Para atualizações gratis via email: DIGITE SEU EMAIL:

domingo, 14 de setembro de 2014

A Terra teria consumindo seus últimos recursos? Viagem ao delírio verde

Consumismo acabaria desertificando o mundo?
Pânicos verdes servem para difundir ideologia neocomunista.

Caro leitor, amarre o cinto e segure-se na cadeira. Estamos, você e eu, prestes a decolar da realidade. Contra toda evidência, vamos afundar na galáxia da demagogia ambientalista.

Eu sei que toda semana venho lhe propondo viagens ao estranho mundo comuno-verde. Mas, desta vez, vamos ingressar num meio-ambiente deveras irreal.

A ONG Global Footprint Network – GFN anunciou que no dia 19 de agosto a humanidade acabou de consumir a totalidade dos recursos naturais que o planeta é capaz de produzir por ano.

Mas não é apenas o consumo da produção agropecuária, é a água doce, o peixe, a capacidade de o ecossistema planetário absorver o lixo, as emissões de CO2...

Não é a novela de Kafka dos dois homens que numa terra tornada um imenso Saara aguardam que a última máquina recicle os últimos restos para produzir o último enlatado e devorar o último dos dois.

Não. Tampouco é um anjo do Apocalipse tocando a trompete. A Global Footprint Network é um tanque de pensamento com sede na América do Norte, Europa e Ásia.

A data fatídica tem um nome: “Global Overshoot Day”, ou o “Dia da ultrapassagem”.

Martin Halle, analista político dessa ONG, falou ao jornal de Paris “Le Figaro” sobre o método empregado para calcular essa data fatídica.

Logo del "Dia de la ultrapassagem"
É um método de virar a cabeça e tirar a sensatez de quem ainda a tem. Basta olhar para a realidade a fim de perceber que se trata do raciocínio de um hiper-técnico há muito tempo fechado dentro de um quarto.

Como é de praxe, o catastrofismo do GFN adiantou novamente o “dia da ultrapassagem” como se o mundo estivesse se devorando cada vez mais a si próprio antes do ano acabar. Em 2000, a famosa ultrapassagem aconteceu em outubro, e agora em 19 de agosto.

Como um homem que tivesse começado a se autodevorar a partir do pé, a humanidade hoje estaria canibalizando um derradeiro resto de suas pernas.

O disparate é demais, mas tem suas arapucas para pôr no ridículo quem não está advertido sobre as artimanhas do ambientalismo.

O velado fundo de luta de classes planetária fornece um dos artifícios verbais: os ricos estão consumindo o que pertence aos despossuídos, às gerações futuras, à Mãe Terra. Por isso, nós, os culpados, não notamos o que aconteceu.

Nós, os incriminados, agindo assim, atacaríamos as reservas de recursos planetários. Seríamos os culpados, em última análise, pelo desmatamento, pelo definhamento dos cardumes do mar e pela superprodução do agronegócio na base de agroquímicos.

Também os responsáveis pela morte de fome dos pobres em locais sem recursos como Sahel. E o drama vai sempre para pior.

Neoreligião comuno-panteísta por trás de uma demagogia anticapitalista e anticonsumista.
Neoreligião comuno-panteísta
por trás de uma demagogia anticapitalista e anticonsumista.
Segundo o analista político daquela ONG, o culpado já está escolhido, julgado e condenado: nosso modo de vida, nossos estilos de consumir. Por exemplo, comer feijoada às quartas-feiras com a família ou os amigos.

Trata-se, explica ele, de um regime alimentar que devora grande quantidade de carne – aqui eu me confesso digno da câmara de gás, devido à minha simpatia pelo churrasco –, cuja marca ecológica é pior que a culinária vegetariana.

Na lógica desse argumento, reproduzido no nosso blog, várias apologias da alimentação com insetos repugnantes.

Mas há outros culpados por esse magnicídio contra o planeta. Em primeiro lugar, os transportes, porque produzem CO2. E não é só ojeriza da prefeitura petista de São Paulo contra os carros particulares.

É contra todos os transportes a motor. Caminha-se, assim, para passar a carregar tudo nas costas, como na China de Mão Tsé Tung ou em assentamentos de reforma agrária!

A inquisição verde não se detém aí. Também as moradias dos cidadãos são culpadas. Nossos sábios inquisidores acham que há excesso de metro quadrado per capita. A solução é apertar todo mundo em casinhas ou apartamentozinhos cada vez menores, como estimula o Plano Diretor!

Mas, nessa lógica increpatória, há pior: as infraestruturas das cidades construídas com liberdade pela iniciativa particular. Fim!

Tudo deve ser rijamente planejado para restringir o consumo de energia e salvar o planeta. Mais uma vez, morar numa latinha de sardinha, como o Plano Diretor petista favorece.

Uma visita ao Mercado Municipal de SP, por exemplo,
ajuda a conservar o bom senso e consumir bem
Para a ONG, se não cairmos num comunismo utópico verde, a dívida contraída pelo sistema atual será impagável e, mais cedo ou mais tarde, o planeta entrará em agonia.

