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domingo, 22 de novembro de 2020

Orson Welles e os ambientalistas

Orson Welles lançou em 1938 uma das maiores patranhas da História.<br /> Welles nos faz pensar no ecologismo,<br /> e o ecologismo em Welles
Orson Welles lançou em 1938 uma das maiores patranhas da História
Welles nos faz pensar no ecologismo, e o ecologismo em Welles
 
 
 
Leo Daniele
 
 
No dia 1o de novembro de 1938, o trauma: a rádio americana CBS transmite, aparentando a maior objetividade informativa, a célebre notícia de que marcianos haviam invadido a Terra e estavam em Nova Jersey (USA).

O assunto era mais sério do que pode parecer. O tom era alarmante. Muitos ouvintes entraram em pânico e começaram a fugir de suas casas ao ouvir os boletins, narrados de maneira genial pelo ator Orson Welles.

Alguns ouvintes contaram o que aconteceu:

Um estudante: Cheguei à conclusão de que não havia nada a fazer. Imaginamos que nossos parentes e amigos haviam morrido. Percorri quilômetros em 35 minutos sem saber o que fazia... Uma doméstica: Senti qualquer coisa de terrível e fui tornada de pânico... Decidimos sair, levamos mantas. Um frentista: O locutor foi asfixiado, por ação dos gazes: a estação calou-se. Procuramos sintonizar outra emissora, mas em vão... Enchemos o depósito do carro e preparamo-nos para fugir, o mais depressa possível... Um pai: Quando o locutor disse - abandonem a cidade! - agarrei o meu filho nos braços, e precipitei-me, pela escada abaixo... etc. etc.

Outros despediram-se dos parentes e, pelo telefone, preveniram os vizinhos do perigo que se aproximava. Procuravam notícias nos jornais ou noutras estações de rádio, pediam ambulâncias aos hospitais e automóveis à Polícia. Seis milhões de pessoas devem ter escutado a emissão. 28% dos ouvintes acreditaram tratar-se de uma reportagem autêntica; 70 % destes assustaram-se ou ficaram perturbados.

A isso se poderia chamar: alarmismo induzido.

O ambientalismo de nossos dias lembra um pouco o episódio Welles? Dir-se-ia que não, pois este episódio parece ter sido mero sensacionalismo. Na hora não houve o concurso de cientistas e de homens tidos como sérios. O resultado foi imediato e durou pouco tempo. ao contrário do ambientalismo, que é um tema de décadas; e o logro logo se tornou irrelevante, ao contrário do ecologismo.

Entretanto, não simplifiquemos, pois a ocorrência de 1938 foi muito estudada em nível universitário. E para Dr. Plinio, o caso, lançado pouco antes da guerra mundial, “era uma propaganda pacifista de efeito remoto”.

Para resolvermos as dúvidas, comparemos as características de ambos: o lance Welles e o ambientalismo contemporâneo:
  1. O catastrofismo. Welles anunciava uma invasão de marcianos = o ambientalismo anuncia flagelos terríveis para a Terra e seus habitantes, chegando alguns até o fim da humanidade ou do mundo. Para Leonardo Boff, a presente conjuntura “pode levar a uma tragédia ecológico-humanitária de proporções inimagináveis e até, pelo final do século, ao desaparecimento da espécie humana”.
  2. A gratuidade. Orson Welles fez uma encenação para o rádio sem provas = o ambientalismo está fazendo uma encenação para a Terra toda, não só sem provas mas contrariando o que dizem os cientistas mais sérios. 
  3. Veja-se entre muitíssimos outros documentos o Apelo de Heidelberg, assinado por 4 mil cientistas, incluindo 72 (setenta e dois) ganhadores do Prêmio Nobel: “Subscrevemos inteiramente os objetivos da ecologia científica, para um universo cujos recursos devem ser guardados, monitorados e preservados. Mas pedimos que os mesmos se baseiem em critérios científicos, e não em preconceitos irracionais”. E mais adiante alertam contra “argumentos pseudo-científicos ou falsos, e dados irrelevantes”. 
  4. Confessa Stephen Schneider, da Universidade Stanford (USA): “Temos de oferecer cenários assustadores, fazer simplificações, declarações dramáticas, e fazer pouca menção de quaisquer dúvidas que possamos ter”. Esta frase é de dar inveja a Orson Welles, que podia tê-la tomado por lema, mas é de um ecologista célebre de nossos dias... E há outras coisas do gênero.
  5. A psicose. Welles deixou seu público estarrecido = o ambientalismo deixa os ingênuos e abobados aterrorizados ou deprimidos. E há os fanatizados pela problemática.
Isto posto, é possível lembrar-se de Orson Welles quando se pensa no ecologismo, e lembrar-se do ecologismo quando se pensa em Orson Welles.

