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segunda-feira, 25 de abril de 2022

Vaticano revela nova ‘Tábua da Lei’, não contra o pecado, mas contra a mudança climática

Jeffrey Sachs com Papa Francisco I
Jeffrey Sachs e Papa Francisco I
apresentaram as Novas Tábuas da Lei da religião ecologista
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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diversos blogs







O Vaticano apresentou os 10 Mandamentos contra a Mudança Climática: não construirás mais usinas de carvão; não prospectarás mais petróleo ou gás; não cometerás 'fracking'; paralisarás todos os novos oleodutos ou gasodutos; não desmatarás; só usarás carros elétricos; não consumirás carne (exceto insetos); não investirás em 'gases de efeito estufa'; processarás as petrolíferas e só usarás energias renováveis, segundo resumiu “Infovaticana”.

O Moisés portador das Tábuas da Nova Lei é o economista Jeffrey Sachs, autodenominado “líder global em desenvolvimento sustentável”.

Ele desceu do novo Sinai onde se reuniu a nova deidade reveladora: a Conferência Internacional sobre Mudança Climática, Saúde do Planeta e Futuro da Humanidade', no topo do Monte Vaticano sob os auspícios da Pontifícia Academia de Ciências, presidida pelo arcebispo Marcelo Sánchez Sorondo.

O fiel católico achou durante dois milênios que o 'futuro da humanidade' é, em última análise, o Céu ou o Inferno por toda a eternidade, e que o planeta, vai a desaparecer no Fim do Mundo.

Se julgamos pela nova religião verde tudo teria sido errado, e o Espírito Santo que inspirou as Escrituras errou feio.

Agora se deve pensar na vida eterna do planeta, ou quase tanto.

É aterrorizante ver a liderança eclesial aplaudindo um 'programa' que exige uma brutal tirania e uma redução sem precedentes da liberdade dos Filhos de Deus que a Igreja deve libertar da tirania do mundo, comentou Infovaticana”.

Para maior contradição, o planeta está na melhor condição alimentar de sua história.

A Nova Lei se baseia numa teoria desesperadamente nebulosa.

Extremistas ambientalistas manifestam contra usinas nucleares. Cumprem a Nova Lei
Extremistas ambientalistas manifestam contra usinas nucleares.
Cumprem a Nova Lei
Se a famosa 'mudança climática' existe não é como diz a casta sacerdotal verde dos cientistas da ONU: as ilhas não desaparecem, não há fomes devastadoras, as calotas polares não derretem e os ursos brancos se multiplicam com excelente saúde.

Nem mesmo se sabe se a atividade humana é a causa das mudanças existentes no planeta, até nas formas extremas, muito antes de o homem aparecer.

Então, os sacrifícios extremos propostos pelos organismos internacionais bem que poderiam ser inúteis e a Nova Lei não viria ao caso.

O controle requereria apertos ditatoriais de tipo putinista para mudar os hábitos de toda a humanidade mergulhando-a numa escravidão devastadora

O entusiasmo da hierarquia católica e sua perfeita adaptação ao que buscam os grandes deste mundo faz desconfiar.

As admoestações dos Evangelhos sobre o conflito dos discípulos de Cristo com os do mundo são avassaladoras: “Se o mundo te odeia, saiba que ele me odiou primeiro” é apenas uma das muitas.

Isso indica uma oposição essencial entre Cristo e o mundo.

Pela Nova Lei se trata da Igreja se submeter ao discurso do século, numa matéria em que a Igreja deve ficar cautelosamente fora.

A Nova Lei teria algum sentido se se fundasse em fatos inegáveis e bons; se o diagnóstico fosse preciso e indubitável, o governo mundial e a brutal cerceamento das liberdades individuais indispensável.

Mas é desconcertante que uma instituição cuja prioridade é a salvação das almas dedique tanta energia, tempo e, no caso do Papa, veemência, em assuntos perecíveis sobre os quais ele não é especialista e dos quais não se espera que tenha mais conhecimento do que o homem comum.

A humanidade enfrenta, a terrível crise do abandono de Cristo, a apostasia maciça, especialmente no Ocidente cristão, enquanto testemunhamos escândalos maciços que aceleram a descristianização dentro da própria Cúria vaticana.

Que Roma alerte sobre o meio ambiente e silencie sobre o que diz respeito à salvação das almas é, no mínimo, profundamente preocupante, exceção feita no inferno.


domingo, 10 de abril de 2022

Delírio comunista devastou a ecologia e matou milhões de chineses

O combate às 'quatro pestes' ficou como ato hilariante e totalitário que contribuiu à morte de fome de milhões de chineses
O combate às 'quatro pestes' ficou como ato hilariante e totalitário
que contribuiu à morte de fome de milhões de chineses
Luis Dufaur
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Na China, crescem as polémicas sobre as políticas do fundador do comunismo fundado por Mao Tsé tung. A mais absurda é em torno da “guerra contra os pardais” entre 1958 e 1960).

