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domingo, 19 de outubro de 2014

Ambientalistas exibem ideologia marxista,
comunista ou socialista
em NYC e Oakland

A fala nova é pela natureza. Mas o pensamento é do velho comunismo. People’s Climate Rally, Oakland, Califórnia, 23.9.2014
A fala nova é pela natureza.
Mas o pensamento é do velho comunismo.
People’s Climate Rally, Oakland, Califórnia, 23.9.2014

Diversos movimentos “verdes” engrossaram as passeatas de 21 de setembro, visando pressionar a reunião de cúpula da ONU para as mudanças climáticas.

A principal passeata “verde” foi a “People’s Climate March”, em New York City, que foi acompanhada por passeatas e concentrações convergentes em outras cidades americanas.

Militantismo socialista ostensivo na People’s Climate Rally, Oakland, Califórnia.
Militantismo socialista ostensivo
na People’s Climate Rally, Oakland, Califórnia.
O caráter marcadamente anticapitalista, socialista e até comunista delas deixou espantados os desavisados.

Até “freiras de passeata”, que algumas décadas atrás eram jovens, participaram com roupas civis e grandes sorrisos amarelos.

Um dos mais reveladores eventos foi o “People’s Climate Rally”, realizado em Oakland, Califórnia.

No evento de New York, a presença de grupos comunistas foi menos escancarada.

Em Oakland, contudo, o movimento contra a “mudança do clima” exibiu de modo pleno, incontestável e aberto sua essência comunista, abandonando por completo a fachada de tapeação.

A luta contra a suposta “mudança climática” revelou-se desavergonhadamente o derradeiro disfarce de uma “revolução total” que visa liquidar o sistema político-social e econômico atual, escreveu o site PJMedia, presente no local e cujas fotos reproduzimos.

O verdadeiro inimigo e o capitalismo, como nos tempos da ex-URSS.  People’s Climate Rally, Oakland, California, 23.9.2014
O verdadeiro inimigo e o capitalismo,
como nos tempos da ex-URSS.
People’s Climate Rally, Oakland, California, 23.9.2014
A cortina caiu e o ‘novo sistema’ pregado pelos verdes não é senão o velho comunismo, segundo o PJMedia.

Ou, segundo alguns dos representantes presentes, um socialismo fiel a Marx que deve guiar uma fase de transição rumo a um utópico regime comunitário.

Nessa utopia 'verde' serão eliminados a propriedade privada, a família e os direitos individuais.

A fraseologia comunista foi adaptada e as organizações usam às vezes outros rótulos.

Mas várias delas nem fizeram o esforço de mudá-los, ostentando seus nomes da Guerra Fria, agora que esta foi recomeçada por Putin.

O bicho-papão do ‘aquecimento global’ foi proclamado como um grande meio para, antes de tudo, “destruir o capitalismo”.
Vetustos hippies: 'mudança de sistema e não mudança climática'  Oakland, Califórnia, 23-09-2014
Vetustos hippies: 'mudança de sistema e não mudança climática'
Oakland, Califórnia, 23-09-2014

As fotografias do “People’s Climate Rally” de Oakland em 21 de setembro de 2014 são mais eloquentes do que as palavras.

Muitos dos grupos marxistas, comunistas e socialistas fotografados foram também promotores oficiais do evento, observou PJMedia.



domingo, 12 de outubro de 2014

NYC: “O ambientalismo está morto”,
diz jornalista verde engajada

Militantes ambientalistas pressionam a ONU pela Revolução planetária contra o capitalismo. People's Climate March, 21 de setembro 2014
Militantes ambientalistas pressionam a ONU
pela Revolução planetária contra o capitalismo.
People's Climate March, 21 de setembro 2014
Na prestigiosa revista Foreign Policy, a jornalista Kate Galbraith externou o seu desânimo em face dos resultados da última reunião de cúpula sobre mudanças climáticas da ONU em Nova York.

Na sua opinião, o resultado da reunião se resume no título de sua reportagem: “Environmentalism Is Dead” (“O ambientalismo está morto”).

A atitude dessa especialista em ambientalismo parece à primeira vista incongruente, pois a mídia brasileira apresentou a reunião da ONU como um bombástico triunfo do ambientalismo radical.

As manifestações de rua teriam sido multitudinárias, com a destacada participação de “freiras de passeata” – sim, elas ainda existem! – recicladas do comunismo para o ambientalismo, nesta época de retorno dos envelhecidos arautos da Teologia da Libertação.

Mas Kate Galbraith foi testemunha do que sucedeu e não caiu nesses contos de mídia decadente.

O que aconteceu na cúpula da ONU em New York se resume, segundo ela, em belas promessas feitas por altas empresas petrolíferas de braços dados com o presidente Barack Obama e outros líderes mundiais contra o aquecimento global.

Mas, na prática, nenhuma delas era sincera. Ninguém está disposto a cortar as emissões de CO2 ou outras medidas utópicas ou mais ou menos dirigistas, pois todos temem ser postos para fora do cenário político na primeira eleição.

Kate cita o blog Wonkblog do Washington Post: “De que serve uma cúpula climática sem corte de emissões?”