Outro problema: tem o catastrofismo ambientalista algo a ver com o esquerdismo? Seus adeptos dizem que sim: o vermelho comunista ter-se-ia transformado em verde. Louis Proyect, da Universidade Columbia (USA), afirma que “a resposta ao aquecimento global é a abolição da propriedade privada”.

Marina Silva assevera que “a luta ecológica, a luta sindical e a luta partidária são indissociáveis”, e que formam uma bandeira só.

Vejamos outro aspecto do caso. O esquerdismo está com problemas. A persuasão para o comunismo tornou-se quase impossível. O relativismo conquistou as mentes, as ideias perderam o valor.

Nestas condições, para fazer com que os abobados ou ingênuos andem para a esquerda, ou não se lhe oponham, a única solução é o medo. E para produzir medo é preciso criar um motivo para alarmismo.

Jacques Attali, ex-conselheiro presidencial do governo socialista francês, e ferrenho ambientalista, afirma: “A História nos ensina que a humanidade só evolui significativamente quando sente medo verdadeiramente”. Eis a chave do enigma.

Como produzir medo? Uma guerra é algo muito complexo, e de momento, de difícil lançamento.

A problemática do ambientalismo, com seus mitos e seu catastrofismo, seria uma ideia mais viável, hoje por hoje.

Assim sendo, era necessário estabelecer uma ligação entre o ecologismo e o esquerdismo. Então, fizeram das duas coisas uma única bandeira, e puseram-se à cata dos Orson Welles de plantão.

Esses agentes conseguiram convencer gente de alto nível: professores universitários, cientistas, políticos, sacerdotes.



domingo, 15 de novembro de 2020

Antártida já foi mais quente e albergou uma tundra, concluem cientistas ingleses e americanos

Antártica, Ostracoideos, Dry Valley, Proceedings of the Royal Society B, Verde, nova cor do comunismo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Pela presença de um fóssil de crustáceo na Antártida, cientistas britânicos deduziram que esse continente teve temperaturas mais elevadas que as atuais informou o diário portenho “La Nación”.

A descoberta é outro desmentido para cada vez mais inviável teoria do aquecimento terrestre por causa da ação humana.

Os crustáceos são do tipo ostracóideo, i. é, com aspecto de concha (foto).

Foram colhidos num lago da região dos Vales Secos no leste do continente antártico (foto embaixo), bem conservados até nas suas partes brandas.

Antártica, Dry Valley, ©National Geographic, Verde, nova cor do comunismo
Segundo o professor Mark Williams, geólogo da Universidade de Leicester os crustáceos provam que lá houve condições ótimas para a colonização animal.

A região ‒ 77º latitude sul! ‒ pode ter albergado um ambiente como a tundra da Sibéria, há 14 milhões de anos.

A descoberta foi divulgada pela Universidade de Leicester.

Os científicos pertencem a o British Geological Survey e a várias universidades como a de Queen Mary de Londres e de Boston, EUA.

Mas, não tem perigo, a mídia sensacionalista continuará espalhando que é preciso parar com o progresso e com a civilização porque a Antártida não está fria como poucos anos atrás!!!


domingo, 8 de novembro de 2020

Mapeados imensos aquíferos de água doce no Saara e em toda África

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Entre os medos espalhados por um ecologismo enganador estão os do fim da água doce e os de uma desertificação planetária.

De acordo com a essa montagem demagógica, o mundo, inclusive a Amazônia, estariam a caminho de virar um imenso Saara, por culpa da ‘infausta’ obra do homem!

Descendo, contudo, à realidade, recente mapa geológico elaborado por cientistas britânicos mostra que a África descansa sobre uma “descomunal reserva de água subterrânea” cujos maiores aquíferos ficariam no norte, quer dizer, debaixo do Saara, informou o diário ABC de Madri.

O volume total de água sob a superfície atingiria meio milhão de quilômetros cúbicos ou 500 quatrilhões de litros, quantidade suficiente para alimentar a cidade de São Paulo durante 4.453 anos sem levar em conta a reposição do aquífero.

Água das Cataratas Victoria parece quase nada ao lado dos aquíferos mapeados
Água das Cataratas Victoria parece quase nada ao lado dos aquíferos mapeados
Tal volume equivale a vinte vezes as precipitações anuais em todo o continente africano e é cem vezes maior de tudo o que se conhece na superfície africana.

