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domingo, 1 de agosto de 2021

Alarmismos e fake-news na onda de frio

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A recente onda de frio polar pode ser comparada a outras deste século que apenas está começando (21 invernos até 2021).

A massa polar queda trouxe frios pouco frequentes, mas não novos neste breve início de século, com as habituais geadas e alguma neve comemorada até com alegria e festa em cidades do Sul brasileiro e lamentada pelos agricultores nas mesmas regiões.

O vento trouxe sensações térmicas congelantes e, nas áreas mais altas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, valores negativos danosos para a agricultura e os desprevenidos.

Mas na média geral não superou frios muito intensos e os recordes de neve dos anos 2000, 2007, 2009, 2011 e 2013.

Foi a terceira massa polar de grande intensidade em apenas um mês no Brasil, com impacto nas culturas como milho, cana de açúcar, café, e o setor hortifrutigranjeiro.

Cada onda de frio, observou Metsul, tem as suas próprias “impressões digitais” e nenhum evento extremo de frio é idêntico ao outro: em um há recordes em grande número de locais, e em outros em apenas algumas regiões.

O frio do final de junho trouxe geadas para Mato Grosso, onde não geava desde 1975, mas teve consequência muitíssimo menos graves que 46 anos atrás.

Essa onda fez nevar por três dias seguidos no Sul, o que não ocorria desde julho de 2000, mas caiu muito menos neve que em julho e agosto de 2013.

Geadas em 2014
Geadas em 2014
A última onda de frio não superou a de 2012 responsável pelas maiores mínimas absolutas até hoje.

Mas uma certa mídia sensacionalista e muito boato nas redes sociais aproveitaram para espalhar alarmismos.

Nada novo, quando a ONU, IPCC, Vaticano, inúmeras ONGS e governos não cessam de nos atormentar com blefes, compreende-se que qualquer “influencer” à procura de assinantes solte alarmes que lhe rendam seguidores.

Uma matéria do conceituado site Climatempo, no dia 26/07/2021 nos fez rir, ou passar vergonha, segundo a posição assumida a respeito da onda de frio que chegava.

Climatempo pôs os pés na realidade com a matéria “FATO OU FAKE: Saiba o que esperar da onda de frio desta semana”, uma lista dos fatos que são verdade ou mentira a respeito da onda. Ei-a:

1º - Brasil terá a onda de frio mais intensa do século: FAKE!


Foi um dos boatos iniciais preferidos. A onda de frio prevista para a Região Sul, provavelmente seria a mais intensa deste ano, com alta chance de neve nas áreas mais altas das serras gaúcha e catarinense. Em algumas localidades havia chance de novos recordes de frio e em quase toda a região muita alta probabilidade de geada.

O boato, porém, pulou alegremente do ano para o século e ali saiu uma notícia FAKE grosseira.

É a metodologia a que nos tem acostumado os catastrofistas ideológicos “verdes” e que tal vez tenha deformado muitos leitores ou internautas incautos.

2 - Temperatura pode ficar abaixo de -15ºC no Sul do Brasil: FAKE!


Frio extremo bateu recordes em 2012 e foi capa dos jornais. Diário de Santa Maria e Jornal NH. Reprodução
Frio extremo bateu recordes em 2012 e foi capa dos jornais.
Diário de Santa Maria e Jornal NH. Reprodução
Até o dia 29 de julho de 2021, a menor temperatura registrada no Brasil em 2021foi -8,6ºC em Bom Jardim da Serra, Santa Catarina, considerada uma das mais frias do Brasil, com um recorde -9,2 °C em 2012.

Climatempo não excluía algum novo recorde mas o vício do alarmismo espalhava números antárticos e direto em todo o Sul.

3 - Sensação térmica pode chegar a -25ºC na serra da Região Sul: VERDADE!


A sensação térmica relacionada com os ventos e em áreas altas de serra, podia chegar a -25ºC.

Assisti a uma palestra em que o orador a quem respeito foi confundindo com a temperatura real e anunciando que o frio chegaria a -25ºC vendo nisso um sinal sugestivo de um fim do mundo.

4 - Há risco de neve no estado do Rio de Janeiro: FAKE!


No estado do Rio, na região do Pico do Itatiaia a 2450 m de altitude, uma vez registrou-se -9,9ºC e uma nevada passageira.

Segure o riso, o catastrofismo apocalíptico que contamina a informação levava alguns a pensar num Cristo do Corcovado emergindo de neves como das eternas do Himalaia ou dos Andes. Pura imaginação.

Climatempo ressalta que o recorde de frio no Brasil em locais habitados com atividade humana regular, é de -8,2°C no dia 20 de julho, em Urupema, cidade na parte mais elevada da serra de Santa Catarina, conforme medição do Epagri-Ciram.

5 - Onda de frio desta semana será mais duradoura: VERDADE!


A “impressão digital” desta massa de ar frio será a persistência de dias consecutivos com temperaturas mínimas negativas nas áreas mais altas do Sul (entre -6°C e -10°C) e temperaturas máximas abaixo de 10°C, registrou Climatempo.

Na Serra da Mantiqueira, as mínimas ficaram entre 1°C e 14°C.

Picos nevados na Grande Florianópolis na histórica nevada de 2013. Diário Catarinense. Reprodução
Picos nevados na Grande Florianópolis na histórica nevada de 2013.
Diário Catarinense. Reprodução
6 - Temperaturas negativas em Porto Alegre: FAKE!


