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domingo, 18 de dezembro de 2011

Brasil cada vez mais apontado como vilão da ecologia da Terra

COP-17: muita expectativa da mídia, mas frustração final

Em Durban, África do Sul, mais uma conferência mundial, a COP-17, tentou impor uma meta ambientalista radical aos 200 países participantes. Mas, a reunião que começara desanimada acabou apenas nas promessas.

As medidas efetivas ficaram para um acordo vinculante que, em tese, deveria ser aprovado em 2020. A imprecisão das promessas fez que muitos qualificassem a reunião de fiasco.

O Protocolo de Kyoto foi prolongado, a questão é saber quem o cumpre bem e, na ótica ambientalista, falta torná-lo compulsório e aplicado por uma autoridade supra-nacional.

domingo, 11 de dezembro de 2011

O infanticídio é "cultura"? Ambigüidades na interpretação do "desenvolvimento sustentável"

Infanticidio. Esta é a "cultura ecológica" por excelência?
 Quando bem analisada, a religião “verde” não é tão contraditória quanto à primeira vista pode parecer

Para ela, o homem civilizado – e com maior razão cristão – é um ser malfazejo. Um comentário contrário ao nosso blog "Verde: a cor nova do comunismo" defende que “depredar e destruir não faz parte da natureza nem dos lobos nem de nenhum outro animal. O homem é o único ser que destrói o que o sustenta; a verdade é que a raça humana se tornou uma praga”.

A tese não é original. É até um chavão do ecologismo radical.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Ursos polares em “perigo de extinção”
se multiplicam, depredam e matam

Horatio Chapple, 17, foi morto pelo urso polar
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








O urso polar é um dos mais belos animais da Criação, mas também dos mais perigosos.

Uma errônea propaganda ecologista os apresenta como fofos bichinhos de estimação. O erro tem custado pernas e braços a ingênuos visitantes de zoos do mundo.

Acresce que o ambientalismo obteve que fossem declarados “em perigo de extinção”, e ficaram quase intocáveis.

Porém em Longyearbyen, capital do arquipélago de Svalbard, ainda ecoa o último ataque de um urso branco.

Ele invadiu na madrugada um acampamento de estudantes britânicos, matou um e feriu gravemente mais quatro. Os jovens estavam fazendo “turismo de aventura”.

Acampamento atacado
Horatio Chapple, 17, dormia com dois colegas numa barraca quando o urso apareceu e o estraçalhou.

“Nunca tivemos um ataque com tanta gente envolvida”, disse o vice-governador de Svalbard, Lars Erik Alfheim, que conduz a investigação.

O urso assassino foi um macho faminto de 250 kg. Os ursos-brancos costumam caçar focas e outros grandes animais marinhos, despedaçando-os com ferocidade.

Alfheim tentou tranqüilizar os turistas dizendo que “os ataques mais comuns são a cientistas”, como se isso afastasse a preocupação.

O problema é que, nos últimos anos, os ursos proliferaram muito e ficam girando pela periferia de Longyearbyen, a capital regional.

Ursos polares devoram uma presa
É difícil encontrar um morador que não tenha uma história ameaçadora de um “isbjorn” (literalmente “urso do gelo”, em norueguês) para contar.

Ainda neste verão do Hemisfério Norte um deles entrou no aeroporto local.

O governo norueguês vem alertando para os perigos envolvidos com o ingresso desses ursos em zona urbana.

O problema é que essas feras protegidas já são 3.000 em Svalbard, enquanto a população é de apenas 2.000 seres humanos.

Os habitantes do arquipélago não partilham o sentimentalismo da propaganda ambientalista.

“Em média três são mortos a tiros por ano em legítima defesa”, afirmou o biólogo Jon Aars, do Instituto Polar da Noruega, à “Folha de S.Paulo”.