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domingo, 13 de abril de 2014

Capivarol sem ambientalistas


Quem viveu em cidades grandes na época do bonde deve lembrar-se de algumas propagandas afixadas no interior desses desajeitados veículos, com versos facilmente memorizáveis. Melhor dizendo, obrigatoriamente memorizáveis, pois lidas e relidas diariamente.

Cito de memória esta, de uma loja que vendia bilhetes de loteria em Belo Horizonte:

Cansado de andar “de tanga” / Um dia a gente se zanga / E sai, danado da vida / Mas logo “cava” dinheiro / Comprando um bilhete inteiro / No Campeão da Avenida.

Outra, cujo âmbito de circulação não se limitava à capital mineira, enaltecia as virtudes terapêuticas de um produto para males dos pulmões:

Veja, ilustre passageiro / O belo tipo faceiro / Que o senhor tem a seu lado / Mas, no entanto, acredite / Quase morreu de bronquite / Salvou-o o Rhum Creosotado.

Esses artifícios de propaganda chamavam a atenção de todos. Não sei se ajudavam a vender, pois nunca me convenceram a comprar o artigo do Campeão da Avenida, nem usar o Rhum Creosotado. Mas eram pelo menos divertidos.

Havia outros artifícios cujo resultado comercial deve ter sido bom, pois precisava compensar o custo dos milhões de exemplares de propaganda distribuídos gratuitamente em todo o Brasil sob a forma de almanaques.

O formato era geralmente de brochuras pequenas, contendo muitas informações úteis e instrutivas. Não a ponto de garantir um diploma universitário, nem era essa a sua função.

Há pessoas que ainda hoje guardam com carinho coleções preciosas desses almanaques, e se deliciam em mostrá-las aos amigos.

Calma, leitor! Já estamos perto do meu alvo de hoje. Mas antes de tratar dele, preciso referir-me a um dos almanaques mais famosos – o do Capivarol.

Não me lembro especificamente de informações colhidas nas várias edições que manuseei, mas certamente elas se incorporaram ao meu acervo cultural, enriquecendo-o difusamente com essa “cultura de almanaque”.

O Capivarol deixou de ser fabricado, provavelmente devido à proibição da caça. E assim os ambientalistas radicais privaram a população de um produto presumivelmente terapêutico, e também do seu famoso almanaque. Mas a minha bronca é estar impedido de consumir a carne de capivara.

Apreensão de carne de capivara 13-09-10, Mirante do Paranapanema SP
Foi lavrado ao caçador um Auto de Infração Ambiental no valor de R$ 22 mil
Chegamos, afinal. E já estou percebendo o focinho torcido de algum ambientalista extraviado, que chegou até aqui atraído pelo título desta crônica.

Para cortar pela raiz qualquer patrulhamento ideológico, deixo claro que há muito tempo não tenho o prazer de caçar capivaras e comer sua carne, da qual tenho irreprimível saudade.

Se não proliferassem atualmente ambientalistas insensatos, capazes de proibir liminarmente a caça de animais predadores como javali, lobo e capivara, eu faria a esses leitores extraviados o convite para uma caçada de capivaras, durante a qual demonstraria também minhas habilidades com arco e flecha. Concluída a caçada, teríamos um banquete com carne de capivara.

Não consigo entender que ambientalistas radicais se empenhem na insensata proibição da caça de animais predadores, sem estabelecer medidas práticas para evitar efeitos indesejáveis. Muitos desses efeitos já são patentes no Brasil e em outros países.

Conheça alguns deles, que menciono apenas como exemplos:

Lobos – Sempre foram animais predadores, prejudiciais e perigosos, a ponto de os contos de fada alertarem as crianças contra o “lobo mau”. Apesar de regularmente caçados, nunca foram eliminados. Agora estão livres para os estragos que costumam fazer, e não são poucos os prejuízos que vêm causando.

Elefantes – A caça desses graciosos e esbeltos bibelôs, cuja alimentação diária atinge 120 quilos, foi proibida para inibir os negociantes de marfim. Os bibelôs se multiplicaram, e hoje sua módica dieta devasta grande parte das savanas africanas.

Maritacas causam principio de incêndio em residênciana Vila Carmem, São Carlos SP
Javalis – Parente próximo do porco, esta espécie selvagem é perigosa e agressiva, inclusive para o homem. Proibida a caça, está livre para dizimar animais de criação.

Lebre europeia – Sua multiplicação rápida inviabiliza o cultivo de hortaliças, maracujá, laranja e café. É predador dos coelhos nativos.

Maritacas – Aves conhecidas como “ratos voadores”, causam danos a diversos cultivos, como sorgo, girassol, frutas e grãos; e destroem a fiação elétrica.

Raposas – Sempre eram caçadas, para proteger os animais de criação, e a proibição da caça está tornando impossível muitas dessas atividades.

Capivaras – Destroem a vegetação e disseminam doenças mortais, mas a lei ambiental tornou-as intocáveis.

Ambientalistas – Predadores de grande porte e curta inteligência, muito protegidos pela mídia. Refugiam-se em malocas dos governos mundiais e se alimentam com voracidade nos incentivos fiscais. Manipulam teorias catastrofistas contra o progresso, impedem pesquisas científicas, retardam e encarecem obras necessárias.

