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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Roraima: em nome da ecologia
assanhamento contra produtores rurais

Raposa/Serra do Sol: antes, durante e depois. O Brasil amanhã: como é que vai ser?
Raposa/Serra do Sol: antes, durante e depois. O Brasil amanhã: como é que vai ser?

Paulo Henrique Chaves


O drama e a dor de Dorinha Serra da Lua

O Estado de Roraima ainda não se recuperou da tragédia representada pela expulsão de mais de 300 famílias.

Há sete anos, em decorrência da criação da terra indígena Raposa/Serra do Sol, proprietários da região foram cruelmente retirados de suas próprias casas.

Agora nova perseguição se abate sobre outros pioneiros ruralistas, pois a febre de demarcações dos governos do PT não cessa.

Para perseguir as propriedades eles são capazes de “ressuscitar” novos índios, inventar falsos quilombolas, criar assentamentos de Reforma Agrária, e também parques ecológicos de conservação ambiental em terras de ocupação centenária.

Assista abaixo ao depoimento emocionado de Dorinha Serra da Lua, que conta sua história de seu nascimento e, ao mesmo tempo, desabafa sobre como vem sendo este novo processo de desapropriação no Estado de Roraima, com o pretexto de preservar o meio ambiente!

domingo, 23 de agosto de 2015

Proibir o dendê?
O ambientalismo rebaixando a vida dos homens

Árvore de óleo de palma, ou dendê, (Elaeis guineensis), decretada inimigo da planeta pelo ditatorialismo ambientalista
Árvore de óleo de palma, ou dendê, (Elaeis guineensis),
decretada inimigo da planeta pelo ditatorialismo ambientalista
Luis Dufaur






A ministra socialista francesa de Ecologia, Desenvolvimento Sustentável e Energia, Ségolène Royal, denunciou a empresa italiana de doces e chocolates Ferrero de contribuir para o desmatamento do planeta.

Ela apontou que o óleo de palma é usado para o fabrico de Nutella, o creme de cacau, leite e avelãs mais vendido no mundo, noticiaram os jornais Clarín, de Buenos Aires, e La Vanguardia, de Barcelona.

A ministra justificou o gesto arbitrário alegando que o aumento das plantações de palmas da Guiné contribui para o aquecimento global.

“Temos de deixar de comer Nutella, por exemplo, porque está sendo fabricado com óleo de palma”, o azeite de dendê brasileiro, disse a ministra Royal no programa Le Petit Journal do Canal+.
O disparate da ministra espantou até o apresentador do programa, que não conseguiu reprimir a exclamação: “A Nutella é boa!”.

A ministra acabou por afundar sua posição, insistindo: “Sim, mas não é necessária, porque contém óleo de palmas que foram plantadas em lugar de árvores, fato que constitui um dano considerável ao meio ambiente”. Como se a palma não fosse árvore...

Criança consumindo Nutella contribui ao desmatamento, aquecimento global, etc., segundo ministra de Meio Ambiente
Criança consumindo Nutella contribui ao desmatamento,
aquecimento global, etc., segundo ministra de Meio Ambiente
A ministra francesa de Ecologia está lúcida, mas talvez tenha agido com excessiva confiança na onda anticonsumista que alguns achavam que se seguiria à encíclica Laudato Si’.

Dentro de 24 horas a ministra ecologista pediu escusa aos franceses pelo seu desatino, através de sua conta no Twitter.

Entretanto, ela não foi a primeira a conclamar um boicote contra a Nutella, frequentemente acusada de todos os males pelo ambientalismo miserabilista, escreveu o jornal Le Fígaro, de Paris.

Existe até um grupo de deputados no Parlamento Europeu tentando banir o produto!

O próprio ministro italiano de Meio Ambiente, Gian Luca Galletti, colega de ideologia rubro-verde da ministra francesa, puxou as orelhas de sua imprudente correligionária.

A revolta dos consumidores, notadamente das mães que alimentam seus filhos com Nutella, impôs uma marcha-ré acelerada.

Michele Anzaldi, deputado pelo Partido Democrata italiano e membro da Comissão para Assuntos Agrícolas, exigiu truculentamente imediatas desculpas da ministra francesa.

Esta aceitou a correção e escreveu no Twitter que estava “de acordo em valorizar o progresso”.

Em 2012, os deputados verdes franceses introduziram um projeto de “multa Nutella”, impondo um aumento de 300% do tributo que grava o dendê, para lutar, diziam eles, contra o desmatamento e a obesidade.

Quem acha que esta feliz mulher está atentando contra o futuro do planeta?
Um ambientalista, só um ambientalista...
O projeto chegou a ser aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais, mas foi recusado pelo plenário, tão absurdas foram as alegações.

O fato parece anedótico, mas traz um conteúdo envenenado.

Os militantes do radicalismo ambientalista estão se engajando em campanhas para rebaixar o nível de vida dos povos ocidentais, denegridos como vulgares “ricos”. Eles gostariam de encaminhá-los rumo a uma sociedade igualitária e miserabilista.