Interrogado por “Le Figaro” sobre a data do velório do planeta, Martin Halle reconheceu que não dá para predizer. Tudo dependerá do bicho-papão da “mudança climática”, no qual cada vez menos cientistas acreditam.

Mas, para Halle, há razões para o otimismo: por exemplo, as leis alemãs em favor das energias renováveis. Pena que não tenham apresentado resultados dignos à altura das expectativas.

Fim da viagem à irrealidade: a ideologia ambientalista radical não para de elucubrar espantalhos com ares científicos que depois as esquerdas exploram para instalar um neocomunismo não menos radical.

Quero um tutu com feijão, um bobó de camarão, comida baiana, paulista, mineira, carioca, francesa e alemã, pelo menos enquanto não chega o caminhão da SS verde e me leva para reciclar numa Auschwitz "sustentável".



domingo, 7 de setembro de 2014

“Verdes” sepultam Brasil sob pirâmide de papel

Uma das objeções do ambientalismo contra a indústria papeleira é que, além de plantar em áreas recuperadas à mata, ela produz ingentes quantidades de papel que servem para aumentar o lixo e poluir o planeta.

Mas, quanta poluição de papel e de tinta produzem os nossos utópicos “verdes”?

No Brasil, somente as licenças ambientais são reguladas, direta ou indiretamente, por cerca de 30 mil diferentes instrumentos legais produzidos pelos governos federal e estaduais, segundo “O Estado de S.Paulo”.

Tentei imaginar o que isso significa em papel empregado. Uma folha A4 (210 x 297 milímetros) tem 62.370 milímetros quadrados, e se, por absurdo, cada um desses instrumentos legais consumisse uma folha, teríamos 1.871.100.000 mm2, ou, mais simplesmente, 1.871,1 metros quadrados. Se a média fosse de 10 folhas por instrumento legal, equivaleria a 18.711 m2.

A superfície do campo de futebol do Maracanã é de 7.140 m2, segundo a última adaptação (105x68). Imagine ter que ler um escrito legal duas vezes e meia maior do que o Maracanã. É de ficar doente.

Em peso, equivaleria a 1.403,325 kg de papel de 75g/m2. Simplificando: 1,4 toneladas. Se for mais de 10 folhas por instrumento, começa-se a multiplicar.

O cálculo pressupõe a edição de um só exemplar por instrumento legal. Se a edição média for de 100: então 140 toneladas. E se for mais, segue multiplicando.

A isso se acresce que as regras não “casam” umas com as outras e, às vezes, se sobrepõem, criando um emaranhado jurídico tão ou mais complexo do que o tributário, diz o jornal.

A solução do cipoal burocrático inextricável vai recair em Varas entupidas de processos legais de natureza ambiental.

Aqui, confesso, parei de tentar calcular. Talvez ninguém consiga saber bem a tonelagem. E não se detém aí.

O licenciamento ambiental – explica o jornal paulista – não é exigência apenas para grandes obras: pequenos negócios, como postos de gasolina, também são obrigados a se submeter à pirâmide de regulamentações. Mais burocracia, controles e papelada.

O gerente executivo de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Confederação Nacional da Indústria CNI, Shelley Carneiro, explica que a licença ambiental “do jeito como ela vem sendo feita, só gera uma burocracia imensa que não resulta em nada de bom para o meio ambiente.”

Ditas licenças são a grande causa de demora dos investimentos de infraestrutura do País. Segundo a CNI, o tempo médio para obtê-la é de 28 meses.

Quanta papelada é gerada em média nesses 28 meses de estudos de viabilidade e em burocracia conexa?

Só uma fada maligna poderia dizer quantas toneladas a mais de papel acrescentar a este título.

A CNI acrescenta que as listas de exigências de programas de sustentabilidade estão cada vez mais amplas, em parte porque “os políticos às vezes aproveitam para pedir coisas que não têm nada a ver com o projeto”.

O IBAMA admite que não há limites claramente definidos na legislação atual para a imposição das condicionantes em obras de grande envergadura, como usinas hidrelétricas na região da Amazônia, por exemplo. Na falta de parâmetros, comenta Carneiro, tudo “depende da interpretação do licenciador.” “É um mundo de dinheiro”, assegurou.

Na usina Santo Antônio, no rio Madeira (RO), R$ 2 bilhões no programa de sustentabilidade. Em Belo Monte, no Xingu (PA), as ações socioambientais somam R$ 3,7 bilhões.

Quanta burocracia e papel para planejar e gerir essas aplicações?

Os faraós foram sepultados em pirâmides de pedra. O Brasil está sendo sepultado em pirâmides de papel, regulamentos e burocracia. O que tem isto a ver com “salvar o planeta” e outros idílicos slogans ambientalistas?

Nada! O efeito é um só: brecar o progresso e a prosperidade do País e da civilização, por uma razão que o ambientalismo não ousa confessar claramente, mas que o livro do Príncipe Dom Bertrand, Psicose ambientalista, desvenda em sua radical totalidade.


domingo, 31 de agosto de 2014

Rumo a “reservas indígenas autónomas e armadas” no Brasil?

