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domingo, 19 de maio de 2013

Professor de climatologia da USP desmonta temores sobre aquecimento global, CO2 e “camada de ozônio”

Prof. Ricardo Felício, na TV Gazeta
Prof. Ricardo Felício, na TV Gazeta
O Prof. Ricardo Felício, bacharel e mestre em meteorologia pela Universidade de São Paulo (USP) e pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE), com pesquisas desenvolvidas na Antártida, onde já esteve por duas temporadas, doutor em climatologia pela USP.

Nessa grande universidade paulista, ele atualmente é Professor. O Prof. Felicio concedeu entrevista ao Blog Geógrafos, na qual desfaz mitos e fraudes do ambientalismo apocalíptico.

Blog Geógrafos: Quais são os argumentos científicos utilizados para desmascarar o aquecimento global antropogênico?

Prof. Ricardo Felício: Primeiramente porque os que fazem a afirmação da coisa não trazem a evidência de que o Homem causou isto.

Suas hipóteses não se confirmam, principalmente com os valores observados atualmente dos registros de dióxido de carbono e das temperaturas.

Quanto fenômeno natural, o tal aquecimento, que foi extremamente suave, já era previsto de acontecer desde a década de 1970, anos em geral que se apresentaram mais frios, perdurando até o final do século XX.

Salzburg, Áustria 12.12.2012
De fato, desde 1998 as temperaturas já indicam arrefecimento, daí a tentativa de “esconder o declínio”, fato registrado no famoso escândalo científico “climategate”.

Assim, deverão apresentar, também de forma geral, declínio até aproximadamente a década 2020 2030, se seguirem os padrões observados no último século.

Blog Geógrafos: Num artigo recente publicado pelo Wall Street Journal 16 cientistas dizem que o aquecimento global não existe. Já em outro publicado pela Revista Science, 255 cientistas defendem a necessidade de conter o aquecimento global.

Prof. Ricardo: Na verdade este número de cientistas nunca foi comprovado, principalmente do lado do IPCC, onde a maior parte dos chamados cientistas são na verdade ongueiros, burocratas e pesquisadores de outras áreas, com quase nada de participação em climatologia.

"No IPCC a maior parte dos chamados cientistas são na verdade  ongueiros, burocratas e pesquisadores de outras áreas"
"No IPCC a maior parte dos chamados cientistas são na verdade
ongueiros, burocratas e pesquisadores de outras áreas"
De fato, o número de cientistas não é importante, como diria Albert Einstein e Ivar Giaever, cientistas premiados com o Nobel de Física (e não da Paz, como os auto-titulados co-laureados do IPCC e Al Gore).

O importante é se os cientistas estão certos.

Evocar o princípio da precaução alegando que devemos agir sem plena certeza científica faz com que esta história se torne religião.

Se tivermos certeza, agimos, mas se não tivermos, agimos também? Então para quê ciência se todas as decisões já foram tomadas?




Enfim, a descarbonização é a atitude mais tola que a humanidade está prestes a tomar, pois o carbono não controla o clima da Terra, sendo então uma ação extremamente cara, infrutífera e no final das contas não resultará em nada.

Criar-se-á uma burocracia inútil que só reverterá prejuízos para a humanidade como um todo, especificamente para os países que têm mais necessidades de desenvolvimento.

Ressalta-se ainda que acreditar que as mãos humanas conseguem controlar os fluxos de massa e energia planetários só pode ser mesmo um ato de fé.

Blog Geógrafos: Como o gás carbônico atua na nossa atmosfera? Qual é seu papel para a existência da vida? Como ele é produzido?

Prof. Ricardo: Na atmosfera ele se concentra na proporção de 0,033% (supostamente evocam que ele chegou a 0,038%).

É um gás essencial para a vida na Terra, pois é utilizado pelas plantas e principalmente dentro dos oceanos, na zona fótica, pelo fitoplâncton para a realização da fotossíntese.

Pinheiros criados com maiores doses de CO2 cresceram mais. Na esquerda (AMB) nível atual
Pinheiros criados com maiores doses de CO2 cresceram mais. Na esquerda (AMB) nível atual
A esmagadora proporção de dióxido de carbono vem dos oceanos, em primeiro plano. Se eles se apresentarem mais aquecidos, como observado nos últimos 60 anos, excetuando-se os últimos cinco, eles liberarão mais para a atmosfera, pois a solubilidade do gás é inversamente proporcional a sua temperatura.

A seguir, temos os vulcões, que todo ano dão uma contribuição significativa. Uma erupção grande é equivalente a toda emissão humana de um ano. Temos cerca de 550 vulcões ativos na Terra.

Quanto à emissão dos pobres humanos e toda a sua colossal atividade, esta é menor que a emitida pelo insetos existentes no planeta.

Blog Geógrafos: Como você explica que a Camada de Ozônio não existe? Como ela pôde ser inventada?

Prof. Ricardo: O conceito de “camada” é reducionista de algo que é mais complexo e intrincado. Aconteceu que passou o tempo e a coisa virou uma entidade.

"Não há 'camada de ozônio', mas ozonosfera
onde esse gás muda muito como as nuvens"
Não existe tal camada.

O que existe é a chamada ozonosfera, parte da baixa estratosfera, onde a probabilidade da existência de gás ozônio é maior, dada certas condições particulares.

Assim, o ozônio se apresenta como nuvens ozônicas, e não como camada, as quais permanecem nesta faixa da atmosfera onde a pressão é muito baixa (de 50 a 10mb, quando na superfície, ao Nível Médio do Mar, ela é considerada com 1013,25mb).

Nem mesmo o próprio Gordon Dobson dizia “camada”, “buraco na camada” e coisas afins. Eles já sabiam que a variação do ozônio é extremada. De uma hora para outra verificava-se variação de 1000% (mil) nas concentrações do gás, dada a sua alta reação.

