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domingo, 29 de março de 2015

Poluição inviabiliza vida em cidades chinesas,
mas ambientalistas exaltados calam

Pequim num dia poluído (15-01-2015) e num dia ensolarado (19-12-2014).
PASSE O MOUSE PARA CONFERIR



Quase 90% das cidades chinesas têm a atmosfera contaminada, algumas pesadamente, com perigo para a saúde de seus habitantes.

A percentagem é impressionante: das 74 aglomerações monitoradas pelo ministério de Meio Ambiente, apenas 8, ou quase 10%, estiveram abaixo da fronteira do perigo em 2014, noticiou o jornal parisiense “Le Figaro”.

A maior preocupação é com o PM2,5, critério que mede as partículas mais finas no ar, o monóxido de carbono e o ozono.

Trata-se de partículas especialmente pequenas e assassinas que danificam os sistemas respiratório e cardiovascular, a partir dos quais penetram até no cérebro, ameaçando as crianças em gestação, etc.

Há um ano, a Academia Chinesa de Ciências Sociais advertiu em relatório que Pequim, a capital do país, “apenas era vivível para os seres humanos”.

A frase dá a magnitude do desastre, sobretudo considerando o perigo a que se expuseram os cientistas que, ao reconhecerem o fato, contrariavam a propaganda internacional do regime.

Torre central da Rádio e Televisão (CCTV)
num dia poluído (15-01-2015) e num ensolarado (19-12-2014)
PASSE O MOUSE PARA CONFERIR
Em 2012, registrou-se um auge de poluição por semana, gerando até perturbações no tráfico aéreo.

Os habitantes das zonas urbanas consultam diariamente os índices de poluição e na prática vivem resignados à bruma cinza e tóxica que os envolve.

A partir de 2013 multiplicaram-se as manifestações de cidadãos exasperados pelo ar poluído que recorreram à violência.

A pressão diplomática pede ao regime políticas humanitárias contra a intoxicação do ar. Mas o governo só se mexeu quando percebeu que os turistas estavam deixando de ir.

No outono de 2013, numa declaração que não se sabe se deve ser levada ao trágico ou ao cômico, o primeiro-ministro “declarou guerra” à poluição, anunciando verbas e objetivos.

Tiananmen num dia poluído (15-01-2015) e num dia ensolarado (17-11-2014).
PASSE O MOUSE PARA CONFERIR
O problema essencial é que a solução passa pelo fechamento das usinas termoelétricas que queimam carvão. E a China, que promete construir usinas nucleares de energia limpa no exterior, não pretende acabar com esses incansáveis geradores de fumaça tóxica.

As metas econômicas fixadas pelo Partido Comunista devem ser atingidas, qualquer que seja o preço a pagar. E o preço pode incluir a decapitação política e até física do responsável pela diminuição da produção.

Em novembro 2014, os EUA e a China assinaram um acordo prevendo compromissos contra a emissão de CO2 que pouco ou nada têm a ver com o problema. Ficou lindo para a mídia.

A área mais atingida é a de Pequim e redondezas: das dez comunas com o ar mais envenenado, sete ficam na província de Hebei, onde se concentra a indústria pesada que rodeia a cidade.

A média da medida do PM2,5 na região é de 93 microgramas por metro cúbico, e a meta tolerada, segundo a lei escrita que não é respeitada, é de 35 microgramas.

O sonho chinês de hegemonia mundial comunista passa por cima de qualquer outra consideração.


domingo, 22 de março de 2015

Florestas tropicais crescem mais rápido
com aumento de emissões de CO2

Florestas tropicais crescem mais com aumento de emissões de CO2.
Floresta de Wharanaki Falls, Nova Zelândia.
Luis Dufaur





As florestas tropicais crescem mais rápido quando aumenta a proporção de CO2 na atmosfera, defende estudo patrocinado pela NASA.

A informação é do jornal britânico “The Daily Mail”.

O estudo concluiu que as florestas tropicais estão absorvendo 1,5 bilhões de toneladas de CO2 por ano, fato que estimula a fotossíntese e as faz crescerem mais.

