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domingo, 17 de maio de 2015

Ambientalista radical estudou, percebeu que o alarmismo é bluff e pediu perdão

Mark Lynas: "a oposição aos OGM, transgênicos, impede acabar com a fome no mundo"
Luis Dufaur





Mark Lynas já foi ativista “verde” dos mais radicais e um dos mais influentes jornalistas britânicos. Seus livros chegaram a ser traduzidos para o português e editados no Brasil, onde se encontram à venda.

Mas ele fez uma coisa inusual. Um crime horrível: estudou! E estudou a matéria contra a qual montou seu alarmismo demagógico.

Ele teve a honradez de reconhecer que errara feio. A embriaguez dos aplausos leva a cair em deslizes desses. Mas na conferência anual dos agricultores britânicos ele pronunciou um autêntico mea culpa.

E passou a apoiar os OGM (organismos geneticamente modificados, como certas sementes) que outrora combatia como o diabo: “Eu estava errado, sinto muito”, disse ele, segundo a revista italiana Tempi.

“Eu achava que os OGM aumentariam a utilização de agentes químicos; que beneficiariam apenas as grandes empresas; que ninguém os queria; que eram perigosos. Estou aqui para pedir desculpas.

“Sinto muito ter passado anos e anos ajudando o movimento anti-OGM a crescer nos anos 90. Eu sou um ambientalista e estava errado em toda a linha”, reconheceu valentemente.

Mark Lynas é autor de dois livros sobre o aquecimento global e um sobre os OGM. The God Species: Saving the Planet in the Age of Humans (As espécies de Deus: salvando o planeta na era dos humanos), lhe valeu ser comparado ao “profeta” do catastrofismo James Lovelock por The Guardian.

Mas na Oxford Farming Conference, conferência anual dos agricultores britânicos, em janeiro de 2013, ele foi sincero.



“Vocês – disse Lynas – poderão se perguntar o que aconteceu entre 1995 e hoje para me fazer mudar de ideia e, sobretudo, vir aqui para reconhecê-lo.

“Bem, a resposta é muito simples: descobri a ciência e agora desejo ter-me tornado um ambientalista melhor.”

Leia a integra no site de Mark Lynas: Lecture to Oxford Farming Conference, 3 January 2013.

Mark desqualificou as ONGs Greenpeace e Soil Association como órgãos de “ideologia”:

“Naquela época nós não percebíamos que as OGM não eram Frankenstein, mas sim o eram a nossa reação contra os OGM, quer dizer, um movimento anticientífico, não obstante ter empreendido a campanha mais eficaz de que participei”.

A mudança de Mark começou após a publicação de seu segundo livro em 2008. Um comentário a um de seus artigos no Guardian lhe fez notar: “Você é contra os OGM porque eles são comercializados por grandes empresas. Você também é contra a roda porque ela é comercializada pelas montadoras?”

A ironia estimulou Mark, que começou a estudar cientificamente os OGM, suas propriedades e efeitos.

Foi assim que desabou o muro de preconceitos caprichosos detrás do qual Mark se entrincheirava.

Então ele descobriu que os OGM “não são contra a natureza”, mas pelo contrário, permitem diminuir o uso dos agrotóxicos, e que “é mais provável que um asteroide caia na nossa cabeça do que um alimento OGM nos faça mal”.

Mark descobriu um “consenso científico de ferro” em favor dos OGM. Ele explicou que se faz campanha de silêncio sobre esse consenso científico porque vai contra a construção abstrusa das ONGs verdes radicais.

“Superpopulação: um outro mito que deve ser desfeito

Mark Lynas cometeu o "crime" antiecológico de estudar e largou o insustentável alarmismo.
Mark Lynas cometeu o "crime" antiecológico de estudar
e largou o insustentável alarmismo.
Mas há sobretudo um enorme mito que deve ser desfeito, disse Mark.

“Nos próximos anos deveremos prover a alimentação de 9,5 bilhões de pessoas (…). O pessoal acha que o problema são as altas taxas de natalidade nos países em via de desenvolvimento. Em outras palavras, que os pobres têm muitos filhos e por causa disso temos necessidade da planificação familiar. A realidade, porém, é que a fertilidade média mundial caiu a 2,5% e o índice para manter a população é de 2,2%.

“De onde provém o enorme crescimento da população? Do fato de morrerem cada vez menos crianças, e essa é uma das melhores notícias de nossa década.”

Mas se haverá mais pessoas no mundo, será preciso melhorar a produção de alimentos para atender a todos. E aqui entra em foco o potencial benéfico dos OGM.

“Cito uma frase de Norman Borlaug [Prêmio Nobel da Paz chamado de ‘o homem que salvou um bilhão de vidas’ pela promoção da agroindústria]: ‘O mundo hoje tem uma tecnologia para alimentar de modo sustentável uma população de 10 bilhões de pessoas. A pergunta mais importante é esta: será permitido aos agricultores usar essa nova tecnologia?’”.

Essa pergunta é crucial, pois a animosidade contra o agronegócio é militante.

Em quase toda Europa está proibida a produção de OGM, fato que gera uma enorme perda de dinheiro, qualidade e quantidade. E isso é sobremaneira verdadeiro nos países pobres.

Por isso Mark encerrou sua conferência dizendo:

Esperança certa de vencer a fome no mundo: lavouras transgênicas avançam no Brasil e já ocupam área de mais de 42 milhões de hectares.
Esperança certa de vencer a fome no mundo:
lavouras transgênicas avançam no Brasil
e já ocupam área de mais de 42 milhões de hectares.
“A minha mensagem ao lobbies anti-OGM, (...) é esta: vocês têm o direito de pensar como bem entendem, mas devem saber a partir de agora que suas teses não são sufragadas pela ciência.

“Pela salvação do planeta e das pessoas, chegou o momento de vocês serem postos de lado e permitirem que se comece a solucionar a fome do mundo de modo sustentável. Obrigado.”

O discurso de Mark Lynas foi pronunciado em janeiro de 2013 – há mais de dois anos –, com base em dados científicos bem consolidados havia ainda mais anos.

Quem no Brasil lhe deu a adequada e merecida divulgação? Como explicar a ojeriza com que o governo e as ONGs brasileiras recebem os OGM? Nem pensar no MST e outros tentáculos da CNBB, enraivecidos com o progresso do agronegócio.

Na próxima encíclica anunciada pelo Vaticano, os OGM terão o merecido apoio, especialmente da parte eclesiástica que se diz tão preocupada pelos pobres e pela fome no mundo?

