da Índia se deve ao cultivo intensivo de grãos para a alimentação.

O reverdecimento foi atribuído à multiplicação de técnicas agrícolas excogitadas pelo homem. A produção de grãos, vegetais e frutos cresceu entre 35 e 40% desde o ano 2000.

A China e a Índia lideraram o reverdecer do  planeta. Exageros anti-dematamento do ambientalismo não vêm ao caso.
A China e a Índia lideraram o reverdecer do  planeta.
Exageros anti-dematamento do ambientalismo não vêm ao caso.
As tecnologias de irrigação que a Índia está importando facilitaram o aumento e prometem influenciar ainda mais para bem.

No mesmo período, também na Rússia, nos EUA e no Canadá, houve grande reverdecimento atribuível em 42% ao plantio de árvores.

Por isso, os pesquisadores ressaltaram que a polêmica sobre a área verde do mundo não deve se focar na perda de vegetação tropical – leia-se o desmatamento – em regiões como Brasil e a Indonésia.

Nemani discerniu uma mensagem positiva nos novos achados.

“A partir do momento que a gente define o problema, trabalha para conserta-lo.

“Nas décadas de 1970 e 1980 a situação da perda de área com vegetação não era boa.

“Mas na década de 1990 as pessoas perceberam o verdadeiro problema e agora as coisas estão melhorando, é o que nos vemos nos dados dos satélites”, disse.

Em termos muito simples o alarmismo sobre a desertificação da Terra – até da Amazônia! – do desmatamento, etc., são balelas propagandísticas criadas com um intuito extra-científico.

O site Collective evolution interrogou por que a grande mídia fala pouco de resultados tão sérios e alvissareiros como estes.

E lembrou o estudo publicado no American Meteorological Society’s Journal of Climate mostrando que os “modelos climáticos” arguidos pelo alarmismo ecologista exageram em 45% o ‘aquecimento global’ que seria gerado pelas emissões de CO2 atribuíveis ao homem

Ou o estudo publicado na revista científica Nature Geoscience apontando que os “modelos climáticos” estão furados.

Ou as descobertas da Universidade de Alabama-Huntsville mostrando que a atmosfera da Terra é menos sensível às mudanças no CO2 do que comumente se diz.

Ou ainda a propaganda incessante de que a população de ursos polares estaria diminuindo quando de fato está aumentando.

O resultado final, conclui o site, é que a maioria das pessoas não conhece a verdade e que as notícias objetivas da realidade apontam que a Terra está bem melhor do que a mídia nos está apresentando.

Essa mídia é uma das maiores produtoras de fake news, aliás sempre na linha do catastrofismo ambientalista.

Confira: Human Activity in China and India Dominates the Greening of Earth, NASA Study Shows, NASA, Feb. 11, 2019.

No vídeo embaixo, preparado pelo NASA's Goddard Space Flight Center, órgão que admite o aumento do aquecimento global e do CO2 antropogênico, reconhece, entretanto, que esses aumentos foram benéficos para o “reverdecimento” constatado.

Os cientistas objetivos que desmentem os exageros da propaganda ambientalista, também afirmam que se aumentar a temperatura global e a proporção de CO2 na atmosfera, será de proveito para o crescimento das plantas e para a alimentação da humanidade.

Só um prejuízo ideológico anti-civilizatório e anti-humano pode espalhar os boatos assustadores e promover as leis e regulações ditatoriais propostas pelo ambientalismo radical.



Vídeo: A Terra está cada vez mais verde





A Terra tem 467 milhões de hectares de florestas a mais do que se dizia!

Floresta de baobás em região considerada árida no Senegal
Uma equipe internacional de pesquisadores revelou na prestigiosa revista Science que a superfície da Terra coberta por florestas é 10 % mais extensa do que se supunha, noticiou o jornal parisiense “Le Monde”.

A deficiente medição anterior não considerou as florestas das zonas áridas, distorcendo o cômputo global.

As florestas ocupam 4 bilhões de hectares ou 30% da superfície das terras acima do nível dos mares.

Normalmente se imaginam luxuriantes florestas tropicais, rústicas florestas boreais ou penteados bosques de regiões temperadas.

Tinha-se passado por cima dos bosques existentes em zonas áridas — onde a evaporação é maior que a precipitação anual. Essas zonas representam algo superior a 40% da superfície continental e não estão desprovidas de florestas.

Elas se encontram em contextos climáticos muito diversos no Sudão, na América do Sul, nas estepes da Europa Oriental e no sul da Sibéria, bem como no Canadá.

Uma trintena de cientistas de treze países analisou imagens satelitais fornecidas pelo Google Earth. Elas abarcavam mais de 210.000 parcelas de meio hectare repartidas pelo globo.

As estimativas antigas repousavam em métodos que tinham um grau de incerteza entre 30 e 250 metros.

Em consequência, não permitiam diferenciar claramente a vegetação no solo, explicou o primeiro autor do estudo, Jean-François Bastin, pesquisador associado à Universidade Libre de Bruxelas e consultor na Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).

“Acresce — prosseguiu — que as zonas áridas abrigam uma vegetação especifica que se adapta com frequência à seca, perdendo suas folhas durante grande parte do ano para reduzir a evapotranspiração”. Nessa fase elas são mal detectadas.

Agora sua equipe pode utilizar imagens de alta resolução com um grau de precisão inferior a um metro, do que resultou o cálculo de cerca de 1,1 bilhão de hectares de florestas de regiões áridas.

Essa é uma extensão comparável à das florestas úmidas tropicais, como a amazônica. Dois terços dessa enorme área estão recobertos de formações vegetais densas — florestas “fechadas” —, onde a frondescência cobre pelo menos 40% do solo.

Essas florestas aparecem em todos os continentes, inclusive no oeste da América Latina, no leste do Brasil e no norte da Venezuela e da Colômbia, por exemplo.

O cálculo mais exato acrescentou 467 milhões de hectares de florestas da terra, elevando o total a mais de 4,3 bilhões de hectares.

Floresta de eucaliptos na região de Pilbara, Austrália ocidental
Floresta de eucaliptos na região árida de Pilbara, Austrália ocidental
A preocupação da confraria verde-vermelha era de afastar a ideia de um planeta mais verdejante do que parecia, pois isso poderia desmoralizar suas campanhas demagógicas contra o desmatamento.

Mas Jean-François Bastin falou de um fato conhecido, mas muito pouco falado porque pouco rentável para os pânicos verdes.

Os cientistas estavam diante do “mistério de poços de carbono (CO2) em falta”. Isso quer dizer que eles tinham constatado que parte do CO2 emitido pelas atividades humanas desaparecia de seus cálculos. Então achavam que era assimilado em “poços de carbono terrestre não identificados”.

O problema estava na falha da medição e no desconhecimento da verdadeira dimensão das florestas.

Agora se pode constatar que as florestas das regiões áridas absorviam – como o fazem todos os vegetais – o CO2 desaparecido nos cálculos.

Segundo a FAO, perto de 2 bilhões de pessoas vivem nesses territórios florestais até agora desconsiderados.

Neles as árvores fornecem frutos e folhas para a alimentação dos homens e engorda dos animais, além de madeira para cozinhar e aquecer, como se dá com os bosques de acácias e eucaliptos na Austrália e de baobás na África.

Quando os cientistas sérios se aplicam ao seu trabalho, trazem dados sensatos. Mas a agitação verde-vermelha não gosta nada disso e não toma iniciativas para esclarecer o fundo da realidade.






Altos índices de temperatura e CO2 globais estão exagerados, diz relatório

John Christy, diretor do Earth System Science Center da Universidade de Alabama - Huntsville.
John Christy, diretor do Earth System Science Center
 da Universidade de Alabama - Huntsville.
A média com que a atmosfera terrestre estaria se aquecendo durante os últimos 23 anos não se acelerou significativamente, concluiu pesquisa da Universidade de Alabama – Huntsville (UAH), informou o conceituado blog sobre questões climáticas Wattsupwiththat — WUWT.