As florestas tropicais úmidas, como a amazônica, absorvem o excesso dos gases estufa numa proporção maior do que a imaginada, com benéfico efeito de equilíbrio.
“Esta é uma boa notícia, porque as florestas boreais colhem menos esses gases, enquanto as florestas tropicais podem continuar absorvendo-os durante muitos anos”, disse o Dr. David Schimel, pesquisador do Nasa's Jet Propulsion Laboratory da Califórnia, que liderou o estudo.

Renovar a vegetação não é um mal, mas um bem,
Pés velhos não absorvem CO2, mas novos sim.
Floresta amazônica.
Ele disse que o Brasil desmatou 4.848 quilômetros quadrados entre agosto de 2013 e julho de 2014, uma superfície assaz pequena se comparada com os 6,1 milhões de quilômetros quadrados da floresta amazônica: é menos de sua milésima parte.

A vegetação em geral absorve cerca de 2,7 bilhões de toneladas de CO2, ou 30% do emitido por obra humana.

Porém, a proporção da absorção varia segundo a idade dos pés.

As árvores velhas que predominam nas florestas já estão formadas e não precisam de muito mais CO2 para se desenvolverem.

Porém, as árvores novas absorvem muito CO2, pois precisam dele para crescer.

A moral da história é que renovar a vegetação não é um mal, mas um bem, ainda que se suponha de modo anticientífico que o CO2 faz mal à vida na Terra.

O Dr Schimel e seus colegas publicaram seu estudo nos Proceedings of National Academy of Sciences. Eles usaram modelos computacionais, imagens satelitais, dados de experiências com fotossínteses, além de fazerem um mapa mostrando como as florestas absorvem o CO2 da atmosfera.

Ele explica: “O que nós acabamos construindo neste estudo é uma teoria da fertilização produzida pelo CO2 com base em fenômenos em escala microscópica e observações em escala global que pareciam contradizer esses fenômenos”.

O CO2 equivale a um fertilizante, mas é repudiado por uma seita ambientalista que quer tornar infértil todas as iniciativas da civilização.


domingo, 15 de março de 2015

Novo combustível promete render mais
do que todos os conhecidos

Arde o metano libertado e pinga água. Fonte: United States Geological Survey
Arde o metano libertado e pinga água.
Fonte: United States Geological Survey
Luis Dufaur





E se as fontes de energia conhecidas fossem apenas uma parcela, e até mínima, de muitas outras existentes que o homem não descobriu, ou ainda não sabe como explorá-las?

A pergunta é procedente e a resposta poderia sepultar definitivamente as alegações catastrofistas de uma civilização planetária que se apaga por esgotamento de suas fontes de energias.

Uma nova fonte de energia foi identificada nos leitos marítimos do mundo. E vários países já correm para gerar a tecnologia que a torne acessível.

O Japão já poderia começar a explorá-la na próxima década, segundo longa reportagem de “Expansion.com”.

Trata-se dos hidratos de metano (uma espécie de gás metano congelado, o gás de cozinha), cujas reservas superam as do petróleo, do gás natural e do carvão somados.

No momento atual, a última palavra em matéria energética está mudando a geopolítica mundial: o petróleo e o gás de xisto.

Eles são responsáveis por tornar os EUA o maior produtor mundial de petróleo e de gás, estão derrubando os preços do barril de petróleo e mudando os equilíbrios de poder em todo o Planeta.

Outras nações com enormes reservas de hidrocarbonetos não convencionais tentam emular a experiência americana.

Gelo combustível moléculas de gás, principalmente metano, encapsuladas em uma estrutura de água congelada
Gelo combustível: moléculas de gás, principalmente metano,
encapsuladas em uma estrutura de água congelada
Mas um outro hidrocarboneto promete uma nova etapa na história energética global, que talvez comece dentro de uma década.

Por incrível que pareça, a fonte provêm de um gás que aparece em forma de gelo normal.