A esta altura da sanha ambientalista contra a caça, não faltam capivaras para fabricar Capivarol e satisfazer minhas preferências gastronômicas. Mas antes será preciso promover uma caçada sistemática a ambientalistas radicais e insensatos...

(Fonte: Agudas e Crônicas, coluna semanal de Jacinto Flecha, www.jacintoflecha.blog.br)

domingo, 6 de abril de 2014

Pânicos “verdes” com a seca
são produto de “aquecimento verbal”

Dr. Evaristo Eduardo de Miranda
O Dr. Evaristo Eduardo de Miranda vem dando a conhecer continuadamente esclarecimentos sobre problemas da agricultura ligados ao clima.

Como cientista objetivo e altamente capacitado ele não despeja sobre o leitor enganadoras frases de sensação nem assustadores chavões apocalípticos.

Em recente artigo publicado no “O Estado de S.Paulo” (24.03.2014) com bom senso e ciência ele focaliza alguns pontos chaves a respeito da seca que vive o Centro e o Sul do País.

Resumimos em pontos algumas afirmações do Dr. Evaristo Eduardo de Miranda que consideramos de especial relevância:

1. Os “modelos” do IPCC – tão exageradamente espalhados pelo ambientalismo militante – não fornecem respostas válidas por causa de sua imprecisão.

2. Nossa agricultura está acostumada e está bastante adaptada a grandes variações e chuva e temperatura. O Brasil sabe lidar com essas flutuações.

3. Nossos agropecuaristas vêm assumindo riscos com investimentos e mudanças tecnológicas acertadas e continuarão nessa estrada de progresso.

4. Novos saltos tecnológicos estão a caminho, e permitirão mais flexibilidade e produtividade ao Brasil, que já é um dos grandes alimentadores da humanidade.

5. E os temores e até pânicos suscitados pelos “verdes” radicais? Não vão muito além de um “aquecimento verbal”, responde o cientista.

Se não houvesse um trabalho sorrateiro das esquerdas disfarçadas de ecologistas/ambientalistas, acrescentamos nós, o Brasil não estaria se desgastando com esta polêmica socialista matreira.

O País não estaria gemendo sob uma pirâmide crescente de leis e regulamentos que pela sua natureza levariam a agropecuária nacional à paralisia como já aconteceu na Rússia de Lenine ou na Cuba dos Castros.

Só que esse resultado sinistro lá foi obtido sem ocultar a verdadeira inspiração: o comunismo!

Eis alguns excertos do artigo do conceituado cientista:

Agricultura e aquecimento verbal

Evaristo Eduardo de Miranda

A dificuldade da agropecuária em dar respostas adequadas às variações climáticas presentes e futuras deve-se às incertezas das informações sobre esse fenômeno.

A imprecisão dos modelos de mudanças climáticas aumenta da escala global para a local. Os 21 modelos usados pelo IPCC deixam clara a sua incapacidade de prever mudanças climáticas em escala local.

Felizmente, a agricultura tropical é bastante adaptada às variações de chuva e temperatura. No Brasil, de um ano para outro essas flutuações são maiores do que os cenários alardeados por porta-vozes de mudanças climáticas!

Neste verão a temperatura andou 6 a 8 graus acima da média, enquanto no início dos anos 1990 foi exatamente o contrário.

Aliás, como a chuva, a temperatura nunca anda na linha... da média.

Variação da temperatura entre dia e noite superior a 15 graus é comum nos trópicos. Valor muitas vezes superior às previsões de mudanças climáticas para altas latitudes.

E a vegetação e a fauna? Vão bem, obrigado!

Sistema da Cantareira. Foto: divulgação Sabesp
Nos últimos cem anos, ecossistemas, florestas plantadas e cultivos tropicais não desapareceram nem fizeram as malas para mudar de latitude.

Resultado de longa evolução, eles têm grande plasticidade e capacidade de conviver com variações de chuva e temperatura, diferentemente do que ocorre nas zonas temperadas, onde a regularidade das estações é a regra.

Uma coisa são as incertezas climáticas, outra é o risco assumido por agropecuaristas ao decidirem investimentos e mudanças tecnológicas.

Eles se comportam como qualquer investidor. Alguns, por temperamento e condição, assumirão riscos maiores, buscarão mais produtividade e adotarão certas tecnologias.

Os mais conservadores, em circunstâncias análogas, adotarão outras tecnologias, perderão em produtividade, mas reduzirão os riscos e os impactos das variações climáticas.

Outros ainda explorarão a redução do ataque de fungos e o ganho de qualidade em seus produtos em anos secos, como na fruticultura e na produção de vinhos.

Alternativas tecnológicas existem para aumentar a sustentabilidade da produção diante das variações climáticas.

A ampliação da irrigação, da eletrificação, da mecanização rural, da armazenagem nas fazendas, da logística e do seguro rural seria um enorme avanço perante as incertezas climáticas.



Com isso nossa agricultura, marcadamente de baixo carbono, ajudaria ainda mais a “salvar o planeta” e alimentar a humanidade.