Queira Deus que o inumano e anticientífico erro ambientalista não desmoralize esse aguardado documento pontifício.


domingo, 10 de maio de 2015

“Não há mudanças climáticas atualmente, o homem não controla, absolutamente o clima global”

O climatologista Luís Carlos Baldicero Molion
O climatologista Luís Carlos Baldicero Molion
Luis Dufaur





No Fórum de Sustentabilidade, promovido pela Folha em 2014, o climatologista Luís Carlos Baldicero Molion, professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e pesquisador do Inpe, defendeu mais uma vez que a fala sobre efeito estufa e aquecimento global é para ser esquecida, porque nada disso existe, escreveu “Notícias Agrícolas”. 

Há uma tendência obsessiva na grande mídia, especialmente aquela que mais faz uso de um viés esquerdizante na apresentação da informação.

Ela insiste repetidamente nas assustadoras e fantasmagóricas ameaças que se abateriam sobre os homens caso estes prossigam na estrada do progresso e das melhorias nas condições de vida.

Entre esses fantasmas está o do ‘aquecimento global’ que derreteria os polos, afogaria centenas de milhões de moradores da orla marítima planetária ou os condenaria a um êxodo miserável, desertificaria a Amazônia, derreteria geleiras como a do Himalaia. No cenário extremo, a Terra azul viraria um planeta morto como o vermelho Vênus.

A única solução seria um esforço desesperado para estabelecer uma macrogovernança mundial encarregada de abafar a atividade humana civilizada, reduzir a população a um número exíguo de pessoas, e resigná-las a viver miseravelmente em aldeias verdes hipercontroladas, quiçá no meio de mato.

Não acreditamos nesse pessimismo negro. Tampouco o atribuímos a alguma doença ou degradação mental clínica. Mas sim à profissão de uma ideologia de fundo neocomunista espalhada subrepticiamente no Ocidente como substitutivo do comunismo soviético depois do fracasso da URSS.

Os dados históricos e doutrinários que apontam nesse sentido são suficientes para assim pensar.

Muitas vezes temos nos ocupado do tema no nosso blog. Também mostramos numerosas vezes que os apocalipses planetários não recolhem o consenso dos cientistas, como se pretende fazer crer.

Fraudes em ambientes de cientistas comprometidos como o do Climagate, manobras políticas obscuras ou falcatruas econômicas, fatos escandalosos como o que levou recentemente à renúncia de Rajenda Pachauri, presidente do IPCC da ONU (Intergovernmental Panel on Climate Change) e Prêmio Nobel por sua luta contra o “aquecimento global”, fortificaram a impressão de estarmos sendo manipulados pela ciência.

O objetivo dessa manipulação é extracientífico e até anticientífico, e obedece a tendências ambientalistas de esquerda e extrema-esquerda.

Mas certa mídia volta uma vez ou outra à carga, sem levar em conta os desmentidos científicos e o desnudamento das fraudes dos “verdes” mais militantes.

“Não há mudanças climáticas atualmente, o homem não controla, absolutamente o clima global”
“Não há mudanças climáticas atualmente,
o homem não controla, absolutamente o clima global”
Esse procedimento não límpido força a reproduzir sempre os novos desmentidos dos velhos “bichos-papões” do ambientalismo catastrofista.

O professor Luís Carlos Baldicero Molion é uma eminência, tanto pelo seu saber quanto por sua recusa em queimar incenso ao ídolo do aquecimento global.

Se há algo que ele queima, é o próprio ídolo. E o faz em nome da ciência, pelo bem do Brasil.

“Não existem mudanças climáticas atualmente, o homem não controla, absolutamente, o clima global. Na verdade, vai haver um ligeiro esfriamento global nos próximos 15 anos”, explicou ele no evento referido por “Notícias Agrícolas”, que só agora chegou até nós.

Reproduzimos alguns excertos:


Polêmico, diz o site, o professor prega que os modelos climáticos usados pela maioria dos ambientalistas e climatologistas estão errados. Com isso, todas as projeções de aumento de temperatura “são fictícias”.

O professor usa o exemplo do gás carbônico, cuja emissão é criticada pela maioria dos ambientalistas. De acordo com Molion, o mundo natural – plantas, animais, o mar – jogam, por ano, 200 bilhões de toneladas de CO2 no ar; a ação humana, no entanto, é responsável por “apenas 7 bilhões” de toneladas.

“O gás carbônico não controla o clima global, não faz sentido essa discussão toda em cima da emissão de gás carbônico. Ele não é um vilão, não é tóxico, é o gás da vida. Se acabasse o gás carbônico, acabariam as plantas”, fala Molion.

O professor mostrou que, apesar da emissão do gás ter aumentado, a temperatura tem se mantido nos continentes.

Segundo dados de satélite, a temperatura dos trópicos tem oscilado entre 1,5 grau positivo e 1,5 negativo desde 1979; os números desta medição mostram, inclusive, que desde 2007 a temperatura média dos trópicos vem caindo, mesmo com o aumento da emissão dos gases.

Molion vai ainda mais além desta tese.

“Quanto mais CO2 na atmosfera melhor. Alguns estudos mostram que se dobrar o gás carbônico, as plantas aumentaram de produtividade. Reduzir as emissões é gerar menos energia elétrica é aumentar miséria e desigualdade no planeta”, diz o professor.

Para ele, o efeito estufa não existe. “O efeito estufa nunca foi provado cientificamente”.

Segundo Molion, a Terra já passou por quatro períodos quentes, alternados com outros mais frios. “O mundo está resfriando, o sol tem ciclo de 100 anos, ele já está 'no mínimo' desde 2008, o que leva os oceanos a esfriar”.

Molion afirma que esse “esfriamento global” já aconteceu no século XX, entre 1943 e 1978, quando a temperatura do Pacífico esfriou como ele vê acontecendo agora.

“Foi uma época ruim para São Paulo, as chuvas no Estado, e também onde fica o sistema Cantareira, foram reduzidas”.

“Catástrofes sempre existiram, esteja o clima quente ou frio”, sentencia.

“O clima varia por causas naturais. Afinal, se soubéssemos com certeza para onde o clima vai, para que existem os climatologistas?”, brinca Molion.

Segundo o professor, o degelo do Ártico e do Antártico “não está acontecendo”.

O Ártico, mostra Molion a partir de dados de satélite, tem uma variação na cobertura de gelo desde 1979.

“Desde 1979 o gelo começou a cair, em 1995 atingiu o mínimo, se recuperou um pouco, em 2007 voltou a cair, mas atingiu a sua mínima em 2012. Os dados mostram que o gelo já está voltando a subir desde então”.

Na Antártica de 1979 para cá, o gelo só tem aumentado. “A Antártica tem ganho 60 bilhões de toneladas de massas de gelo por ano”. Assim, a maré não está aumentando.

