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segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Políticos taxam mais com pretexto de crise climática e temem o povo

Españóis protestam por aumentos abusivos para 'salvar o clima'
Espanhóis protestam por aumentos abusivos para 'salvar o clima'
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Enquanto os líderes mundiais se reuniam na conferência das Nações Unidas em Glasgow, Escócia, para enfrentar a fictícia ameaça das mudanças climáticas, as populações de muitas nações saíram em massa para protestar contra os danos causados pelas leis ecologistas, explicou o “The New York Times”.

Pois as medidas pelo absurdo de ‘combater as mudanças climáticas’ na prática não se traduzem em benefícios para a humanidade, mas em toda espécie de malefícios expressos em mais taxas e restrições ao bolso dos cidadãos.

A Espanha foi percorrida por estridentes manifestações contra o aumento das contas de eletricidade. Na Grécia os protestos foram contra o encerramento de minas de carvão fornecedoras de combustível para as geradoras de energia elétrica. Na França também se multiplicaram os protestos em áreas rurais e pequenas cidades pelo encarecimento acentuado dos preços da gasolina.

Segundo os jornais a máxima preocupação dos políticos erigidos em heróis da luta pelo clima, é que os custos das medidas que estão impondo desencadeiem reações populares negativas que lhes possam pôr em risco os saborosos cargos públicos que usufruem.

Na Europa, os legisladores alertam que cresce a agitação social contra as políticas ‘climáticas’. Temem que o enfraquecimento do apoio público lhes custe a cadeira nas eleições.

Protestos populares na França assustam mais aos políticos que o 'apocalipse climático'
Protestos populares na França assustam mais aos políticos que o 'apocalipse climático'
O custo da troca de combustíveis fósseis baratos por caras e instáveis ‘energias alternativas’ está caindo com muita força sobre as famílias pobres e de renda média.

“A transição relacionada às mudanças climáticas continua a representar um risco para todas as democracias porque será muito caro, muito mais do que o esperado”, disse Bruno Le Maire, ministro das finanças da França, em uma entrevista, citada pelo “The New York Times”.

“Se não formos cautelosos, corremos o risco de ter outro movimento de colete amarelo, que pode surgir em toda a Europa”, acrescentou.

O ‘movimento de colete amarelo’ na França em 2018 engajou milhões de pessoas que usavam coletes luminosos de emergência como um símbolo de perigo econômico representado pelo aumento abusivo de taxas e combustíveis para ‘salvar o clima’.

O movimento ficou gravado nas mentes dos líderes europeus que excogitam políticas para o continente parar de emitir carbono até 2050.

Essas políticas nunca poderão mudar o clima, algo que supera totalmente as capacidades do homem, mas resultam em aumentos aflitivos nas contas dos serviços públicos cobrados aos particulares, nos combustíveis e em diversos artifícios impositivos.

Grupelhos ativistas pressionam COP26 para a mídia ver e políticos enforcar povos pretextando crise climática
Grupelhos ativistas pressionam COP26 para a mídia ver
e políticos enforcar povos pretextando crise climática
Os políticos que participaram da conferência de Glasgow, ou COP26, entendiam de modo errado a essência da democracia.

Pois pareciam não se preocupar com a vontade do soberano que na democracia é o povo, mas sim em ludibria-lo, para lhe tirar mais dinheiro sem suscitar mais inconformidades.

“As pessoas precisam pensar no fim do mês antes de poderem pensar no fim do mundo”, disse Guy Ryder, diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho, um órgão da ONU, se referindo à demagogia ambientalista.

“Se os governos se esquecerem de incorporar em suas políticas relacionadas ao aquecimento global, as pessoas deixarão de apoiar as medidas relacionadas com as mudanças climáticas”, acrescentou.

Greta Thunberg entre agitadores 'pelo clima', mas o povo sofre e quer o oposto
Greta Thunberg entre agitadores 'pelo clima', mas o povo sofre e quer o oposto
Na COP26, os EUA prometeram US$ 555 bilhões de seu orçamento para lidar à toa com a mudança climática. A Europa revelou um programa para abandonar os combustíveis fósseis nos próximos nove anos.

O dinheiro só pode sair do bolso dos populares que já foi muito castigado pela pandemia.

