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domingo, 19 de abril de 2015

Ambientalismo radical exibe fundo religioso
e endossa aparências cristãs

Rajendra Pachauri teve que deixar o IPCC.
Rajendra Pachauri teve que deixar o IPCC.
Luis Dufaur





Rajendra Pachauri, vinha ocupando a presidência do polêmico IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change). Esse órgão das Nações Unidas foi fautor de inúmeros exageros e deturpações científicas, hoje demostradas sobre o clima.

Pachauri pôs fim a 13 anos turbulentos no cargo, após sair a público uma denúncia contra ele por assédio sexual na Índia, informou a agência “Reuters”.

O mérito desse caso, que ainda aguarda julgamento na Índia, excede os limites deste blog.

Pachauri exercia essa função desde 2002. Juntamente com o senador e arauto ambientalista radical americano Al Gore, ganhou o Prêmio Nobel da Paz 2007, por suas contestadíssimas teorias sobre o meio ambiente.

O IPCC escolheu o vice-presidente Ismail El Gizouli para ocupar provisoriamente o cargo.

Na carta de renúncia endereçada a Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, Pachauri registra preto sobre branco este fato que vimos há tempos denunciando neste blog: por trás do ambientalismo radical há uma religião que usa a preocupação pela natureza como camuflagem.
“Para mim, a proteção do Planeta Terra, a sobrevivência e a sustentabilidade de nossos ecossistemas é mais do que uma missão. É minha religião e meu ‘dharma’”.

O “dharma” “pode ser considerado como o ‘Caminho para a Verdade Superior’, é a base das filosofias, crenças e práticas que se originaram na Índia”, diz a Wikipedia, verbete Darma
O jornalista Donna Laframboise, crítico do IPCC, explica:

“Sim, o IPCC! – que era levado a sério porque é uma entidade que devia produzir relatórios de base científica. Agora ficamos sabendo que de fato foi liderado por um ambientalista que cumpria uma ‘missão’. Por alguém que acha que proteger o planeta é uma vocação religiosa”, noticiou Climate Depot.

Para Marc Morano, diretor de Climate Depot, Pachauri se caracterizou pela falta de idoneidade moral:
“Se Pachauri tivesse alguma decência, deveria ter renunciado durante o escândalo do Climategate que estourou em 2009. Houve muitíssimas oportunidades para corrigir o rumo e apagar o passado. Afinal, coube à Justiça da Índia, num processo de assédio sexual, pôr um fim a Pachauri. As coisas poderão melhorar no IPCC agora que saiu seu câncer político e ético”.

Muitos ativistas da “mudança climática” reconheceram em diversas ocasiões professar uma convicção religiosa “verde”. Vários e autorizados praticantes dessa religião acenaram de modo claro para o fundo panteísta neopagão, Nova Era, e neocomunista.

Porém, nunca esclareceram suficientemente o seu conteúdo. Talvez agora, quando o Vaticano prepara uma encíclica sobre o ambientalismo, aproveitem a ocasião para desvendar esse fundo pagão, visceralmente anticristão e anti-humano.

O ativista da “mudança climática” e ator Harrison Ford justificou a “Religião Verde” dizendo:
“Eu preciso algo de fora de mim mesmo para acreditar nela e eu achei na natureza uma espécie de Deus”.

A deificação da matéria é um elemento essencial do ambientalismo escatológico. As alegações contra quiméricos fantasmas como o “aquecimento global” e as “mudanças climáticas” são as roupagens tapeadoras para tentar justificar o extremismo anticivilizatório.

Isso explica por que o próprio Harrison Ford, embora denunciado repetidas vezes por condutas anti-ecológicas, pouco se importa com a natureza que desrespeita, continuando a ser um coqueluche da mídia ambientalista.

E o ator é apenas um exemplo.

Outro caso confesso é do falecido escritor e produtor de filmes e programas de ficção científica John Michael Crichton (1942 — 2008), cuja obra mais conhecida, Parque dos Dinossauros, foi adaptada para o cinema por Steven Spielberg com o título Jurassic Park.
Crichton disse: “Uma das religiões mais poderosas do mundo ocidental é o ambientalismo. O ambientalismo parece ser a religião preferida pelos ateus urbanos”.

Explicando essa religião ateia, ele parodiou a Bíblia:

“Houve um Éden inicial, um Paraíso, um estado de graça e de unidade com a natureza, depois uma queda para um estado de poluição, como resultado de comer da árvore do conhecimento.