Freiras de passeata na People's Climate March, NYC, para pressionar a ONU por drásticas decisões dirigistas.
Freiras de passeata na People's Climate March, NYC,
para pressionar a ONU por drásticas decisões dirigistas.
Para ela, os dirigentes mundiais que acreditam ou fingem acreditar no aquecimento global, “estão diante de uma tarefa virtualmente impossível”. Há 15 anos que não sai nenhum acordo internacional sobre qualquer tópico ambientalista.

Em boa parte porque a opinião pública americana está farta deles, não acredita no que dizem, e derruba democraticamente o representante que adotar as bandeiras verdes cada vez mais impopulares.

Longe ficou A Cúpula da Terra de 1992, no Rio de Janeiro – a ECO-92, uma espécie de Vaticano II do ambientalismo internacional.

É verdade que na ECO-92 foram assinados acordos que visavam mudar o mundo. Mas hoje se constata que o efeito desses conchavos é pelo menos discutível.

O Protocolo de Kyoto de 1997 pareceu um sucesso, mas, segundo Kate, quando foi assinado – não por todos nem pelos principais – a descida da ladeira verde já havia começado. É longa a lista de pomposas Convenções ambientalistas que não foram ratificadas, ou ao menos cumpridas pelos países-chaves.

Segundo Kate, a liderança americana encarnada por Al Gore definhou. Na verdade, não é de espantar, após tantos falsos cientistas e falcatruas econômicas envolvendo figuras míticas do movimento verde.

O movimento conservador americano começou a abrir os olhos para os perigos embutidos no ambientalismo.

Desde a ECO-92 até o presente, tudo parece ter dado errado para o ambientalismo radical.
Desde a ECO-92 até o presente,
tudo parece ter dado errado para o ambientalismo radical.
E concluiu que o movimento para salvar o planeta, baleias e pingüins não era tão ingênuo assim. Pelo contrário, envolvia uma drástica redução do nível de vida das pessoas e uma espécie de dirigismo planetário pouco mais omnímodo que o do fracassado comunismo soviético.

Os “céticos” – leia-se os cientistas objetivos – começaram a denunciar as trapaças. As tragédias não aconteciam: os mares não invadiam capitais como Nova York ou Londres, a Amazônia não virou Saara, os números do aquecimento global foram falsificados, os ursos polares passam bem, etc.

Nada disso é bom augúrio para os manipuladores do clima, conclui Kate.

Obama se diz disposto a reduzir as emissões, mas na hora de sancionar um imposto único e draconiano sobre o carbono, atingindo todos os cidadãos, os políticos desconversam.

Al Gore encerrou-se numa toca. De Rajendra Pachauri, a última coisa que se soube foi que esteve às voltas com uma falcatrua relativa ao falso derretimento das geleiras do Himalaia. Dos cientistas do “Climategate” ninguém fala.

A liderança ambientalista americana foi substituída por uma oposição sensata para nós, mas feroz para os ambientalistas apocalípticos.

O pensamento cooperativo de longo prazo, uma espécie de utopia comuno-anarquista “verde” – alguém se lembra? – dos anos 70, não está mais em voga.

Enquanto Miami não inundar, o Congresso americano jamais aprovará algum grande projeto. E o problema é que Miami não inundou, não está inundando, e ao que tudo indica não inundará.

Os maiores poluidores da Terra – a China e a Índia – não assinarão um acordo internacional que restrinja suas economias. E se o assinarem, já anunciaram que é para não cumpri-lo.

O otimismo eufórico da ECO-92 cedeu lugar a um esforço quase paralisante, encerrando sem fôlego o alarmismo aquecimentista.

domingo, 5 de outubro de 2014

Amazônia tem “oceano subterrâneo” de água doce

A descoberta do aquífero Alter do Chão pareceu uma coisa colossal.
Mas foi apenas o início de um achado muito maior.
A Amazônia possui uma reserva de água subterrânea com volume calculado em mais de 160 trilhões de metros cúbicos, (mil litros por metro cúbico) estimou Francisco de Assis Matos de Abreu, professor da Universidade Federal do Pará (UFPA).

O anúncio foi feito durante a 66ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que terminou no dia 27 de julho 2014, no campus da Universidade Federal do Acre (UFAC), em Rio Branco, segundo reportagem de Elton Alisson da Agência Ibero-americana para a Difusão da Ciência e da Tecnologia DICYT.

O volume é 3,5 vezes maior do que o do Aquífero Guarani, que abrange os territórios do Uruguai, da Argentina, do Paraguai e principalmente do Brasil, com 1,2 milhão de quilômetros quadrados de extensão.

“A reserva subterrânea representa mais de 80% do total da água da Amazônia”, disse Abreu.

Esse “oceano subterrâneo”, contudo, é muito pouco conhecido. De acordo com Abreu, as pesquisas sobre o Aquífero Amazônia foram iniciadas há apenas 10 anos, quando ele e outros pesquisadores da UFPA e da Universidade Federal do Ceará (UFC) realizaram um estudo sobre o Aquífero Alter do Chão, no distrito de Santarém (PA).

Veja sobre Alter do Chão: Aquífero descoberto no Norte seria o maior do mundo. Catastrofistas silenciam.

Também: A Amazônia fala pesado e desmente o ecologismo alarmista 

Os dados iniciais apontaram um depósito de água doce subterrânea de 86,4 trilhões de metros cúbicos. Porém, a realidade era ainda maior e melhor.
“Ficamos muito assustados com os resultados do estudo e resolvemos aprofundá-lo. Para a nossa surpresa, descobrimos que o Aquífero Alter do Chão integra um sistema que abrange o Acre, Solimões, Amazonas e Marajó. Essas quatro bacias possuem, aproximadamente, uma superfície de 1,3 milhão de quilômetros quadrados”, disse Abreu, citado por DICYT.

