quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Aquecimento global: para salvar o planeta produza mais CO2, diz físico matemático
O CO2 é a fonte de carbono para a química orgânica. Sem ele, os seres vivos desapareceriam. Quanto menos CO2 no ar, menos as plantas o sintetizam. Em conseqüência, menor será a massa vegetal e menos alimento haverá para os animais, e obviamente para os humanos.
Eliminado o CO2, morre toda a biosfera. Mas, a histeria ambientalista trata esse gás benéfico como um “tóxico” perigoso para a Terra.
As plantas eram muito mais produtivas quando, em época longínqua, o CO2 atingiu 0,1 % da atmosfera, escreveu Tipler. Depois, essa proporção caiu para 0,02% e hoje gira em volta 0,0379%, cifra inexpressiva.
O ser humano, agricultor inteligente, percebeu há milênios a necessidade que tem os vegetais de CO2. Por isso, começou a aplicá-lo nas plantações na forma de adubo orgânico, e, depois, químico.
O homem tirou proveito também dos imensos depósitos de carbono existentes no subsolo em forma de carvão mineral, petróleo e gás. E depois de trazê-lo à superfície o homem o converteu em CO2. Isto favoreceu os vegetais elevando a participação do CO2 na atmosfera até o nível hodierno.
A tentativa de reduzir o volume de CO2 não só não salva a terra, mas é contraproducente para a biosfera. “É um ato profundamente mau”, escreveu Tipler.
Mas nem o bom senso nem as matemáticas fazem efeito nos histéricos. O Premio Nobel de Economia Paul Krugman qualificou a oposição ao projeto de lei do presidente Obama para reduzir o CO2 de “traição contra o planeta”! É um dos exemplos mais aberrantes do fanatismo ambientalista desligado da realidade, comentou Tipler.
Krugman (foto) num ataque súbito de fervor meio religioso, escreveu que “aqueles que querem reduzir o uso de combustíveis fósseis são inimigos mortais da biosfera. Devem ser detidos a todo custo!”
Tipler explicou que Krugman presume que as condições climáticas de há um século eram as “naturais” e não devem ser mudadas. Mas não tem idéia do que está falando.
Ele usa um critério subjetivo para denunciar a humanidade e a civilização. Este posicionamento arbitrário, anti-histórico e danoso, entretanto, é considerado “progressista” pela mídia que concede largos espaços para o excitado economista e abafa a voz dos cientistas prudentes.
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domingo, 8 de novembro de 2009
Rascunho de Copenhague instala governo mundial, diz Lord Monckton
E todos concordam que esses problemas que interessam a fundo a humanidade vão ser decididos na iminente 15ª Conferência sobre Mudanças Climáticas em Copenhague.
Porém, quem sabe ao certo o que lá vai ser discutido?
A mídia positivamente não informa. Os governos ainda menos. Na internet com muito esforço pode se localizar o rascunho do que está sendo preparado.
Mas, o cidadão médio ainda que culto e informado na matéria diante desse rascunho fica como um europeu diante do Tratado de Lisboa, ou Constituição Européia. Porque o rascunho é um texto de tal maneira enroscado que se diria feito só para ser lido pelos iniciados.
Lord Christopher Monckton, ex-conselheiro de Margaret Thatcher, é sem dúvida um personagem controvertido. Mas entre seus méritos está ter tido a paciência de ler o famoso rascunho e de pô-lo em termos limpos e acessíveis para informar o comum dos mortais.
Isto que é o be-a-bá do debate democrático está totalmente ausente da informação oficial ou da grande mídia. Como se os interessados ‒ a totalidade dos homens ‒ estivessem sendo desde já tratados como uma massa de escravos que não é dona de seu futuro.
Esta omissão espantosa já foi apontada pelo influente “The Wall Street Journal”, porém os eco-alarmistas não parecem se incomodar com nada.
Lord Monckton fez uma longa conferência em Saint Paul, Minnesota, EUA, resumindo o que há no draft da próxima reunião de Copenhague.
O vídeo da conferência foi visualizado 2.063.315 vezes no YouTube até o momento em que escrevemos, sinal do interesse suscitado.
O site A nova ordem mundial, teve a oportuna iniciativa de difundir legendados em português os minutos finais do vídeo. Neles, o conferencista resume o conteúdo do rascunho de Copenhague.
Veja a seguir o resumo final da conferência que já foi visualizado por mais dois milhões de pessoas que não querem ser escravas de um regime neo-comunista mundial.
Se o seu email não visualiza corretamente o video embaixo CLIQUE AQUI
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Copenhague: extremistas verdes querem reduzir Humanidade porque “aquece o planeta”
Porém, grupos radicais “verdes” anti-vida estão reforçando sua pressão para obter um acordo sob efeito do pânico gerado pelas distorções sensacionalistas.
Numa reunião de cúpula paralela que acaba de acontecer em Barcelona, esses grupos exigiram: “Pára a mudança climática. Toma a pílula!”. Nessa cimeira, a humanidade foi transformada em réu, segundo se deduz das informações publicadas por “El País”, diário madrileno de grande difusão.
Roger Martin, da Optimum Population Trust (ao lado), ONG que postula a limitação da população mundial, o planeta têm cidadãos por demais “emissores de CO2”. Para ele, a humanidade “emite CO2 e se cresce a população aumentará o número de emissores”.
É dado básico que respirando o ser humano assimila oxigênio e expele CO2. Mas a ciência mostra que todo o CO2 emitido pelos humanos em todas as formas de atividades que eles têm, atinge cifras insignificantes, para não dizer desprezíveis, que a natureza assimila e transforma.
Martin fez coro com badalados ecologistas como o anti-populacionista Paul Ehrlich. Este apelou para uma radical diminuição da humanidade, por meio de controles planetários da natalidade.
Ehrlich agora está na ponta da campanha contra o anti-científico “aquecimento global”. Dezenas de milhares de cientistas contestam a existência desse “aquecimento global” e denunciam que os dados estão sendo manipulados por ativistas outrora engajados com o comunismo, mas que continuam querendo implantar uma ditadura socialista universal. E, para isso, adotaram roupagens “verdes”.
Esses grupos extremistas têm muito eco na grande mídia e nos ambientes políticos.
No fim da cimeira, o próprio Ehrlich ia receber do governo da Catalunha o prêmio Ramon Margalef de ecologia. Ele defende ser “insensato que EUA tenha 380 milhões de habitantes. Não precisamos mais de 140”.
Frases como essas alimentam pânicos injustificados. E estimulam tendências eugênicas no público, em geral desprevenido em relação ao fato de que está sendo objeto de uma manipulação cripto-comunista.