“Como resultado de nossas ações, há de vir para todos nós o dia do Juízo Final. Somos todos pecadores consumidores de energia, condenados a morrer, excetuados aqueles que buscam a salvação, agora denominada sustentabilidade.

“Sustentabilidade é a salvação na igreja do meio ambiente. O alimento orgânico é a sua Comunhão, um wafer sem pesticidas, que as pessoas certas com as crenças certas podem assimilar”, escreveu o cineasta. Climate Depot.

Não espanta, pois, que essa religião panteísta – que chega a usar o cristianismo como disfarce – apareça encravada em correntes católicas “progressistas”.

Ela é escancarada na pregação do ex-frei Leonardo Boff. O veterano defensor da Teologia da Libertação de fundo marxista, excogitou uma fôrmula aggiornata para o velho erro.

Ele até se gaba de ter influenciado os esquemas da próxima encíclica pontifícia sobre meio ambiente.
Consciente desse perigo religioso, o influente Cardeal George Pell, arcebispo de Sydney, constatou: “No passado, os pagãos sacrificavam animais e até humanos, na vã tentativa de aplacar deuses cruéis e arbitrários. Hoje eles pedem o sacrifício de reduzir as emissões de CO2”.

O analista Charles Krauthammer, da Fox News, também declarou recentemente que a “mudança climática não é uma questão política, mas uma religião”.

A militante ambientalista e escritora Rebecca Thistlethwaite também endossou os paramentos profético-sacerdotais verdes, para exigir de nós “arrependimento” por causa de nossos pecados, que teriam provocado o Tufão Haiyan, no Pacífico. Mais especificamente, exigiu que renunciemos ao “mal moral que há em negar a mudança climática” .
E ainda que pareça risível, o teorizador de esquerda e Prêmio Nobel de Economia 2008, Paul Krugman, desde o fundo de seu economicismo, invocou a maldição divina contra aqueles que negam a existência do “aquecimento global” e lhes desejou a condenação eterna:

“Que vocês sejam punidos na pós-vida por fazerem isso”. E acrescentou que o “negacionismo” é “quase um pecado inconcebível”.

Nos ambientes alarmistas e apocalípticos verdes, sempre proliferaram as alusões ao sagrado para denunciar o mundo atual e profetizar um desastre de proporções bíblicas ou apocalípticas stricto sensu.
O químico Richard J. Trzupek, especialista em questões ambientais ligadas às indústrias de grande porte em que trabalhou, também constatou o absurdo de uma religião disfarçada de cristianismo.

Com ironia, ele escreveu:

“A Primeira Igreja da Mudança Climática precisa ser reformada. Segundo seus líderes, para compreendermos as subtis nuances da ciência climática, nós, os simples humanos, não estamos mais capacitados do que estavam os servos na Europa medieval para entender os misteriosos movimentos dos céus. Então, pedem-nos para depositar nossa fé na versão atualizada do papa astrônomo, e jamais questionar a elite educada. Pois fazê-lo seria uma heresia, um pecado com as mais hediondas consequências”. 

Enquanto não desaparecermos num dilúvio universal provocado pelo “egoísmo capitalista” (carro, ar condicionado e progresso em geral), este tipo de alegações “religiosas” enganadoras continuará proliferando.

Os seus pregadores não deixarão de praticar o que condenam nos outros.

E as normas ambientalistas continuarão caindo sobre os cidadãos de bem que lutam pela sua família e pela sua pátria, tidos como escravos ignaros pelos “papas” da nova religião.


domingo, 12 de abril de 2015

“Comemoremos o aumento do CO2”,
diz cofundador de Greenpeace

“Comemoremos o aumento do CO2”, diz ex-cofundador de Greenpeace
“Comemoremos o aumento do CO2”, diz cofundador de Greenpeace
Luis Dufaur





O Dr. Patrick Moore é cofundador, diretor e chefe dos cientistas da Greenspirit Strategies. É todavia mais famoso enquanto líder internacional ambientalista por mais de 40 anos.

Nesse período, também foi cofundador de uma das maiores ONGs, a qual fez do ambientalismo uma bandeira militante anti-progresso: Greenpeace.

Porém, ao perceber que os objetivos iniciais dessa ONG haviam sido substituídos por uma infiltração neocomunista, Patrick Moore a abandonou.