Mas, caso se aproxime dele uma chama, pega fogo porque contém grande proporção de gás metano.

Trata-se de moléculas de metano presas em moléculas de água congelada e que se encontram em imensas quantidades no fundo dos mares, a partir de 500 metros de profundidade; e no solo das regiões polares a partir de 150 metros. Os depósitos submarinos concentram 98% do total estimado.

O Serviço de Geologia norte-americano (USGS) acha que a acumulação desse combustível poderia ser até 100 vezes maior que todas as reservas de gás de xisto. Sua intensidade energética é muito superior à do metano convencional: um metro cúbico de hidrato de metano equivale a 164 metros cúbicos de gás metano.

As dificuldades técnicas e tecnológicas para explorá-lo de modo rentável ainda não foram superadas. Mas o uso do metano contamina menos que a queima de petróleo ou carvão.

Não faltam ambientalistas que alegam o perigo de o aquecimento global aumentar com o novo metano. Imaginam até os mares aquecendo, os polos descongelando e liberando naturalmente o metano na atmosfera, num apocalipse universal.

O mapa de um futuro boom energético.
O mapa de um futuro boom energético.
Mas, além de parecer improvável, tudo isso é ideologicamente contaminado.

O USGS julga muito pouco provável um efeito sobre o aquecimento global, se é que existe.

Os cientistas vêm experimentando diversas técnicas de extração por aquecimento ou despressurização. É provável, porém, que com tempo e dinheiro suficiente a solução será encontrada sem danificar o meio ambiente.

O gás de xisto encontrava-se na mesma situação há dez anos. Os hidratos de metano já eram conhecidos no século XIX, mas a corrida para aproveitá-lo é do século XXI.

O engenho humano tem-se mostrado como que inesgotável. O Japão incentiva a investigação desta energia alternativa. A Japan Oil e o governo japonês iniciaram estudos para definir a tecnologia necessária para extraí-lo já em 2018 e iniciar sua comercialização entre 2023 e 2027.

Para outros, os hidratos de metano serão uma realidade comercial só na década de 2030.

Em qualquer caso, desponta no horizonte uma nova e imensa fonte no cenário energético global que exorciza os pavores espalhados pelo catastrofismo “verde”.

domingo, 8 de março de 2015

Os polos não derretem, os ursos passam bem,
os mares não sobem e não morremos assados
comemora veterano comentarista do tempo

John Coleman: "não existe a crise do clima"
Luis Dufaur


A administração Obama e seu poderoso secretário de Estado, John Kerry, martelam incessantemente que combater a mudança climática provocada pela civilização é um dos grandes desafios da humanidade.

Mas, como se ainda necessário fosse, John Coleman, co-fundador do Weather Channel, órgão que conquistou a reputação da mídia como o mais confiável na previsão do tempo, voltou a mostrar que o martelado prego da mudança climática não só está torto: ele não existe.

O bem-humorado Coleman participou do programa “The Kelly File”, de Megyn Kelly, para discutir o “mito” da suposta “crise climática”, até cair na risada com as pessimistas contradições de Al Gore.

“Para qualquer um é muito difícil ser contra [o mito da ‘crise climática’], porque a mídia disse ao país, dia após outro durante 20 anos, que os oceanos estão subindo, que os ursos polares estão morrendo, que o gelo está derretendo, que as tormentas vão varrer a Terra e que todos nós vamos a morrer numa onda de calor”, explicou Coleman, que durante 60 anos comunicou ao país as mais respeitadas previsões sobre o tempo.

domingo, 1 de março de 2015

Religião verde levanta ponta do véu
e aparece um panteísmo anti-humano

Gaia: o deus, ou deusa, panteísta onde se desfazem todos os seres individuados
Gaia: o deus, ou deusa, panteísta e caótico onde se desfazem todos os seres individuados
Luis Dufaur


A Associação Ecumênica de Teólogos e Teólogas do Terceiro Mundo (EATWOT ou ASETT) consagrou um número de sua revista “Voices” ao tema “Ecologia profunda, espiritualidade e liberação”, informou a agência ADISTA, que divulga entusiasmada a iniciativa.