Pondo de lado o esfriamento passageiro entre 1983 e 1992 causado por duas erupções vulcânicas excepcionais, a tendência ao aquecimento global nos oito quilômetros da atmosfera contados a partir da superfície terrestre (quase cinco milhas) foi de 0,096º C (0,17° Fahrenheit) por década entre janeiro de 1979 e junho 2017.

O número foi espantosamente semelhante à tendência de 0,09º C para o aquecimento detectada por pesquisa similar publicada em 1994 com dados de 15 anos, disse o Dr. John Christy, diretor do do Earth System Science Center da UAH.

A pesquisa mostra que o aquecimento é menos sensível ao aumento de CO2 e outros gases estufa do que dizem os famigerados “modelos computacionais do clima”.

Christy reconheceu que a influência que ele próprio atribuía ao CO2 em 1994 estava exagerada e que sua recente pesquisa derruba suas próprias conclusões anteriores.

A pesquisa recente foi publicada na edição do último trimestre de 2017 do “Asia-Pacific Journal of Atmospheric Sciences”, e está disponível online.

A pesquisa foi financiada pelo U.S. Department of Energy, e Christy teve a colaboração do Dr. da UAH Richard McNider.

Se não se considera os efeitos passageiros dos vulcões e dos fenômenos El Niño/La Niña do Oceano Pacifico e se se atribui ao homem as mudanças supostas pelos “modelos” nos teríamos atingido por volta de 560 ppm de CO2 na segunda metade do século XX.

O Dr John Christy depondo no House Science Committee, no Congresso americano, 02-02-2016
O Dr John Christy depondo no House Science Committee,
no Congresso americano, 02-02-2016
A proporção real atual no máximo é de 400 ppm ou menos, dependendo das fontes.

Também a temperatura global deveria ter aumentado 2,3º C (perto de 4,1° F) se os “modelos climáticos” estivessem certos. Mas só foi de 1,1º C (quase 2° Fahrenheit).

A conclusão de Christy é que os “modelos climáticos” não estão certos e devem ser reformulados obedecendo às condições reais do clima atual. E todas as políticas atuais ligadas aos “modelos climáticos” até agora acreditados devem ser repensadas.

Um defeito das medições da temperatura terrestre é que os dados são coletados nas superfícies terrestres. Mas os cientistas carecem de dados satisfatórios dos oceanos. E esses são o 71% da superfície do globo.

Além do mais, mudanças locais na área terrestre próxima dos termômetros distorcem os dados. Exemplo: a pavimentação e a expansão das cidades.

Numa exposição científica a respeito, chegamos a ver, entre outras, a foto de um morador que montou uma churrasqueira perto de um termômetro que media automaticamente a temperatura local e a enviava para a elaboração da média global da temperatura planetária.

O Dr McNider acrescentou que os termômetros só medem a temperatura do ambiente em volta, ou seja da camada inferior do ar, omitindo as temperaturas das camadas superiores.

E pode haver disparidades muito grandes provocadas por fenômenos naturais locais ou esporádicos.

Nesse sentido, a medição feita com satélites é muito mais confiável constituindo um instrumento muito robusto para detectar as mudanças nos gases estufa na atmosfera, explicou Christy.

Tiros visando o escritório do Dr. Christy foram os únicos argumentos eco-comunistas contra seu trabalho científico
Tiros visando o prédio do escritório do Dr. Christy
foram os únicos argumentos eco-comunistas contra seu trabalho científico
As medidas assim estabelecidas pelos Drs. Christy e McNider discrepam de tudo o que se vinha acreditando como certo utilizando os “modelos climáticos”. Esses se mostram discrepantes da realidade.

Mais um fator de incerteza provém do fato que não é bem conhecida a transferência do calor entre a atmosfera e os oceanos, considerando os ventos, correntezas e outros condicionantes.

Nas hipóteses alternativas consideradas, o calor em excesso produzido naturalmente ou pelos homens seria absorvido pelas imensas massas oceânicas e não estariam disponíveis para aquecer a atmosfera.

Em qualquer caso, o trabalho indica que a atmosfera não está acumulando calor como dizem as suposições que exageram a influência do CO2. Essas deveriam ser atualizadas para serem objetivas, confiáveis e úteis.

McNider conclui: “se é o CO2 que está aquecendo a atmosfera, a acumulação de vapor de água — o maior e mais poderoso gás estufa — na atmosfera deveria estar aumentando”.

Mas isso não está acontecendo.

Resultado: mais um desmentido dos pânicos ambientalistas e um patenteamento de suas fraudes.




Satélites acusam que a vegetação mundial não deixa de se expandir

O mundo está cada vez mais verde e a vegetação mundial não deixa de se expandir. Desde 2003 as plantas captam anualmente 4 bilhões de toneladas de carbono a mais do que no ano anterior, inclusive o CO2, noticiou a agência Reuters.

A China, que destruiu suas florestas para produzir energia a qualquer custo no Grande Salto Adiante, ficou desesperadamente sem madeira e agora está plantando em grande estilo.

Os antigos estados soviéticos estão restaurando suas plantações e seus bosques aniquilados pela reforma agrária, e suas savanas estão mais exuberantes, devido à maior precipitação.

Os cientistas que analisaram os dados recolhidos por satélites nos últimos 20 anos constataram o aumento de consumo vegetal de CO2, contradizendo os temores forjados em torno do desmatamento no Brasil e na Indonésia.

Os dados da pesquisa foram publicados na revista Nature Climate Change.

O CO2, dióxido de carbono, representa a maior parte do carbono da atmosfera e é o gás da vida. Ele está na própria base do desenvolvimento da vegetação e da cadeia alimentar. É armazenado pelas plantas, formando o corpo delas, especialmente a madeira das árvores.

Porém, a arbitrariedade do alarmismo apocalíptico verde apresenta esse gás sumamente benéfico como se fosse o maior vilão, o causador do maior de todos os males – o ‘aquecimento global’ –, produzido pelo pior dos predadores do planeta: o homem, com suas máquinas e sua civilização!

O estudo não adota essas posições, mas esvazia temores estultos na aparência e ideologicamente induzidos.

Yi Liu que foi o diretor do trabalho é cientista da Universidade de New South Wales, Austrália. Ele se especializou no ciclo da água, incluída a das chuvas, e usou uma nova técnica de coletar os dados dos satélites para calcular o volume da vegetação numa área determinada.

E os dados apresentaram uma vegetação muito mais luxuriante e em expansão do que a apresentavam os métodos antigos, baseados em observações terrestres.

Observações desde o espaço apontam que o mundo em seu conjunto está ficando mais verde contrariando teorias sobre o desmatamento e a seca. Imagem: Carl Davies/CSIRO, CC BY-SA
Observações desde o espaço apontam
que o mundo em seu conjunto está ficando mais verde
contrariando apreensões a respeito do desmatamento e das secas.
Imagem: Carl Davies/CSIRO, CC BY-SA
E Liu ficou surpreso não só com os dados da China e dos ex-países soviéticos outrora devastados pelo coletivismo. Ele ficou admirado pela grande expansão da vegetação, favorecida pelo aumento das chuvas nas savanas tropicais e nos cerrados da Austrália, da África e da América do Sul.

“As savanas e os cerrados são sensíveis à chuva – num ano muito úmido as plantas fixam muito carbono, mas num ano de seca perdem o carbono fixado nos anos anteriores”, explicou.

Não é difícil concluir o benefício da exploração agropecuária nessas imensas áreas que visam compensar as mudanças naturais pluviométricas e multiplicar a plantação absorvedora de CO2.

Louis Verchot, diretor de pesquisas do Center for International Forestry Research, sediado na Indonésia, comentou que as descobertas de Liu permitem imaginar em larga medida o que se pode esperar de um mundo mais quente e úmido, resultante de uma mudança climática aquecedora.

