Para atualizações gratis via email: DIGITE SEU EMAIL:

domingo, 9 de maio de 2021

Mentirada verde sobre o buraco de ozônio esconde golpe econômico

Nas área coloridas em azul a camada de ozônio está mais enfraquecida, foto da NASA em 7 de maio de 2021. O enfraquecimento é cíclico e devido à atividade solar
Nas área colorida em azul a camada de ozônio está mais enfraquecida.
Foto da NASA em 7 de maio de 2021.
O enfraquecimento é cíclico e devido à atividade solar
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O climatologista Luís Carlos Molion, físico com pós-doutorado na Inglaterra, mais de 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, sendo 25 destes à frente do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e, Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM) voltou a denunciar.

A agitação ambientalista a pretexto do “buraco de ozônio” é um abuso dos dados científicos que danifica os países pobres, notadamente os tropicais, que precisam de refrigeração a baixo custo, escreveu Notícias Agrícolas.

Molion mostrou que a antiga família de gases CFC usada na maioria dos equipamentos de refrigeração caseiros (geladeiras, ar condicionado, etc.) tinha ficado muita barata porque não pagavam mais taxas.

Grandes petroquímicas então apoiaram por baixo do pano o ativismo verde para obter a proibição dos gases CFC e forçar o uso de substitutos que sendo novos deveriam pagar direitos.

Na manobra não houve nada de defesa do planeta e outros alegados ecológicos, mas sim importantes retornos pecuniários.

Nos anos ‘90 o quilo de CFC custava US$1,70 e hoje os substitutos da família HFC podem custar mais de US$35,00 para o consumidor final, explicou o professor.

Mas o tempo passou e os direitos sobre os gases da família HFC estão perto dos limites de validez, um fato econômico sem relação alguma com a natureza.

Então, o mesmo coro de décadas atrás recomeçou “a dizer que os substitutos dos CFC, os HFC, também destroem a camada de ozônio e que serão necessários novos gases, substitutos dos substitutos”.

“Isso porque os HFC têm suas patentes vencendo nos próximos cinco anos”. Então a cupidez pecuniária tenta reproduzir o mesmo truque para “salvar o planeta” ou melhor encher os próprios bolsos.

O enfraquecimento da camada de ozônio é cíclico e devido à atividade solar. Atualmente essa atividade está provocando um aumento do chamado "buraco". 

Então os heróis salvadores da Terra tirarão pretexto para sofismas com a “recuperação” da camada de ozônio, concluiu o cientista.

Vamos, portanto, a sofrer o retorno do velho golpe da confraria verde/vermelha....


domingo, 2 de maio de 2021

Decrescer: idea ecologista de fazer lockdowns climáticos!

Decrescimiento lei ambientalista deixa avião da Air France lacrado em desuso
Decrescimiento: lei ambientalista deixa aviões da Air France lacrados em desuso
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Apesar de toda a pressão ambientalista para achincalhar o progresso, nas últimas décadas o crescimento de ricos e também dos pobres foi real, reduzindo poluentes e produzindo energias mais limpas.

Bryan Walsh parafraseia Winston Churchill sobre a democracia: ela tem seus defeitos, mas é a maneira menos pior de organizar uma economia.

Mas a fanática confraria eco-comunista, parafraseia diferente: o decrescimento pandêmico terá defeitos, mas quanto mais mal faça para a civilização e para os homens melhor será para a natureza. Como eles a entendem, obviamente...

Um exemplo. O governo francês proibiu com lei os voos domésticos que possam ser substituídos por trens que façam o percurso em no máximo duas horas e meia.

Considerando a extensão a rede de Trens de Grande Velocidade – TGV, que viajam a perto de 300 quilômetros/hora, as empresas aeronáuticas saíram muito prejudicadas, informou o site especializado Airport Technology.

O pretexto dos deputados é reduzir a emissão de CO2 como a França se comprometeu no Acordo de Paris. Só um punhado de trajetos ficarão ativos.

Alguns deputados – e até de tendências ideológicas opostas – condenaram a lei como “medida de decrescimento e desemprego”.

Austrian paralizado hoje pelo Covid-19. Amanhã para 'salvar o clima'
Austrian Airlines: paralisado hoje pelo Covid-19. Amanhã para 'salvar o clima'?
De fato, ela cai por cima de uma indústria que já está de joelhos após as devastações econômicas produzidas pela pandemia.

Mas os ativistas ecologistas como a ONG Greenpeace comemoraram a norma e preveem que será replicada em toda a União Europeia. E já reclamam que sejam interditados voos de ainda maior duração.