Alguns poços já podem ser explorados com mínimo investimento, pois a água se encontra a apenas 25 metros de profundidade.

A exceção é a Líbia, onde os aquíferos se encontram a partir de 250 metros. Neles seria necessária uma infraestrutura mais cara e complexa.

Cerca da metade dessas colossais reservas encontram-se na Líbia, na Argélia e no Chade, coincidindo com boa parte do deserto do Saara, explicou Alan MacDonald, o geólogo que liderou a investigação.

“Estas grandes jazidas de água não só poderiam aliviar a situação de mais de 300 milhões de africanos que agora não dispõem de água potável, mas também melhorar a produtividade das plantações”, disse o especialista do instituto científico British Geological Survey.

O trabalho final foi publicado com o título Quantitative maps of groundwater resources in Africa” em “Environmental Research Letters”.
Ver PDF AQUI.

Participaram do trabalho especialistas do University College de Londres e se tratou da primeira investigação de todas as reservas de águas subterrâneas mapeadas do continente.

Os especialistas aproveitaram também os planos hidrológicos elaborados por diversos países e os resultados de 283 estudos regionais prévios.

300 milhões de africanos poderão ter resolvido o problema da água
300 milhões de africanos poderão ter resolvida
a falta de água potável e para irrigação
No norte da África – a região desértica do continente – os depósitos de água têm uma altura de 75 metros e encontram-se protegidos por camadas rochosas de grande resistência, como o granito.

Esses aquíferos não acumulam água de chuva filtrada através da terra, mas remontam a cerca de 5.000 anos, época em que o Saara era formado por hortos, com numerosos lagos e vegetação de savana.

Os aquíferos do Saara não são os únicos na África. Os geólogos acharam grandes jazidas na costa da Mauritânia, do Senegal, da Gâmbia, em parte da Guiné-Bissau e do Congo, bem como na região partilhada entre Zâmbia, Angola, Namíbia e Botsuana.

No Chifre da África há aquíferos menores, mas em quantidade suficiente para o consumo humano e não seria caro explorá-los por meio de poços. Além do mais, não seria necessário investir no tratamento da água, porque sua qualidade é muito boa”, esclareceu MacDonald.

O especialista observou que embora esses sistemas possam sustentar 300 milhões de pessoas, seria prudente explorá-los com certos limites.

“Na maioria da África as precipitações não são suficientes para recompor os aquíferos, por isso eu recomendaria não tirar uma quantidade de água maior que a recarregada a cada ano pela chuva”, acrescentou.

Trata-se de um conselho de bom senso palmar.



domingo, 1 de novembro de 2020

Cada dia aparece uma nova espécie na Amazônia: razão de alegria ou pretexto de dirigismo invasor?

Drosera amazonica, encontrada em 2009
Drosera amazonica, encontrada em 2009
Luis Dufaur
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Há já uma década escrevíamos nestee blog que a organização ambientalista internacional WWF (World Wildlife Fund for Nature) elaborou extensa compilação das mais de 1.200 novas espécies de animais e vegetais descobertas na Amazônia nos mais recentes dez anos.

A divulgação do relatório foi noticiada pela BBC Brasil.

Segundo o estudo intitulado “Amazon Alive!”, entre 1999 e 2009, uma nova espécie foi achada a cada três dias na região.

Os números comprovam que a Amazônia é um dos lugares de maior biodiversidade da Terra: foram catalogados não período 637 novas plantas, 257 peixes, 216 anfíbios, 55 répteis, 39 mamíferos e 16 pássaros.

“O volume de descobertas de novas espécies é incrível – e isso sem incluir o grupo dos insetos, onde as descobertas também são muitas”, disse a coordenadora da WWF no Brasil, Sarah Hutchison.

Falcão críptico, descoberto em 2002 no Estado do Pará. Acredita-se que haja um grande número deles.
Falcão críptico, descoberto em 2002 no Estado do Pará.
Acredita-se que haja um grande número deles.

A mesma ONG que já temos criticado pela sua militância contra a civilização criada pelo homem e suas simpatias comuno-tribalistas, agindo assim fez um bom serviço que não podemos senão saudar.

A WWF auxiliada pelo Instituto Mamirauá de Tefé, Amazonas, anunciou em dezembro de 2017 que entre os anos 2014 e 2015 o ritmo das descobertas de espécies animais e vegetais desconhecidas havia aumentado a um ritmo de "dia sim, dia não", segundo noticiou o "National Geographic".

Ou quase uma por dia. Exatamente 381 no período analisado, fundamentalmente com dados colhidos em publicações científicas.

