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domingo, 16 de dezembro de 2012

Alemanha: venderiam “eletricidade ecológica” gerada anti-ecologicamente

Sempre engajado nas causas “verdes”, o jornal alemão Tageszeitung denunciou uma negociata que desmoraliza o ambientalismo.

“Fornecedor de eletricidade ecológica quer fazer carvão” foi o título de primeira página do jornal, jogando com o duplo sentido da palavra “carvão”, que em alemão significa também dinheiro.

O Tageszeitung revelou que os três maiores distribuidores de eletricidade de origem renovável na Alemanha – as empresas Lichtblick, Greenpeace Energy e Naturstrom – poderiam adotar dentro em breve o poluidor carvão, enquanto continuam dizendo que produzem energia 100% limpa.

Com efeito, as referidas empresas abastecem-se junto à austríaca Verbund AG, que desde 2011 está construindo na Turquia uma central movida a carvão – informou a agência Presseurop.

domingo, 9 de dezembro de 2012

A verdadeira opção face ao ambientalismo: trabalhador/próspero/conservador ou hippie/vagabundo/esquerdista?

Ideal do crente nos mitos ambientalista:
viver sem fazer nada, dependendo das Bolsas do governo
Repete-se que só as pessoas ignorantes em matéria de ciência ou as iletradas são capazes de engrossar o largo, e até majoritário, número de cidadãos que não acreditam no “aquecimento global”, nas “mudanças climáticas antropogênicas” e outros “dogmas” ambientalistas.

Mas especialistas da Universidade de Yale que estudaram o público que recusa as crenças ambientalistas chegaram a uma conclusão oposta.

O site Reason.com publicou um interessante resumo do sisudo trabalho.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Proposta da nova “religião” ambientalista é publicada, incomoda, e some!

O original antes da "censura" verde.
CLIQUE PARA AMPLIAR, e em EXIBIR IMAGEM
Comentando matéria publicada pela agência ACIprensa, redigimos o post “Teólogos da Libertação desvendam segredos da nova “religião” verde”, Reputamos então a ACIprensa – e continuamos reputando – uma agência séria e respeitável.

No endereço citado constava a estapafúrdia ideia do ex-frei Leonardo Boff de que, para substituir o homem, a “Mãe Terra” estaria preparando um novo ser capaz de “receber o espírito”, que não seria outra coisa senão uma lula gigante.

Amigos peruanos que traduziram e publicaram nosso post constataram que o parágrafo sobre a “lula gigante” (“calamar gigante” no original em espanhol) anticristã e evolucionista havia desaparecido do referido endereço.

No Peru, a polêmica sobre a Teologia da Libertação vem crescendo, com poderosos apoios eclesiásticos ao renovado erro.

Conferimos que de fato houve a supressão da “lula gigante”, sem que viesse dos meios jornalísticos qualquer explicação de praxe.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Se for pelo petróleo, o Apocalipse ainda demora séculos

Exploração na jazida da Marcellus Formation, Pennsylvania
Por volta de 2017, os Estados Unidos tornar-se-ão o primeiro produtor mundial de petróleo, superando a Arábia Saudita e a Rússia.

A informação está contida no relatório anual da Agencia Internacional de Energia – AIE, a maior autoridade mundial na matéria.

Habitualmente, estas mudanças demoram mais tempo – explicou a AIE.

Mas a extraordinária expansão da exploração do gás e do petróleo de xisto nos EUA, somada ao susto provocado pela velha central nuclear japonesa de Fukushima, aceleraram os trabalhos.

Fatih Birol, economista chefe da AIE, explicou que os EUA são hoje os maiores importadores de petróleo do Meio-Oriente.

Porém, “daqui a dez anos essas importações ficarão reduzidas a praticamente zero!”.

domingo, 25 de novembro de 2012

Tramóias verdes: “o Leonardo DiCaprio mandou email pra mim!”

“Leonardo DiCaprio mandou email pra mim!”
“O Leonardo DiCaprio me escreveu para salvar o oceano!” – exclamou a moça, ao receber um sugestivo e-mail.

O e-mail não podia ter uma assinatura mais deslumbrante para aqueles que acompanham o mundo dos “famosos” na TV ou na Internet.

