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domingo, 10 de outubro de 2021

Quando o ambientalismo proibiu o DDT e os percevejos invadiram capitais americanas

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Vasculhar as lembranças de perigos ou males passados, ajuda a evitar os futuros. Às vezes é ocasião de risos e divertimento.

Nossos inesgotáveis ambientalistas também têm coisas que não lembram em seu afã desmedido de afundar nosso estilo de vida. Esta lembrança vale também para eles.

Foi no ano 2010, quando o emblemático arranha-céu Empire State Building de Nova York foi invadido pelos percevejos, segundo noticiaram “El Mundo” de Madri e outros jornais.

Os turistas que visitavam o prédio usavam termos como “repugnante” e “nojento” para descrever o efeito produzido.

Esses insetos que sugam o sangue também invadiram outros arranha-céus da capital financeira americana, como o Time Warner Center ‒ sede da CNN ‒ empresas, e lojas como Hollister e Nike, cinemas e teatros, e a sede da promotoria federal de Brooklyn.

O cinema AMC Empire 25 em Times Square foi fechado para fumigação.

Julga-se que um terço desses prédios e um 10% das casas particulares padeceram com a praga.

A causa era bem conhecida: a propaganda ambientalista tinha conseguido o popular DDT para edliminar insetos com os percevejos.

O resultado foi 800.000 novaiorquinos acabaram dormindo com percevejos nos seus lençóis sem poder combate-los.

A radio pública NPR informou de brotes análogos da praga em San Francisco e desde Ohio até Texas.

Para o correspondente do “Telegraph” de Londres tratou-se de uma “infestação épica” que atingiu lojas e prédios de luxo. Segundo o jornal britânico Nova Iorque estava sofrendo mais com os percevejos do que com o furacão Irene que flagelou a cidade naquela época.

E os nova-iorquinos se sentiam tratados como doentes perigosos, eles as vítimas, enquanto os percevejos habitavam em seus bons lençois e obviamente os picavam. “Você é como um leproso” disse ter ouvido um residente de Brooklyn.

Os percevejos estavam virtualmente extintos até que campanha de cunho ambientalista conseguiu banir o único inseticida popular eficaz contra eles: o DDT e derivados.

Linda bandeira verde! A população dos EUA pagou na própria pele as conseqüências dessa exigência inprudente de fundo ideológico até aparecerem venenos mais poderosos que acabam com o incômodo parasita.


domingo, 3 de outubro de 2021

“Lockdown climático”: proibir picapes e renunciar a carros privados?

Banir picapes e carros particulares para 'salvar o clima'
Banir picapes e carros particulares para 'salvar o clima'?
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Os crescentes apelos por “lockdowns climáticos” para sustar os fantasmas do “aquecimento global” e do CO2 recebem espaços na mídia na proporção do exagero.

‘É hora de proibir a venda de picapes’, ‘abandone totalmente a dependência de veículos particulares’ são algumas das mais recentes reivindicações verde/vermelhas, observa “Climatedepot”.

Davide Mastracci, editor-chefe do grupo ecologista canadense Passage, que se autodescreve como “aspirante a marxista” propôs em julho de 2021:

“Cortar drasticamente as emissões do setor de transporte é de extrema importância para uma estratégia climática de sucesso.

“Uma forma de ajudar a fazer isso é proibir a venda de picapes para todos os consumidores, a menos que sejam capazes de atender a requisitos estritos para provar que serão usadas principalmente para fins de trabalho”.

Para eles, os veículos particulares, independentemente do modelo, “colocam todos nós em perigo devido aos seus níveis de emissão”.

“Reduzir ainda a destruição do clima e os acidentes rodoviários fatais é mais importante do que a liberdade da empresa ou do consumidor”.
Explorar os efeitos da pandemia para afogar a indústria
Explorar os efeitos da pandemia para afogar a indústria
Passage
se volta contra o Canadá seu país acusando-o de ser um dos maiores emissores de gases de efeito de estufa do mundo.

Exige reduzir drasticamente as emissões do setor de transporte proibindo entre outras coisas, a venda de picapes para todos os consumidores, que não provem que vão usa-las no trabalho.

“The Guardian” quotidiano britânico de esquerda adota o velho raciocínio comunista contra os ricos que agora seriam os usuários de voos frequentes “superemissores” de gases de efeito de estufa.

Esses, parafraseando a retórica marxista, representam apenas 1% da população mundial, mas são responsáveis por metade das emissões de carbono da aviação em 2018, de acordo com um estudo da revista Global Environmental Change, da confraria ecologista.

