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domingo, 5 de julho de 2015

Aquecimento global: pseudociência baseada em fraudes

Conferência do Prof Ricardo Felício promovida pelo IPCO. Foto: Paulo Roberto Campos / ABIM.
Conferência do Prof Ricardo Felício promovida pelo IPCO.
Foto: Paulo Roberto Campos / ABIM.
Luis Dufaur





Em 25 de junho último o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (IPCO) promoveu no Club Homs, situado na Avenida Paulista da capital bandeirante, uma conferência do Prof. Dr. Ricardo Augusto Felício sobre “Aquecimento global – pseudociência e geopolítica”.

Graduado em Ciências Atmosféricas, mestre em Meteorologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e doutor em Geografia, o Prof. Felício é docente na Universidade de São Paulo (USP).

Abrindo a sessão, o Dr. Adolpho Lindenberg, presidente do Instituto, destacou a importância do tema e narrou interessantes episódios de sua vida empresarial relacionados com o mesmo.

Por exemplo, lembrou que duas décadas atrás sua construtora edificou um hotel em Manaus, mas que a maioria dos operários, constituída por indígenas, mal conseguia trabalhar devido a problemas de doenças e subnutrição.

O Dr. Adolpho montou então um hospital de emergência que tratou dos índios durante três meses.

Certo de que fizera uma obra de beneficência, contou depois o fato a um líder político ambientalista de São Paulo.

Este ficou furioso: “Não! A ideia não é socorrer os índios! É aprender com os índios! A pior coisa para o ambientalismo é inserir um primitivo na civilização!”

Com base em suas experiências, o Dr. Lindenberg testemunhou que o fundo do ambientalismo é um embate contra a civilização, em especial contra a Civilização Cristã.

E acrescentou que o ambientalismo hoje é um refúgio dos líderes esquerdistas que não falam mais em estatização, mas em ecologia. É uma nova religião. Passou a Idade Média, passaram-se os Tempos Modernos, agora a “bola da vez” é a ecologia e o ambientalismo.

O carnaval ecológico de tonalidade esquerdista parte de duas ideias provenientes do mundo científico: 1ª) a temperatura do mundo está subindo; 2ª) o aquecimento global é provocado pelo homem.

O público acompanhou com muito interesse a palestra. Foto: Paulo Roberto Campos / ABIM
O público acompanhou com muito interesse a palestra. Foto: Paulo Roberto Campos / ABIM
O climatologista palestrante fez de início a clássica distinção entre hipótese e tese. “Alguém pode pensar que uma borboleta batendo suas asas pode modificar o clima de Júpiter... Pode pensar, mas isso é apenas uma hipótese!”

Para que seja tese é preciso demonstrar a hipótese com evidências cientificamente válidas. Caso contrário, esta não se sustenta.

O Prof. Felício enfatizou que o aquecimento global é uma hipótese, e não uma tese, uma vez que não se sustenta em realidades provadas.

Ele destacou que a pseudociência do aquecimento global tem sido promovida pelo Painel Intergovernamental para a Mudança Climática (IPCC em inglês), organismo político da ONU envolto em sucessivos escândalos e que exibe suas fontes científicas em notas de rodapé.

O próprio Senado americano, após verificar a ausência de evidências científicas nas hipóteses espalhadas pelo IPCC, retirou-lhe todo o financiamento.

O Prof. Felício disse que mudar é próprio do clima, que significa mudança. E que combater as mudanças é tão tolo como combater o clima.

Dr. Adolpho Lindenberg, presidente do IPCO, e Prof. Ricardo Felício. Foto: Paulo Roberto Campos / ABIM
Dr. Adolpho Lindenberg, presidente do IPCO, e Prof. Ricardo Felício.
Foto: Paulo Roberto Campos / ABIM
Afirmou que historicamente houve períodos cíclicos quentes e frios, e que hoje vivemos num período interglacial quente. Mas bem fraquinho, pois houve períodos em que a temperatura global chegou a 10º acima da média atual e não representou nenhum problema.

No último século, os anos mais quentes transcorreram nas décadas de 1930 e 1940. No fim do século XX a temperatura ficou abaixo desses auges e hoje a Terra está esfriando.

O climatologista apontou também o hábito dos alarmistas verdes de anunciar catástrofes para dentro de cem anos ou mais... E acrescentou que nessa data tais pessoas já não estarão vivas e ninguém poderá cobrar-lhes o que disseram... Mas o mal estará feito.

É sempre um “monstro” que eles criam e, à medida que nos aproximamos dele, os incorrigíveis verdes o empurram mais para frente...

O professor projetou recortes de jornais e revistas do século XX, com o papel até amarelado, anunciando catástrofes das mais variadas que hoje verificamos que não ocorreram.

As provas aduzidas por tais órgãos eram de uma superficialidade risível: as quadras de tênis de Wimbledon... Era tudo absurdo, sem evidências de que a Terra estava se transformando numa bola de sorvete, mas a mídia divulgava assustadoras propagandas.

A ciência do aquecimento global é a “terra da fantasia”, defendeu o meteorologista. O clima não é um resultado do que o homem faz.

Os verdadeiros agentes do clima são o sol, que oscila muito, os oceanos (72% da superfície terrestre), os vulcões e as nuvens.

