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domingo, 5 de dezembro de 2010

“Religião ambientalista”, circo bolivariano e benesses são destaques em Cancún ‒ COP16

Não pensar na realidade: alarmistas não desistem
 A conferência de Cancún – COP16 parecia ter enfiado a cabeça na areia para seguir acreditando no “aquecimento global antropogénico” enquanto no Hemisfério Norte, onde se localizariam as economias mais aquecedoras, emissoras de CO2 e capitalistas registrava recordes de frio.

domingo, 24 de outubro de 2010

Falso restaurante canibal brasileiro: amostra de ofensiva propaganda vegetariana

A montagem de "Flimé" teve perverso efeito internacional
A Sociedade Alemã de Vegetarianos ‒ VEBU fez grosseira montagem publicitária anunciando a abertura do restaurante “Flimé”, que seria o primeiro canibal de Berlim, propriedade de um brasileiro que responderia pelo nome de Eduardo Amado.

No anúncio oferecia pratos feitos com carne humana. Para maior injúria, a VEBU dizia usar a culinária de uma ignota tribo “Wari” do Brasil.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Ambientalismo proibe DDT e percevejos invadem capitais americanas

O emblemático arranha-céu Empire State Building de Nova York foi invadido pelos percevejos, noticiou “El Mundo” de Madri.

Os turistas que visitavam o prédio usavam termos como “repugnante” e “nojento”.

Esses insetos que sugam o sangue também invadiram outros arranha-céus da capital financeira americana, como o Time Warner Center ‒ sede da CNN ‒ empresas, e lojas como Hollister e Nike, cinemas e teatros, e a sede da promotoria federal de Brooklyn.

O cinema AMC Empire 25 em Times Square foi fechado para fumigação.

Julga-se que um terço desses prédios e um 10% das casas particulares padeça da praga.

800.000 novaiorquinos estariam dormindo com percevejos nos seus lençóis.

A radio pública NPR informou de brotes análogos da praga em San Francisco e desde Ohio até Texas.

Para o correspondente do “Telegraph” de Londres trata-se de uma “infestação épica” que atinge lojas e prédios de luxo.

E os nova-iorquinos sentem-se tratados como doentes perigosos. “Você é como um leproso” disse ter ouvido um residente de Brooklyn.

Os percevejos estavam virtualmente extintos até que campanha de cunho ambientalista conseguiu banir o único inseticida eficaz contra eles: o DDT e derivados.

Agora, os EUA estão pagando as conseqüências dessa exigência inprudente de fundo ideológico.


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domingo, 12 de setembro de 2010

Seqüestro para “salvar o planeta” acaba mal

Polícia interveio na sede de Discovery Channel, Silver Spring
A tomada de reféns no prédio do Discovery Channel, em Silver Spring, Maryland, lamentavelmente concluído com a morte do seqüestrador em confronto com a polícia suscitou mais preocupações em Washington.

James L. Lee, o seqüestrador, agiu como uma pessoa perturbada pela pregação do extremismo ambientalista. Ele acreditava que aterrorizando os funcionários da conhecida TV ele impulsionaria a “mudança” e, em última instancia, “salvaria o planeta”, observou editorial do “The Washington Times”.

Após manifestar com cartazes caseiros diante da sede da TV em Silver Spring, Lee invadiu o local fortemente armado e carregando pacotes que dizia serem explosivos. Após horas de frustradas conversações, o eco-terrorista morreu em tiroteio com a polícia.

Lee mostrava-se muito influenciado pelo exageros e deformações do livro e filme de Al Gore “Uma verdade inconveniente”. Numa página de grande primarismo na Internet Lee culpava a humanidade pela ameaça que pairaria sobre a salvação planetária.

Em conseqüência, seu fraco juízo concluía ser indispensável reduzir o número dos seres humanos. Na realidade, ele só repetia slogans do ecologismo radical anti-natalistas e anti-vida bem conhecidos.

James Lee protestando em 2008 diante do Discovery Channel Building
Na sua conceição, tal vez debilitada pela doença, Lee via no Discovery Channel um inimigo do globo pelo “crime” de “glorificação da civilização e sua maquinaria”.

“Todos os programas no Discovery Health-TLC devem parar de estimular a nascença de qualquer criança humana parasitária e o falso heroísmo que se esconde por trás dessas ações”, argüia Lee no remedo de manifesto que ele postou no seu site (http://savetheplanetprotest.com/ , ainda ativo em: domingo, 12 de setembro de 2010, 11:44:25).

Idéias não menos obtusas e radicais que as de Lee são defendidas por ambientalistas que pregam o retorno a uma “natureza” onde o homem levaria uma existência submissa às exigências de qualquer espécie animal.