O resultado dessa previsão científica é o contrário dos panoramas apocalípticos da militância ambientalista radical.

Se acontecer o ‘aquecimento global’ até agora não concretizado, “à medida em que as terras geladas da Sibéria, do Canadá e da Groenlândia forem sendo substituídas por vegetação, as fronteiras dos bosques avançarão para o norte e o Ártico vai aquecer”, explicou

Com a vegetação crescendo, aumentará a absorção do CO2 que está na atmosfera, obedecendo ao fator conhecido como “efeito fertilizante do CO2”.

Em poucas palavras, se algum dia houver um ‘aquecimento global’, ele aumentará a vegetação que consumirá o aumento de CO2 e afastará o ‘bicho papão’.

Precisamente o contrário do apregoado pelos agitadores comuno-anarquistas do pânico apocalíptico anticivilizatório.

Os afobados militantes verdes não terão percebido a contradição em que foram se afundando?

Para a ideologia verde, neocomunista e sectária, nem a natureza, nem a lógica, nem a ciência interessam.




“Barbárie científica”: chutes e distorções oficiais
sobre o CO2 no Brasil

A vegetação em fase de crescimento é ávida consumidora de CO2, mas não assim a vegetação adulta. Se se trata apenas de CO2, criar novas plantações desmatando florestas "velhas" reduz o CO2 do ar.
A vegetação em fase de crescimento é ávida consumidora de CO2,
mas não assim a vegetação adulta. Se se trata apenas de CO2,
criar novas plantações desmatando florestas "velhas" reduz o CO2 do ar.
“Barbárie científica” foi o título do artigo de Eduardo Castanho da SISFLOR (Instituto Sistema de Informações Florestais do Estado de São Paulo), que tem como objetivo difundir o conceito de agronegócio florestal sustentável.

A “barbárie” referida apareceu relatada em dois editoriais da “Folha de S. Paulo” a respeito dos gases de efeito estufa e seu possível efeito sobre as mudanças climáticas.

Os editoriais mostraram de modo explícito o equívoco científico em que a COP21 incorreu e ao qual temos nos referido extensamente no nosso blog. Confira: COP21

O fato é que a simples revisão das emissões brasileiras em ocasiões diversas mostrou uma decalagem de quase um terço (28,6%) entre um resultado e outro.

Esse número implica uma margem de erro de um terço do total das emissões brasileiras. Em outros termos, o “erro” teria sido de mais de 300 milhões de toneladas de CO2, algo equivalente ou igual ao total das emissões de um país como a França.

Uma margem de erro catastrófica, que desqualifica os autores para fazerem propostas sérias sobre o tema, diz o artigo.

Apesar de ter sido pega em flagrante, a imperícia em nada alterou as metas do governo e dos impávidos ambientalistas. Eles se pavoneiam alegremente falando até pelos cotovelos sobre a redução de gases como o CO2 e sobre o que aconteceria com o clima planetário dentro de um século.

Mas patenteiam conhecer muito pouco ou muito mal, pelo menos a respeito da atmosfera brasileira que eles próprios respiram.

À luz da imperfeição das mensurações brasileiras, o artigo “Barbárie científica” pergunta como é que os ecologistas conseguiram determinar com tamanha precisão suas previsões para o fim do século XXI?

Esta área indígena continuará séculos sem tirar nem pôr CO2 do ar. A renovação da vegetação, só possível com desmatamento inteligente, permitirá captar o CO2.Mas a "barbárie científica" não sabe disso.
Esta área indígena continuará séculos sem tirar nem pôr CO2 do ar.
A renovação da vegetação, só possível com desmatamento inteligente,
permitirá captar o CO2.Mas a "barbárie científica" não sabe disso.
E responde: chutaram, é evidente.

Isso não tem validade científica e quem respaldou essa barbaridade foi o establishment científico representado pelo IPCC.

Como acreditar e confiar nessas contas?

Como tomá-las como referência para o estabelecimento de políticas nacionais e globais que terão implicações em todos os setores das sociedades humanas?

Como acreditar que reduções de tantas mil toneladas implicarão em diminuição da temperatura média do planeta se diferenças da magnitude das apresentadas no caso brasileiro são calculadas (e quase não divulgadas) sem o menor constrangimento e sem gerar nenhuma correção nas pretensas ações mitigadoras?

O artigo de Eduardo Castanho foca um aspecto que nos conduz ao fundo ideológico da problemática.

No caso brasileiro, as metas de mitigação projetadas pelo movimento ambientalista visam pesar sobre o setor agropecuário da economia.

Na ideologia “verde”, carregada de preconceitos de fundo socialista contra a propriedade privada, o pretenso combate ao não demonstrado “aquecimento global” visa afogar as iniciativas do agronegócio.

O artigo ressalta que se se quiser reduzir a percentagem do CO2 no ar, nada de mais útil do que promover as únicas ações humanas que captam carbono da atmosfera e o transformam em fibras, alimentos, energia, etc.: isto é, promover a agricultura.

Se os mitos demagógicos contra o CO2 e o aquecimento global fossem porventura verdadeiros, o agronegócio deveria ser exaltado como salvador. E não seria perseguido por leis que afogam a agropecuária e infernizam a vida dos cidadãos desejosos de progredir.

Mas, esclarece o artigo, mesmo que o aquecimento global se devesse às atividades humanas, o papel da agropecuária nesse processo seria quantitativamente desprezível.

“Barbárie científica” é o título adequado para o valioso artigo. “Barbárie antibrasileira”, “Barbárie antiprogresso e anticristã”, comentamos nós.




Com aumento de CO2 árvores aproveitam melhor a água

Uma grande equipe formada por cientistas do U.S. Forest Service (agência do Departamento de Agricultura dos EUA que administra os 155 bosques e 20 pradarias do país), da Universidade de Harvard (EUA) e de cooperadores concluiu que diante de um aumento de CO2 na atmosfera as árvores responderam com maior eficiência ao aproveitamento da água.

O estudo intitula-se “Aumento da eficiência do uso da água pelas florestas diante do crescimento das concentrações de dióxido de carbono” (“Increase in forest water-use efficiency as atmospheric carbon dioxide concentrations rise”) e foi publicado no jornal “Nature”.

Os líderes da equipes foram Trevor Keenan, da Universidade de Harvard, e Dave Hollinger, especialista em fisiologia das plantas na Northern Research Station do U.S. Forest Service’s. Participaram colegas da Universidade Estadual de Ohio, da Universidade de Indiana e do Instituto de Meteorologia e Clima da Alemanha.

“O Serviço Florestal dos EUA está adquirindo um conhecimento essencial para manter florestas saudáveis e sustentáveis nas mudanças de clima”, explicou Michael T. Rains, diretor da Northern Research Station.

As plantas tiram o CO2 da atmosfera por meio da fotossíntese, num processo acompanhado de liberação do vapor de água das folhas.

proporção da água perdida comparada com o carbono ganho fornece o índice “eficiência no uso da água”, característica central nos ciclos de água, energia e carbono.

Os cientistas fizeram análises diretas e medições de longo prazo desse processo. Eles encontraram um aumento substancial na “eficiência no uso da água”, atribuída ao aumento do CO2 nas florestas boreais do Hemisfério Norte nas últimas duas décadas.

“Nossas análises apontam que o aumento de CO2 na atmosfera está tendo uma influência direta e inesperadamente forte nesses processos”, revelando um melhor índice de “eficiência no uso da água”.




ONU ri da ciência e intimida com o "aumento" de CO2

ONU espalha pânico com artifícios de má lei:
condições atmosféricas no Mauna-Loa, maior vulcão do mundo
(4.169 metros de altura e 90 km de largura, na Ilha Havaí)
não podem ser generalizadas a toda a Terra em boa fé
Ouça sem pensar e apavore-se: o mundo “entrou numa nova zona de perigo”. Como se já não o tivesse o suficiente!

