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domingo, 10 de julho de 2016

“Barbárie científica”: chutes e distorções oficiais
sobre o CO2 no Brasil

A vegetação em fase de crescimento é ávida consumidora de CO2, mas não assim a vegetação adulta. Se se trata apenas de CO2, criar novas plantações desmatando florestas "velhas" reduz o CO2 do ar.
A vegetação em fase de crescimento é ávida consumidora de CO2,
mas não assim a vegetação adulta. Se se trata apenas de CO2,
criar novas plantações desmatando florestas "velhas" reduz o CO2 do ar.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




“Barbárie científica” foi o título do artigo de Eduardo Castanho da SISFLOR (Instituto Sistema de Informações Florestais do Estado de São Paulo), que tem como objetivo difundir o conceito de agronegócio florestal sustentável.

A “barbárie” referida apareceu relatada em dois editoriais da “Folha de S. Paulo” a respeito dos gases de efeito estufa e seu possível efeito sobre as mudanças climáticas.

Os editoriais mostraram de modo explícito o equívoco científico em que a COP21 incorreu e ao qual temos nos referido extensamente no nosso blog. Confira: COP21

O fato é que a simples revisão das emissões brasileiras em ocasiões diversas mostrou uma decalagem de quase um terço (28,6%) entre um resultado e outro.

Esse número implica uma margem de erro de um terço do total das emissões brasileiras. Em outros termos, o “erro” teria sido de mais de 300 milhões de toneladas de CO2, algo equivalente ou igual ao total das emissões de um país como a França.

Uma margem de erro catastrófica, que desqualifica os autores para fazerem propostas sérias sobre o tema, diz o artigo.

Apesar de ter sido pega em flagrante, a imperícia em nada alterou as metas do governo e dos impávidos ambientalistas. Eles se pavoneiam alegremente falando até pelos cotovelos sobre a redução de gases como o CO2 e sobre o que aconteceria com o clima planetário dentro de um século.

Mas patenteiam conhecer muito pouco ou muito mal, pelo menos a respeito da atmosfera brasileira que eles próprios respiram.

À luz da imperfeição das mensurações brasileiras, o artigo “Barbárie científica” pergunta como é que os ecologistas conseguiram determinar com tamanha precisão suas previsões para o fim do século XXI?

Esta área indígena continuará séculos sem tirar nem pôr CO2 do ar. A renovação da vegetação, só possível com desmatamento inteligente, permitirá captar o CO2.Mas a "barbárie científica" não sabe disso.
Esta área indígena continuará séculos sem tirar nem pôr CO2 do ar.
A renovação da vegetação, só possível com desmatamento inteligente,
permitirá captar o CO2.Mas a "barbárie científica" não sabe disso.
E responde: chutaram, é evidente.

Isso não tem validade científica e quem respaldou essa barbaridade foi o establishment científico representado pelo IPCC.

Como acreditar e confiar nessas contas?

Como tomá-las como referência para o estabelecimento de políticas nacionais e globais que terão implicações em todos os setores das sociedades humanas?

Como acreditar que reduções de tantas mil toneladas implicarão em diminuição da temperatura média do planeta se diferenças da magnitude das apresentadas no caso brasileiro são calculadas (e quase não divulgadas) sem o menor constrangimento e sem gerar nenhuma correção nas pretensas ações mitigadoras?

O artigo de Eduardo Castanho foca um aspecto que nos conduz ao fundo ideológico da problemática.

No caso brasileiro, as metas de mitigação projetadas pelo movimento ambientalista visam pesar sobre o setor agropecuário da economia.

Na ideologia “verde”, carregada de preconceitos de fundo socialista contra a propriedade privada, o pretenso combate ao não demonstrado “aquecimento global” visa afogar as iniciativas do agronegócio.

O artigo ressalta que se se quiser reduzir a percentagem do CO2 no ar, nada de mais útil do que promover as únicas ações humanas que captam carbono da atmosfera e o transformam em fibras, alimentos, energia, etc.: isto é, promover a agricultura.

Se os mitos demagógicos contra o CO2 e o aquecimento global fossem porventura verdadeiros, o agronegócio deveria ser exaltado como salvador. E não seria perseguido por leis que afogam a agropecuária e infernizam a vida dos cidadãos desejosos de progredir.

Mas, esclarece o artigo, mesmo que o aquecimento global se devesse às atividades humanas, o papel da agropecuária nesse processo seria quantitativamente desprezível.

“Barbárie científica” é o título adequado para o valioso artigo. “Barbárie antibrasileira”, “Barbárie antiprogresso e anticristã”, comentamos nós.


domingo, 3 de julho de 2016

Ambientalistas e Putin
aliados contra Ocidente

Corbyn e Putin, o líder trabalhista, admirador de Marx aliado ao reciclado coronel da KGB.
Corbyn e Putin, o líder trabalhista, admirador de Marx aliado ao reciclado coronel da KGB.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Quando, em junho de 2014, o ex-secretário geral da NATO Anders Fogh Rassmussen denunciou que a Rússia estava financiando o movimento anti-fracking no Ocidente, a gritaria dos militantes ambientalistas foi geral.