Também seriam indiciáveis as companhias aéreas. Elas teriam produzido um bilhão de toneladas de CO2 mas teriam desviado US$ 100 bilhões por não compensarem os danos climáticos causados.

Cemitérios de aviões de passageiros, um fruto dos 'lockdowns climáticos'
Cemitérios de aviões de passageiros, um fruto dos 'lockdowns climáticos'
11% da população mundial voou em 2018 e 4% voou para o exterior. Os passageiros frequentes – os novos ricos predadores dos pobres – sobre tudo dos EUA são os que mais produzem CO2.

As emissões de aviação para servir esses ricos são maiores do que as produzidas pelos 10 países somados que lhe seguem na lista.

Esse é o grupo de elite apresentado como fazendo mal ao planeta enquanto desfruta de voos frequentes e agrava a crise climática que afeta a todos.

É a visualização em termos ecologistas da luta de classe marxista em que uma minoria de oligarcas exploradores explora a massa do povo que sofre as consequências.

A proposta pede provocar a diminuição de passageiros aproveitando a pandemia e cortando os auxílios dos governos à aviação comercial.

Stefan Gössling da Universidade Linnaeus na Suécia, que liderou o estudo diz: “os ricos têm liberdade demais para projetar o planeta de acordo com seus desejos. Devemos ver a crise como uma oportunidade para enxugar o sistema de transporte aéreo”.

Mas nem tudo é pretexto tirado da natureza. Há filosofia igualitária apriorística pelo meio.

Dan Rutherford, do Conselho Internacional de Transporte Limpo, disse que a análise levantou a questão da igualdade.

“Os benefícios da aviação são compartilhados de forma mais desigual em todo o mundo”, disse, “as companhias aéreas só protegem os interesses econômicos dos ricos”.

Aviones parados pelo lockdown da pandemia. Modelo para 'salvar o clima'
Aviões parados pelo lockdown da pandemia. Modelo para 'salvar o clima'?
A International Air Transport Association (Iata), que representa as companhias aéreas do mundo, se defendeu dizendo o que é evidente: “as viagens aéreas são uma necessidade para milhões”.

Também Andrew Yang, quem foi pré-candidato democrata à presidência americana, superado por Joe Biden, encarnou a tendência anti-transporte privado que cresce no seio de seu partido.

Ele defendeu eliminar a posse de carros particulares para combater a mudança climática, em fórum da MSNBC na Universidade de Georgetown, na capital americana.

“Talvez não tenhamos nossos próprios carros” até 2050 para livrar os EUA dos combustíveis fósseis, qualificando a propriedade de carros particulares de “ineficiente e ruim para o meio ambiente”.

Eles seriam substituídos por uma “frota constante de carros elétricos” que, obviamente, só o governo poderia pagar, limitando a liberdade individual e deixando o cidadão à mercê de uma burocracia de tipo estatista ou socialista.

Yang calcula que seu plano climático custaria quase US$ 5 trilhões em 20 anos e que a interdição dos carros privados forçará centenas de bilhões de dólares em investimentos em transportes coletivos supostamente sem emissões, mas estimuladores da igualdade utópica.

Como a despesa é assustadora, ele pretende justifica-la agitando medos de danos e mortes causados pelas mudanças climáticas, que nunca deixaram de acontecer na ordem da natureza.


domingo, 26 de setembro de 2021

Ex-líder ambientalista revela método de fakes alarmistas

Moore tentou sintetizar as principais fakes da mídia e acabou fazendo um livro
Moore tentou sintetizar as principais fakes ecologistas
e acabou fazendo um livro
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Patrick Moore, cofundador da Greenpeace, a abandonou por causa da infiltração marxista .

Ele ficou também muito chocado pelo fato de que as catástrofes e perigos alegados pelo ambientalismo – o comunista disfarçado – são invisíveis ou muito remotas a ponto de serem virtualmente inverificáveis pelo público.

Ele se propôs fazer uma listagem dos principais temores inverificáveis.

Quando Moore reuniu o material probatório se encontrou diante de uma tal massa de enganações que teve que fazer um livro.

“3.000.000 de vulcões submarinos fazem algo não observado”


Mais terror verbal. Patrick Moore reproduz o subtítulo acima diretamente do Science Daily de 15 de fevereiro de 2015.

Ela ecoaria “um novo estudo” do Earth Institute da Universidade de Columbia, que fala de milhões de vulcões submarinos lançando milhões de toneladas de CO2 no oceano.