Segundo a responsável pelo clima da ONU, Christiana Figueres, a concentração de CO2 atingiu o limite de 400 partes por milhão (ppm), algo que há milhões de anos que não acontece, informou o semanário socialista francês “Le Nouvel Observateur”.

“O mundo deve acordar e perceber o que isso significa para a segurança dos homens, seu bem-estar e o desenvolvimento econômico”, disse ela, sem explicar do que estava falando, apesar de seu comunicado ser oficial.

O leitor vai ser o primeiro a se perguntar por que essas 400 ppm de CO2 na atmosfera causam tanto alarme.

O CO2 constitui apenas 0,03% da atmosfera da terra! E sua taxa média na atmosfera anda pelos 393 ppm. Com o aumento constatado, ele terá crescido 2%, uma oscilação muito menor do que as diferenças consignadas em ambos trabalhos científicos.

E como se constatou esse aumento, que suscitou tão pomposo anúncio da ONU?

Foi no observatório instalado sobre o vulcão Mauna Loa, no Havaí. O registro da concentração de CO2 atingiu 400,03 ppm, segundo a reputada Agência Americana para a Atmosfera e os Oceanos (NOAA).

Astutamente, a informação da revista socialista francesa enfia pelo meio a ideia de tratar-se de uma “medida pontual”, e não de uma “média anual”.

Obviamente é um caso raro, pois, em virtude das emanações, no topo dos vulcões registram-se muitas proporções anômalas de gases e minérios que não representam toda a Terra!

No Eoceno, a temperatura global e o CO2 se multiplicaram várias vezes.
O resultado não foi a morte, mas extraordinário desenvolvimento
da vida vegetal e animal
Mas para evitar que o leitor perca a paciência e sinta-se logrado, a informação acrescenta que o verdadeiramente importante é que se atravessou uma fronteira simbólica.

A ciência é positiva e não funciona com as nobres evoluções dos raciocínios simbólicos.

Após achar que enrolou o leitor com o argumento do simbolismo, o jornal continua alegremente dizendo que este “é o sinal de que o planeta está lançado numa trajetória de aquecimento inquietante”!

De fato, no Eoceno (entre 55 milhões e 36 milhões de anos atrás), a concentração de CO2 na atmosfera atingiu de 700 a 1.000 ppm (CONFIRA), ou até segundo outros 2.000 ppm.

Foi um período pronunciadamente mais quente e úmido que o nosso, com um colossal desenvolvimento vegetal e animal. Foi a época dos sáurios gigantescos e de inúmeras outras espécies hoje desaparecidas.

O homem ainda não existia e a culpa do aumento do CO2 não pode ser-lhe atribuída.

Com esses índices de CO2 no Eoceno, o mundo não caminhou para um aquecimento assassino de toda vida. Ao contrário, após o Eoceno as temperaturas caíram, e em toda a História os humanos nunca tiveram razão para se preocupar com esse benéfico gás.

Precisou que, após a queda da URSS, surgisse uma onda de fundo comuno-anarquista mundial denunciando que o homem do mundo livre capitalista vai extinguir a vida pelo aumento do CO2.

Após embair o leitor, a grande coordenadora das negociações da ONU sobre o clima acrescentou que “sempre há uma chance de fugir dos piores efeitos do cambio climático”, e que o jeito é que a comunidade internacional profira uma “resposta política que enfrente o desafio”.

Após rir da ciência, atribuir tudo ao simbolismo e lograr os cidadãos, chega a hora de passar o comando para os “salvadores” da Terra: a classe política, os super-burocratas do mundo, assessorados obviamente pelas iniludíveis ONGs verdes.

Sobre essas bases, a ONU prepara uma grande conferência sobre o clima, a realizar-se na França em 2015.

Até essa data, os governos dos mais de 190 países engajados nas negociações tentarão formular um “tratado global e ambicioso para limitar as emissões de gases estufa”, como se estes fossem intrinsecamente maus, sempre e em toda parte.

A fantasia do comunicado da ONU atinge o hilariante quando acena com o perigo de voltarmos a um clima como o do Plioceno (entre 5 e 2 milhões de anos atrás), como se fosse pavorosa desgraça.

Teria bastado consultar a Wikipedia para saber que “nele o clima e a vegetação eram muito similares aos atuais, sendo que, se pudéssemos retornar até ele, dificilmente veríamos diferenças com o mundo atual”.

Dado básico omitido para espalhar pânico:
no Plioceno “o clima e a vegetação eram muito similares aos atuais, (...)
dificilmente veríamos diferenças com o mundo atual”

O clima foi cálido e houve grande expansão das calotas polares além de diminuição do nível dos mares com o benéfico CO2 a mais de 400 ppm.

Mas procura-se apavorar os homens para que aceitem uma espécie de ditadura socialista e ecológica universal. 

E isto se faz explorando a falta normal de conhecimentos sobre o meigo Plioceno para espalhar que retrocedemos a um sinistro período!

“Estamos em via de criar um clima pré-histórico no qual nossa sociedade terá que enfrentar riscos enormes e potencialmente catastróficos”, explicou Bob Ward, diretor de comunicação do Instituto de pesquisa Grantham sobre a mudança climática e o Meio Ambiente, da London School of Economics and Political Science.

Para a utopia neocomunista e anticristã ambientalista vale tudo para impingir nos homens uma ditadura universal que eles não querem e já recusaram repetidas vezes. Basta lembrar a URSS e o III Reich.




Aumento da temperatura e do CO2 ajudam a expandir a vida. Como ocultá-lo manipulando fatos científicos?

A Terra no Eoceno: temperaturas e CO2 máximos
estimularam maravilhosa expansão da vida vegetal e animal
Como fazer para que o leitor normal aceite como provada a hipótese do aquecimento global quando um estudo científico de porte fala mais bem em sentido contrário?

A BBCdeu um exemplo disso, para não citar outras caixas de ressonância habituais do catastrofismo ambientalista.

Há um modo de apresentar a matéria pondo destaques e ênfases, apelando a insinuações e, para garantir, deixando alguns astuciosos contrafortes nas partes provavelmente menos lidas. Vejamos.

Há 52 milhões de anos existiram na Antártida palmeiras e espécies vegetais do tipo baobabs. O clima era tropical e a vegetação exuberante, comprovou um trabalho publicado pela revista “Nature”.

O trabalho foi elaborado por cientistas da Universidade de Goethe e do Centro de Investigação do Clima e Biodiversidade de Frankfurt.

Florestas da Nova Zelândia se assemelham
às do centro da Antartida no Eoceno
Os especialistas analisaram amostras de rochas extraídas do fundo do mar na Terra de Wilkes.

As amostras contêm fósseis de pólen e esporas originadas na costa antártica. Os investigadores reconstituíram teoricamente a vegetação da zona e acham que a costa se parecia com alguma localidade do Caribe.

As temperaturas na costa antártica oscilariam entre 10º C no inverno e 25º graus no verão.

O interior do continente, porém, era mais frio, mas havia florestas compostas por araucárias do tipo que hoje se encontram na Nova Zelândia.

As amostras analisadas provêm do início do Eoceno, período em que as temperaturas na Terra foram muito altas e a concentração de CO2 atingiu mais do dobro da atual.

O valioso trabalho apenas confirma o que sempre afirmaram os cientistas objetivos: que a Terra já passou por períodos de aquecimento entre as diversas glaciações na História.

O Eoceno (entre 56 milhões e 33 milhões de anos atrás) foi caracterizado por altas temperaturas e concentrações de CO2 elevadíssimas, favorecendo o desenvolvimento de bosques tropicais que se espalharam por todo o globo, inclusive nos polos, além da vegetação e dos mamíferos (dinossauros e baleias notadamente).

Naquele período – antes da deriva continental ou separação dos continentes – a Antártida estava ligada à Austrália.