Assim, o jornalista Rafael Méndez do “El País” conta ter ouvido de um taxista durante os dias da cimeira verde anti-vida: “a Espanha tem um 20% de desempregados. Com 20% a menos de população nós viveríamos muito melhor”. A frase parece tirada de um discurso de Hitler ou de Mao Tsé Tung. Mas não. É o resultado do bombardeio dos meios naqueles dias em Barcelona.
Ehrlich (ao lado) é professor em Stanford e autor do livro “A bomba demográfica” (“The population bomb”, 1968) no qual ataca até o Papa por se opor a um controle ditatorial e anti-natural da vida.
Ele também ataca os políticos que têm medo de controlar a população de medo de serem acusados de racismo nazista. Porém, Ehrlich insiste que por ali passa “a forma mais simples e barata de tratar de problemas ambientais como a mudança climática”.
A UNICEF aceitou cinicamente em 1992 que o controle da natalidade era a medida mais barata e efetiva para melhorar a qualidade de vida.
Agora, na cimeira de Barcelona Martin exigiu que a ONU “rompa o tabu” e adote o principio de “que o aumento da população aumenta o número de emissores de CO2 e vítimas da mudança climática”.
Para Martin, “cada casal que decide ter um terceiro filho ameaça o equilíbrio ambiental”. Pouco falta para pedir a feroz política de controle das nascenças da China maoísta em nível mundial.
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domingo, 1 de novembro de 2009
Conferência de Copenhague cada vez mais incerta, mas o Brasil segue ameaçado
Isto poderá acontecer na cúpula da ONU sobre Mudanças Climáticas, a se realizar em dezembro, em Copenhague. Oficialmente, a finalidade da reunião é cortar as emissões de CO2.
Entretanto, duvida-se cada vez mais que esta Conferência chegue a qualquer acordo significativo. Aliás, é compreensível visto tratar essencialmente de um fantasma ideologico-propagandístico: o CO2 antropogénico como suposta causa de um não menos irreal “aquecimento global”.
Um eventual esvaziamento da Conferência terá um efeito positivo, mas temporário, para a humanidade. Pois os partidários da “religião verde” continuarão tentando impor suas crenças à uma humanidade que não quer acreditar nelas.
A diplomacia petista tinha acenado uma oposição às propostas dos países ricos em Copenhague baseada numa ideologia de luta de classes de nações ricas contra pobres. Pretendia também se fixar um Plano Clima com metas específicas. E, “ao torná-las públicas para todo o mundo, está se tomando um compromisso moral muito forte no debate internacional”, admitiu Tasso Azevedo, assessor especial do Ministério do Meio Ambiente para Clima.
O petismo preparava uma estimativa de quanta emissão de CO2 poderá reduzir até 2020. O plano prevê a diminuição do desmatamento em 70% até 2017, com base na média desmatada entre 1996 e 2005. Desta maneira moralmente não poderia expandir livremente sua agricultura nas regiões de floresta como a Amazônia.
A pressão ambientalista aponta a pecuária e o desmatamento como principais vilões no Brasil. Nossa agroindústria seria um dos piores bandidos intoxicadores do planeta com CO2. Segundo o último inventário oficial, com base em dados de 1994, o desmatamento representava 70% das emissões de CO2 do país.
Os ambientalistas, entretanto, não estão satisfeitos com o holocausto da agropecuária e exigem mais capitulações em pontos como transportes e energia (leia-se parar a construção de termoelétricas), como o fez saber Carlos Rittl, coordenador do programa de Energia e Mudanças Climáticas da WWF. O plano energético do Brasil prevê a construção de 82 novas usinas termelétricas.
Também os citadinos deverão se apertar o cinto, pois serão constrangidos a consumir menos, se habituando a um rebaixamento do nível dee vida progressivo mas muito real. O secretário do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, Luiz Pinguelli Rosa (foto), exige que a classe média brasileira reduza seu consumo para combater o bicho papão do “aquecimento global”.
Este espantalho está sendo usado para reeditar velhas reivindicações da luta de classes marxista, revestidas não mais com a bandeira vermelha do comunismo, mas com a verde da ecologia.
“Os pobres podem aumentar seu consumo de energia, os mas ricos, não. A classe média terá que usar menos automóveis. Vai ter que economizar energia em casa etc. Esses automóveis horrorosos, com tração nas quatro rodas, têm que ser taxados fortemente”, disse Pinguelli Rosa a “O Globo” .
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domingo, 25 de outubro de 2009
Religião ambientalista preenche o vazio deixado pela queda do comunismo, diz cientista
“Foi inventada uma nova religião: o ambientalismo” escreveu Ian Plimer [foto] no “Independent Weekly”, semanário do sul da Austrália.
A ‘religião ambientalista’ ocupa o espaço deixado vazio pela crise do catolicismo e do socialismo, escreveu o cientista. “É uma religião fundamentalista que pratica o temor da natureza. Tem seus sumos sacerdotes como Al Gore e seus livros santos como os relatórios do IPCC. Como muitos adeptos religiosos, poucos deles leram alguma veze e entenderam o que dizem esses livros sagrados de ponta a ponta.”
“Igual que as religiões fundamentalistas, ela seduz crentes anunciando calamidades apocalípticas se não mudamos de caminho. Seu credo é repetido interminamente e uma nova linguagem foi inventada. A lógica, os dados que contradizem ou provocam dúvidas são silenciados. E os heréticos são destruídos com métodos inquisitoriais”, diz Plimer.
“Esta religião Nova Era trata de desmitificar um mundo que seus aderentes nem conhecem nem tratam de entender. Os crédulos deste fim do mundo apocalíptico promovem sua nova religião com clips de sete segundos na TV. Os fatos contrários são ignorados, os relatórios entusiásticos de adeptos não cientistas são assumidos”.
“Esse ambientalismo adota o mito da queda: a perda da harmonia entre o homem e a natureza causada pela sociedade consumista. E ele procura um paraíso perdido que provavelmente nunca existiu”, concluiu. Mais.
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domingo, 18 de outubro de 2009
Segunda-feira sem carne para “salvar o planeta” engrossa onda anti-civilização ocidental
Entretanto, o que vem aí é muito sério, conforme noticiou a imprensa paulista. O movimento foi lançado nos EUA e quer limitar a produção mundial de bois, frangos e afins em 15%.
Na Inglaterra o líder é o ex-beatle Paul McCartney.
O movimento está ligado à campanha contra o pretenso “aquecimento global” promovida pela ONU e Al Gore. O movimento aponta a pecuária como principal culpado desse falso aquecimento.