Ao mesmo tempo, deve-se ressaltar que o gás só é produzido com a ação da radiação ultravioleta da banda C. Sem luz, sem ozônio. Simples assim.

Desta forma, nas partes polares, a sua baixa concentração verificada na saída dos respectivos invernos é dada pela ausência de luz solar e não por causa de CFCs ou coisas do gênero.

As diferenças marcantes entre os hemisférios da Terra fizeram com que as anomalias sobre o pólo Sul fossem mais acentuadas do que as verificadas no pólo Norte. Os cientistas sempre souberam disto.

Blog Geógrafos: Você acha que o aquecimento global pode ser um factoide criado por interesses políticos e econômicos?

Prof. Ricardo: Sem dúvida. Desvia-se o foco dos nossos verdadeiros problemas para uma coisa sem fundamento.

Em vez de usarmos os nossos melhores recursos financeiros e humanos na resolução e discussão de problemas como saneamento, saúde, educação e criação de resiliência humana frente às adversidades, perdemos tempo em uma fantasia que só tende a agravar a situação atual.


quinta-feira, 16 de maio de 2013

Na Argentina, "Verdes" e "Vermelhos" cooperam para impedir a produção de gás e petróleo de xisto

Poço em Vaca Muerta, província de Neuquén
Poço em Vaca Muerta, província de Neuquén
Na mega-jazida de Vaca Muerta, província de Neuquén, o governo argentino queria comemorar o início da extração de petróleo e gás não convencionais (shale oil e shale gas), escreve o jornal “Clarin”, de Buenos Aires.

A desastrosa gestão populista da reestatizada petrolífera YPF redundou numa carência de combustíveis fósseis que até poucos anos atrás eram exportados pela Argentina.

Na angustiante falta de recursos energéticos e sob a pressão das críticas populares, o governo populista quereria recuperar a independência energética com o petróleo e o gás de xisto.

A petrolífera anglo-holandesa Shell informou que sua subsidiária O&G Developments abriu o primeiro poço com técnica de fraturamento hidráulico (fracking) e está produzindo petróleo e gás na área de Sierras Blancas, parte da formação de Vaca Muerta.

A Shell detém 65% da O&G, que por sua vez tem como associadas a petrolífera local Medanito (25%) e a estatal provincial Gas y Petróleo de Neuquén (10%). A mega-jazida é considerada a terceira maior do mundo.


Suas reservas provadas atingem cerca de 927 milhões de barris, mas seu potencial total alcançaria 22,5 bilhões de barris ou mais.

A colapsada estatal YPF fez novos anúncios para desenvolver com a Dow Argentina, do grupo americano Dow Chemical, os recursos gasosos da mega-jazida para explorar o gás de xisto no bloco “El Orejano”, setor de Vaca Muerta.

Em dezembro, o governo assinou “cartas de intenção” com a Chevron e a Bridas para explorar as áreas de Loma La Lata, Bajada de Añelo e Bandurria. Porém, o populismo estatizante do governo está desanimando e afastando as empresas, comentou o diário espanhol "El Mundo".

Para que o projeto de exploração do gás de xisto possa deslanchar, a YPF, politizada e incompetente, cederia 50% de sua participação na área de “El Orejano”.

Jazidas de gás e petróleo de xisto na Argentina (em verde)
Jazidas de gás e petróleo de xisto na Argentina (em verde)
As descobertas e a entrada em produção poderiam atrair grandes investimentos na área petroquímica, dinamizando a economia local e afrouxando a coleira energética que o estatismo populista colocou à grande e rica nação platina.

A agitação ambientalista e o esquerdismo populista, entretano, trabalham para inviabilizar projetos que envolvem potenciais naturais imensos. “Verdes” cooperam sempre com os “Vermelhos” para miserabilizar e comunistizar países ricos que poderiam ter um futuro venturoso.

Nada disso tem a ver com um sadio interesse pela natureza e o meio-ambiente, mas com ideologia esquerdista.


domingo, 12 de maio de 2013

Eólicas tiram o sono e danificam a saúde dos europeus

Ditatorialismo ambientalista pouco liga para o bem-estar da população
Ditatorialismo ambientalista pouco liga para o bem-estar da população
Um argumento habitualmente usado pelo ambientalismo para frear projetos consiste em exigir um estudo provando a priori que ele não causará danos ambientais ou relevantes. Trata-se das tão abusadas "análises de impacto ambiental".

Porém, quando se trata do capricho ideológico verde esse argumento não vale. E assim as turbinas eólicas, decretadas fonte de energias “limpas” e “boas”, invadiram a paisagem europeia.

E o bem-estar dos cidadãos? A pergunta soa como uma blasfêmia. Se os verdes dizem que são “limpas” e “boas”, os cidadãos que engulam!

Agora, após instalarem milhares dessas turbinas, a saúde dos sofridos vizinhos desses engenhos dá sinais de graves prejuízos.

Os parques de energia eólica causam danos “claros e significativos” à saúde mental e ao sono dos vizinhos, como ficou constatado pelo primeiro estudo científico “full peer-reviewed” sobre o problema, informou o jornal inglês “The Daily Telegraph”.

Cientistas americanos e britânicos compararam a saúde de dois grupos de residentes no estado americano de Maine, um dos quais morava no raio de uma milha de um parque de energia eólica, enquanto o outro não.




Embora os dois grupos fossem socialmente semelhantes, os pesquisadores descobriram importantes diferenças na qualidade do sono dos dois.

Os pesquisadores usaram duas escalas de medição científica: 1) o Pittsburgh Sleep Quality Index, que mede a qualidade do sono; 2) o Epworth Sleepiness Scale, que mede a sonolência das pessoas acordadas.

“As pessoas que vivem perto de parques eólicos industriais têm pior sono”, segundo os dois critérios, observou o trabalho dos pesquisadores Michael Nissenbaum, Jeffery Aramini e Chris Hanning.

“Houve clara e significativa relação, com a diminuição dos efeitos na medida em que aumenta a distância das turbinas”, acrescenta.