Episódios como o de Nutella podem se repetir com outros produtos ou costumes de consumo.

A população não quer saber do miserabilismo irracional disfarçado de proteção da natureza, ignaro, mas capcioso, segundo se evidenciou neste malabarismo da ativista francesa.


domingo, 16 de agosto de 2015

Menti, menti, menti… que afinal sairá a governança verde mundial!

Miguel Arias Cañete, comissário da UE para o clima. ficou empolgado com a ... fraude de Belgrado!
Miguel Arias Cañete, comissário da UE para o clima. ficou empolgado com a ... fraude de Belgrado!
Luis Dufaur





Desinvestir em combustíveis fósseis – quer dizer, naqueles viáveis para a atividade humana no mundo – é uma palavra de ordem repetida incessantemente nos arraias do fanatismo verde.

É fora de dúvida que aparecendo combustíveis melhores, menos onerosos, mais eficazes ou acessíveis, será bom ir fazendo a devida substituição, com sensatez e com toda a presteza possível.

Mas nada disso está acontecendo. Os verdes exigem desinvestir sem fornecer alternativas viáveis. O que equivale a parar a civilização hodierna.

Com esse objetivo, eles não hesitam em apelar até para desonestidades científicas, políticas ou administrativas.

Um exemplo recente desses procedimentos desonestos deu-se com a Sérvia.

A manobra visa influenciar a conferência de Paris sobre o clima – COP 21, em dezembro –, a qual tentará fazer passar uma espécie de governança mundial ambientalista, ou governo arbitrário verde, por cima dos países soberanos.

A ocasião é propícia para anúncios demagógicos, sobretudo se servirem para estimular a COP 21 no mau caminho, ou na estrada verde.

Nesse contexto, a Sérvia anunciou objetivos “exemplares” em matéria de corte de emissões de CO2.

Porém, seu plano “exemplar” na verdade só produzirá o contrário do que anuncia: aumentará em 15% as emissões de CO2, segundo o jornal “The Guardian”, jornal que aderiu à campanha 'desinestimentista', referido pela agência também ‘desinvestimentista’ VoxEurop.

O trapaceiro compromisso climático da Sérvia foi aclamado pela Comissão Europeia como um passo “exemplar” para os demais países da União Europeia.

Faire flèche de tout bois, diz o adágio francês... Inventar pretextos com base em qualquer coisa...

Termoelétricas a carvão em Kostolac estão no centro do espalhafatoso e falso anúncio. Mas, se a tecnologia é da China, tudo bem....
Termoelétricas a carvão em Kostolac estão no centro do espalhafatoso e falso anúncio.
Mas, se a tecnologia é da China, tudo bem....
Belgrado anunciou que em relação a 1990 – quer dizer, à era soviética – até 2030 reduzirá 9,8% de suas emissões de CO2. O sensacional anúncio foi feito na presença do vice-presidente da Comissão Europeia e comissário da União energética, Maroš Šefčovič.

Na realidade, as emissões de CO2 na Sérvia já diminuíram 25% desde 1990, devido ao colapso da vetusta indústria pesada herdada da era comunista.

Assim, somando e subtraindo, o enganoso anúncio dizia na prática que a Sérvia iria aumentar 15,3% a sua emissão do incompreensivelmente denegrido CO2. O aumento do CO2 é ótimo para o meio ambiente, especialmente para os vegetais. Mas o fanatismo verde demonizou esse gás da vida.

Fontes da UE reconheceram que a trapaça da Sérvia ainda poderia ser maior, pois os valores de 1990 incluíam centrais a carvão de um território disputado – o Kosovo – que não serão computadas em 2030.

Mas o vice-presidente da Comissão Europeia louvou a proposta e prometeu apoiar a candidatura Sérvia de adesão à UE, cujos países-membros se comprometeram a reduzir as emissões de CO2 em 40% até 2030.

“O vosso sucesso atual, na adoção das contribuições previstas e determinadas em nível nacional, constitui um passo exemplar”, enalteceu ainda o líder da UE.

O comissário da UE para o Clima, Miguel Arias Cañete, também incensou a enganação de Belgrado, acrescentando que a Sérvia deu provas de “liderança na região” e que o “exemplo” – não se sabe se é o da fraude – deve ser rapidamente seguido pelos seus vizinhos.

“A proposta sérvia é uma anedota, mas agora que a Comissão diz que é um passo exemplar para a adesão à UE, ninguém ri”, comentou Garret Tankosić-Kelly, responsável do think thank bósnio SEE Change Net, também membro da confraria verde.

“Como é que o resto do mundo pode levar a sério as propostas da UE relativamente ao clima, quando podemos demonstrar que esta permite que os países candidatos à adesão manipulem os dados das suas políticas climáticas na esperança de que ninguém repare?”, perguntou.

“É uma espécie de manipulação”, disse uma fonte da UE.

A Sérvia está fortemente engajada numa onda de construção de centrais a carvão – essas sim produtoras de gases poluentes –, para substituir as periclitantes infraestruturas comunistas.

