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domingo, 16 de fevereiro de 2020

Reciclagem do lixo: a grande mentira

Denuncia de ambientalistas: por trás de uma bandeira verde há um negócio inescrupuloso. E não é o único...
Denuncia de ambientalistas: por trás de uma bandeira verde há um negócio inescrupuloso.
E não é o único...
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






A reciclagem do lixo, bandeira do ambientalismo, resultou uma grande mentira, pelo menos na Espanha, segundo a ONG ecologista Greenpeace no relatório “Maldito Plástico” por ela elaborado e citado no site Websegur.com.

Greenpeace demonstra que Ecoembes uma celebrada ONG meioambiental muito conhecida na Espanha que age “sem ânimo de lucro para cuidar do meio ambiente a través da reciclagem e do ecodesenho dos vasilhames na Espanha” mente desinibidamente.

E o pior é que faz isso tendo obtido o monopólio da gestão do lixo com gigantescos acordos com os órgãos do governo para criar uma “Espanha limpa”.

Mas por trás há uma enorme falcatrua. Diz recuperar o 77% dos envases plásticos, e só recupera o 25% deles.

Basta olhar as acumulações de lixo plástico em ruas, lixões, rios e mares, diz Greenpeace.

Mas a propaganda faz acreditar que os espanhóis devem se resignar a todas às exigências da Ecoembes apoiada na força dos governos, porque seu trabalho seria excelente.

A modernidade do plástico em todo deu margem ao ambientalismo tribalista que recusa os sensatos usos e costumes da sociedade orgânica cristã.
A modernidade do plástico em todo deu margem ao ambientalismo tribalista
que recusa os sensatos usos e costumes da sociedade orgânica cristã.
Ecoembes é um gigante que paga estudos e cátedras universitárias, gratifica jornalistas bajuladores que silenciam a desastrosa reciclagem atual.

A EFEverde (uma dependência especializada da agencia estatal de notícias EFE) difunde muitas notícias ecológicas, mas nunca diz nada contra Ecoembes porque há acordos entre ambas para formar jornalistas supostamente defensores do meio ambiente.

O grande quotidiano catalão La Vanguardia mantém uma seção para cantar os louvores da trapaça da reciclagem combinada entre políticos e Ecoembes.

Greenpeace prossegue com uma extensa lista de exemplos de sites e publicações com fantásticas notícias para glorificar a corrupção ambientalista.

Esses sites e jornais falam de um país que não existe. Ecoembes engana a população para ganhar dinheiro em conluio com políticos corruptos.

Ecoembes está por trás de incêndios misteriosos de montanhas de lixo plástico que vêm poluindo o ar, em violação dos princípios de que se ufana defender.

Todo fala que a Ecoembes serve às empresas transgressoras das leis sagradas da ecologia. Para isso lhes facilita a vida colando nelas etiquetas de cumprimento das exigências ambientais. Nada indica que esse serviço seja grátis.

Para Greenpeace empresas incriminadas como grandes criminosas ambientais estão associadas com Ecoembes e Ecovidrio, que tem seu próprio mercado, para “o negócio perfeito de ganhar dinheiro, sem se interessarem pela reciclagem ou pela contaminação”.

Antiga farmácia de Mastro Antonio Patanazzi, em Roccavaldina, Messina, Itália. Cada vaso continha uma substância para manipulação. Não se conhecia o lixo. Hoje é museu
Antiga farmácia de Mastro Antonio Patanazzi, em Roccavaldina, Messina, Itália.
Cada vaso continha uma substância para manipulação.
Não se conhecia o lixo. Hoje é museu
Ditas empresas querem produzir muitos vasilhames plásticos e para se exibir como “ecologicamente engajadas” ante seus consumidores pagam para que ativistas verdes reciclem alguns poucos, ou recrutem voluntários para que limpem grátis uma pequena área.

Mera propaganda e desvio de fundos. A verdadeira eliminação não poluente do lixo não é feita. O cidadão comum paga na conta do lixo a promessa mas não a realidade.