Os pesquisadores também acharam “significativa” relação com uma saúde mental empobrecida, provavelmente por causa do mau sono.

Mais de 25% das pessoas disseram que foram diagnosticadas com depressão e ansiedade desde que as eólicas começaram a funcionar perto de suas casas. Também 25% passaram a tomar comprimidos para dormir.

No outro grupo não houve nenhum caso registrado.

O estudo “Effects of industrial wind turbine noise on sleep and health” foi publicado na revista “Noise and Health”.

Diferentemente de outros fatores perturbadores do sono, o ruído das turbinas eólicas varia muito em função da direção e da velocidade do vento, durante períodos muito longos de tempo.

A lei inglesa fixa o barulho máximo dessas turbinas em 42 decibéis, o que equivale a dizer que não podem ser instaladas a menos de 320-502 metros das residências, segundo os moradores locais.

Vizinhos das turbinas têm que frequentar psiquiatra e tomar psicotrópicos para dormir
Vizinhos das turbinas têm que frequentar psiquiatra e tomar psicotrópicos para dormir
Porém, as queixas da população estão crescendo e os municípios pedem um maior afastamento. Wiltshire, por exemplo, adotou distâncias mínimas entre 1.300 e 2.900 metros, dependendo do tamanho das turbinas.

O Dr. Lee Moroney, diretor da Renewable Energy Foundation, declarou que “esta situação obviamente é inaceitável e está criando um monte de vizinhos zangados, mas a indústria e o governo respondem de modo lerdo e com muita relutância”.

O Ministro de Energia britânico, John Hayes, julga que as turbinas eólicas “pipocaram em todo o país sem prestar atenção nos interesses das comunidades locais ou nos seus desejos”.

Dizendo “demais é demais” Hayes parece defender uma moratória de novas instalações.

O ministro da Justiça, George Osborne, manifesta-se cada vez mais cético quanto à eficácia dessas turbinas, que são pesadamente subsidiadas pelo Estado.

Na realidade, os parques de energia eólica só geram a quarta parte de sua capacidade teórica, devido à mutação dos ventos. Em 2013, 100 deputados conservadores pediram ao premiê David Cameron para deter a expansão dessa insensatez.

Porém, o governo parece importar-se pouco com o que pensam e sofrem os cidadãos. E a União Europeia, como registrou “The Daily Telegraph”, já prepara uma nova diretiva para impor mais dessas instalações insalubres à Grã-Bretanha.

Além de imposições ditatoriais baixadas por Bruxelas, o Parlamento Europeu aprovou aumentos obrigatórios na produção dessas energias renováveis até 2030.O dirigismo ambientalista não pensa sequer nos humanos, como que um velho imperador romano que não pensava muito em seus escravos.



quinta-feira, 9 de maio de 2013

Psicose Ambientalista — Entrevista com Dom Bertrand de Orleans e Bragança

Dom Bertrand concede dedicatória a seu livro Psicose Ambientalista
A propósito de seu recente livro Psicose Ambientalista, a Agência Boa Imprensa (ABIM) entrevistou o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança[foto] para quem os adeptos do aquecimento global vêm promovendo um verdadeiro ecoterrorismo publicitário quanto à questão climática.

Fundamentado em cientistas de renome, Dom Bertrand discorre sobre a impossibilidade da ação do homem influenciar o clima, ao mesmo tempo em que acena para a existência de uma ideologia subjacente nessa defesa exagerada da natureza: a do comunismo, agora camuflado de verde.

O egrégio autor vai além e chega a falar de uma nova "religião", a qual pretende justificar uma sociedade igualitária e neotribal, lastreada num misto de pseudociência com filosofias arcaicas e pagãs.

ABIMEm seu livro Psicose Ambientalista consta que o aquecimento global não é decorrente da influência humana e aponta a existência de um ecoterrorismo a propósito do clima. O que Dom Bertrand quer dizer com isto?

Dom Bertrand – Num dos capítulos mostrei como os ambientalistas sectários — “vermelhos” que ficaram “verdes” — utilizam as armas da intimidação e da fraude para atingir seus objetivos. Aliás, nem fazem questão de escondê-lo. Para eles, qualquer meio para conduzir as pessoas aos seus fins é bom. Na ótica comunista, “verdade” é tudo o que favorece a causa comunista. Para esses “ambientalistas”, não há dificuldade em passar por cima da ciência que afirma ser o aquecimento global uma farsa.

Como o importante é a implantação de um igualitarismo ecologista radical numa sociedade neotribal, tanto pior para a verdade e para a ciência.

ABIMDom Bertrand poderia dar um exemplo de que isso ocorre?

Dom Bertrand – Cito duas declarações de ecologistas radicais:

1) “A História nos ensina que a humanidade só evolui significativamente quando ela sente medo verdadeiramente. Assim conseguiremos criar as bases de um verdadeiro governo mundial, mais rápido do que impelidos por simples razões econômicas” (Jacques Attali, ex-conselheiro presidencial socialista francês).

2) “Não tem importância se nossa ciência toda é falsa, há benefícios ambientais colaterais. A mudança climática fornece a maior chance para impor a justiça e a igualdade no mundo” (Christine S. Stewart, ex-ministra do Meio Ambiente do Canadá).

ABIMDom Bertrand crê na existência de agentes por trás das ONGs criadoras desse ambientalismo exacerbado?

Dom Bertrand – As duas declarações citadas deixam muito claras as intenções de um governo mundial “para impor a justiça e a igualdade” conforme a concepção deles.

ABIMMas há divergências entre os cientistas nessa questão…

Dom Bertrand – O renomado cientista brasileiro, o Prof. José Carlos Almeida de Azevedo, Doutor em Física pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), aponta não haver proporção entre a ação humana e a da natureza. O homem não tem possibilidade de mudar o clima.

