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domingo, 19 de setembro de 2021

Pânico ambientalista engana com fantasmas

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








A radiação da energia nuclear vai te matar



Continuação do post anterior: Defensivos agrícolas não envenenam a comida



Patrick Moore o cofundador de Greenpeace que saiu da ONG pela infiltração marxista, como escrevemos em posts anteriores, refuta os pânicos ambientalistas sublinhando que eles acostumam apelar a fatores que não são verificáveis.

Cfr.: Fundador arrependido de ONG verde denuncia fakes na grande mídia

‘Veneno na nossa comida’: mais fakes ecologistas

Por exemplo, sobre os pânicos espalhados contra as usinas de energia elétrica com tecnologia nuclear, ele indaga: você já viu alguma radiação nuclear?

Evidentemente não, porque é invisível, responde. Precisa-se de um contador Geiger para detectá-la, instrumento que a maioria das famílias não possui.

Mas essa não mata? É o que martela insistentemente a mídia!

Ele responde: em termos de fatalidades por unidade de energia produzida, a nuclear é a tecnologia mais segura de todas.

Ainda esclarece: houve apenas um acidente nuclear que causou a morte de civis: Chernobyl com 56 óbitos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. E é atribuída à péssima tecnologia soviético-comunista.

Num acidente único morreu mais gente numa barragem hidrelétrica, na Rússia em 2009. Mas a falsa militância ecologista faz silencio sobre tudo quando põe em jogo o prestigio da vetusta URSS e suas péssimas construções.

No incidente de Fukushima, Japão, em 2011 ninguém morreu de radiação.

E ninguém sofrerá efeitos perceptíveis na saúde no futuro por causa da radiação, de acordo com a Fundação de Pesquisa de Efeitos de Radiação, de Hiroshima.

Mas os alarmistas verdes assustaram tanto o público com essa “ameaça” invisível que a Alemanha decidiu fechar todas as suas usinas nucleares e muitos países decidiram não construir mais.

Enquanto isso, a China, a Índia e a Rússia ultrapassaram o Ocidente em tecnologia atômica e estão construindo dezenas de novas usinas nucleares porque sabem que o futuro é da produção de eletricidade.

A Coreia do Sul produz quase 30% de sua eletricidade com reatores nucleares.

É a mais segura de todas as tecnologias de eletricidade não sendo mais tóxica do que um pedaço de madeira queimado numa termoelétrica.

“Mar de plástico” do tamanho do Texas ao norte do Havaí


Oceanógrafo CarlosDuarte, responsável da expedição Malaspina:
“Essa famosa ilha de pásticos não existe”.
É um outro boato assustador. Primeira pergunta que formula Moore: você já viu uma fotografia aérea ou de satélite do “mar de plástico”?

Provavelmente não, porque ele realmente não existe, explica.

Acrescentamos nos: o governo espanhol gastou milhões de euros numa expedição científica de dois anos.

No retorno: o oceanógrafo Carlos Duarte, chefe do gigantesco esforço que circunvagou o planeta, anunciou taxativamente à imprensa que o aguardava no porto de Barcelona: “essa famosa ilha de plásticos, supostamente entre a costa estadunidense de Oregon e o Havaí, não existe”. Cfr.: Expedição descobre que imensa “ilha de lixo flutuante” era ficção ambientalista

Mas a propaganda nos apresenta um plástico cheio de venenos mortais que avança extinguindo pássaros, peixes e mamíferos marinhos aos milhares, com perigos de extinções de espécies.

Estas notícias falsas dão origem a apelos à proibição do plástico e a outras medidas drásticas contra a sociedade industrial que poderiam ser melhor fundamentadas.

Pessoas tolas estão proibindo canudos de plástico como se fossem uma ameaça terrível para o meio ambiente, diz Moore.

Há milhões de anos vem caindo madeira no mar em grandes quantidades, acidentalmente ou jogadas pelo homem. Detritos vegetais flutuantes fornecem habitat para garças, algas marinhas, caranguejos e muitas outras espécies de vida marinha.

O plástico flutuante também o faz. As aves marinhas e os peixes comem os pedaços de plástico para obter o alimento que está crescendo neles.

Alguns pássaros e animais marinhos são prejudicados por detritos de plástico, mas o dano é superado em muito pelo suprimento adicional de alimento que fornece. O plástico não é veneno ou poluição, é lixo. 


Continua no próximo post:


domingo, 12 de setembro de 2021

Defensivos agrícolas não envenenam a comida

'Veneno na nossa comida' é boato assustador negado pelos investigadores sérios
'Veneno na nossa comida' é boato assustador negado pelos investigadores sérios
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Continuação do post anterior: Fundador arrependido de ONG verde denuncia fakes na grande mídia



Resíduos de pesticidas nos alimentos causam câncer, defeitos de nascença, autismo e danos cerebrais


Como tratamos no post anterior (Fundador arrependido de ONG verde denuncia fakes na grande mídia), Patrick Moore no livro “As falsas catástrofes invisíveis e ameaças de destruição” (“The Fake Invisible Catastrophes and Threats of Doom”) descreve algumas das maiores trapaças do catastrofismo ambientalista.