Imagine uma moça, pouco habituada aos trotes que circulam na rede mundial, recebendo um email assinado por Leonardo DiCaprio fazendo um convite a ela.

Na realidade, trata-se de uma manobra psicológica da “religião” verde. Vejamos.

O texto do e-mail parece concebido por um marqueteiro experimentado. Ele começa sensibilizando habilmente o destinatário:

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Nova jazida americana de petróleo é o dobro de todas as reservas da OPEP

Primeiras explorações na Green River Formation avaliaram mais petróleo aproveitável que em toda a OPEP
Primeiras explorações na Green River Formation avaliaram mais petróleo aproveitável que em toda a OPEP

Segundo recente relatório do U.S. Government Accountability Office – GAO, o potencial de petróleo aproveitável na jazida de Green River Formation, nos estados de Utah e Colorado, nos Estados Unidos, seria “igual ao de todas as reservas mundiais de petróleo conhecidas”, informou a ABCNews.

domingo, 18 de novembro de 2012

“Aquecimento global” parou há 16 anos, confessa ilustre órgão aquecimentista

“Aquecimento global” parou há 16 anos, confessa ilustre órgão aquecimentista
Os números e quadros estatísticos começam no início de 1997 e vão até agosto de 2012. E neles não se pode discernir aumento algum nas temperaturas globais!

Em outras palavras, quadros lisos, quando os correspondentes ao período anterior (1980 a 1996) de igual duração apresentam uma tendência de aumento. Antes desse período a temperatura média global se mantivere estável ou declinou durante 40 anos.

As conclusões foram tiradas a partir dos dados de 3.000 pontos de mensuração sobre a terra e os mares. Mas foram publicados com muita discrição na Internet, sem que a mídia fizesse ouvir sua fanfarra, habitualmente consagrada ao “aquecimento global”.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Sirenes ecologistas esganiçadas e fomes inexistentes

Paul Ehrlich anunciou que o planeta  não conseguiria alimentar toda a humanidade
Paul Ehrlich anunciou que o planeta
não conseguiria alimentar toda a humanidade
Ah! a fome no mundo! Desde a Revolução Francesa, multidões gritando “pão” derrubam tronos e desencadeiam as revoluções. E, hoje em dia, outro não é o grito da esquerda. Por exemplo:



● Em 1968, Paul R. Ehrlich alarmou o mundo com seu livro “The Population Bomb”, cuja tese principal era a de que os recursos do planeta não seriam suficientes para atender a uma população em crescimento.

Seu livro e suas previsões tornaram-se célebres. Uma delas: “Até o ano 2000, o Reino Unido será simplesmente um pequeno grupo de ilhas empobrecidas, habitadas por cerca de 80 milhões de famintos”.

Eis um gênero de terrorismo: o catastrofismo apocalíptico. Seu livro previa que centenas de milhões de pessoas morreriam de fome nas décadas seguintes, em consequência da superpopulação. Deu no que deu.

domingo, 11 de novembro de 2012

Californianos passam vergonha lutando contra o “aquecimento global”

Terra (pontinho azul) comparada com erupção solar. É presunção demais
achar que o homem pode aquecer o planeta mais do que o sol
Os californianos se ufanam de estar na ponta da modernidade e têm muitas realizações para apresentar nesse sentido.

Porém, como observou editorial de “The Washington Times”, eles caíram numa que os fez passar vergonha e agora estão tentando voltando atrás: “salvar o planeta do aquecimento global”.

Para lutar contra o “aquecimento global”, a Califórnia impôs drásticas condições à produção e à venda de gasolina que elevaram enormemente o preço ao consumidor.

E enquanto pagavam preços absurdos, começam a perceber que o aquecimento terrestre depende de forças assaz mais poderosas que eles. Como o Sol, humildemente.

domingo, 4 de novembro de 2012

Silêncios que falam, berram e denunciam mitos anticientíficos ou socialistas

Sobre tudo, não falemos do "assunto" que queima!

Há silêncios que falam. Desta vez houve um que berrou.

Foi constatado nos três debates entre os candidatos à presidência dos EUA, e no único acontecido entre os pretendentes a vice-presidente.