Como se pode achar que o homem influencie a natureza diante de tudo que está aí há milhões de anos? A natureza está aí dessa maneira, e deve continuar ainda do mesmo jeito por muitos milhões de anos.

ABIMParece estar ocorrendo um aumento significativo na intensidade e na quantidade de fenômenos da natureza. Como não ver nisto uma ação da depredação humana?
Dom Bertrand – Como bem mostra o Professor Luis Carlos Molion, certamente uma das maiores autoridades brasileiras em matéria climática, não se pode confundir intensidade dos fenômenos meteorológicos com vulnerabilidade da sociedade, que aumenta com o crescimento populacional.

A sociedade tende a se aglomerar em grandes cidades, tornando mais catastrófico atualmente um fenômeno com a mesma intensidade de outro que houve no passado. O furacão mais mortífero nos Estados Unidos ocorreu em 1900, ceifando a vida de mais de 10 mil pessoas. Nessa época, a densidade populacional local era muito menor que a de hoje, e o mesmo furacão provavelmente teria agora efeito muito mais devastador.

ABIMÉ certo que existe gente mal intencionada, mas não haverá também os bem intencionados querendo proteger a natureza?

Dom Bertrand – É preciso distinguir o verdadeiro ambientalismo daquele sectário. No sentido ordenado e bom, o ambientalismo consiste na preservação da natureza a fim de propiciar uma vida saudável das plantas, dos animais e especialmente dos homens. Já na criação, Deus dispôs a natureza para servir ao homem. As plantas e os animais, ao se reproduzirem, servirão de alimento para o homem.

Mas Deus estabeleceu como punição pelo pecado de Adão o trabalho penoso: “Os meus eleitos comerão eles mesmos o fruto do trabalho de suas mãos”. A natureza tornou-se hostil, e precisou ser dominada pelas habilidades e talentos do homem.


ABIMOnde entra a "religião" nessa questão ambientalista?

Dom Bertrand – Na verdade, foi a Igreja Católica que converteu e civilizou os povos bárbaros, ensinando-os a cultivar o solo e preservar a natureza, com sabedoria e desejo de perfeição.

Quanto às novas propostas de defesa da natureza apresentadas hoje pelos meios de comunicação, por líderes mundiais e organismos internacionais, infelizmente, por trás de grande parte dessa defesa se oculta uma ideologia, ou mesmo uma nova religião que pretende justificar uma sociedade igualitária e neotribal, lastreada num misto de pseudociência com filosofias arcaicas e pagãs.

Agitação indigenista se identifica cada vez mais
com o ambientalismo contrário ao progresso do Brasil.
Foto: Acampamento Terra Livre contra hidroelétrica BeloMonte

ABIMO Príncipe não pensa que se deixarmos fazendeiros, industriais ou quem quer que seja à vontade, eles não destroçariam a natureza?

Dom Bertrand – O homem do campo é o maior interessado na sustentabilidade do seu negócio, e em sã consciência não deseja o prejuízo de ter o seu campo transformado em deserto. Isso, aliás, é o que se deve lamentar e coibir nos assentamentos de Reforma Agrária, onde a terra é de ninguém e os assentados em geral fazem uma devastação e deixam a terra arrasada.

Mas a atenção dos ambientalistas — que se volta com indisfarçável animosidade para os agropecuaristas que trabalham, produzem e assim promovem o nosso desenvolvimento — é omissa sobre a ação deplorável dos assentados.

ABIMComo convencer o grande público dessa tese?

Dom Bertrand – Assim como não se monta uma fábrica para ser abandonada no ano seguinte, não se cultiva um campo para abandoná-lo em seguida. A atividade agropecuária, como toda atividade econômica, só pode ser concebida se for sustentável.

Agricultura sustentável é quase um pleonasmo. As mãos que semeiam sãos as mesmas que cuidam. Graças ao esforço dos ruralistas e à descoberta de novas técnicas, foi possível transformar o Brasil no segundo maior exportador de grãos do mundo. Essa realidade é omitida pela propaganda ambientalista, que continua espalhando falsidades.

Militante ambientalista pelos "Direitos do Animal".
"Integração homem-natureza" é entendida como fusão panteísta
O papel da preservação ambiental pela agricultura é enorme. Ela é capaz de apresentar soluções para conservação da água e da biodiversidade. Além de alimentos e fibras, ela garante uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo.

ABIMO que Dom Bertrand pensa sobre o crédito de carbono?

Dom Bertrand – Esse é o outro mito do ambientalismo. O CO2 não produz poluição nem o falso efeito estufa.

O CO2 é o gás da vida. Ele é um gás natural responsável pelo crescimento das plantas. Se eliminarmos o CO2 da atmosfera, a vida cessaria na Terra.

Conforme o Prof. Molion o principal gás de efeito estufa — se é que esse efeito existe — é o vapor d’água. Em alguns lugares e ocasiões sua concentração chega a ser 100 vezes superior à do CO2. Este, por sua vez, é um gás natural. Em certo sentido, mais até que o oxigênio, ele é o gás da vida.

Na hipótese altamente improvável de eliminarmos o CO2 da atmosfera, a vida cessaria na Terra. O homem e os outros animais alimentam-se das plantas, não produzindo eles próprios os alimentos que consomem. São as plantas que o fazem, por meio da fotossíntese, absorvendo CO2 e produzindo amidos, açúcares e fibras e, como subproduto, o oxigênio que respiramos. Outros gases, como metano e óxidos de nitrogênio, estão presentes em concentrações muito baixas, que não causam problemas.
__________________
Psicose Ambientalista – Os bastidores do ecoterrorismo para implantar uma “religião” ecológica, igualitária e anticristã. Formato 16 x 23 cm – 176 paginas – R$.23,90 – Editora Instituto Plinio Corrêa de Oliveira – divulgação Editora Petrus.


domingo, 5 de maio de 2013

Jornalista desfaz mitologia alarmista verde

 Alexandre Garcia
Alexandre Garcia

O leitor já se imaginou competindo contra o sol para reverter o "aquecimento global", aliás nunca comprovado?