Denominado pelo pesquisador e colaboradores de Sistema Aquífero Grande Amazônia (Saga), o sistema hidrogeológico começou a ser formado há cerca de 135 milhões de anos.



“O Saga é um sistema transfronteiriço, uma vez que abrange outros países da América do Sul. Mas o Brasil detém 67% do sistema”, disse.

“Estimamos que o volume de água do Saga a ser usado em médio prazo para abastecimento humano, industrial ou para irrigação agrícola será muito pequeno em razão do tamanho da reserva e da profundidade dos poços construídos hoje na região, que não passam de 500 metros e têm vazão elevada, de 100 a 500 metros cúbicos por hora”, disse.

“A Amazônia transfere, na interação entre a floresta e os recursos hídricos, associada ao movimento de rotação da Terra, cerca de 8 trilhões de metros cúbicos de água anualmente para outras regiões do Brasil.

“Essa água representa um serviço ambiental colossal prestado ao país, uma vez que sustenta o agronegócio brasileiro e o regime de chuvas responsável pelo enchimento dos reservatórios produtores de hidroeletricidade nas regiões Sul e Sudeste do país”, avaliou o professor Abreu da UFPA.

Não há palavras para agradecer a Deus por tão grande tesouro concedido ao nosso Brasil.

Mas não é esse tipo de reflexões baseadas na justiça que agrada aos que tentam rebaixar o Brasil em nome da “salvação do planeta”.



domingo, 28 de setembro de 2014

NASA informa: o sol quase “torrou” a civilização da informação

Representação artística da força de uma erupção solar. A Terra (ponto azul embaixo) aparece muito mais perto do sol para ilustração.
Representação artística da força de uma erupção solar.
A Terra (ponto azul embaixo) aparece muito mais perto do sol para ilustração.
Um fato pôs em relevo, mais uma vez, o absurdo do homem pretender que com sua civilização, determina os equilíbrios cósmicos ou planetários, como sustentam nossos alegres “verdes” radicais.

No mês de abril, cientistas dos mais renomados e altos responsáveis do governo americano se deslocaram até Boulder, no Colorado, a fim de participar do NOAA's Space Weather Workshop, reunião anual para discutir os perigos e as probabilidades das tempestades solares, informou a NASA.

Essas tempestades têm sua origem em fabulosas explosões na superfície solar. Elas são rotineiras, existem desde sempre, e atingem regularmente a Terra com diversos efeitos eletromagnéticos de intensidades mutáveis.

O atual ciclo solar está sendo mais fraco do que de costume, e isso até contribui para o resfriamento global.

domingo, 21 de setembro de 2014

Uma “nação chinesa” na Amazônia?

Presidente Dilma com presidente da China Xi-Jinping

As inconmensuráveis riquezas contidas na região amazônica causam inveja em todo o mundo.

Não faltam e cada vez menos faltará países, multinacionais ou grupos ideológicos querendo fincar pé nas regiões menos povoadas da Amazônia brasileira.

É questão de soberania nacional que o País ocupe efetivamente esse território.

E quem melhor do que os próprios cidadãos brasileiros para se instalarem lá para produzir, povoar e garantir o controle nacional?

Porém, o ativismo ambientalista, de mãos dadas com o indigenismo e outros pretextos de fundo ideológico, vêm bloqueando a larga ocupação dessa imensa parcela estratégica do país.

Restrições legais de toda espécie, como demonstrou o Dr. Evaristo de Miranda no post O BRASIL ACABOU?, tornam extremamente árdua senão impossível a expansão natural da atividade produtiva e da população brasileira nessa prometedora região.

domingo, 14 de setembro de 2014

A Terra teria consumindo seus últimos recursos? Viagem ao delírio verde

Consumismo acabaria desertificando o mundo?
Pânicos verdes servem para difundir ideologia neocomunista.

Caro leitor, amarre o cinto e segure-se na cadeira. Estamos, você e eu, prestes a decolar da realidade. Contra toda evidência, vamos afundar na galáxia da demagogia ambientalista.

Eu sei que toda semana venho lhe propondo viagens ao estranho mundo comuno-verde. Mas, desta vez, vamos ingressar num meio-ambiente deveras irreal.

A ONG Global Footprint Network – GFN anunciou que no dia 19 de agosto a humanidade acabou de consumir a totalidade dos recursos naturais que o planeta é capaz de produzir por ano.

Mas não é apenas o consumo da produção agropecuária, é a água doce, o peixe, a capacidade de o ecossistema planetário absorver o lixo, as emissões de CO2...

domingo, 7 de setembro de 2014

“Verdes” sepultam Brasil sob pirâmide de papel

Uma das objeções do ambientalismo contra a indústria papeleira é que, além de plantar em áreas recuperadas à mata, ela produz ingentes quantidades de papel que servem para aumentar o lixo e poluir o planeta.

Mas, quanta poluição de papel e de tinta produzem os nossos utópicos “verdes”?

No Brasil, somente as licenças ambientais são reguladas, direta ou indiretamente, por cerca de 30 mil diferentes instrumentos legais produzidos pelos governos federal e estaduais, segundo “O Estado de S.Paulo”.