Acresce que a Europa depende cada vez mais do gás natural russo, também ele de origem fóssil. Essa dependência poderá ser uma arma de extorsão nas mãos de Putin nos atritos fronteiriços e /ou outros militares nas fronteiras da Ucrânia, Polonia e Países Bálticos.

Não espanta que políticos de muitos países compareçam às reuniões da ONU como a COP26 fazendo discursos ecológicos “corretos” para conseguirem dinheiro, mas que depois na prática não cumpram as metas prometidas.


domingo, 21 de novembro de 2021

Homem e pecuária não aumentam metano no ar

Não é culpado pelo aumento do metano

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O mundo real veio sempre atrapalhando a  mitologia do aquecimento global antropogênico. Porém, a exploração desse já gasto mito não cessa. Ele rende cargos públicos em governos e órgão internacionais, muito espaço e autopropaganda na mídia e nas ONGs ligadas à esquerda.

O aumento dos níveis de gás metano na atmosfera existia antes da Revolução Industrial sendo atribuído a causas naturais e não à influência humana, como mostrou, entre outros, estudo de cientistas da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, publicado na revista Nature que teria dado para tranquilizar os irrequietos agitadores do aquecimento global há já anos.

O metano é um dos gases mais acusados de contribuir para o suposto aquecimento global, mas poucos conseguiram estudar o motivo de um aumento anormal de suas concentrações entre a segunda metade do século XVIII e o início do século XIX.

Mas a propaganda ambientalista manipula esse aumento contra a pecuária e o agronegócio, é preciso reconhecer que por razões ideológicas.

Agora, os cientistas apontaram que as causas são naturais como o aumento das emissões de metano nos pântanos.

“Comunismo verde” vai precisar de outro pretexto contra o agronegócio

O metano está ainda menos presente na atmosfera que o satanizado CO2.

Ato contra Belo Monte: qualquer pretexto serve

O CO2 constitui o 0,039% da atmosfera e o metano apenas 0,000001745%. No ar ele tem uma vida média de 7 anos. 

Ele é o principal elemento presente no gás de cozinha.

Porém, como o metano é um gás estufa 20 vezes mais poderoso que o CO2, a pregação catastrofista fez dele um bicho-papão.

Aliás, ocultando os números que mostram sua nula relevância no "aquecimento global antropogênico".

O aumento da presença de metano na atmosfera é pretexto freqüente para o descabelado ambientalismo se opor à criação de gado, ao desenvolvimento da pecuária brasileira e do agronegócio.

Os gases expelidos pelos animais ‒ uma fração apenas do 0,000001745% total de metano na atmosfera ‒ ameaçariam o clima planetário!

Nessa lógica deveriam também pedir a limitação da humanidade, para a qual estão sempre procurando pretextos, e a exigem até sem pretexto algum.

O esclarecedor trabalho sobre a “methane question” publicado em Nature por uma equipe britânica liderada por Joy Singarayer da Universidade de Bristol esvaziou as ameaças catastrofistas constatando que o aumento da percentagem de metano não tem a ver com o homem nem com a agropecuária.

Não têm culpa: nem o gado nem os pecuaristas
William Ruddiman, cientista da Universidade de Virginia, explicou ter observado que nos registros dos últimos 800.000 anos, que incluem diversos períodos interglaciares cálidos, apontam uma tendência à diminuição do metano, enquanto que o Holoceno mostra um aumento.

A era do Holoceno começou por volta de 10.000 anos atrás.

Apelando para o princípio tão abusado pelos ambientalistas segundo o qual “a explicação mais simples habitualmente é a melhor”, Ruddiman afirma ironicamente: “o Holoceno não é natural, mas antropogênico”.

É cômico, mas o agroreformismo socialista e o ambientalismo extremado não se incomodam, e continuam insistindo. Mistérios de uma ideologia anti-cristã!


segunda-feira, 8 de novembro de 2021

COP26 aplaude Xi que promete poluir mais

Xi Jinping promete continuar poluindo e é ovacionado como salvador do clima
Xi Jinping promete continuar poluindo e é ovacionado como salvador do clima
Luis Dufaur
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Na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) de setembro (2021) Xi Jinping, presidente da China, trombeteou que não participará mais na construção de usinas a carvão no exterior, segundo informou “La Nación”.
 