A grande mídia costuma despejar uma constante chuva de pessimismo gerada em ambientes verdes a respeito das espécies que estariam em perigo de extinção.

Apistogramma baensch uma das 257 espécies de peixes descobertas nos últimos 10 anos
Apistogramma baensch uma das 257 espécies de peixes
descobertas nos últimos 10 anos

Ela insiste nos riscos e carrega os sublinhados ao falar de sua iminência e de seus assustadores efeitos futuros. O artigo do "National Geographic" que citamos por exemplo chega a falar de que certas espécies apenas descobertas estão "imediatamente ameaçadas" .

Custa-nos entender como se pode saber disso se elas mal acabam de ser conhecidas...

No fim da insistência em "espécie em extinção" se insinua um estatizante e dirigista que com o argumento de salvar o bichinho, terá que criar uma formidável máquina de controle legal e burocrático, mais impostos e mais agências a serviço de um totalitarismo ambientalista que invade a vida dos homens e obstaculiza o progresso.

Dessa mentalidade não escapam os relatórios da WWF que elogiamos sob certgo ponto de vista e restrições em outros.

Pyrilia aurantiocephala habita regiões próximas aos rios Madeira e Tapajós
Pyrilia aurantiocephala habita
regiões próximas aos rios Madeira e Tapajós
Sobre o primeiro diz: a coordenadora da WWF: “esse relatório mostra a incrível diversidade da vida na Amazônia e por isso precisamos de ações urgentes para que essas espécies sobrevivam”.

De fato, ainda há muitas espécies a serem descobertas e o homem nem sabe direito quantas há. alguns falam de milhões se pensamos nos mares.

Algum dia se saberá. Ou tal vez nunca, tantas elas são

Porém, a propaganda “verde” age como se tudo fosse conhecido e dá a entender que os homens estão sempre diminuindo-as de modo perigoso o “escasso” número existente.

Em segundo lugar, o registro de novas espécies – ou o reencontro de espécies julgadas extintas – deveria ser um fator de alegria para os amantes da natureza.

Mas não é bem essa a reação “verde”. 

Pelo contrário, os achados lhes servem o mais das vezes de pretexto para exigir mais dirigismo, controles, críticas ao progresso da civilização, do agronegócio, etc.

Rã Ranitomeya benedicta, habita em várzeas perto de Iquitos
Ranitomeya benedicta, habita em várzeas perto de Iquitos
O pessimismo “verde” só será bem compreendido caso se atente para seu fundo de predisposição: primeiro contra o homem e o predomínio deste pelo fator inteligência, e segundo contra a ordem estabelecida.

Neste blog há numerosos testemunhos nesse sentido nas colunas ao lado.


domingo, 25 de outubro de 2020

Identificação de 1,8 bilhão de árvores no deserto do Saara espanta alarmistas

Descoberta de 1,8 bilhão de árvores no deserto do Saara espanta alarmistas
Descoberta de 1,8 bilhão de árvores no deserto do Saara espanta alarmistas
Luis Dufaur
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Na hora de pensar no Saara, habitualmente se imagina um deserto de areia que se estende até o infinito.

De fato, é o maior deserto não polar do mundo, mas isso não quer dizer que careça absolutamente de vida e especialmente de vegetação.

E quando os alarmismos comuno-ecologistas inflacionam o espectro de uma extinção da vida no nosso planeta acenam com essa imagem de morte implacável.

Entretanto, os ecologistas que dizem amar o planeta e a natureza mostram um deprimente desconhecimento do mesmo.

Recentemente se voltou a achar mais uma prova disso. Um novo estudo mostrou que o Saara acolhe centenas de milhões de árvores. Mais precisamente 1,8 bilhão deles!

E foram contadas apenas as existentes numa área de 1,3 milhão de quilômetros quadrados no noroeste da África, ou o equivalente ao 20% do mítico deserto.


domingo, 18 de outubro de 2020

Exageros nas “espécies desaparecidas”
ou “em via de extinção”

Com 100 filhotes o corcodrilo gavial macho (Gavialis gangeticus) nada numm rio no norte da Índia
Com 100 filhotes o crocodilo gavial macho (Gavialis gangeticus)
nada num rio no norte da Índia
Luis Dufaur
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Continuados exageros passam a impressão errada de que a desaparição de um número incontável de espécies é indício certo de estar em andamento o apocalipse ecológico de causas humanas que extinguirá a vida na terra.

Entretanto, enquanto muitos milhões de espécies animais e vegetais aguardam para serem catalogadas, e assim “descobertas”, são frequentes as notícias de espécies “desaparecidas” que não só não desapareceram, mas até passam bem.