Ou lutando contra a emissão de CO2 - aliás gás da vida - deixando de consumir bens necessários para seu bem-estar e de sua família, ou até voltando a um estágio de "civilização" primitivo?

Estes e outros desatinos disparatados que teriam feito rir há não muitos anos, e por certo farão rir nos séculos futuros, viraram moeda corrente do alarmismo ambientalista.

O jornalista Alexandre Garcia, colunista da agência “Alô Comunicação”, é mais um dos espíritos clarividentes que denuncia estes slogans apocalípticos que só servem para enganar.

Com óbvio proveito para a propaganda neocomunista disfarçada de "verde", acrescentamos nós.

Leia o lúcido e recente artigo de Alexandre Garcia publicado também no "Diário da Amazônia"

O VULCÃO E O CARBONO 

Você sabia que se um vulcão no Chile ou na Islândia ficar despejando fumaça na atmosfera por quatro dias anulam-se 5 anos de esforços de cada habitante do planeta para reduzir emissões de dióxido de carbono?

E se o prezado leitor perguntar o que é esse tal de dióxido de carbono, tão satanizado pela seita ambientalista, a resposta é que o CO2 é um gás vital de que todo vegetal precisa para viver e para transformar o carbono em oxigênio, o gás vital para a sobrevivência de toda vida animal, inclusive humana. 

Vulcão Puyehue, Chile, junho 2011
Quando eu estudei química orgânica no curso científico, aprendi que o que tem vida, o que é orgânico, tem carbono. Enquanto isso, inventaram os tais créditos de carbono.

Se você pensar que salvou o mundo do carbono porque gastou um dinheirão para comprar um Prius híbrido ou deixou de usar sacos plásticos no supermercado, ou ainda ajudou seus filhos em trabalhos sobre sustentabilidade, pôs um tijolo na caixa de descarga para diminuir o fluxo de água, ou desistiu de comprar um SUV e vendeu sua lancha, evitou uma longa viagem de avião e ficou em casa, gastou alguns reais a mais para comprar outro tipo de lâmpada, tudo isso será em vão quando o Copahue, ali no Chile, ficar outra vez expelindo gases de estufa e carbono por no mínimo quatro dias.

E nos últimos quatro ou 6 bilhões de anos, independentemente da nossa presença na Terra, a natureza vai seguindo seu rumo errante.

E temos pelo menos 200 vulcões ativos na nave Terra.

Apenas o Pinatubo, nas Filipinas, por apenas 1 ano, jogou na atmosfera mais gases do efeito estufa que todos os habitantes da Terra, desde que existimos, aí por volta de dois milhões de anos atrás.

Fanáticos do meio ambiente e do aquecimento global detestam gente. Apontam a humanidade como causa dos males da Terra.

Para eles, a Terra estaria melhor sem a humanidade. Se morrêssemos todos, a Terra estaria salva.

Este santão da Índia estaria 'ecologicamente correto'
se privando do consumo e lutando contra o CO2?
Se for isso, não adiantou de nada.
Eles desprezam o fato de que os ciclos de frio e calor na Terra dependem do sol e da temperatura dos oceanos.

O resfriamento da Terra tem sido pior que o aquecimento.

A Groenlândia (terra verde) já teve pastagens e florestas. Hoje é branca, porque a Terra já foi mais quente e deu vida aos vegetais.

O frio acaba com as colheitas, e o calor do sol lhes dá brotação e frutos.

Não vamos poluir nossas águas nem desperdiçar nossas florestas e riquezas.

Não podemos sujar o planeta em que vivemos.

Mas não podemos cair no engodo de aproveitadores, que recebem gordos orçamentos por causa do terror que provocam com a ameaça do aquecimento global, num planeta que esfriou 0,7 graus centígrados nos últimos cem anos e está em pleno ciclo de queda de temperatura.

Depois virá outro período de aquecimento, quando a Inglaterra voltará a ter uva e vinho, como já teve, antes de os londrinos poderem esquiar no Tâmisa congelado.


domingo, 28 de abril de 2013

IPCC muda seu alarmismo. Cientistas e jornalistas tentam se adaptar

Mutação do vermelho para o verde foi epidérmica

O jornal britânico “The Daily Mail” escreveu que nos anos 70 que cientistas e políticos estavam preocupados pela iminência de uma “idade de gelo”. Confira post anterior: Esboço de novo relatório do IPCC abandona fantasias aquecimentistas

Mas pouco depois mudaram, passando a achar o contrário. Isto porque segundo publicações do estilo da revista americana “Time”, ONGs, ONU, políticos e governos passaram a favorecer os cientistas que falavam de um iminente “aquecimento global” gerado pelo homem.

O que houve?

quarta-feira, 24 de abril de 2013

O imenso "Brasil desconhecido" que o ambientalismo comunistoide quer malograr

Da esquerda para a direita: Dr. Plinio Xavier, Dr. Evaristo Miranda, Dr. Adolpho Lindenberg,
Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Dr. Caio Xavier da Silveira e Dr. Mario Navarro
Edson Carlos de Oliveira
O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira realizou na noite do dia 18 de abril último, diante do auditório lotado do Club Homs, em São Paulo, importante conferência do Professor Evaristo Eduardo de Miranda sobre o Brasil que os brasileiros não conhecem.

O Dr. Adolpho Lindenberg, presidente do Instituto, abriu o evento relatando o combate de 50 anos empreendido por Plinio Corrêa de Oliveira e seus discípulos contra a Reforma Agrária socialista e confiscatória no Brasil, panaceia cujos princípios remontam à Revolução bolchevista de 1917 na URSS.

domingo, 21 de abril de 2013

Artigo enganador sobre a Antártica e o aquecimento climático na revista “Veja”

Península Antártica: generalizar dados ao continente todo é erro primata
Península Antártica, onde fica a Ilha de Ross:
generalizar dados ao continente todo é erro primário
A revista “Veja” publicou em seu site, no dia 15/04/2013, matéria que dificilmente seria mais habilmente apresentada para ludibriar o leitor.

