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domingo, 26 de julho de 2020

Derretimento do Ártico: ignorância ou fraude ambientalista?

Washington Post 2-11-1922

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




A toda hora, a mídia sensacionalista e ativistas do apocalipse ecológico espalham descabidas focalizações e conclusões a respeito do derretimento do Ártico.

A tendência é bem conhecida e preconcebida: bloquear o progresso e reduzir a civilização ocidental, com o argumento de que eles levam o planeta a um colapso fatal.

Para esses propagandistas, seria bem interessante lerem a seguinte notícia sobre o derretimento do Ártico veiculada pelo Washington Postem 2 de novembro de 1922. Há quase um século!!!

Ela reproduz um despacho da Associated Press. Matéria semelhante porém bem mais extensa fora publicada pela Monthly Weather Review de 10 de outubro daquele remoto ano.

As matérias patenteiam que o degelo do Ártico não é novidade, e confortam a posição científica de estarmos diante de ciclos de oscilação térmica ainda insuficientemente conhecidos.

Portanto, nada de catastrofismo nem de fim do mundo como quer fazer certa ideologia ecologista, empenhada, como o transato comunismo, em arrefecer e afogar a cultura ocidental.

A notícia foi recuperada por John Lockwood na Livraria do Congresso e foi objeto mais uma vez de matéria do Washington Times de 14 de agosto de 2007.

Também foi comentada em diversos blogs e algumas poucas colunas jornalísticas brasileiras (cfr “Correio do Povo, 29/6/2008).

Catastrofismo ecológico midiático a respeito do  Ártico Porém, a grande mídia abafou e deixou a maioria dos brasileiros na ignorância do achado.

Eis uma tradução do secular recorte do Washington Post:


The Washington Post, 2 de novembro de 1922


O Oceano Ártico esta esquentando; as focas desaparecem e os icebergs derretem

Associated Press

O oceano Ártico está esquentando, os icebergs estão ficando cada vez mais escassos e, em alguns lugares, as focas estão achando as águas quentes demais, de acordo com um relatório para o Departamento de Comércio, enviado ontem pelo cônsul (George Nicolas) Ifft a Bergen, Noruega.

Relatos de pescadores, caçadores de focas e exploradores, afirma o relatório, todos eles apontam uma mudança radical das condições climáticas e até agora inauditas temperaturas na zona do Ártico. Expedições de exploradores relataram que muito pouco gelo foi encontrado, e com dificuldade, em latitudes tão ao norte como 81º 29’.

Sondas mostraram que numa profundidade de 3.100 metros a Corrente do Golfo está ainda muito quente. Onde havia grandes massas de gelo agora pode se ver terra e pedras, continua o relatório, enquanto em muitos pontos glaciares bem conhecidos desapareceram inteiramente.

Encontram-se muito poucas focas e peixes brancos no Ártico oriental, enquanto que vastos cardumes de arenques e eperlanos, que nunca antes tinham se aventurado tão ao norte, estão sendo encontrados em antigas áreas de caça de focas.

domingo, 19 de julho de 2020

Ambientalismo engana sobre clima e desmatamento, reitera prof. Molion

Climatologista desfaz mitos "verdes" sobre a seca e aponta as verdadeiras causas. Professor Luiz Carlos Molion
Climatologista desfaz mitos "verdes" sobre a seca
e aponta as verdadeiras causas. Professor Luiz Carlos Molion
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





O professor Luiz Carlos Molion, dispensa apresentação.

Ele representou a América Latina na Organização Meteorológica Mundial, é pós-doutor em meteorologia, membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim, e lecionou na Universidade Federal de Alagoas. 


Uma e outra vez, com a paciência que o caracteriza, em palestras que ministra pelo país todo além da mídia, refuta com dados sempre atualizados os mitos e falsidades espalhados pelo fanatismo ambientalista.

Tínhamos na mão uma delas no dia 19 de dezembro de 2014 aos produtores da Cooperativa Regional de Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), em que o climatologista fazia uma previsão científica de chuvas para os próximos anos.

E mais uma vez refutava a hipótese de as mudanças climáticas e o aquecimento global serem frutos da ação agrícola e industrial, segundo divulgou Correpar na oportunidade.

O renomeado climatologista utilizou dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), e mostrou como naquele ano choveu cerca de 70% da média prevista de 1.400 mm.

Molion concluiu que a atribuição da seca à ação humana sobre o meio ambiente, especialmente o desmatamento na Amazônia é um mito.

“Coisa de ‘ambientalista extremista’”, afirmou.

Mas o ativismo ideológico do ambientalismo radical não tem sossego.

O climatologista desmistificou a importância do desmatamento da Amazônia discorrendo sobre a linha do tempo da metade do século XX até agora, onde foram registrados volumes baixíssimos de chuvas nas décadas de 50 e 60.

Segundo Molion, as mesmas tendências se repetem de décadas em décadas.

Exemplo de exagero ambientalista: estudo tenta provar que comer carne é uma causa da seca!
Exemplo de exagero "verde":
estudo tenta provar que comer carne é uma causa da seca!
Em São Paulo, há registros de seca no final do século XIX e no início do século XX, nos anos 30.

Por esse motivo, é possível afirmar que não é o homem com suas atividades agrícolas e industriais o responsável pelas grandes mudanças climáticas no planeta.