Tentei imaginar o que isso significa em papel empregado. Uma folha A4 (210 x 297 milímetros) tem 62.370 milímetros quadrados, e se, por absurdo, cada um desses instrumentos legais consumisse uma folha, teríamos 1.871.100.000 mm2, ou, mais simplesmente, 1.871,1 metros quadrados. Se a média fosse de 10 folhas por instrumento legal, equivaleria a 18.711 m2.

domingo, 31 de agosto de 2014

Rumo a “reservas indígenas autónomas e armadas” no Brasil?

O cineasta James Cameron com índios num Foro de Sustentabilidade da Amazônia, 2009.  Há tempos ONGs transnacionais planetárias querem por a mão na Amazônia.  Na foto com a bandeira do Estado de Amazonas.
O cineasta James Cameron com índios num Foro de Sustentabilidade da Amazônia, 2009.
Há tempos ONGs transnacionais planetárias querem por a mão na Amazônia.
Na foto com a bandeira do Estado de Amazonas.
Um grupo de ONGs internacionais publicou relatório que é um exemplo de enganação do público especialmente das cidades.

Segundo pesquisadores da WRI (World Resources Institute) e do RRI (Rights and Resources Initiative) índios e povos tradicionais estariam salvando o planeta da emissão de 37,7 bilhões de toneladas de carbono em todo o mundo, segundo noticiou a “Folha de S.Paulo” (24.7.2014).

É o volume calculado caso fosse queimada a biomassa das florestas em que vivem os indígenas. Segundo essa suposição, o CO2 lançado ao ar superaria as emissões feitas pelos veículos durante 29 anos na terra toda.

O levantamento usa dados da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) e foi feito em 2013.

domingo, 24 de agosto de 2014

Ambientalismo radical: nova religião
com califas e Torquemadas, diz jornalista

Ian Plimer, professor de Geologia
na Universidade de Adelaide, Austrália
Para o geólogo Ian Plimer, o “aquecimento global” é mais uma nova religião nascida no Primeiro Mundo.

Assim escreveu o jornalista Jonathan Manthorpe, do jornal canadense “The Vancouver Sun”.

Ian Plimer ofendeu os califas do ambientalismo e os Torquemadas do aquecimento global, disse Manthorpe não sem ironia, e isso parece ter atraído a condenação  sobre ele.

Plimer é geólogo e professor de Geologia na Universidade de Adelaide, Austrália, onde é um dos acadêmicos mais conhecidos e respeitados.

domingo, 17 de agosto de 2014

Nova medição aponta que dados do aquecimento global foram falsificados

As futuras gerações terão dificuldade em compreender o pânico irracional que se espalhou no fim do século XX sobre um ilusório aquecimento global, escreveu “The Telegraph”.

Uma das coisas de que mais rirão – para vergonha nossa – é a ausência de dados científicos objetivos que justifiquem esse temor.

Mas a consternação será geral quando virem que esses dados foram falseados por alguns dos mais influentes centros de pesquisa climática da época. O auge da recusa será para o gráfico das temperaturas da superfície planetária conhecido como “hockey stick”, endossado pelo IPCC e por múltiplos centros científicos infiltrados de militantes “verdes”.

Segundo o jornal britânico, o respeitadíssimo NOAA’s US Historical Climatology Network (USHCN) mostrou que o movimento aquecimentista veio “ajustando” os dados nos últimos anos para substituir as temperaturas reais por temperaturas “fabricadas” através de modelos computacionais.

domingo, 10 de agosto de 2014

O BRASIL ACABOU?



Paulistano, agrônomo, tem mestrado e doutorado em ecologia pela Universidade de Montpellier (França). Com centenas de trabalhos publicados no Brasil e exterior, é autor de 35 livros. Pesquisador da Embrapa, ele já implantou e dirigiu três centros nacionais de pesquisa. Atualmente, é o coordenador do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica – GITE da EMBRAPA.

Em 25 anos, o Governo federalizou quase 35% do território nacional destinando-o a unidades de conservação, terras indígenas, comunidades quilombolas e assentamentos de reforma agrária.

Sem planejamento estratégico adequado, esse conjunto de territórios resultou essencialmente da lógica e da pressão de diversos grupos sociais e políticos, nacionais e internacionais.

Agora, o país está diante de um desafio de gestão territorial, gerador de conflitos cada vez mais agudos, conforme mostram os dados reunidos pelo Grupo de Inteligência Territorial Estratégica – GITE da EMBRAPA (FIG. 1).

domingo, 3 de agosto de 2014

Rede ultra precisa de estações confirma: clima esfriou

O mais afiado e atualizado cálculo da temperatura agora publicado pela National Oceanic and Atmospheric Administration – NOAA, confirmou que os EUA estão esfriando há pelo menos uma década. O estudo da NOAA deixou os alarmistas com o coração na mão, noticiou “Forbes”.

Visando responder ao generalizado sentimento de que a manipulação aquecimentista tinha corrompido os dados relativos à temperatura, a NOAA criou uma rede de 114 estações uniformemente espalhadas em locais ideais dos EUA para o estudo.

Essa rede ficou conhecida como a U.S. Climate Reference Network (USCRN) e está instalada em locais tão bem escolhidos que seus dados não necessitam de qualquer ajuste para fornecer um registro preciso.