O título bate no realejo do aquecimento climático planetário que vem sendo abandonado em países mais bem informados: “Degelo na Antártida aumentou 10 vezes em 600 anos”. O subtítulo acentua o alarme: “derretimento intensificou-se na segunda metade do século XX, diz estudo”.

O artigo se apoia numa pesquisa publicada pela revista Nature Geoscience. Ela é de autoria dos cientistas Nerilie J. Abram, Robert Mulvaney, Eric W. Wolff, Jack Triest, Sepp Kipfstuhl, Luke D. Trusel, Françoise Vimeux, Louise Fleet e Carol Arrowsmith, patrocinados pela grande Universidade Nacional da Austrália.

O leitor que passa rápido sobre matéria tem ali tudo para sair impressionado pelo aquecimentismo catastrofista: a Antártica toda estaria derretendo em proporções desusadas, notadamente desde a intensificação do desenvolvimento industrial no século XX.

domingo, 14 de abril de 2013

Esboço de novo relatório do IPCC abandona fantasias aquecimentistas

Gráfico publicado pelo "The Daily Mail" de Londres
Gráfico publicado pelo "The Daily Mail" de Londres

Não são apenas os cidadãos que estão achando que o clima não está mais quente, mas também os próprios cientistas que há pouco pregavam o aquecimento global – escreveu o jornal britânico “The Daily Mail”.

O jornal apresentou dados a seu ver irrefutáveis, segundo os quais as predições oficiais sobre o aquecimento global foram “distorcidas catastroficamente” com um custo impressionante para os contribuintes.

Os britânicos teriam gastado inutilmente bilhões de libras esterlinas em impostos e subsídios para cortar emissões de gases estufa sem nenhuma razão séria.

terça-feira, 9 de abril de 2013

China: 400 “cidades do câncer” recenseadas

Criança com problemas respiratórios em Hefei, província de  Anhui
Pela vez primeira, o ministério chinês do Meio Ambiente publicou a lista das “cidades do câncer”.

Trata-se de urbes grandes, médias e pequenas, onde o nível de poluição é tão elevado que a proporção de pessoas atingidas pelo câncer superou os níveis mais alarmantes, noticiaram numerosas fontes, entre as quais o jornal “Le Figaro” de Paris.

Segundo a lista oficial, a China teria mais de 400 cidades em tal situação. Os grupos ecologistas, sempre lenientes e amigos do regime, falavam “apenas” em uma centena.

domingo, 7 de abril de 2013

Ambientalistas e socialistas trabalham para que a Espanha não atinja independência energética!

Mapa das jazidas não-convencionais espanholas
Mapa das jazidas não-convencionais espanholas
A Espanha identificou recursos de gás de xisto suficientes para atender às suas necessidades energéticas durante 39 anos. Atualmente o país importa quase 99% do que consome, segundo informou o jornal madrilense “El País”.

Porém, esse gás só pode ser aproveitado utilizando-se a conhecida e rentável tecnologia moderna de fraturamento hidráulico ou fracking.

O Conselho Superior de Engenheiros de Minas da Espanha apresentou relatório ao governo garantindo tratar-se de uma técnica segura, respeitadora dos critérios de segurança, que são basicamente os mesmos da mineração em todos os seus aspectos.

domingo, 31 de março de 2013

Blog anti-alarmista ganha o máximo premio da Internet na categoria Ciência

The Weblog Award, ou Bloggies
The Weblog Award, ou Bloggies: internautas preferiram anti-alarmista

O blog Watts Up With That?, anti-alarmista e anti-aquecimentista, ganhou o prêmio do melhor blog mundial na categoria Ciência.

O prêmio é o mais antigo da Internet – The Weblog Award, ou Bloggies – e está na sua 13ª edição.

Watts Up With That? se ufana de ser o “site sobre aquecimento global e mudança climática mais visualizado do mundo”.

Além do mais, Watts Up With That? ganhou o prêmio ao melhor blog do mundo sob todos os pontos de vista.

domingo, 24 de março de 2013

Tecnologias verdes “amigáveis” que pegam fogo no carro e envenenam o lar

Bombeiros da Alemanha também deram sinal de alerta. Na foto, Peugeot 307.

Se o leitor for um entusiasta da tese do aquecimento global de origem humana, então deve comemorar o momento em que o ar condicionado de seu carro alemão novo pega fogo inesperadamente.

Pois estará assim colaborando com um humilde tributo à luta extrema contra o CO2 – este gás benéfico que o ambientalismo radical qualificou de demônio planetário.

E, se acontecer uma intoxicação coletiva de sua família porque uma pequena lâmpada fluorescente estourou, esse leitor deveria agradecer aos inigualados profetas do apocalipse verde.

quinta-feira, 21 de março de 2013

EUA estudam porvir venturoso com gás de xisto, mas viés verde afunda a Europa

Diversas empresas anunciaram investimentos para extrair gás de xisto nos EUA que somados totalizariam 90 bilhões de dólares.

Espera-se que a “revolução do xisto” venha gerar um verdadeiro “renascimento industrial nacional” americano, escreveu o “Financial Times” de Londres.

As indústrias petroquímicas, bem como as de combustíveis, fertilizantes e aço estarão entre as mais beneficiadas pelas novas fontes de energia barata. Os produtos ficarão mais baratos, a competitividade será acrescida e o nível de emprego aumentará.

domingo, 17 de março de 2013

Blogs anti-alarmistas são os mais votados da Internet no rubro “ciência”

"Bloggies" na categoria Ciência vira plebiscito espontâneo anti-alarmismo

O desânimo aquecimentista aumentou muito de grau quando o mais antigo e dos mais um respeitados prêmios aos melhores blogs da Internet, o Weblog Awards of 2013, mais conhecido como “Bloggies”, anunciou que na categoria Ciência & Tecnologia, 16 dos 17 blogs classificados para as semifinais estão do lado dos “céticos” em relação ao aquecimento global.