Erupção do vulcão Calbuco, Chile, 23-04-2015. As emissões dessa erupção ainda que moderada superam espantosamente as das chaminés industriais
Erupção do vulcão Calbuco, Chile, 23-04-2015.
Foto: Paulo Roberto Campos / ABIM
Ainda segundo o palestrante, as nuvens são uma enorme incógnita sobre o clima, movimentando 25 a 30% da energia de todo o planeta Terra. Nesse sentido podemos dizer que nada sabemos de climatologia, mas os verdes nos anunciam toda espécie de coisas, que em última análise são mentiras.

A atmosfera da Terra é composta de 78% de nitrogênio, gás neutro, 21% de oxigênio e 0,9% de argônio. Os gases residuais constituem 0,039%. Dentro destes se contabiliza o CO2, que atinge a proporção de 0,033% da atmosfera e é o mais importante dos gases residuais.

E, apesar disso, os ambientalistas ainda pretendem que o CO2 é o culpado pelas mudanças climáticas!

O grande produtor de CO2 são os oceanos. Os insetos produzem mais CO2 do que os seres humanos! É impossível falar que os homens são culpados pelo aumento de CO2, acrescentou o professor.

Se houve um aumento, embora infinitesimal, no último século, só pode ser atribuído aos oceanos. Esse aumento teria feito subir o índice até 0,04%, ou mais 0,007%.

O CO2 gera ciclos de crescimento dos vegetais e os dados dos satélites mostram que a vegetação do planeta está aumentando. O CO2 funciona como um fertilizante porque é o gás da vida! Mas os verdes o apresentam como um vilão!

O Prof. Felício disse que todos os cientistas sabem disso: quanto mais CO2 na atmosfera, tanto melhor para o planeta.

Experimentos aumentando o CO2 em estufas e ambientes abertos apontam para um crescimento diretamente proporcional das plantas.

Porém, a pseudociência ambientalista inventou novos terrores: segundo o apelidado Himalaiagate, as geleiras do Himalaia iam derreter. Tudo não passou de uma fraude, inclusive econômica. As tabelas da temperatura da Terra foram alteradas no escândalo de Climategate para justificar teorias apocalípticas.

Os alarmistas forjaram “modelos” climáticos que só funcionam no computador e não correspondem à natureza. Isso não é fazer ciência.

O professor projetou documentação do próprio IPCC para mostrar o “alto índice de picaretagem” do terrorismo climático anticientífico.

Mas, à falta de provas científicas, os inescrupulosos “heróis do clima” apelam para um princípio jurídico: o da precaução.

Eles alegam que, como não há certeza de que o CO2 produz mudanças, deve-se por precaução implementar medidas como se houvesse certeza.

Nesse caso, o que resulta é jogar a ciência no lixo e controlar o clima com base em acórdãos de juízes ou decretos de políticos!

Em nome desse princípio passaram a sabotar as instalações humanas. As hidrelétricas, por exemplo. O Brasil é um grande prejudicado e o custo será sentido durante décadas.

O Prof. Ricardo demonstrou com números as absurdas despesas governamentais para supostamente controlar as emissões de CO2, até nas obras da Copa 2014!

Comentou ainda que até 2020 o Brasil gastará mais de 500 bilhões de reais em controles ambientais, dinheiro suficiente para resolver definitivamente o problema habitacional no País, doando casas para todos os que não têm. Em vez de gastar com bobagens, poderiam dar casas para todos! Mas isso é apenas um exemplo.


No final do evento, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança agradeceu ao palestrante pela sua brilhante apresentação, baseada na realidade objetiva e ululantemente óbvia, da natureza tal qual Deus a criou.

A seguir, o vídeo completo da conferência com todos os dados, números, quadros e ilustrações projetadas pelo Prof. Ricardo Augusto Felício.


Video: Aquecimento global: uma pseudociência baseada em fraudes





domingo, 28 de junho de 2015

O realejo dos pânicos verdes nunca concretizados

A profecía: milhões de pessoas morreriam de fome nos anos 70. A Índia superlotada estava condenada irremediavelmente e “a Inglaterra deixaria de existir por volta do ano 2000”
A profecía: milhões de pessoas morreriam de fome nos anos 70.
A Índia superlotada estava condenada irremediavelmente
e “a Inglaterra deixaria de existir por volta do ano 2000”
Luis Dufaur






2015: Ehrlich, não se arrepende de suas falsas profecias. Ele diz que sua intenção continua incólume: “conscientizar” da catástrofe que estaria despencando sobre nós.
2015: Ehrlich, não se arrepende de suas falsas profecias.
Ele diz que sua intenção continua incólume:
“conscientizar” da catástrofe que estaria despencando sobre nós.
Pela metade dos anos 60 do século XX foi moda na política e na mídia espalhar visões de pesadelo sobre uma desastrosa saturação populacional da Terra.

Em 1966, o escritor Harry Harrison publicou a apavoradora novela de ficção intitulada “Make Room! Make Room!”, em que imaginava massas humanas disputando os escassos recursos da terra em fase de extinção. O livro inspirou o filme ecolo-infernal “Soylent Green” (“No Mundo de 2020” / “À Beira do Fim”)

O duo pop Zager & Evans batia recordes cantando “no ano 2525, se o homem ainda estiver vivo”. A canção martelava que a humanidade estava esgotando demencialmente os recursos da Terra, numa clara mensagem ecológica.