Órgãos da mídia e políticos tidos como sisudos julgaram ser uma aliança contra natura.

Porém, uma investigação levada adiante pela Washington Free Beacon and Environmental Policy Alliance revelou aquilo que o movimento verde não queria que fosse revelado. Steve Komarnyckyj fez um apanhado para a agência Euromaidan.

Uma fundação, a Sea Change, canalizava os financiamentos provenientes do círculo mais íntimo de Putin para três grandes grupos ambientalistas: o Sierra Club, o National Resources Defense Council e a League of Conservation Voters.

Em troca, o movimento verde ecoava largamente a propaganda russa em favor da invasão armada da Ucrânia. O site Resistência Popular, dos ativistas verdes Margaret Flowers e Emanuel Sferios, foi característico.

O próprio Partido Verde americano agia essencialmente como um lobby visando bloquear em Washington toda ajuda ao país invadido.

Um exemplo na Inglaterra é Oliver Tickell, que trabalha para “The Ecologist”, uma das mais importantes publicações ambientalistas do país.

Essa revista recebeu dinheiro de E.Lebedev, proprietário de vários jornais ingleses e filho de um dos “oligarcas russos” mais ricos do mundo sediado em Moscou. Tickell fez de The Ecologist um vaso comunicante que veicula a desinformação russa e inventou que a “nova Rússia” está sendo difamada.

Satish Kumar, ex-monge indiano e ex-militante pacifista, fundador do Resurgence Trust, é um dos ambientalistas midiaticamente mais promovidos no mundo e outro exemplo da aliança do radicalismo verde com o ditador russo, cita Komarnyckyj.

O ativismo verde tem outra face: debilitar os países livres e favorecer a ascensão da nova-URSS
O ativismo verde tem outra face: debilitar os países livres e favorecer a ascensão da nova-URSS.
Militantes ambientalistas não faltam na listagem dos esquerdistas companheiros de viagem de Moscou. Tampouco estão ausentes as relações institucionais entre os dois totalitarismos.

Os principais fios de comunicação entre Moscou e Londres passam pelo líder do Partido Trabalhista britânico Jeremy Corbyn, admirador de Karl Marx, e organizações pacifistas como ‘Stop the War UK’ e ‘The People’s Assembly’ estão entre as beneficiadas.

Amigos do poderoso líder trabalhista marxista ganharam nelas espaço, mas nem por isso deixam de falar no canal Russia Today, que finge ares direitistas para passar enganosamente as mensagens do Kremlin.

Em fevereiro de 2014, o Partido Verde britânico alinhou-se imediatamente contra o movimento Maidan pela liberdade da Ucrânia. A disputa não tinha muito a ver com a ecologia, mas era estratégica para o patrão da “Nova Rússia”; e os devaneios ambientalistas ficaram postos de lado.

Os verdes ingleses somaram-se a seus congêneres norte-americanos contrários ao imperialismo capitalista anglo-saxão que estaria tentando tirar a Ucrânia das mãos da Rússia.

Oliver Tickell, jornalista da BBC, acima mencionado, aparece com frequência em programas que apoiam os interesses do gigante petrolífero russo Gazprom.

Os interesses hegemônicos do Kremlin ficaram por cima do “aquecimento global” e de outras montagens nas quais nessa hora os radicais ambientalistas mostraram não acreditar.

Tickell tampouco hesita em aparecer do lado dos “negacionistas” da mudança climática quando os benefícios de Putin estão em jogo.

O caso do fracking é típico. Com o gás e o petróleo de xisto, a Europa pode tornar-se energeticamente independente e até esquecer-se dos árabes, como estão fazendo os EUA.

Mas se a Europa aplicar o fracking, sua dependência do gás russo acaba!

E enquanto não acabar, o fracking e os combustíveis fósseis não convencionais estão derrubando os preços do único provento importante da “Nova Rússia”!

Um herdeiro de Marx do trabalhismo inglês, Jeremy Corbyn, é grande elo com o Kremlin.
Um herdeiro de Marx no trabalhismo inglês, Jeremy Corbyn, é grande elo com o Kremlin.
Então, a sabotagem verde do fracking no Ocidente é necessária e premente para salvar Putin e a própria Gazprom. E o coro estridente dos verdes contra o fracking funciona sob a batuta de Putin.

No Russia Today, Tickell fez a apologia da anexação da Crimeia e deu apoio incondicional ao fraudulento referendo “popular” para ser engolida pela “nova URSS”.

Tickell não critica a extração de combustíveis fósseis na Sibéria, embora deblatere contra esses combustíveis no Ocidente.