Sobre tudo, os fantasmas inventados em laboratórios de propaganda. Esses são ponto de partida de temores que nós, simples cidadãos, só podemos sofrer, mas não conseguimos ver. E por isso podemos ser facilmente enganados.

Não podemos, por exemplo, ver, cheirar ou provar os “resíduos” de pesticidas que haveria nos alimentos que segundo o terrorismo verde penetram em nós nos alimentos, lojas ou restaurantes e que nos estariam causando pelo menos nove doenças relevantes.

É uma pena que não possamos observa-los, mas nada facilita mais para inventar histórias do que um “veneno invisível” que penetrassem pode-lo ver.

Em 1997, os Institutos de Pesquisa do Câncer dos EUA e Canadá estudaram durante vários anos de todas as publicações científicas relatando alguma conexão entre câncer em humanos e resíduos de pesticidas em alimentos.

Eles não encontraram nenhuma evidência confiável ligando os dois.

Concluíram sim que um 30% dos cânceres humanos são causados pelo vício do fumo. Mas nesse caso a causa é uma planta que existe naturalmente e não havia relação com os “resíduos invisíveis assassinos”.

Constataram também que 35% dos cânceres derivam de uma dieta pobre, com muita gordura e colesterol que são substâncias naturais. Não fizeram menção aos misteriosos resíduos.

Não há, portanto, conclui o “patriarca” do ambientalismo, risco algum para a saúde comer frutas e vegetais pulverizados com pesticidas legalmente aprovados.

“Baobabs da África morrem numa taxa sem precedentes. A mudança climática seria a culpada”


Baobabs vicejando. A foto ilustra artigo sobre a extinção dessas árvores
Baobabs vicejando. A foto ilustra artigo sobre a extinção dessas árvores
Essa foi a manchete de um artigo do USA Today de 11 de junho de 2018. A história foi replicada por quase todos os principais veículos de notícias como o início da desgraça global.

Até a versão online da Enciclopédia Britânica deu crédito à história.

Mas nenhuma árvore morta foi retratada em algum dos muitos artigos que Patrick Moore compulsou na Internet.

Ele explica: “minha primeira regra de pensamento crítico é nunca confiar em um relatório que começa com as palavras ‘pôde’, ‘pode’ ou ‘poderia’”.

De fato, tudo e qualquer coisa ‘pôde’, ‘pode’ ou ‘poderia’ acontecer em toda e qualquer parte de dia ou de noite, no inverno ou no verão, nos polos ou no Equador, na seca ou na chuva.

O cientista sério e o jornalista objetivo devem apresentar a seus alunos ou leitores fatos confirmados, reproduzíveis em laboratório, e não possibilidades mais ou menos abstratas ou imaginárias.

É perfeitamente natural que árvores mais velhas de qualquer espécie morram à medida que envelhecem.

Baobab com folhas em Madagascar
Baobab com folhas em Madagascar
Seria preocupante se os Baobabs jovens estivessem morrendo numa taxa sem precedentes calculada com critérios confiáveis.

Moore quis saber a fonte dessa “taxa sem precedentes” de Baobabs morrendo e a único que achou foi um professor de química romeno que escreveu: “oito das 13 árvores mais antigas da África morreram na última década”.

Os Baobabs têm ampla distribuição na África, ao longo da cintura subsaariana e ao longo da costa leste até a África do Sul.

Uma população imensa, portanto, onde 13 exemplares não são padrão de medida.

Moore tampouco achou sequer uma estimativa do número total de Baobabs na África, mas poderiam existir dezenas, senão centenas de milhares.

Não espanta, então que os oito exemplares mais antigos morressem em dez anos, quer dizer menos de um por ano entre dezenas ou centenas de milhares.

Sendo impossível determinar a causa de um fato tão insignificante, o diabo máximo foi indiciado: a mudança climática!

Baobab gigante sem folhas não está morrendo é uma peculiaridade de sua natureza que os 'verdes' também desconhecem
Baobab gigante sem folhas não está morrendo:
é uma peculiaridade de sua natureza
que os 'verdes' também desconhecem
Para Moore essa pode ser a história mais boba levada a sério pela mídia mundial.

Até a Fox News, que banca de conservadora, cobriu essa tolice.

Os Baobabs são caducifólios. Quer dizer que nas estações secas do ano perdem suas folhas para poupar água, como fazem os Ipês, tanto o roxo quando o amarelo no Brasil.

A mídia explorou então fotos de Baobabs sem folhas, sugerindo que morriam. 