Moore declara-se “cético” quanto à afirmação de que os humanos constituem “a principal causa da mudança climática e de que o futuro próximo será catastrófico. Não há provas científicas para essas hipóteses, porém nos dizem que ‘o debate já está encerrado’ e que ‘a ciência foi definitivamente estabelecida’”.

Para ele, essas são afirmações de ‘crentes’, cujo único fundamento é um programa de computador criado por eles.

Para esses crentes – conforme escreveu Moore para o Heartland Institute –, o Fim do Mundo viria pelo CO2 liberado na atmosfera pelos combustíveis fósseis e que aquecerá a Terra até níveis inacreditáveis.

Moore relembra dados históricos científicos já estabelecidos:

Há períodos cíclicos de séculos em que a terra esfria e depois aquece. No Período Quente Medieval os vikings colonizaram a Groenlândia, que era mais quente que hoje. Depois veio uma Pequena Idade Glacial, que durou por volta de 300 anos.

Supor que essas oscilações climáticas se deveram ao CO2 é anti-histórico e raspa no delírio ideológico.

Patrick Moore acha que os inimigos dos OGM praticam crime contra a humanidade pois impedem a produção de alimentos baratos para os necessitados
Patrick Moore acha que os inimigos dos OGM
praticam crime contra a humanidade
pois impedem a produção de alimentos baratos para os necessitados
Mas o Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) anuncia que estamos perdidos se não reduzimos a zero as emissões de CO2.

Moore diz que na prática isso implicaria em reduzir a população também a zero. Ou, na melhor das hipóteses, voltar a um estilo de vida que se supõe tenha existido 10.000 anos antes de os homens começarem a desmatar para iniciar a agricultura.

O IPCC só pensa nos efeitos atribuídos aos homens civilizados, esquecendo-se de que o clima existe há bilhões de anos. E há bilhões de anos que está mudando, inclusive quando os humanos sequer existiam.

Segundo Moore, o fato é que a climatologia não entende as causas profundas das mudanças climáticas, apenas mede suas oscilações após acontecerem.

As predições do clima têm certo grau de incerteza a muito curto prazo (leia-se amanhã ou depois de amanhã), e nenhuma certeza em prazos maiores (leia-se uma semana, um mês, e, a fortiori, um ano ou um século).

Mas o IPCC prega com certeza mística o Apocalipse para dentro de um século.

Nada disso tem a ver com a ciência. Trata-se de um grupo de pressão política que invoca o temor e o senso de culpa para obter vantagens extra-científicas.

O CO2 virou um “tóxico”, um “poluente”, quando na verdade é um gás incolor, inodoro, insípido, mas importante para alimentar a vida na Terra. Se ele diminuísse até atingir 150 partes por milhão na atmosfera, todas as plantas morreriam. A seguir desapareceriam os animais e os homens.

Houve no passado épocas em que o CO2 atingiu por volta de 3.000 partes por milhão, ou caiu até por volta de 280 partes por milhão antes da Revolução Industrial.

Se o homem foi a causa do crescimento da proporção de CO2 nos últimos séculos, então estamos de parabéns, pois chegamos a 400 partes por milhão que, embora não seja muito, é positivo.

Todas as nossas fontes de alimento, as florestas e os ecossistemas naturais ainda padecem da reduzida proporção de CO2. O nível ótimo, segundo Moore, seria de 1.500 partes por milhão, quer dizer, por volta de quatro vezes mais do que é hoje.

Não existe a menor prova de que o ligeiro aumento de temperatura global da Terra nos últimos 300 anos tenha alguma relação com o CO2.

Nos últimos 18 anos não houve aquecimento global significativo, embora os homens tenham emitido 25% a mais de CO2.

Porém, os adeptos do IPCC espalham a ideia de que o mundo está morrendo por causa das emissões de CO2.
E o Dr. Moore conclui: “Eu digo que a Terra estaria completamente morta sem CO2, e que esse gás em maior quantidade seria muito positivo para alimentar o mundo. Comemoremos o aumento do CO2”.

Thomas Moore conta a mudança do Greenpeace do humanitarismo para o militantismo anti-civilização: “Confissões de um ex-membro do Greenpeace”, IX International Conference on Climate Change (ICCC), Mandalay Bay, Las Vegas, 8 de julho de 2014:




domingo, 5 de abril de 2015

Página calcula o aquecimento global
como ambientalista gosta: tipo videojogo

Não existe, mas foi criado virtualmente.
Ambientalismo explora potencialidades do computador.
Mas não é ciência e muito menos natureza e verdade.
Luis Dufaur




Um dos pontos mais sensíveis de divergência entre os cientistas objetivos – também impropriamente chamados de céticos – e o ambientalismo extremista radica nos métodos utilizados.