Mas fez religioso silencio sobre as usinas a carvão em seu país. Entre 60 e 80% da energia elétrica chinesa provém de usinas desse tipo altamente poluidoras. A China constrói uma delas por semana.

Mais de 70% das usinas a carvão no mundo atualmente estão sendo construídas com fundos chineses, de acordo com o Instituto Internacional de Financiamento Verde, com sede em Pequim, citado pela Bloomberg. Xi não disse o que fará com elas.

Desde pelo menos o Acordo de Paris, o presidente comunista vem sendo ovacionado como líder planetário contra o aquecimento global quando anuncia o que depois descumpre acintosamente: tornar a China um país neutro em carbono até 2060.

Ele esclarece que só começará a fazer algo quando a China atingir o nível de desenvolvimento que lhe seria próprio. Nunca esclarece esse nível, mas não pode ser outro senão o fixado nos planos quinquenais do Partido Comunista e nos ensinamentos dogmáticos de Mao Tsé Tung: a hegemonia marxista mundial em mãos de Pequim.

Militantes ecologistas pedem na COP26 deixar Ocidente sem energia
Militantes ecologistas pedem na COP26 deixar Ocidente sem energia
Soltou a nova bravata poucas semanas antes da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP26), realizada em Glasgow para ampliar os objetivos do Acordo de Paris sobre o clima. Nela todos juram estar cumprindo, mas poucos exibem realizações concretas.

Mais uma vez, Xi foi aclamado por ONGs ambientalistas, embora essas reconheçam em voz baixa o ditador não toma medidas práticas na própria casa. Pois a China continua intoxicando o ar do planeta como principal poluidor do mundo.

A ONG 350.org exultou com o “enorme” anúncio de Xi que poderia puxar uma “mudança radical”.

Em 2020-2021 a China financiou usinas movidas a carvão nos países que quer laçar com a iniciativa da Nova Rota da Seda, mas nos primeiros seis meses de 2021 não financiou nenhuma, de acordo com o portal da Bloomberg.

Difícil se saber por quê, pois a China teve fortes quedas no fornecimento de energia, com cidades sumidas no blackout e fábricas parando. 

O anúncio de Xi não pode levar a idílicas considerações: Pequim quer se projetar como o centro industrial do mundo e nada o segura.

Em plena COP26, Pequim sumiu na poluição. Ninguém criticou a China
O consumo do carvão na China está aumentando. Em agosto, o governo socialista construía novas termoelétricas em mais de 60 locais do país.

O enviado dos EUA para as mudanças climáticas, John Kerry, insiste no filosófico realejo das metas ambientalistas a serem alcançadas. Mas Xi escuta impávido como tolices que não são para ele.

Pequim argumenta que tem o direito de fazer o que os países ocidentais fizeram no passado: liberar CO₂ para desenvolver sua economia.

Então se sente impune para enormes e crescentes emissões de fumaça que superam as dos outros países.

Hoje a China, a “salvadora do clima”, é o maior emissor mundial de CO₂ e é responsável por mais de um quarto da produção global de gases de efeito estufa do planeta.

Na Assembleia Geral da ONU em setembro, Joe Biden, presidente dos EUA, prometeu “tornar seu país no líder das finanças públicas para o clima”, o que significaria despesas por US $ 11,4 bilhões anuais, segundo a AFP.

“Que paguem esses capitalistas tolos!” parece comemorar Xi e sua camarilha em Pequim.

O secretário-geral da ONU, Antônio Guterres, se disse “encorajado” por esses anúncios “importantes” da China e dos EUA, que na prática são um triunfo do comunismo chinês a escala mundial.

China estragando o clima planetário: “Não há limite para as emissões chinesas antes de reduzi-las”
China estragando o clima planetário:
“Não há limite para as emissões chinesas antes de reduzi-las”
Segundo a AFP, citada por Pressfrom, a China não forneceu dados definidos sobre as medidas anunciadas, nem o que acontecerá com os projetos iniciados.

A grande pergunta continua sendo: “a China manterá sua palavra?”. Porque até agora não cumpriu salvo quando abocanhou algum país ou setor estratégico em qualquer parte do mundo.