O cineasta James Cameron com índios num Foro de Sustentabilidade da Amazônia, 2009.  Há tempos ONGs transnacionais planetárias querem por a mão na Amazônia.  Na foto com a bandeira do Estado de Amazonas.
O cineasta James Cameron com índios num Foro de Sustentabilidade da Amazônia, 2009.
Há tempos ONGs transnacionais planetárias querem por a mão na Amazônia.
Na foto com a bandeira do Estado de Amazonas.
Um grupo de ONGs internacionais publicou relatório que é um exemplo de enganação do público especialmente das cidades.

Segundo pesquisadores da WRI (World Resources Institute) e do RRI (Rights and Resources Initiative) índios e povos tradicionais estariam salvando o planeta da emissão de 37,7 bilhões de toneladas de carbono em todo o mundo, segundo noticiou a “Folha de S.Paulo” (24.7.2014).

É o volume calculado caso fosse queimada a biomassa das florestas em que vivem os indígenas. Segundo essa suposição, o CO2 lançado ao ar superaria as emissões feitas pelos veículos durante 29 anos na terra toda.

O levantamento usa dados da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) e foi feito em 2013.

A Amazônia brasileira seria um exemplo. Notadamente as reservas indígenas protegidas com zelo radical pelo governo; pela militância ideológica e nem sempre clara e desinteresseira de ONGs, e pela teologia comuno-progressista de organismos telecomandados pela CNBB.

Em relação a esse “império do bem” verde extremista, o “império do mal” dos brasileiros que produzem e alimentam o País e o mundo comete o “crime” ecológico de desmatar 11 vezes mais.

Os índios teriam sido mais eficazes contra o desmatamento que qualquer outro grupo humano, defende o tendencioso relatório. Esse pede vigiar os inimigos do planeta – os agricultores – dentro ou fora de unidades de conservação.

Pede até que os indígenas adquiram autonomia para governar suas reservas e até de “contratar guardas”.

Armados e atiçados por militantes da neoreligião comuno-ecológico amanhã poderão transformar essas “autonomias” em territórios relutantes a qualquer influencia central.

Poderiam aparecer Autonomias, como a palestina no Oriente Médio.

Com algum pretexto étnico poderão se assimilar às “Repúblicas Populares” de Donetsk ou Lugansk na Ucrânia, ou instituir até algum “califado” religioso-cultural – melhor poderíamos criar o neologismo “gurusado” — armado por ONGs, CIMI, ou quiçá uma potência estrangeira que cobice a Amazônia como a Rússia, a China, ou outra.

“Quando esses povos têm autorização para criar suas próprias regras e tomar decisões sobre gestão de recursos naturais, são capazes de atingir uma boa governança com bons resultados ambientais”, sofismou Jenny Springer, diretora de programas globais da RRI. Basta ver o que fizeram antes do dia abençoado em que os primeiros portugueses e evangelizadores desceram em nossas praias.

Índios com aliados no Acampamento Terra Livre, Brasília, Maio de 2009. Brasil está na mira da neoreligião comunista 'verde'.
Índios com aliados no Acampamento Terra Livre, Brasília, Maio de 2009.
Brasil está na mira da neoreligião comunista 'verde'.
O Brasil é citado no relatório como um promissor exemplo, porque 31% das terras indígenas são ricas em florestas, e portanto em CO2.

Dessa maneira teríamos regiões brasileiras deslocadas do rumo do País e obedecendo a critérios concebidos em abstratos laboratórios ecológicos planetários.

Poderiam aparecer milícias “verdes” ou “comuno-progressistas” prestes a reprimir qualquer incursão de brasileiros “maus”, “brancos”, “produtores”, “trabalhadores” e outros adjetivos que no linguajar ambientalista tem conotação negativa.

E a verdade da história?

1) O CO2 é o gás da vida, liberá-lo em processos naturais, como os ligados à expansão do agronegócio, é benéfico, e até muito benéfico. A este respeito nós publicamos no nosso blog inúmeras e esmagadoras demonstrações científicas.

2) Se por absurdo o CO2 fosse maléfico, os grandes premiados deveriam ser os agricultores e não os índios, pois as plantações, sobre tudo em fase de desenvolvimento, são as grandes devoradoras de CO2. Também no nosso blog o leitor poderá se saciar lendo testemunhos científicos ou técnicos altamente especializados sobre essa realidade.

Mas a ideologia ambientalista radical não quer saber de verdades.


“É uma oportunidade de ouro para lidar com a mudança climática”, diz Andrew White, presidente do Rights and Resources Group.

White finge ignorar o crescente reconhecimento científico de que não está havendo a tal “mudança climática” global. Também não liga para o desvendamento de que os dados sobre o “aquecimento global” foram pura e simplesmente fraudados.