A adaptação coordenada da agricultura tropical diante das incertezas climáticas está no começo. Faltam financiamentos específicos para a pesquisa agropecuária.

Mesmo assim, novos saltos tecnológicos estão a caminho, graças a pesquisas inovadoras, como as previstas no planejamento da Embrapa para o horizonte de 2033, em melhoramento genético, mudanças climáticas e gestão territorial, por exemplo.

O cenário climático para a agricultura tropical não é o pior. Mas aponta a necessidade de se adaptar simultaneamente a agricultura e a sociedade.

É a melhor garantia em face das incertezas climáticas e contra o nhenhenhém do aquecimento verbal.

domingo, 30 de março de 2014

A “abóbada do fim do mundo” oculta no Ártico:
sinal da incerteza mundial

Entrada da 'Abóboda do Fim Mundo'. Pânico ambiental ajudou
Temendo que o mundo sofra um cataclismo inimaginável, o governo da Noruega e um conglomerado de empresas e fundações de expressão internacional criaram no gelo do Ártico o maior depósito de sementes do mundo, escreveu o quotidiano de Madri “ABC”.

Chama-se Câmara Global de Sementes e fica no arquipélago norueguês de Svalbard, no Círculo Polar Ártico, oculta a 120 metros de profundidade.

Mais conhecida como “Abóbada do Fim do Mundo”, ela consiste num imenso bunker blindado, capaz de resistir a terremotos, explosões nucleares, erupções vulcânicas e outros desastres.

Até o pânico induzido pelo ambientalismo exagerado pesou na construção desse formidável reduto.

Ele encerra 800.000 amostras de mais de 4.000 espécies de sementes de 231 países, que poderiam ser utilizadas após um hipotético apocalipse global.

O prédio é protegido por portas herméticas e detectores de movimento. Está dividido em três grandes depósitos onde as sementes estão classificadas em caixas de alumínio a -18º C para garantir sua conservação durante séculos.



Devido ao frio do Ártico, ainda que o sistema elétrico falhasse, as sementes continuariam congeladas.

domingo, 23 de março de 2014

Calor e seca no Brasil: pânicos verdes e socialismo “vermelho” não abafam a ciência e o bom senso

Calor e seca no Brasil nada têm a ver com  aquecimento global e outros mitos ecologistas
Calor e seca no Brasil nada têm a ver com
aquecimento global e outros mitos ecologistas
O intenso calor e a estiagem dos últimos meses levou o Brasil a quase igualar os recordes de 70 anos atrás quando não havia “aquecimento global antropogênico”, nem preocupação com o CO2, nem ecologistas agitando o ambiente com suas teorias.

O fenômeno serviu também para avaliar a facilidade com que os exageros “verdes” são acolhidos pela mídia simpatizante.

Mas, felizmente, também serviu para ouvir mais uma vez o bom senso de cientistas objetivos.

Pânico e socialismo

Do lado catastrofista, por exemplo, o jornalista Washington Novaes reproduziu velhos chavões:

“Há muitas décadas numerosos estudos científicos vêm alertando para a gravidade e o agravamento progressivo das mudanças, para a necessidade de implantar sem perda de tempo políticas e programas de “mitigação” e “adaptação” a essas transformações.

“Mas têm encontrado pela frente o ceticismo — quando não o descaso. Ou a crença nas avaliações dos chamados “céticos do clima” (O Estado de S.Paulo, 14.02.2014)

domingo, 16 de março de 2014

Apesar de morrer meio milhão de chineses cada ano pela poluição, isso não é tragédia ambiental!

Mulher tenta se proteger em Pequim
Mulher tenta se proteger em Pequim
A poluição na China como que é crônica pelo desmedido desejo de hegemonia industrial e econômica do regime socialista. As notícias a respeito parecem repetitivas se não fossem tão trágicas.

A última onda de poluição que se abateu sobre o norte do país “era tão densa que eu não conseguia sequer perceber o imóvel que estava diante de mim. Eu não ouso sequer assomar meu nariz fora de casa porque fico doente”, explicava Gao, jornalista aposentada que vive na periferia de Pequim, ao quotidiano francês “Libération”.

O “Libération” é insuspeito: ele “morre de amores” pela revolução chinesa e pela ecologia!!!

A concentração de micropartículas no ar da capital chinesa atingiu durante uma semana por volta de 400 a 500 microgramas por metro cúbico. Isto é 16 a 20 vezes o máximo definido pela Organização mundial da Saúde — (OMS).

Em Shijiazhuang, cidade industrial próxima de Pequim onde essa concentração supera até 900 microgramas (36 vezes o máximo fixado pela OMS), um habitante ousou se queixar na prefeitura.

domingo, 9 de março de 2014

Energias “verdes” fizeram sistema elétrico europeu fracassar, diz a França

Revista satírica "A aberração" ironiza no artigo "Saiamos da era nuclear" o retrocesso que trazem as "energias alternativas" e o abandono das energias eficazes, limpas e desenvolvidas como a nuclear
Revista satírica "A aberração" ironiza no artigo "Saiamos da era nuclear"
o retrocesso que trazem as "energias alternativas"
e o abandono das energias eficazes, limpas e desenvolvidas como a nuclear
O Comissariado Geral para Estratégia e Prospectiva, órgão dependente do Primeiro Ministro francês, concluiu que a “Europa da Energia” está em crise, fato aliás bem conhecido, mas não reconhecido oficialmente até agora.