O período concluiu com um grande esfriamento da temperatura global (entre 36 e 33 milhões de anos atrás) que extinguiu maciçamente os grandes mamíferos, talvez 20% da fauna do planeta.

Aquecimento global e super-nivel de CO2 favoreceram o planeta todo.
Concepção artística de uma floresta alemã no Eoceno
Após os dados, o viés.

A notícia menciona o suposto “aquecimento global antropogênico” e sugere ao leitor que o Eoceno “foi marcado por uma espécie de ‘'efeito estufa’... que teria semelhanças com o momento atual da Terra”, como escreveu a BBC.

A BBC apresenta os resultados do estudo como um “retorno ao futuro”: o aquecimento global estaria nos levando a um período enormemente quente parecido com o Eoceno.

A comparação é uma arapuca sob múltiplos pontos de vista.

1) A extinção de espécies vivas, a redução das florestas e certa desertificação aconteceram com o esfriamento e a diminuição do nível de CO2 na fase final do Eoceno. O contrário da pregação alarmista atual que aponta no aquecimento global: extinção de espécies, redução da área habitável, desertificação, redução da água doce, entre outras "catástrofes" planetárias.

2) O fenômeno, comparável ao “efeito estufa”, que segundo a BBC gerou o Eoceno, foi extraordinariamente favorável à flora e à fauna. Outra negação do que o alarmismo espalha a propósito do “efeito estufa”.

3) Se é para comparar, deveria se concluir que o aquecimento global e o aumento do CO2 – se é que existem – nos conduziriam a uma extraordinária expansão da vida e multiplicação das espécies. O contrário do alarmismo, que anuncia a extinção das espécies e a desertificação dos continentes habitados.

Terra aqueceu sem influência humana. Concepção artística da Antártida no Eoceno
4) A apresentação enviesada omite mais um dado essencial da polêmica atual: há 52 milhões de anos o homem não existia.

Sobretudo a civilização moderna – responsabilizada pelo aquecimento global antropogênico – dava sinais nem de vir a nascer.

5) Por fim, a duração das mudanças no Eoceno se contabiliza em milhões de anos. Agora bem, esses prazos não impressionam ao leitor. Resultado, a nota da BBC introduz uma especulação própria, a qual é feita para assustar.

O golpe consiste em dizer que, segundo o estudo, mudanças imensas como as do Eoceno poderiam acontecer agora, “quiçá em menos tempo”.

Citando um coautor, a BBC destaca que “se as emissões [de CO2] continuarem sem cessar por causa da queima de combustíveis fósseis, é provável voltarmos a obter essas concentrações em poucas centenas de anos”.

Jörg Pross: CO2 não explica aquecimento do Eoceno
6) No último parágrafo do longo artigo, a BBC deixa montada uma defesa: segundo James Bendle, da Universidade de Glasgow, coautor do trabalho, “o Eoceno apresenta elevações de níveis de CO2 que não serão alcançados tão cedo e que talvez jamais venham a ser alcançados caso ocorra uma redução na emissão de CO2”.

Conferindo outras fontes informativas, como o diário Clarín, de Buenos Aires, verificamos que para outro membro da equipe científica, o professor Jörg Pross, paleoclimatólogo na Universidade Goethe, o nível de CO2 na atmosfera do Eoceno não é suficiente por si só para explicar as condições quase tropicais na Antártida, tirando a base para as fantasias alarmistas.

E Mariano Memolli, diretor do Instituto Antártico Argentino, apontou que os estudos apresentados são “apenas modelos teóricos”, ou exercícios mentais cuja aplicação na realidade é desconhecida.

Porém, passando rapidamente os olhos sobre a notícia, o leitor desprevenido ficará com a impressão contrária. E poderá sair velhacamente ludibriado.






CO2 nada tem a ver com o aquecimento global, diz mais um cientista americano

A Humanidade e suas crescentes emissões de dióxido de carbono (CO2) e outros gases do efeito estufa na atmosfera não têm nada a ver com o aquecimento global.

Assim acredita Don Easterbrook, professor emérito de Geologia Glacial da Western Washington University, nos EUA, e apontado como um dos principais cientistas que contestam o consenso em torno do tema.

Segundo Easterbrook, suas pesquisas, com base na análise de amostras de gelo retiradas das geleiras da Groenlândia, indicam que a Terra passa por constantes ciclos de aquecimento e resfriamento, com duração aproximada de 30 anos cada.

— Não acredito no aquecimento global primeiro porque não há dados físicos que comprovem que isso está acontecendo — afirma. — Tudo que os arautos das mudanças climáticas têm são modelos computacionais fundamentalmente errôneos. Basta ver que se alimentássemos um dos modelos do IPCC com dados de 1980, suas previsões para o clima em 2010 não chegariam nem perto dos dados reais coletados naquele ano.

De acordo com Easterbrook, todo aquecimento das últimas décadas é fruto de um processo natural que já terminou, com evidências de que desde o ano 2000 a Terra entrou em uma tendência de resfriamento.

Ele conta que seus estudos identificaram 40 ciclos de calor e frio nos últimos 500 anos e desde a última Idade do Gelo, há entre 10 e 15 mil anos, pelo menos uma dúzia de episódios em que a elevação da temperatura média do planeta atingiu 15 graus Celsius, mais de 15 vezes maior do que do que a alta atual, calculada entre 0,7 e 0,8 grau nos último século, sendo que nenhum deles estaria diretamente associado a aumentos na concentração de dióxido de carbono na atmosfera.

— O CO2 é incapaz de causar uma mudança climática significativa e não pode ser usado para explicar o pequeno aumento de temperatura atual — defende.

— Basta ver que a partir dos anos 40, quando as emissões tiveram uma forte alta, a temperatura média da Terra caiu durante 30 anos enquanto a concentração de CO2 na atmosfera aumentava.

Gaivotas caminham sobre canal congelado em Paris
Gaivotas caminham sobre canal congelado em Paris
Só a partir dos anos 70 a temperatura começou a subir e, mesmo assim, décimos de grau, o que não tem nenhuma relevância estatística.


Ainda segundo Easterbrook, todas as emissões de CO2 da Humanidade desde o início da Revolução Industrial mudaram em apenas 0,008% a composição da atmosfera, mais uma amostra de que o gás não pode ser o causador do último ciclo de aquecimento, que teria terminado por volta de 1999.

Sua teoria é de que estes ciclos estão associados a variações na temperatura da superfície dos oceanos. Esta, por sua vez, seria afetada pela cobertura de nuvens do planeta, que mudaria de acordo com oscilações no campo magnético do Sol.

— Quanto mais fraco este campo magnético, maior é a formação de nuvens, o que tem um efeito de resfriamento, já que elas refletem a radiação solar antes dela alcançar a superfície da Terra — diz.

Easterbrook: agenda ambientalista visa controlar a população mundial Foto: chinês Sha Zukang, Secretário General da Rio+20
Easterbrook: agenda ambientalista quer controlar população mundial
Foto: chinês Sha Zukang, Secretário General da Rio+20
Para Easterbrook, o fato de o vapor d’água que forma as nuvens ser o gás mais atuante do efeito estufa no planeta, responsável por mais de 95% do aquecimento que faz dele habitável (se não houvesse o efeito estufa, a temperatura média da Terra seria da ordem de –18 graus Celsius), não contrabalança o efeito de resfriamento da maior reflexão de radiação.

O cientista também rechaça argumentos de que a partir de 2000, quando acredita que o planeta começou a esfriar, foram registrados alguns dos anos mais quentes da História.

Na opinião do professor americano, todo discurso alarmista em torno do aquecimento global e das mudanças climáticas é uma estratégia de grupos interessados em obter dinheiro e poder dentro do sistema multilateral das Nações Unidas.

É uma agenda que pretende controlar a população mundial, especialmente a dos Estados Unidos e outros países desenvolvidos, tanto que, diante da falta de evidências físicas do aquecimento, estão mudando o discurso para a questão da sustentabilidade — considera.