Em novembro de 2020, a Austrian Airlines substituiu seus voos entre Viena e Graz com viagens de trem que duram três horas. Agora incluiu na interdição mais dois voos – a Linz e a Salzburg.

A discussão se estendeu ao Reino Unido, onde sondagens apontam o país dividido, mas ligeiramente inclinado a uma proibição semelhante a francesa.


domingo, 25 de abril de 2021

Pandemia e projeto ambientalista de dizimar a humanidade

Pode algo ser tão contrário a Deus? Foto suicidio coletivo de colonia 'autossustentável' em Jonestown, Guiana, 1978
Pode algo ser tão contrário a Deus?
Suicídio coletivo de colônia 'autossustentável' em Jonestown, Guiana, 1978
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O jornal portenho “La Nación” publicou uma reportagem sobre o que denominou de modo sensacionalista “arrepiante predição de Stephen Hawking sobre o fim da humanidade”.

Segundo o jornal, Hawking teria dito coisas que “parecem se referir à pandemia do coronavírus”.

Em 2001, em entrevista ao “The Telegraph” prognosticava um vírus altamente mortal que provocaria o fim da espécie humana, a qual portanto não desapareceria sob bombas atômicas.

Hawking faleceu em 14 de março de 2018 garantindo estar “mais preocupado pela biologia do que pelas armas nucleares”.

Essa grande pandemia viria pela criação “acidental ou voluntaria” de um vírus que destruiria a vida que conhecemos.

Hawking acrescentava que isso se tornaria “quase uma una certeza nos próximos mil ou dez mil anos”.

Em 2010 acrescentou para o Discovery Channel a fantasiosa chegada de alguma civilização alienígena que atacaria a Terra procurando recursos.

Pedimos ao leitor deste post que nos perdoe por reproduzirmos tais disparates.

Stephen Hawking teria previsto o fim da humanidade por um vírus
Stephen Hawking teria pressagiado
o fim da humanidade por causa de um vírus
Considere que o fazemos para documentar um velho plano acalentado nas profundezas onde se gesta a revolução ‘verde-vermelha’.

Sem essas confissões, nossas afirmações pareceriam saídas de mentes doentias.

Repetidas vezes temos documentado que líderes ou “profetas” do futuro mundo verde e/ou vermelho apregoam a drástica diminuição da humanidade.

O seu número e radicalidade é tão grande e furiosa que não conseguimos nem mesmo fazer a lista completa do que nós já publicamos em nosso blog.

Em 2015, numa conferência TED, Bill Gates acenou com um vírus assustador que favoreceria a drástica redução dos humanos e forçaria uma futura reorganização mundial num “desenvolvimento sustentável”. Cfr. Ambientalismo e coronavírus: o gênero humano é o inimigo que se quer dizimar?

Também multimilionário, Ted Turner, fundador da CNN, defendeu que “o ideal seria que a população mundial fosse de 250-300 milhões de pessoas, quer dizer uma diminuição de 95% dos níveis atuais”. Cfr. Ambientalismo e coronavírus: o gênero humano é o inimigo que se quer dizimar?

O badalado David Attenborough, diretor do “The Optimum Population Trust” (continuador de “Population Matters”) redobrou a aposta genocida.

Após comparar a raça humana a uma praga que depreda o planeta, acenou com um aterrorizador desastre nos próximos 50 anos, se algo não for feito para parar com a reprodução dos humanos informaram em seu momento LifeSiteNews, e Rádio Times, apud Yahoo!

Essas doutrinas e teologias futuristas radicais vão até a extinção dos homens que Deus criou, para deixar espaço a um novo “sujeito da evolução”, tal como a lula gigante de que imaginou o ex-frei Boff, hoje “teólogo da libertação da Terra”. Cfr.: Teólogos da Libertação desvendam segredos da nova “religião” verde

O mesmo ex-frei profetizou uma “tragédia ecológico-humanitária de proporções inimagináveis e, até pelo final do século, o desaparecimento da espécie humana”, espécie que ele qualificou de conglomerado de “células cancerígenas”. (id.ibid.)

Paul Ehrilch, "profeta" da extinção da humanidade
Paul Ehrilch, "profeta" da extinção da humanidade
A mídia comemorou suas teorias malucas e falhas
A mídia comemorou suas teorias malucas e falhas

Há meio século o profeta da extinção da humanidade Paul Ehrlich, em seu livro “The Population Bomb”, (Ballantine Books, 1968) também augurava sinistramente:

“Um câncer é uma multiplicação descontrolada de células; a explosão populacional é uma multiplicação descontrolada de pessoas ... Nossos esforços devem passar do tratamento dos sintomas para a extirpação do câncerNós devemos ter um controle populacionalcompulsivo se os métodos voluntários fracassam”.