E White é um dos autores do referido estudo que por sinal leva o título de “Assegurando Direitos, Combatendo a Mudança do Clima”. Suas estapafúrdias teorias ideológicas foram publicadas por “Valor econômico” um jornal que deveria auxiliar aos agentes econômicos do Brasil, e não lhes oferecer cascas de banana ‘verde’.

domingo, 24 de agosto de 2014

Ambientalismo radical: nova religião
com califas e Torquemadas, diz jornalista

Ian Plimer, professor de Geologia
na Universidade de Adelaide, Austrália
Para o geólogo Ian Plimer, o “aquecimento global” é mais uma nova religião nascida no Primeiro Mundo.

Assim escreveu o jornalista Jonathan Manthorpe, do jornal canadense “The Vancouver Sun”.

Ian Plimer ofendeu os califas do ambientalismo e os Torquemadas do aquecimento global, disse Manthorpe não sem ironia, e isso parece ter atraído a condenação  sobre ele.

Plimer é geólogo e professor de Geologia na Universidade de Adelaide, Austrália, onde é um dos acadêmicos mais conhecidos e respeitados.

Para os aiátolas verdes que atribuem as mudanças climáticas em parte decisiva aos humanos ‒ comenta Manthorpe ‒ a humanidade precisa ser purgada de seus pecados de degradação ambiental.

Esta é uma tarefa assumida pelos califas do ambientalismo que funcionam como um clero intolerante, especialmente ativos entre as elites urbanas do Primeiro Mundo, explica.

Plimer escreveu seis livros e 60 artigos acadêmicos sobre “aquecimento global”.

Seu ultimo livro “Heaven and Earth ‒ Global Warming: The Missing Science”, resume muito de seus trabalhos anteriores, inclusive a série “A Short History of Plant Earth”, transmitida pela rádio durante dez anos na Austrália.

O livro aponta a falta de fundamentação científica na teoria do "aquecimento global".

A publicação virou um best-seller (30.000 exemplares só na Austrália) e ganhou vários prêmios.

Porém, Plimer teve muita dificuldade para achar editor, por causa da pressão dos grupos ambientalistas interessados pela ciência!




domingo, 17 de agosto de 2014

Nova medição aponta que dados do aquecimento global foram falsificados

As futuras gerações terão dificuldade em compreender o pânico irracional que se espalhou no fim do século XX sobre um ilusório aquecimento global, escreveu “The Telegraph”.

Uma das coisas de que mais rirão – para vergonha nossa – é a ausência de dados científicos objetivos que justifiquem esse temor.

Mas a consternação será geral quando virem que esses dados foram falseados por alguns dos mais influentes centros de pesquisa climática da época. O auge da recusa será para o gráfico das temperaturas da superfície planetária conhecido como “hockey stick”, endossado pelo IPCC e por múltiplos centros científicos infiltrados de militantes “verdes”.

Segundo o jornal britânico, o respeitadíssimo NOAA’s US Historical Climatology Network (USHCN) mostrou que o movimento aquecimentista veio “ajustando” os dados nos últimos anos para substituir as temperaturas reais por temperaturas “fabricadas” através de modelos computacionais.

A tarefa de adulteração consistiu em diminuir as temperaturas de décadas anteriores e exagerar as de décadas recentes para dar a impressão de que a Terra estava se aquecendo muito mais do que o previsto.

Quadro objetivo mostra oscilação normal da temperatura.
Quadro falsificado mostra brusca ascensão nas últimas décadas.
Agora, Steven Goddard publicou em seu blog Real Science quadros comparativos dos gráficos com as distorções e gráficos baseados somente em temperaturas registradas fisicamente.

Estes últimos apontam que os EUA estão esfriando desde os anos 30 do século XX, a década mais quente constante no registro.

O gráfico criado com dados “fabricados” aponta exatamente para o contrário, isto é, a tese alarmista de que os EUA foram se aquecendo numa média de mais de 3º centígrados por século.

É o tristemente célebre gráfico “hockey stick” (“taco de hóquei”, por causa de sua forma), um das peças chaves no escândalo do Climategate.

O escândalo estourou quando foi exposto à luz do dia uma combinação entre cientistas ideologicamente comprometidos que pretendiam provar que o mundo começou a esquentar subitamente por culpa do homem.

Com esse intuito, eles deturparam dados científicos de alto valor, abusando de seu renome e de seus cargos, em favor de uma utopia neocomunista contrária à civilização ocidental.



domingo, 10 de agosto de 2014

O BRASIL ACABOU?



Paulistano, agrônomo, tem mestrado e doutorado em ecologia pela Universidade de Montpellier (França). Com centenas de trabalhos publicados no Brasil e exterior, é autor de 35 livros. Pesquisador da Embrapa, ele já implantou e dirigiu três centros nacionais de pesquisa. Atualmente, é o coordenador do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica – GITE da EMBRAPA.

Em 25 anos, o Governo federalizou quase 35% do território nacional destinando-o a unidades de conservação, terras indígenas, comunidades quilombolas e assentamentos de reforma agrária.

Sem planejamento estratégico adequado, esse conjunto de territórios resultou essencialmente da lógica e da pressão de diversos grupos sociais e políticos, nacionais e internacionais.