Na região metropolitana de Porto Alegre não há condições para neve ou temperaturas negativas, no máximo para geada, mas a Fake News corria sem reflexão.

7 - Frio batendo recorde histórico em São Paulo: FAKE!


A menor temperatura já registrada na cidade de São Paulo, desde 1943, foi de -2,0ºC em agosto de 1955, pelo INMET no Mirante de Santana, que é a estação oficial para registro de recordes.

Na semana passada, a média mais intensa de frio foi de 4º,7C no dia 29, assaz longe do recorde de 1955.

8 - Governos canadense e americano emitiram alerta sobre frio no Brasil: FAKE!


O auge da Fake News espalhou que os governos dos EUA e do Canadá emitiram alerta sobre o frio intenso no Brasil.

De fato, os modelos de previsão americano e canadense apontavam o frio, mas sem alerta algum. Menos ainda houve tomada de posição dos governos, ato acostumado nas tragédias.

Até nossa vida quotidiana é assim perturbada pelo alarmismo produtor insistente de falsas informações, sempre num sentido alarmista ou catastrofista.


segunda-feira, 26 de julho de 2021

China maior poluidor climático do planeta
não para de poluir

China não para de poluir mas é aplaudida como 'salvadora do clima'
China não para de poluir mas é aplaudida como 'salvadora do clima'
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Se a China Comunista levasse a sério a redução das emissões, teria fixado algum objetivo em seu plano quinquenal 2021/2025, lançado em março, escreveu Judith Bergman, advogada e analista política, Senior Fellow do Gatestone Institute. 

Mas esse plano contém “pouco mais do que vagos compromissos para lidar com as emissões de dióxido de carbono”, que não faz mal mas a China e sócios "verdes" e vermelhos" acham pior que o diabo.

Segundo o Wall Street Journal, “Pequim gosta de Biden e de Paris” porque permitem à China irrestrito crescimento econômico para se tornar potência hegemônica dominante no planeta sem respeitar compromisso algum.

A China diz e faz escancaradamente o oposto de suas promessas de cortar as emissões de gases estufa, enganando o mundo com uma conduta predatória.

E os EUA lhe mandam todos os sinais errados, reduzindo sua própria competitividade e desenrolando para a China um espesso tapete vermelho, a cor preferida dos mestres marxistas.

Em 2020 a China aumentou a poluente energia proveniente das termoelétricas que queimam carvão triplicando nesse quesito a soma de todos os demais países do mundo juntos, de acordo com o relatório da Global Energy Monitor.

China maior poluidor climático do planeta não para de poluir
China maior poluidor climático do planeta não para de poluir

O resto do mundo diminuiu essa poluição mais os gases tóxicos chineses eclipsaram os ganhos de todas as economias saudáveis.

Em 2019 a China emitia quase 30% do CO2 mundial, o dobro dos EUA e se for verdade a mentira do que o CO2 faz mal, deveria ser increpada como a pior intoxicadora da terra

A China, consumidor nº1 de carvão do planeta, tem a maior concentração planetária de usinas de carvão e em 2020 superou em 4 milhões de toneladas o consumo de 2019 com o proporcionado aumento de fumaça.

A Agência Internacional de Energia calcula que “79,7% das emissões chinesas vieram do carvão em 2018” e “desde 2011, a China consome mais carvão do que todos os países do planeta juntos.”

É clamorosamente o maior poluidor do ar do mundo, mas faz marketing de si mesma como maior defensora do meio ambiente. A grande mídia, ONGs, Vaticano e governos de esquerda fingem não saber.

“Temos que proteger a natureza e preservar o meio ambiente (...) fomentar um novo relacionamento onde o homem e a natureza possam prosperar e viver em harmonia”, falou Xi Jinping com cara de pau na Cúpula dos Líderes sobre o Clima patrocinada pelo presidente Biden. Cfr. Fiasco na Cúpula do Clima e ditatorialismo ecologista

O Partido Comunista Chinês (PCCh) não faz poesia com o meio ambiente. Em artigo da Yale School of Environment em 2017, o professor William Laurance escreve:

“Nunca vi uma nação impactar o planeta de maneira tão avassaladora quanto a China de uns tempos para cá.”

Em quase todos os continentes, a China está envolvida em uma impressionante diversidade de extração de recursos, energia, projetos agrícolas e de infraestrutura, estradas, ferrovias, hidrelétricas, mineração, que estão causando danos jamais vistos aos ecossistemas e à biodiversidade.”

O Banco Mundial calcula em quase 3 mil os projetos em que:

“investidores e empresas chinesas estrangeiras predominam em países mais pobres, (...) forçando-os a se tornarem 'paraísos da poluição' para as empresas chinesas.”

Por isso, observa Laurance:

A China tem sido, de longa data, um buraco negro para o comércio ilegal de animais selvagens, ... um colossal consumidor de madeira ilegal ....

“Na África Ocidental, florestas de jacarandá estão sendo devastadas ilegalmente, ... Os impactos são ainda mais pesados na Ásia/Pacífico, onde as florestas nativas da Sibéria às Ilhas Salomão estão sendo desarrazoadamente exploradas para suprir os mercados chineses.”
Mesmo, na Cúpula mencionada, Xi increpou os EUA por deixar o Acordo de Paris, e Ocidente se pôs de quatro.

