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domingo, 1 de setembro de 2024

Florida suprime política ambientalista

Ron DeSantis, governador da Florida, baniu leis ecologistas
Ron DeSantis, governador da Florida, baniu leis ecologistas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Nos EUA, a maioria dos líderes do também maioritário partido republicano não acredita nos blefes da “mudança climática”.

Um dos mais recentes exemplos foi dado pelo governador da Florida assinando uma lei que remove da política de seu estado a preocupação pelas alterações climáticas, noticiou “RFI”.

A lei também encerra programas destinados a incentivar as energias renováveis e as supostas medidas de conservação ecológica. Na Florida se verificam muitos fenômenos climáticos desde que é conhecida quando foi descoberta pelos primeiros exploradores espanhóis no século XVI.

A nova lei foi assinada pelo Governador Ron DeSantis, e exime o estado da Florida de ter em conta as alterações climáticas na sua política energética.

O governador falou sem rodeios: “Impediremos a instalação de turbinas eólicas nas nossas praias, manteremos gasolina nos nossos tanques e rejeitaremos o programa dos ambientalistas radicais”.

A lei que proíbe a construção de turbinas eólicas também revoga os subsídios para incentivar a poupança de fontes de energia tradicionais para substitui-las pelas ditas “energias renováveis”.

As autoridades públicas já não são obrigadas a adquirir veículos elétricos ou a utilizar produtos ecológicos.

A Flórida, entretanto, sofre todo ano fenômenos climáticos ou hidrológicos de grandes dimensões, entre os quais crescimento temporário do nível das águas e furacões com frequência muito violentos.

Porém, a maioria dos habitantes do estado entendem que esses são fenômenos naturais próprios da região provocados por singularidades físicas que existem desde todo e sempre, registrados desde a chegada dos primeiros descobridores e missionários espanhóis no século XVI.

Geografia e climatologia favorecem eventos conhecidos desde que a civilização chegou à Florida
Geografia e climatologia favorecem eventos conhecidos desde que a civilização chegou à Florida
Essa certeza dos residentes força os políticos a adotá-la contrariando a pressão da mídia, grupos ambientalistas radicais, governo federal, órgãos internacionais e até encíclicas do Papa Francisco I, em geral não lidas pelos católicos.

Por isso, a decisão do governador da Florida não foi nova para a maioria dos habitantes. Talvez fez rasgar as vestes a ecologistas, enganados ou fanáticos, do exterior, ou frequentadores das assembleias da ONU ou promovidas pelo Vaticano no atual pontificado.

Em 2023, o governador recusou 346 milhões de dólares oferecidos pela administração federal chefiada pelo presidente Biden, supostamente para ajudar os residentes a tornar as suas casas mais eficientes em termos energéticos.

Obviamente, a Casa Branca e os legisladores do Partido Democrático, sempre propenso a adotar as causas das esquerdas, criticaram fortemente a nova lei da Flórida. Como se não existisse democracia e regras específicas para lidar com casos do gênero dentro da lei.

A porta-voz do executivo federal, Karine Jean-Pierre vituperou a nova legislação como uma “vergonha”.

“As alterações climáticas são um facto indiscutível”, disse Frederica Wilson, representante da Florida na Câmara dos Representantes do Congresso nacional, como se não houvesse centenas e milhares de cientistas e especialistas que contestam abertamente os blefes e enganos em que se baseiam os alarmismos ecologistas.

domingo, 21 de abril de 2024

Califórnia desanima da energia solar

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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A Califórnia outrora campeã das energias alternativas desanimou delas provocando um declínio acentuado na instalação de painéis de energia solar nos telhados residenciais, vem observando jornais como “O Estado de S.Paulo”.

Milhares de empresas engajadas no que se dizia ser o futuro hoje sofrem porque os proprietários das casas aproveitáveis se afastam dos painéis solares.

As vendas de instalações solares caíram até 85% em poucos meses diz relatório da Ohm Analytics, empresa de pesquisa que acompanha o mercado de energia solar.

Essa “energia alternativa” não progredia por adesão do público, mas com a injeção de incentivos estaduais, hoje diminuídos.

Empresas do setor projetam que as instalações no Estado cairão mais de 40% este ano e continuarão a diminuir até 2028.