Os ecologistas Paul (acima referido) e Anne Ehrlich do Center for Conservation Biology da Universidade de Stanford junto com Gretchen Daily da Universidade de California-Berkeley imaginaram que a humanidade deveria ser reduzida a um terço do que é, e como número máximo, para que o Homo sapiens possa ter futuro.

Isso implicaria uma drástica extinção dos humanos que deveriam cair de por volta de 7,5 bilhões a 1,5 / 2 bilhões. Publicaram suas conclusões na revista Population and Environment, ecoada pelo Stanford University News Service de 07/11/94.

Eles reconheceram que para efetivar esse monstruoso 'optimum' deveriam ser tomadas decisões que atingiriam o estilo de vida da população mundial. Para isso seria preciso suscitar discussões planetárias sobre o que hoje se chama nova normalidade que os seres humanos deveriam adotar.

David Foreman, porta-voz da radical ONG 'Earth First!' foi outro “profeta” anti-humano: “Eu não vejo outra solução para evitar a ruína da Terra salvo uma drástica redução da população humana” (citado por Gregg Easterbrook em “The New Republic”, 30-4-1990, p. 18).

John Holdren, que foi assessor para Ciência do presidente Obama propôs uma governança planetária para reduzir compulsoriamente a humanidade:

um envolvente Regime Planetário, escreveu, controlaria o desenvolvimento, administração, conservação e distribuição de todos os recursos naturais, renováveis e não-renováveis. (...)

“Ele determinaria a população ótima para o mundo. Ele deveria ter poder para impor limites populacionais aos países.

“E se Vs. querem saber quem faria o aborto e a esterilização de massa forçados, eu respondo: ‘pois o Regime Planetário com certeza!’”.


Não menos inimigo da vida humana se mostrou recentemente François-Marie Bréon, diretor adjunto do laboratório de Ciências do Clima e do Meio Ambiente (LSCE) do Centre National de Recherches Scientifiques francês (CNRS) ao jornal “Libération” de Paris:

“Nós jamais poderemos voltar a temperaturas ditas normais, a menos que a população humana seja reduzida à décima parte”, porque esse genocídio será o único meio para reduzir o efeito dos gases estufa. Cfr. Cercear as liberdades para “salvar o clima”? O totalitarismo verde confessa

A atual pandemia vem ao encontro de sonhos que vem sendo acalentados nos subterrâneos onde se elabora e se dirige a revolução verde-comunista, e cujos porta-vozes vêm sendo frequentemente convidados a falar em simpósios do Vaticano.




domingo, 18 de abril de 2021

“Empada de gafanhoto para ambientalistas”

Pizza de insetos. O olhar da mulher transparece profundo mal-estar
Pizza de insetos. O olhar da mulher transparece profundo mal-estar
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Certas iniciativas muito acalentadas pelo utopismo verde-vermelho parecem tão absurdas que causam justificadas reações jocosas ou irônicas suscitadas pelo bom senso, pela reta razão ou pelo instinto de conservação.

Pois, quem em seu são juízo iria acreditar que hoje se proporia ciclovias nas grandes cidades como as que vemos implantar ou comer repugnantes insetos com o pretexto de não aquecer o planeta?

Entre as muitas reações nesse sentido, destacamos o inteligente artigo “Empada de gafanhoto para ambientalistas” cujos excertos publicamos a continuação.

domingo, 11 de abril de 2021

'Quarentenas verdes' para 'salvar o clima'?

Os pobres, como estes da Cachemira, Índia, são os que mais sofrem com a sucessão de lockdowns
Os pobres, como estes da Cachemira, Índia, são os que mais sofrem com a sucessão de lockdowns
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O jornalista e escritor Marc Morano, especializado nos abusos do comuno-ecologismo, dedica um capítulo de seu mais novo livro “A fraude verde” (“Green Fraud”, Regnery Publishing, 2021, 256 págs.) a como os ativistas climáticos elogiam as quarentenas, lockdowns, “estados de guerra” e outros congelamentos coletivos das atividades na pandemia.

Os ativistas verdes julgam ter achado a fórmula e postulam análogas medidas com o pretexto de combater as “mudanças climáticas” e propõem “recessões planejadas” para combater o aquecimento global antropogênico.