No Acordo de Paris, Dilma enforcou o Brasil e Xi foi aclamado quando prometeu que só faria o interesse chinês
No Acordo de Paris, Dilma foi aplaudida quando enforcou o Brasil
e Xi foi aclamado quando prometeu que só faria o interesse chinês

No Acordo de Paris a China obteve sinal verde para aumentar as emissões até 2030, “gerando enormes quantidades de CO2” enquanto Dilma Rousseff prometia diminuir as do Brasil.

Ela condenou à forca o País assumindo como objetivo oficial incluído no Acordo de cortar as emissões de gases de efeito estufa em 37% até 2025.

Acrescido do indicativo de redução de 43% até 2030 – ambos em comparação aos níveis de 2005, basicamente combatendo o desmatamento.

Enquanto o Brasil era empurrado a esse disparate (de fato, irrealizável), Pequim desmatava até na bacia amazônica.


Na Cúpula do Clima 2021, Xi voltou às promessas resvaladias e insinceras.

“De acordo com o plano [quinquenal], as emissões chinesas continuarão aumentando”, salientou o Dr. Zhang Shuwei, economista-chefe do Draworld Environment Research Center.

Biden que reingressou apressadamente ao Acordo de Paris, prometeu na mesma Cúpula que os EUA reduzirão as emissões de CO2 em pelo menos 50% até 2030.

Termoelétricas chinesas queimam mais carvão que todas suas equivalentes no resto do mundo
Termoelétricas chinesas queimam mais carvão que todas suas equivalentes no resto do mundo
É extremamente improvável que a China cumpra seus compromissos climáticos. 

As promessas do PCCh não são confiáveis, escreve Bergman

Em 1984, a China prometeu respeitar os direitos e liberdades de Hong Kong, e em 2020 os esmagou com uma lei de segurança nacional no maior estilo mão de ferro maoísta.

A lista de promessas quebradas pela China inclui as mentiras da incerta não transmissibilidade do coronavírus, que se originou em Wuhan.

Estudo do Conselho Americano para Formação de Capital apoiado pelo Instituto da Câmara de Comércio dos EUA para Energia do Século 21 em 2017, calculou que as promessas de Obama no Acordo de Paris poderiam “custar à economia dos EUA US$3 trilhões e 6,5 milhões de empregos até 2040”.

Quanto custará a mais o cumprimento das promessas climáticas do presidente Biden?

À China só lhe importa que os EUA percam competitividade, e o império de Mao se torne a superpotência esmagadora do mundo.


segunda-feira, 19 de julho de 2021

Mais enganos. O Ártico foi mais quente nos anos 1950/60, diz Dinamarca

Polo Norte não desapareceu como falaram os profetas catastrofistas
Polo Norte: não desapareceu como falaram os profetas catastrofistas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Ponderadas notícias climáticas vieram do Instituto Meteorológico da Dinamarca (DMI) pondo as coisas no ponto certo.

Mas, caro leitor, não as procure na grande mídia, aí elas não saíram e não sairão. Pois a natureza contradisse os dogmas martelados sem repouso em nossos olhos e ouvidos por dita mídia.

Só com muito esforço e experiência podemos encontra-las em alguns blogs ou sites seriamente especializados no clima e na geografia da Terra.

As fontes que vamos citar – e, aliás um número crescente de pessoas de bom senso – sentem que o mundo está sendo empurrado a um futuro que não quer.

Há um intuito escondido para a maioria dos pobres mortais, nós, as vítimas, que tem dogmas e quer impô-los contra toda razão.

A “crise climática” é o mais novo artigo dessa dogmática fé. Esqueça a ciência, diz o site, é uma manobra política.

Essas crenças irracionais tentam que a humanidade acredite nos maiores absurdos para depois aceitar uma ditadura ecológico-comunista planetária como única solução.

Vamos às boas notícias. O site Electroverse, focado nos polos e no próximo Grande Mínimo Solar, apresentou um resumo das conclusões do Instituto Meteorológico do governo da Dinamarca sobre as temperaturas no Polo Norte nas décadas dos ’50 e ’60.  

Medições dos anos 60 verões mais cálidos
Medições dos anos 60: verões mais cálidos

A matéria foi reproduzida pelo movimentado site Climate report.

Números e quadros são eloquentes: nessas décadas os verões do Ártico foram mais quentes do que hoje. E, desde então, segundo o Instituto danês, as temperaturas árticas se mantiveram algo abaixo da média em todas as estações.

Em poucas palavras, o Ártico não esquentou nem está derretendo assustadoramente: continua algo mais de frio, mas, no todo, estável.

Essas temperaturas mais frias do que a média do Ártico devem ser atribuídas ao jogo dos ventos – velocidade/direção, etc.

Por causa desses fatores as mudanças na superfície da capa de gelo do Polo Norte em que insiste a grande mídia são pouco relevantes para os cientistas.

No dia 18 de julho (2021) o volume do gelo superficial do Ártico entrava confortavelmente no leque da normalidade.

Os arautos do medo com a 'perda de gelo' e o 'aumento catastrófico do nível do mar', observa Electroverse, deveriam olhar para a Antártica para abafarem suas ‘ansiedades planejadas’.

A Antártica detém 90% da água doce da Terra e está crescendo em massa desde 1979, de acordo com dados do NSIDC, o National Snow and Ice Data Center, centro de informação dos EUA para a investigação polar.

Por certo isso não fala de um mundo aquecendo globalmente.

