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| Pe.Ignacio Doñoro e o quadro feito por crianças indígenas da Amazônia peruana que rezam pela canonização da rainha Isabel la Católica |
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Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs |
A missão Lar Nazaré, fundada pelo Padre Ignacio María Doñoro na Amazônia peruana, longe das teologias revolucionárias igualitárias, é devota da rainha Isabel a Católica.
A rainha pagou com suas joias a viagem de Colombo que deu início à conversão dos índios, sublinhou “Infocatólica”.
O Lar Nazaré tirou mais de 2.500 crianças indígenas da miserável vida na floresta que agradecem com uma oração diária pela canonização da rainha e Serva de Deus. Elas patenteiam como é falso o progressismo que apresenta os silvícolas como contrários à catequização e à Civilização Cristã.
O Pe Doñoro apresentou uma pintura da rainha espanhola à Comissão para a Beatificação de Isabel a Católica como expressão tangível dessa devoção.
A pintura a óleo retrata a monarca em oração, com as mãos juntas, vestida com um manto vermelho e adornada com uma cruz e sua coroa real.
O gesto, nas palavras do próprio missionário, simboliza “uma confissão de gratidão e justiça para com a Mãe da América”.
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| O Lar Nazaré resgata crianças amazônicas |
Ele explicou: “Sua devoção à Serva de Deus mostra que a floresta amazônica faz parte de uma grande história na qual Deus está presente”.
No Lar de Nazaré, eles reconhecem Isabel, a Católica, como “um modelo espiritual cuja fé e força demonstram que todas as pessoas, independentemente da raça, possuem a mesma dignidade, especialmente as mais vulneráveis”.
As crianças sentem uma forte conexão com a figura da rainha. Suas orações diárias, nas palavras do missionário, têm o propósito de “unir simbolicamente o clamor das crianças crucificadas para apoiar o trabalho que a Igreja realiza no estudo da santidade da rainha”.
Eles expressam sua gratidão com uma oração que diz: “Aqui está a mulher que, com uma coragem que só os santos possuem, trouxe a fé para nossas famílias, e graças a ela, somos filhos de Deus e da Igreja”.
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| O Pe. Doñoro com crianças indígenas do Lar Nazaré na Amazônia |
“Em seus escritos e decretos, Isabel insistiu que os povos indígenas fossem tratados com justiça, que não fossem prejudicados, que não fossem escravizados e que sua dignidade como filhos de Deus fosse respeitada”, explica o sacerdote.
É por isso que, quando os filhos da Amazônia ouvem que uma rainha decretou que eles não deveriam ser injustiçados, eles entendem que a presença espanhola na América “não pode ser reduzida à chamada Lenda Negra, mas deve ser entendida como uma empreitada histórica marcada por uma profunda intenção evangelizadora, jurídica e civilizadora, na qual os povos hispano-americanos fizeram parte”.
“Falei com as crianças sobre a Rainha Isabel Católica como um modelo de virtude”, explica o missionário.
Especificamente, ele destacou “sua constância na oração, sua vida de austeridade e penitência e sua maneira de governar”.
“Como um pai que confia à sua família este legado de fé que considera seu maior tesouro, tenho transmitido aos meus filhos a devoção a esta grande santa”, acrescenta.
O que mais toca o coração dessas crianças é ver como uma mulher foi capaz de dizer sim a Deus quando Ele lhe pediu coisas grandiosas e ousadas, sem se contentar com uma fé confortável.
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| Devoção a Nossa Senhora como deve ser feita na Amazônia |
Essa devoção está enraizada na vontade de consolar o Coração de Cristo, unindo-se desde o canto mais remoto da selva peruana, à causa da canonização da mulher que foi, para esses pequenos, a mãe de sua fé.
Tudo o exemplarmente contrário da mentirosa influência da Teologia da Libertação e do chamado Sínodo da Amazonia.






























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