O termo “decrescimento” cunhado pelo filósofo existencialista-marxista e depois ecológico-político austro francês André Gorz (1923 — 2007), nascido Gerhart Hirsch, cujas ideias foram defendidas no Brasil pelo senador Gerar Eduardo Suplicy (PT).

“O crescimento pelo crescimento torna-se o objetivo primordial, senão o único da vida, na sociedade capitalista, o que acarreta uma degradação progressiva do ambiente e dos recursos globais. Vivemos, atualmente, às vésperas de catástrofes previsíveis” resumia essa filosofia deprimente da civilização Serge Latouche em “Le Monde Diplomatique Brasil”.

Serge Latouche resume: “uma sociedade que produza menos e consuma menos” em sintonia com a Teologia da Libertação e seus arautos como a Unisinos.

domingo, 4 de abril de 2021

400 “cidades do câncer”
no país líder em “salvar o clima”

Poeira e poluição afogam os habitantes de Pequim. Foto divulgada em 15.03.2021
Poeira e poluição afogam os habitantes de Pequim. Foto divulgada em 15.03.2021
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Quando pela vez primeira, o ministério chinês do Meio Ambiente publicou a lista das “cidades do câncer”, a cifra pareceu inacreditável.

Trata-se de urbes grandes, médias e pequenas, onde o nível de poluição é tão elevado que a proporção de pessoas atingidas pelo câncer superou os níveis mais alarmantes, noticiaram desde o início numerosas fontes, entre as quais o jornal “Le Figaro” de Paris.

Segundo a lista oficial, a China tinha mais de 400 cidades em tal situação.

Desde então e sem que o total melhorasse significativamente, o regime de Xi Jinping é ovacionado como líder na luta para “salvar o clima”.

A galáxia ecologista de ONGs comuno-anarquistas, organismos internacionais ateus e congregações vaticanas, sempre lenientes e dialogantes com o regime de Pequim, falavam de “apenas” uma centena.

domingo, 28 de março de 2021

Aumento do nível dos mares
é a “maior mentira já contada”

Christopher Brooker, autor de "Castelo de mentiras" e "A grande enganação"
Christopher Brooker, autor de "Castelo de mentiras" e "A grande enganação"
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




O aumento do nível dos mares é “a maior mentira já contada”, escreveu Christopher Booker (1937 – 2019) no diário “The Telegraph” de Londres NO ANO DE 2009! Ele depois foi denunciado por Rajendra Pachauri, chefe do IPCC, premio Nobel junto com Al Gore, porque Brooker o apontou como falsário corrupto.

O jornal puniu Brooker e pediu perdão aos leitores. Porém Pachauri acabou sendo condenado pela Justiça da Índia, seu país, por corrupções e falcatruas em prejuízo dos camponeses pobres do norte de Índia com seus falsos programas para combater o derretemento do Himalaia.

A mídia macrocapitalista abafou o escândalo, Pachauri renunciou ao IPCC e sumiu do fulcro da mídia que outrora o incensava.

De lá para cá, se passaram 12 anos e, pelo menos, do ponto de vista do nível dos oceanos, alguns indícios inquietantes deveriam ter sido registrados pelo postuladores do espantalho dos mares que crescem e vão levar as casas de centenas de milhões de homens que habitam as regiões costeiras.

Ou até que vão submergir a Estátua da Liberdade de Nova Iorque, porque o fanatismo cripto comunista verde sonha derrubar com os EUA e o capitalismo todo.

domingo, 21 de março de 2021

Prof. Molion: a expressão “desenvolvimento sustentável” é redundância ignara

Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion
Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Continuação do post anterior: Prof. Molion: “CO₂ controlador do clima global é hipótese absurda”



Alerta Científico e Ambiental – O Sr. tem sido um crítico ferrenho do alarmismo que envolve as questões referentes ao clima global, desde a década de 1980.

Esta é uma área em que, a despeito da pletora de evidências científicas em contrário, prevalece a visão catastrofista de que as emissões de carbono de origem humana estariam ameaçando causar um aquecimento descontrolado da atmosfera.

Pode-se fazer um paralelo com as discussões sobre a Amazônia, quase invariavelmente orientadas por premissas alarmistas?

Prof. Luiz Carlos Molion – A afirmação é que as queimadas na Amazônia contribuem para o aumento da concentração de CO₂ na atmosfera e para aquecimento global decorrente ou para as “mudanças climáticas”, expressão utilizada atualmente uma vez que os dados de satélite mostram que não houve aquecimento nos últimos 20 anos.