(Fonte: César Baima in “O Globo”, 28 de junho de 2012).




Pletora de provas mostra que o CO2 nada tem a ver com o clima, diz ex-reitor da UnB

Pletora de provas mostra que o CO2 nada tem a ver com o clima, diz O Prof. José Carlos de Almeida Azevedo, 76, é doutor em física pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA), ex-reitor da UnB (Universidade de Brasília) publicou clarividente matéria no "Jornal da Ciência" e reproduzida na "Folha de S.Paulo" de 16 de abril de 2009.

Nela desmente com impressionante aparato documental um dos maiores bluffs do terrorismo ecologista: que o gás carbónico (CO2) aquece perigosamente a Terra.

“O artigo de Myanna Lahsen (Tendências/Debates, 3/4), em que pretendeu criticar dois artigos que escrevi nesta página, me fez lembrar duas pessoas. O comediante Groucho Marx disse: “Hoje, ciência é o nome do jogo, e, se você conseguir enganar, você está dentro”.

“O filósofo Mario Bunge, no estudo In Praise to Intolerance to Charlatanism in Academia (Louvando a Intolerância ao Charlatanismo na Academia, Anais da New York Academy of Sciences), critica os que falam de ciência e dela nada entendem. Bunge disse que Feyerabend “tem merecido atenção porque, erradamente, admitiram que ele conhece algo de física. Mas, de fato, a sua ignorância desse assunto, o único que procurou entender, era abismal”. Lahsen entende menos de física que Feyerabend.

O que os ecoterroristas chamam de efeito estufa nada tem a ver com o que ocorre numa estufa para plantas ou em um automóvel com os vidros fechados e exposto ao sol.“Para ela, “é fácil criar confusão sobre a ciência do clima”, sem saber que na ciência não há confusão, há divergência, e que não existe a “ciência do clima”. Lahsen, antropóloga dinamarquesa, diz que o IPCC “não é uma instituição de pesquisa” e “não faz previsões do tempo nem do clima. Ele avalia ciência já produzida”, mas se desdiz ao afirmar que o IPCC tem “milhares de cientistas”.

“Levianamente, ela afirma que tenho “entendimento errado” do que é o IPCC e que me baseio em um relatório de 23 cientistas, “um número muito pequeno se comparado aos milhares de cientistas (...) do IPCC”, o que é falso.

Para Lahsen, a validade científica depende de votação, apesar de a frase de Galileu ter mais de 400 anos: “Em questões de ciência, a autoridade de mil não vale o humilde raciocínio de um só indivíduo”. O que fazem esses “milhares de cientistas” que frigiram 50 bilhões de dólares para provar a influência do CO2 no clima e nada conseguiram?

Sol, 10-12-1997“Cabem perguntas: há prova científica sobre a influência do CO2 no clima? Não há.

Algum livro de física de nível universitário menciona esse efeito estufa? Salvo engano, só há um, o Thermal Physics, de Kittel (edição de 1990), que, em quatro linhas, atribui o efeito ao vapor d’água. O que os ecoterroristas chamam de efeito estufa nada tem a ver com o que ocorre numa estufa para plantas ou em um automóvel com os vidros fechados e exposto ao sol.

Há prova de que o CO2 nada tem a ver com o clima? Há uma pletora. O artigo de Jan Veizer, entre outros, prova, numa perspectiva de 4 bilhões de anos do ciclo do carbono, que o fator preponderante não é o CO2, é a radiação cósmica.

“E há prova inequívoca, a feita com o gelo retirado em Vostok, que mostra que a temperatura sempre aumenta antes de o nível do CO2 aumentar; não ocorre o oposto, como quer a sábia danesa, que não distingue causa de efeito nem sabe que há mais coisas entre o céu e a Terra além do CO2.

“O Danish National Space Center corresponde ao Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), onde Lahsen se encontra. Lá, os dinamarqueses E. Friis-Christensen, K. Lassen e H. Svensmark provaram que a radiação cósmica cria múons que chegam às nuvens baixas da Terra e formam os núcleos de condensação que definem o clima e o tempo.

São o Sol e a radiação cósmica que os definem. Terra comparada com erupção solar 22-10-2000.“Por sua vez, N. Shaviv e J. Veizer, em Israel e no Canadá, provaram a correlação que há entre o clima na Terra e a passagem do sistema solar pelos braços da galáxia local, a Via Láctea. Por isso, o Cern (Organização Europeia de Pesquisa Nuclear) amparou esses estudos e reuniu cientistas e cerca de 30 instituições para estudar a natureza do clima e do tempo sob essa perspectiva.

São o Sol e a radiação cósmica que os definem. Mas a pseudocientista Lahsen discorda, diz que é o CO2, o que me leva a lhe sugerir que volte à Dinamarca e lá exiba a sua sabedoria. Mas o que faz uma antropóloga em um instituto de estudos espaciais? Conversa com seres extraterrestres?

R. Lindzen, do MIT, disse que adeptos do IPCC agem como a juventude nazista. Myanna Lahsen segue a cartilha da juventude fascista, de Mussolini: “Credere, obbedire, combattere”. Crer, obedecer, combater. É o que cabe aos pobres em espírito”.

Nada comprova esse papel atribuído ao CO2 no aquecimento e isso explica a cautela tardia do IPCC ao afirmar em seu último relatório (IPCC 2007 - I, pág.10) que “a maior parte do acréscimo da temperatura média global observada desde meados do século 20 é muito provavelmente (very likely) devida ao aumento observado da concentração de gases do efeito estufa: Afinal, é ou não o CO2 o responsável? Gastaram US 50 bilhões e ainda não sabem?

Qual a explicação para o degelo no Ártico, as enchentes e furacões que ocorrem e dizem ser decorrentes do “aquecimento antropogênico” alardeado no filme hollywoodiano do AI Gore?

Há uma decisão da Corte Suprema da Inglaterra e Gales, número 2007/EWHC 2288 Adm. CO/3615/2007 - Caso Stuart Dimmock versus Ministério da Educação - que proibiu a exibição do filme nas escolas, até corrigirem 11 erros graves nele existentes. Na realidade, há 35 erros.

O CO2 gerado por combustíveis fósseis não é o responsável por esses fenômenos, que decorrem de efeitos na escala astronômica e não podem ser controlados pelo homem. Esse gás existe na atmosfera na proporção de 0,28% e até pode contribuir para o aquecimento, mas em escala irrelevante.

Em junho deste ano foi publicada nos EUA a coletânea de estudos que contestam cabalmente, do ponto de vista científico, to­dos os argumentos do IPCC e de seus adeptos: “Climate Change Reconsidered the Report of the Nongovernmental Panel on Climate Change”. Tem 897 páginas e muitas centenas de referências a estudos científicos que fundamentam o que diz.

Ao final, transcreve os nomes de 31.478 cientistas norte-americanos que discordam do IPCC, reunidos em petição promovida por F. Seitz, físico famoso e ex-presidente da National Academy of Sciences e da American Physics Society dos EUA

O Festim de Balthasar é uma conhecida passagem do livro de Daniel e descreve o banquete promovido por Balthasar, rei dos Caldeus e filho de Nabucodonosor. Regado a vinho e pago com dinheiro público, reuniu mil dignitários, cantoras e concubinas.

No meio do festim, surgiram nas paredes sinais estranhos escritos por mão invisível que ninguém soube decifrar. Trêmulo, o rei chamou os sábios e astrólogos, entre eles o profeta Daniel, que interpretou os sinais. Balthasar foi assassinado e substituído por Daniel. O festim em Copenhague terá muito mais dignitários, não será tétrico e será bem mais alegre e inconsequente.

(Fonte: “O Festim”, do Prof. José Carlos Azevedo, “Correio Braziliense” de 1º-10-2009).




CO2: Brasil não cumpre o impossível,
mas ambientalistas querem mais e pior!

