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segunda-feira, 25 de abril de 2022

Vaticano revela nova ‘Tábua da Lei’, não contra o pecado, mas contra a mudança climática

Jeffrey Sachs com Papa Francisco I
Jeffrey Sachs e Papa Francisco I
apresentaram as Novas Tábuas da Lei da religião ecologista
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O Vaticano apresentou os 10 Mandamentos contra a Mudança Climática: não construirás mais usinas de carvão; não prospectarás mais petróleo ou gás; não cometerás 'fracking'; paralisarás todos os novos oleodutos ou gasodutos; não desmatarás; só usarás carros elétricos; não consumirás carne (exceto insetos); não investirás em 'gases de efeito estufa'; processarás as petrolíferas e só usarás energias renováveis, segundo resumiu “Infovaticana”.

O Moisés portador das Tábuas da Nova Lei é o economista Jeffrey Sachs, autodenominado “líder global em desenvolvimento sustentável”.

Ele desceu do novo Sinai onde se reuniu a nova deidade reveladora: a Conferência Internacional sobre Mudança Climática, Saúde do Planeta e Futuro da Humanidade', no topo do Monte Vaticano sob os auspícios da Pontifícia Academia de Ciências, presidida pelo arcebispo Marcelo Sánchez Sorondo.

O fiel católico achou durante dois milênios que o 'futuro da humanidade' é, em última análise, o Céu ou o Inferno por toda a eternidade, e que o planeta, vai a desaparecer no Fim do Mundo.

Se julgamos pela nova religião verde tudo teria sido errado, e o Espírito Santo que inspirou as Escrituras errou feio.

Agora se deve pensar na vida eterna do planeta, ou quase tanto.

É aterrorizante ver a liderança eclesial aplaudindo um 'programa' que exige uma brutal tirania e uma redução sem precedentes da liberdade dos Filhos de Deus que a Igreja deve libertar da tirania do mundo, comentou Infovaticana”.

Para maior contradição, o planeta está na melhor condição alimentar de sua história.

A Nova Lei se baseia numa teoria desesperadamente nebulosa.

Extremistas ambientalistas manifestam contra usinas nucleares. Cumprem a Nova Lei
Extremistas ambientalistas manifestam contra usinas nucleares.
Cumprem a Nova Lei
Se a famosa 'mudança climática' existe não é como diz a casta sacerdotal verde dos cientistas da ONU: as ilhas não desaparecem, não há fomes devastadoras, as calotas polares não derretem e os ursos brancos se multiplicam com excelente saúde.

Nem mesmo se sabe se a atividade humana é a causa das mudanças existentes no planeta, até nas formas extremas, muito antes de o homem aparecer.

Então, os sacrifícios extremos propostos pelos organismos internacionais bem que poderiam ser inúteis e a Nova Lei não viria ao caso.

O controle requereria apertos ditatoriais de tipo putinista para mudar os hábitos de toda a humanidade mergulhando-a numa escravidão devastadora

O entusiasmo da hierarquia católica e sua perfeita adaptação ao que buscam os grandes deste mundo faz desconfiar.

As admoestações dos Evangelhos sobre o conflito dos discípulos de Cristo com os do mundo são avassaladoras: “Se o mundo te odeia, saiba que ele me odiou primeiro” é apenas uma das muitas.

Isso indica uma oposição essencial entre Cristo e o mundo.

Pela Nova Lei se trata da Igreja se submeter ao discurso do século, numa matéria em que a Igreja deve ficar cautelosamente fora.

A Nova Lei teria algum sentido se se fundasse em fatos inegáveis e bons; se o diagnóstico fosse preciso e indubitável, o governo mundial e a brutal cerceamento das liberdades individuais indispensável.

Mas é desconcertante que uma instituição cuja prioridade é a salvação das almas dedique tanta energia, tempo e, no caso do Papa, veemência, em assuntos perecíveis sobre os quais ele não é especialista e dos quais não se espera que tenha mais conhecimento do que o homem comum.

A humanidade enfrenta, a terrível crise do abandono de Cristo, a apostasia maciça, especialmente no Ocidente cristão, enquanto testemunhamos escândalos maciços que aceleram a descristianização dentro da própria Cúria vaticana.