O fundo dos mares contém 85% de vegetais do que a terra, e o CO2 de origem vulcânico é grande fator de desenvolvimento
O fundo dos mares contém 85% de vegetais do que a terra.
O CO2 de origem vulcânico é grande fator de desenvolvimento diz Moore
Não importa que o Serviço Geológico dos EUA estime que a atividade vulcânica produz menos de 1% das emissões de CO2 geradas pelos combustíveis fósseis.

Tampouco importa que não há evidência direta de que o CO2 causa o aquecimento global, conforme fantasiam cientistas ativistas, mídia e políticos com grande barulho.

Menos importa que muitas espécies prosperem perto de fontes hidrotermais profundas no oceano, na escuridão total favorecidas pelas emissões ricas em CO2.

O CO2 é bom para o crescimento da vida no mar da mesma forma que na terra.

Mas, para os profetas do apocalipse ecológico, o que importa mesmo é desmoralizar a civilização com medos, e para não serem descobertos, apelam a causas difícil ou nulamente perceptíveis pelo comum dos leitores.

A “acidificação” dos oceanos matará os recifes de coral e moluscos do mundo


Sem procurar muito, é fácil concluir que a “acidificação” do oceano é uma grande montagem, explica Patrick Moore.

Está escrito no Corão verde que o invisível CO2 reduzirá drasticamente o pH dos oceanos minando toda a cadeia alimentar no mar e destruindo a pesca em todo o mundo.

Nada importa que a Corrente de Humboldt ao largo do Peru, que tem o CO2 mais alto e o pH mais baixo dos oceanos do mundo, forneça 20% da pesca mundial.

A grande barreira de corais australiana. Corais e moluscos não desaparecem e se multiplicam. Mas o homem comum não pode verificar as fakes verde
A grande barreira de corais australiana. Corais e moluscos não desaparecem e se multiplicam.
Mas o homem comum não pode verificar as fakes verdes assustadoras
A novela da “acidificação” dos oceanos é mais nova que o Corão de Maomé, mas deve ser obedecida igual.
Foi inventada por volta de 2004 no início da “pausa” de 20 anos no aquecimento global lá por volta de 1998.

Historicamente os recifes de coral cresceram em grande forma quando o CO2 era pelo menos 10 vezes maior do que hoje.

Os corais sobreviveram e prosperaram por centenas de milhões de anos desde então. E não vão morrer pelo atual relativamente escasso CO2 na atmosfera.

Também é um fato que as espécies marinhas calcificadas produzem conchas de carbonato de cálcio (CaCO3) a partir de CO2 e cálcio dissolvido na água do mar.

Algumas das espécies mais importantes são os coccolitóforos, algas microscópicas que formam grande parte da base da cadeia alimentar marinha.

Os recifes de coral que circundam os trópicos e os moluscos como amêijoas e caracóis, os foraminíferos, que são animais do tamanho de um grão de areia dependem dos coccolitóforos.

Todo o giz, calcário e mármore da crosta terrestre foram formados a partir de suas conchas. Do CO2, portanto.

Foi pouco? “A mudança climática está matando os cedros do Líbano”


A edição de 18 de julho de 2018 do The New York Times soprava o temor de que o aumento das temperaturas estava extinguindo os cedros do Líbano, as maravilhosas árvores de que nos falam até as Escrituras.

O artigo exibia inúmeras fotos só que de árvores vivas saudáveis, salvo um solitário toco serrado, morto por uma infestação de insetos, segundo conferiu Patrick Moore.

Em linguagem floreada, o artigo faz sua a angústia da desgraça iminente com referências apropriadas a Jesus e Deus.

Na verdade, o número dos cedros do Líbano foi drasticamente reduzido ao longo dos séculos, porque as árvores foram usadas para obter madeira e converter a terra para outros usos.

Pastagens para cabras, ovelhas e gado substituíram as florestas em grandes áreas.

A maioria dos cedros restantes está em reservas protegidas, onde não há evidências de extinção iminente ou morte em massa.

Todas as previsões terríveis são apenas especulação sem suporte.

Muitas poucas pessoas podem ir ao Líbano e fazer uma contabilidade completa de suas florestas de cedros.

Mas, se uma pessoa experiente fosse lá e fizesse a conta e concluísse que as árvores existentes estão em bom estado de saúde, sem dúvida, o New York Times não publicaria seu artigo.