No farto noticiário não havia foto alguma de um Baobab morto.

Quem contou os Baobabs? Quantos leitores alguma vez foram a África a ver um desses gigantes vegetais?

Sabiam que são gigantes? Sabiam que são caducifólios? Que perdem as folhas na seca?

O que sabiam? Provavelmente muito pouco.

Por isso confiavam na única fonte acessível: a grande mídia.

E essa faz a festa explorando a ignorância do leitor que ficou mal informado e ludibriado pelo blefe da apocalíptica mudança climática.

Os fantasmas dos OGMs nos prejudicam ocultamente

Demagogia contra transgênicos é propaganda maliciosa denunciada pela ciência
Demagogia contra transgênicos é propaganda maliciosa denunciada pela ciência
Um pé de milho convencional é praticamente idêntico a um pé de milho OGM, pelo menos para quem não é agricultor.

Mas o milho OGM pode ser mais viçoso porque foi melhor protegido dos insetos pelas modificações em seus genes.

O USFDA (Food and Drug Administration, agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA) diz que ambas categorias são “substancialmente equivalentes”.

Em outras palavras, não são diferentes uma da outra de maneira significativa alguma.

Mesmo assim, observa Moore, centenas de grupos ecologistas aterrorizadores insistem que há algo no milho OGM, que obviamente é invisível e que traz consequências más para o planeta e para nós.

A Monsanto, empresa de sementes e proteção de cultivos, é sentada no banco dos réus como se estivesse produzindo armas de destruição em massa e as usando contra civis, devendo ser punida como os criminosos em Nuremberg.

Procure-se qualquer organização confiável de alimentos, saúde e ciência e ver-se-á que garante que os alimentos transgênicos são perfeitamente seguros.

Mas a exploração do medo de um fantasma envenenador invisível rende lucros a seus difusores.

E como as pessoas não podem “ver por si mesmas” os genes mudados no laboratório, ficam muito preocupadas com sua saúde e a de seus filhos porque o grande órgão de mídia trombeteia o perigo em todas as direções.

O salmão de criação intoxica e extingue o salmão selvagem


Fazenda de salmão no Chile
Fazenda de salmão no Chile
Claro que também neste caso os “venenos” são invisíveis acrescidos do fato que os salmões estão abaixo da superfície do mar, onde apenas um mergulhador pode inspecioná-los.

Os ativistas da fazenda anti-salmão afirmam que o salmão de viveiro está espalhando doenças e piolhos do mar para os estoques de salmão selvagem.

A verdade é o inverso: o salmão de viveiro é criado em incubadoras terrestres e está livre de doenças e piolhos quando colocado em currais no mar.

É o salmão selvagem que passa doenças e piolhos aos peixes de viveiro.

Porém ativistas verdes e a mídia vendem mais contando a versão fake e os telespectadores não podem descer ao fundo dos oceanos para verificar a verdade.

A criação de salmão e de muitas outras espécies na aquicultura é sustentável. Ela poupa os cardumes selvagens, que de outra forma estariam em sério risco de se esgotarem.

Pescadores de salmão no Alasca
Pescadores de salmão selvagem no Alasca.
Propaganda ambientalista inverte os dados e os perigos.
O salmão de criação produz proteínas mais saudáveis e óleos ômega-3 benéficos.

A aquicultura sustenta dezenas de milhões de pessoas em todo o mundo e em comunidades remotas que não teriam outros meios para sobreviver.

Não tendo provas para suas terríficas denúncias, os fanáticos anti-transgênicos, explica Moore, apelam a imagens falsas e assustadoras.

O salmão de viveiro é delicioso, nutritivo, fresco o ano todo, é preferido pelos chefs e recomendado pelo especialista em ecologia.



Continua no próximo post: Pânico ambientalista engana com fantasmas

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Fundador arrependido de ONG verde
denuncia fakes na grande mídia

Cofundador de Greenpeace, abandonou-a porque invadida por comunistas
Cofundador de Greenpeace, abandonou-a porque invadida por comunistas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Patrick Moore é um cofundador da Greenpeace, a mais famosa ONG ambientalista do mundo, precursora da maioria das existentes.

Mas a abandonou por causa da infiltração marxista acontecida após o desfazimento da União Soviética.

Esses comunistas desempregados ingressaram no movimento ambientalista para conseguir seu velho objetivo comunista dissimulando com outro palavreado.

Começaram então a propor campanhas contra a civilização ocidental com grosseiro desconhecimento da natureza.

Moore foi abrindo os olhos para essa infiltração quando ela já era muito numerosa e os ativistas pela natureza tinham ficado em minoria e incapacitados de reagir.

Então abandonou a Greenpeace e vem denunciando sua deturpação.