Exageros causam efeitos indesejáveis. (The Day After Tomorrow)
Nesse sentido, o "Washington Times" observou que os proprietários da Califórnia podem ser proibidos de proteger suas casas dos incêndios florestais. Ativistas “verdes” alegam que agindo assim os cidadãos ameaçariam o habitat de um rato ‒ o “Stephen's kangaroo rat” (Dipodomys stephensi) ‒ e violariam a lei federal que protege as espécies em risco de extinção.

Antes de atentar contra a vida dos funcionários da TV de Silver Spring, Lee mostrou-se profundamente afetado pelas teorias de Malthus e Darwin. Essas teorias hoje orientam movimentos que limitam o valor e o lugar da vida humana no planeta, como o abortista Planned Parenthood, observou o “Washington Times”.

Produções de Hollywood como “The Day After Tomorrow” espraiam essas idéias errôneas de modo altamente sugestivo, montando catástrofes apocalípticas que viriam a acontecer pela expansão natural da população humana e de seu progresso, acresce o jornal.

E concluiu o “Washington Times”: “enquanto esse movimento (ambientalismo alarmista) continue apresentando a humanidade como uma parasita e um perigo, continuarão aparecendo mais Unabombers e pistoleiros de Silver Spring”.

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domingo, 29 de agosto de 2010

Só a má conduta científica é deplorável? E a manipulação ideológica?


Em recente editorial, a “Folha de S.Paulo” (24.8.2010), sob o título “Fraudes contra a ciência” apontou “dois casos rumorosos de má conduta que puseram em evidência a necessidade de vigiar de perto a pesquisa científica, em especial quando financiada com verbas públicas”.

“O mais recente envolve Marc Hauser, da Universidade Harvard (EUA), renomado pesquisador das origens da moral no homem e noutros primatas.

“A universidade concluiu, após três anos de investigação, que Hauser é culpado em oito casos de má conduta, dos quais não se conhecem os detalhes. A acusação abrange de deslizes menores a fraudes com dados”, acrescentou a editorial.

A irregularidade, infelizmente, acontece com relativa freqüência nas áreas do evolucionismo.

Sobre o segundo caso, a “Folha” diz: “O Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC) também se viu envolvido, no final de 2009, em acusações análogas. Erros localizados em um influente relatório de 2007 terminaram reconhecidos e corrigidos, mas só após intensa pressão.

“Bem mais graves eram as suspeitas levantadas por mensagens eletrônicas trocadas por climatologistas do IPCC, no chamado "climagate".

“Haveria ali, na correspondência furtada e vazada, indicações de que manipulavam dados e boicotavam estudos dos cientistas céticos quanto ao papel da atividade humana no aquecimento global. Três comitês independentes inocentaram os cientistas das acusações mais pesadas. As últimas conclusões são aguardadas para o final deste mês”.

A “Folha” cita que nos EUA, investigaram-se oficialmente 217 casos em 2009, e acrescenta:

“Seria ingênuo supor que fenômeno similar não esteja em curso no Brasil. Instituições de pesquisa já deram mostras de que relutam em investigar a fundo e de forma transparente os poucos casos que vêm à tona, como plágios detectados na maior delas, a USP.

“Agências estatais de fomento como CNPq, Capes e Fapesp (para citar as mais destacadas) deveriam tomar a frente e criar equipes para investigar, por amostragem, a qualidade dos dados e conclusões dos estudos que financiam”.

Estas oportunas observações, entretanto, omitem o mais grave e mais atual problema envolvido nas deformações do IPCC e de outros “catastrofistas”.

Falhas ou fraudes humanas, culpadas ou não, podem acontecer em qualquer época, como a fraude do homem de Piltdown, perpetrada pelo teólogo evolucionista Pe. Teilhard de Chardin SJ no início do século XX.

Mas, o mais grave na nossa época é a deturpação dos dados da ciência com finalidades ideológicas, visando impor a nível planetário um sistema universalmente fracassado: o socialismo.

Tendo falido a versão soviética, os mais atualizados adeptos do socialismo procuraram na linguagem “verde” um travestimento para sua ideologia anti-natural.

A manobra não teria futuro se não fosse a repercussão que esses ativistas obtiveram na imprensa.

Gostaríamos de ler nos mesmos jornais e portais uma crítica oportuna e prudente dessa manipulação.

Essa mesma prudência gostaríamos ver na apresentação do noticiário sobre as matérias científicas ‒ aliás, tão importantes ‒ que essa ideologia encapuzada ‒ socialista, comunista, ou anarquista ‒ envenena com sistemática freqüência.

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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Eco-terroristas atacam em São Paulo: falsos ambientalistas moderados saem beneficiados

Land Rover incendiados por ecoterroristas
Eco-extremistas do Frente de Libertação da Terra (FLT) protagonizaram um simbólico fato pioneiro no Brasil.

Um magotinho deles reivindicou o incêndio ocorrido na concessionária de veículos de luxo Land Rover da Marginal do Pinheiros, informou “O Estado de S.Paulo”.