Recentemente ela assinou um acordo de 600 milhões de dólares com a China, o maior poluidor do planeta, para construir uma nova central em Kostolac.

Mas não há qualquer protesto dos heróis ‘salvadores do Planeta’. Quando a imagem do socialismo ou do comunismo pode ser lanhada em algo, os ambientalistas radicais guardam obsequioso silêncio.

Esses silenciosos arrebentam em aplausos quando alguém anuncia que se jogou no abismo da utopia anticivilizatória, ainda que seja mentindo. O importante para eles é que o mundo ex-cristão corra para a depauperação geral.


20 índices mostram que a poluição na China atingiu níveis 'apocalípticos'



quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Onze países da União Europeia
aprovam o ‘fracking’

Poço usa fracking em Grabowiec, perto de Lesniowice, suleste da Polônia.  Ex-satélites da Rússia podem aspirar a um futuro livre da dominação energética russa.
Poço usa fracking em Grabowiec, perto de Lesniowice, suleste da Polônia.
Ex-satélites da Rússia podem aspirar a um futuro livre da dominação energética russa.
Luis Dufaur





A tecnologia do fracking, ou fratura hidráulica, pôs a serviço da humanidade, com baixo custo, imensas quantidades de combustíveis de origem fóssil.

Desde sua aplicação em grande escala nos EUA, o fracking derrubou os preços do petróleo. Também mudou o jogo de influências econômicas globais, afastando a perigosa dependência ocidental do petróleo árabe, russo e venezuelano.

O furor verde se desencadeou contra a nova tecnologia. Delirantes campanhas de detração foram despejadas. Logo ficou provado que elas não tinham fundamento. Mas a sabotagem do progresso continuou do mesmo jeito.

Os governos europeus que se abriram à enganosa propaganda verde cercearam essa tecnologia, danificando as economias nacionais já em crise por outros fatores.

Mas o embuste não durou muito. A militarmente cada vez mais agressiva Rússia de Vladimir Putin acenou com a chantagem do gás e do petróleo em função do sonho expansionista de criar uma “nova URSS”.

A invasão da Criméia e do leste da Ucrânia, salpicada ainda com o morticínio dos 297 passageiros do voo MH17 da Malaysia Airlines, tirou as escamas de muitos olhos europeus até então embaçados.

Jazidas de gás e petróleo de xisto na Europa podem trazer alívio geral a ricos e pobres. Fonte: International Energy Agency, KPMG e serviços de imprensa.
Jazidas de gás e petróleo de xisto na Europa podem trazer alívio geral a ricos e pobres.
Fonte: International Energy Agency, KPMG e serviços de imprensa.
Nesse contexto, a Comissão Europeia, órgão executivo máximo da União Europeia, consultou há um ano os 28 países membros sobre se eles pensavam em autorizar a fratura hidráulica em grande escala, escreveu o jornal El País, de Madri.

A resposta foi desanimadora para essa Comissão e para a confraria verde-comunista. Houve onze “sim” ou “provavelmente”: Dinamarca, Países Baixos, Reino Unido, Polônia, Romênia, Hungria, Lituânia, Áustria, Alemanha, Espanha e Portugal.

Embora os organismos europeus não proíbam o fracking, a Comissão de Indústria, Investigação e Energia do Parlamento Europeu o recusou mais de uma vez, pondo entraves ao procedimento.

Os grupos parlamentares Socialista, Verdes e Esquerda Unitária Europeia continuam apresentando emendas e propostas instando os países membros a não autorizar novas operações de fracking. Vetando esse método, eles tiram a possibilidade de garantir a soberania energética do continente face à Rússia.

Dos 17 países que dizem que não darão licenças, vários sublinham que em seus territórios não há jazidas aproveitáveis com o novo método.

Papa Francisco recebe políticos anti-fracking.  Com o fracking a Argentina está recuperando a independência energética  e as esquerdas estrebucham.
Papa Francisco recebe políticos anti-fracking.
Com o fracking a Argentina está recuperando a independência energética
e as esquerdas estrebucham.
Porém, em certos casos, a recusa foi política ou ideológica. É o caso da França, governada por um presidente socialista.

A presidência anterior se encaminhava para explorar com essa tecnologia as reservas de gás de xisto que fariam da França um Qatar europeu.

Na resposta, o governo socialista francês adota o realejo gasto dos boatos ambientalistas contrários à fratura hidráulica.

A Polônia, que depende perigosamente do gás russo, foi o exemplo da opinião sensata: concedeu 56 licenças de exploração já em atividade, 48 em terra e oito no mar.

Samuel Martín-Sosa, ativista de Ecologistas en Acción, está desanimado e acha que Comissão Europeia não vai mudar de posição.

Mas se em Paris for criada uma governança mundial que esmague os direitos soberanos, então a utopia ambientalista poderá atropelar as evidências em nome da “salvação do planeta”.


domingo, 9 de agosto de 2015

Agência Ambiental dos EUA nega que fracking tenha efeitos danosos relevantes

Agência Ambiental dos EUA nega que a fragmentação hidráulica tenha efeitos danosos relevantes
Luis Dufaur





A muito respeitada Environmental Protection Agency – EPA (Agência para a Proteção Ambiental, do governo dos EUA) trouxe boas notícias para o aproveitamento do petróleo e do gás de xisto.