É assim que agentes de influência bem pagos nas esquerdas e no movimento ambientalista ecoam a propaganda do Kremlin.

Eles são campeões em espalhar o pânico a respeito das armas nucleares, mas guardam um silêncio cúmplice quando Putin – e até a China e a Coreia do Norte – ameaçam jogá-las contra o Ocidente.

Agindo assim, conclui Komarnyckyj, um império invasor é posto por cima de sua vítima colonizada, e uma Nomenklatura de oligarcas e cleptocratas “ex-“agentes da KGB esmaga o povo russo.

Corbyn, líder do Partido Trabalhista inglês, o Partido Verde britânico e as organizações pacifistas e ecologistas financiadas por Moscou agem contra aquilo que dizem proteger: o meio ambiente e a natureza.

Na verdade, o trabalho da Washington Free Beacon and Environmental Policy Alliance e o comentário de Steve Komarnyckyj não trazem muita novidade.

Mas fornecem dados concretos para aquilo que há anos nós estamos denunciando neste blog: o velho comunismo fracassado se metamorfoseou e adotou a cor verde para dissimular seu retorno.


domingo, 26 de junho de 2016

Transgênicos são saudáveis como os outros alimentos, diz Academia das Ciências dos EUA

Produção de milho no Brasil aumenta com OGM sem danos para a saúde e com melhora para a população.
Produção de milho no Brasil aumenta com OGM
sem danos para a saúde e com melhora para a população.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O maior estudo sobre o impacto dos organismos geneticamente modificados (OGM), feito pela Academia Nacional de Ciências dos EUA, acaba de concluir que essas plantas são indistinguíveis das demais e que não há nenhuma prova de que tenham um impacto negativo sobre a saúde das pessoas, noticiou o jornal espanhol “El País”.

A Academia Nacional de Ciências, Engenharia e Medicina, principal órgão consultivo dos EUA em assuntos científicos, não encontrou provas conclusivas de que esse tipo de variantes agrícolas cause problemas ambientais.

Reconhece, entretanto, que a resistência dos transgênicos a certos herbicidas está causando “um grande problema agrícola”, porque outras plantas e insetos estão desenvolvendo imunidade aos herbicidas usados nos campos de OGM. Mas pode-se esperar solução para esse problema.

O relatório, apresentado numa conferência de imprensa em Washington, constitui uma revisão abrangente de estudos científicos publicados nos últimos 30 anos, quando se começou a usar milho, soja e outros cultivos transgênicos.

A investigação se concentrou na análise de 900 estudos científicos sobre o impacto desses cultivos, tendo sido supervisionada por um painel de especialistas independentes liderados por Fred Gould, entomologista da Universidade Estadual da Carolina do Norte.

Demagogia da Greenpeace contra os OGM no Ministério da Ciência e Tecnologia. Governantes de esquerda são a última esperança do fanatismo anti-OGM
Demagogia da Greenpeace contra os OGM no Ministério da Ciência e Tecnologia.
Governantes de esquerda são a última esperança do fanatismo anti-OGM.
Estas são as principais conclusões:

— O comitê analisou todos os estudos disponíveis sobre o assunto e não encontrou “nenhuma evidência” de que os transgênicos causem mal à saúde.

— As experiências em animais não revelam diferença alguma para a saúde entre o consumo de um vegetal transgênico e outro que não é.

— Há provas de que os OGM resistentes a pragas significaram um benefício para a saúde humana, ao reduzirem as intoxicações por pesticidas.

— Existem variantes de transgênicos que podem ter um impacto devastador. Cita o caso específico do arroz dourado, uma variante modificada que contém altos níveis de betacaroteno, apesar de poder evitar milhões de casos de cegueira e mortes de crianças por desnutrição nos países em desenvolvimento.

— O uso de transgênicos não reduz a diversidade vegetal nem de insetos nos campos onde são plantados, podendo às vezes até aumentá-la.

— Os genes dos transgênicos acabam invadindo campos onde não são plantados, mas isso não causa nenhum impacto ao meio ambiente.

A linha divisória entre um transgênico e um não transgênico está desaparecendo com a chegada de novas técnicas de edição genética.

Plantação de soja no Brasil: OGM ou não é igualmente boa.
Plantação de soja no Brasil: OGM ou não é igualmente boa.
— Há insetos que estão criando resistência aos pesticidas utilizados nos campos de OGM, mas isso só acontece em lugares onde não são seguidas as regras para evitar essas resistências.

— Os transgênicos trouxeram benefícios econômicos inclusive para pequenos agricultores, que se beneficiaram deles já nos primeiros anos de adoção.