Numa carta publicada em português e espanhol que circulou por blogs e listas de e-mail, eles assumiram a autoria do atentado.

O FLT diz que só gastou R$ 10 com o material explosivo método “simples, barato e eficiente de destruição”. Ecologicamente correto?

O grupelho até agora não tinha se destacado no Brasil.

Porém, sua versão americana, o Earth Liberation Front, pratica freqüentes atentados eco-extremistas nos EUA e Europa há 30 anos.

Earth Liberation Front, atentado em West Covina, Califórnia
Os eco-extremistas brasileiros atentam contra utilitários esportivos tipo 4x4 aduzindo as idéias largamente pregadas por organismos oficiais da ONU, Ongs e personalidades como o senador Al Gore, segundo as quais estariam danificando o planeta, aquecendo-o e poluindo-o.

Os ativistas pretextaram comemorar a Semana Internacional de Libertação Animal (humana e não-humana) e da Terra, em São Paulo.

Na carta de motivos explicaram que “o alvo foi escolhido pelo simples fato da Land Rover ser uma das marcas líderes na construção, venda e incentivo à compra e utilização de SUV's. Automóveis altamente poluentes e danosos ao meio-ambiente.”

Pichação do Earth Liberation Front nos EUA
Eles anunciaram novas violências eco-terroristas, parafraseando os slogans do ecologismo alarmista: “nós não ficaremos parados assistindo a destruição do planeta e suas espécies de braços cruzados.

“Da mesma maneira que esses carros queimaram, outros carros, casas, caminhões e estabelecimentos que/de quem danificam e exploram a terra e os animais, também queimarão.”

“Esta ação foi feita em nome de todos que foram presos em nome da libertação total. Nós estamos com vocês!”, acrescentaram demagogicamente.

O Earth Liberation Front, e seu braço o FLT brasileiro, é mais uma célula eco-terrorista que visa antes de tudo golpes meramente de propaganda.

"Extremistas" e "moderados": jogo de cena
Ele assumiu a missão de praticar atos descabelados que deixem a seus correligionários que militam em ONGs e governos numa posição “moderada” ou “intermediária”.

Desta maneira, fica-lhes mais fácil obterem concessões em leis e portarias. Este é o objetivo comum de “moderados” e “extremistas”.

Por exemplo, Paul Watson, co-fundador de Greenpeace criou, em 1977, a Sea Shepherd Conservation Society (fotos) engajada em agressões contra baleeiros.

O grupo atacou marinheiros e operários com garrafas cheias de ácido butílico (irrita olhos, vias respiratórias e pele, além de intoxicar a carne processada).

A Greenpeace julga muito extremada a Sea Shepherd Conservation Society e aproxima-se aos governos do Japão e do Canadá agredidos pelas estripulias.

Extremistas intimidam para moderados colher os frutos
A Sea Shepherd Conservation Society, por sua vez qualifica os militantes da Greenpeace de “pacifistas medíocres que não fazem nada nem praticam verdadeiras ações diretas para deter o abuso dos oceanos por parte do homem".

Com este jogo a Greenpeace pode bancar de “moderada”, fazer frente comum com esses governos e obter deles concessões que constituem a verdadeira finalidade da manobra.

Colisão de baleeiro japonês com navio rápido ecoterrorista

Se seu email não visualiza corretamente o vídeo embaixo CLIQUE AQUI



Outro grupinho semelhante é o PETA que visa defender os “direitos e liberdades dos animais”. Seus ativistas promovem o vegetarianismo, repudiam a distinção entre espécie humana e espécies animais (“especicismo”) e “qualquer tipo de exploração animal”.

Destacaram-se estragando com tinta as roupas de pele de mulheres e homens na rua.

Animal Liberation Front: "libertação dos animais" que servem ao homem
Ao lado das iniciativas barulhentas do PETA, campanhas do gênero “segunda-feira sem carne” parecem chochas.

As provocações destes eco-terroristas, aliás mal identificados, tornam as propostas “moderadas” que até ontem eram “radicais” mais sofríveis pela opinião pública.

Estratégia semelhante inspira o Animal Liberation Front ou Frente de Libertação Animal. Ele diz visar uma louca “libertação animal a través da ação direta e da desobediência civil”.

Nos EUA praticaram sabotagens e liberações de animais “escravizados”, por exemplo, em zôos, incendiaram chácaras de fim de semana, além de ataques psicológicos com falsas cartas-bomba.

Eles dizem integrar células sem chefes nem líderes, independentes e sem relações.

"Moderados": os grandes beneficiados. "Segunda sem carne"
O FBI considera o ALF como o grupo eco-terrorista mais perigoso.

O Earth Liberation Front ou Frente de Libertação da Terra que agora diz ter aprontado o atentado em São Paulo, é uma derivação ainda mais espalhafatosa do grupelho.

ONGs e militantes ecologistas “moderados” colhem os benefícios desses golpes de cena obtendo entradas, apoios, financiamentos e até estímulos para suas pretensões e iniciativas ideológicas.