Temos insistido neste blog que por detrás da aparência de proteção da natureza, a temática ecológica vem sendo explorada a partir da queda da URSS para operar uma revolução de tipo panteísta, neocomunista e libertária.

Aderiu a esse estratagema a decrépita Teologia da Libertação, que andava precisando de novos ares de mocidade, ou de algum botox ideológico.

Insistimos também que nesse ambientalismo fajuto se esconde uma religião oculta para os não iniciados.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

O fantasma da “acidificação dos oceanos” não existe

Não faltaram custosos operativos de propaganda  para a teoria oca da acidificação dos oceanos por obra do homem.
Não faltaram custosos operativos de propaganda
para a teoria oca da acidificação dos oceanos por obra do homem.
Luis Dufaur


Um reputado especialista acaba de desentranhar uma falsificação comparável talvez à vituperada fraude do gráfico do “hockey stick” de Michael Mann. Veja mais sobre o caso: CLIMATEGATE

Esse escândalo, que deu muito para falar, distorceu os dados para criar um esquema que mostrava o CO2 subindo como um foguete, segundo escreveu Thomas Lifson, diretor do “American Thinker”.

Agora foi apontada outra fraude incubada nas artimanhas alarmistas sobre a suposta acidificação dos oceanos. Veja também: Expedição descobre que imensa “ilha de lixo flotante” era ficção ambientalista

Como o fato é bastante inacessível ao comum das pessoas, foi fácil agitar o espantalho. E depois, como de costume, usá-lo para impor medidas contra o CO2, essencialmente mais impostos, mais sistemas regulatórios, controles da produção e diminuição do consumo da energia que faz funcionar a vida moderna.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Alarmismo ambientalista engana sobre a causa da seca, diz climatologista Luiz Carlos Molion

Climatologista desfaz mitos "verdes" sobre a seca e aponta as verdadeiras causas. Professor Luiz Carlos Molion
Climatologista desfaz mitos "verdes" sobre a seca
e aponta as verdadeiras causas. Professor Luiz Carlos Molion
Luis Dufaur


O professor Luiz Carlos Molion, dispensa apresentação. Ele representa a América Latina na Organização Meteorológica Mundial, é pós-doutor em meteorologia, membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim, e leciona na Universidade Federal de Alagoas. 


Em palestra que ministrou no dia 19 de dezembro aos produtores da Cooperativa Regional de Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), o climatologista fez uma previsão de chuvas para os próximos anos.

E mais uma vez refutou a hipótese de as mudanças climáticas e o aquecimento global serem frutos da ação agrícola e industrial, segundo divulgou Correpar.

O renomeado climatologista utilizou dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), e mostrou 2014 choveu cerca de 70% da média prevista de 1.400 mm.

Molion defende que a atribuição da seca à ação humana sobre o meio ambiente, especialmente o desmatamento na Amazônia é um mito.

“Coisa de ‘ambientalista extremista’”, afirmou.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Profecias de Boffstradamus:
tudo o que vai acontecer em 2015

Boffstradamus: o infalível áugure profetiza o quase fim da vida na Terra em  2015
O infalível áugure profetiza o quase fim da vida na Terra em  2015
Luis Dufaur


Este post já começou mal: se você o lê é porque não se cumpriram algumas das profecias que o sábio Boffstradamus tirou de sua biblioteca verde, teológica e libertária.

Consultado a respeito, enquanto contribui a todo vapor com uma próxima encíclica, o infalível áugure garante que vão se cumprir.

E se falharem será por culpa do agronegócio, do aquecimento global, do egoísmo acumulador, da globalização e outras mazelas capitalistas.

Profecia verde, teológica e libertária nunca falha. Então, tomemos as seguintes verdades que se verificarão neste ano, sem direito à réplica.

domingo, 25 de janeiro de 2015

A fraude do 2014 “ano mais quente do século” indigna cientistas


Luis Dufaur


O total a pagar no supermercado deu R$ 20,01. Paguei com uma nota de vinte e o caixa ignorou o 0,01. Perguntei-me se com esse centavo eu não teria batido meu recorde de riqueza. Evidentemente, um centavinho é irrelevante.