Os prognósticos alarmistas pretensamente resultantes do desmatamento sofrem do mesmo mal: resultados de MCG. (N.R.: = Modelos Climáticos Globais, projeções montadas em laboratório)

Na realidade, o clima da Terra varia por causas naturais e passa por períodos de aquecimento e de resfriamento.

domingo, 14 de março de 2021

Prof. Molion: “CO₂ controlador do clima global
é hipótese absurda”

Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion: “CO₂ controlador do clima global é hipótese absurda”
Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion:
“CO₂ controlador do clima global é hipótese absurda”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Continuação do post anterior: Luiz Carlos Molion: “O alarmismo sobre a Amazônia não tem base científica”



Alerta Científico e Ambiental – Há dois conceitos amplamente difundidos, que têm ganhado grande destaque nas discussões sobre a alegada devastação do bioma Amazônia.

Um deles é o dos chamados “rios voadores”, a transferência de umidade atmosférica da Região Norte para o Centro-Sul do País, promovida pela floresta, e que estaria ameaçada pelo desmatamento.

O outro é o chamado “ponto de inflexão” (tipping point), um suposto índice de desmatamento a partir do qual a floresta se converteria irreversivelmente em um ambiente de savana.

Quais são as evidências científicas para eles? Esses riscos são reais?

Prof. Luiz Carlos Molion – Em primeiro lugar, “rios voadores” é uma expressão plagiada.

Ela foi usada na década de 1950 por meteorologistas dos EUA, para descrever o transporte de umidade pelo jato polar, uma corrente de ventos muito forte, encontrada nos níveis altos da atmosfera em latitudes temperadas, que sopra de Oeste, os chamados ventos de Oeste.

A afirmação que a floresta é a geradora do vapor d’água transportado para outras regiões do continente pelos chamados rios voadores, e que a transformação da floresta em pastagem reduziria em 25% as chuvas sobre o Brasil, é resultante dos MCG, sem verificação ou constatação.

domingo, 7 de março de 2021

Luiz Carlos Molion: “O alarmismo sobre a Amazônia não tem base científica”

Prof. Luiz Carlos Molion: “O alarmismo sobre a Amazônia não tem base científica”
Prof. Luiz Carlos Molion:
“O alarmismo sobre a Amazônia não tem base científica”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








A visão catastrofista sobre a destruição da Amazônia e o seu suposto papel na dinâmica do clima global não têm fundamento científico, e não passam de instrumentos neocolonialistas, com o objetivo de preservar a região como uma vasta reserva de recursos naturais para usufruto futuro dos países desenvolvidos.

A denúncia é do meteorologista e climatologista Luiz Carlos Baldicero Molion, que, há mais de quatro décadas, estuda as mudanças climáticas e a Amazônia, sendo um duro crítico do alarmismo criado em torno das mudanças climáticas e das acusações de que o Brasil estaria sendo negligente em preservar a região.

Com formação em Física pela Universidade de São Paulo (USP), Molion detém um doutorado em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin (EUA) e um pós-doutorado em Hidrologia de Florestas pelo Instituto de Hidrologia de Wallingford (Reino Unido), sendo aposentado como pesquisador sênior do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e professor associado de Meteorologia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

Nos últimos anos, tem se dedicado a proferir palestras sobre tais assuntos em todo o País.

Em um raro intervalo de descanso entre elas, concedeu ao Alerta Científico e Ambiental a entrevista a seguir.

domingo, 21 de fevereiro de 2021

Biden, Vaticano, ONGs e macro-mídia presionam Brasil por governo mundial da Amazônia

Biden retoma ofensiva contra a soberania brasileira sobre a Amazônia
Biden retoma ofensiva contra a soberania brasileira sobre a Amazônia
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Por ocasião da reunião internacional Rio+20 escrevemos que essa "tentativa de governo mundial não deu certo, mas pode voltar".

Ela tudo fez para promover uma mal esclarecida “economia verde” com base num talismânico “desenvolvimento sustentável” e com o objetivo – entre outros – de erradicar a pobreza do planeta, embora convidasse a um abandono da prosperidade ainda existente.

A reunião foi uma posta ao dia da ECO-92, ou II Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento – CNUMAD (United Nations Conference on Environment and Development, realizada na mesma cidade em 1992.

Essa colossal tarefa deveria ser encomendada a uma nova “estrutura institucional” – leia-se uma superestrutura burocrática passando por cima dos países soberanos em nome dos interesses planetários – a qual definiria, ela só, os interesses ecológicos do planeta.