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segunda-feira, 21 de junho de 2010

Biólogo atribui às “mudanças climáticas” uma próxima extinção da humanidade

Frank Fenner: "aquecimento global" iniciou a extinção da humanidade
Frank Fenner: "aquecimento global" iniciou a extinção da humanidade
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





São múltiplas as vozes que apontam um niilismo anti-humano fundamental em certa pregação ambientalista. Neste blog recolhemos muitos depoimentos neste sentido provenientes de um e outro lado da polêmica.

Porém, esse fundo anti-humano ficou especialmente patente em entrevista do professor Frank Fenner, professor de microbiologia da Australian National University.

O cientista prestou bons serviços na erradicação da varíola. Em contradição com seu trabalho para melhorar a existênica da humanidade, ele manifestou o fundo filosófico pessimista e apocalíptico que inspira o ambientalismo catastrofista.

Fenner declarou em entrevista ao diário de Sydney The Australian que “a raça humana extinguir-se-á nos próximos cem anos e o mesmo acontecerá com muitas espécies animais”. Os propósitos ‒ ou despropósitos ‒ de Fenner foram reproduzidos pelo “Il Corriere della Sera

Os dois fatores que precipitariam esses assustadoras perspectivas seriam a explosão demográfica e o crescimento do consumo fora de controle. “Por causa deles os homens não conseguirão sobreviver”.

O realejo desta pregação apocalíptica volta sempre ao mesmo ponto de partida jamais demonstrado: “o início de tudo terá sido a mudança climática”, martelou Fenner.

“O Homo sapiens extinguir-se-á provavelmente dentro dos próximos 100 anos e o mesmo irá acontecer com muitos animais. A situação já é irreversível e acho que é tarde demais para remediá-la”, insistiu no seu pessimismo.

“Eu não fico dizendo isso porque ainda há pessoas que estão tentando fazer algo, embora as soluções estejam se adiando. Certamente, desde que a raça humana entrou na era conhecida como Antropoceno  sua influência sobre o planeta foi tal que pode ser comparado a uma das glaciações ou ao impacto de um cometa”.

Antropoceno é um termo cunhado em 2000 pelo Premio Nobel Paul Crutzen para definir a era geológica atual, na qual as atividades humanas são as principais culpadas da mudança climática.

Vida tribal: única opção tolerável para o alarmismo ambientalista
“Eis por que estou convencido de que teremos o mesmo destino dos habitantes da Ilha de Páscoa. Atualmente, as mudanças climáticas estão ainda numa fase muito precoce, mas já vemos mudanças significativas no clima”.

Fenner, em coerência com o credo anarco-ecologista fez o elogio da vida tribal:

“Os aborígines têm de mostrado que pode se viver 40 ou 50 mil anos sem a ciência, sem a produção de dióxido de carbono (CO2) e sem aquecimento global, mas o mundo civilizado não pôde. Dessa maneira, a raça humana corre o risco de sofrer o mesmo destino de muitas outras espécies que se extinguiram no transcurso dos anos”.

A visão catastrófica e pessimista de Fenner não parece, entretanto, encontrar grande ressonância entre seus próprios colegas. Porém, fazendo essas afirmações aloucadas abre espaço para que seu correligionários possam apresentar propostas que passem como “moderadas” diante da opinião pública.

“Pode ser que Frank esteja certo ‒ glosou amigavelmente o professor Stephen Boyden, agora aposentado, no Daily Mail ‒ mas alguns de nós ainda esperamos que possa se chegar a uma tomada de consciência da situação e que sejam implementadas as mudanças necessárias para alcançar um desenvolvimento verdadeiramente eco-sustentável”.

“A raça humana ‒ parafraseou Simon Ross, vice-presidente de “Optimum Population Trust” (hoje renomeado Population Matters), uma ONG radicalmente anti-humana ‒ enfrenta os verdadeiros desafios como as alterações climáticas, a perda de biodiversidade e um crescimento sem precedentes da população”.

Na semana passada o príncipe Charles pareceu acreditar na imaginação de Fenner falando contra o crescimento da população mundial.

Agora é 2014 diz ambientalismo apocalíptico

Por sua vez, o professor Nicholas Boyle da Universidade de Cambridge foi ainda mais longe, fixando 2014 como a data do “Juízo Final”. Assim o explica no livro “2014: como sobreviver n próxima crise global”.

O autor repete o mesmo estribilho: o mundo vai para uma crise global sem precedentes que terá efeitos ainda mais vastos do que a crise econômica internacional. A culpa é das "mudanças climáticas". 

Apenas muda a data do desastre certo e definitivo: nos anos 60 aconteceria em 1980, depois passou para o 2000, depois ainda para 2012, passando para 2014. E como não acontecerá, se ainda estiver vivo e não tiver criado vergonha, "profetizará" mais uma data futura.