Molion não é contra a preservação do ambiente, nem nenhuma pessoa razoável pode sê-lo.

A irracionalidade está do lado dos que distorcem a própria realidade cientificamente comprovada em aras de uma utopia “verde” que realize o sonho anárquico do comunismo mais radical.


domingo, 3 de maio de 2015

Ambientalismo radical pede o auxilio do Vaticano para a revolução “verde”

Mons Marcelo Sánchez Sorondo, chanceler das Pontifícias Academias de Ciências foi o anfitrião do workshop
Mons Marcelo Sánchez Sorondo,
chanceler das Pontifícias Academias de Ciências
foi o anfitrião do workshop
Luis Dufaur



O ambientalismo radical e suas teorias catastrofistas ressoaram no Vaticano durante o encontro promovido pelas Pontifícias Academias de Ciências e de Ciências Sociais, segundo Vatican insider que noticiou o evento com beneplácito.

O relato do acontecido manifestou, entretanto, uma séria crise no movimento “verde”: ele não está conseguindo convencer à opinião pública. Em desespero de causa acorreu ao Vaticano a pedir auxílio.

Segundo o Vatican insider ele precisa do impulso de uma “revolução moral”.

O objetivo, é claro, vem revestido pelo véu de enfrentar as mudanças climáticas, respeitar o meio ambiente e reduzir a “ameaça potencialmente catastrófica” que pairaria sobre a humanidade, especialmente sobre os mais pobres e sobre as futuras gerações.

O catastrofismo se exibiu na hora de pedir o apoio do Vaticano. O documento conclusivo do workshop internacional na famosa Casina Pio IV professa o alarmismo. Ele se apoiou na presença do Secretário Geral da ONU Ban Ki-moon, aceso arauto dos temores apocalípticos sem base científica.

O tema do encontro foi “Protect the Earth, Dignify Humanity. The Moral Dimensions of Climate Change and Sustainable Development” (“Proteger a terra, tornar digna a humanidade. A dimensão moral da mudança climática e o desenvolvimento sustentável”).

A ONU tantas vezes oposta à Igreja e a seus ensinamentos morais lançou um forte S.O.S.

Os vozeiros do alarmismo reconheceram que embora promovam reformas institucionais, políticas e tecnológicas, sentem “uma necessidade fundamental” de mudar as cabeças dos homens para que se relacionem com a natureza segundo a utopia verde.

Eles precisam inocular novas atitudes morais, “em definitiva – diz o documento final aprovado no workshop – uma revolução moral. As religiões institucionais podem e devem assumir a liderança de essa nova atitude em relação à criação”.

Para tirar vantagem, nessa hora os sinceros ambientalistas lembraram-se do que tripudiam, e, invocam conceitos como “criação”.

O Papa não arriscou se apresentar nem dirigir a palavra nem mesmo por meio de um porta-voz. Francisco havia dispensado um tratamento muito mais largo aos movimentos subversivos mundiais do gênero MST também engajados de recente data na revolução ambientalista.

Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, foi pedir o auxílio do Papa para a claudicante revolução ambientalista.
Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU,
foi pedir o auxílio do Papa para a claudicante revolução ambientalista.
Os participantes do encontro também não ousaram mencionar a próxima encíclica ecológica do Papa Francisco que aguardam ansiosamente para junho ou julho como uma tábua de salvação.

Não estiveram ausentes os repetitivos chavões “verdes” que embutem as velhas reivindicações “vermelhas” socialistas ou comunistas.

Mas, repeti-los uma enésima vez não era o objetivo.

O catastrofismo quer o engajamento da Igreja Católica na imensa revolução que pretende fazer, mas que não está conseguindo executar tão rápido nem tão a fundo como pretendia.

Por isso o documento final auspiciou que “a Igreja Católica trabalhando junto com os líderes de outras religiões poderia desenvolver um papel decisivo para ajudar a resolver os problemas”.

Quais são os “problemas”?

Todos se resumem num problema essencial: os homens não querem saber da monstruosa revolução que o radicalismo neocomunista ambientalista planeja. A humanidade não quer retroceder à pré-história em nome de uma utopia tribalista.

Porém, segundo os arautos da extinção da civilização, “a Igreja poderia fazer isso mobilizando a opinião pública e os fundos públicos para (...) não contribuir ao aquecimento global e se preparar melhor para os desafios do inevitável mudança climática. Devemos reduzir a ameaça potencialmente catastrófica que paira sobre tantas pessoas”.

Leia-se convencer os homens a aceitar um padrão de vida muito inferior numa sociedade igualitária que é a velha meta marxista.

Para fazer engolir o que o marxismo e a teologia da libertação não conseguiram, eles inflacionam o bicho papão de um aquecimento global que não existe.

Acrescentam eles o medo de uma “inevitável mudança climática” como se o clima não estivesse sempre mudando naturalmente e como se o homem pudesse determinar essas mudanças com leis ou reformas de estrutura planetárias.

Em suma, o workshop pediu abaixar a resistência dos homens para que aceitem a utopia igualitária verde apavorados pelo terror de catástrofes assustadoras descritas na cartilha da propaganda apocalíptica, filmes e literatura tipo science-fiction.

A reunião de cúpula da ONU em Paris no mês de dezembro tentará fazer engolir aos países uma proposta nesse sentido.

A revolução radical ambientalista lançou um brado pedindo o auxílio do Papa Francisco. Será atendida?

A encíclica trará, tal vez, a resposta.


segunda-feira, 27 de abril de 2015

Cientistas ao Papa Francisco:
pelo amor dos pobres rejeitai teorias
inimigas da ciência, da humanidade e do sentimento cristão!

Luis Dufaur






Continuação do post anterior: Carta aberta de cientistas ao Papa Francisco I: Santidade não vos deixeis influenciar pelos enganos ambientalistas!



Vossa preocupação com a genuína ciência e com os pobres requer uma abordagem mais cautelosa, que considere cuidadosamente as provas científicas sobre os efeitos reais (e não apenas teóricos) da ação humana sobre o clima global; e também que tenha precipuamente em vista tecnologias energéticas e econômicas para proteger os pobres.

Hotel Columbus, local do encontro do Heartland Institute
Cientistas ao Papa: a crise de aquecimento global não existe!

Uma equipe de cientistas líderes na denúncia dos enganos da propaganda ambientalista radical viajaram a Roma para informar o Papa Francisco sobre a verdade a respeito das mudanças climáticas.

A crise de aquecimento global não existe!, dizem eles.