Severas mas graduais medidas coercitivas poderão começar a se desenhar na Conferência de Copenhague.
A tendência é associada com yoga, esoterismo e religiões orientais que visam reduzir a humanidade a uma vida miserabilista, tendo como única compensação experiências “espirituais” de um iogue ou um faquir.
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quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Clima mais frio desconcerta alarmismo climático
“Foi um exercício de propaganda em que menininhas de 13 anos de algum país remoto recitaram um poema pré-fabricado. Isto não é dignificante, pura e simplesmente”, acrescentou. O badalado discurso do presidente Obama soou oco e o do presidente chinês Hu Jintao insincero.
Para pior, e isto não é ironia, o clima não está obedecendo aos famigerados “modelos” catastrofistas do alarmismo climático. O “The New York Times” raspou no cômico em matéria intitulada “Pausa térmica atrapalha acordo do clima” em Copenhague.
O fato na sua singeleza é que a população está percebendo que o “aquecimento climático” não bate com a experiência quotidiana. A atual tendência para a baixa nas temperaturas mundiais ‒ bem conhecida pelos cientistas ‒ “torna difícil convencer público sobre a crise”, escreve o jornal citando expoentes do alarmismo.
O “New York Times” cita a Mojib Latif, do Instituto Leibniz de Ciências Marinhas da Universidade de Kiel, Alemanha. Latif publicou artigo em que a realidade forçou-o a reconhecer que na próxima década as temperaturas provavelmente continuarão estáveis.
Latif, que torce pela teoria do “aquecimento global”, diz ter sido recebido com confusão e raiva quando falou dessa normalidade no clima. De fato, os crentes do “aquecimento global” ficaram desanimados e lhe responderam: “não acreditamos em nada”.
Robert Brulle, da Universidade Drexel, lamentou que o público em geral achasse que o “aquecimento global” seja uma coisa no ar sem incidência na realidade.
Em sentido oposto, o climatólogo Patrick Michaels (ver coluna de cientistas ao lado), achou que os dados de Latif “respaldam os argumentos dos que se perguntam se há pressa em estabelecer políticas sobre o tema” em Copenhague.
Mas, os profetas do “aquecimento global” não arredam. Rajendra Pachauri, presidente do IPCC, reagiu aos dados objetivos ‒ porém negativos para sua teoria ‒ dizendo que “a ciência não nos dá espaço para a inércia”.
O “Bulletin of the American Meteorological Society”, saiu em apoio de Pachauri, embora acenando com a possibilidade de uma “pausa climática” ‒ nome para dissimular que a natureza não se guia pelos “modelos” alarmistas e que a temperatura global oscila para baixo.
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domingo, 11 de outubro de 2009
Aquecimento global: uma nova religião com aiatolás, Torquemadas e caça às bruxas (ou cientistas realistas)
Ian Plimer ofendeu os aiatolás puristas do ambientalismo, os Torquemadas da doutrina do aquecimento global, e isso parece ter atraído a condenação sobre ele.
Plimer é geólogo e professor de Geologia na Universidade de Adelaide, Austrália, onde é um dos acadêmicos mais conhecidos e famosos.
Para os terroristas jacobinos que sustentam que o câmbio climático deve-se em parte decisiva aos humanos ‒ comenta Manthorpe ‒, a humanidade precisa ser purgada de seus pecados de degradação ambiental. Esta é uma tarefa assumida por fanáticos do ambientalismo que funcionam como um clero intolerante, especialmente ativos entre as elites urbanas do Primeiro Mundo.
Plimer escreveu seis livros e 60 artigos acadêmicos sobre “aquecimento global”.Seu ultimo livro “Heaven and Earth ‒ Global Warming: The Missing Science”, resume muito de seus trabalhos anteriores, inclusive a série “A Short History of Plant Earth”, transmitida por rádio durante dez anos na Austrália.
O livro virou um best-seller (30.000 exemplares só na Austrália) e ganhou vários prêmios, mas Plimer teve muita dificuldade para achar um editor, por causa da ação intimidante dos grupos de pressão ambientalista.
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quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Deserto “reverdece” na África e desmente boatos alarmistas

Fotografias satelitais do Norte da África apontam que o deserto do Saara está em retração, informou a BBC News. A notícia pega a contrapé a pregação de que o “aquecimento global” estaria dilatando os desertos.
Vozes científicas, entretanto, apontam que caso acontecer um “aquecimento global” haverá aumento das chuvas e da vida nas regiões mais áridas do planeta.
Farouk el-Baz, diretor do Centro de Monitoramento Remoto da Universidade de Boston, acredita que o Saara está experimentando uma transição para condições mais úmidas.
“Não se pode dizer ainda que esteja esverdeando. Mas o deserto se expande e se contrai em função da quantidade total de energia recebida do Sol pela Terra, e isto ao longo de muitos milhares de anos”, disse o cientista à BBC.
Tal vez sem querê-lo, o especialista pronunciou mais de uma “heresia” contra o dogma ambientalista. Em primeiro lugar que o fator decisivo do aquecimento da Terra não é o homem, mas o Sol, Segundo: em matéria de climatologia, ele afirma que deve se raciocinar em termos de longos períodos históricos.

El-Baz acrescentou que “o aquecimento da Terra resultará em maior evaporação dos oceanos, que trará por sua vez mais chuvas”. Assim ofendeu mais um tabu da superstição ambientalista. Segundo ela o esquentamento terrestre causará desertificação. Alguns até acenam com uma espantosa savanização da Amazônia.
Porém, o cientista falou realidades confirmadas pelo bom senso: mais insolação = mais evaporação dos mares = mais chuvas. (Também aqui).
Fica ainda por se ver se o aumento de chuvas com o conseguinte aumento das nuvens não terá um efeito moderador do “aquecimento global”, caso haja.
A população norte africana pouco liga para teorias irrealistas e luta para ganhar terras ao deserto. É uma atitude oposta à do exército de ambientalistas que elucubra profecias duvidosas diante de um computador num cômodo escritório da ONU ou de algum órgão governamental.
As imagens satelitais mostram que nos últimos 15 anos houve recuperação da vegetação no sul do Saara, região semi-árida.
Por sua vez, no deserto da Namíbia, região “hiper-árida”, nos últimos anos as precipitações cresceram mais de 600%, segundo o centro de pesquisas Gobabeb.
No Egito, o reverdecimento avança em escala industrial com modernos métodos de rega artificial [foto].
O aqüífero – conjunto das reservas naturais de água subterrâneas ‒ foi mapeado por satélite. E sua moderna exploração transformou terras desérticas em áreas cultiváveis. A contribuição de cientistas e engenheiros agrônomos como el-Baz, está permitindo que o Egito mude a areia do deserto em terra verde de modo inteligente, diz ainda a BBC.
