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domingo, 25 de abril de 2021

Pandemia e projeto ambientalista de dizimar a humanidade

Pode algo ser tão contrário a Deus? Foto suicidio coletivo de colonia 'autossustentável' em Jonestown, Guiana, 1978
Pode algo ser tão contrário a Deus?
Suicídio coletivo de colônia 'autossustentável' em Jonestown, Guiana, 1978
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O jornal portenho “La Nación” publicou uma reportagem sobre o que denominou de modo sensacionalista “arrepiante predição de Stephen Hawking sobre o fim da humanidade”.

Segundo o jornal, Hawking teria dito coisas que “parecem se referir à pandemia do coronavírus”.

Em 2001, em entrevista ao “The Telegraph” prognosticava um vírus altamente mortal que provocaria o fim da espécie humana, a qual portanto não desapareceria sob bombas atômicas.

Hawking faleceu em 14 de março de 2018 garantindo estar “mais preocupado pela biologia do que pelas armas nucleares”.

Essa grande pandemia viria pela criação “acidental ou voluntaria” de um vírus que destruiria a vida que conhecemos.

domingo, 18 de abril de 2021

“Empada de gafanhoto para ambientalistas”

Pizza de insetos. O olhar da mulher transparece profundo mal-estar
Pizza de insetos. O olhar da mulher transparece profundo mal-estar
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Certas iniciativas muito acalentadas pelo utopismo verde-vermelho parecem tão absurdas que causam justificadas reações jocosas ou irônicas suscitadas pelo bom senso, pela reta razão ou pelo instinto de conservação.

Pois, quem em seu são juízo iria acreditar que hoje se proporia ciclovias nas grandes cidades como as que vemos implantar ou comer repugnantes insetos com o pretexto de não aquecer o planeta?

Entre as muitas reações nesse sentido, destacamos o inteligente artigo “Empada de gafanhoto para ambientalistas” cujos excertos publicamos a continuação.

domingo, 11 de abril de 2021

'Quarentenas verdes' para 'salvar o clima'?

Os pobres, como estes da Cachemira, Índia, são os que mais sofrem com a sucessão de lockdowns
Os pobres, como estes da Cachemira, Índia, são os que mais sofrem com a sucessão de lockdowns
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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O jornalista e escritor Marc Morano, especializado nos abusos do comuno-ecologismo, dedica um capítulo de seu mais novo livro “A fraude verde” (“Green Fraud”, Regnery Publishing, 2021, 256 págs.) a como os ativistas climáticos elogiam as quarentenas, lockdowns, “estados de guerra” e outros congelamentos coletivos das atividades na pandemia.

Os ativistas verdes julgam ter achado a fórmula e postulam análogas medidas com o pretexto de combater as “mudanças climáticas” e propõem “recessões planejadas” para combater o aquecimento global antropogênico.

O termo “decrescimento” cunhado pelo filósofo existencialista-marxista e depois ecológico-político austro francês André Gorz (1923 — 2007), nascido Gerhart Hirsch, cujas ideias foram defendidas no Brasil pelo senador Gerar Eduardo Suplicy (PT).

“O crescimento pelo crescimento torna-se o objetivo primordial, senão o único da vida, na sociedade capitalista, o que acarreta uma degradação progressiva do ambiente e dos recursos globais. Vivemos, atualmente, às vésperas de catástrofes previsíveis” resumia essa filosofia deprimente da civilização Serge Latouche em “Le Monde Diplomatique Brasil”.

Serge Latouche resume: “uma sociedade que produza menos e consuma menos” em sintonia com a Teologia da Libertação e seus arautos como a Unisinos.

domingo, 4 de abril de 2021

400 “cidades do câncer”
no país líder em “salvar o clima”

Poeira e poluição afogam os habitantes de Pequim. Foto divulgada em 15.03.2021
Poeira e poluição afogam os habitantes de Pequim. Foto divulgada em 15.03.2021
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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política internacional,
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Quando pela vez primeira, o ministério chinês do Meio Ambiente publicou a lista das “cidades do câncer”, a cifra pareceu inacreditável.

Trata-se de urbes grandes, médias e pequenas, onde o nível de poluição é tão elevado que a proporção de pessoas atingidas pelo câncer superou os níveis mais alarmantes, noticiaram desde o início numerosas fontes, entre as quais o jornal “Le Figaro” de Paris.

Segundo a lista oficial, a China tinha mais de 400 cidades em tal situação.

Desde então e sem que o total melhorasse significativamente, o regime de Xi Jinping é ovacionado como líder na luta para “salvar o clima”.

A galáxia ecologista de ONGs comuno-anarquistas, organismos internacionais ateus e congregações vaticanas, sempre lenientes e dialogantes com o regime de Pequim, falavam de “apenas” uma centena.