— Baseando-se na evidência científica, o trabalho desaconselha até marcar o rótulo dos produtos com OGM como suposta salvaguarda da saúde pública.


domingo, 19 de junho de 2016

Governo italiano promove esoterismo ecológico

Agricultura biodinâmica entre a astrologia e a superstição.
Mas recusa da tecnologia agrícola racional.
Luis Dufaur
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A confraria “verde” é pródiga em montagens tapeadoras para dissimular até mesmo práticas esotérico-místicas. Na Itália, ela espalhou a “agricultura biodinâmica”, segundo relata Luciano Capone no jornal “Il Foglio” citado pelo site Infocatólica.

O nome faz pensar numa simpática nova forma de melhorar a produção agrícola. Mas a Rede Ibero-americana de Estudo das Seitas (RIES) denunciou que se trata de um artifício cuja estratégia é inocular o esoterismo.

O artigo acrescenta que o Ministério de Agricultura italiano, sabendo ou não do estratagema, acabou “aprovando a bruxaria”.

A “agricultura biodinâmica” foi apresentada na Universidade Comercial Luigi Bocconi, de Milão, como um método de cultura “paranormal” (sic!) inventado num castelo da Silésia em 1924, (Alemanha) pelo notório mestre ocultista Rudolf Steiner, fundador da Antroposofia.

Sobre as origens esotéricas do movimento ambientalista, veja: O que é a ecologia? 3 – O ecologismo no cerne do nacional-socialismo

domingo, 12 de junho de 2016

Os homens? Que as feras os despedacem!
Coitadas das feras assassinas!

Gorila arrasta criança no zoo de Cincinnati
Gorila arrasta criança no zoo de Cincinnati
Luis Dufaur
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Um gorila do zoológico de Cincinnati, nos EUA, pegou um menino de 4 anos que caiu na área de isolamento do animal e o arrastou como uma presa, causando-lhe feridas diante do olhar desesperado de familiares e do público, que nada podiam fazer.

As autoridades do zoológico consideraram necessário usar força letal para abater o perigoso animal de 17 anos e 180 quilos.

A aplicação de tranquilizantes levaria tempo para fazer efeito e poderia causar a reação brusca do gorila e a eventual morte da criança. Esta foi logo hospitalizada e ficou fora de perigo, embora com ferimentos diversos.

Nada de mais razoável em vista das dramáticas circunstâncias.

Nada? Razoável?

domingo, 5 de junho de 2016

Chef vegano recusado
pelos pobres das ruas de Bolonha!

Chef vegano Simone Salvini endeusado pelos 'famosos' foi rejeitado pelos pobres.
Chef vegano Simone Salvini endeusado pelos 'famosos' foi rejeitado pelos pobres.
Luis Dufaur
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Os pobres moradores de rua que se reúnem diante do Instituto Antoniano de Bolonha, Itália, regido pelos frades franciscanos, mostraram seu descontentamento com a qualidade dos pratos que lhes foram oferecidos recentemente.

Já somos muito pobres, diziam, comemos pouco e mal, antes nos davam frango assado e churrasco para podermos suportar as noites de frio. Mas, agora, o que estão nos dando: umas saladinhas bem condimentadas?

No centro da polêmica está o chef vegano (vegetariano) Simone Salvini, que foi cozinhar para os miseráveis da cidade, sendo coberto de críticas por eles.

O vegetarianismo, ou veganismo, é uma espécie de religião para o jet-set e os adoradores das modas, sobretudo das mais caras.

No atual pontificado, sob o pretexto de pobreza e de abertura para situações moralmente anômalas, eclesiásticos na moda encontraram a estrada livre para se aprofundar em mundos até agora desaconselhados pelos costumes tradicionais e até pela moral católica.

Mas quem sentiu a desordem na pele foram os poveracci e os indigentes de Bolonha, que nada têm a ver com essa revolução religiosa e cultural.

Os frades franciscanos chamaram o guru dos restaurantes veganos de alto custo para introduzir os necessitados na nova tendência do pontificado do Papa Francisco formulada na encíclica “Laudato Si’”.

Segundo o blog a “Nuova Bussola Quotidiana”, os frades de novo estilo parecem ter raciocinado assim: “Posto que eles não têm nada, por certo não vão recusar.

“Além do mais, com todas as celebridades da música, do esporte e do escândalo que aparecem lado a lado com o Papa Francisco, esses miseráveis com certeza se darão por bem alimentados, e terão até a tão procurada cobertura midiática”.

Pobres e sem-teto das ruas de Bolonha reprovaram a comida ecologicamente correta.
Pobres e sem-teto das ruas de Bolonha reprovaram a comida ecologicamente correta.
Mas as crônicas dos grandes jornais, como o “Corriere della Sera”, saíram cheias de comentários de pobres radicalmente opostos aos do jet-set midiático-eclesiástico.

Eles se queixavam “daquele senhor” que na noite anterior só lhes tinha dado pimentões e salada para comer.

Por sua vez, o chef Salvini falou de sua proeza para o próprio “Corriere della Sera”, vangloriando-se da entusiástica aprovação que teriam dado, segundo ele, os pobres da rua, salvo exceções.