Para maior surpresa, também são “céticos” quatro dos cinco blogs escolhidos pelos internautas para finalistas do “Bloggies”.

E, como se isso fosse pouco, o único blog “aquecimentista-alarmista” – o Skeptical Science – retirou-se da competição antes de o vencedor da final ser anunciado.

quinta-feira, 14 de março de 2013

“Direitos das plantas”: artifício para escravizar o homem racional

Michael Marder
Michael Marder: "liberar as plantas"!

Advogados ambientalistas de extremada irracionalidade defendem “direitos da natureza”, da “dignidade das plantas” (incluída na Constituição da Suíça), da “personalidade dos rios” (recentemente aprovada na Nova Zelândia) e de “ecocídio”, termo para condenar como “crime contra a paz” qualquer uso da terra por parte do homem, em qualquer escala.

Tal “crime” seria assimilado ao genocídio e à “limpeza étnica”.

Essas teorias são levantadas em jornais de tendência esquerdista como The New York Times.

Neste jornal, Michael Marder fez um apelo pela “liberação das plantas”.

Ele defendeu que “não se justifica o consumo indiscriminado de plantas.

domingo, 10 de março de 2013

Na França, lobos “protegidos” dizimam rebanhos

Lobos em parque francês
Após intensa pressão “verde”, a França repovoou seu território com lobos, que se tornaram “espécie protegida”.

Mas eles se multiplicaram tanto e estão fazendo tanto dano, que o país discute para o período 2013-2017 um “Plano Lobo” que os contenha de alguma forma.

Só em 2012, 250 lobos controlados atacaram 5.848 animais de criação, informou o jornal de Paris “Le Figaro”.

No jargão burocrático, a França tentaria uma “gestão diferenciada” dos predadores em função das regiões e dos rebanhos.

“Preferiríamos sempre um plano democrático – como se os lobos fossem sensíveis à democracia – antes que o projeto fosse aprovado”, explicou Benoît Hartmann, representante da associação France Nature Environnement.

domingo, 3 de março de 2013

Alarmista “verde” prega contra o aumento da estirpe humana

David Attenborough, arauto da diminuição drástica dos humanos
David Attenborough, um dos mais ativos arautos ingleses da diminuição drástica da humanidade, voltou a receber escandalosa cobertura midiática após comparar a raça humana a uma praga que depreda o planeta.

Ele acenou ainda com um aterrorizador desastre, que aconteceria nos próximos 50 anos, se algo não for feito para parar com a reprodução dos humanos, noticiou a agência LifeSiteNews.

O método de espalhar pânico é bem conhecido e David Attenborough utiliza-o com desenvoltura. Ao mesmo tempo, ele oculta numa nuvem de imprecisões que a causa de seus temores é de fundo ideológico anticristão.

Com efeito, declarou ele à britânica Radio Times:

“Eles [as novas gerações de crianças e jovens] estão vindo para se instalar em nossas casas nos próximos 50 anos aproximadamente. Temos necessidade de superfície para cultivar alimentos para essa horda imensa. Ou nós limitamos nosso crescimento populacional, ou a natureza o fará por nós, e o mundo natural já está fazendo isso por nós agora exatamente”.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

“Der Spiegel”: não houve aquecimento global e ninguém explica

Axel Bojanowski
Nas últimas semanas a mídia europeia, caixa de ressonância como que exclusiva do aquecimentismo, deu sinais de mudar de campo.

A grande revista alemã “Der Spiegel” saiu na frente.

Seu jornalista de ciência, Axel Bojanowski, publicou o artigo “Alterações climáticas: cientistas perplexos com a parada do aquecimento global”, no qual revelou:

“A palavra já corria havia algum tempo de que o clima está se desenvolvendo de maneira diferente do que o previsto anteriormente. Quantos anos mais de estagnação são necessários para os cientistas repensarem suas previsões de aquecimento futuro?”, indagou.

“Quinze anos sem aquecimento estão agora atrás de nós, registrou Bojanowski. A estagnação das temperaturas médias globais próximas à superfície mostra que as incertezas nos prognósticos climáticos são surpreendentemente grandes. O público está agora à espera, em suspense, para ver se o próximo relatório do IPCC da ONU, marcado para setembro, vai discutir ou parar o aquecimento”.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Grã-Bretanha autoriza explorar o gás de xisto e desaponta verdes e vermelhos

Edward Davey, ministro de Meio Ambiente inglês  liberou exploração do gás de xisto
Edward Davey, ministro de Meio Ambiente inglês
liberou exploração do gás de xisto
O governo britânico autorizou o reinício da exploração do gás de xisto através do método de fraturamento hidráulico , mas fixando certos controles para prevenir eventuais riscos sísmicos, informou o jornal “Le Monde” de Paris.

“O gás de xisto representa uma nova fonte energética promissora para o Reino Unido e poderá contribuir significativamente para nossa segurança energética pela redução de nossa dependência do gás importado”, explicou Edward Davey, ministro da Energia e Mudanças Climáticas.

O ministro sublinhou que esta nova fonte de energia será “especialmente valiosa para substituir os recursos em declínio no Mar do Norte”, permitindo criar emprego, atrair mais receitas fiscais e impulsionar a economia.

A associação dos empresários ingleses Institute of Directors (IOD) estima que o gás de xisto poderá atender durante um século a 10% das necessidades de gás da Grã-Bretanha.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Biólogos renomados questionam previsões pessimistas sobre ‘ameaças’ à biodiversidade

Herton Escobar
Herton Escobar
Herton Escobar, repórter de “O Estado de S. Paulo” especializado em Ciência e Meio Ambiente, publicou relevante matéria que desmitifica pânicos verdes artificiosos em matéria de supostas – e nunca demonstradas – estarrecedoras ameaças à biodiversidade.