Muitos “desaparecimentos” seriam mais bem erros humanos na localização da espécie.

Mas o alarmismo catastrofista não quer prestar ouvidos às “redescobertas” e a grande mídia ideologicamente engajada na revolução comuno-ecologista não lhe dá espaço.

Veja também: Medo de extinção de espécies não é proporcionado, mostram pesquisas

1. Dhritiman Mukherjee, fotógrafo especializado em natureza e vida selvagem, fotografou a espécie de crocodilo gavial (Gavialis gangeticus) declarado em perigo de extinção carregando dezenas de filhotes no topo.

domingo, 4 de outubro de 2020

Adaptar-se às mudanças climáticas custaria 50 vezes menos que tentar contê-las

Desta vez não teria sido cinema ficção, mas dura realidade.
Desta vez não teria sido cinema ficção, mas dura realidade.
Luis Dufaur
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Nunca ouvimos bem explicado quanto custaria conter as 'mudanças climáticas' se é que é isso é possível. 

Pois basta considerar sua imensidade de um lado e de outro lado a insignificância dos recursos humanos para lhes modificar o rumo, ainda que pareçam gigantescos.

No dia anterior ao momento em que escrevo os termômetros apontaram 38º na cidade de São Paulo, alguns da rua registravam mais de 40ª. Todo o mundo ligou tudo o que podia para se refrescar. Eu mesmo fiz isso. 

Do que é que adiantou? A natureza continuou sua oscilação térmica sem se importar com o que fazíamos milhões de seres humanos em imensas cidades industriais.

Agora, neste momento, veio a garoa e o termômetro marca 21º. Damos graças a Deus, pois é o único que há a fazer.

domingo, 27 de setembro de 2020

Morre meio milhão de chineses pela poluição cada ano, mas isso não é tragédia ambiental!

Mulher tenta se proteger em Pequim
Mulher tenta se proteger em Pequim
Luis Dufaur
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A poluição na China como que é crônica pelo desmedido desejo de hegemonia industrial e econômica do regime socialista. 

As notícias a respeito parecem repetitivas se não fossem tão trágicas.

Uma das ondas de poluição que se abateu sobre o norte do país “era tão densa que eu não conseguia sequer perceber o imóvel que estava diante de mim.

“Eu não ouso sequer assomar meu nariz fora de casa porque fico doente”, explicava Gao, jornalista aposentada que vive na periferia de Pequim, ao quotidiano francês “Libération”.

O “Libération” é insuspeito: ele “morre de amores” pela revolução chinesa e pela ecologia!!!

A referida onda foi em 2014, mas as instruções do plano quinquenal marxista mandam que se continuem aplicando até atingir a hegemonia industrial mundial chinesa! 

Como é uma potência amiga da confraria verde/vermelha ocidental não se faz propaganda contra.

A concentração de micropartículas no ar da capital chinesa atingiu durante uma semana por volta de 400 a 500 microgramas por metro cúbico. Isto é 16 a 20 vezes o máximo definido pela Organização mundial da Saúde — (OMS).

Em Shijiazhuang, cidade industrial próxima de Pequim onde essa concentração supera com frequência até 900 microgramas (36 vezes o máximo fixado pela OMS), um habitante ousou se queixar na prefeitura.

domingo, 20 de setembro de 2020

Mosquitos afugentam
moradores de prédios ecológicos

Chengdu Qiyi City Forest Garden foi atrativa muito pouco tempo até que a natureza falou pelos mosquitos.
Chengdu Qiyi City Forest Garden foi atrativa muito pouco tempo
até que a natureza falou pelos mosquitos.
Luis Dufaur
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A propaganda ecologista quer nos fazer sonhar com uma vida idílica imersos na natureza, da qual usufruiríamos toda espécie de benesses até agora nunca experimentados na civilização urbano industrial.

Nada nos fala dos incômodos que ela envolve e contra os quais lutaram valentemente desbravadores e colonizadores, monges e abadias.

Eles modificaram, por vezes profundamente, o entorno vegetal e animal, e por vezes a terra criando lagos artificiais, canais, drenagens ou áreas de rega. 

Tudo isso com muito e meritório esforço mas cometendo crimes contra a mãe terra.

A propaganda nos silencia esses aspectos difíceis na conquista da natureza dando a acreditar que entrando na mata afundaríamos num colchão de delicias vegetais e por que não? animais.

Mas a natureza está maculada e faz sofrer até àqueles que caem nesses contos.