A USCRN começou a compilar dados em janeiro de 2005. Agora a NOAA disponibilizou os registros da USCRN.

domingo, 27 de julho de 2014

Para salvar o planeta produza mais CO2, diz físico matemático

Frank J. Tipler, professor de Física Matemática na Universidade de Tulane:    sem CO2, os seres vivos desapareceriam.
Frank J. Tipler, professor de Física Matemática na Universidade de Tulane:
  sem CO2, os seres vivos desapareceriam.
Frank J. Tipler , professor de Física Matemática na Universidade de Tulane e co-autor de “The Anthropic Cosmological Principle” e outros livros, esclareceu um dado elementar: o CO2 é o primeiro e mais importante alimento das plantas. E estas são o elo primordial da cadeia da vida.

O CO2 é a fonte de carbono para a química orgânica. Sem ele, os seres vivos desapareceriam.

Quanto menos CO2 no ar, menos as plantas o sintetizam. Em consequência, menor será a massa vegetal e menos alimento haverá para os animais, e obviamente para os humanos.

Eliminado o CO2, morre toda a biosfera. Mas, a histeria ambientalista trata esse gás benéfico como um “tóxico” perigoso para a Terra.

domingo, 20 de julho de 2014

Fabulosas jazidas de gás e petróleo na Patagônia irritam ambientalistas

Por vezes até a natureza traz surpresas aos dirigentes eclesiásticos e políticos, empenhados em levar seus países a uma miséria como a cubana, apresentada por eles como mais de acordo com a pobreza ensinada por Jesus Cristo (e pelo “Capital” de Karl Marx)!

Na Argentina, por exemplo, a presidente “chavista” Cristina Kirchner está ativamente empenhada em quebrar a riqueza agropecuária do país e das classes tradicionais e conservadoras ligadas à terra.

Enquanto ela não consegue frear a produção e as exportações recordes de produtos agrícolas, outra notícia lhe veio a contragosto de uma frente diversa.

Na província de Neuquén, Patagônia, ficou impossível omitir a existência das mais promissoras jazidas de gás e petróleo do mundo, noticiou a agência AFP

domingo, 13 de julho de 2014

Cientistas refutam alarmismo com “derretimento” da Antártida

Antártida continente com 70% da agua doce do mundo, vulcões e montanhas
Antártida continente com 70% da agua doce do mundo, vulcões e montanhas
A recuperação cíclica da calota polar do Ártico levou os ecologistas a buscar na Antártida uma nova “prova” – na verdade, um pretexto – para justificar a ‘montagem’ ambientalista radical de um futuro aumento apocalíptico do nível dos mares.

Tomados de súbito interesse pela Antártida – e não por toda ela, mas apenas pela costa ocidental, ou Antártida do Oeste – ‘verdes’, apocalípticos e mídia esqueceram-se do Ártico.

Sem darem nenhuma explicação ao púbico, por eles ludibriado e apavorado durante alguns anos pela manipulação do derretimento cíclico do Ártico, correm agora para espalhar pânico pelo suposto derretimento do gelo antártico.

Enquanto a calota de gelo do Ártico é muito pouco profunda e seu derretimento não produz efeitos sensíveis, a massa de gelo acumulada na Antártida é colossal.

domingo, 6 de julho de 2014

Premiê do Canadá: governos ambientalistas mentem sobre mudanças climáticas

Tony Abbott e Stephen Harper: governos mentem sobre o 'aquecimento global'.
A declaração foi feita em Ottawa, junho 2014.
Os primeiros-ministros do Canadá e da Austrália culparam os governos que querem priorizar a “luta contra as mudanças climáticas” por cima do progresso econômico e do bem-estar dos povos.

O premiê canadense acusou esses países de mentirem a seus povos, noticiou a UOL.

Por ocasião da visita do premiê australiano ao Canadá no início de junho, os dois chefes de governo defenderam em conferência de imprensa, a preferência pelo progresso e o bem-estar, encolerizando o ambientalismo radical.

Os dois primeiros-ministros são vituperados pela mídia que os critica por não se vergarem aos dogmas ambientalistas sobre o aquecimento global.

Ambos também sofrem crescente pressão do presidente americano. Barack Obama anunciou leis visando especialmente às usinas elétricas para forçar um impossível: a redução significativa das emissões de CO2 nos EUA.

domingo, 29 de junho de 2014

‘Salve o planeta: mate os pássaros’?

Passarinho que virou 'rojão'
Passarinho que virou 'rojão'

A frase ‘Salve o planeta: mate os pássaros’ é chocante. Entretanto, está se espalhando nos EUA como uma ironia cheia de fundamento.

Vejamos o que aconteceu, segundo noticiário da Bloomberg:

Os trabalhadores do novíssimo Sistema de Geração de Energia Solar Ivanpah, na Califórnia, passaram a chamar de “rojões” uns objetos que caem do céu soltando fumaça e pequenas chamas. Não são meteoritos nem fragmentos de satélites, mas passarinhos fulminados ou calcinados.

O sistema Ivanpah, no deserto de Mojave, foi inaugurado em fevereiro deste ano (2014) como um projeto de energia alternativa ideal. Ele impressiona por sua extensão e originalidade.

domingo, 22 de junho de 2014

A política indigenista é caótica,
afirma o General Heleno


No dia 29 de maio último, em evento promovido pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, mais de 350 pessoas acorreram ao Club Homs, na capital paulista, para assistir à conferência do General Augusto Heleno Fragoso sobre a questão indígena na Amazônia.