Mas, não é isso que nos trombeteiam os profetas ecológicos:

Tudo como dantes no quartel d'Abrantes, submarinos americanos e britânicos emergem perfurando o gelo no Polo Norte, como sempre
Tudo como dantes no quartel d'Abrantes, submarinos americanos e britânicos
emergem perfurando o gelo no Polo Norte, como sempre
Há onze anos, o espalhador de pânicos Al Gore, galardoado com o Prêmio Nobel pelas suas predições, anunciou que o Polo Norte teria perdido todo o gelo em apenas cinco anos!

Um outro “profeta do clima” da escola apocalíptica, James Hansen, bem posicionado na NASA, também anunciava que o Ártico ficaria “Livre do Gelo do Verão” em 2018

Ocioso dizer que nada disso se cumpriu. Agora o Instituto Meteorológico da Dinamarca afasta qualquer dúvida.

Em lugar de “aquecimento global” eles poderiam estar aterrorizando com um suposto “congelamento global” como já o fizeram alguns de seus predecessores.

Mas para escravizar as mentes é preciso achatá-las, então apelam ao blefe do “aquecimento global”.

Temos já décadas de profecias fracassadas, registra o site especializado em polos.

O Ártico, embora levemente, poderia ser explorado para teatralizações do “resfriamento global”. Porque, no geral, diz, as tendências de temperatura da Terra são mais frias durante um Grande Mínimo Solar (GSM).

O Electroverse recomenda pensar mais no próximo Grande Mínimo Solar pois se aproxima sim um relevante resfriamento global.

Os sinais não faltam. A Groenlândia, aliás território dinamarquês, atualmente está ganhando quantidade recorde de neve e gelo, além do Ártico ter esfriado como vimos.

Os tempos frios estão retornando com a atividade solar historicamente baixa.

A NOAA (Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA) observa que entramos num Grande Mínimo Solar “totalmente desenvolvido” no final dos anos 2020.

Por sua vez, a NASA vê no novo ciclo solar (25º) “o mais fraco dos últimos 200 anos”, correlacionando com períodos prolongados de resfriamento global.

O Electroverse menciona uma “grande quantidade de novos artigos científicos afirmando o imenso impacto que o Giro Beaufort poderia ter na Corrente do Golfo e, portanto, no clima em geral”.

Como temos documentado em múltiplos posts essa tendência ao arrefecimento não nos deve alarmar, mas nos convidar a nos prevenir e adaptar, coisa perfeitamente possível sem maiores danos ou até com lucros.

A tendência climática nos convida sobretudo a não nos deixar alastrar por blefes que, esses sim, poderão causar um dano incomensurável à civilização e à humanidade.


domingo, 11 de julho de 2021

“Zero Absoluto”: relatório britânico
antecipa “lockdowns climáticos” tirânicos

Proibição Absoluta durante três décadas
Proibição Absoluta durante três décadas
Luis Dufaur
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O militante ecologista Gareth Dale, professor da Brunel University de Grã Bretanha fez um revelador elogio do relatório “Zero Absoluto” elaborado por colegas seus das Universidades de Cambridge, Oxford, Nottingham, Bath e do Imperial College de Londres, recolhido pelo bem informado site Climate Depot.

O assustador relatório “recomenda uma transformação radical na forma como vivemos.

Todos os embarques devem ser eliminados até 2050, e também todo o uso de argamassa ou concreto à base de cimento.

Na Grã-Bretanha, todos os aeroportos, exceto Heathrow e Glasgow terão que fechar até 2029, e aqueles dois até 2049.

“A aviação deve se tornar ilegal até então
e, afirma o relatório, garantir que o carbono seja zero deve se tornar ‘uma questão de regulamentação, com proibições sobre o uso de carbono semelhantes a proibições sobre o uso de amianto’”.

domingo, 4 de julho de 2021

Dirigismo e privação em “lockdowns climáticos”
estão sendo planejados

Absurda ideia de lockdowns climáticos para salvar o clima prospera em altas esferas
Absurda ideia de lockdowns climáticos para salvar o clima
prospera em altas esferas
Luis Dufaur
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O líder da maioria do Senado dos Estados Unidos, o democrata Charles “Chuck” Schumer está pedindo ao presidente Biden que declare uma “emergência climática nacional”.

Com essa medida de exceção os governadores ambientalistas teriam “poderes de emergência” ditatoriais, denunciou Marc Morano, do informado site Climate Depot, no programa Fox News.

Mas não é só ele que pede poderes arbitrários, prosseguiu Morano. Também “os funcionários da Organização Mundial de Saúde estão recomendando bloqueios climáticos. ...

“No Reino Unido, eles propuseram cartões de racionamento de CO2 para que o governo ou empregadores monitorassem seus níveis de CO2, seu uso de energia.....

E acrescentou que “um orçamento de CO2 para cada homem, mulher e criança no planeta foi proposto por um consultor climático alemão”.

Morano denunciou nesse sentido o “principal relatório do Reino Unido” e o “relatório da Agência Internacional de Energia (...) pedindo essencialmente o mesmo tipo de bloqueio”.