Os cientistas sérios recolhem os dados da natureza como eles se apresentam, independente de qualquer preferência, e deduzem a partir deles afirmações objetivas.

O ambientalismo militante age de modo diverso. Primeiro concebe uma teoria – normalmente viciada por ideologias concebidas em função de um objetivo político.

A teoria deve ser do gosto da mídia e dos órgãos governamentais ou internacionais, que fornecerão as verbas no futuro. E pronto! Depois tenta encaixar a realidade nessa teoria.

domingo, 29 de março de 2015

Poluição inviabiliza vida em cidades chinesas,
mas ambientalistas exaltados calam

Pequim num dia poluído (15-01-2015) e num dia ensolarado (19-12-2014).
PASSE O MOUSE PARA CONFERIR



Quase 90% das cidades chinesas têm a atmosfera contaminada, algumas pesadamente, com perigo para a saúde de seus habitantes.

A percentagem é impressionante: das 74 aglomerações monitoradas pelo ministério de Meio Ambiente, apenas 8, ou quase 10%, estiveram abaixo da fronteira do perigo em 2014, noticiou o jornal parisiense “Le Figaro”.

A maior preocupação é com o PM2,5, critério que mede as partículas mais finas no ar, o monóxido de carbono e o ozono.

Trata-se de partículas especialmente pequenas e assassinas que danificam os sistemas respiratório e cardiovascular, a partir dos quais penetram até no cérebro, ameaçando as crianças em gestação, etc.

domingo, 22 de março de 2015

Florestas tropicais crescem mais rápido
com aumento de emissões de CO2

Florestas tropicais crescem mais com aumento de emissões de CO2.
Floresta de Wharanaki Falls, Nova Zelândia.
Luis Dufaur





As florestas tropicais crescem mais rápido quando aumenta a proporção de CO2 na atmosfera, defende estudo patrocinado pela NASA.

A informação é do jornal britânico “The Daily Mail”.

O estudo concluiu que as florestas tropicais estão absorvendo 1,5 bilhões de toneladas de CO2 por ano, fato que estimula a fotossíntese e as faz crescerem mais.

As florestas tropicais úmidas, como a amazônica, absorvem o excesso dos gases estufa numa proporção maior do que a imaginada, com benéfico efeito de equilíbrio.
“Esta é uma boa notícia, porque as florestas boreais colhem menos esses gases, enquanto as florestas tropicais podem continuar absorvendo-os durante muitos anos”, disse o Dr. David Schimel, pesquisador do Nasa's Jet Propulsion Laboratory da Califórnia, que liderou o estudo.

domingo, 15 de março de 2015

Novo combustível promete render mais
do que todos os conhecidos

Arde o metano libertado e pinga água. Fonte: United States Geological Survey
Arde o metano libertado e pinga água.
Fonte: United States Geological Survey
Luis Dufaur





E se as fontes de energia conhecidas fossem apenas uma parcela, e até mínima, de muitas outras existentes que o homem não descobriu, ou ainda não sabe como explorá-las?

A pergunta é procedente e a resposta poderia sepultar definitivamente as alegações catastrofistas de uma civilização planetária que se apaga por esgotamento de suas fontes de energias.

Uma nova fonte de energia foi identificada nos leitos marítimos do mundo. E vários países já correm para gerar a tecnologia que a torne acessível.

O Japão já poderia começar a explorá-la na próxima década, segundo longa reportagem de “Expansion.com”.

Trata-se dos hidratos de metano (uma espécie de gás metano congelado, o gás de cozinha), cujas reservas superam as do petróleo, do gás natural e do carvão somados.

No momento atual, a última palavra em matéria energética está mudando a geopolítica mundial: o petróleo e o gás de xisto.

domingo, 8 de março de 2015

Os polos não derretem, os ursos passam bem,
os mares não sobem e não morremos assados
comemora veterano comentarista do tempo

John Coleman: "não existe a crise do clima"
Luis Dufaur


A administração Obama e seu poderoso secretário de Estado, John Kerry, martelam incessantemente que combater a mudança climática provocada pela civilização é um dos grandes desafios da humanidade.