Em 2006 o professor James Lovelock impulsionou o alarmismo anti-humano, sustentando que a população mundial perderia 500 milhões por causa do “aquecimento global” e das mudanças climáticas. 

Ele argumentou apocalipticamente que tentativa alguma para mudar o clima resolveria realmente o problema, mas apenas permitiria ganhar tempo.

De fato, há anos ele prega uma radical diminuição da população humana. A atual onda de medo infundado do “aquecimento global” forneceu-lhe mais um pretexto mais na moda.

E o mito do “aquecimento global antropogénico” encontrou nestes filósofos niilistas mais um apoio.

Dois mitos que, na falta de bases sólidas, se apoiam um no outro visando um mesmo fim inimaginável.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Ilhas do Pacífico crescem em altura e extensão e desmentem alarmismo climático

Ilhas Kiribati subiram e aumentaram
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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Estudo publicado na revista "Global and Planetary Change", sobre as ilhas de Tuvalu, Kiribati e da Micronésia aponta que as ilhas do Pacífico estão crescendo, e não diminuindo e afundando como fazia acreditar o alarmismo 'verde'.

Essas ilhas em lugar de estarem à beira do afundamento pelo aumento do nível do mar na verdade estão subindo de nível devido ao acúmulo de corais e sedimentos, noticiou a BBC.

Nos últimos anos, a propaganda catastrofista fez acreditar que esses países seriam varridos do mapa devido ao aumento do nível do mar.

A perspectiva alarmou profundamente as populações locais, incapazes de responder a trabalhos supostamente muito certos.

Porém, o novo estudo sobre 27 ilhas, feito ao longo dos últimos 60 anos, sugere que a maioria permaneceu estável, e até algumas, na verdade, cresceram.

Usando fotos históricas e imagens de satélite, os geólogos descobriram que 80% das ilhas permaneceram iguais ou aumentaram ‒ em alguns casos, dramaticamente.

Para o professor Paulo Kench, da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, as ilhas não sofrem risco imediato de desaparição.

Esse prognóstico bastante sombrio para essas nações está incorreto”, disse ele, um dos participantes do estudo. “Agora temos provas para sugerir que a base física desses países ainda estará lá dentro de 100 anos, então talvez eles não tenham que deixar seus países”, acrescentou.

Tuvalu também foi beneficiada

A revista “New Scientist” reproduz mais alguns dados contidos no relatório.

Vários deles são até de uma evidência primária e deixam em ridículo o ecologismo apocalíptico.

Por exemplo, o fato de essas ilhas estarem formadas sobre corais. 

Os corais são produzidos por seres vivos pelo que aumentam estavelmente de volume.

“Os atóis estão compostos de material vivo”, explicou Arthur Webb, da South Pacific Applied Geoscience Commission, “então nos temos um crescimento contínuo”.

Outras ilhas acumulam sedimentos marítimos que as fazem crescer. 

O furacão Bebe que atingiu Tuvalu em 1972 depositou 140 hectares de detritos no setor oriental da ilha principal, aumentando sua área num 10 por cento.

John Hunter, oceanógrafo da Universidade de Tasmânia, Austrália, julgou que o estudo é sólido e traz boas notícias para quem estava pensando em evacuações.

O estudo observa que ainda que a massa total da ilha permaneça estável ou cresça, naturalmente sempre haverá algum lado por onde ela será erodida, e não se pode raciocinar apenas com um ou outro dado.

As maiores ilhas de Kiribati aumentaram sua área
Tuvalu está apenas 4,5 metros acima do nível do Pacífico e o alarmismo profetizava que seria uma das primeiras vítimas do “aquecimento global” e das “mudanças climáticas”.

Arthur Webb e Paul Kench acharam que sete ilhas de um dos nove atóis do arquipélago cresceram 3% por ano desde 1950. A ilha Funamanu ganhou 0,44 hectares, ou seja, perto de 30% de sua área inicialmente observada.

Mudanças similares foram constatadas na vizinha República de Kiribati. Nela, as três maiores ilhas urbanizadas ‒ Betio, Bairiki e Nanikai ‒ dilataram-se num 30% (36 hectares), 16,3% (5,8 hectares) e 12,5% (0,8 hectares), respectivamente.

Entretanto, o fato de a população das ilhas Carteret, parte de Papua Nova Guiné, ter tido que mudar de residência, não altera a conclusão do relatório, pois não se tratou de uma anedótica ascensão dos mares, mas de um problema local de erosão que mudou os limites das ilhas forçando o traslado.


domingo, 6 de junho de 2010

Produtores de alimentos X Ambientalistas radicais

Plantações são melhores do ponto de vista dos "gases estufa" que as vegetações nativas
“Há provas abundantes de que as vegetações cultivadas produzem saldo positivo superior ao das vegetações nativas, na relação de oxigênio (O2) sobre gás carbônico (CO2) e metano (CH4), os temidos ‘gases do efeito estufa’”, escreveram Nelson Ramos Barretto e Paulo Henrique Chaves, autores de diversos livros sobre a problemática do agronegócio e da reforma agrária.