Onde antes havia desertos, hoje crescem laranjais, plantações de limeiras e mangueirais com finalidade comercial. O panorama levou a BBC a se perguntar se os “desertos não estão reverdecendo”.
O programa visa recuperar 3,4 milhões de acres ao deserto, mas não falta ambientalista para criticar e tentar obstaculizar esse progresso.
Na parte do Egito onde o deserto está ficando incontestavelmente verde, a tendência é das populações é deixar as cidades e se instalar nas novas terras prometidas, conclui a BBC.
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domingo, 4 de outubro de 2009
Geólogo australiano denuncia religião fanática ambientalista
Nele, o autor desmonta peça por peça os sofismas dos ambientalistas alarmistas. Ele sublinha que aquecimentos globais são fenômenos regulares, inclusive os abruptos, e os homens não têm mais o que fazer se não se adaptar, como já fizeram outras vezes.
Mil anos atrás, na Idade Média, a Groenlândia (literalmente = Terra Verde) era cálida e sustentava uma rica agricultura. Na metade dos últimos seis milhões de anos, acrescenta Plimer, o clima foi mais quente do que agora.
Plimer explica que o suposto consenso em torno dos pontos de vista do IPCC, na realidade é um não-senso, isto é, uma insensatez. O IPCC desavergonhadamente apresentou uma lista de 2.500 cientistas que supostamente respaldam as conclusões do IPCC. Porém desses 2.500 “cientistas”, muitos não eram tais e/ou foram contados duas vezes, escreve Plimer.
Os cientistas que colaboraram com o IPCC escreveram: “não sabemos” se a atividade humana influencia o clima global. Mas a frase foi riscada no texto final por mãos políticas.Plimer fustiga o abuso dos modelos climáticos computacionais. “Se a gente tortura o computador com bastantes dados, ele vai confessar qualquer coisa”, ironiza o cientista.
A grande pergunta, para Plimer é: “se os dados são de tal maneira inconcludentes, para não dizer contraditórios, por que é que a mensagem dos fanáticos é tão bem sucedida?”
Sempre houve catastrofistas, responde o autor, mas hoje temos políticos que cobiçam mais poder. E a mentira serve para isto. A desonestidade nos negócios públicos, os abusos nas despesas dos governos e as fraudes são moeda comum hoje, deplora Plimer.
O autor teme que após 200 anos sem que nenhuma bruxa fosse queimada numa Europa em que a Inquisição não existe mais, a prática possa voltar acalentada pela superstição e histeria dos seudo-religiosos do “aquecimento global”. Mais
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Aquecimento global: a solução é desligar os computadores do IPCC, diz professor
Catolicismo — Para terminar, como se configura esse debate científico aqui no Brasil?
Prof. Azevedo — Em Manaus, ainda esta semana, terminou a reunião da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência).
Um amigo meu, Luiz Carlos Molion, climatólogo altamente competente, que considera ridículas essas coisas todas de IPCC, fundamentou cientificamente a tese de que as grandes mudanças do clima não ocorrem por ação humana.
Mais importantes do que elas, por exemplo, são as oscilações térmicas do Oceano Pacífico. No fundo do Pacífico há vulcões. As quantidades maiores de vulcões que existem na Terra estão no fundo do mar. No sul, na Antártida, existem vulcões. Debaixo do gelo da Antártida existem rios, lagos. Essas coisas foram descobertas recentemente por técnicas de radar e laser.
Acontece que tais fatos não são divulgados. Ficam dizendo que o nível do mar vai subir, que as ilhas vão desaparecer, que os habitantes das ilhas do Pacífico estão provocando uma grande migração para a Austrália e a Nova Zelândia.
Não é verdade, todo mundo está no mesmo lugar. Dizem que, se não houver mudanças, as maçãs de Santa Catarina vão desaparecer.
Se algum órgão público — o Ministério Público, a Ordem dos Advogados, alguma entidade que tenha representatividade — questionar qual a prova disso, eles não a apresentam.Catolicismo — São hipóteses?
Prof. Azevedo — Eles têm supercomputadores, e nesses supercomputadores tira-se o resultado que se quiser. O computador é lixo para dentro e lixo para fora. O que se coloca no computador para ele processar, é processado.
Se eu colocar que o nível de CO2 no ar hoje é 20%, e perguntar quanto será daqui a tantos anos, roda aquela parafernália toda, com um custo fantástico, e resulta na produção de falsos trabalhos científicos, hipóteses pseudo-científicas que não têm nenhuma importância.
A indagação concreta é a seguinte: existe alguma prova científica que relacione a ação humana com a mudança do clima?
Resposta: Não há nenhuma.
Poderá haver no futuro? Julgo muito difícil que isso ocorra, porque esse é um sistema incrivelmente complexo, e não há tratamento matemático e científico capaz de ser processado com um mínimo de segurança, que permita fazer afirmações dessa natureza.
Catolicismo — O Sr. gostaria de acrescentar mais algo?Prof. Azevedo — Os governos, em particular o nosso, investem muito em equipamentos, em supercomputadores, para fazer essas projeções climáticas que não valem absolutamente para nada. É uma coisa curiosa, mas os meteorologistas que são competentes e dedicados trabalham no dia-a-dia, fazem as projeções ou previsões para uma semana, no máximo para dez a 15 dias. Esse pessoal do IPCC, que cuida de projeções climáticas por computador, faz projeções para 20 ou 100 anos futuros. Ninguém vai conferir, mas daqui a 100 anos o nível dos mares...
Em minha opinião, para terminar com o aquecimento global tal como ele existe, é só desligar a eletricidade desses computadores... Não é uma ironia, é uma afirmação que faço até com alguma responsabilidade científica.
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domingo, 27 de setembro de 2009
Mudança climática: eco-alarmistas misturam tudo para confundir o público, diz ex-reitor da UnB
Catolicismo — Os “eco-alarmistas” alegam, como prova do aquecimento global, que as geleiras dos pólos norte e sul, e as dos Alpes, estão derretendo.
Prof. Azevedo — A geleira só faz duas coisas: aumentar e diminuir de tamanho. Na última era glacial havia gelo no mundo todo acima de 12° de latitude norte e sul. O Brasil era coberto pelo gelo, a África e toda a Europa também.
No último grande período de frio, há 18 ou 20 mil anos — não era propriamente uma glaciação —, havia gelo com espessura de dois quilômetros na Europa. Esse gelo derreteu, desapareceu. As rochas explodiram e formaram-se aqueles fiordes da Noruega. Abriram-se aqueles vales imensos nas montanhas de rochas. A água infiltrou-se, congelou e explodiu a rocha. Está tudo lá, e pode ser comprovado.