Mas, como se ainda necessário fosse, John Coleman, co-fundador do Weather Channel, órgão que conquistou a reputação da mídia como o mais confiável na previsão do tempo, voltou a mostrar que o martelado prego da mudança climática não só está torto: ele não existe.

O bem-humorado Coleman participou do programa “The Kelly File”, de Megyn Kelly, para discutir o “mito” da suposta “crise climática”, até cair na risada com as pessimistas contradições de Al Gore.

“Para qualquer um é muito difícil ser contra [o mito da ‘crise climática’], porque a mídia disse ao país, dia após outro durante 20 anos, que os oceanos estão subindo, que os ursos polares estão morrendo, que o gelo está derretendo, que as tormentas vão varrer a Terra e que todos nós vamos a morrer numa onda de calor”, explicou Coleman, que durante 60 anos comunicou ao país as mais respeitadas previsões sobre o tempo.

domingo, 1 de março de 2015

Religião verde levanta ponta do véu
e aparece um panteísmo anti-humano

Gaia: o deus, ou deusa, panteísta onde se desfazem todos os seres individuados
Gaia: o deus, ou deusa, panteísta e caótico onde se desfazem todos os seres individuados
Luis Dufaur


A Associação Ecumênica de Teólogos e Teólogas do Terceiro Mundo (EATWOT ou ASETT) consagrou um número de sua revista “Voices” ao tema “Ecologia profunda, espiritualidade e liberação”, informou a agência ADISTA, que divulga entusiasmada a iniciativa.

Temos insistido neste blog que por detrás da aparência de proteção da natureza, a temática ecológica vem sendo explorada a partir da queda da URSS para operar uma revolução de tipo panteísta, neocomunista e libertária.

Aderiu a esse estratagema a decrépita Teologia da Libertação, que andava precisando de novos ares de mocidade, ou de algum botox ideológico.

Insistimos também que nesse ambientalismo fajuto se esconde uma religião oculta para os não iniciados.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

O fantasma da “acidificação dos oceanos” não existe

Não faltaram custosos operativos de propaganda  para a teoria oca da acidificação dos oceanos por obra do homem.
Não faltaram custosos operativos de propaganda
para a teoria oca da acidificação dos oceanos por obra do homem.
Luis Dufaur


Um reputado especialista acaba de desentranhar uma falsificação comparável talvez à vituperada fraude do gráfico do “hockey stick” de Michael Mann. Veja mais sobre o caso: CLIMATEGATE

Esse escândalo, que deu muito para falar, distorceu os dados para criar um esquema que mostrava o CO2 subindo como um foguete, segundo escreveu Thomas Lifson, diretor do “American Thinker”.

Agora foi apontada outra fraude incubada nas artimanhas alarmistas sobre a suposta acidificação dos oceanos. Veja também: Expedição descobre que imensa “ilha de lixo flotante” era ficção ambientalista

Como o fato é bastante inacessível ao comum das pessoas, foi fácil agitar o espantalho. E depois, como de costume, usá-lo para impor medidas contra o CO2, essencialmente mais impostos, mais sistemas regulatórios, controles da produção e diminuição do consumo da energia que faz funcionar a vida moderna.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Alarmismo ambientalista engana sobre a causa da seca, diz climatologista Luiz Carlos Molion

Climatologista desfaz mitos "verdes" sobre a seca e aponta as verdadeiras causas. Professor Luiz Carlos Molion
Climatologista desfaz mitos "verdes" sobre a seca
e aponta as verdadeiras causas. Professor Luiz Carlos Molion
Luis Dufaur


O professor Luiz Carlos Molion, dispensa apresentação. Ele representa a América Latina na Organização Meteorológica Mundial, é pós-doutor em meteorologia, membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim, e leciona na Universidade Federal de Alagoas. 


Em palestra que ministrou no dia 19 de dezembro aos produtores da Cooperativa Regional de Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), o climatologista fez uma previsão de chuvas para os próximos anos.

E mais uma vez refutou a hipótese de as mudanças climáticas e o aquecimento global serem frutos da ação agrícola e industrial, segundo divulgou Correpar.

O renomeado climatologista utilizou dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), e mostrou 2014 choveu cerca de 70% da média prevista de 1.400 mm.

Molion defende que a atribuição da seca à ação humana sobre o meio ambiente, especialmente o desmatamento na Amazônia é um mito.