Nessa “guerra”, Mao mandou as crianças matar os pardais porque, dizia, comiam as sementes e impediam a reforma agrária atingir suas irreais metas.

E foi só um capítulo da “campanha contra as quatro pragas”: pardais, moscas, mosquitos e camundongos.

Mao convocou os 600 milhões de chineses da época de todas as idades e exaltou as “virtudes revolucionárias” das crianças que deviam levar à escola “rabos de rato”, segundo testemunhas.

O Comitê Central presidido por Mao elaborou o documento “Decisão de continuar a campanha de combate às quatro pragas” em 29 de agosto de 1958.

Nele foi ordenado como “passo importante para fortalecer a saúde das massas, proteger a força de trabalho e aumentar a eficiência das forças produtivas (...). essa campanha continuar até que todos os ratos, pardais, moscas e mosquitos sejam eliminados do país”.

Em 1957, Mao garantiu como um triunfo que o comunismo ultrapassaria a produção industrial da Grã-Bretanha em quinze anos.

E para cumprir esse objetivo em 1958 dispôs o plano econômico e social 'Grande Salto Adiante', que preconizava 'andar sobre duas pernas', quer dizer, a produção agrícola e a industrial”, explicou ao “La Nación”, o Dr. Jorge Malena, diretor da Especialização em Estudos da China na Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Católica Argentina.

A 'campanha contra as quatro pestes' foi um dos maiores objetivos delirantes da História
A 'campanha contra as quatro pestes' foi um dos maiores objetivos delirantes da História
Mas a reforma agrária estava dizimando a população pela fome: epidemias de cólera, poliomielite, varíola e peste.

Os ditadores marxistas propuseram então combater os mosquitos responsáveis pela malária, os ratos que espalham a peste e as moscas que multiplicavam as doenças, entre elas a cólera e a febre tifoide.

Mao criticou os pardais que comiam sementes nos campos e mandou eliminá-los para garantir alimentos vitais para a economia nacional.

Segundo um provérbio chinês “quando um homem conta uma grande mentira, dezenas a repetem como uma grande verdade”. E a “grande mentira” de Mao foi repetida até a demência.

E aconteceu: “o grande arquiteto da nova China” ordenou o absurdo. Os cientistas elogiaram logo a “perspicácia” do líder e não ousaram contradizê-la temendo ser rotulados de “oportunistas de direita” ou “mulheres com pés pequenos”, ou aristocratas.

Em 1956, Zheng Zuoxin, o ornitólogo mais famoso do país do Instituto de Zoologia da Academia de Ciências, publicou um longo artigo no Diário do Povo glorificando a campanha de extermínio com o título “O dano dos pardais e como eliminá-lo”.

O extermínio dos pardais para acelerar a reforma agrária foi um desastre ecológico
O extermínio dos pardais para acelerar a reforma agrária foi um desastre ecológico
A Campanha contra as Quatro Pragas exigiu o apoio massivo da população.

O Dr. Malena também disse que “o governo encorajou a população a fazer barulho com panelas, frigideiras e tambores para assustar os pardais, faze-los voar sem parar até caírem mortos de exaustão. Seus ninhos foram destruídos, os ovos quebrados e os filhotes mortos”.

O governo informou ter eliminado 1 bilhão de pardais, 1,5 bilhão de ratos, mais de 110 milhões de quilos de moscas e mais de 12 milhões de quilos de mosquitos.

Mas aos poucos os cientistas constatam que os pardais comiam outros insetos, vermes e pragas que, esses por sua vez, estavam devorando as plantações.

Na Academia de Ciências, o Dr. Zhu Xi, primeiro diretor do Instituto de Biologia Experimental, afirmou que os pardais eram úteis no combate às pragas e ervas daninhas.

Seu comentário, porém, contradize o “pai do comunismo” e lhe custou a vida, sendo executado pelos guardas vermelhos.

Sem seu predador natural, na primavera de 1959, as pragas se espalharam por todo o país e gafanhotos, vermes e outros insetos provocaram perdas enormes nas colheitas.

A população morria de fome em meio às campanhas ideológicas
A população morria de fome em meio às campanhas ideológicas
A guerra contra os pardais contribuiu muito para a “A Grande Fome Chinesa”, um dos maiores morticínios na história da Humanidade, estimado entre 15 e 55 milhões de pessoas.

Mao encerrou a batalha em 1960 e o extermínio dos pardais foi substituído pelo dos percevejos.

O governo comunista teve que importar cerca de 250.000 pardais da União Soviética na tentativa de restaurar o equilíbrio ecológico. Mas, ainda hoje, na China há menos do que deveria haver.