Contudo, para o fanatismo ambientalista, inimigo arbitrário, irracional e furioso do fracking (fragmentação hidráulica), técnica que permite explorar as imensas jazidas desse gás e petróleo subterrâneo, tais notícias soaram como um toque de finados.

A agitação ambientalista argüia sem fundamento que o fracking poluiria a água potável, intoxicando as populações.

domingo, 2 de agosto de 2015

Arcebispo refuta ideia tola
sobre São Francisco e a Criação

Mons. André-Joseph Léonard, primaz da Bélgica explicou por que não está bem amar “esse espírito franciscano beato que celebra sem matizes a beleza do cosmos”.
Mons. André-Joseph Léonard, primaz da Bélgica
explicou por que não está bem amar “esse espírito franciscano beato
que celebra sem matizes a beleza do cosmos
”.
Luis Dufaur





Mons. André-Joseph Léonard, arcebispo resignatário de Bruxelas e primaz da Bélgica, fez ressalvas a uma falsa interpretação do espírito de São Francisco de Assis e sua relação com a natureza. O prelado falou em entrevista a Le Vif/L’Express.

O arcebispo se disse “perplexo” com essa ilação de São Francisco com a natureza, porque “muitos o admiram pelo fato de que ele cantou a beleza da natureza e pregou aos pássaros difundindo uma concepção muito otimista da Criação”.

Mons. Léonard diz que o defeito não está em São Francisco, mas naqueles que tentam manipular sua imagem para passar uma mensagem ambientalista enganosa e profundamente danosa.
“Na realidade, a vida dos homens e dos animais é trágica. A vida animal é uma carnificina, um mata-mata. É muito bonito pregar aos pássaros, mas quando eles veem um verme na terra, eles o devoram. Quando um gato vê um rato, ele não lhe faz coisas muito simpáticas!”, observou.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Encíclica Laudato Si’ causa perplexidades entre os católicos e regozijo nos extremismos de esquerda




No dia 16 de julho p.p., por iniciativa do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, no Club Homs da capital paulista o autor deste post introduziu sua palestra lembrando que uma Encíclica é um documento de grande autoridade magisterial dirigido a todo o orbe católico.


Porém, a Laudato Si não se dirige só aos católicos, mas, segundo explicou o Prof. Alberto Gambino, da Universidade Europeia de Roma, “a todos os que têm sensibilidade pela [...] deterioração do meio ambiente”, crentes ou não.

domingo, 26 de julho de 2015

No IPCO, Molion faz crítica científica da encíclica Laudato Si’

Molion: a encíclica acolhe mistificações sem base na ciência
Molion: a encíclica acolhe mistificações sem base na ciência
Luis Dufaur





No dia 16 de julho p.p., por iniciativa do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, palestraram no Club Homs da capital paulista o Prof. Luiz Carlos Molion e o autor deste post.

O Prof. Molion é meteorologista, pesquisador da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), PhD em Meteorologia e pós-doutor em Hidrologia de Florestas. Ele assestou o foco nos aspectos científicos da Encíclica Laudato Si'.

Ele observou as múltiplas impropriedades, do ponto de vista da ciência, contidas na recente Encíclica, pois adota hipóteses controvertidas como se fossem resultantes de um consenso entre os especialistas.

Também sublinhou que o termo “consenso” jamais pode ser usado na ciência, pois é ele mais próprio da política e de seus conchavos. A ciência é questionadora por natureza.

O Prof. Molion explicou que a análise dos dados dos últimos 420 mil anos registra sucessivas eras glaciais com cerca de 100 mil anos de duração cada uma, interrompidas por períodos quentes ou interglaciários de 10 a 12 mil anos de duração.

A última glaciação ocorreu há 130 mil anos. Nesse período, pode-se constatar que o CO2 nunca causou alteração da temperatura. Pelo contrário, ele acompanhou as mudanças da temperatura com um atraso de 800 a mil anos, ou até 5 mil.

O CO2 é um seguidor e não um condutor. O grande controlador do CO2 na atmosfera são os oceanos, que constituem 71% da superfície da Terra. Dos 510 milhões de quilômetros quadrados do Planeta, 361 milhões são cobertos pelos oceanos.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Cientistas preveem mini-idade do gelo

O rio Tamisa, Londres, congelado na anterior mini-Idade do Gelo, século XVII
O rio Tamisa, Londres, congelado na anterior mini-Idade do Gelo, século XVII



Do site FAKECLIMATE

Um grupo de cientistas vaticina irregularidades na atividade solar dentro de cerca de 15 anos, e que poderemos ter que encarar uma “mini-Idade do Gelo” a partir de 2030.

Esta tese resulta de um novo modelo de ciclo solar que consegue prever que a atividade do Sol vai ficar reduzida em cerca de 60% durante a década de 2030.