Um dessas enganações dizia que seria possível viver em oito grandes prédios ecológicos que quase emulariam essa visão ‘conto da carochinha verde’ somando delícias da natureza com comodidades da modernidade, esquecendo os aspectos complicados.

domingo, 13 de setembro de 2020

Oceano de agua doce sob a Amazônia

Em 2014, os primeiros dados incompletos eram extraordinários
Em 2014, os primeiros dados incompletos eram extraordinários
Luis Dufaur
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A Amazônia esconde mais um tesouro de valor incalculável: um oceano subterrâneo de água doce estimado em mais de 160 trilhões de metros cúbicos, tinha escrito João Lara Mesquita no Blog Mar sem fim em 2014!

Mas os inesgotáveis alarmistas verdes fingiram ignorar e com toda sua ciência continuam pressagiando a desertificação da Amazônia e do mundo.


O autor do Blog Mar sem fim contou que na 66ª reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), no campus da Universidade Federal do Acre (UFAC), foi estimado que a Amazônia tem um oceano subterrâneo.

A reserva de água tem volume de cerca de 160 trilhões de metros cúbicos. A estimativa foi de Francisco de Assis Matos de Abreu, professor da Universidade Federal do Pará (UFPA).

domingo, 6 de setembro de 2020

Brasil: a Arca de Noé do Século XXI?

Desgastada calúnia: o Brasil está acabando com a Floresta Amazônica
Desgastada calúnia: o Brasil está acabando com a Floresta Amazônica






Tantos são os problemas que assolam o Brasil e o seu povo que se torna difícil traçar uma unidade descritiva desse circo de horrores em que a esquerda pretende transformar nosso País.

Na verdade, ela quer tocar fogo no circo e permanecer imune e impune.

Literalmente, quer ver o circo pegar fogo, ou pelo menos a Amazônia em chamas…

Comecemos por ver e analisar as desgastadas calúnias de que o Brasil está acabando com a Floresta Amazônica.

Os focos de queimadas podem ser decorrentes da técnica milenar da coivara utilizada na limpeza de pastagens ou na preparação de roças para o plantio de pequenos produtores.

Ou até mesmo de festas juninas.

Mas, em todo caso, as queimadas diminuíram em relação a 2019 segundo dados coletados pela Embrapa Territorial e divulgados em 17-8-20.

domingo, 30 de agosto de 2020

ONGs e “famosos”
tentam frustrar o futuro da Amazônia

A alimentação da humanidade depende também do aumento das pastagens, mas isso faz chorar os ambientalistas
A alimentação da humanidade depende também do aumento das pastagens,
mas isso faz chorar os ambientalistas
Luis Dufaur
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Mais do mesmo autor em: Alarmismo ambientalista ameaça sociedades e vidas humanas



Em posts anteriores nós comentamos a mudança psicológica e intelectual do ativista ‘verde’ Michael Shellenberger, que repudiou o alarmismo climático e dedicou um livro inteiro para reparar o mal que esse ambientalismo catastrofista faz a toda a humanidade.



Essa mudança não foi súbita. Como Michael explica, resultou de um demorado processo de remorso e de medo. Remorso pelo mal que ele via o alarmismo ecologista fazer aos homens, e medo das represálias de que seria objeto caso dissesse o que estava vendo e reflexionando.

Revelador desse problema de consciência é o artigo que Michael escreveu na sua coluna da revista “Forbes”, de New York, intitulado “How The EU, Greenpeace, And Celebrities Worsen Fires And Deforestation By Dehumanizing The Amazon” (“Como a UE, o Greenpeace e as celebridades pioram as queimadas e o desmatamento ao desumanizar a Amazônia”).

Ele conta que em 2016 a modelo brasileira Gisele Bündchen foi contratada pelo chefe da Greenpeace Brasil para uma série da National Geographic chamada “Years of Living Dangerously” (“Anos de vida perigosa”).

A série incluiu um sobrevoo da floresta amazônica no qual a modelo deveria se mostrar chocada com o avanço dos brasileiros sobre essa parte de seu território nacional.

O início do capítulo era idílico, voando sobre uma floresta verde sem fim. “A beleza parece durar para sempre”, dizia Bündchen, para atrair simpatias.

domingo, 23 de agosto de 2020

Alarmismo ambientalista
ameaça sociedades e vidas humanas

Charge ironiza as represálias que sofrem os cientistas sérios e que mantinham calado a Michael Shellenberger
Charge ironiza as represálias que sofrem os cientistas sérios
e que mantinham calado a Michael Shellenberger
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Michael Shellenberger sabia das represálias que sofrem os cientistas que não afinam com o establishment ambientalista instalado em altos postos no governo, nas organizações internacionais, na grande mídia e em associações científicas oficiais.