Mas o jornal só ouviu lamentações: “Queremos carne. Estamos voltando para a rua, dormimos no relento e precisamos de carne”.

Repolho e rabanetes poderão ser muito bem apresentados e comemorados como obras de arte por ricos, snobs, modelos, esportistas e cultuadores da linha, além dos eclesiásticos miserabilistas e politicamente corretos que engrossaram as fileiras da “última palavra”.

Mas quem frequenta a mesa dos pobres pode ouvir contar dramas e abismos de solidão e desespero que uma folha de espinafre com molho de cenoura não os farão esquecer.

O pobre também tem bom senso. E talvez muito mais que os “famosos” de roupa de grife ou do new look eclesiástico.

Na prática, os midiáticos franciscanos estavam promovendo uma iniciativa de “marketing” para promover o cozinheiro e sua firma, diz o site. E os pobres estavam sendo usados como cobaias de laboratório para uma revolução cultural verde e miserabilista.

Os marqueteiros dos produtos veganos ou crus aguardavam um sucesso de mercado e um retorno garantido, tudo regado com bastante água benta (sem sal) do novo franciscanismo linha “Laudato Si’”.

Não deu certo. A bem dizer, foi um procedimento que indigna as almas que conservam senso moral.

Nada, escreve a “Nuova Bussola Quotidiana”, consola tanto o caído na desgraça quanto o bifinho feito como o fazia sua mãe em casa, não uma vagem de nome exótico, mas aquele prato de nome caseiro que se comia em família.

Terão refletido nisto os frades jogados na onda “a la Francisco” do Instituo Antoniano?

Terão se recusado a prestar-se ao inexcusável jogo de business mascarado de sentimentos bons afins com o novo pontificado?

Os religiosos “pelos pobres” não parecem tão sensibilizados com a desgraça. Já anunciaram outro chef: Massimo Bottura, também ele um astro do jet-set gastronômico, mas esclarecem como consolação que “provavelmente vai pôr um pouco mais de carne”.

O objetivo, porém – observa a “Nuova Bussola Quotidiana” – parece ser o mesmo. A seita miserabilista disfarçada de verde procura a miséria para todos, até para os mais miseráveis.


domingo, 29 de maio de 2016

Responsabilidade civil da CNBB
na ação do CIMI contra o Estado de Direito

Dom Leonardo Ulrich, secretário geral da CNBB e Tito Vilhalva, da etnia Guarani Kaiowá. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.
Dom Leonardo Ulrich, secretário geral da CNBB
e Tito Vilhalva, da etnia Guarani Kaiowá.
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: Produtores e indígenas vitimados pela conduta ilícita do CIMI





Prossegue a conclusão da CPI do CIMI:

Todavia, ainda se tratando de responsabilidade civil, é de se considerar quem mais poderá responder pelos prejuízos causados pelo CIMI, além da própria entidade.

O CIMI inegavelmente é vinculado à Igreja Católica.

Consta expressamente em seu site que se trata de uma instituição ligada à Confederação Nacional dos Bispos Brasileiros que, por via de consequência, é vinculada à Igreja Católica.

No sitio eletrônico da CNBB é possível encontrar, no tópico que trata das missões ou finalidades do órgão que: [página 217]

A CNBB, no âmbito de suas finalidades e competência:

• manifesta solicitude para com a Igreja e sua missão universal, por meio de comunhão e colaboração com a Sé Apostólica e pela atividade missionária, principalmente ad gentes;

• favorece e articula as relações entre as Igrejas particulares do Brasil e a San ta Sé;

• relaciona-se com as outras Conferências Episcopais, particularmente as da América, e com o Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM).Resta inequívoco que a atuação da CNBB é vinculada à Igreja Católica e, por conseguinte, o mesmo se pode concluir em relação ao CIMI.

Ainda, no depoimento prestado por D. Roque Paloschi a essa CPI, perguntado a respeito de seu incompreensível (ou conveniente) estado de ignorância quanto aos ilícitos praticados por membros do CIMI no Estado de Mato Grosso do Sul, expressamente afirmou que seria a Igreja Católica a responsável pelo acompanhamento de suas ações no Estado, devido à impossibilidade de controlar todos os seus colaboradores.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Produtores e indígenas vitimados
pela conduta subversiva do CIMI

Invasão de fazenda em Mato Grosso do Sul.
Invasão de fazenda em Mato Grosso do Sul.
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: Relatório final da “CPI do CIMI” desvenda estarrecedora subversão comuno-missionária pintada de verde ambientalista



Prossegue a conclusão da CPI do CIMI:

Mas, depois de analisar todos os depoimentos e provas do processo, sou forçado a concluir que também os indígenas foram prejudicados, igualmente de forma irreversível, pela conduta ilícita do CIMI.