“Coisa de ‘ambientalista extremista’”, afirmou.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Profecias de Boffstradamus:
tudo o que vai acontecer em 2015

Boffstradamus: o infalível áugure profetiza o quase fim da vida na Terra em  2015
O infalível áugure profetiza o quase fim da vida na Terra em  2015
Luis Dufaur


Este post já começou mal: se você o lê é porque não se cumpriram algumas das profecias que o sábio Boffstradamus tirou de sua biblioteca verde, teológica e libertária.

Consultado a respeito, enquanto contribui a todo vapor com uma próxima encíclica, o infalível áugure garante que vão se cumprir.

E se falharem será por culpa do agronegócio, do aquecimento global, do egoísmo acumulador, da globalização e outras mazelas capitalistas.

Profecia verde, teológica e libertária nunca falha. Então, tomemos as seguintes verdades que se verificarão neste ano, sem direito à réplica.

domingo, 25 de janeiro de 2015

A fraude do 2014 “ano mais quente do século” indigna cientistas


Luis Dufaur


O total a pagar no supermercado deu R$ 20,01. Paguei com uma nota de vinte e o caixa ignorou o 0,01. Perguntei-me se com esse centavo eu não teria batido meu recorde de riqueza. Evidentemente, um centavinho é irrelevante.

Mas, indaguei a mim mesmo se continuando a acumular um centavo anualmente chegaria a ficar mais rico que Bill Gates. Mas esse centavo somado a muitos outros não mudarão em nada minha existência.

Ninguém ache que eu estava ficando louco. Na verdade, eu estava raciocinando como ‘aquecimentista’, pois acabava de ler num envelhecido jornal paulista noticia originada na Agência Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) de que a temperatura global da Terra bateu em 2014 o recorde desde que as temperaturas globais começaram a ser registradas, em 1880.

domingo, 11 de janeiro de 2015

“Comunismo está voltando com outras bandeiras e cores”
diz herói da derrocada soviética na Checoslováquia

Václav Klaus, ex-presidente da República Checa:
 “Celebrar o fim do comunismo é um equívoco” 

“Celebrar o fim do comunismo é um equívoco”, pois “algo parecido está voltando, com outras bandeiras e outras cores”, alertou Václav Klaus, o primeiro chefe de governo da República Checa depois do fim da ditadura soviética, segundo artigo de “O Estado de S. Paulo”.

Klaus voltou a exercer a presidência de seu país entre 2003 e 2013. Ele se tornou internacionalmente conhecido por se opor às novas formas metamorfoseadas do comunismo, em especial a mais extrema delas – a autogestão –, que a URSS tinha como objetivo realizar mas nunca conseguiu.

Um dos heróis nacionais checos pelo papel que teve na chamada “Revolução de Veludo”, que precipitou a queda do comunismo em seu país,

Klaus denunciou o avanço incubado do comunismo no ambientalismo que gera pânicos, como a respeito das “mudanças climáticas”, mas cuja finalidade é derrubar o capitalismo privado no Ocidente.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Boas notícias do espaço: “muro invisível”
protege a Terra contra radiação letal

As sondas de Van Allen da NASA, instrumentos da descoberta do "escudo" protetor da Terra
As sondas de Van Allen da NASA,
instrumentos da descoberta do "escudo" protetor da Terra


Notícias tranquilizadoras sobre a natureza e o nosso meio ambiente provêm com relativa frequência da ciência objetiva.

Mas elas não obtêm espaço na mídia, que prefere os anúncios estarrecedores ou deprimentes, e rara vezes verdadeiros, do ambientalismo radical.

É o caso da descoberta surpreendente, e até agora inexplicada, feita por uma dupla de satélites da NASA (National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço) e reportada em 27.11.14 pela revista científica britânica “Nature”.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Especialista espacial: estamos entrando
numa fase de arrefecimento global

No norte da Áustria: Schneeberg (literalmente 'Montanha de neve'),
coberta pelo gelo 3 de dezembro 2014:
a temperatura global não se define pela temperatura local
Luis Dufaur


Frentes frias desagradáveis precipitam um inverno gelado antes da hora na América do Norte e na Europa. Calores e secas pouco comuns atingem São Paulo e outras regiões.

Quem quiser olhar só para si tem como achar que estamos diante do ano mais quente e seco da história, ou dos mais frios e úmidos.