O único efeito comprovado do CO2 é aumentar o crescimento de árvores e culturas alimentares e tornar as plantas mais eficientes no aproveitamento da água.

Isso resultou em um “esverdeamento da Terra”
e na disseminação de árvores em áreas que antes eram muito secas para elas.

É apenas uma coincidência que 12 das alegadas catástrofes ambientais e ameaças de destruição mais divulgadas sejam invisíveis ou muito remotas, ou ambas? pergunta como conclusão Patrick Moore.

Sem dúvida é muito mais fácil criar uma “narrativa” falsa para o público sobre algo que não pode verificar por si mesmo, conclui um dos mais renomados, e sinceros, ecologistas da Terra.

Nesta série de posts há abundante matéria para o julgamento do leitor. E se desejar mais matéria, a encontrará muito mais nas páginas “A maior mentira já contada” e “Blefes e pânicos para desanimar da civilização” 

domingo, 19 de setembro de 2021

Pânico ambientalista engana com fantasmas

Luis Dufaur
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A radiação da energia nuclear vai te matar



Continuação do post anterior: Defensivos agrícolas não envenenam a comida



Patrick Moore o cofundador de Greenpeace que saiu da ONG pela infiltração marxista, como escrevemos em posts anteriores, refuta os pânicos ambientalistas sublinhando que eles acostumam apelar a fatores que não são verificáveis.

Cfr.: Fundador arrependido de ONG verde denuncia fakes na grande mídia

‘Veneno na nossa comida’: mais fakes ecologistas

Por exemplo, sobre os pânicos espalhados contra as usinas de energia elétrica com tecnologia nuclear, ele indaga: você já viu alguma radiação nuclear?

Evidentemente não, porque é invisível, responde. Precisa-se de um contador Geiger para detectá-la, instrumento que a maioria das famílias não possui.

Mas essa não mata? É o que martela insistentemente a mídia!

Ele responde: em termos de fatalidades por unidade de energia produzida, a nuclear é a tecnologia mais segura de todas.

Ainda esclarece: houve apenas um acidente nuclear que causou a morte de civis: Chernobyl com 56 óbitos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. E é atribuída à péssima tecnologia soviético-comunista.

Num acidente único morreu mais gente numa barragem hidrelétrica, na Rússia em 2009. Mas a falsa militância ecologista faz silencio sobre tudo quando põe em jogo o prestigio da vetusta URSS e suas péssimas construções.

No incidente de Fukushima, Japão, em 2011 ninguém morreu de radiação.

E ninguém sofrerá efeitos perceptíveis na saúde no futuro por causa da radiação, de acordo com a Fundação de Pesquisa de Efeitos de Radiação, de Hiroshima.

Mas os alarmistas verdes assustaram tanto o público com essa “ameaça” invisível que a Alemanha decidiu fechar todas as suas usinas nucleares e muitos países decidiram não construir mais.

Enquanto isso, a China, a Índia e a Rússia ultrapassaram o Ocidente em tecnologia atômica e estão construindo dezenas de novas usinas nucleares porque sabem que o futuro é da produção de eletricidade.

A Coreia do Sul produz quase 30% de sua eletricidade com reatores nucleares.

É a mais segura de todas as tecnologias de eletricidade não sendo mais tóxica do que um pedaço de madeira queimado numa termoelétrica.

“Mar de plástico” do tamanho do Texas ao norte do Havaí


Oceanógrafo CarlosDuarte, responsável da expedição Malaspina:
“Essa famosa ilha de pásticos não existe”.
É um outro boato assustador. Primeira pergunta que formula Moore: você já viu uma fotografia aérea ou de satélite do “mar de plástico”?

Provavelmente não, porque ele realmente não existe, explica.

Acrescentamos nos: o governo espanhol gastou milhões de euros numa expedição científica de dois anos.

No retorno: o oceanógrafo Carlos Duarte, chefe do gigantesco esforço que circunvagou o planeta, anunciou taxativamente à imprensa que o aguardava no porto de Barcelona: “essa famosa ilha de plásticos, supostamente entre a costa estadunidense de Oregon e o Havaí, não existe”. Cfr.: Expedição descobre que imensa “ilha de lixo flutuante” era ficção ambientalista

Mas a propaganda nos apresenta um plástico cheio de venenos mortais que avança extinguindo pássaros, peixes e mamíferos marinhos aos milhares, com perigos de extinções de espécies.