Eles promovem os seguintes eventos abertos ao público e à imprensa nos dias 27 e 28 de abril:

Segunda-feira, abril 27, 1:00 p.m. GMT +2 (7:00 a.m. ET)
Hotel Columbus
Via della Conciliazione 33
00193 Roma, Itália

Terça-feira, abril 28, 1:00 p.m. - 2:30 p.m. GMT +2 (7:00 a.m. ET)
Palazzo Cardinal Cesi
Via della Conciliazione n. 51 (Piazza S.Pietro)
00193 Roma, Itália

Para mais informação: Jim Lakely, jlakely@heartland.org (preferido) ou 312/731-9364 (em Roma) ou Gene Koprowski gkoprowski@heartland.org ou 312/377-4000 ou 312/852-2517 (em Chicago).

A Pontifícia Academia das Ciências promoverá no dia 28 de abril o encontro “Proteger a Terra, dignificar a humanidade” visando “despertar a consciência e construir consenso” a respeito da suposta atividade humana que estaria causando um catastrófico aquecimento global.

O Heartland Institute – think tank líder na promoção da objetividade científica nessa matéria – levou cientistas sérios a Roma.

Eles desejam que o Papa Francisco não engaje sua autoridade moral com a agenda politizada e anticientífica da ONU.

O encontro promovido pelo Vaticano contará com a presença do secretário geral da ONU Ban Ki-Moon.

E também do economista de Harvard Jeffrey Sachs.

Os dois se destacam pela recusa de tomar conhecimento da abundante documentação científica demostrando que a atividade humana não gera crise climática alguma.

Por isso, esperamos e confiamos que vossa orientação aos líderes mundiais será fundamentada sobre o seguinte:

A imago Dei e o domínio do homem

Pobreza extrema, fome generalizada, doenças galopantes e pouca expectativa de vida eram condições comuns à humanidade até os últimos dois séculos e meio.

Essas tragédias acontecem quando – opção preferida de grande parte do movimento ambientalista – os seres humanos, que são imagem de Deus, vivem e são tratados como meros animais que devem se submeter à natureza ao invés de exercer o domínio que Deus lhes concedeu no início (Gênesis 1,28).

Tal domínio não deve exprimir o regime abusivo de um tirano, mas o reino amoroso e cheio de significado de nosso Rei Celestial.

Assim, ele deveria manifestar-se aumentando a fecundidade, a beleza e a segurança da Terra, para a glória de Deus e o bem do nosso próximo.

Como as sociedades vencem a pobreza

Foi uma combinação de instituições morais, sociais, políticas, científicas e tecnológicas que livrou a maior parte da humanidade de uma absoluta pobreza material.

Tais instituições incluem uma ciência e uma tecnologia fundamentadas na visão do mundo físico como um cosmos ordenado que possa ser entendido e aproveitado pelas criaturas racionais para o melhoramento humano; direito de propriedade privada, empreendedorismo e comércio generalizados, protegidos por um Estado de Direito sob a égide de governos limitados e sensatos; e energia abundante, a preço acessível, confiável, gerada a partir de combustíveis fósseis e nucleares de alta densidade, suportáveis e constantemente acessíveis.

Ao substituírem a tração animal e humana, bem como as fontes de energia de baixa densidade como madeira, esterco e outros bio-combustíveis, e ainda a energia intermitente de baixa intensidade, de vento e solar, os combustíveis fósseis e nucleares livraram a humanidade das tarefas básicas de sobrevivência, permitindo-lhe dedicar tempo e energia em outras ocupações.

Provas empíricas indicam que os combustíveis fósseis não causam aquecimento catastrófico

Muitos temem que o uso de combustíveis fósseis ponha em perigo a humanidade e o meio ambiente, por causar um aquecimento global perigoso e historicamente sem precedentes.

Isso levou muitas pessoas bem-intencionadas a pedir uma redução das emissões de dióxido de carbono e, em consequência, do uso de combustíveis fósseis.

Tal receio se baseia em modelos informáticos relativos ao efeito do aquecimento causado pelo aumento do dióxido de carbono na atmosfera.

No entanto, para que tais modelos possam contribuir de forma válida à tomada de decisões, eles devem estar subordinados aos dados científicos, e tem havido uma crescente divergência entre as medições de temperatura no mundo real e as simulações informáticas.

Em média, os modelos informáticos simulam mais do que o dobro do aquecimento observado durante o período relevante.

Mais de 95% dos modelos simulam aquecimento maior do que tem sido observado, e apenas uma ínfima porcentagem se aproxima de modo tolerável.

Nenhum dos modelos simulou a ausência completa de aquecimento observada aproximadamente durante o período entre os últimos 16 anos (de acordo com dados de satélites do UAH) e 26 anos (conforme dados do RSS troposférico inferior). (C.P. Morice, J.J. Kennedy, N.A. Rayner, and P.D. Jones, “Quantifying uncertainties in global and regional temperature change using an ensemble of observational estimates: The HadCRUT4 dataset,” Journal of Geophysical Research (2012), 117, D08101, doi:10.1029/2011JD017187; Ross R. McKitrick, “HAC-Robust Measurement of the Duration of a Trendless Subsample in a Global Climate Time Series,” Open Journal of Statistics 4 (2014), 527–535, doi: 10.4236/ojs.2014.47050.)

Os dados confirmam a observação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) de que experimentamos hoje uma ausência de aquecimento global suficientemente longa, tornando quase impossível conciliá-lo com os modelos informáticos.

Tudo isso torna cada vez mais claro o fato de que os modelos exageram muito o efeito de aquecimento do dióxido de carbono.

Os erros desses modelos não são aleatórios, como sucede com as temperaturas muitas vezes acima ou abaixo, mas claramente tendenciosos, sistematicamente acima das temperaturas observadas.

O método científico exige que as teorias propostas sejam testadas pela observação empírica.

Por esse teste, os modelos estão errados, não fornecendo qualquer base racional para prever um perigoso aquecimento global induzido pelo homem, nem justificando esforços para reduzir o aquecimento, restringindo o uso de combustíveis fósseis ou de quaisquer outros meios.

Num futuro previsível, as energias eólica e solar não poderão substituir efetivamente os combustíveis fósseis e a energia nuclear

Devido aos seus custos mais elevados e à sua menor eficiência, as energias eólica e solar representam apenas uma pequena porcentagem do consumo total de energia.

Com custos menores e maior eficiência, os combustíveis fósseis representam mais de 85% do consumo.

Substituir fontes de energia constantes e de alta densidade como os combustíveis fósseis, por fontes energéticas intermitentes e de baixa densidade, como a eólica e a solar, seria catastrófico para os pobres deste mundo, pois elevaria simultaneamente os custos e reduziria a confiabilidade e disponibilidade de energia, especialmente a elétrica.

Por sua vez, isso aumentaria o custo de todos os outros bens e serviços, que demandam energia para produzir e transportar.