Inútil: John Kerry, Secretário de Estado da administração Obama assina demagogicamente o Acordo de Paris. O presidente Trump anulou tudo.
Inútil: John Kerry, Secretário de Estado da administração Obama
assina demagogicamente o Acordo de Paris. O presidente Trump anulou tudo.
O Brasil está longe de cumprir as metas climáticas que impôs a si mesmo no âmbito do Acordo de Paris e caminha na contramão das políticas climáticas implementadas na era petista, reconheceu a ‘Folha de S.Paulo’.

Em Paris, a então presidente Dilma Rousseff prometeu demagogicamente que o País reduziria em 37% as emissões de CO2 – o bicho papão do aquecimentismo climático – até 2025.

Mas essas subiram 8,9% só em 2016 tornando ainda mais inverossímil a espalhafatosa meta. Isso obviamente preocupa às organizações e militantes verde-vermelhos que agitam o inexistente fantasma das “mudanças climáticas”.

Eles exigem mais rigor estatista para estrangular mais o País implementando a irreal agenda ambiental prometida em Paris.

Neste blog tivemos repetidas ocasiões de mostrar que a meta apresentada pela heroína climática petista era uma fantasia irrealizável.

Porém, ela escondia um objetivo encravado no coração petista: arruinar o Brasil paralisando sua indústria e seu agronegócio para “salvar o planeta”. Isso deveria levar a um miserabilismo de tipo cubano.

Reprimir as emissões de CO2, o gás da vida, não influiria nada no clima, como foi de mostrado pelos melhores cientistas do País na matéria. Veja embaixo por exemplo as declarações do Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion, lá em 2010!, sobre o assunto.

Acresce que para atingir a fabulosa proporção de - 37%, as esquerdas e os ainda mais radicais militantes ambientalistas sonhavam com medidas socialistas ditatoriais.

Essas deviam interromper a expansão da área cultivável – e se possível reverte-la – ferir o coração energético da atividade industrial e condenar os cidadãos a andar só de transporte público – dono de carro seria tido como bandido – e idealmente passar à bicicleta como na China de Mao Tsé Tung.

O gado é indiciado como mais um culpado do aquecimento global!!! Metas do acordo de Paris são absurdas
O gado é indiciado como mais um culpado do aquecimento global!!!
Metas do acordo de Paris são absurdas
Ou, ainda mais virtuosamente se adaptar a uma choça indígena primitiva para evitar o aquecimento que transformaria a Terra num planeta ardente e desértico.

Hoje figuras emblemáticas do PT e de seu esquema de corrupção estão às voltas com a Justiça.

E, no âmbito internacional, a saída dos EUA do ruinoso acordo parisiense jogou uma paulada de cal nele.

Se os EUA ficam de fora, muitos outros países já deixaram entender que não levarão a sério o que assinaram. O Acordo de Paris ficará tão oco como o Protocolo de Kyoto que pretendia substituir.

A vida normal falou: a meta ideologicamente enviesada é inatingível e a emissão de gás da vida aumentou naturalmente em 8,9%.

Mas a confraria ecolo-anarquista parece cega. Em vez de sossegar e criar juízo volta à carga com mais propostas no sentido do acordo hoje semi-morto.

Esperneiam contra a medida provisória 795 em andamento no Legislativo, que concede incentivos fiscais ao setor de óleo e gás, máximo demônio capitalista emissor de CO2 no mundo

Para Viviane Romeiro, do WRI (World Resources Institute) o Plano Decenal de Energia (PDE) mostra que o governo brasileiro desconhece as agendas de clima. E isto, na linguagem da confraria verde, é crime contra o planeta.

Segundo ela, o Brasil não só não cumpre o que prometeu no Acordo de Paris, mas nem mesmo as promessas anteriores previstas na Política Nacional de Mudança do Clima.

Repetimos: são impossíveis de serem cumpridas porque ideologicamente enviesadas e contrárias à natureza.

Ativistas profissionais tentaram sem resultado reverter a frustração da COP23 em Bonn. Fanatismo ecolo-comunista não pretende abandonar exigências insensatas.
Ativistas profissionais tentaram sem resultado reverter a frustração da COP23 em Bonn.
Fanatismo ecolo-comunista não pretende abandonar exigências insensatas.
O WRI pede uma montanha faraônica de reformas para enforcar os satanizados emissores de CO2, e enforca-los para sempre.

Nesse sentido, há burocracia e mais burocracia que ainda não saiu do papel, deplora o WRI.

Toda espécie de instrumentos financeiros, comitês interministeriais, Fundos, Programas e Planos, reforma agrária de cunho ecológico e miserabilista aguarda uma faraônica concretização.

Tudo, em poucas palavras, para sepultar embaixo de uma pirâmide de controles a todos e cada um dos brasileiros.

Desde as altas finanças até o camponês em contato com a terra, passando sem perdoar pelos aspectos mais miúdos da vida quotidiana.

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, espalha otimismo sobre os “avanços” obtidos na COP-23 do Clima embora tenha sido realizada em Bonn em novembro de 2017 num clima de frustração pela ausência dos EUA.

Enquanto o ministro discursava no evento, foi aprovado o PLANAVEG, que prevê restaurar 12 milhões de hectares de florestas. Leia-se tirá-las da civilização.

A revolução ambientalista não parou. A utopia radical continua pedindo mais vítimas.


Climatologista sério anunciava em 2010 o arrefecimento global para pasmo de jornalistas crentes do mito do aquecimento global






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28 comentários:

  1. no eoceno, o CO2 era cinco vezes maior...

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  2. Li ,gostei e postei .
    Artigo importante ao ponto de ter leituras .
    Obrigada ,PROFESSOR .

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  3. Artigo muito esclarecedor .

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  4. Marly Winnie (Salvador-Bahia)26 de abril de 2021 18:59

    Prezado Luis Dufaur,
    Estamos juntos nessa luta a favor das emissões de CO2 e nossos argumentos estão baseados na Geologia Histórica, chamada assim pelo geólogo Dr. Anderson Caio, um pesquisador independente. Quero informar que o resumo da grande descoberta da pesquisa realizada ao longo de 40 anos é o Ciclo da Energia na Terra, em vídeo, que está disponível em www.petroleoeecologia.com.br.
    Apoiando a afirmação "Comemoremos o aumento de CO2"!!!!
    Grata pela atenção
    Marly Winnie (Salvador-Bahia)

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  5. Lucia Stickel Mueller Nogueira26 de abril de 2021 19:00

    A verdade aparecendo finalmente

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  6. Graças a Deus .
    Postei integralmente no meu face .Quem ignora ,lê e fica a saber como nos impingem "banha de cobra "
    Obrigada ,PROFESSOR .

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  7. parabéns pela divulgação estou recomendando o texto

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  8. Olá amigos
    Tenho republicado alguns artigos vossos no meu blog, dando sempre os créditos.
    Grande abraço

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  9. Excelente entrevista .
    Vou partilhar .
    Obrigada

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  10. E não aparece nenhum cientista aquecimentista para debater com Richard Lindzen sobre essa "teoria". Muito provavelmente por que ninguém é insano o suficiente para ser vergonhosamente humilhado e ser objeto de chacota mundial!

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  11. Ótimo Blog, posts e referências. As represálias que sofreu o Prof. Ricardo Augusto Felício corroboram este artigo e o obscurantismo que amaça a ciência prol interesses que discrepem do bem comum.

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  12. Prezado Dr.Dufaur,
    O CO2 é de fato matéria prima para a fotossíntese. Mas é o calor continuadamente gerado 24 horas por dia de todas atividades (solar, terrestres naturais e industriais) que não é totalmente emitido para o espaço, conforme artigo de pesquisador da Holanda, Se houver eficiente tecnologia para: redução desse calor, reciclagem de lixo marítimo e terrestre; controle ambiental para proteger o ar e a água de nascentes e rios da poluição, então o pretencioso CO2 desapareceria como mágica! Mas, atualmente o lixo mundial e poluição do ar, terra e mar acompanham o aumento do CO2.
    Saudações,

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  13. precisa rebater menos essas teorias científicas mentirosas e atacar o problema de fundo. O objetivo é arrecadar dinheiro para distribuir principalmente entre os movimentos políticos esquerdistas. Nesse sentido o ecoterrorismo é o método mais eficiente.