Estas notícias falsas dão origem a apelos à proibição do plástico e a outras medidas drásticas contra a sociedade industrial que poderiam ser melhor fundamentadas.

Pessoas tolas estão proibindo canudos de plástico como se fossem uma ameaça terrível para o meio ambiente, diz Moore.

Há milhões de anos vem caindo madeira no mar em grandes quantidades, acidentalmente ou jogadas pelo homem. Detritos vegetais flutuantes fornecem habitat para garças, algas marinhas, caranguejos e muitas outras espécies de vida marinha.

O plástico flutuante também o faz. As aves marinhas e os peixes comem os pedaços de plástico para obter o alimento que está crescendo neles.

Alguns pássaros e animais marinhos são prejudicados por detritos de plástico, mas o dano é superado em muito pelo suprimento adicional de alimento que fornece. O plástico não é veneno ou poluição, é lixo. 


Continua no próximo post:


domingo, 12 de setembro de 2021

Defensivos agrícolas não envenenam a comida

'Veneno na nossa comida' é boato assustador negado pelos investigadores sérios
'Veneno na nossa comida' é boato assustador negado pelos investigadores sérios
Luis Dufaur
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Continuação do post anterior: Fundador arrependido de ONG verde denuncia fakes na grande mídia



Resíduos de pesticidas nos alimentos causam câncer, defeitos de nascença, autismo e danos cerebrais


Como tratamos no post anterior (Fundador arrependido de ONG verde denuncia fakes na grande mídia), Patrick Moore no livro “As falsas catástrofes invisíveis e ameaças de destruição” (“The Fake Invisible Catastrophes and Threats of Doom”) descreve algumas das maiores trapaças do catastrofismo ambientalista.

Sobre tudo, os fantasmas inventados em laboratórios de propaganda. Esses são ponto de partida de temores que nós, simples cidadãos, só podemos sofrer, mas não conseguimos ver. E por isso podemos ser facilmente enganados.

Não podemos, por exemplo, ver, cheirar ou provar os “resíduos” de pesticidas que haveria nos alimentos que segundo o terrorismo verde penetram em nós nos alimentos, lojas ou restaurantes e que nos estariam causando pelo menos nove doenças relevantes.

É uma pena que não possamos observa-los, mas nada facilita mais para inventar histórias do que um “veneno invisível” que penetrassem pode-lo ver.

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Fundador arrependido de ONG verde
denuncia fakes na grande mídia

Cofundador de Greenpeace, abandonou-a porque invadida por comunistas
Cofundador de Greenpeace, abandonou-a porque invadida por comunistas
Luis Dufaur
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Patrick Moore é um cofundador da Greenpeace, a mais famosa ONG ambientalista do mundo, precursora da maioria das existentes.

Mas a abandonou por causa da infiltração marxista acontecida após o desfazimento da União Soviética.

Esses comunistas desempregados ingressaram no movimento ambientalista para conseguir seu velho objetivo comunista dissimulando com outro palavreado.

Começaram então a propor campanhas contra a civilização ocidental com grosseiro desconhecimento da natureza.

Moore foi abrindo os olhos para essa infiltração quando ela já era muito numerosa e os ativistas pela natureza tinham ficado em minoria e incapacitados de reagir.

Então abandonou a Greenpeace e vem denunciando sua deturpação.

domingo, 29 de agosto de 2021

Milionários subornos chineses para espalhar o medo do aquecimento global

Chefe de Departamento de Harvard recebia verbas ocultas da China
Chefe de Departamento de Harvard recebia verbas ocultas da China
Luis Dufaur
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A China teria investido bilhões de dólares para seduzir cientistas em universidades americanas de elite como Harvard, Yale, Georgetown e Cornell com o objetivo de promover o alarmismo climático, segundo documentos colhidos pelo Ministério de Educação dos EUA. Cfr. Climate Change Dispatch: “How China’s Communist Party Is Stoking Climate Alarmism At Elite Colleges”.

Os documentos deixam ver que Pequim aposta nesse alarmismo como “uma das principais armas do Partido Comunista Chinês contra os EUA”, pois induz a prejudiciais despesas e restrições econômicas.

Os dados constam num relatório publicado por Jay Lehr, analista da International Climate Science Coalition e ex-diretor do Heartland Institute, e por Tom Harris, diretor executivo da International Climate Science Coalition, sediada no Canadá.

As Universidades americanas são obrigadas por lei a declarar a procedência de qualquer doação superior aos 250.000 dólares proveniente do exterior, mas a lei não era aplicada.