Candidato algum teve ânimo para falar em “mudanças climáticas”, “aquecimento global” ou conexos.

É a primeira vez que se dá essa omissão, desde que o “aquecimento global” entrou nos debates em 1988. Há quase um quarto de século!

Os ativistas do aquecimentismo se julgaram desconsiderados ou até humilhados. Mas engoliram com farofa.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Teólogos da Libertação desvendam segredos da nova “religião” verde

Ecoteologia da libertação: marxismo + "religião" verde
Ecoteologia da libertação: marxismo + "religião" verde
O ex-frei franciscano Leonardo Boff vem sendo promovido como um dos principais propagadores da teologia da liberação agora reciclada em eco-teologia marxista com cores acentuadamente verdes e panteístas.

Boff participa do esforço de reformulação do enferrujado marxismo numa nova filosofia que recolhe os postulados mais radicais de Karl Marx e os amalgama com os dogmas básicos do ambientalismo radical numa nova religião.

Qual é o conteúdo desta profunda metamorfose?

O próprio Boff encarregou-se de fornecer alguns avanços desta nova-velha Teologia da Libertação verde-vermelha, segundo informou a agência ACI prensa. IMPORTANTE: ver esclarecimento acrescentado no fim deste post.

No Congresso Continental de Teologia, realizado sob os auspícios da UNISINOS, em São Leopoldo, RS, de 7 a 11 de outubro deste ano, o ex-frei definiu alguns dos parâmetros essenciais dessa teologia ecomarxista.

Boff relembrou o básico: a “marca registrada” de Teologia da Libertação é “a opção pelos pobres, contra a miséria e a opressão”, no contexto da luta de classes.

Mas ele encaixou nesse chavão o componente verde. O leitor tal vez ache que os seguintes pensamentos do ecoteólogo marxista são produtos de algum delírio, ou de uma embaralhada insensata de letras provocada involuntariamente por algum sistema informático. Mas não é nada disso.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Dogma, sacerdócio e ditatorialismo na “religião” ambientalista

João Luiz Mauad: esquerdismo e radicalismo verde geram atraso e pobreza
João Luiz Mauad:
ambientalistas pretendem impor seus planos pela força do governo
João Luiz Mauad,  articulista dos jornais “O Globo” e “Diário do Comércio” apresentou oportunas considerações sobre o dogmatismo e o ar de sacerdócio infalível que assumem figuras do ambientalismo badaladas pela imprensa.


Ele o fez em artigo para “O Globo” de 14/10/2012, e do qual extraímos alguns parágrafos mais significativos:



O uso da ciência

Ciência não é matéria sujeita a consensos ou escrutínios. Ao contrário, espera-se que as teorias sejam constantemente testadas e, se for o caso, falseadas. (...)

É assim que as ciências da natureza trabalham. Observações levam a hipóteses. Hipóteses são testadas através de experimentos. Os resultados são divulgados, examinados e duplicados antes que uma boa teoria seja divulgada.

sábado, 20 de outubro de 2012

Alarma mundial porque uma pedra de gelo se derrete num copo. Enquanto isso, um elefante entra no salão.

Antártica atingiu superfície máxima histórica
Antártica atingiu superfície máxima histórica
Enquanto o derretimento cíclico do Ártico é objeto de atemorizantes comentários do ambientalismo radical vestido de científico, um fenômeno muito mais grave para a Terra acontece na Antártica.

Sobre o caráter cíclico plurianual do derretimento do Ártico, leia: “Ignorância ou fraude nos exageros ambientalistas sobre o derretimento do Ártico?”

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Poluição tinge de vermelho o maior rio da China. Se fosse no Brasil, o quê teria acontecido?

O imenso, histórico e poético rio Yangtzé, outrora conhecido como “a correnteza de ouro”, ou “Rio Azul”, adquiriu uma estanha cor vermelha, assustando os ribeirinhos e a imprensa internacional, informou a ABCNews.

As autoridades socialistas chinesas declaram não ter ideia do que se trata e não parecem determinadas a fazer nada de sério em face do desastre.