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  14. Luiz Dufaur: excelente teu blogs, mas sugiro uma atualização gráfica mais amigável. A leitura é um tanto confusa. Tudo numa mesma tela fica confuso demais. Abraço.

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  15. A hipocrisia dessa elite querendo a redução populacional: Eles defendem o aborto, defendem que a menina não pode ser menina assim como o menino não pode ser menino, são contra a preservação das famílias tradicionais.

    O príncipe William "HÁ MUITAS PESSOAS NO MUNDO" colocando a "vida selvagem em risco":
    https://www.youtube.com/watch?v=IQMN0JY4CY0

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  16. Prezados amigos do Blog Verde: a nova cor do comunismo,
    Leiam este artigo que saiu no Julio Severo:

    http://juliosevero.blogspot.com/2010/09/homem-armado-no-canal-discovery-longe.html

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  17. Até os céticos estão começando a mudar de opinião; certamente, produto da informação. E a sociedade brasileira - que admite ser o problema um assunto de prioridade - mas que não entende (praticamente) nada do que está sendo discutido na mídia, quando é que passará a ser ouvida (certamente, antes, conscientizada)e possa expressar sua opinião? A quem interessa deixar a sociedade no indesejável (e inoportuno) grupo dos excluídos?
    Será que alguém pensa que a crise das Mudanças Climáticas (os caminhos de sua soluição) poderá ser resolvida sem o envolvimento efetivo da sociedade?

    Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA
    roosevelt@ebrnet.com.br

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    1. Outro leitor do blog26 de abril de 2021 19:17

      Crise das mudanças climáticas? Que crise? Burrice não tem mesmo limites!

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    2. Caro anônimo, então devemos "conscientizar" a população e logo depois pedir para esta "expresse a sua opinião"? Ou seja, ensina-lhes o que querem que eles digam faça-os dizer, como um ensaio seguido de apresentação do teatro de formatura do ensino primário...

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    3. o sujeito falando "crise das Mudanças Climáticas" já denunciou a que mundo pertence! Sem falar de "conscientizada", "grupo dos excluídos", "envolvimento efetivo da sociedade"...
      Faltou parabenizar a China pelos avanços na defesa da mãe terra Pacha Mama!

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  18. Excelente ! A descoberta do Ciclo da Energia na Terra pelo pesquisador independente Dr. Anderson Caio revela exatamente essa verdade. A grande parte de CO2 existente na atmosfera inicial da Terra foi consumida na formação de toda matéria orgânica, vegetal e animal, presente no planeta. Além disso, o CO2 continua a ser consumido por todos os vegetais pelo processo da fotossíntese, desde que esse gás é seu único alimento, e por essas razões sua quantidade hoje na atmosfera é de apenas 0,032 %.

    Como todo lixo orgânico formado desde o início da vida na Terra tem como destino as bacias de sedimentação, podemos imaginar a quantidade de petróleo existente em subsuperfície e a necessidade de queimar esse petróleo para recuperar o CO2 que está em quantidade irrisória para manter a vida vegetal, importante alimento dos animais, inclusive a espécie humana.

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  19. NOTÍCIA IMPORTANTE
    .
    Estudo descobre que "quase todo" o aquecimento global recente foi inventado [pelos cientistas].

    Por JAMES DELINGPOLE
    9 de julho de 2017

    Grande parte do aquecimento global recente foi fabricado por cientistas climáticos para que pareça mais assustador, descobriu um estudo.
    O estudo revisado por dois cientistas e um veterano estatístico analisou os conjuntos de dados de temperatura média global (GAST) que são usados ​​por alarmistas climáticos para argumentar que os últimos anos foram "a melhor eva" e que o aquecimento dos últimos 120 anos tem sido dramático e sem precedentes.

    O que eles descobriram é que essas leituras são "totalmente inconsistentes com medições credíveis publicados nos EUA e outros dados de temperatura".

    Ou seja, os dados ajustados (alterados) utilizados por organizações alarmistas como a NASA, a NOAA e o UK Met Office diferem tão acentuadamente dos dados originais que não podem ser considerados confiáveis.

    Este gráfico fornece uma boa idéia da direção dos ajustes.
    (ver original em inglês)

    As barras azuis mostram onde os dados de temperatura bruta foram ajustados para baixo para torná-los mais frios; as barras vermelhas mostram onde os dados de temperatura bruta foram ajustados para cima para torná-los mais quentes.

    Observe como a maioria dos ajustes para baixo ocorrem no início do século XX e a maior parte do aumento ocorre no final do século XX.

    De acordo com o meteorologista Joe D'Aleo, co-autor do estudo com o estatístico James Wallace e o cientista climático do Cato Institute, Craig Idso, [o que os alarmistas fizeram] tem o efeito de exagerar a tendência de aquecimento:

    "Quase todo o aquecimento que eles estão exibindo estão nos ajustes [dos dados de temperatura].

    "Cada conjunto de dados fez com que diminuísse o aquecimento da década de 1940 e e aumentasse o aquecimento atual".

    "Você pensaria que, quando você fizer ajustes, às vezes você obtém um pouco de aquecimento e, às vezes, obtém resfriamento. Isso quase nunca aconteceu. "

    O que isso significa, conclui o relatório, é que as afirmações da NASA, da NOAA e do UK Met Office de que o mundo está experimentando um aquecimento sem precedentes e dramático devem ser tomadas com uma enorme desconfiança: todos usam a mesma temperatura média mundial corrompida ( GAST).

    As conclusões desta pesquisa são que os três conjuntos de dados GAST não são uma representação válida da realidade. Na verdade, a magnitude de seus ajustes de dados históricos, que eliminaram seus padrões cíclicos de temperatura, "são totalmente inconsistentes com medições credíveis publicados nos EUA e outros dados de temperatura".
    Assim, é impossível concluir a partir dos três conjuntos de dados GAST publicados que os últimos anos foram os mais quentes - apesar da gritaria atual de aquecimento recorde.

    http://www.breitbart.com/big-government/2017/07/09/delingpole-nearly-all-recent-global-warming-is-fabricated-study-finds/

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  20. Pelo seu prisma, então devemos agradecer o ar poluído que respiramos, dando como exemplo extremo algumas cidades asiáticas, e além disso quanto mais poluição se fizer melhor.
    Interessante esse seu raciocínio.
    Só mais uma coisa, a terra que já tem alguns anos, teria melhor qualidade de vida antes ou depois da revolução industrial, sobretudo depois da década de 70 com o aumento da emissão de gases?

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    1. O gás CO² nem de longe é um poluente. Este é um erro crasso e primário. O artigo não resvala este problema e a qualidade de vida depende primordialmente da abundância de alimentos. O dióxido de carbono contribui obviamente para o desenvolvimento da vegetação o que contribui para a melhoria da vida.

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    2. O que ele disse é verdade, na era carbonífera, as samambaias tinha 15 metros de alturas,não a terra esta trabalhando mais com a maior quantidade de co2 ,esse pessoal terrorista sempre vendeu gato por lebre, não devemos acreditar em tudo que dizem,as estepes estão liberando co2,em muita quantidade, o homem não é nada, em comparação, tudo é para frear vo crescimento do homem, não sei quem certo.

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  21. As políticas ecoterroristas dos ambientalistas sempre dirão o contrário, mesmo diante de todas as evidências científicas.

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  22. muito obrigado pelo seu magnifico trebalho de informaçao

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  23. Ótimo, aliás ótimo como sempre!

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