Lehr e Harris citam um documento de 2019 do Conselho Geral do Departamento de Educação dos EUA afirmando que haviam sido descobertos US $ 6,5 bilhões em financiamentos universitários não declarados.

domingo, 22 de agosto de 2021

Próximos 20-30 anos serão fríos,
diz especialista em clima solar

Willie Wei-Hock Soon, do Harvard – Smithsonian Center for Astrophysics
Willie Wei-Hock Soon, do Harvard – Smithsonian Center for Astrophysics
Luis Dufaur
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O especialista no clima do astro rei do nosso sistema Dr. Willie Wei-Hock Soon, do Harvard – Smithsonian Center for Astrophysics, exortou seus colegas acadêmicos a prestarem mais atenção à atividade solar.

Essa está claramente ingressando numa fase de atividade mínima.

Isto causará várias décadas de resfriamento global em vez de aquecimento, disse Soon num diálogo com Alex Newman do New American. Veja o vídeo no fim do post.

O Dr. Soon, astrofísico e engenheiro aeroespacial malaio descendente de chineses, disse que “o que prevemos é que os próximos 20-30 anos serão frios.

“Fará frio, então será uma coisa muito interessante que o IPCC deve enfrentar”, acrescentou, aludindo aos boatos em sentido contrário que o IPCC costuma espalhar.

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Fake-news como dantes no quartel do IPCC

Realejo do IPCC voltou a anunciar as catástrofes nunca verificada
Realejo do IPCC voltou a anunciar as mesmas catástrofes nunca verificadas
Luis Dufaur
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“Tudo como dantes no quartel de Abrantes”: o mais arrepiante e recente informe do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU veio a luz para atualizar as terríficas catástrofes climáticas que deveriam ter acontecido no máximo no ano 2000, se não antes.

Mais uma vez, em seu Sexto Relatório de Avaliação (Sixth Assessment Report, AR6, sigla em inglês) o IPCC vem de sentenciar o iminente fim do mundo se nós não aceitarmos restrições draconianas no nosso estilo de vida.

Anuncia a possibilidade (sublinhamos a palavra ‘possibilidade’ pois trata de coisas que não são certas nem apuradas) de nos submergirem irreversivelmente ondas marítimas vindas dos polos e das geleiras derretidas.

domingo, 8 de agosto de 2021

Plano pequinês para comprar terras no Brasil não é para “salvar o clima”

Plano expansionista do comunismo pequinês para comprar terras no Brasil?


CLIQUE NA FOTO PARA VER




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Venda de terras para estrangeiros?

Território brasileiro à venda? Cuidado!
Território brasileiro à venda? Cuidado!





No final do ano legislativo 2020, o Senado desengavetou um projeto que “dormia nas gavetas” havia mais de um ano, e o aprovou em apenas 44 minutos na noite do dia 15-12-2020, enquanto o país estava sofrendo absorvido pela pandemia.

Apresentado pelo Senador Irajá Abreu, o PL 2963/19 pretende tornar realidade a venda ou arrendamento de propriedades rurais a empresas estrangeiras.

O que significa isso para nós, hoje e no futuro?

Segundo notícia de “O Estado de São Paulo” (17-12-20), a medida dispensa autorização ou licença para aquisição de qualquer modalidade de posse por estrangeiros.

A única restrição significativa é que a soma das áreas não poderá passar de 25% da superfície dos municípios.

Mas abre assim a possibilidade de 2.136.857 km² de nosso território (num total de 8.547.403 km²) serem entregues a estrangeiros.

Essa área é maior que os territórios da Alemanha, França, Espanha, Itália, Portugal e Áustria juntos, e poderia tornar-se propriedade de qualquer interessado.

domingo, 1 de agosto de 2021

Alarmismos e fake-news na onda de frio

Luis Dufaur
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A recente onda de frio polar pode ser comparada a outras deste século que apenas está começando (21 invernos até 2021).

A massa polar queda trouxe frios pouco frequentes, mas não novos neste breve início de século, com as habituais geadas e alguma neve comemorada até com alegria e festa em cidades do Sul brasileiro e lamentada pelos agricultores nas mesmas regiões.

O vento trouxe sensações térmicas congelantes e, nas áreas mais altas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, valores negativos danosos para a agricultura e os desprevenidos.

Mas na média geral não superou frios muito intensos e os recordes de neve dos anos 2000, 2007, 2009, 2011 e 2013.