The New York Times elaborou um documentado dossiê e vídeo sobre aquela onda de pânico irracional. Numa perspectiva histórica quem viveu aqueles anos custa imaginar como foi possível que personagens importantes e grandes organismos políticos, religiosos e midiáticos puderam acreditar e se transformar em apóstolos dessa irrealidade hoje incompreensível.

Segundo o documentário, ninguém foi “mais influente ou mais aterrorizador que o biólogo da Universidade de Stanford, Paul R. Ehrlich, com seu livro ‘A bomba populacional’”.

A partir de 1968, a ’jeremiada’ de Ehrlich pressagiava um apocalipse inevitável. Ele socava as mentes, nos termos do jornal nova-iorquino, declarando que “a batalha para alimentar a humanidade estava perdida”.

Ehrlich pregou de público que centenas de milhões de pessoas morreriam de fome nos anos 70, dos quais 65 milhões seriam americanos. A Índia superlotada estava condenada irremediavelmente e “a Inglaterra deixaria de existir por volta do ano 2000”.

Ele não se contentava com as mortes maciças e em 1970 alertava que “em algum momento dos próximos 15 anos, chegará o fim”. Por “fim” ele entendia “um colapso total da capacidade do planeta para sustentar a humanidade”.

O pânico induzido contra uma superpopulação nunca se verificou. A humanidade cresceu, o número de pobres diminuiu vertiginosamente. Mas, a 'revolução verde' tenta reviver temores falsos de meio século atrás.
O pânico induzido contra a superpopulação foi uma fraude.
A humanidade cresceu, o número de pobres diminuiu vertiginosamente.
Mas, a 'revolução verde' tenta reviver temores falsos de meio século atrás.
A Inglaterra e a Índia hoje melhoraram bem e não houve as centenas de milhões de mortes pela fome que ele vaticinou.

A população do planeta duplicou, supera os sete bilhões, o número dos pobres diminui vertiginosamente e a produção de alimentos e energia se multiplicou assombrosamente.

Como semelhantes predições apocalípticas hoje manifestamente inverossímeis puderam algum dia ser adotadas como figurinos da política, da religião e da mídia?

Na série Retro Report, The New York Times decidiu dedicar um espaço especial com documentários analisando o esquisito mecanismo difusor de pânicos irracionais que tomou conta dos anos 60.

O caso interessa muito ao presente, quando análogos pânicos igualmente ilógicos são difundidos produzindo efeitos semelhantes.

Decorridos 47 anos, o Dr. Ehrlich não somente não faz o mea culpa pelo crasso erro cometido, mas, muito pelo contrário, interrogado pelo jornal, afirma que as datas que anunciou não têm importância alguma.

Para ele, o fim vem de qualquer jeito e é necessária uma drástica diminuição da natalidade e da própria humanidade já nascida. Se os homens não aceitarem praticar métodos voluntários, um acordo mundial deverá fixar “diversas formas de coerção”, como eliminar os auxílios sociais e previdenciários ou cortar as deduções tributárias aos que têm filhos.

Esse profeta da ecologia global diz que permitir às mulheres ter os filhos que desejarem é tão grave como permitir que qualquer um “possa jogar todo o lixo descartado no jardim do vizinho como bem entende”.

As declarações hodiernas desse porta-voz do mundo ecologicamente educado são de tal maneira ominosas, que causariam vertigem nos crentes de outrora em seus medos pelo suposto esgotamento dos recursos planetários, escreve o jornal.

Até o presidente Nixon dos EUA acreditava no mito e pregava cortar o crescimento da população.
Até o presidente Nixon dos EUA acreditava no mito
e pregava cortar o crescimento da população.
Mas, felizmente, não ficaram só ambientalistas fanáticos daquela década. Certos líderes verdes radicais modificaram seu palavreado. Stewart Brand, fundador do Whole Earth Catalog, aberto à contracultura radical chic e anarquista, respondeu ao Retro Report: “Talvez o fim não virá porque aquele raciocínio estava errado”.

No entanto, os defensores do bom senso continuam sofrendo um tratamento injusto. Por exemplo, Norman E. Borlaug, o biólogo que ganhou o Prêmio Nobel e o título de “o homem que salvou um bilhão de vidas” e que é tido como pai da revolução agro-industrial, ou agronegócio, e da utilização maciça dos OGM.

Borlaug sublinha que a falta de recursos em algum lugar do planeta é sempre resultado da incompetência e da corrupção dos governos e dos responsáveis locais.

O problema é que os supostos defensores da ecologia e da humanidade sabotam a aplicação da tecnologia já dominada e disponível para suprir as carências planetárias.

Fred Pearce, especialista britânico em população global, não está preocupado com o fantasma de a Terra ter habitantes em excesso. A sua verdadeira preocupação é com a baixa taxa de natalidade que não permite a reposição da população, e não só nos países industrializados.

A China implantou o regime forçado do "filho único" para conter a população. Hoje está ameaçada por falta de mão de obra que sustente o país.
A China implantou o regime forçado do "filho único" para conter a população.
Hoje está ameaçada por falta de mão de obra que sustente o país.