Causaria uma desaceleração no processo de emancipar os pobres de sua pobreza. Ameaçaria reconduzir milhões de pessoas à pobreza. 

E tornaria as redes elétricas instáveis, com cortes intermitentes de energia e blackouts cada vez mais frequentes, generalizados e onerosos – situações que por sorte são raras em países ricos, mas muito conhecidas de milhões de pessoas em países sem redes elétricas vastas e estáveis, alimentadas por combustíveis fósseis ou nucleares.

Os pobres são os que mais sofreriam com as tentativas de restringir o uso de energias economicamente acessíveis

Os pobres de todo o mundo são os que mais sofrerão com tais políticas.

Os mais pobres entre os pobres – que somam 1,3 bilhões nos países em desenvolvimento e que dependem de madeira e esterco seco como combustíveis primários de cozinha e aquecimento, cuja fumaça mata 4 milhões e debilita temporariamente centenas de milhões a cada ano – serão condenados a mais gerações de pobreza, com suas mortais consequências.

Os marginalizados do mundo desenvolvido, que gastam em média duas vezes ou mais com energia proporcionalmente ao seu salário do que a classe média, perderão acesso a digna moradia, educação e serviço de saúde, na medida em que sua conta de eletricidade subir.

Alguns morrerão congelados por não poder pagar sua conta de energia elétrica e comprar comida suficiente.

Em invernos recentes, dezenas de milhares de pessoas morreram no Reino Unido devido à pressa da Grã-Bretanha em substituir o carvão por energia eólica para gerar eletricidade.

Energia economicamente acessível pode ajudar milhões de pobres a saírem da pobreza

Ao mesmo tempo que os modelos climáticos informatizados exageram o efeito de aquecimento causado na atmosfera pelo dióxido de carbono, plausivelmente simulam que um maior desenvolvimento econômico impulsionado pelo uso crescente de combustíveis fósseis adicionará mais dióxido de carbono na atmosfera.

Em consequência, o Grupo de Trabalho 3 do IPCC considera que os cenários de maior aquecimento no futuro se darão em sociedades mais ricas, e especialmente nas que são agora as mais pobres.

Os riscos de pobreza e políticas energéticas equivocadas que a prolongariam superam de longe os riscos da mudança climática.

Uma riqueza adequada habilita os homens a prosperarem em uma grande variedade de climas, quentes ou frios, úmidos ou secos.

A pobreza prejudica o desenvolvimento humano, mesmo no melhor dos climas.

A conclusão é que reduzir o uso de combustíveis fósseis significa reduzir o desenvolvimento econômico, condenando sociedades pobres a continuarem pobres e exigindo que os pobres de hoje se sacrifiquem em prol dos ricos de amanhã – uma evidente injustiça.

O aumento de dióxido de carbono na atmosfera ajuda o crescimento das plantas

Ao mesmo tempo que o aumento do dióxido de carbono na atmosfera provoca muito menos aquecimento do que se pensava, ele exerce um efeito positivo na vida das plantas.

Com mais dióxido de carbono no ar as plantas crescem melhor, tanto nas temperaturas mais quentes quanto nas mais frias, tanto nos solos mais úmidos quanto nos mais secos, com melhor aproveitamento dos nutrientes do solo, resistindo melhor às doenças e pragas, aumentando a produção de frutas, expandindo-se e esverdeando a terra com sua folhagem.

Tudo isso aumenta a quantidade de alimentos disponíveis e acessíveis a todo mundo, especialmente aos pobres, na medida em que favorece e aumenta a produção agrícola.

Portanto, substituir carvão, petróleo e gás natural por energia eólica, solar e outras fontes energéticas de baixa densidade, prejudica os pobres não somente por aumentar o preço da energia (e com ela o de todos os outros produtos), mas também por reduzir a produção de alimentos. Isso prejudica a vida na Terra inteira, privando-a do efeito fertilizante do dióxido de carbono.

“Narram os céus a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de suas mãos” (Salmos, 18,2).

Ao utilizar combustíveis fósseis para gerar energia e tirar da pobreza bilhões de preciosos filhos de Deus, liberamos do túmulo da terra o dióxido de carbono de que dependem as plantas e, portanto, toda a vida do planeta.

Este fato revela esplendidamente a sabedoria e o cuidado do Criador para com toda a criação: pessoas, animais, plantas, e a própria Terra.

À luz destas considerações, cremos ser insensato e injusto adotar políticas que exijam a redução do uso de combustíveis fósseis para fins energéticos.

Tais políticas condenariam centenas de milhões de nossos irmãos a uma situação de contínua pobreza.

Apelamos respeitosamente a Vossa Santidade que aconselhe os líderes mundiais a rejeitá-las.


domingo, 26 de abril de 2015

Carta aberta de cientistas ao Papa Francisco I:
Santidade não vos deixeis influenciar pelos enganos ambientalistas!

Luis Dufaur





Santidade,

No momento em que os líderes mundiais consideram um acordo sobre o clima, muitos Vos olham em busca de orientação. Louvamos o cuidado que demonstrais para com a Terra e os filhos de Deus, especialmente os pobres.

Nesta carta levantamos algumas questões de interesse geral, que Vos pedimos considerar ao transmitir tal orientação.

Grande parte do debate sobre a gestão ambiental tem sua raiz num confronto entre visões do mundo baseadas em doutrinas opostas a respeito de Deus, da Criação, da humanidade, do pecado e da salvação.

Hotel Columbus, local do encontro do Heartland Institute
Cientistas ao Papa: a crise de aquecimento global não existe!

Uma equipe de cientistas líderes na denúncia dos enganos da propaganda ambientalista radical viajaram a Roma para informar o Papa Francisco sobre a verdade a respeito das mudanças climáticas.

A crise de aquecimento global não existe!, dizem eles.

Eles promovem os seguintes eventos abertos ao público e à imprensa nos dias 27 e 28 de abril:

Segunda-feira, abril 27, 1:00 p.m. GMT +2 (7:00 a.m. ET)
Hotel Columbus
Via della Conciliazione 33
00193 Roma, Itália

Terça-feira, abril 28, 1:00 p.m. - 2:30 p.m. GMT +2 (7:00 a.m. ET)
Palazzo Cardinal Cesi
Via della Conciliazione n. 51 (Piazza S.Pietro)
00193 Roma, Itália

Para mais informação: Jim Lakely, jlakely@heartland.org (preferido) ou 312/731-9364 (em Roma) ou Gene Koprowski gkoprowski@heartland.org ou 312/377-4000 ou 312/852-2517 (em Chicago).