A Construct Sun, empresa de Reno, Nevada, parou de fazer negócios na Califórnia porque viu suas vendas se esgotarem em quatro meses e está migrando para a Flórida, Carolina do Norte e Ohio.

“Eu fechei as portas na Califórnia”, disse Thomas Devine, vice-presidente executivo da Construct Sun. Ele explicou que a diminuição dos incentivos estaduais prejudicam sua meta de eliminar as emissões de gases de efeito estufa até 2045. “Essas políticas são uma loucura”, disse ele.

Evidentemente a intenção da empresa não era tanto a meta ambientalista. Essa lhe servia de pretexto. O verdadeiro objetivo era o lucro derivado de recursos pecuniários que o governo californiano tirava dos cidadãos com impostos para “salvar o planeta”.

As autoridades estaduais defenderam a mudança de política da Califórnia, que reduziu em 75% o valor dos créditos que os proprietários de casas com novas instalações recebem pela energia que enviam à rede.

Eles argumentaram que o subsídio era generoso demais, ajudando principalmente às casas dos ricos. As pessoas de baixa renda não tinham para comprar painéis, mas eram obrigadas a pagar taxas para manter as energias tão do gosto do ambientalismo.

“A Califórnia forneceu bilhões em descontos e incentivos desde 2006”, reconheceu a Public Utilities Commission, que supervisiona a energia solar em telhados e as concessionárias de propriedade dos investidores.

A decisão da Califórnia tem reflexos nacionais porque muitos estados de todo o país se orientavam pelo sistema de incentivos e aumentos de taxas excogitado pelos californianos.

Esse sistema para fazer progredir a “salvação do planeta” com constrangimentos econômicos aos que não aderiam nunca foi bem-aceito pela maioria das empresas de serviços públicos, que viam exageros para favorecer alguns sem levar em conta os verdadeiros custos e a própria realidade.

Na Califórnia, as fontes renováveis produzem mais de um terço da eletricidade. No entanto, o crescimento dessas fontes tornou-se instável à medida que os órgãos reguladores, as empresas de serviços públicos, os consumidores e as empresas de energia renovável reclamam mais subsídios financeiros.

Acresce que as energias solar e eólica são intermitentes dependem do bom tempo e do vento com óbvias interrupções.

Os residentes com incentivos tiveram que gastar muito para instalar baterias, úteis durante os períodos de tempo não favorável. E então pediam do estado para compensar essas despesas não contempladas pelo otimismo inicial.

As baterias do tamanho para uma casa são muito caras e seu preço não justifica economicamente o investimento em sistemas solares. E o estado não tem mais dinheiro para dar sem estrangular os mais pobres que não podem entrar no “sistema virtuoso verde”.

A maior empresa de energia solar residencial do país, a Sunrun, com sede em São Francisco, cortou cerca de 2.000 empregos depois da mudança oficial na Califórnia.

“É muito lamentável num momento em que o planeta está em chamas”, pranteou exagerando demais a senhora Mary Powell, CEO da Sunrun.

“O impulso foi interrompido”, disse a dona da Amy’s Roofing and Solar. Poderia ter sido mais clara dizendo que “acabou a mamata”.


domingo, 31 de julho de 2022

Corte Suprema de EUA bane abusos ministeriais pela mudança climática

Suprema Corte dos EUA pôs frio ao extremismo do Ministério de Meio Aabientate (EPA)
Suprema Corte dos EUA pôs frio ao extremismo do Ministério de Meio Ambiente (EPA)
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A Suprema Corte dos EUA decidiu que o Ministério de Meio Ambiente (Agência de Proteção Ambiental – EPA) não poderá mais promulgar regras que, em teoria, devem regular as emissões de usinas a carvão, noticiou “Clarín”.

Essas produzem quase 20% da eletricidade nos Estados Unidos.

A EPA age segundo instruções da Casa Branca, dependendo das mudanças ideológicas na presidência. Por isso, o presidente Biden, muito criticado pelos danos à economia com pretextos ambientalistas, imediatamente denunciou uma decisão “devastadora”.

Biden pediu então ao Congresso que “coloque os EUA no caminho para um futuro energético mais limpo e seguro”, leia-se suas fantasias ambientalistas.