Por isso ele escreveu em 2010 o livro-denúncia The Coming Population Crash and Our Planet’s Surprising Future (A próxima débâcle populacional e o surpreendente futuro do nosso planeta), publicado pela Beacon Press.

Porém, os modelos demográficos da ONU calculam um auge de nove bilhões de habitantes por volta de 2050 e predizem cenários estarrecedores.

Porém, fora da ONU, as projeções demográficas divergem muito.

A inoculação do pânico fica patente, diz o jornal, na manipulação dos números da densidade populacional. A ideia dos semeadores de pânico, na ONU e alhures, é que as grandes concentrações populacionais são uma fonte infalível de pobreza e males sociais.

Mas, segundo a ONU, os três lugares com a maior densidade populacional são o Mônaco, Macau e Singapura. Nenhuma dessas cidades-estado entra, nem mesmo muito remotamente, na categoria dos casos desesperados apontados pelos pontífices do apocalipse ambientalista, da desigualdade intrinsecamente geradora de fome e de injustiças.

Tampouco o crescente consumo nos países mais ricos pode ser visto como uma ameaça ao planeta, escreveu o Dr. Pearce em 2010 na revista britânica Prospect.

A maior parte do crescimento do consumo aconteceu em países ricos que acolheram números substanciais de imigrantes. E esses passaram a viver segundo os padrões de consumo mais elevados de suas novas pátrias, constatou Pearce.

Em poucas palavras, o aumento do consumo das populações aconteceu sem dano global relevante e com largos benefícios para imensas camadas da humanidade, especialmente as mais pobres.

Com as novas tecnologias, a Índia aumentou a produção de alimentos, atende suas necessidades e ainda exporta.
Com as novas tecnologias, a Índia aumentou a produção
de alimentos, atende suas necessidades e ainda exporta.
Os pânicos abstrusos relacionados com o espectro de um planeta superlotado diminuíram. Porém, eles continuam latejando à sombra dos pavores ligados às mudanças climáticas, aquecimento global e conexos, diz o Dr. Pearce.

O slogan “crescimento populacional zero” (“zero population growth”) foi um grito de batalha que não se ouve muito em nossos dias.

Mas, o fanatismo dos disseminadores do pânico do fim do mundo não cessou.

O próprio Dr. Ehrlich, hoje com 83 anos, não se arrepende de suas sinistras e falsas profecias. Ele diz que não repetiria tudo o que disse, mas que sua intenção continua incólume: “conscientizar” da catástrofe derradeira que estaria despencando sobre nós.

Mas essa catástrofe apocalíptica se parece cada vez mais com uma intenção de bloquear o progresso da humanidade, de impedir a organização hierarquizada e harmônica dos homens entre si, com famílias numerosas e no regime de propriedade privada, livre iniciativa e consumo brilhante.

Ehrlich continua convencido de que o Dia do Juízo Final está na volta da esquina. Indagado pelo Retro Report de The New York Times se repetiria suas pregações dos anos 60, o pontífice do terror verde respondeu que hoje “minha linguagem seria ainda mais apocalíptica”.

O Retro Report elaborou um cuidadoso documentário financiado em parte pelo Pulitzer Center on Crisis Reporting. O vídeo não visa o lucro e foi resultado do trabalho de 13 jornalistas e 10 auxiliares.

O leitor pode vê-lo em seguida.

Mas prepare-se para uma surpresa: vai encontrar os maiores potentados da Terra, que o leitor talvez conheceu ou ouviu falar, fazendo seus os discursos mais aberrantes e mais contrários ao bem da humanidade.

Pelo contrário, pareciam inebriados pelos aplausos que atrairia seu gesto salvador apoiado num largo consenso, sem atentar para o inumano absurdo que estavam espalhando.


Video: O realejo dos pânicos verdes nunca concretizados




segunda-feira, 22 de junho de 2015

Radicalismo verde na encíclica Laudato Si
gera aflição
Declaração de Voice of the Family

Lançamento da encíclica Laudato Si', Vaticano, 18 de junho de 2015
Lançamento da encíclica Laudato Si', Vaticano, 18 de junho de 2015



ROMA, 18 de junho de 2015 – A coalizão internacional Voice of the Family está profundamente preocupada pela ausência, na encíclica Laudato Si, de qualquer reafirmação do ensinamento da Igreja contra a concepção e pela procriação como fim primeiro do ato sexual.

A encíclica publicada nesta manhã afirma oportunamente que “a defesa da natureza não é compatível .... com a justificação do aborto” (no 120) e “que o crescimento demográfico é plenamente compatível com um desenvolvimento integral e solidário” (no 50).

Contudo, a omissão de qualquer referência ao ensinamento da Igreja sobre a contracepção deixa os católicos despreparados para resistir ao programa internacional de controle da população.

“Deus ordenou ao homem: ‘Sede fecundos e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a’ (Gn 1, 28)”, declarou Maria Madise, porta-voz de Voice of Family, “mas o movimento ecológico vê o crescimento da população como uma ameaça”.

“Os países em desenvolvimento se desmoronam com os anticonceptivos e estão submetidos a fortes pressões para legalizar o aborto.

“Dado que a contracepção e a ecologia caminham com tanta frequência de mãos dadas, preocupa profundamente que o ensinamento da Igreja sobre a primazia da procriação não seja reafirmado”, deplorou.