A Pontifícia Academia das Ciências promoverá no dia 28 de abril o encontro “Proteger a Terra, dignificar a humanidade” visando “despertar a consciência e construir consenso” a respeito da suposta atividade humana que estaria causando um catastrófico aquecimento global.

O Heartland Institute – think tank líder na promoção da objetividade científica nessa matéria – levou cientistas sérios a Roma.

Eles desejam que o Papa Francisco não engaje sua autoridade moral com a agenda politizada e anticientífica da ONU.

O encontro promovido pelo Vaticano contará com a presença do secretário geral da ONU Ban Ki-Moon.

E também do economista de Harvard Jeffrey Sachs.

Os dois se destacam pela recusa de tomar conhecimento da abundante documentação científica demostrando que a atividade humana não gera crise climática alguma.

Infelizmente, esse embate afeta com frequência as conclusões da ciência ambiental. Ao invés de um cuidadoso relato exibindo as melhores provas, recebemos conclusões altamente especulativas e teóricas, apresentadas como resultados seguros da ciência.

Nesse processo a própria ciência fica diminuída, e muitos líderes morais e religiosos bem-intencionados correm o risco de oferecer soluções baseadas em ciência enganosa.

Tragicamente, o resultado é que as próprias pessoas que se pretende ajudar podem acabar prejudicadas.

Isto é especialmente trágico, porquanto a própria ciência surgiu na Europa Medieval, numa cultura alimentada durante muitos séculos por uma imagem bíblica da realidade que incentivava empreendimentos científicos.

Esta verdade é comum e corrente para uma ampla e diversificada gama de historiadores e filósofos da ciência. Como explicou Alfred North Whitehead:

A maior contribuição do medievalismo para a formação do movimento científico [foi] a crença inexpugnável de que [...] há um segredo, um segredo que pode ser revelado. Como foi essa convicção tão vividamente implantada na mente européia? [...]


Ela deve provir da insistência medieval sobre a racionalidade de Deus, concebida como a energia pessoal de Jeová, e com a racionalidade de um filósofo grego. Cada detalhe foi supervisionado e ordenado: a busca na natureza só poderia resultar numa confirmação da fé na racionalidade.[...]

Na estimativa de Whitehead, as idéias de outras religiões sobre um deus ou deuses não poderiam sustentar tal entendimento do universo.

Em seus pressupostos, qualquer “ocorrência [como no animismo ou no politeísmo] poderia ser devida ao decreto de um déspota irracional” ou [como acontece com o panteísmo e o materialismo ateu], a “alguma origem impessoal e inescrutável das coisas. Não existe a mesma confiança [como se dá no teísmo bíblico] na racionalidade inteligível de um ser pessoal”. (Alfred North Whitehead, Science and the Modern World (New York: Free Press, [1925] 1967), 13, 12, 13, citado em Rodney Stark, The Victory of Reason: How Christianity Led to Freedom, Capitalism, and Western Success (New York: Random House, 2005), 14–15. Similarmente, Loren Eiseley escreveu que “foi o mundo cristão que finalmente deu à luz de uma maneira clara e articulada, o próprio método da ciência experimental.” (Loren Eiseley, Darwin’s Century [Garden City, NY: Doubleday, 1958; reprinted, Doubleday Anchor Books, 1961], 62, cited in Nancy R. Pearcey and Charles B. Thaxton, The Soul of Science: Christian Faith and Natural Philosophy [Wheaton, IL: Crossway Books, 1994], 18.)

No mesmo sentido, Pierre Duhem observou que “a mecânica e física de que os tempos modernos justificadamente se orgulham, proveem, através de uma série de pequenos melhoramentos quase imperceptíveis, de doutrinas professadas no cerne das escolas medievais.” (Citado em David C. Lindbergh e Robert S. Westman, eds., Reappraisals of the Scientific Revolution [Cambridge: Cambridge University Press, 1990], 14, via Pearcey and Thaxton, Soul of Science, 53.)

Em suma, a cosmovisão bíblica lançou a ciência como um esforço sistemático para entender o mundo real através de um rigoroso processo de teste de hipóteses pela observação do mundo real. O Prêmio Nobel de Física, Richard Feynman, explicou “a chave da ciência” da seguinte maneira:

Em geral, buscamos uma nova lei [científica] pelo seguinte processo: Primeiro nós fazemos uma conjectura.

Depois calculamos as consequências da nossa conjectura, para ver que implicações haveria caso essa lei que conjeturamos fosse verdadeira.

Em seguida comparamos o resultado desse cálculo com a natureza, com experimentos ou experiências, e o confrontamos diretamente com a observação [do mundo real] para ver se funciona. Se a hipótese não concordar com a experiência, ela está errada.

Nesta simples declaração está a chave da ciência. O fato de sua conjectura ser bonita não faz qualquer diferença.

Pouco importa a inteligência de quem a fez ou qual seja o seu nome: se a conjectura divergir da experiência ela está errada. E acabou-se.

(Richard Feynman, The Character of Physical Law (London: British Broadcasting Corporation, 1965), 4, emphasis added)

Esta afirmação simples, porém profunda e absolutamente essencial à prática de uma ciência genuína, é necessária e unicamente derivada da visão bíblica do universo.

Estudiosos cristãos e judeus têm produzido ciência de alta qualidade ao longo dos séculos. Eles estão confiantes de que a ciência genuína leva à verdade sobre Deus e o homem e não entra em conflito com ela.

É por isso que existe, e tem existido por muitos séculos, uma Academia Pontifícia de Ciências e milhares de faculdades e universidades judias e cristãs em todo o mundo.

Assim, como pessoas de fé bíblica, temos um compromisso não só com a verdade, mas também com a prática da ciência como caminho para chegar à verdade.

Hoje, quando cientistas executam modelos climáticos complexos em grandes computadores para simular sistemas naturais incomensuravelmente mais complexos, tais como o clima da Terra, não podemos esquecer nosso compromisso com a verdade ou com aquela “chave da ciência”.

Como disse o cientista social Myanna Lahsen (Myanna Lahsen, “Seductive Simulations? Uncertainty Distribution around Climate Models,” Social Studies of Science 35/6 (December 2005), 895–922.), nossos modelos podem tornar-se “simulações sedutoras” se os modeladores, outros cientistas, o público e os formuladores de políticas se esquecerem de que modelos informáticos não são a realidade, mas devem ser confrontados com ela.

Se o resultado discordar da observação, são os modelos que devem ser corrigidos, e não a natureza.

Ao lado de uma sólida ciência, nossa abordagem da política climática deve conter duas opções preferenciais: pela humanidade e, na humanidade, pelos pobres.