A confirmar-se esse cenário, viveremos condições semelhantes às que se verificaram aquando da chamada “mini-Idade do Gelo” que começou em 1645.

Até agora nunca nenhum modelo científico tinha conseguido prever com precisão as flutuações na atividade solar, algo que a professora de Matemática Valentina Zharkova, da Universidade de Northumbria, no Reino Unido, e os seus colegas de estudo acreditam ter finalmente conseguido.

domingo, 12 de julho de 2015

Totalitarismo verde e planetário
impulsionado por uma Igreja nova?
Reflexões sobre a Laudato Si’

A encíclica Laudato Si' aponta contra os ricos, a propriedade privada
e a soberania nacional, diz Rosenfield
Luis Dufaur




O professor e articulista Denis Lerrer Rosenfield teceu atualizados comentários sobre a encíclica Laudato Si’, do papa Francisco, dedicada a questões ambientais.

O prof. Rosenfield tem-se posicionado contra a interferência do Estado na vida dos cidadãos. Porém, lendo a encíclica chegou à conclusão que essa abre o caminho para um intervencionismo ainda maior.

Um intervencionismo planetário que desconhece as soberanias nacionais. E a fortiori, a do Brasil. E estabelece uma espécie de ditadura universal como até agora nunca se tentou.

Utopia com tonalidades religiosas, cujo Evangelho se encontraria nas pregações subversivas indigenistas, e teria nas ONGs e nos 'movimentos sociais' os agentes de uma nova KGB verde sob as bênçãos de uma Igreja também ‘nova’ que não mais cultua Jesus Cristo, mas a Mãe Terra.

Reproduzimos a continuação excertos do artigo “O papa e a Amazônia” publicado no O Estado de S. Paulo, 29.06.15.




O papa e a Amazônia

O papa critica fortemente as grandes empresas internacionais que estariam preocupadas só em saquear os recursos naturais de regiões de grande biodiversidade como a Amazônia, a bacia do Congo e os grandes lençóis freáticos e glaciares. Aliás, são as três únicas regiões do mundo referidas no documento.
Denis Lerrer Rosenfield, professor de Filosofia na UFRGS
Denis Lerrer Rosenfield,
professor de Filosofia na UFRGS

Nesse sentido, ele seria contra a “internacionalização” política dessas áreas do planeta. Aparentemente, ele seria contra a internacionalização da Amazônia, entendida como uma forma de dominação de grandes empresas e dos países mais desenvolvidos.

A imprensa nacional tomou essa formulação pelo valor de face, ressaltando o fato de o Santo Padre defender a soberania nacional, no caso brasileiro, da Amazônia.

Logo, o Brasil não teria com o que se preocupar.

Uma leitura atenta do documento, contudo, permite desvelar outra concepção.

Habemus papam ecologistum

Evaristo E. de Miranda é Pesquisador da Embrapa,
doutor em ecologia, diretor do Instituto Ciência e Fé.


Evaristo E. de Miranda



A encíclica Laudato Sí, do Papa Francisco, emprega 74 vezes a palavra “natureza”, 55 vezes “meio ambiente” e uma só vez a expressão “Jesus Cristo”, aquela que designa a segunda pessoa da Santíssima Trindade.

Já o mestre galileu, não divinizado, chamado apenas de Jesus, aparece 22 vezes, o mesmo número de citações do termo “tecnologia” e menos de metade da “ciência”, evocada 55 vezes. Contudo, a Academia Pontifícia de Ciências, com mais de uma dezena de prêmios Nobel, parece não ter contribuído muito e não é evocada. A palavra democracia não existe no texto.

A encíclica é densa. Merece leitura, estudo e reflexão. Nela, a questão ecológica é abordada, não apenas em sua dimensão “natural” stricto sensu. O documento aborda seu contexto humano, social, político, religioso e cultural.

O texto não é dirigido apenas a bispos e católicos. Fato raríssimo, o Papa fala na primeira pessoa do singular. Ele deixa de lado o “Nós”, o plural majestático, característico de pronunciamentos pontifícios.

Ele se dirige aos crentes (judeus, muçulmanos...) e aos não crentes. Para falar à humanidade, o Papa evoca a responsabilidade de todos em gerir a terra como a nossa casa comum. Ele defende um crescimento econômico com temperança e sobriedade, fundado na mudança de comportamentos.

Novos “ismos”


quarta-feira, 8 de julho de 2015

Laudato Si’: regozijo na esquerda,
perplexidade e crítica
entre os que querem o bem dos pobres

Francisco I em Sarajevo onde um imprevisto quebrou sua férula
Francisco I em Sarajevo onde um imprevisto quebrou sua férula
Luis Dufaur





Passados poucos dias da publicação da muito aguardada encíclica sobre o meio ambiente Laudato Si’ do Papa Francisco I, a expectativa vem deixando o lugar ao desinteresse, à decepção e, com inusitada força, à crítica pela imersão em matérias que não corresponde à Igreja se pronunciar.

Sem dúvida, os assessores do Papa Francisco se esforçaram para manipular realidades materiais, científicas e econômicas para encaixa-las num cenário passível de um juízo moral ou religioso.