“Já se provou igualmente que as áreas desmatadas e plantadas da mata atlântica não tiveram influência sobre o clima, por exemplo, no regime de chuvas.

domingo, 4 de abril de 2010

Controlando até a respiração: PNDH3 e o “direito ao meio ambiente”

Programa Nacional dos Direitos Humanos - 3
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Programa Nacional dos Direitos Humanos - PNHD-3 garante “o direito humano ao meio ambiente e às cidades sustentáveis”.

A promessa não poderia ser mais abrangente. Em sã lógica inclui outros direitos como ao ar, à água, ao sol, à chuva, etc.

De tão genérico dir-se-ia inócuo. Porém, o Estado, segundo o PNDH-3 assume a “promoção e defesa dos Direitos Humanos”, e fica erigido como regulamentador e controlador da efetivação desses direitos.

É a fórmula “direito do cidadão e dever do Estado” que até está inscrita em cada veículo de transporte público de São Paulo.

Mais simplesmente, o Estado ‒ após ouvir “conselhos” animados pelos “movimentos sociais” tipo MST e análogos a todos os níveis, como estabelece o PNDH-3 ‒ decidirá sobre o ambiente natural que envolve a cada brasileiro.

Viram-se exemplos no debate sobre o “aquecimento global”. Para os que acham que esse aquecimento existe, é perigoso, é gerado pelo homem e deve-se, portanto, restringir a emissão de CO2, suposto (falsamente) responsável mor.

Na lógica do PNDH-3 o governo deveria identificar e cortar os emissores, ouvida a opinião dos “conselhos” dominados por ONGs ecologistas.

O secretário do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, Luiz Pinguelli Rosa, deu um parco exemplo concreto do que isso significa na prática. Durante os debates prévios à conferência de Copenhague, ele exigiu que a classe média brasileira reduzisse seu consumo para combater o “aquecimento global”.

Assentamento cubano respeitaria "direitos ao meio ambiente"
“Os pobres podem aumentar seu consumo de energia, os mais ricos, não. A classe média terá que usar menos automóveis. Vai ter que economizar energia em casa etc. Esses automóveis horrorosos, com tração nas quatro rodas, têm que ser taxados fortemente”, disse Pinguelli Rosa a “O Globo”.

A linguagem com sabor de luta de classes marxista, volta-se também contra a pecuária, acusada pelas ONGs alarmistas e pelo IPCC, de ser a pior causa de “aquecimento global”.

Logo a seguir é indiciada a ampliação de áreas para produção de alimentos destinados à população brasileira e mundial. Compreende-se pois que o PNDH-3 ponha especial ênfase em “avançar na implantação da reforma agrária”. (PNDH-3, p. 37)

De fato, com os resultados apresentados pelos assentamentos da reforma agrária a emissão zero e a produção zero estão perfeitamente garantidos.

Dessa maneira a aparentemente inócua proclamação do “direito ao meio ambiente”, o PNDH-3 deita os fundamentos de um regime de controle e repressão dos atos mais básicos da vida dos cidadãos como o quantidade de CO2 que emite, fato que acontece pela simples respiração!

Assim, em nome de "direitos humanos" ficaria estabelecida uma Inquisição sobre cada cidadão produtor de CO2, quer dizer, todo mundo.


domingo, 28 de março de 2010

Al Gore ganhou iglu junto ao Capitólio

Novo lar para Al Gore em Washington
Os netos do senador Jim Inhofe construíram um iglu com a abundante neve que caiu em Washington e o ofereceram ao ativista do “aquecimento global” e também senador Al Gore, noticiou a CNS News.

As sucessivas e violentas nevascas no Hemisfério Norte inspiraram muitas brincadeiras sobre o cada vez menos acreditável “aquecimento global”.

O iglu foi montado perto do Capitólio, sede do Legislativo americano, e foi batizado familiarmente de “Nova casa de Al Gore”.

Um cartaz convidava os passantes a buzinarem se acreditavam no “aquecimento global”. Obviamente ninguém buzinou, pois a quantidade de neve impedia os carros de circularem.

Cartaz reciclado para o iglu de Al Gore
O senador Inhofe preside a comissão da minoria do Senado para Meio Ambiente, Energia e Obras Públicas e polemizou diversas vezes com o outrora tagarela e hoje taciturno Al Gore, mas disse que seus netos não lhe informaram de nada.

Segundo o “The Wall Street Jornal” a idéia do iglu foi de Jace, 14, neta do senador Inhofe.

A menina disse em tom de brincadeira que queria responder ao apelo de Michelle Obama para que as crianças façam mais exercício, como parte de uma nova campanha para combater a obesidade infantil. “Nós apenas fizemos nossa parte para apoiar a nosso presidente”, observou.