A novidade está em que um relatório oficial teve a coragem de sinalizar a causa do fracasso: as “energias alternativas”: o “pacote clima-energia” criado pela União Europeia em 2008 com o objetivo de impressionar o público.

Segundo o referido pacote, em 2020 a emissão de gazes estufa seria reduzida em 20 %, a eficácia energética aumentaria 20% e as “energias renováveis” verdes atenderiam a 20% do consumo.

Porém, observou o relatório do Comissariado francês, esses objetivos se apoiavam em previsões errôneas.

A UE sonhava com a liderança mundial em energias verdes sem perda de lucros e com a renovação dos estilos de vida de centenas de milhões de seus cidadãos que, se tivessem sabido o que estava sendo planejado, nunca teriam aprovado. Por isso, aliás, também nunca foram consultados.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Prof. Molion aponta renovadas incongruências e até fraudes científicas em recente relatório do IPCC

Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion
Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion

Recentemente foi publicado o 5° Relatório/2013 (AR5) do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

Repleto de informações incoerentes, tal relatório é louvado por adeptos da “ideologia verde”, mas severamente criticado por cientistas sérios que não seguem a onda “politicamente correta”.

Um desses cientistas é o Prof. Luiz Carlos Molion. PHD em Meteorologia e professor de Climatologia e Mudanças Climáticas da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), em Maceió — onde também dirige o Instituto de Ciências Atmosféricas (ICAT).

Formado em Física pela USP, com doutorado em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin (EUA) e pós-doutorado na Inglaterra. Ex-diretor e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Em entrevista obtida por Nelson Ramos Barretto, correspondente de Catolicismo na capital federal, o ilustre climatólogo e professor da UFAL aponta inconsistências, e até mesmo fraudes científicas, nas teses defendidas sobre o tão propalado “aquecimento global”.

Sem exagero, o Prof. Molion pode ser – e, aliás, vem sendo – considerado a maior autoridade em matéria de meteorologia do Brasil, e até da América Latina.

Eis a entrevista:

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Denunciado esquema da União Europeia
para financiar ONGs ambientalistas

UE financia ambientalismo radical  para fingir que a sociedade exige medidas extremadas
UE financia ambientalismo radical
para fingir que a sociedade exige medidas extremadas

A União Europeia (UE) está pagando pesado para financiar grupos ambientalistas que fazem campanha contra ela própria, denunciou o jornal inglês “The Telegraph”.

Parece um absurdo, mas não o é. A UE, em matéria de ecologia pelo menos, tem objetivos extremistas que não ousa dizer.

Ela precisa então da “pressão da sociedade” para justificar medidas ambientalistas radicais. Mas a sociedade europeia não quer saber desses radicalismos.

Então, a UE financia campanhas de grupos ambientalistas verdes radicais, fingindo acreditar que esses grupos representam a sociedade.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Austrália manda abater tubarões assassinos
e ambientalistas fazem algazarra

Tuburão branco, ex-'espécie protegida', pode ser caçado na Austrália
Tuburão branco, ex-'espécie protegida', pode ser caçado na Austrália
Em três anos, os tubarões assassinos, ou tubarões brancos, feriram de morte sete banhistas da região de Austrália-Ocidental.

O governo decidiu por fim ao morticínio e seu plano entrou em vigor em janeiro.

Esses ferozes tubarões que já foram “espécie protegida” poderão ser mortos pelos pescadores desde que sejam avistados a menos de 20 quilômetros das praias, noticiou “Le Monde” de Paris.

Eles medem 3 metros e podem ser encontrados a menos de um quilômetro da costa.

Por volta de 70 grandes anzóis com isca serão instalados nas praias mais ameaçadas. Essas também serão patrulhadas por pescadores com armas de fogo.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Investidores em “energias renováveis”
veem suas aplicações sumirem com o vento

 As tecnologias estão imaturas, e montes de problemas  e consertos as tornaram ainda mais complicadas e caras
 As tecnologias estão imaturas, e montes de problemas
e consertos tornaram-nas ainda mais complicadas e caras
O investimento em “energias renováveis” prometeu lucros pecuniários anuais acima dos 20%.

A promessa foi-se com o vento: os investidores alemães fogem desse sonho assim que podem, escreveu a revista alemã “Der Spiegel”.

Diante de dez equipes de TV e 50 jornalistas, Carsten Rodbertus subiu ao pódio da Prokon para anunciar: falimos!

Rodbertus é o fundador da Prokon, que, por sua vez, era considerada uma das mais experientes na produção dessas energias

Centenas de empregados da Prokon que nos últimos dias chegaram a trabalhar 12 dias consecutivos durante 12 horas por dia para evitar a concordata, concederam seu ultimo aplauso ao fundador do sonho que se foi.

Rodbertus contou que os investidores tinham aplicado na firma €1,4 bilhões, mas que agora diante da falta de resultados muitos deles estão reclamando o dinheiro de volta.