Moore tentou sintetizar as principais fakes da mídia e acabou fazendo um livro
Moore tentou sintetizar as principais fakes ecologistas
e acabou fazendo um livro
Ele ficou também muito chocado pelo fato de que as catástrofes e perigos alegados pelo ambientalismo – o comunista disfarçado – são invisíveis ou muito remotas a ponto de serem virtualmente inverificáveis pelo público.

Ele se propôs fazer uma listagem dos principais temores inverificáveis.

E o fez com abundante documentação que evidencia as fraudes.

Quando Moore reuniu o material probatório se encontrou diante de uma tal massa de enganações que teve que fazer um livro.

Esse está à venda na Internet.

Tentaremos resumir em sucessivos posts os principais blefes escolhidos pelo autor em um muito extenso artigo Cfr. “As falsas catástrofes invisíveis e ameaças de destruição”.(“The Fake Invisible Catastrophes and Threats of Doom”), também disponível em PDF.

Recifes de coral estão morrendo no mundo todo


Esta é uma das muitas supostas catástrofes atribuídas ao CO2 e às mudanças climáticas que seriam provocadas pelo homem.

Em 2016, a mídia espalhou que 93% da Grande Barreira de Corais, a maior do mundo na costa de Queensland, no nordeste da Austrália, estava “morta”, “quase morta” ou “morrendo”.

Na Grande Barreira de Corais que estaria 'morta' ou 'morrendo'
Na Grande Barreira de Corais que estaria 'morta' ou 'morrendo'
Para isso alegava um relatório segundo o qual 93% dos recifes de corais sofreram “algum branqueamento”.

Moore mostrou o jogo de palavras: “algum” pode ser apenas 1% e o “branqueamento” não é sinal de morte, mas uma ocorrência normal na existência dos recifes de coral.

Mas, como a pessoa média não pode “ver por si mesma” o que está acontecendo, não é especialista em corais, para ela só fica engolir a fake-news que a grande mídia lhe enfia pelos sentidos.



Os ursos polares vão se extinguir


Mas uma culpa atribuída às mudanças climáticas consiste em que estariam derretendo o Ártico, e/ou debilitando dramaticamente sua já débil capa, extinguindo a vida dos animais marinhos de que se alimentam os ursos polares.

Dessa maneira os ferozes ursos polares, que parecem de pelúcia nas fotos escolhidas, estariam no risco iminente de extinção!

Quantos podem ir até o Ártico para mensurar a população de ursos polares, pergunta o “patriarca” do ambientalismo?

E responde obviamente que muito poucos ou quase ninguém.

Mas a verdade é que a população desses ursos não para de crescer.

International Union for the Conservation of Nature: Populão de ursos polares aumenta a despeito de boatos midiáticos sobre o clima. Foto devoran ballena,  Wrangel Island, 2017
International Union for the Conservation of Nature:
População de ursos polares aumenta a despeito de boatos midiáticos sobre o clima.
Foto: ursos devoram carcaça de baleia,  Wrangel Island, 2017.

Ela era calculada entre 6.000 e 8.000 na década de 1960, e hoje atinge entre 25.000 e 28.000.

Esses ursos são protegidos por um tratado que restringe sua caça assinado por todas as nações que têm jurisdição sobre o Ártico.

Os estudos provam que esses ursos sobreviveram ao último período interglacial, o Eemiano, há 120.000 anos, que foi mais quente que o atual período interglacial denominado Holoceno.

Mas a grande mídia, observa Moore, se apraz em veicular fotos de velhos ursos polares perto da morte por idade.

Ou de supostamente ursos “confinados” nos últimos blocos de gelo que lhes permitiriam não se afogar, quando na realidade estão à espera de um outro animal aquático para almoça-lo.


O CO2 emitido pelos humanos torna inevitável a catástrofe climática


Mais uma vez, diz Moore, se apela a um gás, o CO2, que é invisível, sem cheiro, insípido e que só pode ser mensurado com equipamentos sofisticados.

Assim se atribui uma catástrofe universal a um como que fantasma de filme de terror.

Mas o fato cientificamente averiguado é que a percentagem de CO2 na atmosfera hoje é inferior a tudo o que se conhece na história da vida e da temperatura global dos últimos 2,5 milhões de anos.

Mapa mostra aumento da superfície foliar nos últimos 33 anos. Fonte: CREAF
Mapa mostra aumento da superfície foliar de nos últimos 33 anos. Fonte: CREAF
O CO2 é o ponto de partida de toda a vida na Terra. O CO2 na superfície terrestre e nos oceanos é originador do processo de vida no reino animal e vegetal.

Se os homens estão lançando mais CO2 à atmosfera, isso está “reverdecendo a Terra” multiplicando bosques em áreas que são secas demais para sustentar a vida vegetal com pouco CO2 no ar.

Nos últimos 150 milhões de anos, a percentagem de CO2 na atmosfera veio declinando até o ponto de ameaçar a supervivência das plantas.