Greenpeace, que é grande militante do mundo verde, fornece os nomes das maiores empresas mais poluentes e mostra como seguem contaminando alegremente sob o guarda-chuva protetor da fabulosa ONG Ecoembes associada com o governo.

No mar, os peixes seguem comendo plástico e mercúrio. Na terra os homens seguem se intoxicando com a fumaça de montes de lixo incinerados que atingem 2.5 milhões de toneladas anuais.

E para completar, uma outra campeã do combate ao lixo plástico, quer dizer a União Europeia, exporta navios repletos de materiais tóxicos para imensos lixões na Malásia.

Greenpeace continua professando sua fé na reciclagem e avança perto de cinquenta propostas para supermercados, governos e cidadãos.

Mas também cai em propostas virtualmente inaplicáveis para os consumidores num mundo que recusou a sabedoria.

A sociedade industrial gerou problemas que não existiam, como o do lixo, hoje explorados pelo ambientalismo para derrubar a própria sociedade industrial!
A sociedade industrial gerou problemas que não existiam, como o do lixo,
hoje explorados pelo ambientalismo para derrubar a própria sociedade industrial!
Propõe que os governos legislem pensando no meio ambiente. Mas onde estão os políticos impolutos dispostos a elaborar desinteressadamente leis sábias e prudentes?

Greenpeace exige novos níveis de consciência ecológica. Mas como vai consegui-lo num mundo que se habituou à coima funcionando em toda repartição pública ou até em empresas privadas?

Muitos dos conselhos de Greenpeace eram costumes quotidianamente praticados pelas gerações que nos precederam, mas que foram abolidos como pouco modernos ou caseiros demais.

Muitos desses usos e práticas eram possíveis em famílias grandes com propriedades folgadas e numerosa criadagem. Já ficaram impossíveis nos estreitos apartamentos modernos.

Por exemplo fabricar sabão caseiro ou consumir alimentos naturais da própria horta, galinheiro, etc., coisas muito comuns nos lares dos anos pré-industriais.

Ou o uso rotineiro dos mesmos vasilhames de cerâmica ou vidro, por vezes belos, orgulho do lar.

Lembro ainda o ruído dos cascos do cavalo do carrinho do leiteiro sobre os paralelepípedos do bairro em que morava quando criança, hoje cotado como dos mais caros de Buenos Aires.

Seu eco era um alarme para conferir se as garrafas de leite bem limpas haviam sido sido depositadas no fio da rua, junto com o papelucho avisando quantos litros de leite, iogurte e manteiga a mais, devia deixar o leiteiro.

Mestre açougueiro e seu ajudante aprendiz, segundo o 'Tacuinum Sanitatis'. Era ponto de honra e condição para ser mestre nada desaproveitar por isso não há nada pelo chão.
Mestre açougueiro e seu ajudante aprendiz, segundo o 'Tacuinum Sanitatis'.
Era ponto de honra e condição para ser mestre nada desaproveitar
por isso não há nada pelo chão.
E se precisava muito a cozinheira descia com uma panela que o leiteiro imergia generosamente em algum dos grandes tanques de leite que trazia no carro. E depois anotava num caderno de contas zelosamente conservado por uns e outros. Na poluição ou no lixo nem se pensava porque não havia.

Lembro de dois protestos caseiros. Um era que o leite era tão genuíno que o creme subia e entupia o gargalo. Certa feita, minha mãe enfiou uma faca até o cabo ficando firmes sem se mexer: era tudo creme e do bom! Apenas havia pouco leite na garrafa. Nada de produto industrializado.

Segunda grande queixa: o pitoresco barulho das ferraduras do cavalo e das rodas de madeira revestidas de aço podia acordar as criancinhas! Afinal apareceu a solução: rodas e ferraduras revestidas de borracha.

Um dia o carrinho não passou mais. O leite era preciso pegar no supermercado nos invólucros bem conhecidos, desnatado, pasteurizado e passado por “n” processos de alta tecnologia. Foi tido como um progresso.

Foi progresso deveras?

Hoje o ambientalismo clama contra esse “progresso” e trabalha com ONGs, ONU, Vaticano e governos para nos empurrar à insana vida tribal.