A sessão foi aberta pelo Dr. Caio Xavier da Silveira, diretor do Instituto. Ele afirmou que o conferencista conhecia como ninguém o problema do índio, pois enquanto a celeuma em torno da demarcação da Reserva Raposa/Serra do Sol atingia seu clímax, o Gen. Heleno se encontrava lá em posição privilegiada.

E lembrou a propósito este verso de Gonçalves Dias: “E à noite, nas tabas, se alguém duvidava do que ele contava, dizia prudente: Meninos, eu vi”. Ele viu, ele lá estava. Viu com os seus olhos lúcidos e patriotas.

O General esclareceu que ampliaria o tema da Raposa/Serra do Sol ao falar sobre outros desafios. Para ele, conjugada com outros problemas, a questão indígena é seríssima e capaz de fazer perder o sono.

domingo, 15 de junho de 2014

O Brasil super-rico de potencialidade energética
tornar-se-á um “sem-energia”?

Manifestação em New York contra Belo Monte. Ambientalismo pode inviabilizar o futuro energético do Brasil
Manifestação em New York contra Belo Monte.
Ambientalismo pode inviabilizar o futuro energético do Brasil
A seca que atinge a região centro-leste do País atraiu a atenção para a eventualidade de apagões e racionamento de energia. Será isso possível?

O Brasil é super-rico em água doce. Nenhum outro país se lhe compara: temos 12% da água doce superficial do planeta!

Além do mais, temos território mais do que suficiente para construir hidroelétricas que garantam o presente e o bem-estar das gerações futuras de brasileiros, nossos descendentes.

Porém, eis que, apesar de todos esses recursos, teme-se seriamente no exterior pela miséria energética em que o País pode cair.

O problema não está na natureza brasileira, escreveu o “Chicago Tribune”, mas na política. E nós acrescentamos: na política que dá asas ao ambientalismo radical, inimigo visceral do progresso e da civilização, em nome de uma utopia anarco-tribalista.

Essa política já está influenciando as perspectivas de investimento internacional e rebaixando a confiança no Brasil.

domingo, 8 de junho de 2014

Famoso cientista sueco
abandona crença no aquecimento global

O meteorologista sueco Lennart Bengtsson

O meteorologista sueco Lennart Bengtsson foi sempre um ‘cabeça fria’ no debate quente sobre o ‘aquecimento global’, observou Axel Bojanowski, colunista da revista ‘Der Spiegel’ especializado em questões ambientais.

Por isso causou arrepio nos ambientes científicos quando ele aderiu ao ‘tanque de pensamento’ britânico Global Warming Policy Foundation (GWPF), do líder conservador Lord Nigel Lawson, empenhado em refutar os exageros aquecimentistas.

Lennart Bengtsson foi diretor do Max Planck Institute for Meteorology de Hamburgo, um dos centros de pesquisa climática mais respeitados no mundo e mais engajado na suposição do ‘aquecimento global gerado pelo homem’.

domingo, 1 de junho de 2014

Ártico cresce, ursos não morrem
e “verdes” procuram apocalipse na Antártica

Fotos da NASA: expansão da superfície de gelo do Ártico nos anos 2012 e 2013.
Movimento de dilatação e contração obedece a ritmos ciclicos normais e tira pretextos para o alarmismo.
Catastrofistas 'esquecem' e mudam para a Antártica à procura de pretextos para tocar o mesmo realejo.

A propaganda ambientalista nos bombardeou com fotos de ursos polares sobre exíguos pedaços de gelo, dando a entender que o derretimento do Ártico condenava à extinção essa espécie.

Nada disso estava acontecendo. O Ártico diminuiu segundo um ciclo que se repete periodicamente. E diminuindo a superfície gelada, os ursos polares tiveram muito mais água para caçar e se alimentar, aumentando sensivelmente sua população. Até aqui a natureza.

De fato, a fase de degelo do Ártico implica um crescimento da população dos ursos, e não a sua diminuição. Em diversos posts temos tratado do crescimento da população dos ursos polares e dos riscos para os humanos.

domingo, 25 de maio de 2014

Aquecimento global não faz sentido
diz professor britânico de termodinâmica

Les Woodcoc: a teoria de uma ‘mudança climática produzida pelo homem’  é uma hipótese insustentável
Les Woodcoc: a hipótese de uma ‘mudança climática produzida pelo homem’
é insustentável

Les Woodcock, professor emérito de Termodinâmica na Universidade Manchester, Grã-Bretanha, defendeu que “não existem provas reproduzíveis em laboratório” de que os níveis de CO2, dióxido de carbono, aumentaram no século XX.

Ele condenou o movimento verde por estar causando danos econômicos ao povo comum. A informação foi publicada no site Breitbart.

O Prof. Woodcock é autor de mais de 70 escritos acadêmicos publicados num largo espectro de jornais científicos. É membro da Royal Society of Chemistry, e entre outras coisas, editor fundador do jornal Molecular Simulation.

Ele declarou ao “Yorkshire Evening Post”:

domingo, 18 de maio de 2014

Apesar de erro do profeta,
a fé verde continua cega

O "profeta" confessa que errou. Mas seus discípulos fanatizados
não abandonam a "profecia" furada. Haverá algo por trás?