Mas levou um enorme susto quando viu sua filha traumatizada pelos blefes verdes.

Não suportando mais os abusos dessa casta ideológica verde/vermelha, publicou o livro Apocalypse Never, desmascarando mitos muito espalhados sobre o meio ambiente.

Tratamos em posts anteriores do artigo que o autor publicou em diversos sites como forma de reparação pelo mal feito.

Mas Shellenberger não imaginava que a virulência verde/vermelha chegasse ao extremo com o qual se desatou contra seu último livro.

O principal repórter climático da CNN o comparou a um anúncio de cigarros. Um jornalista ambiental com quase meio milhão de seguidores no Twitter o acusou de promover a “supremacia branca”, como ele relatou, consternado, no “New York Post”.

domingo, 16 de agosto de 2020

Alarmismo climático: perdoai o mal que fazemos aos homens, pede ambientalista

“O livro mais importante sobre o meio ambiente já escrito”, diz Tom Wigley.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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continuação do post anterior: Líder ‘verde’ pede perdão pelos danos do pânico ambientalista



Por que todos nós fomos tão enganados? – pergunta Michael Shellenberger, autor do livro Apocalypse Never – Why environmental alarmismo hurts us all (Apocalipse nunca – Por que o alarmismo ambientalista faz mal a todos nós).

“Nos três capítulos finais de Apocalypse Never eu exponho as motivações financeiras, políticas e ideológicas.

Grupos ambientalistas aceitaram centenas de milhões de dólares de interesses em combustíveis fósseis.

Grupos motivados por crenças anti-humanistas forçaram o Banco Mundial a parar de tentar acabar com a pobreza e, em vez disso, tornar a pobreza “sustentável”.

Ansiedade, depressão e hostilidade à civilização moderna estão por trás de grande parte do alarmismo

“Depois que você percebe quão mal informados fomos, muitas vezes por pessoas com motivações claramente desagradáveis ou doentias, é difícil não se sentir enganado”.

“Será que o Apocalipse Nunca mudará as coisas? – pergunta. Certamente existem razões para duvidar.

Os meios de comunicação fazem pronunciamentos apocalípticos sobre as mudanças climáticas desde o final dos anos 80 e não parecem dispostos a parar.

domingo, 9 de agosto de 2020

Líder ‘verde’ pede perdão
pelos danos do pânico ambientalista

Michael Shellenberger
Michael Shellenberger
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Michael Shellenberger foi um ardido militante ambientalista proclamado “Herói do Meio Ambiente 2008” pela revista “Time”. Ganhou também em 2008 o Green Book Award; foi co-autor do “Manifesto Ecomodernista”; e, entre muitos outros destaques, candidato a governador da Califórnia em 2018, e é presidente da Environmental Progress.

Além do mais, escreveu vários livros, o mais polêmico dos quais é o último “Apocalipse nunca – Por que o alarmismo ambientalista faz mal a todos” (“Apocalypse Never – Why environmental alarmism hurts us all”, Harper, New York, julho 2020), best-seller nos EUA.

Neste livro ele defende chapadamente: “Em nome de ambientalistas de todos os lugares, gostaria de me desculpar formalmente pelo pânico climático que nós criamos nos últimos 30 anos”.

E ainda reforça “não é o fim do mundo. Nem o ambiental é o nosso problema mais sério”.

E explica num artigo de pesar “Eu posso parecer uma pessoa estranha por estar dizendo tudo isso. Sou ativista do clima há 20 anos e ambientalista há 30”.

O artigo foi reproduzido em muitos sites, mas severamente reprimido em outros. Nós o citamos como foi reproduzido em “ClimateChangeDispatch”.

domingo, 2 de agosto de 2020

Por qué o aquecimento global é uma farsa?

Ricardo Augusto Felício professor de geografia da USP e climatologista
Ricardo Augusto Felício professor de geografia da USP e climatologista
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Farsa para mascarar interesses geopolíticos é a definição do aquecimento global mostra Ricardo Augusto Felício, professor de geografia da USP e climatologista.

Para demonstra-lo vem pronunciando infatigavelmente doutas palestras. Extraímos neste post algumas afirmações da pronunciada a convite da edição de 2019 do Circuito Universitário, promovido pela Aprosoja-MT.

Os ativistas, estudiosos ou não, mas fanatizados pela suposição aquecimentista seguem uma linha de ação oposta ao do prof. Felício e de outros cientistas sérios.