O mais extenso e largo rio chinês e o terceiro maior do mundo, o Yangtze irriga as melhores terras da China.

domingo, 14 de outubro de 2012

Cineasta recusa oferta de Al Gore por temor de fraude mal-intencionada

Terror de catástrofes: instrumento
para impor a "religião" ditatorial ambientalista
O senador Al Gore, destacado líder do alarmismo climático, tentou comprar da empresa Alice Springs direitos de publicação de um filme do cineasta Chris Tangey sobre tornados de fogo (ver vídeo abaixo) no Monte Conner, Austrália, para usar em suas apresentações.

Tangey respondeu ao senador alarmista que usar sua filmagem num contexto de “mudança climática” seria um ato “deliberadamente enganoso”, recusando assim o dinheiro oferecido, informou o jornal “The Australian”.

As manipulações de dados naturais de alto impacto para justificar teorias catastrofistas viraram marca de fábrica das apresentações de Al Gore.

Sua mais famosa produção, “Uma verdade inconveniente”, acabou sendo condenada pela justiça inglesa e proibida de ser recomendada em escolas após se constatarem mais de 35 graves erros que poderiam danificar a formação dos escolares.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Ambientalismo: imprensa brasileira bate recorde de desinformação e parcialidade supera o 97% dos artigos, diz instituto francês

Em estudo elaborado pelo Institute of Physics (IOP) da França e reproduzido no seu órgão Environmental Research Letters, o público brasileiro aparece como o mais mal informado pela sua imprensa no tocante à polêmica ambiental, comparado com o público dos EUA, Grã-Bretanha, França, Índia, e até da ditatorial e hiper-censurada imprensa socialista chinesa.

O IOP estudou a atitude dos grandes jornais desses países durante dois períodos.

O primeiro foi em 2007, por ocasião da publicação do relatório do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change ou Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, da ONU) sobre a evolução do clima.

O segundo foi entre o fim de 2009 e início de 2010, durante o “climategate” que abalou a credibilidade de dito relatório e de muitos cientistas apóstolos do alarmismo climático.




quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Lançamento do livro “Psicose ambientalista” supera todas as expectativas

Lançamento superou todas as expectativas
Dr. Carlos Patricio del Campo, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Dr. Eduardo de Barros Brotero,
Dr. Antonio Augusto Borelli Machado com o livro na mão e Dr. Mario Navarro da Costa


No dia 2/10/2012, no prestigioso Nacional Club de São Paulo, diante de um público que encheu o seu grande salão, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira – IPCO lançou o livro de D. Bertrand de Orleans e Bragança “Psicose ambientalista – Os bastidores do eco-terrorismo para implantar uma religião ecológica, igualitária e anticristã”.

O evento foi largamente aguardado pelo público, que virtualmente esgotou a primeira edição de 4.000 exemplares antes mesmo do lançamento.

domingo, 23 de setembro de 2012

ONG verde profetiza: apocalipse aconteceu há pouco. Mas, nós nem soubemos!

Não é piada. Pretende ser algo muito sério. A ONG Global Footprint Network – GFN anunciou que no dia 22 de agosto a humanidade acabou de consumir todos os recursos naturais que o planeta é capaz de produzir num ano.

Essa data fatídica, estipulada a partir de cômodos escritórios governamentais e de saborosos restaurantes pagos pelos impostos dos cidadãos, foi levada muito a sério pelo jet-set ambientalista.

O dia foi batizado de “Global Overshoot Day”, ou o “Dia da ultrapassagem”.

domingo, 16 de setembro de 2012

Lord Monckton – 3 : o ambientalismo não pensa no ambiente mas no marxismo

Lord Monckton: ambientalismo não pensa no ambiente
mas no neo-marxismo
Continuação do post anterior

Catolicismo — Obviamente, o movimento ambientalista não cuida apenas do ambiente. Que ideologias ou doutrinas estão por detrás dele?

Lord Monckton — Ele absolutamente não tem mais nada a ver com o ambiente. Os ambientalistas não passam de melancias: verdes por fora e vermelhas por dentro.

Eu também os chamo de tendência de semáforo: verdes muito amarelinhos de medo de admitir que são realmente vermelhos.