Eis excertos de seu artigo intitulado “Cientistas questionam previsões pessimistas”, publicado em 25/01/2013:


Cientistas questionam previsões pessimistas

O número de espécies no planeta Terra não é tão grande quanto muitos acreditam ser. Assim como o número de espécies que estão sendo extintas pela ação do homem não é tão grande quanto muitos estimam ser.

E, com um pouco mais de esforço e investimento, é possível descrever e proteger todas as espécies do planeta ainda neste século.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Absurdos com energias renováveis da Alemanha alarmam Europa

Ontem energia do carvão não, hoje sim
Ontem energia do carvão não, hoje sim
Uma das publicações mais lidas na Polônia, a revista “Wprost”, de Varsóvia, denunciou relatório da Fundação arqui-verde alemã Heinrich Böll, defendendo que a Alemanha já reduziu suficientemente as suas emissões de CO2 e agora teria o direito de utilizar o poluente carvão como fonte de energia.

O artigo de “Wprost” foi traduzido ao português pela agência Presseurop.

A Fundação Heinrich Böll é de fato um think-thank do Partido Verde alemão.

Os ecologistas são apoiados pelo ministro do Ambiente, Peter Altmaier, que desempenhou um papel importante no regresso do país ao carvão.

Os ecologistas alemães terão perdido a razão? – pergunta a revista polonesa.

Nenhum outro país está construindo atualmente tantas centrais alimentadas a carvão como a Alemanha, que já conta com 23 instalações.

domingo, 20 de janeiro de 2013

A França poderia ser um Qatar do gás de xisto, mas socialistas e ecologistas a impedem

Jazidas de gás de xiso na Europa e reservas estimadas: a França e a Polônia têm mais

A França é para o “gás de xisto o que o Qatar é para o petróleo”, defendeu o ex-primeiro ministro socialista francês Michel Rocard.

E ainda disse para seus colegas do governo socialista que, por isso mesmo, “a França é abençoada pelos deuses”, noticiou o site da TV do governo FranceTV.info.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Paraná diz NÃO ao comunismo instilado pela Psicose Ambientalista


Daniel F.S. Martins

Jovens colaboradores do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira denunciam a verdade mascarada pelo ambientalismo: o socialo-comunismo que não conseguiu destruir a propriedade privada dos brasileiros com os métodos de Lênine avança disfarçado de "verde".

A Caravana do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira está percorrendo todo o estado do Paraná para alertar a população para os principais inimigos da civilização cristã nos dias de hoje.

Além de fazer a defesa da família - combatendo os projetos de lei que promovem o aborto e a agenda do movimento homossexual - os jovens caravanistas estão difundindo o livro PSICOSE AMBIENTALISTA, de autoria do príncipe Dom Bertrand de Orléans e Bragança.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Irá a Alemanha “apagar” por causa das “energias renováveis”?

Morbach: experiência válida para pequenas aldeias. Mas, e as grandes cidades?
Morbach: experiência válida para pequenas aldeias. Mas, e as grandes cidades?
Na pequena e simpática cidadinha de Morbach, na região de Hunsrück, 14 turbinas eólicas, quatro mil metros quadrados de painéis solares e uma estação de biogás – tudo instalado numa antiga base militar – produz o triplo da eletricidade de que a comunidade precisa.

Morbach é apresentada como o modelo de uma Alemanha sem usinas nucleares, as quais serão desativadas na sua totalidade em alguns anos, comentou a revista “Der Spiegel”, ecoada pela agência Presseurop.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Orson Welles e os ambientalistas

Orson Welles lançou em 1938 uma das maiores patranhas da História.
Welles nos faz pensar no ecologismo,
e o ecologismo em Welles
Leo Daniele
No dia 1o de novembro de 1938, o trauma: a rádio americana CBS transmite, aparentando a maior objetividade informativa, a célebre notícia de que marcianos haviam invadido a Terra e estavam em Nova Jersey (USA).

O assunto era mais sério do que pode parecer. O tom era alarmante. Muitos ouvintes entraram em pânico e começaram a fugir de suas casas ao ouvir os boletins, narrados de maneira genial pelo ator Orson Welles.

Alguns ouvintes contaram o que aconteceu:

domingo, 16 de dezembro de 2012

Alemanha: venderiam “eletricidade ecológica” gerada anti-ecologicamente

Sempre engajado nas causas “verdes”, o jornal alemão Tageszeitung denunciou uma negociata que desmoraliza o ambientalismo.

“Fornecedor de eletricidade ecológica quer fazer carvão” foi o título de primeira página do jornal, jogando com o duplo sentido da palavra “carvão”, que em alemão significa também dinheiro.

O Tageszeitung revelou que os três maiores distribuidores de eletricidade de origem renovável na Alemanha – as empresas Lichtblick, Greenpeace Energy e Naturstrom – poderiam adotar dentro em breve o poluidor carvão, enquanto continuam dizendo que produzem energia 100% limpa.

Com efeito, as referidas empresas abastecem-se junto à austríaca Verbund AG, que desde 2011 está construindo na Turquia uma central movida a carvão – informou a agência Presseurop.

domingo, 9 de dezembro de 2012

A verdadeira opção face ao ambientalismo: trabalhador/próspero/conservador ou hippie/vagabundo/esquerdista?

Ideal do crente nos mitos ambientalista:
viver sem fazer nada, dependendo das Bolsas do governo
Repete-se que só as pessoas ignorantes em matéria de ciência ou as iletradas são capazes de engrossar o largo, e até majoritário, número de cidadãos que não acreditam no “aquecimento global”, nas “mudanças climáticas antropogênicas” e outros “dogmas” ambientalistas.

Mas especialistas da Universidade de Yale que estudaram o público que recusa as crenças ambientalistas chegaram a uma conclusão oposta.

O site Reason.com publicou um interessante resumo do sisudo trabalho.