Porém, o recurso foi mal sucedido e a Laudato Si’ parece ser ter virado contra a intenção original. O resultado tem sido uma crítica nutrida por parte de fontes católicas que desaprovam a distorcida intromissão na seara científica e econômica.

Do lado do ambientalismo radical e da teologia da libertação não faltaram carregados elogios ideológicos que duraram poucos dias.

Do lado católico, especialmente daqueles profundamente interessados pelo bem dos homens e especialmente dos pobres, vieram notáveis contravapores.

Fazemos votos para que elas ajudem a corrigir o tom verde-vermelho que assumiu a malograda redação final da Laudato Si’.

Nessa perspectiva reproduzimos a continuação uma dessas críticas formulada pelo jornalista Miguel Angel Belloso, diretor da revista ‘Actualidad Económica’ de Madri, vice-presidente do Observatório do Banco Central Europeu, membro da Fundação de Estudos Financeiros e do Conselho Econômico e Social da Comunidade de Madri.



Um Papa pessimista e injusto

Miguel Angel Belloso,
diretor de ‘Actualidad Económica’ de Madri,
vice-presidente do Observatório do Banco Central Europeu,
membro da Fundación de Estudios Financieros
e do Consejo Económico y Social de la Comunidad de Madrid.
Sempre considerei a fé como um motor de esperança e de alegria. Professei também uma grande admiração pelos papas João Paulo II e Bento XVI.

Nenhum deles deixou de assinalar os grandes desafios que a humanidade enfrenta, mas ambos mostraram uma grande confiança no indivíduo e contemplavam o mundo com o otimismo próprio do crente.

Em muito pouco tempo, o Papa Francisco impulsionou uma revolução na Igreja.

A sua nova encíclica, "Laudato si", a sua carta pastoral "Evangelii gaudium", assim como as suas frequentes intervenções nos foros públicos refletem um pessimismo ontológico perturbador.

domingo, 5 de julho de 2015

Aquecimento global:
pseudociência baseada em fraudes

Conferência do Prof Ricardo Felício promovida pelo IPCO. Foto: Paulo Roberto Campos / ABIM.
Conferência do Prof Ricardo Felício promovida pelo IPCO.
Foto: Paulo Roberto Campos / ABIM.
Luis Dufaur





Em 25 de junho último o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (IPCO) promoveu no Club Homs, situado na Avenida Paulista da capital bandeirante, uma conferência do Prof. Dr. Ricardo Augusto Felício sobre “Aquecimento global – pseudociência e geopolítica”.

Graduado em Ciências Atmosféricas, mestre em Meteorologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e doutor em Geografia, o Prof. Felício é docente na Universidade de São Paulo (USP).

Abrindo a sessão, o Dr. Adolpho Lindenberg, presidente do Instituto, destacou a importância do tema e narrou interessantes episódios de sua vida empresarial relacionados com o mesmo.

Por exemplo, lembrou que duas décadas atrás sua construtora edificou um hotel em Manaus, mas que a maioria dos operários, constituída por indígenas, mal conseguia trabalhar devido a problemas de doenças e subnutrição.

domingo, 28 de junho de 2015

O realejo dos pânicos verdes nunca concretizados

A profecía: milhões de pessoas morreriam de fome nos anos 70. A Índia superlotada estava condenada irremediavelmente e “a Inglaterra deixaria de existir por volta do ano 2000”
A profecía: milhões de pessoas morreriam de fome nos anos 70.
A Índia superlotada estava condenada irremediavelmente
e “a Inglaterra deixaria de existir por volta do ano 2000”
Luis Dufaur






2015: Ehrlich, não se arrepende de suas falsas profecias. Ele diz que sua intenção continua incólume: “conscientizar” da catástrofe que estaria despencando sobre nós.
2015: Ehrlich, não se arrepende de suas falsas profecias.
Ele diz que sua intenção continua incólume:
“conscientizar” da catástrofe que estaria despencando sobre nós.
Pela metade dos anos 60 do século XX foi moda na política e na mídia espalhar visões de pesadelo sobre uma desastrosa saturação populacional da Terra.

Em 1966, o escritor Harry Harrison publicou a apavoradora novela de ficção intitulada “Make Room! Make Room!”, em que imaginava massas humanas disputando os escassos recursos da terra em fase de extinção. O livro inspirou o filme ecolo-infernal “Soylent Green” (“No Mundo de 2020” / “À Beira do Fim”)

O duo pop Zager & Evans batia recordes cantando “no ano 2525, se o homem ainda estiver vivo”. A canção martelava que a humanidade estava esgotando demencialmente os recursos da Terra, numa clara mensagem ecológica.

The New York Times elaborou um documentado dossiê e vídeo sobre aquela onda de pânico irracional. Numa perspectiva histórica quem viveu aqueles anos custa imaginar como foi possível que personagens importantes e grandes organismos políticos, religiosos e midiáticos puderam acreditar e se transformar em apóstolos dessa irrealidade hoje incompreensível.