Em 2020 consumiu 38,4 Gigawatts (GW) de energia gerada queimando carvão. Quer dizer, 300% a mais da produção do resto do mundo, afirmou a ONG americana Global Energy Monitor (GEM).

Segundo a ONG Greenpeace os governos provinciais chineses no primeiro semestre de 2021 aprovavam a construção de “apenas” 24 usinas do tipo condenado.

“Não há limite para as emissões chinesas antes de reduzi-las”, disse com empáfia Yuan Jiahai, da North China University of Eletricity, de Pequim. E deu vontade de rir.

“Ou seja, pode poluir tudo ou o que quiser antes do prazo-limite”, completou cinicamente.

Na contramão do que diz e do que faz, enquanto os dirigentes mundiais dizem que querem limitar o aquecimento global cortando a queima de combustíveis fósseis e de carvão, a China anunciou que vai aumentar sensivelmente sua produção carbonífera, a fonte de energia mais poluidora do mundo, informou “Le Point”.


terça-feira, 26 de outubro de 2021

Ecossocialismo causa catástrofe ambiental na Venezuela

Maravilhas do ecosocialismo o maior lago da América do Sul perece por abandono das instalações petrolíferas
Maravilhas do ecossocialismo o maior lago da América do Sul
perece por abandono das instalações petrolíferas
Luis Dufaur
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O regime venezuelano bem engajado com todas as causas das esquerdas é o responsável pela tragédia ecológica no Lago de Maracaibo no noroeste do país com partes na Colômbia, explicou Sharon Gómez, especialista em comercio marítimo internacional.

O lago é o maior de água doce da América do Sul e repousa sobre uma das maiores jazidas de petróleo do mundo, mas se está contaminando espantosamente pela dissidia dos regimes de Chávez e Maduro.

Está em curso a eliminação da flora e da fauna silvestres, a deterioração do ecossistema subaquático e o crescimento excessivo de fatores epidêmicos que causam graves prejuízos aos habitantes da área.

Os regimes socialistas do século XXI anunciaram com espalhafato planos e políticas públicas ambientais que ao mesmo tempo manteriam a infraestrutura petrolífera que extrai petróleo do lago.

De fato, o Socialismo do Século XXI, de Chávez e depois de Maduro não só levou à falência o aparelho produtivo do país, notadamente da companhia nacional de petróleo (PDVSA), mas colapsou a infraestrutura física do petróleo no Lago Maracaibo.

O estado de abandono em que foi jogada dita infraestrutura produtora de petróleo não só derrubou a Venezuela do topo dos exportadores aos mais baixos níveis históricos.

Estado da água no Lago Maracaibo
Estado da água no Lago Maracaibo
Mas, deixou as costas do Lago Maracaibo totalmente cobertas de óleo pela ausência de manutenção de dutos, destilarias e portos.

Sharon Gómez foi até o Lago de Maracaibo e ficou espantada pela viscosidade das águas contaminadas, o cheiro penetrante que empesta o ar.

Os pescadores da região lhe me contaram que o lago está devastado por um vazamento constante de óleo alimentado por dutos e poços sem manutenção.

A contaminação das águas é mais do que visível em todos os lugares. A água apresenta uma cor verde neon com grande número de estrias de óleo multicolorido e a orla está estragada com poças pretas e pastosas típicas do petróleo.

A entidade oficial de cuidar do desastre é o Instituto de Controle e Conservação da Bacia Hidrográfica do Lago de Maracaibo (ICLAM).

É um órgão autônomo, vinculado ao Ministério do Poder Popular para o Ecossocialismo para a gestão sustentável e racional dos recursos naturais da Bacia do Lago.

Essa tarefa do ICLAM não aparece. Há 20 anos age sob os preceitos do “Ecossocialismo”. Socialismo sim existe entre os burocratas pagos pelo regime.

Peixes morrem, algas desaparecem, pescadores tentam sobreviver
Peixes morrem, algas desaparecem, pescadores tentam sobreviver
Mas a alusão à ecologia é uma palhaçada. Sem manutenção a imensa malha de dutos e poços tem anos sem conserto e apodrece enferrujada nos fundos da água. O petróleo emerge e alimenta uma imensa vegetação superficial que impede a passagem do sol.