Na Espanha, uma Lei de Resíduos do ano 1998 encheu cidades e casas de imensos lixos coloridos “seletivos” certamente não cheirando bem e afeando os ingressos das casas e apartamentos ou algum de seus pátios interiores, e inclusive ruas e passeios públicos.

Dita Lei prometia que pelo final de 2002 a produção de lixo diminuiria um 6% por habitante.

Mas as prefeituras, governos estaduais e federais multiplicaram as exigências em volume e variedade dos invólucros dos produtos alimentares de modo inimaginável e as plantas para trata-los ficaram caríssimas.

Produtos eletrônicos e brinquedos, entre outros, acrescentaram fabulosas montanhas de material descartável.

Nesta e muitas iluminuras medievais que compulsamos, uma nota está sempre presente: tudo é aproveitado.
Nesta e muitas iluminuras medievais que compulsamos,
uma nota está sempre presente: tudo é aproveitado.
As novas normas para eliminar as pirâmides de lixo requerem fabulosas quantidades de energia para fundi-lo e recicla-lo e assim re-usá-lo para fazer mais e mais lixo que voltará a ser refundido, etc.

Resultado: os cidadãos procuram escapar desse circuito infernal, as empresas “ecologicamente comprometidas” burlam os procedimentos propagandeados. E nos cenáculos ambientalistas se prega pela eliminação sumária da nossa sociedade industrializada.

Exemplo foram as “Jornadas de Basurotopía” na Faculdade de Direito de Albacete onde foi anunciado que por cada 7 kg de qualquer produto que consumimos, foram produzidos 93 kg de lixo de todo tipo.

Os exageros ecologistas tornam essa e outras estatísticas muito pouco críveis. Mas elas são adotadas como oráculos na grande mídia, nos gabinetes do governo, socialistas ou não, nos corredores e simpósios do Vaticano e até nos discursos do Papa Francisco.

E para concluir o que? Pois que temos que imitar os pobres índios amazônicos que andam nus, doentes e miseráveis, na floresta tropical adorando a Pachamama!


domingo, 9 de fevereiro de 2020

Furacões passam,
mas a fábrica de pânicos verdes fica

Furacão Harvey atinge o Texas
Furacão Harvey atinge o Texas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Todos os períodos estivais no Golfo do México são marcados pelos furacões.

O fenômeno é cíclico e muito bem conhecido pela população e, a fortiori, pelos cientistas. Há até um método alfabético especial para ir lhes atribuindo um nome em série.

Neste ano houve alguns furacões poderosos. Também foi cíclica a demagogia ecologista.

Em Politico, o climatólogo Eric Holthaus se erguia como profeta do Apocalipse com argumentos assaz repetidos: “O Harvey  (referia-se ao de 2017) é o rosto da mudança climática, chegou a hora de abrir os olhos e nos preparar para o mundo que está vindo”, dramatizou.

Se for a julgar pelos furacões, o “mundo que está vindo” será igual àquele em que vivemos desde que o homem existe: nos próximos verões teremos furacões semelhantes aos dos anos passados.

Alan Reynolds, do Cato Institute e ex-diretor de pesquisa econômica no Hudson Institute, sublinhou o bafo de ignorância que infecciona o alarmismo, em artigo reproduzido por Newsweek.

Reynolds recomendou aos ambientalistas exageradores que em vez de cobrar dos outros a abertura dos olhos se esforcem em fechar a própria boca para conter as tolices.

Desastres naturais por ano: estabilidade nos eventos,
oscilações nas vítimas, diminuição dos danos. Nenhum agravamento
Atribuir culpas à “mudança climática” sem olhar para os fatos é típico daquilo que o filósofo Karl Popper chamou de “pseudociência”.

A teoria que não pode ser testada não é ciência.

Exemplos arquetípicos de “pseudociência” segundo Popper são o comunismo e a psicanálise.

Reynolds também passou em revista outros profetas de desgraça que sempre que faz mal tempo, o atribuem a mudança climática.

Mas nunca fazem o mesmo quando temos bom tempo.