Quando foi cientista da NASA, pelo fim da década de 70, James Lovelock expôs a seu amigo, o novelista e poeta William Golding, a suposição de que a Terra seria um único ser vivo.

O poeta, que também ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1983, propôs um nome da fantasia: “Que tal hipótese Gaia?”.

Fulminado pelo fascínio da fórmula, Lovelock aceitou, e atingiu a celebridade pela fantasia disfarçada de ciência.

Hoje, com 95 anos, Lovelock mudou seu pensamento em certos pontos, mas o mantém contraditoriamente em outros.

Há oito anos escreveu A vingança de Gaia. Segundo esse livro, o planeta, qual deus do Olimpo, se vinga com espantosas catástrofes climáticas derivadas de um aquecimento apocalíptico, dos vulgares humanos que não o cultuam.

Foi ciência? Ficção? Poesia? Só há uma coisa certa que até Lovelock confessa: suas profecias estavam erradas.

domingo, 11 de maio de 2014

Ambientalismo radical: uma coluna infiltrada de Putin no Ocidente

Gás de xisto tiraria força à agressividade de Putin
Gás de xisto tiraria força à agressividade de Putin
O influente jornal “Washington Post” apontou que “a mais moderna arma da Europa” contra a agressividade do presidente russo Vladimir Putin jaz enterrada sob os belos pastos de pitorescas aldeias.

Trata-se do gás e do petróleo de xisto – ou shale gas – que a Europa possui em quantidades suficientes para livrar-se das chantagens da “nova URSS”.

Agora, muitas vozes europeias nos setores conservadores aumentam de volume pedindo essa arma pacífica. O premiê inglês David Cameron somou-se a esse coro.

Mas não se extrai esses combustíveis da noite para o dia. Por que não o fizeram antes?

A Polônia depende de modo angustiante dos combustíveis russos, mas detém uma das maiores reservas de gás de xisto da Europa. A França já foi qualificada de Qatar do gás europeu, mas tampouco extrai e depende do gás árabe.

Os volumes de gás na Grã-Bretanha estão sendo comparados aos do North Dakota, segundo o mesmo “Washington Post”. As reservas europeias mensuradas são apenas menores que as do EUA. Estas, sim, vêm sendo exploradas e estão mudando o jogo planetário dos recursos energéticos.

“O potencial é enorme. O recurso é muito grande no Reino Unido e na Europa”, diz Francis Egan, diretor-chefe de uma das maiores firmas especializadas no fracking, técnica para a exploração desse recurso.

domingo, 4 de maio de 2014

Neo-paganismo com pele de ambientalista
é denunciado na França

Raízes anticristãs do ambientalismo no hippismo anárquico
Analisando a parcialidade de certa mídia contra os cientistas que defendem com seriedade a falta de argumentos e de base na realidade da propaganda do “aquecimento global”, o site “Nouvelles de France” foi em busca da causa dessa propaganda tão tergiversadora.

De início, ele descartou aquilo que considerou “teses sempre fáceis demais”, que põem a culpa em lobbies econômicos ou em algum complô internacional.

Pesquisando a origem do mito aquecimentista, o site encontrou, no fim dos anos 1960, sua motivação ideológica. Ele se refere aos tempos da explosão do movimento hippie, do pacifismo e do esquerdismo cultural alimentado por Moscou contra os países livres e prósperos.

Na revista Science (vol. 155, pág. 1203), já em 1967 se encontra a seguinte frase, de autoria do historiador Lynn White Jr.:
“Nós continuaremos padecendo um agravamento da crise ecológica se não recusamos o axioma cristão segundo o qual a única razão de ser da natureza é servir ao homem”.

domingo, 27 de abril de 2014

Cientistas publicam libro com
15 verdades que abalam o ambientalismo

O professor Istvan Marko, coordenador do trabalho conjunto
Um grupo de cientistas publicou em 2013, na Bélgica, o livro Climat: 15 vérités qui dérangent (“Clima: 15 verdades que perturbam”).

Porém, segundo “Nouvelles de France”, a grande mídia censurou esse livro como se fosse “herético”.

O coordenador da obra é o doutor Istvan Marko, presidente da European Chemical Society e professor na Universidade Católica de Louvain, na Bélgica.

O trabalho coletivo não pretende ser exaustivo, mas põe o dedo na chaga de 15 realidades que patenteiam a fragilidade das teses dos adeptos da luta contra o CO2.

Eis essas 15 verdades:

1. O IPCC não é um organismo científico, mas político.

2. O IPCC alimenta uma constante confusão entre ciência e política.

3. O IPCC está no centro de uma coalizão de poderosos interesses particulares.

4. O IPCC recusa todo debate científico racional com cientistas opostos às suas teses.

5. O IPCC denigre os argumentos apresentados em sentido contrário e põe obstáculo à liberdade de expressão, tratando os cientistas que não compartem suas posições como dissidentes do tempo da URSS.

6. O CO2 não aumentou em função das emissões de combustíveis fósseis desde 1750.

7. A elevação da temperatura média global no último meio século não foi atípica em relação aos últimos 1300 anos.

8. O CO2 proveniente de combustíveis fósseis não contribui significativamente para o aumento da temperatura desde a metade do século XX.