O sucessor de Mao, Deng Xiaoping (1978-1989), considerou que “Mao estava três quartos certo e um quarto errado. Mas sua contribuição foi primordial e seus erros secundários”.

Mao, que certamente se achava mais sábio que Xi Jinping, defendia “usar as ciências naturais para compreender, superar e mudar a natureza”.

Mas um outro antigo provérbio chinês foi evocado: “Um pássaro não canta porque tem a resposta para alguma coisa, ele canta porque tem um canto”.

O desastre foi um dos muitos estragos a aves, vegetais e jazidas de minérios provocados pelo pai do comunismo chinês.

Ele, entretanto, continua sendo louvado pela seita vede ecologista como fautor de um regime ideal para defender a natureza.


domingo, 3 de abril de 2022

Por qué esse pánico de asteroides arrasadores?

Especialidade ecológico-apocalíptica semear pânicos perturbadores da civilização
Especialidade ecológico-apocalíptica: semear pânicos perturbadores da civilização
sem fundamento na verdade dos fatos
Luis Dufaur
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Com frequência as redes ecoam a mídia sensacionalista e se enchem de predições aterradoras sobre objetos celestes que – especulam a seu bel prazer – viriam a impactar a Terra.

O impacto geraria um espantoso cataclisma mais ou menos comparável àquele da teoria da extinção dos dinossauros que supõe um cataclismo fabuloso no período dito Cretáceo-Paleogeno há por volta de 66 ou 76 milhões de anos.

Agora o pânico sensacionalista explora um objeto de 13 metros de nome técnico “2009 JF1” que poderia entrar na atmosfera em 6 de maio deste ano [2022], segundo a imprensa mundial. Confira

Os especialistas em defesa planetária esclarecem que nada sabem sobre ele. Este sintoma de pouca importância é explorado para disseminar mais terror.

Os ditos “especialistas” não sabem se o objeto procede por algum acaso ou não sabem qual é a causa.

Os espalha-boatos teriam em seu favor a onda criada pelo filme “Don't look up”, em que dois atores encenam a comédia de dois astrônomos que tentam desesperadamente convencer o mundo que um grande asteroide destruirá a Terra num impacto iminente.

domingo, 27 de março de 2022

Cientistas admitem: não podemos calcular a mudança climática

O supercomputador Cheyenne do NCAR, Boulder está tão sobrecarregado que não aceita mais dados e dá resultados não fiáveis
O supercomputador Cheyenne do NCAR, Boulder está tão sobrecarregado
que não aceita mais dados e dá resultados não fiáveis
Luis Dufaur
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O Wall Street Journal mostrou que os cientistas dos principais institutos dos EUA que estudam o clima no mundo e os citados pela ONU para apontar o clima do futuro, afirmam que não sabem calcular ainda a mudança climática.

Mesmo as melhores ferramentas disponíveis não podem medir o clima com a segurança que o mundo precisa para decidir qualquer política, pois as temperaturas mudam em quase todas as regiões de modos imprevisíveis.

Os mais novos cálculos acabaram embaralhados pela física das nuvens, a qual pode amplificar ou amortecer as mudanças climáticas distorcendo ou anulando as previsões.

“Acho que nossa maior sensibilidade também está errada. Provavelmente é uma consequência de outras coisas que fizemos ao tornar as nuvens melhores e mais realistas. Você resolve um problema e cria outro”, disse Andrew Gettelman, físico do NCAR especializado em nuvens e que ajudou a desenvolver o modelo CESM2.

Os modelos estão se comportando de maneira estranha”, disse Gavin Schmidt, diretor do Instituto Goddard de Ciências Espaciais da Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço, um centro líder em modelagem climática.

domingo, 20 de março de 2022

Mais de 550 novas espécies descobertas em 2021

Eurythenes atacamensis, crustáceo na Fossa de Atacama (Peru e Chile)

Luis Dufaur
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Um alarmismo feito de exageros e exploração do desconhecimento popular nos inocula a ideia de uma extinção irreparável das espécies animais e vegetais por culpa do progresso humano.

Porém, a verdade é que o homem nem tem ideia certa de quantas espécies com vida existem na Terra.

Só no ano 2021 foram identificadas e catalogadas 552 novas espécies por cientistas do Museu de História Natural de Londres, noticiou o site Space +Science.

Entre elas há de tudo: criaturas parecidas com camarões, um dinossauro extinto chamado “garça do inferno” e besouros coloridos por exemplo.

A pandemia restringiu as possibilidades de viagens e explorações, mas ainda assim uma busca restringida revelou uma riqueza abundante de espécies ignotas para a ciência, vivas e extintas.

domingo, 13 de fevereiro de 2022

Queimadas continentais até na Antártica e o mundo passa bem!