O resultado é que os peixes não têm como respirar e as algas que são seu alimento natural no fundo do lago, sem sol desaparecem.

A tóxica massa verde superficial encheu o Lago, no estado de Zulia, e deságua no Mar do Caribe para intoxicar as águas e as praias e se tornar uma emergência internacional, conclui a especialista Sharon Gómez.

Socialismo vermelho e ecologismo “verde” mais uma vez convergem na destruição da civilização e da própria natureza.


domingo, 10 de outubro de 2021

Quando o ambientalismo proibiu o DDT e os percevejos invadiram capitais americanas

Luis Dufaur
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Vasculhar as lembranças de perigos ou males passados, ajuda a evitar os futuros. Às vezes é ocasião de risos e divertimento.

Nossos inesgotáveis ambientalistas também têm coisas que não lembram em seu afã desmedido de afundar nosso estilo de vida. Esta lembrança vale também para eles.

Foi no ano 2010, quando o emblemático arranha-céu Empire State Building de Nova York foi invadido pelos percevejos, segundo noticiaram “El Mundo” de Madri e outros jornais.

Os turistas que visitavam o prédio usavam termos como “repugnante” e “nojento” para descrever o efeito produzido.

Esses insetos que sugam o sangue também invadiram outros arranha-céus da capital financeira americana, como o Time Warner Center ‒ sede da CNN ‒ empresas, e lojas como Hollister e Nike, cinemas e teatros, e a sede da promotoria federal de Brooklyn.

O cinema AMC Empire 25 em Times Square foi fechado para fumigação.

domingo, 3 de outubro de 2021

“Lockdown climático”: proibir picapes e renunciar a carros privados?

Banir picapes e carros particulares para 'salvar o clima'
Banir picapes e carros particulares para 'salvar o clima'?
Luis Dufaur
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Os crescentes apelos por “lockdowns climáticos” para sustar os fantasmas do “aquecimento global” e do CO2 recebem espaços na mídia na proporção do exagero.

‘É hora de proibir a venda de picapes’, ‘abandone totalmente a dependência de veículos particulares’ são algumas das mais recentes reivindicações verde/vermelhas, observa “Climatedepot”.

Davide Mastracci, editor-chefe do grupo ecologista canadense Passage, que se autodescreve como “aspirante a marxista” propôs em julho de 2021:

“Cortar drasticamente as emissões do setor de transporte é de extrema importância para uma estratégia climática de sucesso.

“Uma forma de ajudar a fazer isso é proibir a venda de picapes para todos os consumidores, a menos que sejam capazes de atender a requisitos estritos para provar que serão usadas principalmente para fins de trabalho”.

domingo, 26 de setembro de 2021

Ex-líder ambientalista revela método de fakes alarmistas

Moore tentou sintetizar as principais fakes da mídia e acabou fazendo um livro
Moore tentou sintetizar as principais fakes ecologistas
e acabou fazendo um livro
Luis Dufaur
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Continuação do post anterior: Pânico ambientalista engana com fantasmas



Patrick Moore, cofundador da Greenpeace, a abandonou por causa da infiltração marxista .

Ele ficou também muito chocado pelo fato de que as catástrofes e perigos alegados pelo ambientalismo – o comunista disfarçado – são invisíveis ou muito remotas a ponto de serem virtualmente inverificáveis pelo público.

Ele se propôs fazer uma listagem dos principais temores inverificáveis.

Quando Moore reuniu o material probatório se encontrou diante de uma tal massa de enganações que teve que fazer um livro.

“3.000.000 de vulcões submarinos fazem algo não observado”


Mais terror verbal. Patrick Moore reproduz o subtítulo acima diretamente do Science Daily de 15 de fevereiro de 2015.

Ela ecoaria “um novo estudo” do Earth Institute da Universidade de Columbia, que fala de milhões de vulcões submarinos lançando milhões de toneladas de CO2 no oceano.

domingo, 19 de setembro de 2021

Pânico ambientalista engana com fantasmas

Luis Dufaur
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A radiação da energia nuclear vai te matar



Continuação do post anterior: Defensivos agrícolas não envenenam a comida



Patrick Moore o cofundador de Greenpeace que saiu da ONG pela infiltração marxista, como escrevemos em posts anteriores, refuta os pânicos ambientalistas sublinhando que eles acostumam apelar a fatores que não são verificáveis.