Isso sempre ocorreu e sempre sucederá, não tem nada a ver com poluição e desmatamento. O desmatamento é prejudicial, e a poluição é um problema mais de educação do que um problema climático. Essas coisas todas, os alarmistas misturam para confundir o público. Há uma pessoa no Rio de Janeiro –– não vou dar o nome, porque seria até depreciativo, que após ler matéria sobre o tema, vendeu seu apartamento na praia de Ipanema, porque disseram que o nível do mar iria subir sete metros...
Catolicismo — E o nível dos mares subirá, de fato?
Prof. Azevedo — Veja os exemplos que os “eco-alarmistas” apresentam, de que os mares estão subindo, de ilhas que estão desaparecendo. Nada disso é comprovado.
Há uma decisão da Corte Superior da Inglaterra e Gales, que proibiu passar nas escolas o filme do Al Gore, ex-vice presidente dos EUA, distribuído gratuitamente nos estabelecimentos de ensino para provocar essa comoção.
Em benefício de alguns aproveitadores, que investem em crédito de carbono, em painéis solares, energia eólica e todas essas coisas. Eles estão ganhando fortunas colossais. A corte inglesa, entretanto, analisou o filme, encontrou 11 erros e proibiu que ele fosse projetado, sem apontar esses erros. Na realidade não são 11, mas 35 erros. É uma peça hollywoodiana, não fornece nenhuma fundamentação científica. É tudo balela.
Catolicismo — E qual o valor científico desse relatório IPCC da ONU?
Prof. Azevedo — O IPCC não elabora relatórios, nem realiza estudos científicos. Ele reúne estudos científicos relacionados com o clima –– até bons estudos, e aí é que começa um pouco da malandragem –– e faz o que denominam assessment report: relatórios para assessorias, relatórios para os formuladores de políticas. E com isso o IPCC mistura tudo.
Não existe nenhuma prova científica de que os níveis dos mares estão subindo, e que a geleiras estão acabando. Os alarmistas dizem que as geleiras estão derretendo, mas não informam que atualmente é verão no Pólo Norte. Como é que as geleiras não vão derreter? Têm de derreter, sempre derreteram nessa estação. As geleiras estão derretendo e os alarmistas dizem que a Antártida está derretendo. Não está. O gelo da Antártida está aumentando. Catolicismo — Em outras partes do Pólo Sul, ela está aumentando?
Prof. Azevedo — Não há nenhuma comprovação de que haja um derretimento significativo das geleiras do Pólo Sul. Nada que tenha fugido aos padrões normais observados nos últimos anos, em que essas coisas são observadas.
Catolicismo —No último ano o inverno na Europa foi dos mais rigorosos.
Prof. Azevedo — Foi dos mais rigorosos somente nos últimos 20 anos, mas eles não dizem isso.
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009
O “aquecimento global” não evitou que o gelo do Ártico aumentasse 24% desde 2007
A área da calota polar do Ártico segue crescendo, apesar das previsões dos alarmistas das “mudanças climáticas”. O próprio diretor executivo do Greenpeace, Gerd Leipold, confessou em agosto que mentiu ao prever que o gelo no Ártico terá desaparecido no ano de 2030.
2009-09-16
L. F. QUINTERO / M. LLAMAS
Os dados demonstram que o suposto aquecimento global que ameaçaria a vida na terra (segundo os alarmistas das tais mudanças climáticas) não consegue impedir o aumento do gelo no Ártico.
Assim, segundo os dados oficiais do Nansen Environmental and Remote Sensing Center; do IARC-JAXA Information System e do National Snow and Ice Data Center reunidos pelo blog Desdeelexilio, a capa de gelo polar Ártico cresceu 24% desde o ano de 2007. Desde 2008, o aumento medido foi de 12%.
Atualmente, a superfície da calota polar no Ártico alcança 5.301.219 quilômetros quadrados (Km2) [equivalente a 62% do território do Brasil], quando em 2007 era de 4.267.813 Km2 e em 2008 de 4.731.875 Km2.
Estes dados apontam um crescimento de 12% ao ano da superfície da área coberta de gelo no Ártico. Ademais, segundo as estatísticas disponibilizadas por estes grupos de análises, a massa de gelo polar Ártico continua se recuperando. Estes dados referem-se às magnitudes medidas no dia 15 de setembro de cada um dos anos assinalados.
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Mais de 200 sábios alemães pedem rever posição oficial sobre o “aquecimento global”
Há crescentes provas de que o CO2 antropogénico não exerce papel mensurável algum, escreveram mais de 60 proeminentes cientistas alemães em carta aberta à Chanceler da Alemanha Angela Merkel.
Eles dissentiram publicamente dos temores pelo “aquecimento global de origem humano”. Entre os signatários figuram vários membros do IPCC da ONU, informaram diversos sites da Internet.
Texto completo em PDF
Aderiram à carta mais de 200 outras personalidades alemãs ligadas ao mundo da ciência. Assinam em primeiro lugar o Dr. Holger Thuß, presidente do Europäisches Institut für Klima und Energie ‒ EIKE e o Prof. Dr. Friedrich-Karl Ewert.
No documento, os sábios germânicos urgem a primeira ministra a “rever firmemente” a posição oficial sobre o “aquecimento global”. Eles também pedem a “reunião de um painel imparcial”, ou seja, “livre de ideologia” para contra-restar o IPCC da ONU.
Os signatários trabalham em muitas disciplinas, como Física, Meteorologia, Química e Geologia. Eles sustentam que a atividade da humanidade “não tem efeito mensurável no aquecimento global por meio das emissões de CO2. Pelo contrário, a temperatura dos últimos anos oscila dentro de níveis normais e segundo ciclos naturais.”
Para os assinantes do manifesto, o IPCC da ONU tinha conhecimento dos dados científicos e não quis respeitá-los. O IPCC “ignorou completamente 160 anos de medições da temperatura e 150 anos de estudos para avaliar os níveis de CO2. O resultado é que o IPCC perdeu sua credibilidade científica”, escreveram.
“A atmosfera não aumenta de temperatura desde 1998 – mais de 10 anos ‒, e a temperatura global vem caindo significativamente desde 2003. (...) De acordo com o IPCC, supunha-se que o clima teria aquecido gradualmente, mas aconteceu exatamente o oposto”, acrescentaram.
Eles também deploraram que “a mídia alemã assumiu lamentavelmente uma posição destacada na recusa de publicar opiniões críticas do aquecimento global antropogénico”.