Agora, o país está diante de um desafio de gestão territorial, gerador de conflitos cada vez mais agudos, conforme mostram os dados reunidos pelo Grupo de Inteligência Territorial Estratégica – GITE da EMBRAPA (FIG. 1).


mapa_area.legal_1

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, até outubro de 2013, 1098 unidades de conservação ocupavam 17% do Brasil.

Aqui, na maioria dos casos, as unidades de conservação excluem a presença humana, enquanto na Europa, Ásia e Estados Unidos pode haver agricultura, aldeias e diversas atividades nos parques nacionais, sem evocar a ampla visitação turística (FIG. 2).

mapa_UC_3

Nas unidades de conservação, a legislação ambiental brasileira ainda define no seu entorno externo uma zona de amortecimento onde as atividades agrícolas (e outras) são limitadas por determinações da gestão da unidade de conservação (proibição de transgênicos, de pulverizar com aviação agrícola etc.).

A largura dessa zona é variável. Estimativas por geoprocessamento avaliam o seu alcance territorial entre 10 a 80 milhões de hectares adicionais (1 a 9% do Brasil), dependendo da largura dessa faixa que pode variar entre as unidades de conservação e mesmo ao longo do perímetro de uma única unidade (FIG. 3).

mapa_zona_de_amortecimento_4

Segundo a FUNAI, 584 terras indígenas ocupam aproximadamente 14% do território nacional. Reunidas, essas duas categorias de áreas protegidas, eliminando-se as sobreposições, ocupam 247 milhões de hectares ou 29% do país (FIG. 4).

mapa_terra_indigena_3

Com quase 30% de áreas protegidas (unidades de conservação e terras indígenas), o Brasil é o campeão mundial da preservação (FIG. 5).

Segundo a International Union for Conservation of Nature (IUCN), os 11 países com mais de dois milhões de quilômetros quadrados existentes no mundo (China, EUA, Rússia etc.) dedicam 9% em média de seus territórios às áreas protegidas (FIG. 6).

mapa_UC_TI_3
mapa_grafico_bastao_4

A atribuição de terras pelo Governo Federal não acaba por aí.

Sob a responsabilidade do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) existem 9.128 assentamentos, de diversas naturezas e estágios de implantação (FIG. 7).

Eles ocupam 88,1 milhões de hectares, ou seja, 10,2% do Brasil ou 14,4% do que resta quando descontado o território já atribuído às áreas protegidas.

Essa área equivale a quase o dobro da cultivada atualmente em grãos no Brasil, responsável por cerca de 190 milhões de toneladas na última safra.

mapa_assent_quilombola_3

Pelos dados do INCRA e da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, as 268 áreas quilombolas decretadas ocupam cerca de 2,6 milhões de hectares (FIG. 7). No conjunto mais de 290 milhões de hectares, 34% do território nacional, estão atribuídos.
O mapa do Brasil com mais de 11.000 áreas atribuídas, essencialmente pelo Governo Federal, impressiona e permite visualizar a complexidade da situação atual (FIG. 8).

Esse mapa ilustra o tamanho do desafio de gestão territorial e fundiária. Cada uma dessas unidades pede um tipo de gestão, avaliação e monitoramento específicos e transparentes.

mapa_legal_aglomerada_final_2

O Governo Federal continuará atribuindo-se mais e mais extensões de terra que, na maioria dos casos, sairão do controle dos estados e municípios.

Há Estados em que boa parte de seu território já foi “federalizada” por decretos federais de atribuição de áreas que estarão por muito tempo sob o controle de órgãos e instituições federais.
Além das áreas já atribuídas, existem milhares de solicitações adicionais para criar ou ampliar mais unidades de conservação, terras indígenas, assentamentos agrários e quilombolas. Cada vez mais, as novas áreas reivindicadas já estão ocupadas pela agricultura e até por núcleos urbanos.

Esse quadro complexo de ocupação e uso territorial representa um enorme desafio de governança fundiária e envolve conflitos graves, processos judiciais, impactos sociais e implicações econômicas significativas.
Além das demandas adicionais desses grupos, minorias e movimentos sociais, todos com sua lógica e legitimidade, há ainda a necessidade de compatibilizar essa realidade territorial com crescimento das cidades, com a destinação de locais para geração de energia, para implantação, passagem e ampliação da logística, dos meios de transportes, dos sistemas de abastecimento, armazenagem e mineração.

O país campeão da preservação territorial exige que os agricultores assumam o ônus de preservar porções significativas no interior de seus imóveis rurais, como reserva legal ou áreas de preservação permanente, num crescendo que pode começar com 20% e chegar a 80% da área da propriedade na Amazônia.

A repercussão do crescimento do preço da terra no custo dos alimentos é apenas um dos reflexos dessa situação.
Como disse Maurício Lopes, presidente da Embrapa, em artigo no Correio Brasiliense (8/6/2014), os pesquisadores brasileiros estão cientes de que somente sistemas de gestão territorial estratégicos poderão garantir a compreensão do potencial e dos limites da base de recursos naturais e dos processos de uso e ocupação das terras.