Esse lockdown restringe a movimentação dos cidadãos a ponto de que na “emergência climática você só pode voar quando é 'moralmente justificável'”.

domingo, 27 de junho de 2021

Produtores de alimentos X Ambientalistas radicais

O alimento abundante acabará com a imposição do ambientalismo radical. Mercado Municipal de São Paulo
O alimento abundante acabará com a imposição do ambientalismo radical.
Foto: Mercado Municipal de São Paulo
Luis Dufaur
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“Há provas abundantes de que as vegetações cultivadas produzem saldo positivo superior ao das vegetações nativas, na relação de oxigênio (O2) sobre gás carbônico (CO2) e metano (CH4), os temidos ‘gases do efeito estufa’”, escreveram Nelson Ramos Barretto e Paulo Henrique Chaves, autores de diversos livros sobre a problemática do agronegócio e da reforma agrária.

“Já se provou igualmente que as áreas desmatadas e plantadas da mata atlântica não tiveram influência sobre o clima, por exemplo, no regime de chuvas.

“As terras não viraram desertos, tornaram-se antes uma das maiores áreas produtoras do mundo.

“Nessa perspectiva, os desmatadores em novas regiões do País podem ter errado, mas muitos deles sem a intenção de fazê-lo, como por exemplo nos casos decorrentes da terceirização dos serviços de desmates, sem contar inúmeros outros induzidos por leis injustas.

“Exemplo característico foi a Medida Provisória que se tornou lei em 2001, ampliando as áreas de reservas na Amazônia de 50% para 80%, e de 20% para 35% nas áreas de cerrado, o que obrigou à recuperação de grandes áreas desmatadas em todo o País.

domingo, 20 de junho de 2021

Em referendo, suíços rejeitam leis ecologistas

Leis verdes qualificadas dogmáticas e enganosas
Leis verdes qualificadas dogmáticas e enganosas
Luis Dufaur
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A Confederação Suíça composta por 26 cantões – que correspondem ao que seria um estado – é um dos países do mundo que melhor cuida seu meio ambiente.

A beleza de seus panoramas campestres ou lacustres admiravelmente cuidados atraiu durante séculos quantidade incontável de elogios de toda espécie de artistas e amantes da beleza além de um fluxo turístico incessante.

A qualidade de vida helvética é também das mais elevadas do planeta e o país é dos mais ricos do mundo e melhor tratado pelos governantes.

Agora, os eleitores suíços sempre zelosos da preservação de sua natureza, rejeitaram um trio de propostas ambientalistas em referendo popular.

Assim desmoralizaram ainda mais o demagógico Acordo de Paris em pontos sensíveis da agenda ecológica planetária.

Como é bem sabido, a Suíça é um dos raros países onde continua em vigor a democracia direta.

domingo, 13 de junho de 2021

Expansionismo chinês na Amazônia não pretende parar

A China desenterra velhos documentoss para alegar que as Américas lhe pertencem
A China desenterra velhos documentos
para alegar que as Américas lhe pertencem
Luis Dufaur
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Num post anterior tratamos de instituições financeiras de desenvolvimento internacional, na maior parte estatais chinesas, que financiam investimentos em larga escala na Amazônia, contrariando até as alegações oficiais de “salvar a floresta, “salvar o clima”, etc..

Cfr.: Xi prega contra o desmatamento mas o promove no mundo com seu Partido Comunista


Essa tendência aumentará, diz trabalho do Centro de Políticas de Desenvolvimento Global da Universidade de Boston, que não concorda com ela.

Esses capitais têm diversas procedências e objetivos econômicos e sociais.

Mas o caso da China é inquietante porque esse país tem se fixado como objetivo final assujeitar o mundo. E para isso não poupa nada.

Dos 70 bilhões de dólares aplicados por órgãos de todo o mundo público e privado na bacia do Amazonas, de 2018 até 2020, segundo a Boston University, o Banco de Desenvolvimento da China e o Banco de Exportação e Importação da China financiaram, ou irão financiar, quase um terço, reportou o site Amazôniasocioambiental.

domingo, 6 de junho de 2021

Xi prega contra o desmatamento mas o promove no mundo com seu Partido Comunista

Forests & Finance: PC chinês é grande financiador do desmatamento no mundo
Forests & Finance: PC chinês é
grande financiador do desmatamento no mundo
Luis Dufaur
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O Partido Comunista da China (PCCh) financia o desmatamento em vários países segundo relatório da Forests & Finance, uma coalizão global de organizações não governamentais, escreveu a Revista Oeste com informações internacionais avalizadas.

Os bancos chineses aparecem como os segundos maiores consumidores de commodities que implicam no desmatamento da floresta tropical, diz Forests & Finance.

Os resultados finais do informe põem sob suspeita as alegações de Pequim ser um líder mundial no combate às mudanças climáticas, escreveu ZeddBrasil.

Os dados dos investigadores mostram que de janeiro de 2016 a abril de 2020, as financeiras chinesas forneceram US $15 bilhões em empréstimos e serviços a empresas que exploram commodities que puxam o desmatamento no Sudeste Asiático, no Brasil e na África.

As empresas chinesas envolvidas no comércio de celulose e papel, óleo de palma, soja, borracha e madeira que operam em grande parte no exterior são financiadas por bancos pertencentes ao governo ou ao Partido Comunista chinês, explicou o Financial Times.

domingo, 30 de maio de 2021

A verdadeira história dos povos que transformaram a floresta da Amazônia está para ser escrita

Vaso de gargalo recuperado em Santarém. Fundo floresta tropical húmida amazônica
Vaso de gargalo recuperado em Santarém.
Fundo foto: floresta tropical úmida amazônica
Luis Dufaur
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Aterrado ou ilha artificial.
Aterrado ou ilha artificial.
O arqueólogo Márcio Amaral, do Instituto Mamirauá, engajado nas investigações, ressalta ainda que a vegetação típica das ilhas artificiais é bem diferente da encontrada nas várzeas.