O perito do Cato Institute observou que as chuvas trazidas pelo Harvey – apresentadas como sinais da morte futura do planeta – são estatisticamente indistinguíveis das do furacão Amélia, anterior de 48 anos (1978).

O aumento da temperatura das águas do Golfo do México tampouco diz nada a respeito de um aumento global da temperatura dos mares ou de intensificação dos furacões. É só matéria de fé de profetas sem provas.

Desde 1998 a 2012, houve quatro grandes estudos para medir a temperatura da superfície dos mares.

Dois concluíram um “fraco aquecimento” e outros dois um “esfriamento coincidente com o estancamento da temperatura da superfície global”, diz Reynolds. Nada relevante

Reynolds conclui com simplicidade: o clima é altamente mutável. É impossível atribuir um furacão ou uma enchente a uma ligeira mudança de temperatura.

“Que o furacão Irma nos sirva de lição!”, bramou o então Ministro francês da Transição Ecológica, Nicolas Hulot. “A força de negar a realidade, ela vai nos pegar e nós não estamos prontos para isso”, disse para completar as banalidades reproduzidas por “Le Parisien”.

Hulot é um velho agitador ambientalista, mas o cada vez mais desprestigiado presidente francês Emmanuel Macron, nomeou-o ministro do meio ambiente, até renunciar “a la furacão!” em 2018.

Hulot falou de balanços desastrosos após a passagem do furacão Irma pelas Antilhas francesas e atemorizou o público da TV France 2 com uma “provável multiplicação de fenômenos do gênero por causa do aquecimento global”.

“O pior está diante de nós”, profetizou. E anunciou o engajamento de todos os recursos do Estado francês para cortar o avanço impiedoso do clima que muda.

Nicolas Hulot, ativista verde virou ministro socialista de Meio Ambiente na França
profetizou um futuro pior e caiu no nada
Ele insistiu no estribilho das mudanças climáticas extremas que submergiriam países inteiros estabelecidos em arquipélagos. Segundo as velhas profecias esses já deveriam ter desaparecido. Mas o fato é que até estão aumentando de superfície

O furacão Irma também  em 2017 causou devastações importantes nas Antilhas, mas os recordes ficaram por conta da exploração político-midiática sensacionalista.

Essa despertou mal-estar porque a dor e os danos que sofreram incontáveis seres humanos foram manipulados por interesses ideológicos.

Nos EUA por volta de seis milhões de habitantes da Florida migraram de suas cidades por medidas de emergência ou temor pessoal.

Nos EUA, a abundância de infraestruturas e a riqueza dos habitantes permitem esse enorme esforço.

As vítimas fatais foram muito poucas e os danos ficaram abaixo do previsto porque os cidadãos estão acostumados de longa data a esses fenômenos e constroem com critérios de segurança especiais, observou a AFP.

Mas, não foi assim nos países em que os cidadãos não tem esse nível econômico. Pensemos sobre tudo em Cuba, o maior e mais atingido país do Caribe.

Os vídeos nos apresentam a crua realidade: o socialismo transformou cidades como Havana em imensas concentrações de cortiços que há décadas veem caindo aos pedaços, e os cidadãos vivem na miséria à mercê das desgraças, com infraestruturas abaixo do mínimo indispensável e carência quase total de sistemas de auxílio.

Pelos menos 27 pessoas teriam morrido em circunstâncias miseráveis, alguns eletrocutados, outros esmagados por uma sacada que desabou sobre um ônibus e quedas estrepitosas de prédios apodrecidos.

Tal vez nunca se saiba o número de cubanos mortos. Desde a chegada do Irma o governo socialista exibia impotência para apresentar um número aproximado.

Todos os furacões nos EUA por violência. Nenhuma tendência de aumento.
Todos os furacões nos EUA por violência. Nenhuma tendência de aumento.
Uma apuração das perdas em vidas e danos seria prejudicial ao comunismo cubano que mantém o país na mais degradante penúria.

Tampouco a confraria verde-vermelha quis indagar muito para não incomodar seus amigos da ditadura cubana.

Para encontrar um furacão igual ou superior ao Irma é preciso remontar até o ano 1935! Mas isso prova também que não há intensificação de furacões.