Paleoincêndios (reconstrução artística) e incêndio na Austrália.
Paleoincêndios (reconstrução artística) e incêndio na Austrália.
Luis Dufaur
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Estudos mostrando que a Terra já passou por calores maiores pôs em evidencia mais uma vez os exageros do pânico do “aquecimento global”.

Um artigo científico publicado na Polar Research pela paleobotânica Flaviana Jorge de Lima, da Universidade Federal de Pernambuco, e outros cientistas do Brasil foi comentado pelo “The New York Times”.

Ele veio demonstrar que a Antártica há 75 milhões de anos, no período Cretáceo, fez parte do que os pesquisadores chamam “mundo superfire” (superincêndios) a pesar dos quais a Terra continua albergando a vida com tranquilidade.

O artigo mostra que nesse período que corresponde à era dos dinossauros aconteceram ciclópicos incêndios naturais que não pouparam continente algum.

Nem mesmo a Antártica que hoje é conhecida por seu clima gélido e inóspito e sua superfície coberta de imensas acumulações de gelo.

A pesquisa sobre incêndios florestais pré-históricos chamados de “palefire” estava em andamento há décadas, concentrada no hemisfério norte.

domingo, 6 de fevereiro de 2022

Na Olimpíada pequineses afogam na poluição

Poluição atingiu altíssimos patamares na China enquanto ONU saudava Pequim como líder para 'salvar o clima'
Poluição atingiu altíssimos patamares na China
enquanto a ONU saudava Pequim como líder para 'salvar o clima'
Luis Dufaur
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A cidade de Pequim fechou seus playgrounds devido à poluição do ar, mas a China aumentou sua produção e consumo de carvão enquanto a assembleia da ONU COP26 sobre mudanças climáticas tripudiava contra os países capitalistas poluidores, descreveu o canal francês 20minutes.

A China, o maior poluidor do mundo, foi criticada na conferência internacional realizada em Glasgow pela ausência do presidente Xi Jinping.

Mas não pelo pavoroso envenenamento da atmosfera planetária que o regime socialista chinês pratica visando se promover ao patamar de máxima economia planetária a qualquer custo.

Conduta análoga foi assumida por Pequim durante os Jogos Olímpicos de Inverno, em fevereiro 2022.

domingo, 16 de janeiro de 2022

A “capital eólica do Texas” ficou no frio, sem energía, e o estado enterrou centenas

Autoridades aduziram o congelamento das turbina eólicas, fato já acontecido em diversas localidades
Autoridades aduziram o congelamento das turbinas eólicas,
fato já acontecido em diversas localidades
Luis Dufaur
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A pequena cidade de McCamey no Texas, que vivia em torno de poços de petróleo, resolveu mudar para ser a “capital eólica” do estado e se cercou de turbinas movidas a vento.

Ia ser lindo, o município seria aplaudido como inovador, todo um líder da “transição energética” que quer o ambientalismo.

Mas hoje McCamey parece uma cidade fantasma, com poucas pessoas caminhando nas ruas, construções abandonadas e quase sem sinal de celular, como mostrou reportagem da “Folha de S.Paulo”.

McCamey chegou a ter 10 mil habitantes dedicados, quase todos, à indústria petrolífera. Hoje sentimos pena enquanto escrevemos: não há 2.000 moradores, céticos quanto ao uso de energia renovável ou que rechaçam a possibilidade de abandonar os combustíveis fósseis, diz a “Folha”.

“Sou pró-petróleo e pró-gás” exclama uma mulher que não aceita conversa nesse ponto.

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Mais blefes de países-arquipélagos que afundam

Ministro de Tuvalu blefa proferindo discurso para a COP26 desde Tuvalu alagada pela 'elevação do nível do mar'
Ministro de Tuvalu blefa proferindo discurso para a COP26
desde Tuvalu alagada pela 'elevação do nível do mar'
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O pânico soprado pelo aquecimentismo, como já foi muitas vezes apontado, explora situações naturais que, quando postas a nu, põem à luz enganações risíveis.

Mais recentemente, a BBC Mundo, explorou a situação de uma pequena nação do Oceano Pacífico, Tuvalu, que estaria no ponto de desaparecer. A reportagem foi reproduzida por “La Nación”.

A causa apontada é uma fake news repetida ad nauseam: a ascensão dos níveis dos mares pelo derretimento dos gelos por culpa dos gases de efeito estufa emitidos pelos países civilizados.

Esta nação estaria se preparando legalmente para o pior cenário: a submersão total de seu território, acrescenta.

E para espantar a quem nunca foi a Tuvalu, a BBC apresenta uma mensagem dramática à COP26, a recente cúpula sobre mudança climática em Glasgow, Escócia.