Foram gerações de indígenas criadas com base no sentimento sectário, tendo incutido o ódio e o desrespeito às instituições, através de uma travestida defesa de seus interesses.

O CIMI não conseguiu trazer para o processo um único projeto realizado em prol da comunidade indígena, de educação, saúde, enfim, nada.

E, importante frisar, somente no ano de 2013 foram mais de R$ 7.000.000,00 recebidos de instituições estrangeiras.

Segundo dados de seus balanços, mais de R$ 4.000.000,00 seriam destinados ao pagamento de pessoal.

Ora, mas como se todos os integrantes e ex-integrantes do CIMI, inclusive o Sr. Cleber Buzato, informaram que prestavam trabalho praticamente voluntário?

Para onde vão esses recursos. De outro lado, verifica-se que há depoimento de indígenas afirmando categoricamente que Flávio Machado [página 211] forneceu recursos para a aquisição de armas no Paraguai para suportar invasões de propriedades privadas.

Os índios vêm sendo, em verdade, iludidos, ludibriados, enganados pelo CIMI.

domingo, 22 de maio de 2016

Relatório final da “CPI do CIMI” desvenda
estarrecedora subversão comuno-missionária
pintada de verde ambientalista

Fazenda Buriti invadida e incendiada por índios, em Sidrolândia (MS)
Fazenda Buriti invadida e incendiada por índios, em Sidrolândia (MS)
Luis Dufaur
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O verde a nova cor do comunismo? Isso não é muito exagero? – comenta por vezes algum objetante – Pode ser que alguns tresloucados fale ou façam coisas amalucadas a propósito de ecologia e meio-ambiente, mas sempre será algo colateral e episódico!

Não! – pode acrescentar um leitor logrado – não se pode achar que por trás do ambientalismo radical possa haver uma ideologia de tipo comunista, um marxismo travestido após a debacle da URSS!

Tampouco pode se supor uma organização com milionário financiamento internacional, uma articulação que usa a fraude e a malícia para introduzir uma nova religião afim com o marxismo, e que para isso manipula as causas da natureza e das tribos indígenas para subverter o Brasil e o mundo!

Ainda mais irreal, continua o imaginário objetante, é supor que essa crença, ou religião, de fundo comunista pretenda acabar com o progresso, extinguir a civilização e a cultura como nós a conhecemos, e reduzir a humanidade a uns míseros bandos que vagueiam pelas florestas ou pelos desertos desnutridos, adoentados, como se esse fosse o ideal dos filhos de Deus!

domingo, 15 de maio de 2016

Água doce, recurso escasso? Suas reservas subterrâneas poderiam sepultar a superfície terrestre

Este é o primeiro mapa-múndi das águas subterrâneas.
Este é o primeiro mapa-múndi das águas subterrâneas.
Luis Dufaur
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Certa feita, visitando a catedral católica de uma cidade do oeste do Paraná, chamou-me a atenção o esmero com o qual duas senhoras tentavam arrumar uma montagem com papéis coloridos no fundo do templo.

Quando cheguei perto, fiquei pasmo. O tema era a Campanha da Fraternidade falando que a água doce é um recurso cada vez mais raro, escasso e caro.

Não preciso dizer quanto chove no Paraná. Nem toda a água doce do rio do mesmo nome. Nem tampouco toda a água do Iguaçu que cai na foz desse rio, tão visitado por pessoas do mundo inteiro pela sua grandiosidade.

domingo, 8 de maio de 2016

Oceanos de tinta numa bacia de papel

Embaixador da União Europeia no Brasil, João Cravinho: a assinatura é só 'tinta em papel'
Embaixador da União Europeia no Brasil, João Cravinho:
a assinatura é só 'tinta em papel'
Luis Dufaur
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Na reunião da ONU de 22 de abril (Dia da Terra, como quase ninguém sabe e talvez não queira saber) em Nova York, os representantes de mais de 170 países assinaram o acordo de Paris que pretende regulamentar as mudanças do clima.

“Estamos batendo um recorde nesta sala com o número de signatários” gabou-se o Secretário Geral da ONU, Ban Ki Moon, no início da cerimônia, informou o jornal “El Mundo” de Madri.

Ele fingiu esquecer que nessas horas o que importa não é o número, mas a intenção séria de cumprir o que está nos papéis assinados.

Quantos tratados foram eufórica e insinceramente rubricados e comemorados não muito antes de grandes tragédias mundiais?

Veja-se só o Acordo de Munique com Hitler. Menos de um ano depois o führer alemão aliado com Stalin estava invadindo a Polônia e desencadeando a mais mortífera guerra mundial da História. O tão celebrado Acordo de Munique não tinha passado de uma enganação grafada sobre um “farrapo de papel”.