Pode-se talvez pensar que isto seja mera retórica, mas conheci um dos fundadores do Greenpeace, o falecido Eric Ellington, a pessoa menos inclinada à política que se poderia conhecer.

Sua preocupação genuína era de que ninguém bagunçasse o planeta, e ele e seus amigos co-fundadores tinham noções mais bem idealistas sobre o objetivo que desejavam obter.

Ele me disse que após um ou dois anos todos tiveram de sair porque não eram políticos.

Quando os marxistas entraram e, em suas palavras, “tomaram o movimento”, eles não foram capazes de detê-los por não saberem como. Eles não eram políticos. Assim, politicamente, a extrema esquerda “passou a perna” neles.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Lord Monckton – 2 : alarmismo quer perda da razão para impor ditadura vermelha

Lord Monckton: alarmismo quer perda da razão
para fazer uma ditadura
Continuação do post anterior

Catolicismo — O aquecimento global tem alguma base na ciência?

Lord Monckton — Sim. Por exemplo, é verdade que se você adicionar CO2 à atmosfera ele irá, no simples espectro infravermelho, interferir com a radiação que sai à superfície da Terra, a qual se encontra quase inteiramente no próximo infravermelho, ou atinge seus ápices no próximo infravermelho, chegando muito próximo da área de absorção do CO2.

Assim, se você adicionar CO2 a uma atmosfera como a nossa, obterá um aquecimento global.

E devemos agradecer a Deus por tal fato, pois do contrário este planeta estaria gelado.

E é graças ao fato de existir na atmosfera CO2, vapor d’água, um pouco de metano e outro tanto de óxido de nitro e ozônio, que somos um planeta quente, apesar de nossa grande distância do sol.

domingo, 9 de setembro de 2012

Lord Monckton – 1 : “desenvolvimento sustentável” é anti-desenvolvimento encapuçado

Lord Monckton: “desenvolvimento sustentável” é anti-desenvolvimento encapuçado
Lord Monckton: “desenvolvimento sustentável”
é anti-desenvolvimento encapuçado
Terceiro Visconde Monckton de Brenchley, Lord Christopher Monckton expõe com base em verdades científicas as falácias do movimento ambientalista, que usa do pânico no chamado “desenvolvimento sustentável” para conduzir ao estatismo socialista

Ele é conselheiro-chefe de política do Instituto de Ciências e Políticas Públicas de Londres. Escreveu para diversos jornais de Londres e foi conselheiro político da primeira-ministra Margaret Thatcher até 1986.

Hoje Lord Monckton dirige sua própria empresa de consultoria, dando aconselhamento técnico a corporações e governos.

Nos últimos anos, Lord Monckton tem figurado no noticiário devido a suas denúncias da falácio do « aquecimento global ». Em fevereiro de 2007, ele publicou uma análise e um sumário do Quarto Relatório de Avaliação do IPCC sobre mudança climática.

Concedeu a presente entrevista durante a conferência Rio+20.

* * *

Catolicismo — Quais são suas esperanças e temores em relação à Conferência Rio+20?

Lord Monckton — Minha principal dificuldade com essas conferências é que na realidade estamos em presença de uma burocracia governamental predatória, gananciosa, que suga de novas maneiras os contribuintes.

domingo, 2 de setembro de 2012

Prof. Molion denuncia manobras políticas que manipulam a ciência climática

Prof. Molion denuncia manobras políticas que manipulam a ciência climática
Prof. Molion denuncia manobras políticas que manipulam a ciência climática

O professor Luiz Carlos Baldicero Molion, a maior autoridade brasileira em matéria de clima, empreende uma árdua e benemérita tarefa denunciando as fraudes do catastrofismo ambientalista.

Em diversas ocasiões tivemos a oportunidade de reproduzir seus artigos ponderados e altamente científicos.

Ele escreveu mais um para a “Folha de S.Paulo”, o qual temos o gosto de reproduzir aqui.

domingo, 26 de agosto de 2012

Aumento da temperatura e do CO2 ajudam a expandir a vida. Como ocultá-lo manipulando fatos científicos?