Mas, nossas emissões de CO2, inverteram a tendência, alimentando o ciclo do carbono, ainda que sem termos essa intenção.

Tudo isto foi cientificamente verificado. Porém a narrativa da “catástrofe climática”, que não tem base na ciência, é cacarejada nos telhados do mundo.




Continua no próximo post: 'Veneno na nossa comida': mais boatos ecologistas

Moore: “As falsas catástrofes invisíveis e ameaças de destruição”




domingo, 29 de agosto de 2021

Milionários subornos chineses para espalhar o medo do aquecimento global

Chefe de Departamento de Harvard recebia verbas ocultas da China
Chefe de Departamento de Harvard recebia verbas ocultas da China
Luis Dufaur
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A China teria investido bilhões de dólares para seduzir cientistas em universidades americanas de elite como Harvard, Yale, Georgetown e Cornell com o objetivo de promover o alarmismo climático, segundo documentos colhidos pelo Ministério de Educação dos EUA. Cfr. Climate Change Dispatch: “How China’s Communist Party Is Stoking Climate Alarmism At Elite Colleges”.

Os documentos deixam ver que Pequim aposta nesse alarmismo como “uma das principais armas do Partido Comunista Chinês contra os EUA”, pois induz a prejudiciais despesas e restrições econômicas.

Os dados constam num relatório publicado por Jay Lehr, analista da International Climate Science Coalition e ex-diretor do Heartland Institute, e por Tom Harris, diretor executivo da International Climate Science Coalition, sediada no Canadá.

As Universidades americanas são obrigadas por lei a declarar a procedência de qualquer doação superior aos 250.000 dólares proveniente do exterior, mas a lei não era aplicada.

Lehr e Harris citam um documento de 2019 do Conselho Geral do Departamento de Educação dos EUA afirmando que haviam sido descobertos US $ 6,5 bilhões em financiamentos universitários não declarados.

domingo, 22 de agosto de 2021

Próximos 20-30 anos serão fríos,
diz especialista em clima solar

Willie Wei-Hock Soon, do Harvard – Smithsonian Center for Astrophysics
Willie Wei-Hock Soon, do Harvard – Smithsonian Center for Astrophysics
Luis Dufaur
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O especialista no clima do astro rei do nosso sistema Dr. Willie Wei-Hock Soon, do Harvard – Smithsonian Center for Astrophysics, exortou seus colegas acadêmicos a prestarem mais atenção à atividade solar.

Essa está claramente ingressando numa fase de atividade mínima.

Isto causará várias décadas de resfriamento global em vez de aquecimento, disse Soon num diálogo com Alex Newman do New American. Veja o vídeo no fim do post.

O Dr. Soon, astrofísico e engenheiro aeroespacial malaio descendente de chineses, disse que “o que prevemos é que os próximos 20-30 anos serão frios.

“Fará frio, então será uma coisa muito interessante que o IPCC deve enfrentar”, acrescentou, aludindo aos boatos em sentido contrário que o IPCC costuma espalhar.

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Fake-news como dantes no quartel do IPCC

Realejo do IPCC voltou a anunciar as catástrofes nunca verificada
Realejo do IPCC voltou a anunciar as mesmas catástrofes nunca verificadas
Luis Dufaur
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“Tudo como dantes no quartel de Abrantes”: o mais arrepiante e recente informe do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU veio a luz para atualizar as terríficas catástrofes climáticas que deveriam ter acontecido no máximo no ano 2000, se não antes.

Mais uma vez, em seu Sexto Relatório de Avaliação (Sixth Assessment Report, AR6, sigla em inglês) o IPCC vem de sentenciar o iminente fim do mundo se nós não aceitarmos restrições draconianas no nosso estilo de vida.

Anuncia a possibilidade (sublinhamos a palavra ‘possibilidade’ pois trata de coisas que não são certas nem apuradas) de nos submergirem irreversivelmente ondas marítimas vindas dos polos e das geleiras derretidas.

domingo, 8 de agosto de 2021

Plano pequinês para comprar terras no Brasil não é para “salvar o clima”

Plano expansionista do comunismo pequinês para comprar terras no Brasil?


CLIQUE NA FOTO PARA VER




Luis Dufaur
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Venda de terras para estrangeiros?

Território brasileiro à venda? Cuidado!
Território brasileiro à venda? Cuidado!





No final do ano legislativo 2020, o Senado desengavetou um projeto que “dormia nas gavetas” havia mais de um ano, e o aprovou em apenas 44 minutos na noite do dia 15-12-2020, enquanto o país estava sofrendo absorvido pela pandemia.

Apresentado pelo Senador Irajá Abreu, o PL 2963/19 pretende tornar realidade a venda ou arrendamento de propriedades rurais a empresas estrangeiras.