Na prática, ter-se-ia gerado um fabuloso poder com ares de governo universal. Ele não foi oficializado na Rio+20, mas escreviamos que poderá vir a sê-lo no futuro. É uma exigência da utopia.

Agora o Brasil sobre tudo enfrenta uma retomada generalizada dessa ofensiva liderada abertamente pela administração Biden.

Mais uma vez, os poderes engajados públicos e privados, governamentais, internacionais, ONGS, macromídia, big techs e Vaticano mostram urgência na vontade de impor um governo mundial sobre a Amazônia, prévio a um governo único planetário. Por quê?

domingo, 24 de janeiro de 2021

Crescem ilhas que o mar deveria ter engolido

A ilha de Jeh está crescendo. Limites de 1943 em vermelho. Fonte (USDA)
A ilha de Jeh está crescendo. Limites de 1943 em vermelho. Fonte. USDA
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Certas ilhas de baixo nível de altura são os territórios mais vulneráveis ao crescimento do nível do mar. 

Se o mar em volta delas está subindo, como trombeteia o alarmismo ecológico, elas estariam condenadas a desaparecer, se é que já não sumiram do mapa.

Mas, para surpresa do alarmismo e para alegria de todas as pessoas de bem, muitas ilhas da Terra que atendem aos requisitos fatais da propaganda verde, no entanto, nos últimos 100 anos experimentaram um notável crescimento.

Crescimento que é inexplicável segundo os boatos, mas que está sendo estudado e explicado pelos cientistas.

De extremo mal gosto, aliás, foi induzir injustificado apavoramento nos ilhéus de Tuvalu, Kiribati e da Micronésia. Cfr.: Ilhas do Pacífico crescem em altura e extensão e desmentem alarmismo climático

domingo, 17 de janeiro de 2021

Uma “nação chinesa” na Amazônia?

Nossos governos mudam, mas a cobiça chinesa perduraa e cresce
Nossos governos mudam, mas a cobiça chinesa perdura e cresce
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Para Dilma o ditador Xi-Jinping prometeu tudo.
O mais importante que mandou foi o coronavírus.
As inconmensuráveis riquezas contidas na região amazônica causam inveja em todo o mundo.

Não faltam e cada vez menos faltarão países, multinacionais ou grupos ideológicos querendo fincar pé nas regiões menos povoadas da Amazônia, a brasileira em especial.

É questão de soberania nacional que o País ocupe efetivamente esse território.

E quem melhor do que os próprios cidadãos brasileiros para se instalarem lá para produzir, povoar, civilizar e garantir o controle nacional?

Porém, o ativismo ambientalista, de mãos dadas com o indigenismo e outros pretextos de fundo ideológico que se manifestaram muito ativos a propósito do Sínodo da Amazônia, vêm sabotando a larga ocupação dessa imensa parcela estratégica do país.

Restrições legais de toda espécie, como demonstrou o Dr. Evaristo de Miranda no post O BRASIL ACABOU?, tornam extremamente árdua senão impossível a expansão natural da atividade produtiva e da população brasileira nessa prometedora região.

E até vem expulsando-os da região como já aconteceu na reserva Raposa/Serra do Sol. 

domingo, 15 de novembro de 2020

Antártida já foi mais quente e albergou uma tundra, concluem cientistas ingleses e americanos

Antártica, Ostracoideos, Dry Valley, Proceedings of the Royal Society B, Verde, nova cor do comunismo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Pela presença de um fóssil de crustáceo na Antártida, cientistas britânicos deduziram que esse continente teve temperaturas mais elevadas que as atuais informou o diário portenho “La Nación”.

A descoberta é outro desmentido para cada vez mais inviável teoria do aquecimento terrestre por causa da ação humana.

Os crustáceos são do tipo ostracóideo, i. é, com aspecto de concha (foto).

Foram colhidos num lago da região dos Vales Secos no leste do continente antártico (foto embaixo), bem conservados até nas suas partes brandas.

domingo, 8 de novembro de 2020

Mapeados imensos aquíferos de água doce no Saara e em toda África

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Entre os medos espalhados por um ecologismo enganador estão os do fim da água doce e os de uma desertificação planetária.

De acordo com a essa montagem demagógica, o mundo, inclusive a Amazônia, estariam a caminho de virar um imenso Saara, por culpa da ‘infausta’ obra do homem!