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Políticos taxam mais com pretexto de crise climática e temem o povo

Españóis protestam por aumentos abusivos para 'salvar o clima'
Espanhóis protestam por aumentos abusivos para 'salvar o clima'
Luis Dufaur
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Enquanto os líderes mundiais se reuniam na conferência das Nações Unidas em Glasgow, Escócia, para enfrentar a fictícia ameaça das mudanças climáticas, as populações de muitas nações saíram em massa para protestar contra os danos causados pelas leis ecologistas, explicou o “The New York Times”.

Pois as medidas pelo absurdo de ‘combater as mudanças climáticas’ na prática não se traduzem em benefícios para a humanidade, mas em toda espécie de malefícios expressos em mais taxas e restrições ao bolso dos cidadãos.

A Espanha foi percorrida por estridentes manifestações contra o aumento das contas de eletricidade. Na Grécia os protestos foram contra o encerramento de minas de carvão fornecedoras de combustível para as geradoras de energia elétrica. Na França também se multiplicaram os protestos em áreas rurais e pequenas cidades pelo encarecimento acentuado dos preços da gasolina.

domingo, 21 de novembro de 2021

Homem e pecuária não aumentam metano no ar

Não é culpado pelo aumento do metano

Luis Dufaur
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O mundo real veio sempre atrapalhando a  mitologia do aquecimento global antropogênico. Porém, a exploração desse já gasto mito não cessa. Ele rende cargos públicos em governos e órgão internacionais, muito espaço e autopropaganda na mídia e nas ONGs ligadas à esquerda.

O aumento dos níveis de gás metano na atmosfera existia antes da Revolução Industrial sendo atribuído a causas naturais e não à influência humana, como mostrou, entre outros, estudo de cientistas da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, publicado na revista Nature que teria dado para tranquilizar os irrequietos agitadores do aquecimento global há já anos.

O metano é um dos gases mais acusados de contribuir para o suposto aquecimento global, mas poucos conseguiram estudar o motivo de um aumento anormal de suas concentrações entre a segunda metade do século XVIII e o início do século XIX.

Mas a propaganda ambientalista manipula esse aumento contra a pecuária e o agronegócio, é preciso reconhecer que por razões ideológicas.

segunda-feira, 8 de novembro de 2021

COP26 aplaude Xi que promete poluir mais

Xi Jinping promete continuar poluindo e é ovacionado como salvador do clima
Xi Jinping promete continuar poluindo e é ovacionado como salvador do clima
Luis Dufaur
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Na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) de setembro (2021) Xi Jinping, presidente da China, trombeteou que não participará mais na construção de usinas a carvão no exterior, segundo informou “La Nación”.
 
Mas fez religioso silencio sobre as usinas a carvão em seu país. Entre 60 e 80% da energia elétrica chinesa provém de usinas desse tipo altamente poluidoras. A China constrói uma delas por semana.

Mais de 70% das usinas a carvão no mundo atualmente estão sendo construídas com fundos chineses, de acordo com o Instituto Internacional de Financiamento Verde, com sede em Pequim, citado pela Bloomberg. Xi não disse o que fará com elas.

Desde pelo menos o Acordo de Paris, o presidente comunista vem sendo ovacionado como líder planetário contra o aquecimento global quando anuncia o que depois descumpre acintosamente: tornar a China um país neutro em carbono até 2060.

terça-feira, 26 de outubro de 2021

Ecossocialismo causa catástrofe ambiental na Venezuela

Maravilhas do ecosocialismo o maior lago da América do Sul perece por abandono das instalações petrolíferas
Maravilhas do ecossocialismo o maior lago da América do Sul
perece por abandono das instalações petrolíferas
Luis Dufaur
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O regime venezuelano bem engajado com todas as causas das esquerdas é o responsável pela tragédia ecológica no Lago de Maracaibo no noroeste do país com partes na Colômbia, explicou Sharon Gómez, especialista em comercio marítimo internacional.

O lago é o maior de água doce da América do Sul e repousa sobre uma das maiores jazidas de petróleo do mundo, mas se está contaminando espantosamente pela dissidia dos regimes de Chávez e Maduro.

Está em curso a eliminação da flora e da fauna silvestres, a deterioração do ecossistema subaquático e o crescimento excessivo de fatores epidêmicos que causam graves prejuízos aos habitantes da área.

Os regimes socialistas do século XXI anunciaram com espalhafato planos e políticas públicas ambientais que ao mesmo tempo manteriam a infraestrutura petrolífera que extrai petróleo do lago.