Porém, a temperatura global não se define pela temperatura local. Ela é definida por um intrincado cálculo com base em milhares de pontos de medição espalhados por toda a Terra. Confira por exemplo: Rede ultra precisa de estações confirma: clima esfriou

domingo, 30 de novembro de 2014

A China aplica velho provérbio: “as más companhias são como um mercado de peixe; acabamos por nos acostumar ao mau cheiro”

A China só cumprirá compromisso contra emissões se lhe aprouver.. Mas cobrará o que Obama assinou molemente.
A China só cumprirá compromisso contra emissões se lhe aprouver.
Mas cobrará o que Obama assinou molemente.
Luis Dufaur



A reunião do Foro de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC), realizada na China no início de novembro (2014), teve um efeito colateral inesperado, pelo menos para quem não costuma acompanhar os fatos chineses.

Embora acabasse de assinar bombasticamente com os EUA um compromisso para reduzir a emissão de gases estufa, a China deixou claro que só cumprirá aquilo que lhe aprouver.

Mas, ao mesmo tempo exige, com a colaboração de líderes como Dilma Rousseff, que os EUA honrem o o compromisso. O que possivelmente o moleirão presidente Obama, signatário do documento, não deixará de fazer.

Para a reunião da APEC, a China mostrou como entende os acordos ambientalistas. Ela adotou medidas drásticas e indispensáveis durante a reunião para fingir que se interessa pelo meio ambiente mais do que pela hegemonia do socialismo.

domingo, 23 de novembro de 2014

Neo-religião verde excogita ritos fúnebres “ecologicamente corretos”

Modelo para a "biocremação"
Modelo para a "biocremação"
Luis Dufaur



A Bélgica e a Holanda querem aprovar um processo para dissolver os corpos humanos num rito fúnebre “ecologicamente correto” que substituiria o enterro, noticiou o jornal de Londres “The Telegraph”.

O rito da “biocremação”, conhecido tecnicamente como hidrólise alcalina, é apresentado como mais ‘reintegrador’ ao meio ambiente e já está em uso em algumas partes dos EUA e do Canadá.

Trata-se de dissolver o corpo do falecido utilizando uma solução quente à base de água alcalina submetida a altas pressões e temperaturas. O processo não deixaria escassas cinzas do finado e o líquido resultante seria ‘devolvido’ à natureza, ou vertido no esgoto.

domingo, 16 de novembro de 2014

Estudo oficial esvazia chicanas contra o gás de xisto.
Mas ‘verdes’ dão de ombros à ciência

O relatório do Departamento de Energia dos EUA
O relatório do Departamento de Energia dos EUA
Luis Dufaur



O Departamento de Energia dos EUA publicou o relatório final – tido como texto de referência – sobre o fraturamento hidráulico ou fracking.

O estudo intitula-se “An Evaluation of Fracture Growth and Gas/Fluid Migration as Horizontal Marcellus Shale Gas Wells are Hydraulically Fractured in Greene County, Pennsylvania” e foi elaborado pelo National Energy Technology Laboratory (NETL), do referido ministério.

Ele pode ser descarregado na íntegra neste endereço: http://1.usa.gov/1u21vuL

O relatório não achou provas de que substâncias químicas ou água turva produzidas pelo método de fracking tivessem contaminado camadas superiores de água potável na Pensilvânia, segundo a agência Associated Press.

É a primeira vez que uma empresa que usa o fracking permite um monitoramento independente de seus métodos de trabalho, arbitrariamente condenados pelo movimento ambientalista.

Após anos de monitoramento, o NETL constatou que os fluidos químicos usados no fracking ficavam a 5.000 pés (mais de 1.500 metros) abaixo dos lençóis de água potável.

domingo, 9 de novembro de 2014

A Groenlândia aquece há 19.000 anos
e sem culpa do homem

Bo Vinther, membro da equipe, prepara um 'ice core' para inspeção visual.  Foto de Christian Morel
Bo Vinther, membro da equipe, prepara um 'ice core' para inspeção visual.
Foto de Christian Morel
Luis Dufaur


Era para o aquecimentismo se perguntar se ainda vale a pena seguir com o mesmo ritornelo. Pois mais um estudo da revista americana Science veio tirar pretextos a seus slogans e a sua ideologia. E com dados de desmaiar.

Com procedimentos de medição mais precisos dos usados até agora, a equipe de cientistas constatou que a Groenlândia começou a aquecer há 19.000 anos, informou o jornal de Paris “Le Monde”.