Com isso não visamos lançar a humanidade contra a natureza, menos ainda pobres contra ricos. Pelo contrário, afirmamos que, como somente a humanidade reflete a imago Dei, qualquer esforço para proteger o meio ambiente deve estar centrado no bem-estar do ser humano e particularmente no dos pobres, por serem os mais vulneráveis e menos aptos a se protegerem.

Como escreveu o Rei Davi: “Feliz quem se lembra do necessitado e do pobre, porque no dia da desgraça o Senhor o salvará” (Salmo 40,2).

Uma boa política climática deve reconhecer a excepcionalidade humana, o chamado de Deus às pessoas para dominarem o mundo natural (Gênesis 1,28), e a necessidade de proteger os pobres do mal e de ações que prejudiquem sua emancipação da pobreza.

Hoje, muitas vozes proeminentes qualificam a humanidade como flagelo do planeta, dizendo que o homem é o problema, e não a solução.

Tais atitudes falseiam com muita frequência a correta avaliação dos efeitos do homem sobre a natureza.

Alegando ingenuamente “ciência estabelecida”, elas exigem medidas urgentes para proteger o planeta de um catastrófico aquecimento global induzido pelo homem.

Ao atribuir o aquecimento dito antinatural ao uso de combustíveis fósseis para obter energia essencial ao desenvolvimento humano, tais vozes exigem que os homens se desfaçam do dominium que Deus lhes concedeu, ainda que isso signifique sua permanência ou recaída na pobreza.

continua no próximo post: Cientistas ao Papa Francisco: pelo amor dos pobres rejeitai teorias inimigas da ciência, da humanidade e do sentimento cristão!


domingo, 19 de abril de 2015

Ambientalismo radical exibe fundo religioso
e endossa aparências cristãs

Rajendra Pachauri teve que deixar o IPCC.
Rajendra Pachauri teve que deixar o IPCC.
Luis Dufaur





Rajendra Pachauri, vinha ocupando a presidência do polêmico IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change). Esse órgão das Nações Unidas foi fautor de inúmeros exageros e deturpações científicas, hoje demostradas sobre o clima.

Pachauri pôs fim a 13 anos turbulentos no cargo, após sair a público uma denúncia contra ele por assédio sexual na Índia, informou a agência “Reuters”.

O mérito desse caso, que ainda aguarda julgamento na Índia, excede os limites deste blog.

Pachauri exercia essa função desde 2002. Juntamente com o senador e arauto ambientalista radical americano Al Gore, ganhou o Prêmio Nobel da Paz 2007, por suas contestadíssimas teorias sobre o meio ambiente.

domingo, 12 de abril de 2015

“Comemoremos o aumento do CO2”,
diz cofundador de Greenpeace

“Comemoremos o aumento do CO2”, diz ex-cofundador de Greenpeace
“Comemoremos o aumento do CO2”, diz cofundador de Greenpeace
Luis Dufaur





O Dr. Patrick Moore é cofundador, diretor e chefe dos cientistas da Greenspirit Strategies. É todavia mais famoso enquanto líder internacional ambientalista por mais de 40 anos.

Nesse período, também foi cofundador de uma das maiores ONGs, a qual fez do ambientalismo uma bandeira militante anti-progresso: Greenpeace.

Porém, ao perceber que os objetivos iniciais dessa ONG haviam sido substituídos por uma infiltração neocomunista, Patrick Moore a abandonou.

Moore declara-se “cético” quanto à afirmação de que os humanos constituem “a principal causa da mudança climática e de que o futuro próximo será catastrófico. Não há provas científicas para essas hipóteses, porém nos dizem que ‘o debate já está encerrado’ e que ‘a ciência foi definitivamente estabelecida’”.

domingo, 5 de abril de 2015

Página calcula o aquecimento global
como ambientalista gosta: tipo videojogo

Não existe, mas foi criado virtualmente.
Ambientalismo explora potencialidades do computador.
Mas não é ciência e muito menos natureza e verdade.
Luis Dufaur




Um dos pontos mais sensíveis de divergência entre os cientistas objetivos – também impropriamente chamados de céticos – e o ambientalismo extremista radica nos métodos utilizados.

Os cientistas sérios recolhem os dados da natureza como eles se apresentam, independente de qualquer preferência, e deduzem a partir deles afirmações objetivas.

O ambientalismo militante age de modo diverso. Primeiro concebe uma teoria – normalmente viciada por ideologias concebidas em função de um objetivo político.

A teoria deve ser do gosto da mídia e dos órgãos governamentais ou internacionais, que fornecerão as verbas no futuro. E pronto! Depois tenta encaixar a realidade nessa teoria.

domingo, 29 de março de 2015

Poluição inviabiliza vida em cidades chinesas,
mas ambientalistas exaltados calam

Pequim num dia poluído (15-01-2015) e num dia ensolarado (19-12-2014).
PASSE O MOUSE PARA CONFERIR



Quase 90% das cidades chinesas têm a atmosfera contaminada, algumas pesadamente, com perigo para a saúde de seus habitantes.

A percentagem é impressionante: das 74 aglomerações monitoradas pelo ministério de Meio Ambiente, apenas 8, ou quase 10%, estiveram abaixo da fronteira do perigo em 2014, noticiou o jornal parisiense “Le Figaro”.

A maior preocupação é com o PM2,5, critério que mede as partículas mais finas no ar, o monóxido de carbono e o ozono.

Trata-se de partículas especialmente pequenas e assassinas que danificam os sistemas respiratório e cardiovascular, a partir dos quais penetram até no cérebro, ameaçando as crianças em gestação, etc.

domingo, 22 de março de 2015

Florestas tropicais crescem mais rápido
com aumento de emissões de CO2

Florestas tropicais crescem mais com aumento de emissões de CO2.
Floresta de Wharanaki Falls, Nova Zelândia.
Luis Dufaur





As florestas tropicais crescem mais rápido quando aumenta a proporção de CO2 na atmosfera, defende estudo patrocinado pela NASA.

A informação é do jornal britânico “The Daily Mail”.

O estudo concluiu que as florestas tropicais estão absorvendo 1,5 bilhões de toneladas de CO2 por ano, fato que estimula a fotossíntese e as faz crescerem mais.

As florestas tropicais úmidas, como a amazônica, absorvem o excesso dos gases estufa numa proporção maior do que a imaginada, com benéfico efeito de equilíbrio.
“Esta é uma boa notícia, porque as florestas boreais colhem menos esses gases, enquanto as florestas tropicais podem continuar absorvendo-os durante muitos anos”, disse o Dr. David Schimel, pesquisador do Nasa's Jet Propulsion Laboratory da Califórnia, que liderou o estudo.

domingo, 15 de março de 2015

Novo combustível promete render mais
do que todos os conhecidos

Arde o metano libertado e pinga água. Fonte: United States Geological Survey
Arde o metano libertado e pinga água.
Fonte: United States Geological Survey
Luis Dufaur





E se as fontes de energia conhecidas fossem apenas uma parcela, e até mínima, de muitas outras existentes que o homem não descobriu, ou ainda não sabe como explorá-las?