O furacão Allen em 1980 atingiu recordes maiores de velocidade.

Enquanto o alarmismo espalhava pânicos, muitos especialistas se perguntavam “porque eles têm que mentir tanto”?

O National Hurricane Center americano tem uma página com a listagem das maiores tempestades tropicais e furacões no Atlântico desde 1851 até 2014. E uma página mais pormenorizada ano por ano continuamente atualizada AQUI.

O blog “Watts Up With That” destaca que os únicos aumentos estatísticos se devem apenas às melhoras dos sistemas de medição.

Se os furacões se devessem ao aquecimento da temperatura da água ou global, a humanidade não teria sobrevivido no Período Quente Medieval.

No Período Quente Minoano (1450-1300 a.C.) deveria ter havido furacões categoria 9 – algo insonhável hoje – todos os anos!

A verdade é que os furacões passam, houve todo ano, voltará a haver no próximo verão do Hemisfério Norte com intensidades maiores ou menores dentro do leque previsível, como sempre houve. Poderá haver algum mais forte que se sai do registro histórico, e mais nada.

Na natureza e nos registros humanos não há base para pânicos.

Mas, a fábrica de pânicos midiáticos verdes voltará a produzir furacões de exageros, mentiras e blefes assim que soprar o primeiro furacão rotineiro. Teremos tempestades sim, mas ideológicas, e ecológicas!, para nos impor o abandono do que resta de nossa ordem civilizada.



Cuba é mais flagelada pelo socialismo miserabilista do que pelos furacões naturais. Mas ecologistas silenciam




domingo, 2 de fevereiro de 2020

Escandinávia faz bom vinho: exemplo de adaptação à mudanças de clima

A etiqueta de vinhos de Skaersogaard registra a origem controlada da região de Dons.
A etiqueta de vinhos de Skaersogaard
registra a origem controlada da região de Dons.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Um moderado aumento das temperaturas, como por exemplo se verificou no chamado Período Quente Medieval, está longe de ser um mal, e é preferível a um esfriamento das temperaturas médias.

Os especialistas em clima têm ressaltado esse fato essencial.

Os alarmistas do aquecimento global, cegados pelo seu ideologismo de esquerda, não vem ou escondem essa realidade.

Neste blog temos citado vários climatologistas de reputação como o Prof. Luis Baldicero Molion, que refutando os alarmismos do aquecimentismo, manifestam ser mais benéfico para a humanidade uma tendência ao aquecimento do clima, embora não esteja acontecendo.

No filme “The Great Global Warming Swindle” (“A grande Farsa do Aquecimento Global”) podemos ver e ouvir renomeados cientistas defendendo idênticas posições e com simpáticos exemplos históricos.

domingo, 26 de janeiro de 2020

Amor pela música barroca no Chaco e Amazônia exorciza tribalismo comunista

Rumo ao ensaio de música barroca na Amazônia.
Rumo ao ensaio de música barroca na Amazônia.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
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Nas ruas e igrejas de San Ignacio, na região boliviana de Chiquitania na transição entre o Chaco e a Amazônia, a 200 kms do Brasil, soa um rumoroso desmentido à demagogia comuno-tribalista que eclodiu no Sínodo Pan-amazônico de 2018.

A população toda ela é descendente dos “povos originários” guaranis.

O comuno-tribalismo de missionários adeptos à “teologia da libertação” e ONGs herdeiras do utopismo comunista quereriam jogá-los de volta ao primitivismo precolombino.

Mas o que a população gosta é de Bach, Vivaldi e da música barroca. E a executa com tanta habilidade, bom gosto e paixão que deixou pasmo ao jornalista do “Le Figaro Magazine” de Paris que foi até essa região chaco-amazônica para fazer ampla reportagem. (dezembro de 2019, págs. 67 e ss.)

Félix, de 17 anos, apaixonado pela música barroca, mostrou à jornalista Manon Quérouil-Bruneel, o Stradivarius que ganhou como melhor aluno de orquestra municipal.