O que significa isso para nós, hoje e no futuro?

Segundo notícia de “O Estado de São Paulo” (17-12-20), a medida dispensa autorização ou licença para aquisição de qualquer modalidade de posse por estrangeiros.

A única restrição significativa é que a soma das áreas não poderá passar de 25% da superfície dos municípios.

Mas abre assim a possibilidade de 2.136.857 km² de nosso território (num total de 8.547.403 km²) serem entregues a estrangeiros.

Essa área é maior que os territórios da Alemanha, França, Espanha, Itália, Portugal e Áustria juntos, e poderia tornar-se propriedade de qualquer interessado.

domingo, 1 de agosto de 2021

Alarmismos e fake-news na onda de frio

Luis Dufaur
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A recente onda de frio polar pode ser comparada a outras deste século que apenas está começando (21 invernos até 2021).

A massa polar queda trouxe frios pouco frequentes, mas não novos neste breve início de século, com as habituais geadas e alguma neve comemorada até com alegria e festa em cidades do Sul brasileiro e lamentada pelos agricultores nas mesmas regiões.

O vento trouxe sensações térmicas congelantes e, nas áreas mais altas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, valores negativos danosos para a agricultura e os desprevenidos.

Mas na média geral não superou frios muito intensos e os recordes de neve dos anos 2000, 2007, 2009, 2011 e 2013.

Foi a terceira massa polar de grande intensidade em apenas um mês no Brasil, com impacto nas culturas como milho, cana de açúcar, café, e o setor hortifrutigranjeiro.

Cada onda de frio, observou Metsul, tem as suas próprias “impressões digitais” e nenhum evento extremo de frio é idêntico ao outro: em um há recordes em grande número de locais, e em outros em apenas algumas regiões.

segunda-feira, 26 de julho de 2021

China maior poluidor climático do planeta
não para de poluir

China não para de poluir mas é aplaudida como 'salvadora do clima'
China não para de poluir mas é aplaudida como 'salvadora do clima'
Luis Dufaur
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Se a China Comunista levasse a sério a redução das emissões, teria fixado algum objetivo em seu plano quinquenal 2021/2025, lançado em março, escreveu Judith Bergman, advogada e analista política, Senior Fellow do Gatestone Institute. 

Mas esse plano contém “pouco mais do que vagos compromissos para lidar com as emissões de dióxido de carbono”, que não faz mal mas a China e sócios "verdes" e vermelhos" acham pior que o diabo.

Segundo o Wall Street Journal, “Pequim gosta de Biden e de Paris” porque permitem à China irrestrito crescimento econômico para se tornar potência hegemônica dominante no planeta sem respeitar compromisso algum.

A China diz e faz escancaradamente o oposto de suas promessas de cortar as emissões de gases estufa, enganando o mundo com uma conduta predatória.

E os EUA lhe mandam todos os sinais errados, reduzindo sua própria competitividade e desenrolando para a China um espesso tapete vermelho, a cor preferida dos mestres marxistas.

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Mais enganos. O Ártico foi mais quente nos anos 1950/60, diz Dinamarca

Polo Norte não desapareceu como falaram os profetas catastrofistas
Polo Norte: não desapareceu como falaram os profetas catastrofistas
Luis Dufaur
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Ponderadas notícias climáticas vieram do Instituto Meteorológico da Dinamarca (DMI) pondo as coisas no ponto certo.

Mas, caro leitor, não as procure na grande mídia, aí elas não saíram e não sairão. Pois a natureza contradisse os dogmas martelados sem repouso em nossos olhos e ouvidos por dita mídia.

Só com muito esforço e experiência podemos encontra-las em alguns blogs ou sites seriamente especializados no clima e na geografia da Terra.

As fontes que vamos citar – e, aliás um número crescente de pessoas de bom senso – sentem que o mundo está sendo empurrado a um futuro que não quer.

Há um intuito escondido para a maioria dos pobres mortais, nós, as vítimas, que tem dogmas e quer impô-los contra toda razão.

A “crise climática” é o mais novo artigo dessa dogmática fé. Esqueça a ciência, diz o site, é uma manobra política.

domingo, 11 de julho de 2021

“Zero Absoluto”: relatório britânico
antecipa “lockdowns climáticos” tirânicos

Proibição Absoluta durante três décadas
Proibição Absoluta durante três décadas
Luis Dufaur
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O militante ecologista Gareth Dale, professor da Brunel University de Grã Bretanha fez um revelador elogio do relatório “Zero Absoluto” elaborado por colegas seus das Universidades de Cambridge, Oxford, Nottingham, Bath e do Imperial College de Londres, recolhido pelo bem informado site Climate Depot.

O assustador relatório “recomenda uma transformação radical na forma como vivemos.

Todos os embarques devem ser eliminados até 2050, e também todo o uso de argamassa ou concreto à base de cimento.