Descendo, contudo, à realidade, recente mapa geológico elaborado por cientistas britânicos mostra que a África descansa sobre uma “descomunal reserva de água subterrânea” cujos maiores aquíferos ficariam no norte, quer dizer, debaixo do Saara, informou o diário ABC de Madri.

O volume total de água sob a superfície atingiria meio milhão de quilômetros cúbicos ou 500 quatrilhões de litros, quantidade suficiente para alimentar a cidade de São Paulo durante 4.453 anos sem levar em conta a reposição do aquífero.

domingo, 1 de novembro de 2020

Cada dia aparece uma nova espécie na Amazônia: razão de alegria ou pretexto de dirigismo invasor?

Drosera amazonica, encontrada em 2009
Drosera amazonica, encontrada em 2009
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Há já uma década escrevíamos nestee blog que a organização ambientalista internacional WWF (World Wildlife Fund for Nature) elaborou extensa compilação das mais de 1.200 novas espécies de animais e vegetais descobertas na Amazônia nos mais recentes dez anos.

A divulgação do relatório foi noticiada pela BBC Brasil.

Segundo o estudo intitulado “Amazon Alive!”, entre 1999 e 2009, uma nova espécie foi achada a cada três dias na região.

Os números comprovam que a Amazônia é um dos lugares de maior biodiversidade da Terra: foram catalogados não período 637 novas plantas, 257 peixes, 216 anfíbios, 55 répteis, 39 mamíferos e 16 pássaros.

“O volume de descobertas de novas espécies é incrível – e isso sem incluir o grupo dos insetos, onde as descobertas também são muitas”, disse a coordenadora da WWF no Brasil, Sarah Hutchison.

domingo, 18 de outubro de 2020

Exageros nas “espécies desaparecidas”
ou “em via de extinção”

Com 100 filhotes o corcodrilo gavial macho (Gavialis gangeticus) nada numm rio no norte da Índia
Com 100 filhotes o crocodilo gavial macho (Gavialis gangeticus)
nada num rio no norte da Índia
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Continuados exageros passam a impressão errada de que a desaparição de um número incontável de espécies é indício certo de estar em andamento o apocalipse ecológico de causas humanas que extinguirá a vida na terra.

Entretanto, enquanto muitos milhões de espécies animais e vegetais aguardam para serem catalogadas, e assim “descobertas”, são frequentes as notícias de espécies “desaparecidas” que não só não desapareceram, mas até passam bem.

Muitos “desaparecimentos” seriam mais bem erros humanos na localização da espécie.

Mas o alarmismo catastrofista não quer prestar ouvidos às “redescobertas” e a grande mídia ideologicamente engajada na revolução comuno-ecologista não lhe dá espaço.

Veja também: Medo de extinção de espécies não é proporcionado, mostram pesquisas

1. Dhritiman Mukherjee, fotógrafo especializado em natureza e vida selvagem, fotografou a espécie de crocodilo gavial (Gavialis gangeticus) declarado em perigo de extinção carregando dezenas de filhotes no topo.

domingo, 4 de outubro de 2020

Adaptar-se às mudanças climáticas custaria 50 vezes menos que tentar contê-las

Desta vez não teria sido cinema ficção, mas dura realidade.
Desta vez não teria sido cinema ficção, mas dura realidade.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs









Nunca ouvimos bem explicado quanto custaria conter as 'mudanças climáticas' se é que é isso é possível. 

Pois basta considerar sua imensidade de um lado e de outro lado a insignificância dos recursos humanos para lhes modificar o rumo, ainda que pareçam gigantescos.

No dia anterior ao momento em que escrevo os termômetros apontaram 38º na cidade de São Paulo, alguns da rua registravam mais de 40ª. Todo o mundo ligou tudo o que podia para se refrescar. Eu mesmo fiz isso. 

Do que é que adiantou? A natureza continuou sua oscilação térmica sem se importar com o que fazíamos milhões de seres humanos em imensas cidades industriais.

Agora, neste momento, veio a garoa e o termômetro marca 21º. Damos graças a Deus, pois é o único que há a fazer.

domingo, 27 de setembro de 2020

Morre meio milhão de chineses pela poluição cada ano, mas isso não é tragédia ambiental!

Mulher tenta se proteger em Pequim
Mulher tenta se proteger em Pequim
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



A poluição na China como que é crônica pelo desmedido desejo de hegemonia industrial e econômica do regime socialista. 

As notícias a respeito parecem repetitivas se não fossem tão trágicas.

Uma das ondas de poluição que se abateu sobre o norte do país “era tão densa que eu não conseguia sequer perceber o imóvel que estava diante de mim.