De fato, o Socialismo do Século XXI, de Chávez e depois de Maduro não só levou à falência o aparelho produtivo do país, notadamente da companhia nacional de petróleo (PDVSA), mas colapsou a infraestrutura física do petróleo no Lago Maracaibo.

domingo, 10 de outubro de 2021

Quando o ambientalismo proibiu o DDT e os percevejos invadiram capitais americanas

Luis Dufaur
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Vasculhar as lembranças de perigos ou males passados, ajuda a evitar os futuros. Às vezes é ocasião de risos e divertimento.

Nossos inesgotáveis ambientalistas também têm coisas que não lembram em seu afã desmedido de afundar nosso estilo de vida. Esta lembrança vale também para eles.

Foi no ano 2010, quando o emblemático arranha-céu Empire State Building de Nova York foi invadido pelos percevejos, segundo noticiaram “El Mundo” de Madri e outros jornais.

Os turistas que visitavam o prédio usavam termos como “repugnante” e “nojento” para descrever o efeito produzido.

Esses insetos que sugam o sangue também invadiram outros arranha-céus da capital financeira americana, como o Time Warner Center ‒ sede da CNN ‒ empresas, e lojas como Hollister e Nike, cinemas e teatros, e a sede da promotoria federal de Brooklyn.

O cinema AMC Empire 25 em Times Square foi fechado para fumigação.

domingo, 3 de outubro de 2021

“Lockdown climático”: proibir picapes e renunciar a carros privados?

Banir picapes e carros particulares para 'salvar o clima'
Banir picapes e carros particulares para 'salvar o clima'?
Luis Dufaur
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Os crescentes apelos por “lockdowns climáticos” para sustar os fantasmas do “aquecimento global” e do CO2 recebem espaços na mídia na proporção do exagero.

‘É hora de proibir a venda de picapes’, ‘abandone totalmente a dependência de veículos particulares’ são algumas das mais recentes reivindicações verde/vermelhas, observa “Climatedepot”.

Davide Mastracci, editor-chefe do grupo ecologista canadense Passage, que se autodescreve como “aspirante a marxista” propôs em julho de 2021:

“Cortar drasticamente as emissões do setor de transporte é de extrema importância para uma estratégia climática de sucesso.

“Uma forma de ajudar a fazer isso é proibir a venda de picapes para todos os consumidores, a menos que sejam capazes de atender a requisitos estritos para provar que serão usadas principalmente para fins de trabalho”.

domingo, 26 de setembro de 2021

Ex-líder ambientalista revela método de fakes alarmistas

Moore tentou sintetizar as principais fakes da mídia e acabou fazendo um livro
Moore tentou sintetizar as principais fakes ecologistas
e acabou fazendo um livro
Luis Dufaur
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Continuação do post anterior: Pânico ambientalista engana com fantasmas



Patrick Moore, cofundador da Greenpeace, a abandonou por causa da infiltração marxista .

Ele ficou também muito chocado pelo fato de que as catástrofes e perigos alegados pelo ambientalismo – o comunista disfarçado – são invisíveis ou muito remotas a ponto de serem virtualmente inverificáveis pelo público.

Ele se propôs fazer uma listagem dos principais temores inverificáveis.

Quando Moore reuniu o material probatório se encontrou diante de uma tal massa de enganações que teve que fazer um livro.

“3.000.000 de vulcões submarinos fazem algo não observado”


Mais terror verbal. Patrick Moore reproduz o subtítulo acima diretamente do Science Daily de 15 de fevereiro de 2015.

Ela ecoaria “um novo estudo” do Earth Institute da Universidade de Columbia, que fala de milhões de vulcões submarinos lançando milhões de toneladas de CO2 no oceano.

domingo, 19 de setembro de 2021

Pânico ambientalista engana com fantasmas

Luis Dufaur
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A radiação da energia nuclear vai te matar



Continuação do post anterior: Defensivos agrícolas não envenenam a comida



Patrick Moore o cofundador de Greenpeace que saiu da ONG pela infiltração marxista, como escrevemos em posts anteriores, refuta os pânicos ambientalistas sublinhando que eles acostumam apelar a fatores que não são verificáveis.

Cfr.: Fundador arrependido de ONG verde denuncia fakes na grande mídia

‘Veneno na nossa comida’: mais fakes ecologistas

Por exemplo, sobre os pânicos espalhados contra as usinas de energia elétrica com tecnologia nuclear, ele indaga: você já viu alguma radiação nuclear?

Evidentemente não, porque é invisível, responde. Precisa-se de um contador Geiger para detectá-la, instrumento que a maioria das famílias não possui.

Mas essa não mata? É o que martela insistentemente a mídia!