Que Roma alerte sobre o meio ambiente e silencie sobre o que diz respeito à salvação das almas é, no mínimo, profundamente preocupante, exceção feita no inferno.


domingo, 10 de abril de 2022

Delírio comunista devastou a ecologia e matou milhões de chineses

O combate às 'quatro pestes' ficou como ato hilariante e totalitário que contribuiu à morte de fome de milhões de chineses
O combate às 'quatro pestes' ficou como ato hilariante e totalitário
que contribuiu à morte de fome de milhões de chineses
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Na China, crescem as polémicas sobre as políticas do fundador do comunismo fundado por Mao Tsé tung. A mais absurda é em torno da “guerra contra os pardais” entre 1958 e 1960).

Nessa “guerra”, Mao mandou as crianças matar os pardais porque, dizia, comiam as sementes e impediam a reforma agrária atingir suas irreais metas.

E foi só um capítulo da “campanha contra as quatro pragas”: pardais, moscas, mosquitos e camundongos.

Mao convocou os 600 milhões de chineses da época de todas as idades e exaltou as “virtudes revolucionárias” das crianças que deviam levar à escola “rabos de rato”, segundo testemunhas.

O Comitê Central presidido por Mao elaborou o documento “Decisão de continuar a campanha de combate às quatro pragas” em 29 de agosto de 1958.

Nele foi ordenado como “passo importante para fortalecer a saúde das massas, proteger a força de trabalho e aumentar a eficiência das forças produtivas (...). essa campanha continuar até que todos os ratos, pardais, moscas e mosquitos sejam eliminados do país”.

Em 1957, Mao garantiu como um triunfo que o comunismo ultrapassaria a produção industrial da Grã-Bretanha em quinze anos.

E para cumprir esse objetivo em 1958 dispôs o plano econômico e social 'Grande Salto Adiante', que preconizava 'andar sobre duas pernas', quer dizer, a produção agrícola e a industrial”, explicou ao “La Nación”, o Dr. Jorge Malena, diretor da Especialização em Estudos da China na Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Católica Argentina.

A 'campanha contra as quatro pestes' foi um dos maiores objetivos delirantes da História
A 'campanha contra as quatro pestes' foi um dos maiores objetivos delirantes da História
Mas a reforma agrária estava dizimando a população pela fome: epidemias de cólera, poliomielite, varíola e peste.

Os ditadores marxistas propuseram então combater os mosquitos responsáveis pela malária, os ratos que espalham a peste e as moscas que multiplicavam as doenças, entre elas a cólera e a febre tifoide.

Mao criticou os pardais que comiam sementes nos campos e mandou eliminá-los para garantir alimentos vitais para a economia nacional.

Segundo um provérbio chinês “quando um homem conta uma grande mentira, dezenas a repetem como uma grande verdade”. E a “grande mentira” de Mao foi repetida até a demência.

E aconteceu: “o grande arquiteto da nova China” ordenou o absurdo. Os cientistas elogiaram logo a “perspicácia” do líder e não ousaram contradizê-la temendo ser rotulados de “oportunistas de direita” ou “mulheres com pés pequenos”, ou aristocratas.

Em 1956, Zheng Zuoxin, o ornitólogo mais famoso do país do Instituto de Zoologia da Academia de Ciências, publicou um longo artigo no Diário do Povo glorificando a campanha de extermínio com o título “O dano dos pardais e como eliminá-lo”.

O extermínio dos pardais para acelerar a reforma agrária foi um desastre ecológico
O extermínio dos pardais para acelerar a reforma agrária foi um desastre ecológico
A Campanha contra as Quatro Pragas exigiu o apoio massivo da população.

O Dr. Malena também disse que “o governo encorajou a população a fazer barulho com panelas, frigideiras e tambores para assustar os pardais, faze-los voar sem parar até caírem mortos de exaustão. Seus ninhos foram destruídos, os ovos quebrados e os filhotes mortos”.

O governo informou ter eliminado 1 bilhão de pardais, 1,5 bilhão de ratos, mais de 110 milhões de quilos de moscas e mais de 12 milhões de quilos de mosquitos.

Mas aos poucos os cientistas constatam que os pardais comiam outros insetos, vermes e pragas que, esses por sua vez, estavam devorando as plantações.

Na Academia de Ciências, o Dr. Zhu Xi, primeiro diretor do Instituto de Biologia Experimental, afirmou que os pardais eram úteis no combate às pragas e ervas daninhas.

Seu comentário, porém, contradize o “pai do comunismo” e lhe custou a vida, sendo executado pelos guardas vermelhos.