Quer dizer, muitos milênios antes de aparecer a civilização, as cidades, indústrias etc. Porém, segundo o dogma ambientalista, a civilização atual provocou o aquecimento global que vai derreter as geleiras da Groenlândia. E, como resultado final, esquentará o mundo até deixá-lo como um astro morto.

domingo, 2 de novembro de 2014

EUA: macaco que faz selfie
não tem direito a copyright

Copyright Office: animal não é sujeito de direitos
Copyright Office: animal não é sujeito de direitos
Luis Dufaur



O Copyright Office, órgão do governo norte-americano responsável pelo registro de direitos autorais, determinou que o direito não assiste a um macaco que tirou uma foto de si mesmo.

A norma especifica que “o órgão não registra trabalhos produzidos pela natureza, animais ou plantas”, segundo informou a UOL.

Entre os exemplos apresentados figura “uma foto tirada por um macaco” e “um mural pintado por um elefante”.

O Copyright Office dos EUA equivale ao Inpi ( Instituto Nacional da Propriedade Industrial) do Brasil.

A decisão favorece o fotógrafo britânico David Slater, que em 2011, durante uma viagem à Indonésia, acompanhou um grupo de 20 macacos pela floresta da ilha de Sulawesi.

“Eles passaram a mostrar um lado brincalhão, pulando em cima do equipamento”, contou Slater.

domingo, 26 de outubro de 2014

Expedição descobre que imensa “ilha de lixo flotante” era ficção ambientalista

Carlos Duarte, responsável da expedição Malaspina:
“Essa famosa ilha de plásticos não existe”
Luis Dufaur


Era uma vez uma imensa ilha de lixo boiando no Pacífico.

Apenas uma ilha? Um subcontinente de 700.000 até 15 milhões de quilômetros quadrados, uma ou duas vezes o tamanho dos EUA fala o ativismo ambientalista!!! (cfr. WIKIPEDIA Great Pacific garbage patch).

Só uma? Por que não várias, até muitas, intoxicando o maior oceano do mundo?

A corrida ao exagero nas denúncias de “catástrofes ecológicas” pede suspeitas e denúncias sempre mais assustadoras.

A incomensurável “massa plástica” gerada pelo consumismo capitalista – porque afinal só ele poderia ter produzido semelhante monstro – teria seus equivalentes em outros oceanos e mares.

Peixes de variadas espécies morriam intoxicados e beiravam a extinção, os oceanos se acidificavam e perdiam o oxigênio, virando desertos líquidos povoados pela morte lá onde outrora houve simpáticos seres vivos.

domingo, 19 de outubro de 2014

Ambientalistas exibem ideologia marxista,
comunista ou socialista
em NYC e Oakland

A fala nova é pela natureza. Mas o pensamento é do velho comunismo. People’s Climate Rally, Oakland, Califórnia, 23.9.2014
A fala nova é pela natureza.
Mas o pensamento é do velho comunismo.
People’s Climate Rally, Oakland, Califórnia, 23.9.2014
Luis Dufaur



Diversos movimentos “verdes” engrossaram as passeatas de 21 de setembro, visando pressionar a reunião de cúpula da ONU para as mudanças climáticas.

A principal passeata “verde” foi a “People’s Climate March”, em New York City, que foi acompanhada por passeatas e concentrações convergentes em outras cidades americanas.

domingo, 12 de outubro de 2014

NYC: “O ambientalismo está morto”,
diz jornalista verde engajada

Militantes ambientalistas pressionam a ONU pela Revolução planetária contra o capitalismo. People's Climate March, 21 de setembro 2014
Militantes ambientalistas pressionam a ONU
pela Revolução planetária contra o capitalismo.
People's Climate March, 21 de setembro 2014
Luis Dufaur


Na prestigiosa revista Foreign Policy, a jornalista Kate Galbraith externou o seu desânimo em face dos resultados da última reunião de cúpula sobre mudanças climáticas da ONU em Nova York.

Na sua opinião, o resultado da reunião se resume no título de sua reportagem: “Environmentalism Is Dead” (“O ambientalismo está morto”).

A atitude dessa especialista em ambientalismo parece à primeira vista incongruente, pois a mídia brasileira apresentou a reunião da ONU como um bombástico triunfo do ambientalismo radical.

As manifestações de rua teriam sido multitudinárias, com a destacada participação de “freiras de passeata” – sim, elas ainda existem! – recicladas do comunismo para o ambientalismo, nesta época de retorno dos envelhecidos arautos da Teologia da Libertação.