Ele responde: em termos de fatalidades por unidade de energia produzida, a nuclear é a tecnologia mais segura de todas.

domingo, 12 de setembro de 2021

Defensivos agrícolas não envenenam a comida

'Veneno na nossa comida' é boato assustador negado pelos investigadores sérios
'Veneno na nossa comida' é boato assustador negado pelos investigadores sérios
Luis Dufaur
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Continuação do post anterior: Fundador arrependido de ONG verde denuncia fakes na grande mídia



Resíduos de pesticidas nos alimentos causam câncer, defeitos de nascença, autismo e danos cerebrais


Como tratamos no post anterior (Fundador arrependido de ONG verde denuncia fakes na grande mídia), Patrick Moore no livro “As falsas catástrofes invisíveis e ameaças de destruição” (“The Fake Invisible Catastrophes and Threats of Doom”) descreve algumas das maiores trapaças do catastrofismo ambientalista.

Sobre tudo, os fantasmas inventados em laboratórios de propaganda. Esses são ponto de partida de temores que nós, simples cidadãos, só podemos sofrer, mas não conseguimos ver. E por isso podemos ser facilmente enganados.

Não podemos, por exemplo, ver, cheirar ou provar os “resíduos” de pesticidas que haveria nos alimentos que segundo o terrorismo verde penetram em nós nos alimentos, lojas ou restaurantes e que nos estariam causando pelo menos nove doenças relevantes.

É uma pena que não possamos observa-los, mas nada facilita mais para inventar histórias do que um “veneno invisível” que penetrassem pode-lo ver.

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Fundador arrependido de ONG verde
denuncia fakes na grande mídia

Cofundador de Greenpeace, abandonou-a porque invadida por comunistas
Cofundador de Greenpeace, abandonou-a porque invadida por comunistas
Luis Dufaur
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Patrick Moore é um cofundador da Greenpeace, a mais famosa ONG ambientalista do mundo, precursora da maioria das existentes.

Mas a abandonou por causa da infiltração marxista acontecida após o desfazimento da União Soviética.

Esses comunistas desempregados ingressaram no movimento ambientalista para conseguir seu velho objetivo comunista dissimulando com outro palavreado.

Começaram então a propor campanhas contra a civilização ocidental com grosseiro desconhecimento da natureza.

Moore foi abrindo os olhos para essa infiltração quando ela já era muito numerosa e os ativistas pela natureza tinham ficado em minoria e incapacitados de reagir.

Então abandonou a Greenpeace e vem denunciando sua deturpação.

domingo, 29 de agosto de 2021

Milionários subornos chineses para espalhar o medo do aquecimento global

Chefe de Departamento de Harvard recebia verbas ocultas da China
Chefe de Departamento de Harvard recebia verbas ocultas da China
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A China teria investido bilhões de dólares para seduzir cientistas em universidades americanas de elite como Harvard, Yale, Georgetown e Cornell com o objetivo de promover o alarmismo climático, segundo documentos colhidos pelo Ministério de Educação dos EUA. Cfr. Climate Change Dispatch: “How China’s Communist Party Is Stoking Climate Alarmism At Elite Colleges”.

Os documentos deixam ver que Pequim aposta nesse alarmismo como “uma das principais armas do Partido Comunista Chinês contra os EUA”, pois induz a prejudiciais despesas e restrições econômicas.

Os dados constam num relatório publicado por Jay Lehr, analista da International Climate Science Coalition e ex-diretor do Heartland Institute, e por Tom Harris, diretor executivo da International Climate Science Coalition, sediada no Canadá.

As Universidades americanas são obrigadas por lei a declarar a procedência de qualquer doação superior aos 250.000 dólares proveniente do exterior, mas a lei não era aplicada.

Lehr e Harris citam um documento de 2019 do Conselho Geral do Departamento de Educação dos EUA afirmando que haviam sido descobertos US $ 6,5 bilhões em financiamentos universitários não declarados.

domingo, 22 de agosto de 2021

Próximos 20-30 anos serão fríos,
diz especialista em clima solar

Willie Wei-Hock Soon, do Harvard – Smithsonian Center for Astrophysics
Willie Wei-Hock Soon, do Harvard – Smithsonian Center for Astrophysics
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O especialista no clima do astro rei do nosso sistema Dr. Willie Wei-Hock Soon, do Harvard – Smithsonian Center for Astrophysics, exortou seus colegas acadêmicos a prestarem mais atenção à atividade solar.

Essa está claramente ingressando numa fase de atividade mínima.

Isto causará várias décadas de resfriamento global em vez de aquecimento, disse Soon num diálogo com Alex Newman do New American. Veja o vídeo no fim do post.

O Dr. Soon, astrofísico e engenheiro aeroespacial malaio descendente de chineses, disse que “o que prevemos é que os próximos 20-30 anos serão frios.

“Fará frio, então será uma coisa muito interessante que o IPCC deve enfrentar”, acrescentou, aludindo aos boatos em sentido contrário que o IPCC costuma espalhar.