E com os olhos brilhando de emoção começou a executar uma fuga de Beethoven que os prédios coloniais da antiga missão jesuítica ecoavam naquela selvática região.

domingo, 19 de janeiro de 2020

Nova era do petróleo cresce, mas alarmismo profetizou que teria acabado. O que há?

Enigma: profecias falham mas "profetas" seguem pregando  que é preciso pôr fim à sociedade rica e produtiva
Enigma: profecias falham, mas "profetas" seguem pregando
que é preciso pôr fim à sociedade rica e produtiva
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Quando jovem morei em Roma. Os imprevistos da vida me faziam passar com frequência diante de certo palazzo romano, não longe do Lungotevere.

Dentre as inúmeras peculiaridades dos palazzi romani, aquele entretanto me intrigava. Sobretudo uma placa junto ao pórtico de entrada. Nela estava escrito: Clube de Roma.

Em alguma parte eu lera que esse Clube anunciou o esgotamento do petróleo para 1980 e pediu com urgência a reformulação mundial do conceito de crescimento para o planeta.

Em verdade, naquela época eu não me preocupava muito se aquilo era uma turma de esquisitos, ou um boato jornalístico ou confusão minha.

Um dia, falando com um professor, comentei a placa, meu desinteresse e contei minha ignorância sobre o tal clube.

domingo, 12 de janeiro de 2020

“Profecias” catastroficamente erradas
do “fake apocalipse” verde! –2

O 'Dia da Terra' perdeu embalo, mas as profecias enganosas continuam sendo marteladas. Foto: o Earth Day 2013 no Canadá.
O 'Dia da Terra' perdeu embalo, mas as profecias enganosas continuam sendo marteladas.
Foto: o Earth Day 2013 no Canadá.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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continuação do post anterior: “Profecias” catastroficamente erradas do “fake apocalipse” verde! –1



8. Peter Gunter, professor da North Texas State University, também escreveu em 1970:
“Os demógrafos concordam quase unanimemente na seguinte lista de acontecimentos: por volta de 1975 se produzirão fomes generalizadas na Índia; elas vão se espalhar por toda a Índia, Paquistão, China, Extremo Oriente e África.

“Pelo ano 2000 ou, como se pode supor, ainda mais cedo, as Américas do Sul e Central lutarão para sobreviver, carentes de víveres.

“Pelo ano 2000, o mundo inteiro, com exceção da Europa Ocidental, América do Norte e Austrália, terá falta do necessário para comer”.

domingo, 5 de janeiro de 2020

“Profecias” catastroficamente erradas
do “fake apocalipse” verde! –1

O que profetizavam os arautos do catastrofismo no primeiro Earth Day em 1970? Tudo falhou, mas eles prosseguem insensíveis ao fiasco
O que profetizavam os arautos do catastrofismo
no primeiro Earth Day em 1970?
Tudo falhou, mas eles prosseguem insensíveis ao fiasco
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Se o caro leitor acreditou nos agouros do “aquecimento global”, no estiolamento do planeta, no derretimento dos polos, na desertificação da Amazônia, no sepultamento pelas águas das grandes cidades costeiras, na incapacidade planetária de acolher uma dantesca superpopulação, na extinção pelo consumo dos últimos recursos alimentares e outros pânicos ambientalistas, em sã lógica deveria achar que não está lendo este post, pois a vida e a civilização na Terra já teriam acabado, de acordo com as mesmas aterradoras profecias.

Também deveria acreditar que o planeta virou um astro morto inabitado e inabitável, ou, na melhor das hipóteses, que os últimos humanos estariam morrendo de fome e sede a um ritmo de 100 ou 200 milhões por ano, numa atmosfera mortalmente poluída e num deserto coberto de cadáveres insepultos numa temperatura global se aproximando à de Vênus, ou tal vez em meio a uma Era Glacial.

Então, o que o prezado leitor está fazendo diante da tela de seu dispositivo eletrônico, após ter comemorado as festas do fim do ano?

A pergunta pode parecer atrevimento da nossa parte, mas de fato não é.

Isso foi escrito, anunciando e profetizado em livros, ensaios, entrevistas de rádio e TV, em datas em que a Internet e as redes sociais pareciam um sonho utópico.