Sem argumentos convincentes rotulam ao cientistas como o prof. Felicio com dizeres menosprezadores como “negacionista”.

Mas Felicio está acostumado e refuta com veemência:

“Somos cientistas céticos, explica. Nos chamar de negacionistas é pejorativo. Usam esse termo chulo para nos difamar e nos desqualificar. Negacionismo é fazer alusão àqueles que negaram os grandes holocaustos que aconteceram no planeta”, disse.

O aquecimento global se apoia na afirmação de que temperatura do planeta todo – e não apenas alguma parte – está subindo.

domingo, 26 de julho de 2020

Derretimento do Ártico: ignorância ou fraude ambientalista?

Washington Post 2-11-1922

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A toda hora, a mídia sensacionalista e ativistas do apocalipse ecológico espalham descabidas focalizações e conclusões a respeito do derretimento do Ártico.

A tendência é bem conhecida e preconcebida: bloquear o progresso e reduzir a civilização ocidental, com o argumento de que eles levam o planeta a um colapso fatal.

Para esses propagandistas, seria bem interessante lerem a seguinte notícia sobre o derretimento do Ártico veiculada pelo Washington Postem 2 de novembro de 1922. Há quase um século!!!

Ela reproduz um despacho da Associated Press. Matéria semelhante porém bem mais extensa fora publicada pela Monthly Weather Review de 10 de outubro daquele remoto ano.

As matérias patenteiam que o degelo do Ártico não é novidade, e confortam a posição científica de estarmos diante de ciclos de oscilação térmica ainda insuficientemente conhecidos.

Portanto, nada de catastrofismo nem de fim do mundo como quer fazer certa ideologia ecologista, empenhada, como o transato comunismo, em arrefecer e afogar a cultura ocidental.

domingo, 19 de julho de 2020

Ambientalismo engana sobre clima e desmatamento, reitera prof. Molion

Climatologista desfaz mitos "verdes" sobre a seca e aponta as verdadeiras causas. Professor Luiz Carlos Molion
Climatologista desfaz mitos "verdes" sobre a seca
e aponta as verdadeiras causas. Professor Luiz Carlos Molion
Luis Dufaur
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O professor Luiz Carlos Molion, dispensa apresentação.

Ele representou a América Latina na Organização Meteorológica Mundial, é pós-doutor em meteorologia, membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim, e lecionou na Universidade Federal de Alagoas. 


Uma e outra vez, com a paciência que o caracteriza, em palestras que ministra pelo país todo além da mídia, refuta com dados sempre atualizados os mitos e falsidades espalhados pelo fanatismo ambientalista.

Tínhamos na mão uma delas no dia 19 de dezembro de 2014 aos produtores da Cooperativa Regional de Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), em que o climatologista fazia uma previsão científica de chuvas para os próximos anos.

E mais uma vez refutava a hipótese de as mudanças climáticas e o aquecimento global serem frutos da ação agrícola e industrial, segundo divulgou Correpar na oportunidade.

O renomeado climatologista utilizou dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), e mostrou como naquele ano choveu cerca de 70% da média prevista de 1.400 mm.

Molion concluiu que a atribuição da seca à ação humana sobre o meio ambiente, especialmente o desmatamento na Amazônia é um mito.

“Coisa de ‘ambientalista extremista’”, afirmou.

domingo, 12 de julho de 2020

O que é o CO2 (dióxido de carbono)?
É tão ruim como dizem? É bom?
Dados básicos, escolares

Pinheiros: com maiores doses de CO2 cresceram mais
Pinheiros: com maiores doses de CO2 cresceram mais
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Por vezes, um simples verbete ou pequeno resumo escolar sobre determinado assunto pode ser mais esclarecedor do que um aprofundado tratado de vários volumes.

A popular enciclopédia digital Wikipedia, no verbete “Dióxido de Carbono” – o famoso CO2 – fornece informações que um aluno recebe na escola, mas que os “aiatolás” da religião verde fingem desconhecer.

“O dióxido de carbono é essencial à vida no planeta. É um dos compostos essenciais para a realização da fotossíntese – processo pelo qual os organismos vegetais transformam a energia solar em energia química.
Esta energia química, por sua vez, é distribuída para todos os seres vivos por meio da teia alimentar e é vital para a manutenção dos seres vivos.

“O carbono é um elemento básico na composição dos organismos, tornando-o indispensável para a vida no planeta.

“O CO2 é um dos gases do efeito estufa que menos contribui para o aquecimento global, já que representa apenas 0,03% da atmosfera.