“A cultura de plantação era diversificada, mostrando conhecimento botânico e um tratamento de engenharia genética na escolha dos alimentos cultivados.

“As mulheres, responsáveis pelas plantações, sabiam escolher quais alimentos cultivar, do açaí ao abacaxi, mais doce, a mandioca, com maior valor energético, até as ervas e plantas medicinais.

“Elas conseguiram transformar e multiplicar a variedade genética. Esses povos modificaram a paisagem, manejaram os recursos e desenvolveram estratégias de sobrevivência de acordo com o ambiente em que viviam.

“Esse foi um legado que deixaram para toda a Amazônia, que precisa ser resgatado.”

É uma surpresa admirável. A mata amazônica não é mera espontaneidade. É fruto de povos inteligentes, que sistematizavam seus conhecimentos, organizavam a produção alimentar e transformavam a selva.

domingo, 23 de maio de 2021

Ilhas artificiais na Amazônia exigiram uma engenharia comparável às pirâmides do Egito

Urna funerária, cultura marajoara, ilha de Marajó, Amazônia
Urna funerária, cultura marajoara, ilha de Marajó, Amazônia
Luis Dufaur
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Chuvas intensas alagaram nestes dias (maio 2021) Manaus e mais algumas cidades nas ribeiras da rede fluvial amazônica.

A calamidade não é nova. Já aconteceu outros anos e até com maior intensidade em decorrência do extraordinário índice pluviométrico que caracteriza a região.

Nada de aquecimento global e outras teorias que aplicadas ao caso são bobagens risíveis.

Enquanto essa desgraça atingia a uma vasta população já acostumada ao fenômeno, o blog Mar sem fim publicava uma descoberta arqueológica que, como diz esse blog, revela o quanto a Amazônia ainda é desconhecida e pouco pesquisada.

O fato pode ser espantoso para quem não acompanha blogs como nosso, ou outros seriamente interessados nas riquezas da Amazônia, não só naturais mas históricas e culturais.

Mas acontece que pesquisadores estão desvendando na Amazônia obras de engenharia comparáveis às pirâmides do Egito.

Sim comparáveis pela sua dimensão e conhecimentos de engenharia!

segunda-feira, 17 de maio de 2021

Fiasco na Cúpula do Clima e ditatorialismo ecologista

Joe Biden fala ante a tela na Cúpula virtual do clima com os líderes de 40 países
Joe Biden fala ante a tela na Cúpula virtual do clima com os líderes de 40 países
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O presidente dos EUA, Joe Biden, convocou uma cúpula virtual do clima na qual se destacaram os ditadores da China e da Rússia, Xi Jinping e Vladimir Putin.

Durante dois dias, 40 chefes de Estado e de Governo gastaram seus verbos ratificando aparatosamente seu compromisso político para conter o que o homem não pode conter: o aumento das temperaturas na Terra, se é que existe.

A energia sustentável e a digitalização foram postas nos chifres da Lua, mas, observou um assessor de um dos países convocados citado por “El Mundo”, não foi apresentado nenhum cálculo realista de custos e benefícios nem política industrial alguma.

Um fiasco sonoro de que os cidadãos do planeta nem tomaram conhecimento, acostumados a ouvir enxurradas de informações ambientalistas que não lhes dizem a respeito.

O assessor citado sublinhou que do imenso falatório planetário pelo clima não resultou estratégia nenhuma e os países não apresentaram incentivos para reduzir as emissões, algo que está ficando cada vez mais inverossímil.

O famoso Tratado de Paris assinado em 2015 não é vinculativo, pelo que os seus objetivos, também fixados pelos governos, não têm de ser cumpridos. E de fato estão sendo alegremente burlados.

domingo, 9 de maio de 2021

Mentirada verde sobre o buraco de ozônio esconde golpe econômico

Nas área coloridas em azul a camada de ozônio está mais enfraquecida, foto da NASA em 7 de maio de 2021. O enfraquecimento é cíclico e devido à atividade solar
Nas área colorida em azul a camada de ozônio está mais enfraquecida.
Foto da NASA em 7 de maio de 2021.
O enfraquecimento é cíclico e devido à atividade solar
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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sócio do IPCO,
webmaster de
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O climatologista Luís Carlos Molion, físico com pós-doutorado na Inglaterra, mais de 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, sendo 25 destes à frente do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e, Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM) voltou a denunciar.

A agitação ambientalista a pretexto do “buraco de ozônio” é um abuso dos dados científicos que danifica os países pobres, notadamente os tropicais, que precisam de refrigeração a baixo custo, escreveu Notícias Agrícolas.

Molion mostrou que a antiga família de gases CFC usada na maioria dos equipamentos de refrigeração caseiros (geladeiras, ar condicionado, etc.) tinha ficado muita barata porque não pagavam mais taxas.

Grandes petroquímicas então apoiaram por baixo do pano o ativismo verde para obter a proibição dos gases CFC e forçar o uso de substitutos que sendo novos deveriam pagar direitos.

Na manobra não houve nada de defesa do planeta e outros alegados ecológicos, mas sim importantes retornos pecuniários.

domingo, 2 de maio de 2021

Decrescer: ideia ecologista de fazer lockdowns climáticos!