Segundo o documentário, ninguém foi “mais influente ou mais aterrorizador que o biólogo da Universidade de Stanford, Paul R. Ehrlich, com seu livro ‘A bomba populacional’”.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Radicalismo verde na encíclica Laudato Si
gera aflição
Declaração de Voice of the Family

Lançamento da encíclica Laudato Si', Vaticano, 18 de junho de 2015
Lançamento da encíclica Laudato Si', Vaticano, 18 de junho de 2015



ROMA, 18 de junho de 2015 – A coalizão internacional Voice of the Family está profundamente preocupada pela ausência, na encíclica Laudato Si, de qualquer reafirmação do ensinamento da Igreja contra a concepção e pela procriação como fim primeiro do ato sexual.

A encíclica publicada nesta manhã afirma oportunamente que “a defesa da natureza não é compatível .... com a justificação do aborto” (no 120) e “que o crescimento demográfico é plenamente compatível com um desenvolvimento integral e solidário” (no 50).

Contudo, a omissão de qualquer referência ao ensinamento da Igreja sobre a contracepção deixa os católicos despreparados para resistir ao programa internacional de controle da população.

“Deus ordenou ao homem: ‘Sede fecundos e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a’ (Gn 1, 28)”, declarou Maria Madise, porta-voz de Voice of Family, “mas o movimento ecológico vê o crescimento da população como uma ameaça”.

“Os países em desenvolvimento se desmoronam com os anticonceptivos e estão submetidos a fortes pressões para legalizar o aborto.

“Dado que a contracepção e a ecologia caminham com tanta frequência de mãos dadas, preocupa profundamente que o ensinamento da Igreja sobre a primazia da procriação não seja reafirmado”, deplorou.

domingo, 14 de junho de 2015

Um “papa verde” abalaria a combalida união dos católicos e da humanidade

Card. Turkson: associando a linguagem ambientalista
com a da Teologia da Libertação.
Luis Dufaur





Kate Galbraith, jornalista especializada em energia e clima, escrevendo para Foreign Policy, ficou estranhada quando ouviu o cardeal Peter Turkson, presidente do Pontifício Conselho Justiça e Paz no Vaticano, falando diante de uma plateia modesta numa universidade católica da Irlanda.

Estranhada naturalmente não porque estivesse falando numa instituição da Igreja, da qual ele é um hierarca, mas pelo teor de suas palavras.

Com efeito, ao acentuar a importância de cuidar do meio ambiente – que obviamente não pode ser descuidado por toda pessoa razoável, e máxime cristã –, a linguagem do prelado aproximou-se rapidamente da Teologia da Libertação (TL).

Ora, até anos recentes a TL não se interessava pela natureza. Foi quando seus apelos à luta de classe perderam eco e aderentes, que ela também passou de vermelho para verde, ainda que só por fora.

A jornalista viu no pronunciamento do cardeal Turkson uma preparação para a ideia de os “ricos” são culpados pela pobreza também porque danificam o o meio ambiente. Afirmações como essa, segundo Kate, estariam semeando as bases de uma era de “guerras climáticas”.

domingo, 7 de junho de 2015

Al Gore fala em “conversão”
se Francisco segue a esquerda verde

O ex-vicepresidente americano é o mais notório ativista do jet-set verde. Sofreu processos e denúncias de fraude, mas agora acha que pode ser um outro São Paulo.
O ex-vicepresidente americano é o mais notório ativista do jet-set verde.
Foi condenado pela Justiça por fraudes, mas acha que pode ser um outro São Paulo.
Luis Dufaur





O líder ambientalista mundial Al Gore saiu a público declarando-se fervoroso admirador do papa Francisco, para pasmo dos que conhecem sua sectária militância nas esquerdas americanas.

Falando o dia 29 de abril na Dean’s Speaker Series da Universidade de Califórnia Berkeley, ele disse que se o Papa Francisco continuar advogando pelo “aquecimento global” ele consideraria a hipótese de se tornar católico, noticiou o site Pewsitter.com.

Sua possível “conversão” não tem nenhum fundamento religioso, sendo motivada por conveniências da militância anarco-ecologista.

Al Gore chegou a perguntar em tom de brincadeira: “O Papa é católico?”

domingo, 31 de maio de 2015

O planeta? Melhor do que nunca!
Mas para o Chicken Little, o céu está caindo!

O fim está próximo! O céu desta vez deveras está caindo!
anuncia o Galinho Chicken Little
Luis Dufaur





Do ponto de vista dos recursos naturais, inclusive o energético, não houve melhor época na história da humanidade do que a nossa, escreveu Stephen Moore, economista da Heritage Foundation e colunista da Fox News, no Washington Times.

Quase todas as medições objetivas do estado do planeta e do progresso humano delineiam uma vasta e larga melhoria na escala do tempo.

Mas, ao mesmo tempo, nunca se espalhou um tão generalizado e exagerado pessimismo sobre esses melhoramentos.

Por quê? O enigma atormentava a Stephen Moore, economista amante dos números precisos, que não atentava para a matreirice verde.