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Fake-news como dantes no quartel do IPCC

Realejo do IPCC voltou a anunciar as catástrofes nunca verificada
Realejo do IPCC voltou a anunciar as mesmas catástrofes nunca verificadas
Luis Dufaur
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“Tudo como dantes no quartel de Abrantes”: o mais arrepiante e recente informe do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU veio a luz para atualizar as terríficas catástrofes climáticas que deveriam ter acontecido no máximo no ano 2000, se não antes.

Mais uma vez, em seu Sexto Relatório de Avaliação (Sixth Assessment Report, AR6, sigla em inglês) o IPCC vem de sentenciar o iminente fim do mundo se nós não aceitarmos restrições draconianas no nosso estilo de vida.

Anuncia a possibilidade (sublinhamos a palavra ‘possibilidade’ pois trata de coisas que não são certas nem apuradas) de nos submergirem irreversivelmente ondas marítimas vindas dos polos e das geleiras derretidas.

domingo, 8 de agosto de 2021

Plano pequinês para comprar terras no Brasil não é para “salvar o clima”

Plano expansionista do comunismo pequinês para comprar terras no Brasil?


CLIQUE NA FOTO PARA VER




Luis Dufaur
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Venda de terras para estrangeiros?

Território brasileiro à venda? Cuidado!
Território brasileiro à venda? Cuidado!





No final do ano legislativo 2020, o Senado desengavetou um projeto que “dormia nas gavetas” havia mais de um ano, e o aprovou em apenas 44 minutos na noite do dia 15-12-2020, enquanto o país estava sofrendo absorvido pela pandemia.

Apresentado pelo Senador Irajá Abreu, o PL 2963/19 pretende tornar realidade a venda ou arrendamento de propriedades rurais a empresas estrangeiras.

O que significa isso para nós, hoje e no futuro?

Segundo notícia de “O Estado de São Paulo” (17-12-20), a medida dispensa autorização ou licença para aquisição de qualquer modalidade de posse por estrangeiros.

A única restrição significativa é que a soma das áreas não poderá passar de 25% da superfície dos municípios.

Mas abre assim a possibilidade de 2.136.857 km² de nosso território (num total de 8.547.403 km²) serem entregues a estrangeiros.

Essa área é maior que os territórios da Alemanha, França, Espanha, Itália, Portugal e Áustria juntos, e poderia tornar-se propriedade de qualquer interessado.

domingo, 1 de agosto de 2021

Alarmismos e fake-news na onda de frio

Luis Dufaur
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A recente onda de frio polar pode ser comparada a outras deste século que apenas está começando (21 invernos até 2021).

A massa polar queda trouxe frios pouco frequentes, mas não novos neste breve início de século, com as habituais geadas e alguma neve comemorada até com alegria e festa em cidades do Sul brasileiro e lamentada pelos agricultores nas mesmas regiões.

O vento trouxe sensações térmicas congelantes e, nas áreas mais altas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, valores negativos danosos para a agricultura e os desprevenidos.

Mas na média geral não superou frios muito intensos e os recordes de neve dos anos 2000, 2007, 2009, 2011 e 2013.

Foi a terceira massa polar de grande intensidade em apenas um mês no Brasil, com impacto nas culturas como milho, cana de açúcar, café, e o setor hortifrutigranjeiro.

Cada onda de frio, observou Metsul, tem as suas próprias “impressões digitais” e nenhum evento extremo de frio é idêntico ao outro: em um há recordes em grande número de locais, e em outros em apenas algumas regiões.

segunda-feira, 26 de julho de 2021

China maior poluidor climático do planeta
não para de poluir

China não para de poluir mas é aplaudida como 'salvadora do clima'
China não para de poluir mas é aplaudida como 'salvadora do clima'
Luis Dufaur
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Se a China Comunista levasse a sério a redução das emissões, teria fixado algum objetivo em seu plano quinquenal 2021/2025, lançado em março, escreveu Judith Bergman, advogada e analista política, Senior Fellow do Gatestone Institute. 

Mas esse plano contém “pouco mais do que vagos compromissos para lidar com as emissões de dióxido de carbono”, que não faz mal mas a China e sócios "verdes" e vermelhos" acham pior que o diabo.

Segundo o Wall Street Journal, “Pequim gosta de Biden e de Paris” porque permitem à China irrestrito crescimento econômico para se tornar potência hegemônica dominante no planeta sem respeitar compromisso algum.

A China diz e faz escancaradamente o oposto de suas promessas de cortar as emissões de gases estufa, enganando o mundo com uma conduta predatória.

E os EUA lhe mandam todos os sinais errados, reduzindo sua própria competitividade e desenrolando para a China um espesso tapete vermelho, a cor preferida dos mestres marxistas.