Cfr.: Fundador arrependido de ONG verde denuncia fakes na grande mídia

‘Veneno na nossa comida’: mais fakes ecologistas

Por exemplo, sobre os pânicos espalhados contra as usinas de energia elétrica com tecnologia nuclear, ele indaga: você já viu alguma radiação nuclear?

Evidentemente não, porque é invisível, responde. Precisa-se de um contador Geiger para detectá-la, instrumento que a maioria das famílias não possui.

Mas essa não mata? É o que martela insistentemente a mídia!

Ele responde: em termos de fatalidades por unidade de energia produzida, a nuclear é a tecnologia mais segura de todas.

domingo, 12 de setembro de 2021

Defensivos agrícolas não envenenam a comida

'Veneno na nossa comida' é boato assustador negado pelos investigadores sérios
'Veneno na nossa comida' é boato assustador negado pelos investigadores sérios
Luis Dufaur
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Continuação do post anterior: Fundador arrependido de ONG verde denuncia fakes na grande mídia



Resíduos de pesticidas nos alimentos causam câncer, defeitos de nascença, autismo e danos cerebrais


Como tratamos no post anterior (Fundador arrependido de ONG verde denuncia fakes na grande mídia), Patrick Moore no livro “As falsas catástrofes invisíveis e ameaças de destruição” (“The Fake Invisible Catastrophes and Threats of Doom”) descreve algumas das maiores trapaças do catastrofismo ambientalista.

Sobre tudo, os fantasmas inventados em laboratórios de propaganda. Esses são ponto de partida de temores que nós, simples cidadãos, só podemos sofrer, mas não conseguimos ver. E por isso podemos ser facilmente enganados.

Não podemos, por exemplo, ver, cheirar ou provar os “resíduos” de pesticidas que haveria nos alimentos que segundo o terrorismo verde penetram em nós nos alimentos, lojas ou restaurantes e que nos estariam causando pelo menos nove doenças relevantes.

É uma pena que não possamos observa-los, mas nada facilita mais para inventar histórias do que um “veneno invisível” que penetrassem pode-lo ver.

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Fundador arrependido de ONG verde
denuncia fakes na grande mídia

Cofundador de Greenpeace, abandonou-a porque invadida por comunistas
Cofundador de Greenpeace, abandonou-a porque invadida por comunistas
Luis Dufaur
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Patrick Moore é um cofundador da Greenpeace, a mais famosa ONG ambientalista do mundo, precursora da maioria das existentes.

Mas a abandonou por causa da infiltração marxista acontecida após o desfazimento da União Soviética.

Esses comunistas desempregados ingressaram no movimento ambientalista para conseguir seu velho objetivo comunista dissimulando com outro palavreado.

Começaram então a propor campanhas contra a civilização ocidental com grosseiro desconhecimento da natureza.

Moore foi abrindo os olhos para essa infiltração quando ela já era muito numerosa e os ativistas pela natureza tinham ficado em minoria e incapacitados de reagir.

Então abandonou a Greenpeace e vem denunciando sua deturpação.

domingo, 29 de agosto de 2021

Milionários subornos chineses para espalhar o medo do aquecimento global

Chefe de Departamento de Harvard recebia verbas ocultas da China
Chefe de Departamento de Harvard recebia verbas ocultas da China
Luis Dufaur
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A China teria investido bilhões de dólares para seduzir cientistas em universidades americanas de elite como Harvard, Yale, Georgetown e Cornell com o objetivo de promover o alarmismo climático, segundo documentos colhidos pelo Ministério de Educação dos EUA. Cfr. Climate Change Dispatch: “How China’s Communist Party Is Stoking Climate Alarmism At Elite Colleges”.

Os documentos deixam ver que Pequim aposta nesse alarmismo como “uma das principais armas do Partido Comunista Chinês contra os EUA”, pois induz a prejudiciais despesas e restrições econômicas.

Os dados constam num relatório publicado por Jay Lehr, analista da International Climate Science Coalition e ex-diretor do Heartland Institute, e por Tom Harris, diretor executivo da International Climate Science Coalition, sediada no Canadá.