A família Inhofe deplorou a falta de espírito de humor de Al Gore patenteada na ocasião.

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quarta-feira, 17 de março de 2010

Será que os dogmas catastrofistas "derretem antes das geleiras"?

Sob o título “O dogma derrete antes das geleiras”, Veja publicou interessante artigo assinado por
Okky de Souza.

Tal vez peque de ingenuidade, supondo que as simples revelações das falcatruas de maus cientistas “catastrofistas” seriam suficientes para desanimar a onda anti-civilização industrial, promovida por ex-comunistas hoje porta-estandartes de um verde falsamente ecológico.

Porém, o artigo tece importantes considerações.

Quem duvida do aquecimento global é tratado como inimigo da humanidade. Agora, revelações sobre manipulações e fraudes nos relatórios climáticos mostram que os céticos devem ser levados a sério

Nos últimos anos, a discussão sobre o aquecimento global e suas consequências se tornou onipresente entre governos, empresas e cidadãos. É louvável que todos queiram salvar o planeta, mas o debate sobre como fazê-lo chegou ao patamar da irracionalidade

Entre cientistas e ambientalistas, estabeleceu-se uma espécie de fervor fanático e doutrinário pelas conclusões pessimistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), órgão da ONU. Segundo elas, ou se tomam providências radicais para cortar as emissões de gases do efeito estufa decorrentes da atividade humana, ou o mundo chegará ao fim do século XXI à beira de uma catástrofe. 

Nos últimos três meses, numa reviravolta espetacular, a doutrina do aquecimento global vem se desmanchando na esteira de uma série de escândalos. Descobriu-se que muitas das pesquisas que dão sustentação aos relatórios emi-tidos pelo IPCC não passam de especulação sem base científica. Pior que isso: os cientistas que conduzem esses estudos manipularam dados para amparar suas conclusões.

O primeiro abalo na doutrina do aquecimento global se deu no fim do ano passado, quando um grupo de hackers capturou e divulgou mais de 1 000 e-mails trocados entre cientistas ligados à Universidade de East Anglia, na Inglaterra, o principal centro mundial de climatologia. As mensagens revelam que cientistas distorceram gráficos para provar que o planeta nunca esteve tão quente nos últimos 1 000 anos. 

As trocas de e-mails também mostraram que os climatologistas defensores da tese do aquecimento global boicotam os colegas que divergem de suas opiniões, recusando-se a repassar dados das pesquisas que realizam. Os e-mails deixam claro, ainda, que o grupo dos catastrofistas age para tentar impedir que os céticos (como são chamados os cientistas que divergem das teses do IPCC) publiquem seus trabalhos nas revistas científicas mais prestigiadas.

O climatologista inglês Phil Jones, diretor do Centro de Pesquisas Climáticas da Universidade de East Anglia, sumo sacerdote do dogma da mudança climática e responsável pelos e-mails mais comprometedores, protagonizou o episódio mais dramático de reconhecimento de que muito do que divulga o IPCC não passa de má ciência. Em entrevista concedida depois de se tornar público que ele próprio tinha manipulado dados, Jones admitiu que, em dois períodos (1860-1880 e 1910-1940), o mundo viveu um aquecimento global semelhante ao que ocorre agora, sem que se possa culpar a atividade humana por isso. O climatologista reconheceu também que desde 1995 o mundo não experimenta aquecimento algum.

A reputação do IPCC sofreu um abalo tectônico no início do ano, quando se descobriu um erro grosseiro numa das pesquisas que compõem seu último relatório, divulgado em 2007. O texto afirma que as geleiras do Himalaia podem desaparecer até 2035, por causa do aquecimento global. O derretimento teria consequências devastadoras para bilhões de pessoas na Ásia que dependem da água produzida pelo degelo nas montanhas.

Os próprios cientistas que compõem o IPCC reconheceram que a previsão não tem o menor fundamento científico e foi elaborada com base em uma especulação.

O mais espantoso é que essa bobagem foi tratada como verdade incontestável por três anos, desde a publicação do documento.

Não demorou para que a fraude fosse creditada a interesses pessoais do presidente do IPCC, o climatologista indiano Rajendra Pachauri, cuja renúncia vem sendo pedida com veemência por muitos cientistas.

Pachauri é diretor do instituto de pesquisas Teri, de Nova Délhi, agraciado pela Fundação Carnegie, dos Estados Unidos, com um fundo de meio milhão de dólares destinado a realizar pesquisas... nas geleiras do Himalaia. A mentira sobre o Himalaia já havia sido denunciada por um estudo encomendado pelo Ministério do Ambiente da Índia, mas o documento foi desqualificado por Pachauri como sendo "ciência de vodu". Os relatórios do IPCC são elaborados por 3 000 cientistas de todo o mundo e, por enquanto, formam o melhor conjunto de informações disponível para estudar os fenômenos climáticos.