Patrick Buckley, lobista da Sociedade de Proteção aos Nascituros (SPUC) na ONU, notou que:

“a encíclica convida, nos parágrafos 173-175, a reforçar a ação internacional em matéria de ambiente, mas esquece ao mesmo tempo de preparar os católicos para as consequências evidentes dessa ação: um recrudescimento das tentativas de impor ainda mais a contracepção e o aborto aos países em desenvolvimento”.

Hans Schellnhuber ecoa ideias de reduzir a humanidade até em 80%
O Prof. Hans Schellnhuber foi uma das pessoas escolhidas pela Santa Sé para apresentar a encíclica à imprensa nesta manhã.

Schellnhuber é conhecido por ter veiculado que a “‘capacidade de acolhimento’ do planeta” situa-se “abaixo de um bilhão de pessoas”. A população mundial deveria portanto ser reduzida em mais de 80% para alcançar esse objetivo.

John-Henry Westen, cofundador de Voice of the Family e redator-chefe de LifeSiteNews, comentou:

“O professor Schellnhuber é um ativista favorável à criação de um governo mundial dotado de poderes para impor medidas necessárias para resolver a crise do meio ambiente, a qual, segundo ele, exige uma diminuição da população.

“Neste contexto, as referências na encíclica à necessidade de uma ‘verdadeira autoridade política mundial’ com o poder de ‘sancionar’ são profundamente preocupantes.”

Ontem foi anunciado que o professor Schellnhuber acabava de ser nomeado membro da Academia Pontifícia de Ciências pelo Papa Francisco.

Em novembro próximo, a Academia Pontifícia de Ciências acolherá um colóquio para discutir sobre a utilização das crianças como “agentes da mudança”.

Ele prevê, na ordem do dia, refletir sobre as estratégias possíveis para convidar as crianças a se tornarem emissárias do programa ecológico mundial.

Tais ações parecem estar aprovadas pela encíclica nos parágrafos 209-215. Alguns dos implicados nos ateliês do colóquio, como Jeffrey Sachs, estão entre os mais veementes promotores da contracepção e do aborto como meios indispensáveis ao controle da natalidade.

John Smeaton: “Os pais católicos devem resistir a todos os ataques contra as nossas crianças, mesmo quando eles vêm do interior do Vaticano.”
John Smeaton: “Os pais católicos
devem resistir a todos os ataques
contra as nossas crianças, mesmo
quando eles vêm do interior do Vaticano.”
John Smeaton, cofundador de Voice of the Family e diretor do SPUC, declarou:

“O movimento ecológico internacional procura com frequência convencer as crianças de que o mundo está superpovoado e que isso deve ser resolvido pelo controle da natalidade por meio da contracepção e do aborto.

“Há hoje um grave perigo de nossas crianças serem expostas a esse programa, sob a roupagem de sensibilização para as questões ecológicas.

“Os projetos da Academia Pontifícia de Ciências e a ausência na encíclica de um ensinamento claro sobre esses perigos nos deixam em alerta.

“Os pais católicos devem resistir a todos os ataques contra as nossas crianças, mesmo quando eles vêm do interior do Vaticano.”

Quem é Voice of the Family?

Voice of the Family é uma coalizão internacional de organizações pela-vida e pela-família, animadas por leigos engajados, tendo como fim oferecer sua experiência e seus recursos aos responsáveis pela Igreja, à mídia, aos organismos com fim não lucrativo e aos governos, antes, durante a depois do Sínodo dos bispos católicos sobre a família.

Voice of the Family pode ser contatada por e-mail no endereço enquiry@voiceofthefamily.info ou por telefone em +44 (0)20 7820 3148 (linha fixa no Reino Unido).

Voice of the Family reúne 24 organizações nos cinco continentes.


domingo, 14 de junho de 2015

Um “papa verde” abalaria a combalida união dos católicos e da humanidade

Card. Turkson: associando a linguagem ambientalista
com a da Teologia da Libertação.
Luis Dufaur





Kate Galbraith, jornalista especializada em energia e clima, escrevendo para Foreign Policy, ficou estranhada quando ouviu o cardeal Peter Turkson, presidente do Pontifício Conselho Justiça e Paz no Vaticano, falando diante de uma plateia modesta numa universidade católica da Irlanda.

Estranhada naturalmente não porque estivesse falando numa instituição da Igreja, da qual ele é um hierarca, mas pelo teor de suas palavras.

Com efeito, ao acentuar a importância de cuidar do meio ambiente – que obviamente não pode ser descuidado por toda pessoa razoável, e máxime cristã –, a linguagem do prelado aproximou-se rapidamente da Teologia da Libertação (TL).

Ora, até anos recentes a TL não se interessava pela natureza. Foi quando seus apelos à luta de classe perderam eco e aderentes, que ela também passou de vermelho para verde, ainda que só por fora.