As Universidades americanas são obrigadas por lei a declarar a procedência de qualquer doação superior aos 250.000 dólares proveniente do exterior, mas a lei não era aplicada.

Lehr e Harris citam um documento de 2019 do Conselho Geral do Departamento de Educação dos EUA afirmando que haviam sido descobertos US $ 6,5 bilhões em financiamentos universitários não declarados.

domingo, 22 de agosto de 2021

Próximos 20-30 anos serão fríos,
diz especialista em clima solar

Willie Wei-Hock Soon, do Harvard – Smithsonian Center for Astrophysics
Willie Wei-Hock Soon, do Harvard – Smithsonian Center for Astrophysics
Luis Dufaur
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O especialista no clima do astro rei do nosso sistema Dr. Willie Wei-Hock Soon, do Harvard – Smithsonian Center for Astrophysics, exortou seus colegas acadêmicos a prestarem mais atenção à atividade solar.

Essa está claramente ingressando numa fase de atividade mínima.

Isto causará várias décadas de resfriamento global em vez de aquecimento, disse Soon num diálogo com Alex Newman do New American. Veja o vídeo no fim do post.

O Dr. Soon, astrofísico e engenheiro aeroespacial malaio descendente de chineses, disse que “o que prevemos é que os próximos 20-30 anos serão frios.

“Fará frio, então será uma coisa muito interessante que o IPCC deve enfrentar”, acrescentou, aludindo aos boatos em sentido contrário que o IPCC costuma espalhar.

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Fake-news como dantes no quartel do IPCC

Realejo do IPCC voltou a anunciar as catástrofes nunca verificada
Realejo do IPCC voltou a anunciar as mesmas catástrofes nunca verificadas
Luis Dufaur
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“Tudo como dantes no quartel de Abrantes”: o mais arrepiante e recente informe do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU veio a luz para atualizar as terríficas catástrofes climáticas que deveriam ter acontecido no máximo no ano 2000, se não antes.

Mais uma vez, em seu Sexto Relatório de Avaliação (Sixth Assessment Report, AR6, sigla em inglês) o IPCC vem de sentenciar o iminente fim do mundo se nós não aceitarmos restrições draconianas no nosso estilo de vida.

Anuncia a possibilidade (sublinhamos a palavra ‘possibilidade’ pois trata de coisas que não são certas nem apuradas) de nos submergirem irreversivelmente ondas marítimas vindas dos polos e das geleiras derretidas.

domingo, 8 de agosto de 2021

Plano pequinês para comprar terras no Brasil não é para “salvar o clima”

Plano expansionista do comunismo pequinês para comprar terras no Brasil?


CLIQUE NA FOTO PARA VER




Luis Dufaur
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Venda de terras para estrangeiros?

Território brasileiro à venda? Cuidado!
Território brasileiro à venda? Cuidado!





No final do ano legislativo 2020, o Senado desengavetou um projeto que “dormia nas gavetas” havia mais de um ano, e o aprovou em apenas 44 minutos na noite do dia 15-12-2020, enquanto o país estava sofrendo absorvido pela pandemia.

Apresentado pelo Senador Irajá Abreu, o PL 2963/19 pretende tornar realidade a venda ou arrendamento de propriedades rurais a empresas estrangeiras.

O que significa isso para nós, hoje e no futuro?

Segundo notícia de “O Estado de São Paulo” (17-12-20), a medida dispensa autorização ou licença para aquisição de qualquer modalidade de posse por estrangeiros.

A única restrição significativa é que a soma das áreas não poderá passar de 25% da superfície dos municípios.

Mas abre assim a possibilidade de 2.136.857 km² de nosso território (num total de 8.547.403 km²) serem entregues a estrangeiros.

Essa área é maior que os territórios da Alemanha, França, Espanha, Itália, Portugal e Áustria juntos, e poderia tornar-se propriedade de qualquer interessado.

domingo, 1 de agosto de 2021

Alarmismos e fake-news na onda de frio

Luis Dufaur
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A recente onda de frio polar pode ser comparada a outras deste século que apenas está começando (21 invernos até 2021).

A massa polar queda trouxe frios pouco frequentes, mas não novos neste breve início de século, com as habituais geadas e alguma neve comemorada até com alegria e festa em cidades do Sul brasileiro e lamentada pelos agricultores nas mesmas regiões.