NÃO! berra o ecologismo, está até escrito  nas encíclicas do Papa Francisco! Até algum deles lembra baixinho que está na cartilha anticapitalista marxista.

É impossível o desmatamento mudar o clima até mesmo, como lembra sempre o prof. Molion, pelo fato de a porção de terra, onde habitamos, representar apenas 29% da massa no planeta, enquanto os oceanos representam 71%.

E a área desmatada e/ou suscetível de desmatamento é uma tênue fração desse 29%.

A diminuição das chuvas não depende do desmatamento, mas coincide com o período em que o oceano Pacífico esfria ou fica "neutro".

Os pluviômetros localizados apontam que há um ciclo de chuvas que dura de 50 a 60 anos.

A cada 25/30 anos chove bem, e nos próximos 25/30 anos chove pouco.

Algumas regiões do país estão passando por um período semelhante ao que houve entre os anos de 1948 e 1976, com menos dias de chuva no ano, e dias mais frios.

Entre os anos de 2015 a 2020, as chuvas estarão abaixo da média de longo prazo, ou seja, a média dos últimos 60 anos.

O que determina as variações climáticas da Terra é justamente a variação cíclica dos oceanos.

Esses representam a maior parte da massa do planeta, absorvem bastante luz solar e controlam as chuvas.

Quando a temperatura dos oceanos esfria, a atmosfera também esfria, porque é aquecida ou esfriada por baixo.

Os oceanos esfriando, evaporam menos água e chove menos.

Os grandes fenômenos atmosféricos ligados aos oceanos são verdadeiros determinantes das chuvas e das secas. Foto: entardecer sobre o Atlântico desde satélite.
Os grandes fenômenos atmosféricos ligados aos oceanos
são verdadeiros determinantes das chuvas e das secas.
Foto: entardecer sobre o Atlântico desde satélite.
O processo contrário, o aquecimento dos oceanos e em consequência da atmosfera, provoca mais chuvas.

O Pacífico ocupa 33% da superfície da Terra, e por isso exerce grande influência climática nos continentes lindeiros.

Quando ele aquece, surge o fenômeno chamado de “El Niño” que traz muitas chuvas para o sul e o sudeste do Brasil.

“La Niña” é o processo oposto.

Mas, quando o oceano está neutro, não se tem previsão do que pode acontecer. E isso é o que está acontecendo: o Pacífico está neutro desde 2012.

Para analisar as variações climáticas, cerca de 70 boias estão espalhadas pelos mares no mundo todo, e medem as temperaturas das águas em até 1.000 metros de profundidade.

Além disso, avançados softwares e computadores também estão dedicados às medições climáticas.

Segundo Molion, o período de chuvas ficará um pouco abaixo da média, e será vantajoso para o café, que não necessita de muita umidade.

Tudo isso é bom senso e nada tem a ver com os exageros do ecologismo radical, que não pensa na natureza e nos homens, mas tem objetivos ideológicos contrários ao progresso do Brasil e da civilização, observamos nós.


Prof. Luiz Carlos Molion: não existe aquecimento global


domingo, 12 de julho de 2020

O que é o CO2 (dióxido de carbono)?
É tão ruim como dizem? É bom?
Dados básicos, escolares

Pinheiros: com maiores doses de CO2 cresceram mais
Pinheiros: com maiores doses de CO2 cresceram mais
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Por vezes, um simples verbete ou pequeno resumo escolar sobre determinado assunto pode ser mais esclarecedor do que um aprofundado tratado de vários volumes.

A popular enciclopédia digital Wikipedia, no verbete “Dióxido de Carbono” – o famoso CO2 – fornece informações que um aluno recebe na escola, mas que os “aiatolás” da religião verde fingem desconhecer.

“O dióxido de carbono é essencial à vida no planeta. É um dos compostos essenciais para a realização da fotossíntese – processo pelo qual os organismos vegetais transformam a energia solar em energia química.
Esta energia química, por sua vez, é distribuída para todos os seres vivos por meio da teia alimentar e é vital para a manutenção dos seres vivos.

“O carbono é um elemento básico na composição dos organismos, tornando-o indispensável para a vida no planeta.

“O CO2 é um dos gases do efeito estufa que menos contribui para o aquecimento global, já que representa apenas 0,03% da atmosfera.

domingo, 5 de julho de 2020

“Comemoremos o aumento do CO2”,
explicou ex-cofundador de Greenpeace

“Comemoremos o aumento do CO2”, diz ex-cofundador de Greenpeace
“Comemoremos o aumento do CO2”, diz cofundador de Greenpeace
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Dr. Patrick Moore é cofundador, diretor e chefe dos cientistas da Greenspirit Strategies. É todavia mais famoso enquanto líder internacional ambientalista por mais de 40 anos.

Nesse período, também foi cofundador de uma das maiores ONGs, a qual fez do ambientalismo uma bandeira militante anti-progresso: Greenpeace.

Porém, ao perceber que os objetivos iniciais dessa ONG haviam sido substituídos por uma infiltração neocomunista, Patrick Moore a abandonou.

Moore declara-se “cético” quanto à afirmação de que os humanos constituem “a principal causa da mudança climática e de que o futuro próximo será catastrófico.

“Não há provas científicas para essas hipóteses, porém nos dizem que ‘o debate já está encerrado’ e que ‘a ciência foi definitivamente estabelecida’”.

Para ele, essas são afirmações de ‘crentes’, cujo único fundamento é um programa de computador criado por eles.