Nesse sentido, em São Paulo, o embaixador da União Europeia no Brasil, João Cravinho falou com clareza: a assinatura é só 'tinta em papel', informou a “Folha de S.Paulo”.

domingo, 1 de maio de 2016

Graças ao CO2 nos últimos 33 anos
a Terra ficou mais verde!

Mapa mostra o aumento da superfície foliar nos últimos 33 anos. Fonte CREAF.
Mapa mostra o aumento da superfície foliar nos últimos 33 anos. Fonte CREAF.
Luis Dufaur
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Os vegetais são os mais diretamente beneficiados pela presença do CO2 (ou gás carbônico) na atmosfera, embora constitua apenas entre 0,03% e 0,04% dela.

Mas dizer “beneficiado” é muito pouco: sem o CO2 toda a vegetação do planeta morreria como nós pereceríamos se desaparecesse ou diminuísse dramaticamente o oxigênio do ar.

E falar em extinção dos vegetais implica em falar do fim das espécies animais que se alimentam deles. E obviamente do fim da humanidade que se nutrem com todos eles.

O combate ao CO2 apresenta-se como uma ideia irracional sob numerosos pontos de vista. Mas se trata de uma irracionalidade congruente com muitos outros dislates que a filosofia “verde” arquitetou em sua guerra contra o homem e a civilização.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

O que é o ambientalismo? 7
O voto de morte à humanidade civiizada em nome da Mãe Terra

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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continuação do post anterior: 7 Da “ecologia superficial” à “ecologia profunda”: a anti-cruzada contra o homem e o cristianismo



(Prossegue excerto de: Robert James Bidinotto, “Environmentalism: Freedoms Foe for the 90s”, “The Freeman”, November 1990 • Volume: 40 • Issue: 11).

Ação Direta e Eco-Terrorismo

O grupo de Ecologia Radical mais bem sucedido é o Greenpeace International [Paz Verde Internacional], cujos ativistas têm-se engajado em atos que demonstram uma extrema desobediência civil “não-violenta”, tais como obstruir chaminés e esgotos químicos industriais, ou invadir áreas de testes de mísseis em botes de borracha.

Sua imagem têm-lhes rendido pelo menos 4 milhões de contribuintes no mundo inteiro e uma renda anual superior a 100 milhões de dólares.

domingo, 24 de abril de 2016

O que é o ambientalismo? 6
A “ecologia profunda”: anti-cruzada contra o homem e contra o cristianismo

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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(Prossegue excerto de: Robert James Bidinotto, “Environmentalism: Freedoms Foe for the 90s”, “The Freeman”, November 1990 • Volume: 40 • Issue: 11).

Em sua forma purista a chamada “ética ambientalista” foi definida em 1966 pelo historiador Lynn White Jr., da UCLA; e em 1972 pelo filósofo norueguês Arne Naess.

White denunciou a crise ecológica no Ocidente como uma herança judaico-cristã, a qual, segundo ele, está baseada no “axioma de que a natureza não tem razão de existência a não ser para servir o homem”.

Ele apelou para uma “nova religião” baseada na “autonomia espiritual de todas as partes da natureza” e na “igualdade de todas as criaturas, incluindo o homem”.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

O que é o ambientalismo? 5
De Woodstock ao niilismo: toma corpo o atual movimento verde

Rio+20 o longo caminho desde Woodstock  Foto Marcello Casal Jr-ABR
Rio+20 o longo caminho desde Woodstock
Foto Marcello Casal Jr-ABR
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
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continuação do post anterior: O ambientalismo do pós-guerra trabalha para impor a vida tribal

 

Dando continuidade à série sobre a história do movimento ambientalista, abordamos finalmente, o período mais recente desse movimento.

Mais precisamente desde o início dos anos 70, marcados pela explosão hippie e as transformações operadas no catolicismo em virtude da aplicação do Concílio Vaticano II.

Julgamos que poucas visões de síntese desse período histórico denso e decisivo do movimento ambientalista foram tão ricas em documentação quanto o trabalho do jornalista Robert James Bidinotto, “Ambientalismo, o inimigo da liberdade nos anos 90”.

Bidinotto adquiriu nomeada escrevendo para o “Reader’s Digest” sobre questões ligadas à justiça criminal, ao ambientalismo e à filosofia. No artigo que reproduzimos a continuação ele reúne felizmente exigência crítica e uma linguagem ágil mas respeitosa que torna accesível o intrincado assunto.

domingo, 17 de abril de 2016

O que é a ecologia? 4
O ambientalismo do pós-guerra trabalha para impor a vida tribal

Revista "The Ecologist", capa de junho de 2008
Revista "The Ecologist", capa de junho de 2008
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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continuação do post anterior: O ecologismo no cerne do nacional-socialismo


O movimento orgânico rural na Inglaterra

Depois da II Guerra Mundial, aumentou gradualmente o número dos seguidores de Rudolf Steiner, que formaram uma rede poderosa de simpatizantes alternativos, a maior parte dos quais relacionada com a Soil Association.