A Prokon teve que pedir concordata e 75.000 acionistas ficaram a ver navios.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Ambientalismo ameaça a saúde dos brasileiros,
a fauna, flora, cultivos e cultura do País

Dr. Evaristo Eduardo de Miranda

Evaristo E. de Miranda, doutor em ecologia e pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) publicou no “O Estado de S.Paulo” (24.01.2014) conciso mas profundo e esclarecedor artigo, como aliás costuma ser sua excelente caraterística.

Nele, põe a nu com sobrada ciência, o absurdos dos males que o ambientalismo dominante traz para o Brasil e até para a própria natureza.

Ele demonstra que a política ambientalista promovida por órgãos de governo, mídia, ONGs e até púlpitos:

1) atrai perigos perfeitamente identificados para a saúde dos brasileiros no campo e na cidade;

2) ameaça aos próprios animais nativos;

3) põe em risco cultivos e residências humanas;

4) em suma, sob pretexto de proteger o meio ambiente e a biodiversidade, na realidade atenta contra ele e cria uma autêntica bioadversidade, fonte de toda espécie de males para o País.

O artigo dispensa todo comentário e o reproduzimos aprazidos:

domingo, 19 de janeiro de 2014

ONU: contra “aquecimento global”
comunismo chinês é melhor que democracia

Christiana Figueres, Secretária Executiva da UNFCCC,
na COP17 , Durban, Africa do Sul, 5-12-2011

A Secretaria Executiva da Convenção Marco das Nações Unidas para a Mudança Climática (CMNUCC, UNFCCC em inglês), Karen Christiana Figueres Olsen declarou que a democracia é um sistema político fraco para combater o “aquecimento global”.

Mas, acrescentou, a China comunista seria o melhor modelo para librar o planeta desse aquecimento gerado pela civilização humana.

Christiana Figueres fez o depoimento há poucos dias (13.01.2014) em entrevista concedida na sede da Bloomberg News em New York.

A funcionária ocupa uma posição chave na ONU: ela foi nomeada para guiar os mais de 190 países membros do organismo mundial na procura de um tratado internacional para combater o “aquecimento global”. Sua principal realização até o momento é o famigerado “Protocolo de Kyoto”.

O órgão que dirige promove a organização dos encontros mundiais periódicos que visam instalar uma espécie de superpoder “verde” por cima do planeta todo.

Na Bloomberg News, Christiana Figueres reconheceu que “tal vez” a China é o máximo emissor de CO2 na Terra. Mas elogiou a luta que faria contra a poluição.

domingo, 12 de janeiro de 2014

“Você está congelando? Culpa do aquecimento global, óbvio!” — Verdes aquecem demais

Vórtice polar atinge Plattsmouth, Nebraska
Vórtice polar atinge Plattsmouth, Nebraska

Um “vórtice polar” avançou sobre grande parte do território dos EUA fazendo descer as temperaturas até -50º.

As cataratas do Niágara gelaram parcialmente e as perdas estão sendo calculadas em bilhões de dólares.

Malgrado a intensidade do fenômeno, ele nada tem a ver com a tendência ao esfriamento global que os cientistas objetivos vêm registrando há anos.

Trata-se de um fenômeno extraordinário já verificado em outras oportunidades, com maior intensidade até.

Entretanto, grande parte da opinião pública americana considera o fenômeno como um cruel desmentido da natureza à furada teoria do “aquecimento global”.

Este posicionamento, na realidade, não tem base científica, mas sim um poderoso fundamento psicológico que funciona assim: “como pode ser que o planeta esteja aquecendo quando mais da metade dos EUA está paralisado por um espantoso ‘vórtice polar’”?

domingo, 5 de janeiro de 2014

Aquecimentistas presos no gelo antártico

Navio de bandeira russa Akademik Shokalskiy segue imobilizado,  mas cientistas aquecimentistas foram resgatados. Foto: Andrew Peacock-AFP
Navio de bandeira russa Akademik Shokalskiy segue imobilizado,
mas cientistas aquecimentistas foram resgatados. Foto: Andrew Peacock-AFP
O grupo de “cientistas da mudança climática” preso pelo gelo no barco de bandeira russa “Akademic Shokalskiy” foi felizmente resgatado e passa bem.

Um helicóptero do quebra-gelo chinês “Xue Long” (“Dragão da Neve”) os conduziu até o australiano “Aurora Australis” que prudentemente não ingressou na área.

Mas, o “Dragão da Neve” não conseguiu quebrar o gelo e também acabou preso pelo mar em fase de congelamento malgrado o verão antártico.

Os tripulantes dos dois navios ficaram a bordo. Eles aguardam serem liberados pelo quebra-gelo “Polar Star” da Guarda Costeira dos EUA, único habilitado para a tarefa.

A mídia, entrementes, omitiu dizer o que ia fazer a equipe de cientistas: demostrar o aquecimento global!

domingo, 15 de dezembro de 2013

Matilhas de lobos ("espécie protegida")
devoram até cavalos na França


Na França, o conto do lobo saiu da fantasia. Milagre ambientalista!

Com apenas uma diferença: o lobo pode matar a vontade e ai! do agricultor que defender o rebanho contra essa “espécie protegida” em “via de extinção”.