Mas, indaguei a mim mesmo se continuando a acumular um centavo anualmente chegaria a ficar mais rico que Bill Gates. Mas esse centavo somado a muitos outros não mudarão em nada minha existência.

Ninguém ache que eu estava ficando louco. Na verdade, eu estava raciocinando como ‘aquecimentista’, pois acabava de ler num envelhecido jornal paulista noticia originada na Agência Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) de que a temperatura global da Terra bateu em 2014 o recorde desde que as temperaturas globais começaram a ser registradas, em 1880.

domingo, 11 de janeiro de 2015

“Comunismo está voltando com outras bandeiras e cores”
diz herói da derrocada soviética na Checoslováquia

Václav Klaus, ex-presidente da República Checa:
 “Celebrar o fim do comunismo é um equívoco” 

“Celebrar o fim do comunismo é um equívoco”, pois “algo parecido está voltando, com outras bandeiras e outras cores”, alertou Václav Klaus, o primeiro chefe de governo da República Checa depois do fim da ditadura soviética, segundo artigo de “O Estado de S. Paulo”.

Klaus voltou a exercer a presidência de seu país entre 2003 e 2013. Ele se tornou internacionalmente conhecido por se opor às novas formas metamorfoseadas do comunismo, em especial a mais extrema delas – a autogestão –, que a URSS tinha como objetivo realizar mas nunca conseguiu.

Um dos heróis nacionais checos pelo papel que teve na chamada “Revolução de Veludo”, que precipitou a queda do comunismo em seu país,

Klaus denunciou o avanço incubado do comunismo no ambientalismo que gera pânicos, como a respeito das “mudanças climáticas”, mas cuja finalidade é derrubar o capitalismo privado no Ocidente.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Boas notícias do espaço: “muro invisível”
protege a Terra contra radiação letal

As sondas de Van Allen da NASA, instrumentos da descoberta do "escudo" protetor da Terra
As sondas de Van Allen da NASA,
instrumentos da descoberta do "escudo" protetor da Terra


Notícias tranquilizadoras sobre a natureza e o nosso meio ambiente provêm com relativa frequência da ciência objetiva.

Mas elas não obtêm espaço na mídia, que prefere os anúncios estarrecedores ou deprimentes, e rara vezes verdadeiros, do ambientalismo radical.

É o caso da descoberta surpreendente, e até agora inexplicada, feita por uma dupla de satélites da NASA (National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço) e reportada em 27.11.14 pela revista científica britânica “Nature”.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Especialista espacial: estamos entrando
numa fase de arrefecimento global

No norte da Áustria: Schneeberg (literalmente 'Montanha de neve'),
coberta pelo gelo 3 de dezembro 2014:
a temperatura global não se define pela temperatura local
Luis Dufaur


Frentes frias desagradáveis precipitam um inverno gelado antes da hora na América do Norte e na Europa. Calores e secas pouco comuns atingem São Paulo e outras regiões.

Quem quiser olhar só para si tem como achar que estamos diante do ano mais quente e seco da história, ou dos mais frios e úmidos.

Porém, a temperatura global não se define pela temperatura local. Ela é definida por um intrincado cálculo com base em milhares de pontos de medição espalhados por toda a Terra. Confira por exemplo: Rede ultra precisa de estações confirma: clima esfriou

domingo, 30 de novembro de 2014

A China aplica velho provérbio: “as más companhias são como um mercado de peixe; acabamos por nos acostumar ao mau cheiro”

A China só cumprirá compromisso contra emissões se lhe aprouver.. Mas cobrará o que Obama assinou molemente.
A China só cumprirá compromisso contra emissões se lhe aprouver.
Mas cobrará o que Obama assinou molemente.
Luis Dufaur



A reunião do Foro de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC), realizada na China no início de novembro (2014), teve um efeito colateral inesperado, pelo menos para quem não costuma acompanhar os fatos chineses.