Foi a terceira massa polar de grande intensidade em apenas um mês no Brasil, com impacto nas culturas como milho, cana de açúcar, café, e o setor hortifrutigranjeiro.

Cada onda de frio, observou Metsul, tem as suas próprias “impressões digitais” e nenhum evento extremo de frio é idêntico ao outro: em um há recordes em grande número de locais, e em outros em apenas algumas regiões.

segunda-feira, 26 de julho de 2021

China maior poluidor climático do planeta
não para de poluir

China não para de poluir mas é aplaudida como 'salvadora do clima'
China não para de poluir mas é aplaudida como 'salvadora do clima'
Luis Dufaur
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Se a China Comunista levasse a sério a redução das emissões, teria fixado algum objetivo em seu plano quinquenal 2021/2025, lançado em março, escreveu Judith Bergman, advogada e analista política, Senior Fellow do Gatestone Institute. 

Mas esse plano contém “pouco mais do que vagos compromissos para lidar com as emissões de dióxido de carbono”, que não faz mal mas a China e sócios "verdes" e vermelhos" acham pior que o diabo.

Segundo o Wall Street Journal, “Pequim gosta de Biden e de Paris” porque permitem à China irrestrito crescimento econômico para se tornar potência hegemônica dominante no planeta sem respeitar compromisso algum.

A China diz e faz escancaradamente o oposto de suas promessas de cortar as emissões de gases estufa, enganando o mundo com uma conduta predatória.

E os EUA lhe mandam todos os sinais errados, reduzindo sua própria competitividade e desenrolando para a China um espesso tapete vermelho, a cor preferida dos mestres marxistas.

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Mais enganos. O Ártico foi mais quente nos anos 1950/60, diz Dinamarca

Polo Norte não desapareceu como falaram os profetas catastrofistas
Polo Norte: não desapareceu como falaram os profetas catastrofistas
Luis Dufaur
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Ponderadas notícias climáticas vieram do Instituto Meteorológico da Dinamarca (DMI) pondo as coisas no ponto certo.

Mas, caro leitor, não as procure na grande mídia, aí elas não saíram e não sairão. Pois a natureza contradisse os dogmas martelados sem repouso em nossos olhos e ouvidos por dita mídia.

Só com muito esforço e experiência podemos encontra-las em alguns blogs ou sites seriamente especializados no clima e na geografia da Terra.

As fontes que vamos citar – e, aliás um número crescente de pessoas de bom senso – sentem que o mundo está sendo empurrado a um futuro que não quer.

Há um intuito escondido para a maioria dos pobres mortais, nós, as vítimas, que tem dogmas e quer impô-los contra toda razão.

A “crise climática” é o mais novo artigo dessa dogmática fé. Esqueça a ciência, diz o site, é uma manobra política.

domingo, 11 de julho de 2021

“Zero Absoluto”: relatório britânico
antecipa “lockdowns climáticos” tirânicos

Proibição Absoluta durante três décadas
Proibição Absoluta durante três décadas
Luis Dufaur
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O militante ecologista Gareth Dale, professor da Brunel University de Grã Bretanha fez um revelador elogio do relatório “Zero Absoluto” elaborado por colegas seus das Universidades de Cambridge, Oxford, Nottingham, Bath e do Imperial College de Londres, recolhido pelo bem informado site Climate Depot.

O assustador relatório “recomenda uma transformação radical na forma como vivemos.

Todos os embarques devem ser eliminados até 2050, e também todo o uso de argamassa ou concreto à base de cimento.

Na Grã-Bretanha, todos os aeroportos, exceto Heathrow e Glasgow terão que fechar até 2029, e aqueles dois até 2049.

“A aviação deve se tornar ilegal até então
e, afirma o relatório, garantir que o carbono seja zero deve se tornar ‘uma questão de regulamentação, com proibições sobre o uso de carbono semelhantes a proibições sobre o uso de amianto’”.

domingo, 4 de julho de 2021

Dirigismo e privação em “lockdowns climáticos”
estão sendo planejados

Absurda ideia de lockdowns climáticos para salvar o clima prospera em altas esferas
Absurda ideia de lockdowns climáticos para salvar o clima
prospera em altas esferas
Luis Dufaur
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O líder da maioria do Senado dos Estados Unidos, o democrata Charles “Chuck” Schumer está pedindo ao presidente Biden que declare uma “emergência climática nacional”.

Com essa medida de exceção os governadores ambientalistas teriam “poderes de emergência” ditatoriais, denunciou Marc Morano, do informado site Climate Depot, no programa Fox News.