A Soil Association levou a cabo a tarefa de aproximar, no fim da Grande Guerra, os vários grupos de pessoas preocupadas com erosão e fertilidade do solo, poluição e agricultura baseada em fertilizantes químicos.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

O que é a ecologia? 3
O ecologismo no cerne do nacional-socialismo

Walter Darre, ministro de Agricultura de Hitler, ecologista,  promoveu o "retorno à terra"
Walter Darre, ministro de Agricultura de Hitler, ecologista,
promoveu o "retorno à terra"
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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continuação do post anterior: O extremismo do fundador superado pelos discípulos


Johann von Thunen (1785-1850), economista e geógrafo alemão, autor do livro “O Estado Isolado” foi considerado o mentor intelectual dos Nacional Socialistas alemães e dos comunistas alemães-orientais do pós-guerra.

Os ecologistas ainda o citam hoje em dia.

Defendia a vida rural camponesa numa estrutura social na qual “o Estado não pode existir enquanto determinante da vida moral, econômica e social.”
Queria a imigração em massa para a América do Norte, onde o solo fértil poderia realizar sua utopia.

“A natureza revela seus segredos ao camponês que traz modificações para a vida social”. A consequência desta filosofia econômica esquerdista na reforma agrária foi mais tarde assumida pelo socialismo de Estado.

domingo, 10 de abril de 2016

O que é a ecologia? 2
O extremismo do fundador superado pelos discípulos

Luis Dufaur
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Continuação do post anterior: O que é a ecologia 1 - O panteísmo monista do fundador Ernst Haeckel

(Fonte: excertos de Anna Bramwell, “Ecology in the 20th Century, A History”, Yale University Press, New Haven, Ct., and London, 1989).

Apesar de sua ênfase aparentemente inócua nas belezas e maravilhas da natureza, o monismo do fundador da ecologia Ernst Haeckel era um credo subversivo, não apenas pelo seu repúdio à religião organizada, mas também pel rejeição das tradições sociais.

Todos os organismos vivos, amebas, macacos, homem primitivo e homem educado, devem cooperar entre si como um só ser. A sociedade humana existente deve ser rejeitada se for ultrapassada pelos avanços científicos que se gestavam nos grupos panteístas.

Haeckel só se tornou presidente da Liga Monista, inspirada por ele, em 1905. Seus escritos foram atacados por grupos cristãos e conservadores. Embora fossem apresentados como de direita, os monistas eram firmemente esquerdistas, muitos deles socialistas e materialistas.

Nesta galáxia de sonhadores "esquisitos" circulavam pequenos grupos cultuadores da natureza que haveriam de dar na "tintura mãe" do fanatismo nazista.

domingo, 3 de abril de 2016

O que é a ecologia? 1
O panteísmo monista do fundador Ernst Haeckel

Luis Dufaur
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O ambientalismo que se apresenta simpaticamente como apenas "verde" pode mudar radicalmente a vida dos brasileiros.

Pode até nos jogar numa imensa desgraça sem que nós as vítimas, tenhamos previamente uma ideia do que estava vindo preparando.

Nesse caso que desejamos evitar a sociedade atual será vista no futuro como a despreocupada tripulação do Titanic na hora em que o iceberg estava na iminência de atingi-lo.

O livro de Anna Bramwell “Ecology In The 20th Century, A History”, (A ecologia no século XX – Uma história”, publicado pela prestigiosa editora universitária Yale University Press, nos forneceu precisos elementos que queremos levar ao alcance de nossos leitores.

domingo, 20 de março de 2016

Suprema Corte adia
plano ambientalista de Obama

Projetos utópicos verdes só podem passar apavorando com cenários de terror.
Projetos utópicos verdes só podem passar apavorando com cenários de terror.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A Corte Suprema de Justiça americana suspendeu uma iniciativa do presidente Obama denominada Plano Americano por uma Energia Limpa (America’s Clean Power Plan).

O presidente tinha apresentado o Plano na Conferência de Paris em dezembro de 2015, informou o jornal de Paris “Le Monde”.

O Plano, como outras propostas utópicas trombeteadas nessa reunião planetária, propunha reduzir em 32% até 2030 as emissões de gases com efeito estufa em relação às emissões de 2005.

Iniciativas como essa já eram apontadas como irreais e inviáveis, mas garantiam boa publicidade na mídia aos políticos que as promovessem.

E Barack Obama correu atrás dos aplausos, ignorando a ciência e o bom senso.

Clean Power Plan de Obama: projetos ambientalistas geram controles burocráticos esmagadores
Clean Power Plan de Obama:
projetos ambientalistas geram controles burocráticos esmagadores
Voltando aos EUA, o presidente deparou-se com a revolta de 27 Estados que sofreriam graves danos na sua atividade econômica, entre os quais Kentucky, Virginia ocidental e Wyoming.