A jornalista viu no pronunciamento do cardeal Turkson uma preparação para a ideia de os “ricos” são culpados pela pobreza também porque danificam o o meio ambiente. Afirmações como essa, segundo Kate, estariam semeando as bases de uma era de “guerras climáticas”.

domingo, 7 de junho de 2015

Al Gore fala em “conversão”
se Francisco segue a esquerda verde

O ex-vicepresidente americano é o mais notório ativista do jet-set verde. Sofreu processos e denúncias de fraude, mas agora acha que pode ser um outro São Paulo.
O ex-vicepresidente americano é o mais notório ativista do jet-set verde.
Foi condenado pela Justiça por fraudes, mas acha que pode ser um outro São Paulo.
Luis Dufaur





O líder ambientalista mundial Al Gore saiu a público declarando-se fervoroso admirador do papa Francisco, para pasmo dos que conhecem sua sectária militância nas esquerdas americanas.

Falando o dia 29 de abril na Dean’s Speaker Series da Universidade de Califórnia Berkeley, ele disse que se o Papa Francisco continuar advogando pelo “aquecimento global” ele consideraria a hipótese de se tornar católico, noticiou o site Pewsitter.com.

Sua possível “conversão” não tem nenhum fundamento religioso, sendo motivada por conveniências da militância anarco-ecologista.

Al Gore chegou a perguntar em tom de brincadeira: “O Papa é católico?”

domingo, 31 de maio de 2015

O planeta? Melhor do que nunca!
Mas para o Chicken Little, o céu está caindo!

O fim está próximo! O céu desta vez deveras está caindo!
anuncia o Galinho Chicken Little
Luis Dufaur





Do ponto de vista dos recursos naturais, inclusive o energético, não houve melhor época na história da humanidade do que a nossa, escreveu Stephen Moore, economista da Heritage Foundation e colunista da Fox News, no Washington Times.

Quase todas as medições objetivas do estado do planeta e do progresso humano delineiam uma vasta e larga melhoria na escala do tempo.

Mas, ao mesmo tempo, nunca se espalhou um tão generalizado e exagerado pessimismo sobre esses melhoramentos.

Por quê? O enigma atormentava a Stephen Moore, economista amante dos números precisos, que não atentava para a matreirice verde.

Ele assistiu aos discursos oficiais pronunciados no National Mall de Washington no Dia da Terra e achou que estavam estufados com fantasias boas para contos de criança, anunciando a chegada do apocalipse.

Ele viu a CNN convidando os telespectadores a “pensar em super-secas, em mares que sobem, extinções de massa e oceanos se acidificando”, para concluir: “Adeus, animais!”

Moore se lembrou da velha lenda do Chicken Little, levada ao cinema pela Disney com o nome do “Galinho Chicken Little”. Trata-se de um conto oral, folclórico e moralizador, que foi posto no papel no início do século XIX.

domingo, 24 de maio de 2015

Austrália: medos climáticos
servem de ardis para achatar as soberanias nacionais

Newman: catastrofismo climático “não tem nada a ver com fatos ou com a lógica”
Newman: catastrofismo climático “não tem nada a ver com fatos ou com a lógica”
Luis Dufaur





O principal assessor econômico do primeiro-ministro australiano Tony Abbott afirmou em artigo publicado no influente jornal The Australian que a ONU manipula os dados sobre as mudanças climáticas para consolidar seu poder em nível internacional, noticiou o G1.

“A mudança climática é a isca” para obter o verdadeiro objetivo da ONU, que é “concentrar a autoridade política”, declarou Maurice Newman, presidente do conselho consultivo do primeiro-ministro.

domingo, 17 de maio de 2015

Ambientalista radical estudou, percebeu que o alarmismo é blefe pediu perdão

Mark Lynas: "a oposição aos OGM, transgênicos, impede acabar com a fome no mundo"
Luis Dufaur





Mark Lynas já foi ativista “verde” dos mais radicais e um dos mais influentes jornalistas britânicos. Seus livros chegaram a ser traduzidos para o português e editados no Brasil, onde se encontram à venda.

Mas ele fez uma coisa inusual. Um crime horrível: estudou! E estudou a matéria contra a qual montou seu alarmismo demagógico.

Ele teve a honradez de reconhecer que errara feio. A embriaguez dos aplausos leva a cair em deslizes desses. Mas na conferência anual dos agricultores britânicos ele pronunciou um autêntico mea culpa.

E passou a apoiar os OGM (organismos geneticamente modificados, como certas sementes) que outrora combatia como o diabo: “Eu estava errado, sinto muito”, disse ele, segundo a revista italiana Tempi.

domingo, 10 de maio de 2015

“Não há mudanças climáticas atualmente, o homem não controla, absolutamente o clima global”

O climatologista Luís Carlos Baldicero Molion
O climatologista Luís Carlos Baldicero Molion
Luis Dufaur





No Fórum de Sustentabilidade, promovido pela Folha em 2014, o climatologista Luís Carlos Baldicero Molion, professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e pesquisador do Inpe, defendeu mais uma vez que a fala sobre efeito estufa e aquecimento global é para ser esquecida, porque nada disso existe, escreveu “Notícias Agrícolas”. 

Há uma tendência obsessiva na grande mídia, especialmente aquela que mais faz uso de um viés esquerdizante na apresentação da informação.

Ela insiste repetidamente nas assustadoras e fantasmagóricas ameaças que se abateriam sobre os homens caso estes prossigam na estrada do progresso e das melhorias nas condições de vida.