Embora acabasse de assinar bombasticamente com os EUA um compromisso para reduzir a emissão de gases estufa, a China deixou claro que só cumprirá aquilo que lhe aprouver.

Mas, ao mesmo tempo exige, com a colaboração de líderes como Dilma Rousseff, que os EUA honrem o o compromisso. O que possivelmente o moleirão presidente Obama, signatário do documento, não deixará de fazer.

Para a reunião da APEC, a China mostrou como entende os acordos ambientalistas. Ela adotou medidas drásticas e indispensáveis durante a reunião para fingir que se interessa pelo meio ambiente mais do que pela hegemonia do socialismo.

domingo, 23 de novembro de 2014

Neo-religião verde excogita ritos fúnebres “ecologicamente corretos”

Modelo para a "biocremação"
Modelo para a "biocremação"
Luis Dufaur



A Bélgica e a Holanda querem aprovar um processo para dissolver os corpos humanos num rito fúnebre “ecologicamente correto” que substituiria o enterro, noticiou o jornal de Londres “The Telegraph”.

O rito da “biocremação”, conhecido tecnicamente como hidrólise alcalina, é apresentado como mais ‘reintegrador’ ao meio ambiente e já está em uso em algumas partes dos EUA e do Canadá.

Trata-se de dissolver o corpo do falecido utilizando uma solução quente à base de água alcalina submetida a altas pressões e temperaturas. O processo não deixaria escassas cinzas do finado e o líquido resultante seria ‘devolvido’ à natureza, ou vertido no esgoto.

domingo, 16 de novembro de 2014

Estudo oficial esvazia chicanas contra o gás de xisto.
Mas ‘verdes’ dão de ombros à ciência

O relatório do Departamento de Energia dos EUA
O relatório do Departamento de Energia dos EUA
Luis Dufaur



O Departamento de Energia dos EUA publicou o relatório final – tido como texto de referência – sobre o fraturamento hidráulico ou fracking.

O estudo intitula-se “An Evaluation of Fracture Growth and Gas/Fluid Migration as Horizontal Marcellus Shale Gas Wells are Hydraulically Fractured in Greene County, Pennsylvania” e foi elaborado pelo National Energy Technology Laboratory (NETL), do referido ministério.

Ele pode ser descarregado na íntegra neste endereço: http://1.usa.gov/1u21vuL

O relatório não achou provas de que substâncias químicas ou água turva produzidas pelo método de fracking tivessem contaminado camadas superiores de água potável na Pensilvânia, segundo a agência Associated Press.

É a primeira vez que uma empresa que usa o fracking permite um monitoramento independente de seus métodos de trabalho, arbitrariamente condenados pelo movimento ambientalista.

Após anos de monitoramento, o NETL constatou que os fluidos químicos usados no fracking ficavam a 5.000 pés (mais de 1.500 metros) abaixo dos lençóis de água potável.

domingo, 9 de novembro de 2014

A Groenlândia aquece há 19.000 anos
e sem culpa do homem

Bo Vinther, membro da equipe, prepara um 'ice core' para inspeção visual.  Foto de Christian Morel
Bo Vinther, membro da equipe, prepara um 'ice core' para inspeção visual.
Foto de Christian Morel
Luis Dufaur


Era para o aquecimentismo se perguntar se ainda vale a pena seguir com o mesmo ritornelo. Pois mais um estudo da revista americana Science veio tirar pretextos a seus slogans e a sua ideologia. E com dados de desmaiar.

Com procedimentos de medição mais precisos dos usados até agora, a equipe de cientistas constatou que a Groenlândia começou a aquecer há 19.000 anos, informou o jornal de Paris “Le Monde”.