Ele assistiu aos discursos oficiais pronunciados no National Mall de Washington no Dia da Terra e achou que estavam estufados com fantasias boas para contos de criança, anunciando a chegada do apocalipse.

Ele viu a CNN convidando os telespectadores a “pensar em super-secas, em mares que sobem, extinções de massa e oceanos se acidificando”, para concluir: “Adeus, animais!”

Moore se lembrou da velha lenda do Chicken Little, levada ao cinema pela Disney com o nome do “Galinho Chicken Little”. Trata-se de um conto oral, folclórico e moralizador, que foi posto no papel no início do século XIX.

domingo, 24 de maio de 2015

Austrália: medos climáticos
servem de ardis para achatar as soberanias nacionais

Newman: catastrofismo climático “não tem nada a ver com fatos ou com a lógica”
Newman: catastrofismo climático “não tem nada a ver com fatos ou com a lógica”
Luis Dufaur





O principal assessor econômico do primeiro-ministro australiano Tony Abbott afirmou em artigo publicado no influente jornal The Australian que a ONU manipula os dados sobre as mudanças climáticas para consolidar seu poder em nível internacional, noticiou o G1.

“A mudança climática é a isca” para obter o verdadeiro objetivo da ONU, que é “concentrar a autoridade política”, declarou Maurice Newman, presidente do conselho consultivo do primeiro-ministro.

domingo, 17 de maio de 2015

Ambientalista radical estudou, percebeu que o alarmismo é blefe pediu perdão

Mark Lynas: "a oposição aos OGM, transgênicos, impede acabar com a fome no mundo"
Luis Dufaur





Mark Lynas já foi ativista “verde” dos mais radicais e um dos mais influentes jornalistas britânicos. Seus livros chegaram a ser traduzidos para o português e editados no Brasil, onde se encontram à venda.

Mas ele fez uma coisa inusual. Um crime horrível: estudou! E estudou a matéria contra a qual montou seu alarmismo demagógico.

Ele teve a honradez de reconhecer que errara feio. A embriaguez dos aplausos leva a cair em deslizes desses. Mas na conferência anual dos agricultores britânicos ele pronunciou um autêntico mea culpa.

E passou a apoiar os OGM (organismos geneticamente modificados, como certas sementes) que outrora combatia como o diabo: “Eu estava errado, sinto muito”, disse ele, segundo a revista italiana Tempi.

domingo, 10 de maio de 2015

“Não há mudanças climáticas atualmente, o homem não controla, absolutamente o clima global”

O climatologista Luís Carlos Baldicero Molion
O climatologista Luís Carlos Baldicero Molion
Luis Dufaur





No Fórum de Sustentabilidade, promovido pela Folha em 2014, o climatologista Luís Carlos Baldicero Molion, professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e pesquisador do Inpe, defendeu mais uma vez que a fala sobre efeito estufa e aquecimento global é para ser esquecida, porque nada disso existe, escreveu “Notícias Agrícolas”. 

Há uma tendência obsessiva na grande mídia, especialmente aquela que mais faz uso de um viés esquerdizante na apresentação da informação.

Ela insiste repetidamente nas assustadoras e fantasmagóricas ameaças que se abateriam sobre os homens caso estes prossigam na estrada do progresso e das melhorias nas condições de vida.

Entre esses fantasmas está o do ‘aquecimento global’ que derreteria os polos, afogaria centenas de milhões de moradores da orla marítima planetária ou os condenaria a um êxodo miserável, desertificaria a Amazônia, derreteria geleiras como a do Himalaia. No cenário extremo, a Terra azul viraria um planeta morto como o vermelho Vênus.

domingo, 3 de maio de 2015

Ambientalismo radical pede o auxilio do Vaticano para a revolução “verde”

Mons Marcelo Sánchez Sorondo, chanceler das Pontifícias Academias de Ciências foi o anfitrião do workshop
Mons Marcelo Sánchez Sorondo,
chanceler das Pontifícias Academias de Ciências
foi o anfitrião do workshop
Luis Dufaur



O ambientalismo radical e suas teorias catastrofistas ressoaram no Vaticano durante o encontro promovido pelas Pontifícias Academias de Ciências e de Ciências Sociais, segundo Vatican insider que noticiou o evento com beneplácito.

O relato do acontecido manifestou, entretanto, uma séria crise no movimento “verde”: ele não está conseguindo convencer à opinião pública. Em desespero de causa acorreu ao Vaticano a pedir auxílio.

Segundo o Vatican insider ele precisa do impulso de uma “revolução moral”.

O objetivo, é claro, vem revestido pelo véu de enfrentar as mudanças climáticas, respeitar o meio ambiente e reduzir a “ameaça potencialmente catastrófica” que pairaria sobre a humanidade, especialmente sobre os mais pobres e sobre as futuras gerações.

O catastrofismo se exibiu na hora de pedir o apoio do Vaticano. O documento conclusivo do workshop internacional na famosa Casina Pio IV professa o alarmismo. Ele se apoiou na presença do Secretário Geral da ONU Ban Ki-moon, aceso arauto dos temores apocalípticos sem base científica.