E ajudar a superar esse grande e inédito desafio de inteligência territorial. Mas, só pesquisador não basta.



domingo, 3 de agosto de 2014

Rede ultra precisa de estações confirma: clima esfriou

O mais afiado e atualizado cálculo da temperatura agora publicado pela National Oceanic and Atmospheric Administration – NOAA, confirmou que os EUA estão esfriando há pelo menos uma década. O estudo da NOAA deixou os alarmistas com o coração na mão, noticiou “Forbes”.

Visando responder ao generalizado sentimento de que a manipulação aquecimentista tinha corrompido os dados relativos à temperatura, a NOAA criou uma rede de 114 estações uniformemente espalhadas em locais ideais dos EUA para o estudo.

Essa rede ficou conhecida como a U.S. Climate Reference Network (USCRN) e está instalada em locais tão bem escolhidos que seus dados não necessitam de qualquer ajuste para fornecer um registro preciso.

A USCRN começou a compilar dados em janeiro de 2005. Agora a NOAA disponibilizou os registros da USCRN.

E os resultados confirmaram o que os “excomungados” e maltratados “céticos” vinham dizendo: a temperatura não cresceu nada, pelo menos desde que a USCRN se tornou operacional há uma década.

Pelo contrário, o clima dos EUA arrefeceu por volta de 0,4ºC no período.

Esses dez anos de esfriamento recente vieram desmontar mitos apocalípticos.

O primeiro é simples: o aquecimento global não é a coisa dramática de que falam os aquecimentistas.

Por exemplo, o proeminente alarmista James Hansen clamava em 2010: “O aquecimento global em escalas de décadas continuou sem cessar”.

Segundo: os dados da USCRN são inteiramente coerentes com a estagnação do aquecimento verificada por outras vias nos últimos 17 anos.

Terceiro: a USCRN desmente as teorias de que o aumento do aquecimento provocou incêndios florestais, secas, furacões e outros eventos climáticos extremos aduzidos como “provas” pelo ambientalismo radical.

Por último e o mais importante: a rede USCRN fornece um instrumento confiável para calcular a temperatura nos anos vindouros. Os alarmistas de plantão não poderão ignorar esta rede para justificar seus “modelos” catastrofistas.


Por sua vez, segundo Meteo France, a Antártida continua a ofender o realejo do aquecimento global: o mês de junho (verão) foi o mais frio jamais registrado nesse continente, na base francesa Dumont d’Urville.

A temperatura média foi de –22,41C (-8,3F), quer dizer 6,6ºC (11,9F) menos do normal. Só setembro de 1953 foi mais frio, com uma média de –23,5ºC (-10,3F). Junho de 2014 também bateu o recorde de frio para um dia do mês: –34,9ºC (-30,8F).

E o estado de Brisbane, na Austrália, atingiu as temperaturas mais frias desde o 28 de julho de 1911, com 2,6ºC às 6.41AM.

O meteorologista Matt Bass explicou que o recorde de frio foi excepcional para a cidade, cuja média nesse mês é de 12ºC, noticiou “The Australian”.

domingo, 27 de julho de 2014

Para salvar o planeta produza mais CO2, diz físico matemático

Frank J. Tipler, professor de Física Matemática na Universidade de Tulane:    sem CO2, os seres vivos desapareceriam.
Frank J. Tipler, professor de Física Matemática na Universidade de Tulane:
  sem CO2, os seres vivos desapareceriam.
Frank J. Tipler , professor de Física Matemática na Universidade de Tulane e co-autor de “The Anthropic Cosmological Principle” e outros livros, esclareceu um dado elementar: o CO2 é o primeiro e mais importante alimento das plantas. E estas são o elo primordial da cadeia da vida.

O CO2 é a fonte de carbono para a química orgânica. Sem ele, os seres vivos desapareceriam.

Quanto menos CO2 no ar, menos as plantas o sintetizam. Em consequência, menor será a massa vegetal e menos alimento haverá para os animais, e obviamente para os humanos.

Eliminado o CO2, morre toda a biosfera. Mas, a histeria ambientalista trata esse gás benéfico como um “tóxico” perigoso para a Terra.

As plantas eram muito mais produtivas quando, em época longínqua, o CO2 atingiu 0,1 % da atmosfera, escreveu Tipler. Depois, essa proporção caiu para 0,02% e hoje gira em volta 0,0379%.

O CO2 está na base da cadeia alimentar.
O CO2 está na base da cadeia alimentar. Plantação de girassol.
O ser humano, agricultor inteligente, percebeu há milênios a necessidade que tem os vegetais de CO2.

Por isso, começou a aplicá-lo nas plantações na forma de adubo orgânico, e, depois, químico.

O homem tira proveito também dos imensos depósitos de carbono existentes no subsolo em forma de carvão mineral, petróleo e gás.

E depois de trazê-lo à superfície o converte em CO2. Isso eleva a proporção do CO2 na atmosfera e favorece os desenvolvimento dos vegetais.

A tentativa de reduzir a proporção de CO2 na atmosfera não só não salva a Terra, mas é contraproducente para a biosfera. “É um ato profundamente mau”, escreveu Tipler.