O erro está em considerá-lo infalível e, o que é pior, transformar suas conclusões em dogmas.


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domingo, 14 de fevereiro de 2010

Os glaciares do Himalaia e os métodos do alarmismo. Enxurrada de revelações (I)

A cada dia, a credibilidade IPCC (Painel Intergovernamental de Mudança Climática) e seus relatórios afundam um degrau.


Capa do famigerado "Climate change 2007 the physical science basis" (AR4)


Enquanto o “Climagate” vai se instalando como fonte constantemente reveladora de procedimentos impróprios, novas falsificações vieram a público.

A mais ecoada levou o IPCC a reconhecer oficialmente que publicara uma previsão mal fundamentada sobre o derretimento das geleiras do Himalaia.

O IPCC previra no seu relatório de 2007 que o “aquecimento global” derreteria as imensas geleiras da região por volta de 2035.

O IPCC sempre fez questão de sublinhar que seus relatórios baseavam-se em trabalhos de 2.500 climatólogos cujas análises eram cotejados e criticados por colegas igualmente categorizados.

Verificou-se há muito que os 2.500 climatólogos não eram tais, mas sim cientistas das mais diversas especialidades. Tirou-se igualmente a limpo que a maioria deles nem fora consultada. Eles foram incluídos na listagem a título de bibliografia, inchando os números, como denunciou o professor Richard Linzen do MIT.

Acrescenta que vários dos consultados deram pareceres diametralmente contrários aos publicados. Alguns deles chegaram a denunciar falcatruas e falsos científicos ovantes, pedindo serem tirados da famosa lista dos 2.500.

Himalaia, Kirguistão 

O Prof. Paul Reiter, do Instituto Pasteur de Paris e conselheiro da OMS, ameaçou o IPCC com processo na Justiça.

O IPCC insistia em colocá-lo como avalista de absurdos contrários aos fatos por ele melhor conhecidos na sua especialidade: mosquitos e malária.

O caso das geleiras causou celeuma na Índia, pois toda uma região sobrevive da agricultura irrigada pelos rios de degelo do Himalaia. A conclusão alarmista do IPCC contrariava também a evidencia que furava os olhos dos habitantes da região e dos cientistas indianos.

O geólogo indiano Vijay Kumar denunciou oficialmente o erro em novembro. Outros acompanharam a denúncia. Porém, o IPCC só se mexeu quando o ministro de ambiente indiano, Jairam Ramesh (foto), contestou frontalmente o órgão da ONU. O ministro até acusou o IPCC de “alarmista”.

Cientistas independentes procuraram a fonte da estranha avaliação do IPCC. De fato, na literatura científica nada há nesse sentido.

A única exceção foi defendida pela ciência soviética e previa o derretimento para 2350 ‒ um erro teria trocado a data por 2035, algo bastante desabonador para um trabalho de alto nível conferido por cientistas também titulados.

Por fim, a origem foi descoberta: um trabalho da ONG ambientalista WWF que, por sua vez, teria tirado as informações de um texto jornalístico publicado pela revista “New Scientist” que por sua vez remetia para um “estudo ainda não publicado”.

Nada científico, puro palavrório alarmista...

Pego com a mão na botija, o IPCC fez uma retratação pública. Tentou, porém, minimizar a gravidade do erro, afirmando que o restante do relatório não era questionado.

Poucas semanas outras espantosas revelações deixaram-no em pior posição ainda.

(continua no próximo post)

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Estátua de gelo fumegante para Al Gore que foge do debate

Em Fairbanks, Alaska, dois cidadãos erigiram uma escultura de gelo que pesa duas toneladas ironizando o ativista do “aquecimento global” Al Gore.

A escultura expele um jato de vapor enquanto caixas de som reproduzem excertos de falas do ativista sobre “mudança climática”, informou o jornal local “The Fairbanks Daily News-Miner”, citado por “The Washington Times”.

A montagem suscita a hilaridade dos passantes.

A escultura foi encomendada por dois empresários locais, Craig Compeau e Rudy Gavora. Eles desejavam que Gore participasse de um debate sobre o “aquecimento global” em Fairbanks.

Mas, como é bem sabido, o ativista tem pânico de participar numa mesa redonda com alguém crítico de suas posições. Ele fugiu de um convite pelo presidente da República Checa para terem um debate público. O convite chegou a ser impresso como matéria paga de página inteira no “The New York Times”.

O mesmo Al Gore foi intimado a comparecer a audiências no Congresso americano. Não podendo se furtar, incorreu em graves contradições e passou vergonha.

“Nós não acreditamos em suas teorias, nós achamos que há uma motivação financeira por trás delas”, explicou Craig Compeau.

O site frozengore.com fornece fotos e informações sobre a escultura e já atraiu mais de 1,7 milhão de visitas. Outro site mais accesível


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