Decrescimiento lei ambientalista deixa avião da Air France lacrado em desuso
Decrescimiento: lei ambientalista deixa aviões da Air France lacrados em desuso
Luis Dufaur
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Apesar de toda a pressão ambientalista para achincalhar o progresso, nas últimas décadas o crescimento de ricos e também dos pobres foi real, reduzindo poluentes e produzindo energias mais limpas.

Bryan Walsh parafraseia Winston Churchill sobre a democracia: ela tem seus defeitos, mas é a maneira menos pior de organizar uma economia.

Mas a fanática confraria eco-comunista, parafraseia diferente: o decrescimento pandêmico terá defeitos, mas quanto mais mal faça para a civilização e para os homens melhor será para a natureza. Como eles a entendem, obviamente...

Um exemplo. O governo francês proibiu com lei os voos domésticos que possam ser substituídos por trens que façam o percurso em no máximo duas horas e meia.

Considerando a extensão a rede de Trens de Grande Velocidade – TGV, que viajam a perto de 300 quilômetros/hora, as empresas aeronáuticas saíram muito prejudicadas, informou o site especializado Airport Technology.

domingo, 18 de abril de 2021

“Empada de gafanhoto para ambientalistas”

Pizza de insetos. O olhar da mulher transparece profundo mal-estar
Pizza de insetos. O olhar da mulher transparece profundo mal-estar
Luis Dufaur
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Certas iniciativas muito acalentadas pelo utopismo verde-vermelho parecem tão absurdas que causam justificadas reações jocosas ou irônicas suscitadas pelo bom senso, pela reta razão ou pelo instinto de conservação.

Pois, quem em seu são juízo iria acreditar que hoje se proporia ciclovias nas grandes cidades como as que vemos implantar ou comer repugnantes insetos com o pretexto de não aquecer o planeta?

Entre as muitas reações nesse sentido, destacamos o inteligente artigo “Empada de gafanhoto para ambientalistas” cujos excertos publicamos a continuação.

domingo, 11 de abril de 2021

'Quarentenas verdes' para 'salvar o clima'?

Os pobres, como estes da Cachemira, Índia, são os que mais sofrem com a sucessão de lockdowns
Os pobres, como estes da Cachemira, Índia, são os que mais sofrem com a sucessão de lockdowns
Luis Dufaur
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O jornalista e escritor Marc Morano, especializado nos abusos do comuno-ecologismo, dedica um capítulo de seu mais novo livro “A fraude verde” (“Green Fraud”, Regnery Publishing, 2021, 256 págs.) a como os ativistas climáticos elogiam as quarentenas, lockdowns, “estados de guerra” e outros congelamentos coletivos das atividades na pandemia.

Os ativistas verdes julgam ter achado a fórmula e postulam análogas medidas com o pretexto de combater as “mudanças climáticas” e propõem “recessões planejadas” para combater o aquecimento global antropogênico.

O termo “decrescimento” cunhado pelo filósofo existencialista-marxista e depois ecológico-político austro francês André Gorz (1923 — 2007), nascido Gerhart Hirsch, cujas ideias foram defendidas no Brasil pelo senador Gerar Eduardo Suplicy (PT).

“O crescimento pelo crescimento torna-se o objetivo primordial, senão o único da vida, na sociedade capitalista, o que acarreta uma degradação progressiva do ambiente e dos recursos globais. Vivemos, atualmente, às vésperas de catástrofes previsíveis” resumia essa filosofia deprimente da civilização Serge Latouche em “Le Monde Diplomatique Brasil”.

Serge Latouche resume: “uma sociedade que produza menos e consuma menos” em sintonia com a Teologia da Libertação e seus arautos como a Unisinos.

domingo, 4 de abril de 2021

400 “cidades do câncer”
no país líder em “salvar o clima”

Poeira e poluição afogam os habitantes de Pequim. Foto divulgada em 15.03.2021
Poeira e poluição afogam os habitantes de Pequim. Foto divulgada em 15.03.2021
Luis Dufaur
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Quando pela vez primeira, o ministério chinês do Meio Ambiente publicou a lista das “cidades do câncer”, a cifra pareceu inacreditável.

Trata-se de urbes grandes, médias e pequenas, onde o nível de poluição é tão elevado que a proporção de pessoas atingidas pelo câncer superou os níveis mais alarmantes, noticiaram desde o início numerosas fontes, entre as quais o jornal “Le Figaro” de Paris.

Segundo a lista oficial, a China tinha mais de 400 cidades em tal situação.

Desde então e sem que o total melhorasse significativamente, o regime de Xi Jinping é ovacionado como líder na luta para “salvar o clima”.

A galáxia ecologista de ONGs comuno-anarquistas, organismos internacionais ateus e congregações vaticanas, sempre lenientes e dialogantes com o regime de Pequim, falavam de “apenas” uma centena.

domingo, 28 de março de 2021

Aumento do nível dos mares
é a “maior mentira já contada”

Christopher Brooker, autor de "Castelo de mentiras" e "A grande enganação"
Christopher Brooker, autor de "Castelo de mentiras" e "A grande enganação"
Luis Dufaur
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O aumento do nível dos mares é “a maior mentira já contada”, escreveu Christopher Booker (1937 – 2019) no diário “The Telegraph” de Londres NO ANO DE 2009! Ele depois foi denunciado por Rajendra Pachauri, chefe do IPCC, premio Nobel junto com Al Gore, porque Brooker o apontou como falsário corrupto.