Mas não é só ele que pede poderes arbitrários, prosseguiu Morano. Também “os funcionários da Organização Mundial de Saúde estão recomendando bloqueios climáticos. ...

“No Reino Unido, eles propuseram cartões de racionamento de CO2 para que o governo ou empregadores monitorassem seus níveis de CO2, seu uso de energia.....

E acrescentou que “um orçamento de CO2 para cada homem, mulher e criança no planeta foi proposto por um consultor climático alemão”.

Morano denunciou nesse sentido o “principal relatório do Reino Unido” e o “relatório da Agência Internacional de Energia (...) pedindo essencialmente o mesmo tipo de bloqueio”.

Esse lockdown restringe a movimentação dos cidadãos a ponto de que na “emergência climática você só pode voar quando é 'moralmente justificável'”.

domingo, 20 de junho de 2021

Em referendo, suíços rejeitam leis ecologistas

Leis verdes qualificadas dogmáticas e enganosas
Leis verdes qualificadas dogmáticas e enganosas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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A Confederação Suíça composta por 26 cantões – que correspondem ao que seria um estado – é um dos países do mundo que melhor cuida seu meio ambiente.

A beleza de seus panoramas campestres ou lacustres admiravelmente cuidados atraiu durante séculos quantidade incontável de elogios de toda espécie de artistas e amantes da beleza além de um fluxo turístico incessante.

A qualidade de vida helvética é também das mais elevadas do planeta e o país é dos mais ricos do mundo e melhor tratado pelos governantes.

Agora, os eleitores suíços sempre zelosos da preservação de sua natureza, rejeitaram um trio de propostas ambientalistas em referendo popular.

Assim desmoralizaram ainda mais o demagógico Acordo de Paris em pontos sensíveis da agenda ecológica planetária.

Como é bem sabido, a Suíça é um dos raros países onde continua em vigor a democracia direta.

domingo, 13 de junho de 2021

Expansionismo chinês na Amazônia não pretende parar

A China desenterra velhos documentoss para alegar que as Américas lhe pertencem
A China desenterra velhos documentos
para alegar que as Américas lhe pertencem
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Num post anterior tratamos de instituições financeiras de desenvolvimento internacional, na maior parte estatais chinesas, que financiam investimentos em larga escala na Amazônia, contrariando até as alegações oficiais de “salvar a floresta, “salvar o clima”, etc..

Cfr.: Xi prega contra o desmatamento mas o promove no mundo com seu Partido Comunista


Essa tendência aumentará, diz trabalho do Centro de Políticas de Desenvolvimento Global da Universidade de Boston, que não concorda com ela.

Esses capitais têm diversas procedências e objetivos econômicos e sociais.

Mas o caso da China é inquietante porque esse país tem se fixado como objetivo final assujeitar o mundo. E para isso não poupa nada.

Dos 70 bilhões de dólares aplicados por órgãos de todo o mundo público e privado na bacia do Amazonas, de 2018 até 2020, segundo a Boston University, o Banco de Desenvolvimento da China e o Banco de Exportação e Importação da China financiaram, ou irão financiar, quase um terço, reportou o site Amazôniasocioambiental.

domingo, 6 de junho de 2021

Xi prega contra o desmatamento mas o promove no mundo com seu Partido Comunista

Forests & Finance: PC chinês é grande financiador do desmatamento no mundo
Forests & Finance: PC chinês é
grande financiador do desmatamento no mundo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Partido Comunista da China (PCCh) financia o desmatamento em vários países segundo relatório da Forests & Finance, uma coalizão global de organizações não governamentais, escreveu a Revista Oeste com informações internacionais avalizadas.

Os bancos chineses aparecem como os segundos maiores consumidores de commodities que implicam no desmatamento da floresta tropical, diz Forests & Finance.

Os resultados finais do informe põem sob suspeita as alegações de Pequim ser um líder mundial no combate às mudanças climáticas, escreveu ZeddBrasil.

Os dados dos investigadores mostram que de janeiro de 2016 a abril de 2020, as financeiras chinesas forneceram US $15 bilhões em empréstimos e serviços a empresas que exploram commodities que puxam o desmatamento no Sudeste Asiático, no Brasil e na África.

As empresas chinesas envolvidas no comércio de celulose e papel, óleo de palma, soja, borracha e madeira que operam em grande parte no exterior são financiadas por bancos pertencentes ao governo ou ao Partido Comunista chinês, explicou o Financial Times.