A pergunta é procedente e a resposta poderia sepultar definitivamente as alegações catastrofistas de uma civilização planetária que se apaga por esgotamento de suas fontes de energias.

Uma nova fonte de energia foi identificada nos leitos marítimos do mundo. E vários países já correm para gerar a tecnologia que a torne acessível.

O Japão já poderia começar a explorá-la na próxima década, segundo longa reportagem de “Expansion.com”.

Trata-se dos hidratos de metano (uma espécie de gás metano congelado, o gás de cozinha), cujas reservas superam as do petróleo, do gás natural e do carvão somados.

No momento atual, a última palavra em matéria energética está mudando a geopolítica mundial: o petróleo e o gás de xisto.

domingo, 8 de março de 2015

Os polos não derretem, os ursos passam bem,
os mares não sobem e não morremos assados
comemora veterano comentarista do tempo

John Coleman: "não existe a crise do clima"
Luis Dufaur


A administração Obama e seu poderoso secretário de Estado, John Kerry, martelam incessantemente que combater a mudança climática provocada pela civilização é um dos grandes desafios da humanidade.

Mas, como se ainda necessário fosse, John Coleman, co-fundador do Weather Channel, órgão que conquistou a reputação da mídia como o mais confiável na previsão do tempo, voltou a mostrar que o martelado prego da mudança climática não só está torto: ele não existe.

O bem-humorado Coleman participou do programa “The Kelly File”, de Megyn Kelly, para discutir o “mito” da suposta “crise climática”, até cair na risada com as pessimistas contradições de Al Gore.

“Para qualquer um é muito difícil ser contra [o mito da ‘crise climática’], porque a mídia disse ao país, dia após outro durante 20 anos, que os oceanos estão subindo, que os ursos polares estão morrendo, que o gelo está derretendo, que as tormentas vão varrer a Terra e que todos nós vamos a morrer numa onda de calor”, explicou Coleman, que durante 60 anos comunicou ao país as mais respeitadas previsões sobre o tempo.

domingo, 1 de março de 2015

Religião verde levanta ponta do véu
e aparece um panteísmo anti-humano

Gaia: o deus, ou deusa, panteísta onde se desfazem todos os seres individuados
Gaia: o deus, ou deusa, panteísta e caótico onde se desfazem todos os seres individuados
Luis Dufaur


A Associação Ecumênica de Teólogos e Teólogas do Terceiro Mundo (EATWOT ou ASETT) consagrou um número de sua revista “Voices” ao tema “Ecologia profunda, espiritualidade e liberação”, informou a agência ADISTA, que divulga entusiasmada a iniciativa.

Temos insistido neste blog que por detrás da aparência de proteção da natureza, a temática ecológica vem sendo explorada a partir da queda da URSS para operar uma revolução de tipo panteísta, neocomunista e libertária.

Aderiu a esse estratagema a decrépita Teologia da Libertação, que andava precisando de novos ares de mocidade, ou de algum botox ideológico.

Insistimos também que nesse ambientalismo fajuto se esconde uma religião oculta para os não iniciados.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

O fantasma da “acidificação dos oceanos” não existe

Não faltaram custosos operativos de propaganda  para a teoria oca da acidificação dos oceanos por obra do homem.
Não faltaram custosos operativos de propaganda
para a teoria oca da acidificação dos oceanos por obra do homem.
Luis Dufaur


Um reputado especialista acaba de desentranhar uma falsificação comparável talvez à vituperada fraude do gráfico do “hockey stick” de Michael Mann. Veja mais sobre o caso: CLIMATEGATE

Esse escândalo, que deu muito para falar, distorceu os dados para criar um esquema que mostrava o CO2 subindo como um foguete, segundo escreveu Thomas Lifson, diretor do “American Thinker”.

Agora foi apontada outra fraude incubada nas artimanhas alarmistas sobre a suposta acidificação dos oceanos. Veja também: Expedição descobre que imensa “ilha de lixo flotante” era ficção ambientalista

Como o fato é bastante inacessível ao comum das pessoas, foi fácil agitar o espantalho. E depois, como de costume, usá-lo para impor medidas contra o CO2, essencialmente mais impostos, mais sistemas regulatórios, controles da produção e diminuição do consumo da energia que faz funcionar a vida moderna.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Alarmismo ambientalista engana sobre a causa da seca, diz climatologista Luiz Carlos Molion

Climatologista desfaz mitos "verdes" sobre a seca e aponta as verdadeiras causas. Professor Luiz Carlos Molion
Climatologista desfaz mitos "verdes" sobre a seca
e aponta as verdadeiras causas. Professor Luiz Carlos Molion
Luis Dufaur


O professor Luiz Carlos Molion, dispensa apresentação. Ele representa a América Latina na Organização Meteorológica Mundial, é pós-doutor em meteorologia, membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim, e leciona na Universidade Federal de Alagoas. 


Em palestra que ministrou no dia 19 de dezembro aos produtores da Cooperativa Regional de Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), o climatologista fez uma previsão de chuvas para os próximos anos.

E mais uma vez refutou a hipótese de as mudanças climáticas e o aquecimento global serem frutos da ação agrícola e industrial, segundo divulgou Correpar.

O renomeado climatologista utilizou dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), e mostrou 2014 choveu cerca de 70% da média prevista de 1.400 mm.

Molion defende que a atribuição da seca à ação humana sobre o meio ambiente, especialmente o desmatamento na Amazônia é um mito.

“Coisa de ‘ambientalista extremista’”, afirmou.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Profecias de Boffstradamus:
tudo o que vai acontecer em 2015

Boffstradamus: o infalível áugure profetiza o quase fim da vida na Terra em  2015
O infalível áugure profetiza o quase fim da vida na Terra em  2015
Luis Dufaur


Este post já começou mal: se você o lê é porque não se cumpriram algumas das profecias que o sábio Boffstradamus tirou de sua biblioteca verde, teológica e libertária.

Consultado a respeito, enquanto contribui a todo vapor com uma próxima encíclica, o infalível áugure garante que vão se cumprir.

E se falharem será por culpa do agronegócio, do aquecimento global, do egoísmo acumulador, da globalização e outras mazelas capitalistas.

Profecia verde, teológica e libertária nunca falha. Então, tomemos as seguintes verdades que se verificarão neste ano, sem direito à réplica.