Após se multiplicarem a vontade nos Alpes protegidos pela legislação ambientalista, passaram a infestar as montanhas dos Vosges.

Tendo adquirido confiança, as matilhas atacam nas planícies da Champagne noticiou a RTL, a maior rádio do país.

Já não só devoram ovelhas mas cavalos e até os cachorros dos pastores. Calcula-se em várias centenas o número dos lobos “ativos”.

domingo, 8 de dezembro de 2013

“Verdes” não conseguem impor “paz de Varsóvia” na COP 19 e olham para o Vaticano

COP 19 prepara intentona verde num ambiente vazio
COP 19 prepara intentona verde num ambiente vazio
Encerrou-se em Varsóvia mais uma reunião sobre a mudança do clima global — a COP-19, ou 19ª conferência dos países signatários da Convenção do Clima da ONU (1992).

Os ministros de Meio Ambiente tentaram driblar as realidades. Estas atrapalhavam as negociações para reduzir o nível de vida e de consumo dos homens com o pretexto de diminuir a produção de gases do efeito estufa – leia-se CO2, embora este gás seja só 0,03% da atmosfera.

Com sensatez Japão e Austrália recuaram de compromissos anteriormente assumidos de cortar suas emissões de carbono.

O PT teria gostado exibir resultados diante dos colegas verdes e vermelhos.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Modelos climáticos fajutos
alimentaram o pânico aquecimentista

Crença em modelos computacionais fajutos  evoca superstições imemoriais
Crença em modelos computacionais fajutos
evoca superstições imemoriais
Se as previsões climáticas do dia seguinte nem sempre dão certo, imagine-se como é difícil acertar no prazo de um século ou mais.

Entretanto, a previsão do “aquecimento global” se jogou alegremente nessa aventura. E agora está exposta à luz do dia como um “fora” que superou todo o imaginável.

O que houve?

Os especialistas John C. Fyfe, Nathan P. Gillett e Francis W. Zwiers, do ‘Canadian Centre for Climate Modelling and Analysis, Environment’, de Victoria, British Columbia, publicaram na revista “Nature Climate Change” uma tentativa de resposta honrada.

Eles analisaram 117 predições climáticas feitas nos anos ’90 comparando-as com os dados presentes sobre a temperatura da Terra.

De modo geral apenas três dessas 117 previsões acertaram, enquanto as outras 114 superestimaram a dimensão do aquecimento. Em média, elas anunciaram mais do que o dobro do aquecimento que de fato aconteceu.

Segundo os autores, alguns dos cientistas que fabricaram tais previsões precisam voltar à escola. Em outros posts vimos que alguns deles nem eram cientistas.

domingo, 24 de novembro de 2013

Tribunal da França manda desmontar torres eólicas: prejudicam aos homens e à natureza

Prejudicam a saúde e à natureza, disse Tribunal
Os proprietários do castelo de Flers, na região francesa Nord-Pas-de-Calais, obtiveram ganho de causa no Tribunal de Grande Instância de Montpellier, o qual ordenou desmontar dez torres eólicas responsáveis por danos à saúde e ao horizonte visual do castelo e da aldeia vizinha.

A Compagnie du Vent, filial da grande empresa de eletricidade GDF-Suez, também foi condenada a pagar indenizações e vai recorrer.

A sentença causou rebuliço nas fileiras ambientalistas, e segundo o jornal “Le Monde”, poucas sentenças foram tão consultadas, copiadas e analisadas em toda a França.

Pois as queixas contra as torres eólicas estão se fazendo ouvir pelo país inteiro, enquanto cientistas e economistas criticam seu custo e real utilidade.

domingo, 17 de novembro de 2013

Totalitarismo tributário “verde” indigna a França

Portal da "ecotaxa": impostos ambientalistas acentuam totalitarismo tributário
Portal da "ecotaxa": impostos e controles ambientalistas praticam totalitarismo tributário
Para milhares de agricultores franceses, a arremetida “verde” saiu da propaganda e virou hostil realidade.

O governo francês “vermelho-verde” foi baixando sucessivos impostos para “salvar o planeta”.

A gota que fez derramar o copo foi a chamada “ecotaxa” que incide sobre os caminhões, mas acaba sendo paga pelos produtores rurais.

Impressionantes portais carregados de sensores para flagrar caminhões, cargas, emissão de CO2, etc. foram sendo instalados em auto-estradas e simples estradas de França. A “ecotaxa” deve render ao governo vários bilhões de reais por ano.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

O tufão Haiyan e as manobras inescrupulosas
do alarmismo climático

O tufão Haiyan atingindo as Filipinas
O tufão Haiyan atingindo as Filipinas
Explorando a dor enorme que significou para as Filipinas o tufão Haiyan (ou Yolanda) o desastre vem sendo relacionado pela mídia ambientalista com o “aquecimento global”.

O viés alarmista que aflora em certos noticiários é de molde a impressionar o público para alguma decisão demagógica que possa adotar a 19ª Sessão da Conferência das Partes (COP 19) (Nineteenth session of the Conference of the Parties) agora reunida em Varsóvia.

A COP 19 é a reunião mais importante sobre clima do ano e tem o objetivo de 'preparar terreno' para novo acordo global climático em 2015.