9. A teoria do “aquecimento global causado pelo homem” se baseia em modelos ou simulações fundadas em hipóteses e aproximações.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Só cenários fictícios falam que “aquecimento global” gerou estiagem no Centro-Sul


Apontado como o vilão das mudanças climáticas, o aquecimento global tem o papel questionado na estiagem que atingiu o Sul e o Sudeste no início do ano, diz reportagem de Wellton Máximo, da Agência Brasil, reproduzido por “Ecodebate”.

Para os meteorologistas ouvidos, as emissões de gás carbônico, no máximo, pioraram o calor no Sul e no Sudeste, mas não foram a causa de seu verão mais seco desde o início das medições, em 1931.

A estiagem teve sua origem na combinação do resfriamento do Oceano Pacífico – que tem provocado chuvas abaixo da média nos últimos anos no Centro-Sul do país – com o aquecimento anormal da porção sul do Atlântico.

As águas aquecidas próximas à costa brasileira fortaleceram um sistema de alta pressão que impediu a entrada de frentes frias e aumentou o calor em janeiro e fevereiro.

“A estiagem foi mais grave que o previsto justamente por causa do sistema de alta pressão do Atlântico que bloqueou as frentes frias, mas não há comprovação de que o Atlântico ficou mais quente por causa do aquecimento global”, explica o diretor-geral da MetSul Meteorologia, Eugenio Hackbart. No entanto, a relação entre a alteração no Atlântico e o aquecimento global ainda não é clara.

domingo, 13 de abril de 2014

Capivarol sem ambientalistas


Quem viveu em cidades grandes na época do bonde deve lembrar-se de algumas propagandas afixadas no interior desses desajeitados veículos, com versos facilmente memorizáveis. Melhor dizendo, obrigatoriamente memorizáveis, pois lidas e relidas diariamente.

Cito de memória esta, de uma loja que vendia bilhetes de loteria em Belo Horizonte:

Cansado de andar “de tanga” / Um dia a gente se zanga / E sai, danado da vida / Mas logo “cava” dinheiro / Comprando um bilhete inteiro / No Campeão da Avenida.

Outra, cujo âmbito de circulação não se limitava à capital mineira, enaltecia as virtudes terapêuticas de um produto para males dos pulmões:

Veja, ilustre passageiro / O belo tipo faceiro / Que o senhor tem a seu lado / Mas, no entanto, acredite / Quase morreu de bronquite / Salvou-o o Rhum Creosotado.

Esses artifícios de propaganda chamavam a atenção de todos. Não sei se ajudavam a vender, pois nunca me convenceram a comprar o artigo do Campeão da Avenida, nem usar o Rhum Creosotado. Mas eram pelo menos divertidos.

domingo, 6 de abril de 2014

Pânicos “verdes” com a seca
são produto de “aquecimento verbal”

Dr. Evaristo Eduardo de Miranda
O Dr. Evaristo Eduardo de Miranda vem dando a conhecer continuadamente esclarecimentos sobre problemas da agricultura ligados ao clima.

Como cientista objetivo e altamente capacitado ele não despeja sobre o leitor enganadoras frases de sensação nem assustadores chavões apocalípticos.

Em recente artigo publicado no “O Estado de S.Paulo” (24.03.2014) com bom senso e ciência ele focaliza alguns pontos chaves a respeito da seca que vive o Centro e o Sul do País.

Resumimos em pontos algumas afirmações do Dr. Evaristo Eduardo de Miranda que consideramos de especial relevância:

1. Os “modelos” do IPCC – tão exageradamente espalhados pelo ambientalismo militante – não fornecem respostas válidas por causa de sua imprecisão.

2. Nossa agricultura está acostumada e está bastante adaptada a grandes variações e chuva e temperatura. O Brasil sabe lidar com essas flutuações.

3. Nossos agropecuaristas vêm assumindo riscos com investimentos e mudanças tecnológicas acertadas e continuarão nessa estrada de progresso.

4. Novos saltos tecnológicos estão a caminho, e permitirão mais flexibilidade e produtividade ao Brasil, que já é um dos grandes alimentadores da humanidade.

5. E os temores e até pânicos suscitados pelos “verdes” radicais? Não vão muito além de um “aquecimento verbal”, responde o cientista.

domingo, 30 de março de 2014

A “abóbada do fim do mundo” oculta no Ártico:
sinal da incerteza mundial

Entrada da 'Abóboda do Fim Mundo'. Pânico ambiental ajudou
Temendo que o mundo sofra um cataclismo inimaginável, o governo da Noruega e um conglomerado de empresas e fundações de expressão internacional criaram no gelo do Ártico o maior depósito de sementes do mundo, escreveu o quotidiano de Madri “ABC”.

Chama-se Câmara Global de Sementes e fica no arquipélago norueguês de Svalbard, no Círculo Polar Ártico, oculta a 120 metros de profundidade.

Mais conhecida como “Abóbada do Fim do Mundo”, ela consiste num imenso bunker blindado, capaz de resistir a terremotos, explosões nucleares, erupções vulcânicas e outros desastres.

Até o pânico induzido pelo ambientalismo exagerado pesou na construção desse formidável reduto.

Ele encerra 800.000 amostras de mais de 4.000 espécies de sementes de 231 países, que poderiam ser utilizadas após um hipotético apocalipse global.

O prédio é protegido por portas herméticas e detectores de movimento. Está dividido em três grandes depósitos onde as sementes estão classificadas em caixas de alumínio a -18º C para garantir sua conservação durante séculos.