Sem seu predador natural, na primavera de 1959, as pragas se espalharam por todo o país e gafanhotos, vermes e outros insetos provocaram perdas enormes nas colheitas.

A população morria de fome em meio às campanhas ideológicas
A população morria de fome em meio às campanhas ideológicas
A guerra contra os pardais contribuiu muito para a “A Grande Fome Chinesa”, um dos maiores morticínios na história da Humanidade, estimado entre 15 e 55 milhões de pessoas.

Mao encerrou a batalha em 1960 e o extermínio dos pardais foi substituído pelo dos percevejos.

O governo comunista teve que importar cerca de 250.000 pardais da União Soviética na tentativa de restaurar o equilíbrio ecológico. Mas, ainda hoje, na China há menos do que deveria haver.

O sucessor de Mao, Deng Xiaoping (1978-1989), considerou que “Mao estava três quartos certo e um quarto errado. Mas sua contribuição foi primordial e seus erros secundários”.

Mao, que certamente se achava mais sábio que Xi Jinping, defendia “usar as ciências naturais para compreender, superar e mudar a natureza”.

Mas um outro antigo provérbio chinês foi evocado: “Um pássaro não canta porque tem a resposta para alguma coisa, ele canta porque tem um canto”.

O desastre foi um dos muitos estragos a aves, vegetais e jazidas de minérios provocados pelo pai do comunismo chinês.

Ele, entretanto, continua sendo louvado pela seita vede ecologista como fautor de um regime ideal para defender a natureza.


domingo, 3 de abril de 2022

Por qué esse pánico de asteroides arrasadores?

Especialidade ecológico-apocalíptica semear pânicos perturbadores da civilização
Especialidade ecológico-apocalíptica: semear pânicos perturbadores da civilização
sem fundamento na verdade dos fatos
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Com frequência as redes ecoam a mídia sensacionalista e se enchem de predições aterradoras sobre objetos celestes que – especulam a seu bel prazer – viriam a impactar a Terra.

O impacto geraria um espantoso cataclisma mais ou menos comparável àquele da teoria da extinção dos dinossauros que supõe um cataclismo fabuloso no período dito Cretáceo-Paleogeno há por volta de 66 ou 76 milhões de anos.

Agora o pânico sensacionalista explora um objeto de 13 metros de nome técnico “2009 JF1” que poderia entrar na atmosfera em 6 de maio deste ano [2022], segundo a imprensa mundial. Confira

Os especialistas em defesa planetária esclarecem que nada sabem sobre ele. Este sintoma de pouca importância é explorado para disseminar mais terror.

Os ditos “especialistas” não sabem se o objeto procede por algum acaso ou não sabem qual é a causa.

Os espalha-boatos teriam em seu favor a onda criada pelo filme “Don't look up”, em que dois atores encenam a comédia de dois astrônomos que tentam desesperadamente convencer o mundo que um grande asteroide destruirá a Terra num impacto iminente.

domingo, 27 de março de 2022

Cientistas admitem: não podemos calcular a mudança climática

O supercomputador Cheyenne do NCAR, Boulder está tão sobrecarregado que não aceita mais dados e dá resultados não fiáveis
O supercomputador Cheyenne do NCAR, Boulder está tão sobrecarregado
que não aceita mais dados e dá resultados não fiáveis
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Wall Street Journal mostrou que os cientistas dos principais institutos dos EUA que estudam o clima no mundo e os citados pela ONU para apontar o clima do futuro, afirmam que não sabem calcular ainda a mudança climática.

Mesmo as melhores ferramentas disponíveis não podem medir o clima com a segurança que o mundo precisa para decidir qualquer política, pois as temperaturas mudam em quase todas as regiões de modos imprevisíveis.

Os mais novos cálculos acabaram embaralhados pela física das nuvens, a qual pode amplificar ou amortecer as mudanças climáticas distorcendo ou anulando as previsões.

“Acho que nossa maior sensibilidade também está errada. Provavelmente é uma consequência de outras coisas que fizemos ao tornar as nuvens melhores e mais realistas. Você resolve um problema e cria outro”, disse Andrew Gettelman, físico do NCAR especializado em nuvens e que ajudou a desenvolver o modelo CESM2.

Os modelos estão se comportando de maneira estranha”, disse Gavin Schmidt, diretor do Instituto Goddard de Ciências Espaciais da Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço, um centro líder em modelagem climática.

domingo, 20 de março de 2022

Mais de 550 novas espécies descobertas em 2021

Eurythenes atacamensis, crustáceo na Fossa de Atacama (Peru e Chile)

Luis Dufaur
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Um alarmismo feito de exageros e exploração do desconhecimento popular nos inocula a ideia de uma extinção irreparável das espécies animais e vegetais por culpa do progresso humano.