Para esses cientistas a crença no “aquecimento global” pede uma adesão não-científica, mas religiosa. “A crença numa mudança climática seja obra do homem tornou-se uma pseudo-religião”, concluíram.
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domingo, 20 de setembro de 2009
Mudança climática: não há proporção alguma entre a natureza e a atividade humana, diz Prof. José Carlos Almeida de Azevedo
Esta superestima de si mesmo professada pelo ambientalismo apocalíptico parece tocar na patologia. Porém, é mais preciso ver nela um instrumento para habilmente passar uma ideologia que, se fosse exposta racionalmente, o bom senso público recusaria.
O Prof. José Carlos Almeida de Azevedo, ex-reitor da UnB, abordou com autoridade os aspectos científicos desta problemática em entrevista concedida a "Catolicismo".
Vulcão St Helens antes da explosão de 18 de maio de 1980 e o que ficou dele (foto de 1982)
Reproduzimos a continuação, mais alguns excertos dessa momentosa entrevista:
Catolicismo — Qual a proporção da ação humana na ação da natureza?
Prof. Azevedo — Nenhuma. A natureza está aí dessa maneira, e deve continuar do mesmo jeito ainda por muitos milhões de anos. Depois tudo vai desaparecer. Tudo veio do sol. O petróleo veio do sol, pela decomposição da matéria orgânica. O CO2 influi no clima? Provavelmente sim. Tudo influi no clima.
Catolicismo — O Sr. poderia falar sobre o efeito do CO2 e o efeito estufa?
Prof. Azevedo — São duas coisas diferentes. Primeiro, o nome efeito estufa é tecnicamente errado. Eles usaram essa denominação para chamar a atenção das pessoas, tentando estabelecer uma correlação entre o que se passa na atmosfera e o que ocorre dentro de uma redoma de vidro, onde se colocam plantas para se manterem a uma determinada temperatura.
Na atmosfera não existe o vidro, o ar é livre. Os alarmistas então levantaram a hipótese de que a radiação vai lá para cima e se reflete. Isso não tem nenhuma fundamentação científica.
O CO2 influi? Sim, mas influi quanto? Os combustíveis fósseis emitem por ano seis ou sete bilhões de toneladas de dióxido de carbono. Mas os mares emitem 90, é uma desproporção fantástica entre uma coisa e outra. As plantas emitem uma quantidade quase igual. Os cupins emitem uma quantidade enorme de metano.
Catolicismo — Pode-se afirmar que o CO2 é necessário para a vida na Terra?
Prof. Azevedo — Toda a vida na Terra depende do CO2. Toda matéria orgânica possui carbono. O carbono existente apareceu por processos geológicos, ou está enterrado nas rochas e nos mares. As plantas absorvem o CO2. Sem CO2, as plantas não crescem.
Catolicismo — Fala-se muito da Amazônia. Qual é a real repercussão do desmatamento da Amazônia sobre o clima global?
Prof. Azevedo — Aparentemente nenhum.
Catolicismo — Foi publicado que uma das causas da chuva da Amazônia é a areia proveniente do deserto do Saara.
Prof. Azevedo — Ela vem do Saara, que já foi uma floresta e possuia rios caudalosos. O clima muda muito, e muda sempre. E continuará mudando sempre.
Catolicismo — O ser humano tem possibilidade de mudar o clima?
Prof. Azevedo — Não tem, porque a ordem de grandeza é fantástica.
O homem tem que descobrir maneiras de conviver com a mudança do clima. As grandes migrações humanas ocorreram, em primeiro lugar, por causa do clima. Assim, as que ocorreram na Pérsia, na civilização acadiana (Mesopotâmia), as que ocorreram na meso-América e tudo o mais.
O clima mudou, a temperatura subiu não sei quantos graus, as águas foram embora, escoaram para outro lugar. E as populações mudaram e passaram a conviver com outro clima.
Se não houvesse alterações no clima, todos nós, ainda hoje, estaríamos morando na África. Toda a humanidade estaria vivendo lá. E atualmente esse continente, em parte, é um deserto.
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Aquecimento global não tem fundamento científico diz ex-reitor da UnB
O Prof. José Carlos Almeida de Azevedo, ex-reitor da Universidade de Brasília (UnB), doutor em Física pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) e capitão engenheiro da Marinha de Guerra concedeu momentosa entrevista a “Catolicismo” sobre o alegado aquecimento global.
A ciência, clareza e penetração intelectual do Prof. Azevedo dispensam comentários.
Eis alguns excertos:
Catolicismo — Muito se fala sobre a questão do aquecimento global. Mas qual é, de fato, a influência da ação humana sobre o clima?
Prof. Azevedo — Como se pode achar que o homem tenha influência sobre as forças da natureza, diante de tudo que está aí há milhões de anos?
Comecei a estudar o tema, e descobri uma série de incongruências e incoerências nessa questão. Tenho sobre elas escrito em alguns jornais, fui solicitado a abordar o tema pela OAB, pela Associação Comercial e várias organizações, e vou participar de um Congresso Internacional de Geoquímica em Ouro Preto. Essa é uma temática que está na ordem do dia, porque a desproporção entre o que desejam ou o que podem realizar, e o que estão gastando, é incomensurável.
Imagine que, para conter o tal aumento da temperatura da Terra nos 2 graus (como foi anunciado na última reunião do G8), há estudos — efetuados, por exemplo, pelo Consenso de Copenhague — indicando que isso vai custar 13 trilhões de dólares!
De onde sairá esse dinheiro? Do meu bolso, do seu bolso, do pobre coitado que trabalha para dar comida aos seus filhos.
Catolicismo — Quais são as bases científicas de todo esse alarme em torno do aquecimento global?
Prof. Azevedo — A Terra é um conjunto dinâmico. O CO2 que estamos emitindo irá para algum lugar, porque ele não vai desaparecer.
Tudo influi: o desmatamento influi; os motores a combustão influem; a queimada, a derrubada das árvores também. O importante é saber em que proporção.
Outra coisa é saber se isso é realmente importante, no sentido de que, caso continue ocorrendo, influenciará a vida na Terra.
Quanto aos níveis de CO2 atuais, todos os levantamentos mostram que, no passado, eles foram muito superiores. O nível de carbono no ar chegou a 1.500 ou 2.000 partes por milhão. Atualmente está em torno de 380 partes por milhão.
Os alarmistas referem-se a dados que não conseguem comprovar. Por exemplo, dizem que o nível de CO2 começou a crescer com o advento dos combustíveis fósseis, ou seja, da era industrial.
Não é verdade.