Marc Morano, de “Climate Depot” preparou um valioso apanhado das posições dos cientistas e dos jornais, das verdades e das falsificações, sobre o grande tufão.

domingo, 10 de novembro de 2013

Adaptar-se às mudanças climáticas custaria 50 vezes menos que tentar contê-las - caso existissem

Desta vez não teria sido cinema ficção, mas dura realidade.
Desta vez não teria sido cinema ficção, mas dura realidade.
A ser aplicado o plano proposto pela Comissão do Clima da Austrália, tentar deter o suposto incremento da temperatura mundial custará 50 vezes mais do que promover adaptações a ele – se é que existe.

Essa é a conclusão do site australiano “The climate sceptic party” após consultar diversos cientistas que demonstraram ter adotado as posições certas no debate sobre o aquecimento global.

Reduzir em nível mundial o aquecimento global segundo a proposta australiana custaria $3,2 quatrilhões de dólares ($3.200.000.000.000.000) para cada grau centígrado de aquecimento diminuído. [Toda a informação é calculada em dólares australianos, pouco menos valorizados que o dólar americano: 0,9343 $U.S.]

domingo, 3 de novembro de 2013

Malabarismos catastrofistas de ontem… e de hoje

Contrainformação aquecimentista durante 15 anos é confessada.  Afinal o oceano Pacífico foi mais forte  que todo o aquecimento global antropogênico, se existiu.  Mas não falta vontade de voltar com o mesmo realejo.
Contrainformação aquecimentista durante 15 anos é confessada.
Afinal o oceano Pacífico foi mais forte
que todo o aquecimento global antropogênico, se existiu.
Mas não falta vontade de voltar com o mesmo realejo.
Tornou-se lugar comum noticiar que a temperatura do planeta parou de subir nos últimos 15 anos.

E o próprio Quinto Relatório do IPCC -- órgão político e não científico -- abaixou fortemente as assustadoras previsões anteriores.

Esse tipo de notícias contradiz o bombardeio durante anos de informações segundo as quais a temperatura não parava de aumentar e, aliás, nunca pararia, salvo drásticas mudanças de tipo socialista planetário.

Os mares sepultariam as cidades e os últimos homens morreriam de calor no topo do Everest.

Aos já numerosos desmentidos desses exageros, figura um novo estudo que  diz trazer a explicação para essa contradição ululante.

Segundo ele. um resfriamento periódico das águas equatoriais do Pacífico teria “mascarado” o aquecimento, como se esse tivesse continuado, mas apenas que os equipamentos de medição em todo o planeta não registraram.

Segundo outra pesquisa da Universidade de Reading publicada no início do ano, se as temperaturas continuarem estáveis por mais alguns anos, elas sairão da margem de erro das simulações climáticas que tentam prever o comportamento da Terra sob a alta concentração do CO2.

domingo, 27 de outubro de 2013

O que é o CO2 (dióxido de carbono)?
É tão ruim como dizem? É bom?
Sem ele morreremos todos?

Pinheiros: com maiores doses de CO2 cresceram mais
Pinheiros: com maiores doses de CO2 cresceram mais
Por vezes, um simples verbete ou pequeno resumo escolar sobre determinado assunto pode ser mais esclarecedor do que um aprofundado tratado de vários volumes.

A popular enciclopédia digital Wikipedia, no verbete “Dióxido de Carbono” – o famoso CO2 – fornece informações que um aluno recebe na escola, mas que os “aiatolás” da religião verde fingem desconhecer.

sábado, 19 de outubro de 2013

Eminentes professores fazem a
apologia científica do CO2

Harrison Hagan 'Jack' Schmitt: "difícil fazer
a lista completa de todos os benefícios trazidos pelo CO2"

O CO2 é um composto químico que está na base do ciclo da vida na Terra e que foi demonizado sem fundamento algum como sendo o culpado pelo aumento da temperatura global.

É o que defenderam Harrison H. Schmitt, professor de Engenharia na Universidade Wisconsin-Madison, ex-astronauta da Apollo 17 e ex-senador nacional pelo estado de New Mexico, e o Dr. William Happer, professor de Física da Universidade de Princeton, ex-diretor da equipe de Pesquisas em Energia do Departamento de Energia dos EUA.

Estas celebridades da ciência escreveram um artigo-manifesto no “The Wall Street Journal” denunciando essa incompreensível demonização.

De fato, segundo eles, a “demonização obsessiva” de um gás natural essencial para a atmosfera gerou a falsa percepção de que o CO2 é um poluidor perigoso.

Mas isso absolutamente não é assim, o contrário que é verdadeiro: o aumento do CO2 na atmosfera beneficiará a população com incremento da produtividade agrícola.

Os autores acrescentam que a constatação de que não houve aumento global da temperatura evidencia o quanto eram exageradas as previsões da NASA e de outras entidades apoiadas em modelos computacionais errados.

domingo, 13 de outubro de 2013

Consenso alarmista sobre o “aquecimento global” se derrete

Afinal não aqueceu e tudo ficou como dantes no quartel de Abrantes.
Estocolmo, 2012.
Referindo-se à teoria do “aquecimento global” e ao rápido abandono da mesma, o Prof. Peter Wadhams, especialista da Universidade de Cambridge, afirmou: “Isto não é um ciclo, não é apenas uma flutuação. No final, tudo vai derreter de repente”.