Na Grã-Bretanha, todos os aeroportos, exceto Heathrow e Glasgow terão que fechar até 2029, e aqueles dois até 2049.

“A aviação deve se tornar ilegal até então
e, afirma o relatório, garantir que o carbono seja zero deve se tornar ‘uma questão de regulamentação, com proibições sobre o uso de carbono semelhantes a proibições sobre o uso de amianto’”.

domingo, 4 de julho de 2021

Dirigismo e privação em “lockdowns climáticos”
estão sendo planejados

Absurda ideia de lockdowns climáticos para salvar o clima prospera em altas esferas
Absurda ideia de lockdowns climáticos para salvar o clima
prospera em altas esferas
Luis Dufaur
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O líder da maioria do Senado dos Estados Unidos, o democrata Charles “Chuck” Schumer está pedindo ao presidente Biden que declare uma “emergência climática nacional”.

Com essa medida de exceção os governadores ambientalistas teriam “poderes de emergência” ditatoriais, denunciou Marc Morano, do informado site Climate Depot, no programa Fox News.

Mas não é só ele que pede poderes arbitrários, prosseguiu Morano. Também “os funcionários da Organização Mundial de Saúde estão recomendando bloqueios climáticos. ...

“No Reino Unido, eles propuseram cartões de racionamento de CO2 para que o governo ou empregadores monitorassem seus níveis de CO2, seu uso de energia.....

E acrescentou que “um orçamento de CO2 para cada homem, mulher e criança no planeta foi proposto por um consultor climático alemão”.

Morano denunciou nesse sentido o “principal relatório do Reino Unido” e o “relatório da Agência Internacional de Energia (...) pedindo essencialmente o mesmo tipo de bloqueio”.

Esse lockdown restringe a movimentação dos cidadãos a ponto de que na “emergência climática você só pode voar quando é 'moralmente justificável'”.

domingo, 20 de junho de 2021

Em referendo, suíços rejeitam leis ecologistas

Leis verdes qualificadas dogmáticas e enganosas
Leis verdes qualificadas dogmáticas e enganosas
Luis Dufaur
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A Confederação Suíça composta por 26 cantões – que correspondem ao que seria um estado – é um dos países do mundo que melhor cuida seu meio ambiente.

A beleza de seus panoramas campestres ou lacustres admiravelmente cuidados atraiu durante séculos quantidade incontável de elogios de toda espécie de artistas e amantes da beleza além de um fluxo turístico incessante.

A qualidade de vida helvética é também das mais elevadas do planeta e o país é dos mais ricos do mundo e melhor tratado pelos governantes.

Agora, os eleitores suíços sempre zelosos da preservação de sua natureza, rejeitaram um trio de propostas ambientalistas em referendo popular.

Assim desmoralizaram ainda mais o demagógico Acordo de Paris em pontos sensíveis da agenda ecológica planetária.

Como é bem sabido, a Suíça é um dos raros países onde continua em vigor a democracia direta.

domingo, 13 de junho de 2021

Expansionismo chinês na Amazônia não pretende parar

A China desenterra velhos documentoss para alegar que as Américas lhe pertencem
A China desenterra velhos documentos
para alegar que as Américas lhe pertencem
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Num post anterior tratamos de instituições financeiras de desenvolvimento internacional, na maior parte estatais chinesas, que financiam investimentos em larga escala na Amazônia, contrariando até as alegações oficiais de “salvar a floresta, “salvar o clima”, etc..

Cfr.: Xi prega contra o desmatamento mas o promove no mundo com seu Partido Comunista


Essa tendência aumentará, diz trabalho do Centro de Políticas de Desenvolvimento Global da Universidade de Boston, que não concorda com ela.

Esses capitais têm diversas procedências e objetivos econômicos e sociais.

Mas o caso da China é inquietante porque esse país tem se fixado como objetivo final assujeitar o mundo. E para isso não poupa nada.

Dos 70 bilhões de dólares aplicados por órgãos de todo o mundo público e privado na bacia do Amazonas, de 2018 até 2020, segundo a Boston University, o Banco de Desenvolvimento da China e o Banco de Exportação e Importação da China financiaram, ou irão financiar, quase um terço, reportou o site Amazôniasocioambiental.

domingo, 6 de junho de 2021

Xi prega contra o desmatamento mas o promove no mundo com seu Partido Comunista

Forests & Finance: PC chinês é grande financiador do desmatamento no mundo
Forests & Finance: PC chinês é
grande financiador do desmatamento no mundo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Partido Comunista da China (PCCh) financia o desmatamento em vários países segundo relatório da Forests & Finance, uma coalizão global de organizações não governamentais, escreveu a Revista Oeste com informações internacionais avalizadas.

Os bancos chineses aparecem como os segundos maiores consumidores de commodities que implicam no desmatamento da floresta tropical, diz Forests & Finance.