Entre esses fantasmas está o do ‘aquecimento global’ que derreteria os polos, afogaria centenas de milhões de moradores da orla marítima planetária ou os condenaria a um êxodo miserável, desertificaria a Amazônia, derreteria geleiras como a do Himalaia. No cenário extremo, a Terra azul viraria um planeta morto como o vermelho Vênus.

domingo, 3 de maio de 2015

Ambientalismo radical pede o auxilio do Vaticano para a revolução “verde”

Mons Marcelo Sánchez Sorondo, chanceler das Pontifícias Academias de Ciências foi o anfitrião do workshop
Mons Marcelo Sánchez Sorondo,
chanceler das Pontifícias Academias de Ciências
foi o anfitrião do workshop
Luis Dufaur



O ambientalismo radical e suas teorias catastrofistas ressoaram no Vaticano durante o encontro promovido pelas Pontifícias Academias de Ciências e de Ciências Sociais, segundo Vatican insider que noticiou o evento com beneplácito.

O relato do acontecido manifestou, entretanto, uma séria crise no movimento “verde”: ele não está conseguindo convencer à opinião pública. Em desespero de causa acorreu ao Vaticano a pedir auxílio.

Segundo o Vatican insider ele precisa do impulso de uma “revolução moral”.

O objetivo, é claro, vem revestido pelo véu de enfrentar as mudanças climáticas, respeitar o meio ambiente e reduzir a “ameaça potencialmente catastrófica” que pairaria sobre a humanidade, especialmente sobre os mais pobres e sobre as futuras gerações.

O catastrofismo se exibiu na hora de pedir o apoio do Vaticano. O documento conclusivo do workshop internacional na famosa Casina Pio IV professa o alarmismo. Ele se apoiou na presença do Secretário Geral da ONU Ban Ki-moon, aceso arauto dos temores apocalípticos sem base científica.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Cientistas ao Papa Francisco:
pelo amor dos pobres rejeitai teorias
inimigas da ciência, da humanidade e do sentimento cristão!

Luis Dufaur






Continuação do post anterior: Carta aberta de cientistas ao Papa Francisco I: Santidade não vos deixeis influenciar pelos enganos ambientalistas!



Vossa preocupação com a genuína ciência e com os pobres requer uma abordagem mais cautelosa, que considere cuidadosamente as provas científicas sobre os efeitos reais (e não apenas teóricos) da ação humana sobre o clima global; e também que tenha precipuamente em vista tecnologias energéticas e econômicas para proteger os pobres.

domingo, 26 de abril de 2015

Carta aberta de cientistas ao Papa Francisco I:
Santidade não vos deixeis influenciar pelos enganos ambientalistas!

Luis Dufaur





Santidade,

No momento em que os líderes mundiais consideram um acordo sobre o clima, muitos Vos olham em busca de orientação. Louvamos o cuidado que demonstrais para com a Terra e os filhos de Deus, especialmente os pobres.

Nesta carta levantamos algumas questões de interesse geral, que Vos pedimos considerar ao transmitir tal orientação.

Grande parte do debate sobre a gestão ambiental tem sua raiz num confronto entre visões do mundo baseadas em doutrinas opostas a respeito de Deus, da Criação, da humanidade, do pecado e da salvação.

domingo, 19 de abril de 2015

Ambientalismo radical exibe fundo religioso
e endossa aparências cristãs

Rajendra Pachauri teve que deixar o IPCC.
Rajendra Pachauri teve que deixar o IPCC.
Luis Dufaur





Rajendra Pachauri, vinha ocupando a presidência do polêmico IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change). Esse órgão das Nações Unidas foi fautor de inúmeros exageros e deturpações científicas, hoje demostradas sobre o clima.

Pachauri pôs fim a 13 anos turbulentos no cargo, após sair a público uma denúncia contra ele por assédio sexual na Índia, informou a agência “Reuters”.

O mérito desse caso, que ainda aguarda julgamento na Índia, excede os limites deste blog.

Pachauri exercia essa função desde 2002. Juntamente com o senador e arauto ambientalista radical americano Al Gore, ganhou o Prêmio Nobel da Paz 2007, por suas contestadíssimas teorias sobre o meio ambiente.

domingo, 12 de abril de 2015

“Comemoremos o aumento do CO2”,
diz cofundador de Greenpeace

“Comemoremos o aumento do CO2”, diz ex-cofundador de Greenpeace
“Comemoremos o aumento do CO2”, diz cofundador de Greenpeace
Luis Dufaur





O Dr. Patrick Moore é cofundador, diretor e chefe dos cientistas da Greenspirit Strategies. É todavia mais famoso enquanto líder internacional ambientalista por mais de 40 anos.

Nesse período, também foi cofundador de uma das maiores ONGs, a qual fez do ambientalismo uma bandeira militante anti-progresso: Greenpeace.

Porém, ao perceber que os objetivos iniciais dessa ONG haviam sido substituídos por uma infiltração neocomunista, Patrick Moore a abandonou.

Moore declara-se “cético” quanto à afirmação de que os humanos constituem “a principal causa da mudança climática e de que o futuro próximo será catastrófico. Não há provas científicas para essas hipóteses, porém nos dizem que ‘o debate já está encerrado’ e que ‘a ciência foi definitivamente estabelecida’”.

domingo, 5 de abril de 2015

Página calcula o aquecimento global
como ambientalista gosta: tipo videojogo

Não existe, mas foi criado virtualmente.
Ambientalismo explora potencialidades do computador.
Mas não é ciência e muito menos natureza e verdade.
Luis Dufaur




Um dos pontos mais sensíveis de divergência entre os cientistas objetivos – também impropriamente chamados de céticos – e o ambientalismo extremista radica nos métodos utilizados.