Nem os dados do nível de CO2 no ar, no início da era industrial, são inteiramente conhecidos. Uns dizem que era 400, outros que era 160, o próprio IPCC diz isso.
Entretanto, não há dados concretos sobre os níveis de dióxido de carbono no ar, que fundamentem uma decisão de tal ordem, expressa na formulação: “Os países desenvolvidos devem cortar 20, 30, 40% dos combustíveis fósseis até o ano tal”.
Uma decisão assim irá quebrar a economia mundial. Quem irá sofrer? Os mais pobres, as nações africanas e as nações do mundo pobre, no qual se inclui a América latina. Usamos combustíveis fósseis mesmo, além deles não há mais nada.
Dizem os alarmistas: “Mas há as energias alternativas e as energias renováveis”. Não existe isso. Quais são as energias alternativas? O vento, a maré e o sol. Todas essas energias somadas constituem hoje 5% do consumo de energia na Terra.Falsas premisas, objetivos escusos: anticapitalismo e anticivilização
Como é que vamos mudar toda uma matriz energética em 20 ou 30 anos, para satisfazer a interesses — escusos, a meu ver — de determinadas pessoas ou de certos grupos econômicos interessados em prejudicar o desenvolvimento de países mais pobres, e concomitantemente prejudicar os países mais ricos? Isso é o que está em jogo.
Não há fundamentação científica nenhuma para isso. Não há nenhum trabalho científico que afirme: “Se o nível de dióxido de carbono aumentar de tanto, vai acontecer isso e aquilo outro”.
Eles se baseiam em dois trabalhos — dos anos 1830 até 1896! — de Jean-Baptiste Fourrier e Svante Arrhenius. Acontece que o trabalho de Fourrier é anterior ao conhecimento dos efeitos da radiação. Não se sabia nada a respeito dela.
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Conferência de Copenhague e “religião verde”: o Brasil na mira
Nashville, a cidade de Al Gore, pontífice do “aquecimento global” bateu o recorde de frio num 21 de julho. Foi a temperatura mais baixa desde 1877 (início das medições).
Al Gore profetizara que no Hemisfério Norte este ano haveria um “verão-churrasco” e que 2009 seria um dos “cinco anos mais quentes já havidos”, lembrou o jornalista britânico Christopher Booker do diário londrino “The Telegraph”.
Duas fontes oficiais com base em dados satelitais mostraram que em junho as temperaturas ficaram no nível médio dos últimos 30 anos, acrescentou “The Telegraph”. Tudo como dantes no quartel de Abrantes...
Pelo contrário, o Goddard Institute for Space Studies, dirigido por James Hansen, um dos principais coristas apocalípticos, anunciou que nesse mês o mundo esquentou estonteantes 0,63 graus centígrados. Quer dizer, mais do que o aquecimento na totalidade do século XX!
O recorde de frio da cidade de Al Gore diz muito pouco sobre o clima planetário.
A toda hora registram-se recordes para cima ou para baixo na Terra. Picos pontuais não podem ser generalizados. Clima é sinônimo de variabilidade constante.
Mas, o Al Gore que não liga para a realidade objetiva da natureza é, antes de tudo, um político.
Enquanto político é sensível às situações ridículas que podem trazer perda de popularidade, como a criada pelo frio recorde de Nashville.
Porém, ele reagiu a esse ridículo com o estoicismo de um monge budista, de um faquir ou de um místico sufi.
Esta constatação não leva a ridicularizar a Gore. Antes bem convida a refletir sobre o grau de adesão que a “religião verde” exige de seus adeptos.
O que é que é essa religião que tantos cientistas ponderados denunciam como sendo o âmago de boatos e fraudes como o “aquecimento global”? O que é que ela ensina? O que é que ela visa?
Isso é matéria de reflexão. Sobre tudo quando o Brasil está na mira da 15º Conferência Mundial do Meio Ambiente ‒ COP 15 (Copenhague, 7 a 18 de dezembro), e, tal vez, o próximo presidente queria incluir essa “religião” na sua plataforma de governo e ação.
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segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Alarmismos que arrombam as consciências
Mas o anúncio foi repudiado rumorosamente nos EUA e no Brasil, segundo informaram Folha online e o “The New York Times” além de muitos outros.
O anúncio “Tsunami” apresenta dúzias de aviões caindo sobre Manhattan (NY), explorando o impacto emocional dos atentados de 11 de setembro de 2001.
A montagem diz que o tsunami que atingiu a Ásia matou cem vezes mais pessoas que o ataque terrorista, o que revelaria como a Terra é brutalmente poderosa e deve ser respeitada.
Ad Age, considerada a “bíblia” da publicidade, sublinhou que os autores do trabalho são “cientificamente idiotas”, já que “não há relação entre tsunamis e preservação ambiental”.
Alarmismo ambientalista inocula idéias por meio de associações abusivas de imagens que arrombam as consciências
O festival norte-americano One Show anunciou a implementação de novas regras que banirão da competição, por cinco anos, agências e criativos que inscreverem anúncios do gênero. A decisão não tem precedentes e também foi noticiada pela Advertising Age.
O presidente do One Club, Kevin Roddy, entrará em contato com os responsáveis por outros grandes festivais, como Cannes Lions e D&AD, convidando-os a instituir análogas regras. A DM9 perdeu o One Show Merit que conquistou na premiação.Por sua parte, o show do âncora Keith Olbermann da MSNBC incluiu o anúncio na sua lista de “Piores pessoas do mundo”. Mais.
A WWF de início confirmou que o anúncio fora aprovado “a algum nível” do grupo. Mas, também defendeu que a WWF americana “não autorizou sua produção ou publicação”, deitando a responsabilidade na WWF brasileira.
Sergio Valente, presidente da DM9DDB Brasil, disse a Ad Age que o anúncio foi aprovado pela WWF brasileira em dezembro 2008 e até teria saído num jornal local. Valente pediu desculpas pela campanha. Ele afirmou em carta, segundo Infoplantão, que “esse trabalho foi desenvolvido por um grupo de jovens profissionais da agência”.
Segundo a WWF-Brasil, a equipe da agência de publicidade DM9DDB Brasil que criou as peças (um cartaz e um clip) não faz mais parte da empresa.Visando encerrar o escândalo, WWF Brasil e DDB Brasil emitiram comunicado em que “manifestam conjuntamente seu pesar pelo lamentável incidente”.
“Este anúncio não expressa o pensamento nem do cliente nem da sua agência de propaganda”. “Inadvertidamente, acrescentam, este anúncio foi submetido a uma competição de propaganda internacional [Cannes]”.