Porém, a verdade é que o homem nem tem ideia certa de quantas espécies com vida existem na Terra.

Só no ano 2021 foram identificadas e catalogadas 552 novas espécies por cientistas do Museu de História Natural de Londres, noticiou o site Space +Science.

Entre elas há de tudo: criaturas parecidas com camarões, um dinossauro extinto chamado “garça do inferno” e besouros coloridos por exemplo.

A pandemia restringiu as possibilidades de viagens e explorações, mas ainda assim uma busca restringida revelou uma riqueza abundante de espécies ignotas para a ciência, vivas e extintas.

domingo, 13 de fevereiro de 2022

Queimadas continentais até na Antártica e o mundo passa bem!

Paleoincêndios (reconstrução artística) e incêndio na Austrália.
Paleoincêndios (reconstrução artística) e incêndio na Austrália.
Luis Dufaur
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Estudos mostrando que a Terra já passou por calores maiores pôs em evidencia mais uma vez os exageros do pânico do “aquecimento global”.

Um artigo científico publicado na Polar Research pela paleobotânica Flaviana Jorge de Lima, da Universidade Federal de Pernambuco, e outros cientistas do Brasil foi comentado pelo “The New York Times”.

Ele veio demonstrar que a Antártica há 75 milhões de anos, no período Cretáceo, fez parte do que os pesquisadores chamam “mundo superfire” (superincêndios) a pesar dos quais a Terra continua albergando a vida com tranquilidade.

O artigo mostra que nesse período que corresponde à era dos dinossauros aconteceram ciclópicos incêndios naturais que não pouparam continente algum.

Nem mesmo a Antártica que hoje é conhecida por seu clima gélido e inóspito e sua superfície coberta de imensas acumulações de gelo.

A pesquisa sobre incêndios florestais pré-históricos chamados de “palefire” estava em andamento há décadas, concentrada no hemisfério norte.

domingo, 6 de fevereiro de 2022

Na Olimpíada pequineses afogam na poluição

Poluição atingiu altíssimos patamares na China enquanto ONU saudava Pequim como líder para 'salvar o clima'
Poluição atingiu altíssimos patamares na China
enquanto a ONU saudava Pequim como líder para 'salvar o clima'
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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A cidade de Pequim fechou seus playgrounds devido à poluição do ar, mas a China aumentou sua produção e consumo de carvão enquanto a assembleia da ONU COP26 sobre mudanças climáticas tripudiava contra os países capitalistas poluidores, descreveu o canal francês 20minutes.

A China, o maior poluidor do mundo, foi criticada na conferência internacional realizada em Glasgow pela ausência do presidente Xi Jinping.

Mas não pelo pavoroso envenenamento da atmosfera planetária que o regime socialista chinês pratica visando se promover ao patamar de máxima economia planetária a qualquer custo.

Conduta análoga foi assumida por Pequim durante os Jogos Olímpicos de Inverno, em fevereiro 2022.

domingo, 16 de janeiro de 2022

A “capital eólica do Texas” ficou no frio, sem energía, e o estado enterrou centenas

Autoridades aduziram o congelamento das turbina eólicas, fato já acontecido em diversas localidades
Autoridades aduziram o congelamento das turbinas eólicas,
fato já acontecido em diversas localidades
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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A pequena cidade de McCamey no Texas, que vivia em torno de poços de petróleo, resolveu mudar para ser a “capital eólica” do estado e se cercou de turbinas movidas a vento.

Ia ser lindo, o município seria aplaudido como inovador, todo um líder da “transição energética” que quer o ambientalismo.

Mas hoje McCamey parece uma cidade fantasma, com poucas pessoas caminhando nas ruas, construções abandonadas e quase sem sinal de celular, como mostrou reportagem da “Folha de S.Paulo”.

McCamey chegou a ter 10 mil habitantes dedicados, quase todos, à indústria petrolífera. Hoje sentimos pena enquanto escrevemos: não há 2.000 moradores, céticos quanto ao uso de energia renovável ou que rechaçam a possibilidade de abandonar os combustíveis fósseis, diz a “Folha”.

“Sou pró-petróleo e pró-gás” exclama uma mulher que não aceita conversa nesse ponto.