Mas nem o bom senso nem as matemáticas fazem efeito nos fundamentalistas "verdes". O Prêmio Nobel de Economia Paul Krugman qualificou a oposição ao projeto de lei do presidente Obama que visa reduzir o CO2 de “traição contra o planeta”!

É um dos exemplos mais aberrantes de certo fanatismo ambientalista desligado da realidade, comentou Tipler.

Paul Krugman: quem se opõer aos planos anti-CO2 faz “traição contra o planeta” e "deve ser detido a todo custo!" Para Tipler, Krugman está desligado da realidade.
Paul Krugman: quem se opõe às leis anti-CO2 faz “traição contra o planeta”
e "deve ser detido a todo custo!" Para Tipler, Krugman está desligado da realidade.
Krugman ainda postulou que “aqueles que não querem reduzir o uso de combustíveis fósseis são inimigos mortais da biosfera. Devem ser detidos a todo custo!”

Tipler explicou que Krugman presume que as condições climáticas de há um século eram as “naturais” e não devem ser mudadas. Mas não faz idéia do que está falando.

Krugman usa um critério subjetivo para denunciar a humanidade e a civilização. Esse posicionamento arbitrário, anti-histórico e danoso é considerado “progressista” pela mídia que concede largos espaços para o excitado economista e abafa a voz dos cientistas prudentes.



domingo, 20 de julho de 2014

Fabulosas jazidas de gás e petróleo na Patagônia irritam ambientalistas

Por vezes até a natureza traz surpresas aos dirigentes eclesiásticos e políticos, empenhados em levar seus países a uma miséria como a cubana, apresentada por eles como mais de acordo com a pobreza ensinada por Jesus Cristo (e pelo “Capital” de Karl Marx)!

Na Argentina, por exemplo, a presidente “chavista” Cristina Kirchner está ativamente empenhada em quebrar a riqueza agropecuária do país e das classes tradicionais e conservadoras ligadas à terra.

Enquanto ela não consegue frear a produção e as exportações recordes de produtos agrícolas, outra notícia lhe veio a contragosto de uma frente diversa.

Na província de Neuquén, Patagônia, ficou impossível omitir a existência das mais promissoras jazidas de gás e petróleo do mundo, noticiou a agência AFP

Em 2013, o governo americano qualificou a jazida de Vaca Muerta, na província de Neuquén, como a 2ª maior reserva mundial de gás de xisto e a 4ª em petróleo de xisto.

Segundo a Accenture, a maior empresa de consultoria do mundo, Vaca Muerta tem o maior potencial de produção de combustíveis fósseis não convencionais conhecido fora dos EUA.

Enquanto algumas das maiores companhias petrolíferas do mundo estão disputando áreas, outras já começaram a extração.

Só que o método de extração é o fracking ou fragmentação hidráulica, arbitrariamente detestado pelo ambientalismo.

A formação geológica de Vaca Muerta se estende numa área de 30.000 km2, onde os combustíveis fósseis não convencionais podem ser extraídos numa profundidade pequena para estes casos, numa região quase despovoada, sem riscos nem mesmo hipotéticos de danificar alguém.

Segundo dados da Administração americana para Informação sobre a Energia, o potencial de Vaca Muerta é de 27 bilhões de barris. Essas reservas de gás e petróleo atenderiam às necessidades da Argentina durante 400 anos.

Assim que começou a produção, mais uma surpresa: por baixo de Vaca Muerta, numa profundidade média de 5.000 metros, existe outra jazida de gás e petróleo de xisto com tamanho e potencial aproximados, segundo as primeiras estimativas, aos da própria Vaca Muerta.

Trata-se da jazida de Los Molles, que poderia começar a ser explorada dentro de cinco anos, segundo informou “Clarín” de Buenos Aires.

“Nós falamos de Vaca Muerta, mas Los Molles é tanto ou mais importante como reserva de gás e petróleo”, explicou o engenheiro Gustavo Nagel, presidente da estatal de Neuquén GyP.

Apontando gráficos, a deputada provincial Beatriz Kreitman, ativista ambientalista empenhada em desmoralizar o aproveitamento dessa riqueza, disse: “A pérola de Vaca Muerta é Los Molles ... é o segredo melhor guardado”.

A empresa alemã Schlumberger já trabalha nas perfurações de Vaca Muerta. Os especialistas provêm de todo o mundo: mexicanos, dominicanos, poloneses, além de argentinos de todas as províncias.

As tecnologias de fragmentação hidráulica usadas no local são menos poluentes que as da exploração de combustíveis fósseis convencionais.

Mas a obstinação ambientalista contra o progresso não pondera as boas razões. E no caso argentino, ela se tornou subitamente muito “espiritual”, inimiga da riqueza, segundo certas pregações ouvidas em igrejas “progressistas” ou em discursos panteístas e neocomunistas verdes.



domingo, 13 de julho de 2014

Cientistas refutam alarmismo com “derretimento” da Antártida

Antártida continente com 70% da agua doce do mundo, vulcões e montanhas
Antártida continente com 70% da agua doce do mundo, vulcões e montanhas
A recuperação cíclica da calota polar do Ártico levou os ecologistas a buscar na Antártida uma nova “prova” – na verdade, um pretexto – para justificar a ‘montagem’ ambientalista radical de um futuro aumento apocalíptico do nível dos mares.