O vento trouxe sensações térmicas congelantes e, nas áreas mais altas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, valores negativos danosos para a agricultura e os desprevenidos.

Mas na média geral não superou frios muito intensos e os recordes de neve dos anos 2000, 2007, 2009, 2011 e 2013.

Foi a terceira massa polar de grande intensidade em apenas um mês no Brasil, com impacto nas culturas como milho, cana de açúcar, café, e o setor hortifrutigranjeiro.

Cada onda de frio, observou Metsul, tem as suas próprias “impressões digitais” e nenhum evento extremo de frio é idêntico ao outro: em um há recordes em grande número de locais, e em outros em apenas algumas regiões.

segunda-feira, 26 de julho de 2021

China maior poluidor climático do planeta
não para de poluir

China não para de poluir mas é aplaudida como 'salvadora do clima'
China não para de poluir mas é aplaudida como 'salvadora do clima'
Luis Dufaur
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Se a China Comunista levasse a sério a redução das emissões, teria fixado algum objetivo em seu plano quinquenal 2021/2025, lançado em março, escreveu Judith Bergman, advogada e analista política, Senior Fellow do Gatestone Institute. 

Mas esse plano contém “pouco mais do que vagos compromissos para lidar com as emissões de dióxido de carbono”, que não faz mal mas a China e sócios "verdes" e vermelhos" acham pior que o diabo.

Segundo o Wall Street Journal, “Pequim gosta de Biden e de Paris” porque permitem à China irrestrito crescimento econômico para se tornar potência hegemônica dominante no planeta sem respeitar compromisso algum.

A China diz e faz escancaradamente o oposto de suas promessas de cortar as emissões de gases estufa, enganando o mundo com uma conduta predatória.

E os EUA lhe mandam todos os sinais errados, reduzindo sua própria competitividade e desenrolando para a China um espesso tapete vermelho, a cor preferida dos mestres marxistas.

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Mais enganos. O Ártico foi mais quente nos anos 1950/60, diz Dinamarca

Polo Norte não desapareceu como falaram os profetas catastrofistas
Polo Norte: não desapareceu como falaram os profetas catastrofistas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Ponderadas notícias climáticas vieram do Instituto Meteorológico da Dinamarca (DMI) pondo as coisas no ponto certo.

Mas, caro leitor, não as procure na grande mídia, aí elas não saíram e não sairão. Pois a natureza contradisse os dogmas martelados sem repouso em nossos olhos e ouvidos por dita mídia.

Só com muito esforço e experiência podemos encontra-las em alguns blogs ou sites seriamente especializados no clima e na geografia da Terra.

As fontes que vamos citar – e, aliás um número crescente de pessoas de bom senso – sentem que o mundo está sendo empurrado a um futuro que não quer.

Há um intuito escondido para a maioria dos pobres mortais, nós, as vítimas, que tem dogmas e quer impô-los contra toda razão.

A “crise climática” é o mais novo artigo dessa dogmática fé. Esqueça a ciência, diz o site, é uma manobra política.

domingo, 11 de julho de 2021

“Zero Absoluto”: relatório britânico
antecipa “lockdowns climáticos” tirânicos

Proibição Absoluta durante três décadas
Proibição Absoluta durante três décadas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O militante ecologista Gareth Dale, professor da Brunel University de Grã Bretanha fez um revelador elogio do relatório “Zero Absoluto” elaborado por colegas seus das Universidades de Cambridge, Oxford, Nottingham, Bath e do Imperial College de Londres, recolhido pelo bem informado site Climate Depot.

O assustador relatório “recomenda uma transformação radical na forma como vivemos.

Todos os embarques devem ser eliminados até 2050, e também todo o uso de argamassa ou concreto à base de cimento.

Na Grã-Bretanha, todos os aeroportos, exceto Heathrow e Glasgow terão que fechar até 2029, e aqueles dois até 2049.

“A aviação deve se tornar ilegal até então
e, afirma o relatório, garantir que o carbono seja zero deve se tornar ‘uma questão de regulamentação, com proibições sobre o uso de carbono semelhantes a proibições sobre o uso de amianto’”.