“WWF Brasil e DDB Brasil reafirmam que tal anúncio jamais deveria ter sido criado, aprovado ou veiculado. Informam que já solicitaram formalmente a eliminação deste anúncio da competição acima. E lamentam o corrido, reiterando pedido de desculpas a todos que se sentiram ofendidos”.
Para além da casuística dessa polêmica campanha, o fato serve de exemplo de métodos utilizados pelo ambientalismo apocalíptico. Para inocular uma idéia no público ele associa de modo abusivo imagens de alto impacto emotivo e dessa maneira acaba arrombando as consciências.
Dessa maneira, por via não racional, ou seja, pela impressão violenta para esse efeito dosada, impinge uma ficção nas vítimas. Estas passam a considerar a perspectiva alarmista como tivesse a evidência de um “fato” que entrou pelos olhos.
Na realidade, trata-se de shocks midiáticos que exploram o pânico ou o terror emocional para sugestionar o público alvo.
Esse método explica a dificuldade encontrada por tantos cientistas de boa fé, experientes e carregados de títulos, para dissipar exageros e falsos do ambientalismo catastrofista.
Os genuínos cientistas apresentam fatos, argumentos lógicos, demonstrações. O outro lado manipula medos ou pânicos com inescrupulosos artifícios de propaganda.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Na Eco-92, chefes de Estado e de governo não ouviram apelo de 52 Prêmios Nobel
Eis excertos do apelo aos chefes de Estado e de governo presentes na Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD), também lembrada como ECO-92 (3 e 14 de junho de 1992).
O apelo foi assinado por 52 Prêmios Nobel e mais 212 cientistas de renome mundial de 29 países:
“Nós estamos preocupados assistindo no limiar do século XXI, à emersão de uma ideologia irracional que se opõe ao progresso científico e industrial e prejudica o desenvolvimento econômico e social.
“Nós afirmamos que o estado de natureza, por vezes idealizado por movimentos que tendem a se voltar para o passado, não existe e provavelmente nunca existiu desde a aparição do homem na biosfera, na medida em que a humanidade progrediu sempre pondo a natureza a seu serviço, e não o inverso.
“Nós aderimos inteiramente aos objetivos de uma ecologia científica (...). Porém, nós pedimos formalmente que a descoberta, controle e preservação (dos recursos naturais) estejam baseados em critérios científicos e não em prejuízos irracionais. (...)
“nós alertamos as autoridades responsáveis do destino de nosso planeta contra qualquer decisão que se baseie em argumentos pseudo-científicos ou em dados falsos ou inapropriados.”
Infelizmente esse apelo não foi ouvido e a irracionalidade pseudo-científica galopa agora sem freio.
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segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Aquecimento global e mudança climática: vulcanólogo denuncia “enorme mentirada” visando um governo mundial ambientalista todo-poderoso
Entre apontamentos da década passada encontrei o seguinte artigo, do qual reproduzo excertos. É do famoso vulcanólogo Haroun Tazieff , ex-ministro da França, no governo de François Mitterrand, para a prevenção dos grandes riscos (1984-1986). Foi publicado pelo diário parisiense Le Monde, 2/6/92, sob o título “‘Efeito estufa’ e ‘buraco de ozônio’”.
Os seus argumentos são lógicos, incisivos, atualíssimos. Ele se soma à legião de cientistas que denuncia o que Tazieff qualifica de “enorme mentirada”.
Como é, desde aquela data, essa “enorme mentirada” só progridiu na mídia, nos governos e na ONU?
Não se entende à luz da ciência. Difícil acreditar que os donos da “mídia” não percebam que se trata de “má ciência-ficção”, como diz Tazieff.
O que é? Parece mesmo ser uma estranha religião... sem Deus é claro!
Escreveu o vulcanólogo:
“Há muitos anos uma campanha de imprensa, TV e rádio, conduzida com grande dispêndio a escala mundial se esforça em propagar rumores sobre pretensas certezas científicas segundo as quais um “efeito estufa” antropogénico estaria aquecendo a atmosfera de nosso planeta e que as conseqüências desse aquecimento serão catastróficas.
“Em decorrência da dilatação das águas oceânicas e ao derretimento dos glaciares, o nível dos mares subiria vários metros pondo em perigo centenas de milhões de pessoas instaladas a menos de dois ou três metros de altura e engoliria inumeráveis cidades, entre as quais todas as megalópoles costeiras construídas logo acima do nível atual do mar.
“É-nos afirmado, sem a menor demonstração científica séria, mas na base de simples hipóteses de maneira alguma demonstradas, que a responsabilidade humana na acentuação do “efeito estufa” já não é mais contestada...
“Esta afirmação é contrária à verdade: numerosos cientistas de alta qualificação contestam formalmente que a injeção de gases como os clorofluorocarbonetos, o metano e o gás carbônico acentuam o “efeito estufa” natural gerado pela atmosfera.
“Fala-se de um aquecimento da atmosfera, de um aumento da “temperatura do planeta” como se fosse um fato tirado da observação, de um fenômeno devidamente constatado.
“Ora, na hora presente nada permite semelhante afirmação, a não serem alegações de cientistas que têm interesses bem diversos.
Má ciência-ficção e não ciência (Haroun Tazieff)“Por outra parte, o cenário-catástrofe da elevação do nível dos mares pelo derretimento dos glaciares pertence a uma ciência-ficção que ignora a física elementar: os glaciares da Antártida e os da Groenlândia têm uma temperatura de várias dezenas de graus negativos, e não são os três a seis graus anunciados pelos arautos do catastrofismo deste fim de milênio que alguma vez irão derreter um só centímetro cúbico de um glaciar de -20 ou -60C...
“Esta má ciência-ficção, entretanto vem sendo largamente difundida por todas as mídias do mundo há uma vintena de anos.
“O catastrofismo vende-se incomparavelmente melhor que o contrário. O poder de grupos de pressão tão transnacionais quanto poderosos impede na prática que se exprimam publicamente os cientistas competentes e respeitosos da ética e que desejam restabelecer a verdade.
“A enorme mentirada da ameaça mundial que representaria o gás carbônico e os clorofluorocarbonetos não só chegou a ser levada em linha de conta pelos responsáveis dos governos, mas é afirmada como incontestável pelos jornalistas, igualmente ludibriados pelos sofismas seudo-científicos.
“Essa falta de boa fé na informação de dados científicos importantes não vem sozinha. Ela envolve, por uma parte, cifras de negócios que atingem dezenas de bilhões anuais.
“E a organização de uma espécie de governo mundial ambientalista todo-poderoso.”


