O partido de Biden já tentou uma saída análoga lançando um projeto de aborto para passar por cima da derogação da decisão Roe vs Wade. Porém, fracassou pois ainda tendo maioria na Casa de Representantes, os deputados não estão dispostos a perder suas cadeiras nas próximas eleições por causa de temas tão antipáticos para a opinião pública.

domingo, 19 de outubro de 2014

Ambientalistas exibem ideologia marxista,
comunista ou socialista
em NYC e Oakland

A fala nova é pela natureza. Mas o pensamento é do velho comunismo. People’s Climate Rally, Oakland, Califórnia, 23.9.2014
A fala nova é pela natureza.
Mas o pensamento é do velho comunismo.
People’s Climate Rally, Oakland, Califórnia, 23.9.2014
Luis Dufaur



Diversos movimentos “verdes” engrossaram as passeatas de 21 de setembro, visando pressionar a reunião de cúpula da ONU para as mudanças climáticas.

A principal passeata “verde” foi a “People’s Climate March”, em New York City, que foi acompanhada por passeatas e concentrações convergentes em outras cidades americanas.

domingo, 29 de junho de 2014

‘Salve o planeta: mate os pássaros’?

Passarinho que virou 'rojão'
Passarinho que virou 'rojão'
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A frase ‘Salve o planeta: mate os pássaros’ é chocante. Entretanto, está se espalhando nos EUA como uma ironia cheia de fundamento.

Vejamos o que aconteceu, segundo noticiário da Bloomberg:

Os trabalhadores do novíssimo Sistema de Geração de Energia Solar Ivanpah, na Califórnia, passaram a chamar de “rojões” uns objetos que caem do céu soltando fumaça e pequenas chamas. Não são meteoritos nem fragmentos de satélites, mas passarinhos fulminados ou calcinados.

O sistema Ivanpah, no deserto de Mojave, foi inaugurado em fevereiro deste ano (2014) como um projeto de energia alternativa ideal. Ele impressiona por sua extensão e originalidade.

Consiste num conjunto de 300.000 espelhos sistematicamente dispostos numa superfície de 1.416 hectares. Esses espelhos concentram os raios solares em três torres de 140 metros de altura.

Sistema de Geração de Energia Solar Ivanpah, na Califórnia
Sistema de Geração de Energia Solar Ivanpah, na Califórnia

As torres contêm um líquido que quando esquenta movimenta turbinas geradoras de energia. 

A energia elétrica produzida então pode cobrir as necessidades de 140.000 lares, sem emissão de gases estufas ou outros.

A novidade é promissora e deve- se desejar que se aperfeiçoe e se torne uma alternativa válida em volumes de energia e preço.

Mas, no momento atual, é um teste pioneiro de grandes dimensões e altíssimo custo.

Ivanpah também está servindo para patentear o sistema de “dois pesos e duas medidas” do ambientalismo em matéria de licenciamento ambiental.

Quando se trata de empreendimentos que garantem energia barata e abundante, com tecnologias comprovadas e capazes de impulsionar o desenvolvimento ou a expansão civilizatória, o coro “verde”, de mãos dadas com governos “vermelhos”, inferniza a construção, complicando ao infinito o licenciamento ambiental.

Dois pesos e duas medidas nos critérios de impacto ambiental
Dois pesos e duas medidas nos critérios de impacto ambiental
Veja o drama energético do Brasil por causa dessa infernização: “O Brasil super-rico de potencialidade energética tornar-se-á um ‘sem-energia’?”

Porém, esses critérios parecem ter sido aplicados com extrema leniência e imprevidência no caso de Ivanpah, projeto “verde” e “alternativo”.

Se a causa da morte dos pássaros fosse alguma fornecedora de energia clássica, o estrondo midiático “verde” teria sido universal.

Porém, como a morte dos pássaros se deve a um projeto ambientalista, a cumplicidade do silêncio é também universal!

No caso concreto, o problema é que os objetos luminosos atraem os animais, mas neste caso também os fulminam

Detalhe do Sistema de Geração de Energia Solar Ivanpah
Detalhe do Sistema de Geração de Energia Solar Ivanpah

Diversos estudos apontaram que os insetos são atraídos pela luz brilhante dos espelhos da mesma maneira como vão até a luz na porta da casa ou no jardim.