Quer dizer, muitos milênios antes de aparecer a civilização, as cidades, indústrias etc. Porém, segundo o dogma ambientalista, a civilização atual provocou o aquecimento global que vai derreter as geleiras da Groenlândia. E, como resultado final, esquentará o mundo até deixá-lo como um astro morto.

domingo, 2 de novembro de 2014

EUA: macaco que faz selfie
não tem direito a copyright

Copyright Office: animal não é sujeito de direitos
Copyright Office: animal não é sujeito de direitos
Luis Dufaur



O Copyright Office, órgão do governo norte-americano responsável pelo registro de direitos autorais, determinou que o direito não assiste a um macaco que tirou uma foto de si mesmo.

A norma especifica que “o órgão não registra trabalhos produzidos pela natureza, animais ou plantas”, segundo informou a UOL.

Entre os exemplos apresentados figura “uma foto tirada por um macaco” e “um mural pintado por um elefante”.

O Copyright Office dos EUA equivale ao Inpi ( Instituto Nacional da Propriedade Industrial) do Brasil.

A decisão favorece o fotógrafo britânico David Slater, que em 2011, durante uma viagem à Indonésia, acompanhou um grupo de 20 macacos pela floresta da ilha de Sulawesi.

“Eles passaram a mostrar um lado brincalhão, pulando em cima do equipamento”, contou Slater.

domingo, 26 de outubro de 2014

Expedição descobre que imensa “ilha de lixo flotante” era ficção ambientalista

Carlos Duarte, responsável da expedição Malaspina:
“Essa famosa ilha de plásticos não existe”
Luis Dufaur


Era uma vez uma imensa ilha de lixo boiando no Pacífico.

Apenas uma ilha? Um subcontinente de 700.000 até 15 milhões de quilômetros quadrados, uma ou duas vezes o tamanho dos EUA fala o ativismo ambientalista!!! (cfr. WIKIPEDIA Great Pacific garbage patch).

Só uma? Por que não várias, até muitas, intoxicando o maior oceano do mundo?

A corrida ao exagero nas denúncias de “catástrofes ecológicas” pede suspeitas e denúncias sempre mais assustadoras.

A incomensurável “massa plástica” gerada pelo consumismo capitalista – porque afinal só ele poderia ter produzido semelhante monstro – teria seus equivalentes em outros oceanos e mares.

Peixes de variadas espécies morriam intoxicados e beiravam a extinção, os oceanos se acidificavam e perdiam o oxigênio, virando desertos líquidos povoados pela morte lá onde outrora houve simpáticos seres vivos.

domingo, 19 de outubro de 2014

Ambientalistas exibem ideologia marxista,
comunista ou socialista
em NYC e Oakland

A fala nova é pela natureza. Mas o pensamento é do velho comunismo. People’s Climate Rally, Oakland, Califórnia, 23.9.2014
A fala nova é pela natureza.
Mas o pensamento é do velho comunismo.
People’s Climate Rally, Oakland, Califórnia, 23.9.2014
Luis Dufaur



Diversos movimentos “verdes” engrossaram as passeatas de 21 de setembro, visando pressionar a reunião de cúpula da ONU para as mudanças climáticas.

A principal passeata “verde” foi a “People’s Climate March”, em New York City, que foi acompanhada por passeatas e concentrações convergentes em outras cidades americanas.

domingo, 12 de outubro de 2014

NYC: “O ambientalismo está morto”,
diz jornalista verde engajada

Militantes ambientalistas pressionam a ONU pela Revolução planetária contra o capitalismo. People's Climate March, 21 de setembro 2014
Militantes ambientalistas pressionam a ONU
pela Revolução planetária contra o capitalismo.
People's Climate March, 21 de setembro 2014
Luis Dufaur


Na prestigiosa revista Foreign Policy, a jornalista Kate Galbraith externou o seu desânimo em face dos resultados da última reunião de cúpula sobre mudanças climáticas da ONU em Nova York.

Na sua opinião, o resultado da reunião se resume no título de sua reportagem: “Environmentalism Is Dead” (“O ambientalismo está morto”).

A atitude dessa especialista em ambientalismo parece à primeira vista incongruente, pois a mídia brasileira apresentou a reunião da ONU como um bombástico triunfo do ambientalismo radical.