Tomados de súbito interesse pela Antártida – e não por toda ela, mas apenas pela costa ocidental, ou Antártida do Oeste – ‘verdes’, apocalípticos e mídia esqueceram-se do Ártico.

Sem darem nenhuma explicação ao púbico, por eles ludibriado e apavorado durante alguns anos pela manipulação do derretimento cíclico do Ártico, correm agora para espalhar pânico pelo suposto derretimento do gelo antártico.

Enquanto a calota de gelo do Ártico é muito pouco profunda e seu derretimento não produz efeitos sensíveis, a massa de gelo acumulada na Antártida é colossal.

A Antártida é um continente com planaltos, sistemas montanhosos e vulcões. É também o mais alto em média (acima de 2.000 metros), o mais frio e seco, com ventos registrados de até 320 km/h.

Seu manto de gelo possui em média dois quilômetros de espessura, sendo a máxima de 4.776 metros. O volume dessa cobertura é estimado em 25,4 milhões de quilômetros cúbicos, que contêm 70% de toda a água doce do planeta.

Por certo, água doce não falta, mas esse volume parece uma ninharia se comparado ao volume de água salgada nos oceanos: 1,332 bilhões de quilômetros cúbicos! Os dados são da Woods Hole Oceanographic Institution, de Massachussetts, instituição privada que investiga desde 1930 as relações entre as massas de água e o resto do planeta.

Em consequência dessa desproporção abismal, a Antártida pode derreter-se toda que os oceanos pouco vão mudar; e nem New York, nem o Rio de Janeiro serão engolidos pelas águas.

Vulcões e não o aquecimento global explicam
derretimento parcial de alguns glaciares
Porém, o viés alarmista dos infatigáveis ambientalistas exagera dados colhidos na Antártida do Oeste – e quase só nela – para fazer acreditar que o ’aquecimento global’ está derretendo o continente antártico. E que, em consequência, centenas de milhões de pessoas terão que migrar das cidades costeiras ou serem engolidas pelo mar em crescimento furioso.

Entrementes, pesquisadores do Instituto Geofísico da Universidade de Texas–Austin (UTA’s Institute for Geophysics), concluíram que a diminuição das geleiras na Antártica Ocidental se deve ao calor geotermal gerado pelos abundantes vulcões da região. E nada tem a ver com o aquecimento global.

O estudo foi publicado na sisuda revista científica “Proceedings of the National Academy of Sciences” e noticiado por diversos órgãos de imprensa como FoxNews.

Os pesquisadores verificaram que o glaciar flutuante Thwaites está diminuindo em virtude do calor geotérmico produzido pelo magma terrestre e pelos vulcões submersos. Esse glaciar é chave para compreender um hipotético aumento dos níveis dos mares, levando-se em conta sua inusual mutabilidade.

Na Antártida há pelo menos 20 vulcões ativos. Em 2011 foi descoberta uma cadeia de vulcões submersos, vários dos quais ativos. Um deles é enorme, segundo Philip Leat, vulcanólogo a serviço do British Antarctic Survey e que participou na descoberta.


Os pesquisadores do UTA usaram técnicas de radar para mapear o fundo marítimo sob o glaciar e encontraram níveis de calor muito acima do imaginado e nunca antes verificados.

Esse calor explica o que acontece na geleira flutuante Thwaites, explicou o chefe do estudo David Schroeder.

“É o mais complexo ambiente termal que se possa imaginar”, acrescentou o coautor Don Blankenship. “Tentar criar um modelo dele é virtualmente impossível”.

Mas a verdade e a ciência pouco importam ao alarmismo ambientalista e aos cientistas ideologicamente engajados. Para eles, a Antártida vai para o colapso porque o planeta aquece por culpa da civilização humana. É dogma.

Superfície gelada da Antártida vem batendo recordes.
Estado em 16/09/2013. Linha laranja: média anos 1981-2010.
Recentemente, o glaciologista da NASA Eric Rignot profetizou que o derretimento da superfície de gelo da Antártida ocidental é “imparável” e fará subir dramaticamente o nível dos mares.

Porém, os relatórios sobre a superfície total das geleiras antárticas apontam um crescimento geral continuado, sempre superando recordes.

No fim do mês de maio, o gelo antártico atingiu o máximo tamanho desde que começaram as medições em 1979.

Hoje a superfície gelada está na casa de 13 milhões de quilômetros quadrados — portanto, 10,3% acima da média de 11,7 milhões de km2 do período 1981-2010. O recorde anterior foi de 12,7 milhões de km2 em 2010.

Mas, a utopia anticivilizacão ocidental não quer saber da realidade. O neocomunismo tem outras metas e se a ciência não serve para essas metas, que se dane, a revolução “verde” não pode parar!