E muitos pássaros que se alimentam de insetos vão atrás deles – como tentilhões, andorinhas e toutinegras, espécies da região. 

Por sua vez, aves predatórias como gaviões e falcões vão atrás dos passarinhos.

Uma criança ou um camponês explicaria isto melhor aos autoproclamados arautos salvadores da natureza. 

Mas esses parecem nunca ter saído de cômodos escritórios e não conhecer muito mais além de seus famosos ‘modelos’ computadorizados da natureza.

Quando os pássaros voam no campo de espelhos, o “fluxo solar” deles, que pode atingir entre 426,67º C 537,38ºC, os torra ou fere gravemente em questão de segundos.

Por vezes os pássaros são incinerados enquanto voam; outras vezes suas plumas são queimadas e eles morrem pelo impacto da queda, ou são devorados por predadores que andam na terra, segundo relatório do National Fish and Wildlife Forensics Laboratory.


Esse relatório diz, por exemplo: “empregados do Ivanpah e do OLE (Office of Law Enforcement, polícia ambiental do United States Fish and Wildlife Service) informaram que em volta da torre e dentro da área da luz solar redirecionada, ‘rojões’ de fumaça aparecem quando algum objeto entra na área...

“Quando membros do OLE visitamos a planta solar de Ivanpah, observamos muitos eventos ao estilo do rojão... Membros da equipe OLE observaram pássaros entrando no “fluxo solar” e pegando fogo, e em consequência virando ‘rojões’”.

Na ocasião, foi registrado um ‘rojão’ em cada dois minutos, informa ainda a Bloomberg.

O relatório também menciona outras estações de energia solar da Califórnia que não usam esses espelhos, mas os mais conhecidos paneis solares.

Não é Meca no sentido muçulmano, mas sim no sentido ambientalista: critérios 'sagrados' passam por cima dos 'princípios' ambientalistas
Não é Meca no sentido muçulmano, mas sim no sentido ambientalista:
critérios 'sagrados' passam por cima dos 'princípios' ambientais
Também ali os pássaros são atraídos pelos paneis, como fazem em inúmeras casas e prédios. Mas só em Ivanpah eles entram em ignição em pleno voo.

A NRG Energy Inc., que opera Ivanpah, tentou minimizar os fenômenos dizendo que a instalação é nova e que a empresa precisa coletar mais ocorrências para formular sua defesa. Antes disso seria prematuro opinar.

No caso das geradoras de energia tradicional, como Belo Monte, tem que demonstrar a priori que não produzirão danos ambientais.

Neste caso, que morram os pássaros. O dogma verde quer que as “energias alternativas” prevaleçam, ainda que morram os pássaros e os humanos fiquem sem eletricidade, aconteça o que acontecer.

domingo, 24 de março de 2013

Tecnologias verdes “amigáveis” que pegam fogo no carro e envenenam o lar

Bombeiros da Alemanha também deram sinal de alerta. Na foto, Peugeot 307.

Se o leitor for um entusiasta da tese do aquecimento global de origem humana, então deve comemorar o momento em que o ar condicionado de seu carro alemão novo pega fogo inesperadamente.

Pois estará assim colaborando com um humilde tributo à luta extrema contra o CO2 – este gás benéfico que o ambientalismo radical qualificou de demônio planetário.

E, se acontecer uma intoxicação coletiva de sua família porque uma pequena lâmpada fluorescente estourou, esse leitor deveria agradecer aos inigualados profetas do apocalipse verde.

domingo, 4 de novembro de 2012

Silêncios que falam, berram e denunciam mitos anticientíficos ou socialistas

Sobre tudo, não falemos do "assunto" que queima!

Há silêncios que falam. Desta vez houve um que berrou.

Foi constatado nos três debates entre os candidatos à presidência dos EUA, e no único acontecido entre os pretendentes a vice-presidente.

Candidato algum teve ânimo para falar em “mudanças climáticas”, “aquecimento global” ou conexos.

É a primeira vez que se dá essa omissão, desde que o “aquecimento global” entrou nos debates em 1988. Há quase um quarto de século!

Os ativistas do aquecimentismo se julgaram desconsiderados ou até humilhados. Mas engoliram com farofa.