As manifestações de rua teriam sido multitudinárias, com a destacada participação de “freiras de passeata” – sim, elas ainda existem! – recicladas do comunismo para o ambientalismo, nesta época de retorno dos envelhecidos arautos da Teologia da Libertação.

domingo, 5 de outubro de 2014

Amazônia tem “oceano subterrâneo” de água doce

A descoberta do aquífero Alter do Chão pareceu uma coisa colossal.
Mas foi apenas o início de um achado muito maior.
Luis Dufaur


A Amazônia possui uma reserva de água subterrânea com volume calculado em mais de 160 trilhões de metros cúbicos, (mil litros por metro cúbico) estimou Francisco de Assis Matos de Abreu, professor da Universidade Federal do Pará (UFPA).

O anúncio foi feito durante a 66ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que terminou no dia 27 de julho 2014, no campus da Universidade Federal do Acre (UFAC), em Rio Branco, segundo reportagem de Elton Alisson da Agência Ibero-americana para a Difusão da Ciência e da Tecnologia DICYT.

O volume é 3,5 vezes maior do que o do Aquífero Guarani, que abrange os territórios do Uruguai, da Argentina, do Paraguai e principalmente do Brasil, com 1,2 milhão de quilômetros quadrados de extensão.

“A reserva subterrânea representa mais de 80% do total da água da Amazônia”, disse Abreu.

Esse “oceano subterrâneo”, contudo, é muito pouco conhecido. De acordo com Abreu, as pesquisas sobre o Aquífero Amazônia foram iniciadas há apenas 10 anos, quando ele e outros pesquisadores da UFPA e da Universidade Federal do Ceará (UFC) realizaram um estudo sobre o Aquífero Alter do Chão, no distrito de Santarém (PA).

domingo, 28 de setembro de 2014

NASA informa: o sol quase “torrou” a civilização da informação

Representação artística da força de uma erupção solar. A Terra (ponto azul embaixo) aparece muito mais perto do sol para ilustração.
Representação artística da força de uma erupção solar.
A Terra (ponto azul embaixo) aparece muito mais perto do sol para ilustração.
Luis Dufaur


Um fato pôs em relevo, mais uma vez, o absurdo do homem pretender que com sua civilização, determina os equilíbrios cósmicos ou planetários, como sustentam nossos alegres “verdes” radicais.

No mês de abril, cientistas dos mais renomados e altos responsáveis do governo americano se deslocaram até Boulder, no Colorado, a fim de participar do NOAA's Space Weather Workshop, reunião anual para discutir os perigos e as probabilidades das tempestades solares, informou a NASA.

Essas tempestades têm sua origem em fabulosas explosões na superfície solar. Elas são rotineiras, existem desde sempre, e atingem regularmente a Terra com diversos efeitos eletromagnéticos de intensidades mutáveis.

O atual ciclo solar está sendo mais fraco do que de costume, e isso até contribui para o resfriamento global.

domingo, 21 de setembro de 2014

Uma “nação chinesa” na Amazônia?

Presidente Dilma com presidente da China Xi-Jinping

As inconmensuráveis riquezas contidas na região amazônica causam inveja em todo o mundo.

Não faltam e cada vez menos faltará países, multinacionais ou grupos ideológicos querendo fincar pé nas regiões menos povoadas da Amazônia brasileira.

É questão de soberania nacional que o País ocupe efetivamente esse território.

E quem melhor do que os próprios cidadãos brasileiros para se instalarem lá para produzir, povoar e garantir o controle nacional?

Porém, o ativismo ambientalista, de mãos dadas com o indigenismo e outros pretextos de fundo ideológico, vêm bloqueando a larga ocupação dessa imensa parcela estratégica do país.

Restrições legais de toda espécie, como demonstrou o Dr. Evaristo de Miranda no post O BRASIL ACABOU?, tornam extremamente árdua senão impossível a expansão natural da atividade produtiva e da população brasileira nessa prometedora região.