O jornal puniu Brooker e pediu perdão aos leitores. Porém Pachauri acabou sendo condenado pela Justiça da Índia, seu país, por corrupções e falcatruas em prejuízo dos camponeses pobres do norte de Índia com seus falsos programas para combater o derretemento do Himalaia.

A mídia macrocapitalista abafou o escândalo, Pachauri renunciou ao IPCC e sumiu do fulcro da mídia que outrora o incensava.

De lá para cá, se passaram 12 anos e, pelo menos, do ponto de vista do nível dos oceanos, alguns indícios inquietantes deveriam ter sido registrados pelo postuladores do espantalho dos mares que crescem e vão levar as casas de centenas de milhões de homens que habitam as regiões costeiras.

Ou até que vão submergir a Estátua da Liberdade de Nova Iorque, porque o fanatismo cripto comunista verde sonha derrubar com os EUA e o capitalismo todo.

domingo, 21 de março de 2021

Prof. Molion: a expressão “desenvolvimento sustentável” é redundância ignara

Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion
Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion
Luis Dufaur
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Continuação do post anterior: Prof. Molion: “CO₂ controlador do clima global é hipótese absurda”



Alerta Científico e Ambiental – O Sr. tem sido um crítico ferrenho do alarmismo que envolve as questões referentes ao clima global, desde a década de 1980.

Esta é uma área em que, a despeito da pletora de evidências científicas em contrário, prevalece a visão catastrofista de que as emissões de carbono de origem humana estariam ameaçando causar um aquecimento descontrolado da atmosfera.

Pode-se fazer um paralelo com as discussões sobre a Amazônia, quase invariavelmente orientadas por premissas alarmistas?

Prof. Luiz Carlos Molion – A afirmação é que as queimadas na Amazônia contribuem para o aumento da concentração de CO₂ na atmosfera e para aquecimento global decorrente ou para as “mudanças climáticas”, expressão utilizada atualmente uma vez que os dados de satélite mostram que não houve aquecimento nos últimos 20 anos.

Os prognósticos alarmistas pretensamente resultantes do desmatamento sofrem do mesmo mal: resultados de MCG. (N.R.: = Modelos Climáticos Globais, projeções montadas em laboratório)

Na realidade, o clima da Terra varia por causas naturais e passa por períodos de aquecimento e de resfriamento.

domingo, 14 de março de 2021

Prof. Molion: “CO₂ controlador do clima global
é hipótese absurda”

Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion: “CO₂ controlador do clima global é hipótese absurda”
Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion:
“CO₂ controlador do clima global é hipótese absurda”
Luis Dufaur
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Continuação do post anterior: Luiz Carlos Molion: “O alarmismo sobre a Amazônia não tem base científica”



Alerta Científico e Ambiental – Há dois conceitos amplamente difundidos, que têm ganhado grande destaque nas discussões sobre a alegada devastação do bioma Amazônia.

Um deles é o dos chamados “rios voadores”, a transferência de umidade atmosférica da Região Norte para o Centro-Sul do País, promovida pela floresta, e que estaria ameaçada pelo desmatamento.

O outro é o chamado “ponto de inflexão” (tipping point), um suposto índice de desmatamento a partir do qual a floresta se converteria irreversivelmente em um ambiente de savana.

Quais são as evidências científicas para eles? Esses riscos são reais?

Prof. Luiz Carlos Molion – Em primeiro lugar, “rios voadores” é uma expressão plagiada.

Ela foi usada na década de 1950 por meteorologistas dos EUA, para descrever o transporte de umidade pelo jato polar, uma corrente de ventos muito forte, encontrada nos níveis altos da atmosfera em latitudes temperadas, que sopra de Oeste, os chamados ventos de Oeste.

A afirmação que a floresta é a geradora do vapor d’água transportado para outras regiões do continente pelos chamados rios voadores, e que a transformação da floresta em pastagem reduziria em 25% as chuvas sobre o Brasil, é resultante dos MCG, sem verificação ou constatação.

domingo, 7 de março de 2021

Luiz Carlos Molion: “O alarmismo sobre a Amazônia não tem base científica”

Prof. Luiz Carlos Molion: “O alarmismo sobre a Amazônia não tem base científica”
Prof. Luiz Carlos Molion:
“O alarmismo sobre a Amazônia não tem base científica”
Luis Dufaur
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A visão catastrofista sobre a destruição da Amazônia e o seu suposto papel na dinâmica do clima global não têm fundamento científico, e não passam de instrumentos neocolonialistas, com o objetivo de preservar a região como uma vasta reserva de recursos naturais para usufruto futuro dos países desenvolvidos.

A denúncia é do meteorologista e climatologista Luiz Carlos Baldicero Molion, que, há mais de quatro décadas, estuda as mudanças climáticas e a Amazônia, sendo um duro crítico do alarmismo criado em torno das mudanças climáticas e das acusações de que o Brasil estaria sendo negligente em preservar a região.

Com formação em Física pela Universidade de São Paulo (USP), Molion detém um doutorado em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin (EUA) e um pós-doutorado em Hidrologia de Florestas pelo Instituto de Hidrologia de Wallingford (Reino Unido), sendo aposentado como pesquisador sênior do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e professor associado de Meteorologia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

Nos últimos anos, tem se dedicado a proferir palestras sobre tais assuntos em todo o País.

Em um raro intervalo de descanso entre elas, concedeu ao Alerta Científico e Ambiental a entrevista a seguir.