Os cientistas sérios recolhem os dados da natureza como eles se apresentam, independente de qualquer preferência, e deduzem a partir deles afirmações objetivas.

O ambientalismo militante age de modo diverso. Primeiro concebe uma teoria – normalmente viciada por ideologias concebidas em função de um objetivo político.

A teoria deve ser do gosto da mídia e dos órgãos governamentais ou internacionais, que fornecerão as verbas no futuro. E pronto! Depois tenta encaixar a realidade nessa teoria.

domingo, 29 de março de 2015

Poluição inviabiliza vida em cidades chinesas,
mas ambientalistas exaltados calam

Pequim num dia poluído (15-01-2015) e num dia ensolarado (19-12-2014).
PASSE O MOUSE PARA CONFERIR



Quase 90% das cidades chinesas têm a atmosfera contaminada, algumas pesadamente, com perigo para a saúde de seus habitantes.

A percentagem é impressionante: das 74 aglomerações monitoradas pelo ministério de Meio Ambiente, apenas 8, ou quase 10%, estiveram abaixo da fronteira do perigo em 2014, noticiou o jornal parisiense “Le Figaro”.

A maior preocupação é com o PM2,5, critério que mede as partículas mais finas no ar, o monóxido de carbono e o ozono.

Trata-se de partículas especialmente pequenas e assassinas que danificam os sistemas respiratório e cardiovascular, a partir dos quais penetram até no cérebro, ameaçando as crianças em gestação, etc.

domingo, 22 de março de 2015

Florestas tropicais crescem mais rápido
com aumento de emissões de CO2

Florestas tropicais crescem mais com aumento de emissões de CO2.
Floresta de Wharanaki Falls, Nova Zelândia.
Luis Dufaur





As florestas tropicais crescem mais rápido quando aumenta a proporção de CO2 na atmosfera, defende estudo patrocinado pela NASA.

A informação é do jornal britânico “The Daily Mail”.

O estudo concluiu que as florestas tropicais estão absorvendo 1,5 bilhões de toneladas de CO2 por ano, fato que estimula a fotossíntese e as faz crescerem mais.

As florestas tropicais úmidas, como a amazônica, absorvem o excesso dos gases estufa numa proporção maior do que a imaginada, com benéfico efeito de equilíbrio.
“Esta é uma boa notícia, porque as florestas boreais colhem menos esses gases, enquanto as florestas tropicais podem continuar absorvendo-os durante muitos anos”, disse o Dr. David Schimel, pesquisador do Nasa's Jet Propulsion Laboratory da Califórnia, que liderou o estudo.

domingo, 15 de março de 2015

Novo combustível promete render mais
do que todos os conhecidos

Arde o metano libertado e pinga água. Fonte: United States Geological Survey
Arde o metano libertado e pinga água.
Fonte: United States Geological Survey
Luis Dufaur





E se as fontes de energia conhecidas fossem apenas uma parcela, e até mínima, de muitas outras existentes que o homem não descobriu, ou ainda não sabe como explorá-las?

A pergunta é procedente e a resposta poderia sepultar definitivamente as alegações catastrofistas de uma civilização planetária que se apaga por esgotamento de suas fontes de energias.

Uma nova fonte de energia foi identificada nos leitos marítimos do mundo. E vários países já correm para gerar a tecnologia que a torne acessível.

O Japão já poderia começar a explorá-la na próxima década, segundo longa reportagem de “Expansion.com”.

Trata-se dos hidratos de metano (uma espécie de gás metano congelado, o gás de cozinha), cujas reservas superam as do petróleo, do gás natural e do carvão somados.

No momento atual, a última palavra em matéria energética está mudando a geopolítica mundial: o petróleo e o gás de xisto.

domingo, 8 de março de 2015

Os polos não derretem, os ursos passam bem,
os mares não sobem e não morremos assados
comemora veterano comentarista do tempo

John Coleman: "não existe a crise do clima"
Luis Dufaur


A administração Obama e seu poderoso secretário de Estado, John Kerry, martelam incessantemente que combater a mudança climática provocada pela civilização é um dos grandes desafios da humanidade.

Mas, como se ainda necessário fosse, John Coleman, co-fundador do Weather Channel, órgão que conquistou a reputação da mídia como o mais confiável na previsão do tempo, voltou a mostrar que o martelado prego da mudança climática não só está torto: ele não existe.

O bem-humorado Coleman participou do programa “The Kelly File”, de Megyn Kelly, para discutir o “mito” da suposta “crise climática”, até cair na risada com as pessimistas contradições de Al Gore.

“Para qualquer um é muito difícil ser contra [o mito da ‘crise climática’], porque a mídia disse ao país, dia após outro durante 20 anos, que os oceanos estão subindo, que os ursos polares estão morrendo, que o gelo está derretendo, que as tormentas vão varrer a Terra e que todos nós vamos a morrer numa onda de calor”, explicou Coleman, que durante 60 anos comunicou ao país as mais respeitadas previsões sobre o tempo.