A generalizada percepção de que não houve aquecimento de origem civilizatória fez o IPCC – Painel Intergovernamental da ONU sobre Mudanças Climáticas – modificar seu principal documento. O IPCC não é um órgão científico, mas político, criado pelos governos com muita participação dos Ministérios do Meio Ambiente nacionais.

De fato, o Quinto Relatório de Avaliação do IPCC, que atualizou os desqualificados Relatórios de Avaliação anteriores apresentados pelo órgão, moderou acentuadamente suas catastróficas previsões anteriores, e supôs que pelo ano 2100 o "aquecimento global" ficará entre 0,5ºC e 1,5º.

domingo, 6 de outubro de 2013

Ártico se recupera e ambientalistas aloucados perdem face


A superfície gelada do Ártico, que como é rotineiro nos últimos anos vinha se encolhendo no verão, em 21 de agosto 2013 atingiu uma superfície 60% maior que na mesma data do ano passado.

A superfície do gelo atingiu nessa data 2,25 milhões de milhas quadradas (5,83 milhões de quilômetros quadrados). Em 16 de setembro de 2012 ela alcançou o mínimo absoluto do ano, com 1,67 milhão de milhas quadradas (4,34 milhões de quilômetros quadrados) segundo os dados satelitais publicados pela NASA.

A maior expansão da camada de gelo do Polo Norte já registrada foi em 1996, quando o gelo cobria 3,16 milhões de milhas quadradas (8,2 milhões de quilômetros quadrados).

domingo, 29 de setembro de 2013

A "Igreja do Planeta que Aquece" tem dogmas,
teologia, pontífices, mistérios, hereges e Inquisição?

Al Gore e Rajendra Pachauri, Sumos Pontífices da nova religião,
saúdam da sacada, após receberem o Prêmio Nobel da Paz em Oslo
Num tom de gracejo que apanha aspectos não explicitados da realidade, o Prof. Larry Bell, da Universidade de Houston, fundador do Sasakawa International Center for Space Architecture e especialista em arquitetura espacial, abordou um ponto do qual pouco se fala: o caráter de “igreja” assumido pelo catastrofismo ambientalista.

O Prof. Bell escreveu na conhecida revista “Forbes” que enquanto membros da “Igreja da ONU do Planeta que Aquece” preparavam o 5º Relatório sobre o andamento do clima global, outros “relatórios blasfemos” escandalizavam os “piedosos fiéis” da “teologia do aquecimento global por causa humana”.

Os representantes dos Ministérios de Meio Ambiente de todo o mundo estiveram reunidos em Estocolmo e selaram o texto final do Quinto Relatório de Avaliação do IPCC (Fifth Assessment Report (AR5) – Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) Summary for Policymakers).

domingo, 22 de setembro de 2013

General Villas Bôas: Geopolítica e Defesa da Amazônia, conferência em São Paulo

O General Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, Comandante Militar da Amazônia, explica os paradoxos da Amazônia em conferência promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, em São Paulo, 19 de setembro de 2013.

domingo, 15 de setembro de 2013

Potentados sauditas tremem
diante do gás e petróleo de xisto

Ministro saudita do Petróleo Ali al-Naimi, Rijad, 9/10/2012
Ministro saudita do Petróleo Ali al-Naimi, Rijad, 9/10/2012
O ministro saudita do Petróleo, Ali al-Naimi, já fizera uma primeira advertência por ocasião da reunião do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC), que reuniu os ministros do petróleo em Rijad, em outubro de 2012.

Agora voltou a tocar o alarme sobre as ameaças que o gás e o petróleo de xisto significam para os petro-monarquias da região o bilionário príncipe saudita Alwaleed bin Talal, sobrinho do rei Abdullah e um dos maiores investidores do mundo, informou o “The Wall Street Journal”.

A Arábia Saudita é o maior exportador mundial de petróleo (92% de seu orçamento depende desse produto), mas está reduzindo sua produção porque os países consumidores diminuem as compras.

domingo, 8 de setembro de 2013

“Chuva sólida” pode tornar a seca um problema do passado

"Chuva sólida": mais um progresso tecnológico que esvazia alarmismo
"Chuva sólida": mais um progresso tecnológico que esvazia alarmismo

“Profetas” do apocalipse verde – ONU, ONGS e até Campanha da CNBB – martelam que a água doce está se tornando escassa e poderá acabar.

A culpa é sempre da civilização ocidental, de seus progressos e de seu “consumismo”.

Se chover torrencialmente e vales, cidades, países forem alagados, a culpa é do aquecimento global provocado pelo homem, e a civilização ocidental é a grande responsabilizada.

Também a irrigação sofre do mesmo apriorismo ideológico dos “verdes” e seus acólitos, pois tal recurso conduz – por culpa do homem ocidental ávido de consumo – a um desperdício de água que provocaria desequilíbrio no planeta.

Entrementes, estes e outros chavões anticivilização passam por desmentidos ou são minimizados ora pela natureza, ora pelos avanços tecnológicos.