“Eu não ouso sequer assomar meu nariz fora de casa porque fico doente”, explicava Gao, jornalista aposentada que vive na periferia de Pequim, ao quotidiano francês “Libération”.

O “Libération” é insuspeito: ele “morre de amores” pela revolução chinesa e pela ecologia!!!

A referida onda foi em 2014, mas as instruções do plano quinquenal marxista mandam que se continuem aplicando até atingir a hegemonia industrial mundial chinesa! 

Como é uma potência amiga da confraria verde/vermelha ocidental não se faz propaganda contra.

A concentração de micropartículas no ar da capital chinesa atingiu durante uma semana por volta de 400 a 500 microgramas por metro cúbico. Isto é 16 a 20 vezes o máximo definido pela Organização mundial da Saúde — (OMS).

Em Shijiazhuang, cidade industrial próxima de Pequim onde essa concentração supera com frequência até 900 microgramas (36 vezes o máximo fixado pela OMS), um habitante ousou se queixar na prefeitura.

domingo, 20 de setembro de 2020

Mosquitos afugentam
moradores de prédios ecológicos

Chengdu Qiyi City Forest Garden foi atrativa muito pouco tempo até que a natureza falou pelos mosquitos.
Chengdu Qiyi City Forest Garden foi atrativa muito pouco tempo
até que a natureza falou pelos mosquitos.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






A propaganda ecologista quer nos fazer sonhar com uma vida idílica imersos na natureza, da qual usufruiríamos toda espécie de benesses até agora nunca experimentados na civilização urbano industrial.

Nada nos fala dos incômodos que ela envolve e contra os quais lutaram valentemente desbravadores e colonizadores, monges e abadias.

Eles modificaram, por vezes profundamente, o entorno vegetal e animal, e por vezes a terra criando lagos artificiais, canais, drenagens ou áreas de rega. 

Tudo isso com muito e meritório esforço mas cometendo crimes contra a mãe terra.

A propaganda nos silencia esses aspectos difíceis na conquista da natureza dando a acreditar que entrando na mata afundaríamos num colchão de delicias vegetais e por que não? animais.

Mas a natureza está maculada e faz sofrer até àqueles que caem nesses contos.

Um dessas enganações dizia que seria possível viver em oito grandes prédios ecológicos que quase emulariam essa visão ‘conto da carochinha verde’ somando delícias da natureza com comodidades da modernidade, esquecendo os aspectos complicados.

domingo, 13 de setembro de 2020

Oceano de agua doce sob a Amazônia

Em 2014, os primeiros dados incompletos eram extraordinários
Em 2014, os primeiros dados incompletos eram extraordinários
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





A Amazônia esconde mais um tesouro de valor incalculável: um oceano subterrâneo de água doce estimado em mais de 160 trilhões de metros cúbicos, tinha escrito João Lara Mesquita no Blog Mar sem fim em 2014!

Mas os inesgotáveis alarmistas verdes fingiram ignorar e com toda sua ciência continuam pressagiando a desertificação da Amazônia e do mundo.


O autor do Blog Mar sem fim contou que na 66ª reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), no campus da Universidade Federal do Acre (UFAC), foi estimado que a Amazônia tem um oceano subterrâneo.

A reserva de água tem volume de cerca de 160 trilhões de metros cúbicos. A estimativa foi de Francisco de Assis Matos de Abreu, professor da Universidade Federal do Pará (UFPA).

domingo, 6 de setembro de 2020

Brasil: a Arca de Noé do Século XXI?

Desgastada calúnia: o Brasil está acabando com a Floresta Amazônica
Desgastada calúnia: o Brasil está acabando com a Floresta Amazônica






Tantos são os problemas que assolam o Brasil e o seu povo que se torna difícil traçar uma unidade descritiva desse circo de horrores em que a esquerda pretende transformar nosso País.

Na verdade, ela quer tocar fogo no circo e permanecer imune e impune.

Literalmente, quer ver o circo pegar fogo, ou pelo menos a Amazônia em chamas…

Comecemos por ver e analisar as desgastadas calúnias de que o Brasil está acabando com a Floresta Amazônica.

Os focos de queimadas podem ser decorrentes da técnica milenar da coivara utilizada na limpeza de pastagens ou na preparação de roças para o plantio de pequenos produtores.

Ou até mesmo de festas juninas.

Mas, em todo caso, as queimadas diminuíram em relação a 2019 segundo dados coletados pela Embrapa Territorial e divulgados em 17-8-20.