Os resultados finais do informe põem sob suspeita as alegações de Pequim ser um líder mundial no combate às mudanças climáticas, escreveu ZeddBrasil.

Os dados dos investigadores mostram que de janeiro de 2016 a abril de 2020, as financeiras chinesas forneceram US $15 bilhões em empréstimos e serviços a empresas que exploram commodities que puxam o desmatamento no Sudeste Asiático, no Brasil e na África.

As empresas chinesas envolvidas no comércio de celulose e papel, óleo de palma, soja, borracha e madeira que operam em grande parte no exterior são financiadas por bancos pertencentes ao governo ou ao Partido Comunista chinês, explicou o Financial Times.

segunda-feira, 17 de maio de 2021

Fiasco na Cúpula do Clima e ditatorialismo ecologista

Joe Biden fala ante a tela na Cúpula virtual do clima com os líderes de 40 países
Joe Biden fala ante a tela na Cúpula virtual do clima com os líderes de 40 países
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O presidente dos EUA, Joe Biden, convocou uma cúpula virtual do clima na qual se destacaram os ditadores da China e da Rússia, Xi Jinping e Vladimir Putin.

Durante dois dias, 40 chefes de Estado e de Governo gastaram seus verbos ratificando aparatosamente seu compromisso político para conter o que o homem não pode conter: o aumento das temperaturas na Terra, se é que existe.

A energia sustentável e a digitalização foram postas nos chifres da Lua, mas, observou um assessor de um dos países convocados citado por “El Mundo”, não foi apresentado nenhum cálculo realista de custos e benefícios nem política industrial alguma.

Um fiasco sonoro de que os cidadãos do planeta nem tomaram conhecimento, acostumados a ouvir enxurradas de informações ambientalistas que não lhes dizem a respeito.

O assessor citado sublinhou que do imenso falatório planetário pelo clima não resultou estratégia nenhuma e os países não apresentaram incentivos para reduzir as emissões, algo que está ficando cada vez mais inverossímil.

O famoso Tratado de Paris assinado em 2015 não é vinculativo, pelo que os seus objetivos, também fixados pelos governos, não têm de ser cumpridos. E de fato estão sendo alegremente burlados.

domingo, 9 de maio de 2021

Mentirada verde sobre o buraco de ozônio esconde golpe econômico

Nas área coloridas em azul a camada de ozônio está mais enfraquecida, foto da NASA em 7 de maio de 2021. O enfraquecimento é cíclico e devido à atividade solar
Nas área colorida em azul a camada de ozônio está mais enfraquecida.
Foto da NASA em 7 de maio de 2021.
O enfraquecimento é cíclico e devido à atividade solar
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O climatologista Luís Carlos Molion, físico com pós-doutorado na Inglaterra, mais de 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, sendo 25 destes à frente do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e, Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM) voltou a denunciar.

A agitação ambientalista a pretexto do “buraco de ozônio” é um abuso dos dados científicos que danifica os países pobres, notadamente os tropicais, que precisam de refrigeração a baixo custo, escreveu Notícias Agrícolas.

Molion mostrou que a antiga família de gases CFC usada na maioria dos equipamentos de refrigeração caseiros (geladeiras, ar condicionado, etc.) tinha ficado muita barata porque não pagavam mais taxas.

Grandes petroquímicas então apoiaram por baixo do pano o ativismo verde para obter a proibição dos gases CFC e forçar o uso de substitutos que sendo novos deveriam pagar direitos.

Na manobra não houve nada de defesa do planeta e outros alegados ecológicos, mas sim importantes retornos pecuniários.

domingo, 2 de maio de 2021

Decrescer: ideia ecologista de fazer lockdowns climáticos!

Decrescimiento lei ambientalista deixa avião da Air France lacrado em desuso
Decrescimiento: lei ambientalista deixa aviões da Air France lacrados em desuso
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Apesar de toda a pressão ambientalista para achincalhar o progresso, nas últimas décadas o crescimento de ricos e também dos pobres foi real, reduzindo poluentes e produzindo energias mais limpas.

Bryan Walsh parafraseia Winston Churchill sobre a democracia: ela tem seus defeitos, mas é a maneira menos pior de organizar uma economia.

Mas a fanática confraria eco-comunista, parafraseia diferente: o decrescimento pandêmico terá defeitos, mas quanto mais mal faça para a civilização e para os homens melhor será para a natureza. Como eles a entendem, obviamente...

Um exemplo. O governo francês proibiu com lei os voos domésticos que possam ser substituídos por trens que façam o percurso em no máximo duas horas e meia.

Considerando a extensão a rede de Trens de Grande Velocidade – TGV, que viajam a perto de 300 quilômetros/hora, as empresas aeronáuticas saíram muito prejudicadas, informou o site especializado Airport Technology.