A Terra no Eoceno: temperaturas e CO2 máximos
estimularam maravilhosa expansão da vida vegetal e animal
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Como fazer para que o leitor normal aceite como provada a hipótese do aquecimento global quando um estudo científico de porte fala mais bem em sentido contrário?

A BBCdeu um exemplo disso, para não citar outras caixas de ressonância habituais do catastrofismo ambientalista.

Há um modo de apresentar a matéria pondo destaques e ênfases, apelando a insinuações e, para garantir, deixando alguns astuciosos contrafortes nas partes provavelmente menos lidas. Vejamos.

Há 52 milhões de anos existiram na Antártida palmeiras e espécies vegetais do tipo baobabs. O clima era tropical e a vegetação exuberante, comprovou um trabalho publicado pela revista “Nature”.

domingo, 19 de agosto de 2012

Belo Monte: ambientalismo internacional volta-se contra o Brasil

Editorial da discórdia volta-se contra o Brasil
Editorial da discórdia volta-se contra o Brasil
Apesar de o projeto de Belo Monte ser exclusivamente brasileiro, por realizar-se integralmente em território nacional, ele está sendo internacionalizado pela militância ambientalista radical.

“Le Monde”, jornal porta-voz do socialismo e da esquerda católica francesa, publicou nesta semana um editorial que é revelador de uma ofensiva antibrasileira a propósito da barragem de Belo Monte. Jornais brasileiros concederam notável destaque à publicação, como por exemplo “O Estado de S.Paulo”.

No dia 16/08/2012, após reconhecer que o projeto ajudaria a tirar de seu estado atual uma das regiões mais pobres do País e oferecer emprego a dezenas de milhares de brasileiros, o jornal agita o espantalho da “proteção de tribos indígenas ameaçadas de serem expulsas de suas terras onde vivem desde tempos imemoriais e da bacia amazônica, que não somente é o pulmão ecológico da América do Sul, mas do planeta inteiro”.

O apelo à demagogia não é novidade no ambientalismo. A Amazônia não é o pulmão verde do planeta, segundo reconheceram não somente cientistas da maior autoridade, mas também militantes ecologistas radicais, como o falecido Jacques Cousteau.

domingo, 12 de agosto de 2012

A Amazônia Azul imensidade brasileira pouco conhecida que precisa ser protegida

Almirante fala sobre Amazônia Azul, para auditório lotado do Clube Homs, SP
Almirante fala sobre Amazônia Azul, para auditório lotado do Clube Homs, SP
“Após esta palestra sobre a Amazônia Azul, não veremos mais o assunto como pessoas à pé, mas aportados na nau capitânia de um dos maiores conhecedores do assunto”.

Com essas palavras, o presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, Dr. Adolpho Lindenberg, passou a palavra ao Vice-Almirante Luiz Guilherme Sá de Gusmão, que então proferiu a interessante palestra Amazônia Azul – Importância e defesa deste rico patrimônio brasileiro. 

O evento ocorreu no Clube Homs, da Avenida Paulista, em 9 de agosto último.

O Alm. Gusmão mostrou como 72% dos brasileiros desconhece o conceito de Amazônia Azul, apesar de sua imensa importância para o presente e sobretudo para o futuro do Brasil.

Amazônia Azul é o termo que designa o conjunto dos recursos naturais, econômicos e estratégicos contidos na área de mar sob a jurisdição do País: 3,6 milhões de km². Em 2004, o Brasil pleiteou o aumento dessa área. Quando a proposta for aceita, essa área contará com mais de 4,5 milhões de km², uma área maior do que a Amazônia Verde.

domingo, 5 de agosto de 2012

Ambientalismo inocula pânico em leitor desavisado, pelo fato de a “Terra verde” ficar verde!

Derretimento súbito e fugaz de camada superficial do gelo
acontece cada 150 anos

“Os cientistas veem no inusual fenômeno do descongelamento da Groenlândia (Greenland, ou Terra verde, em inglês) indícios de que o aquecimento [global] está se acelerando”.

A notícia no diário madrilense “El País” era para assustar. Apresentava uma mulher contemplando perplexa um panorama da Groenlândia, cuja metade estava degelada.

O leitor desprevenido, acostumado a passar rápido por títulos, fotos e destaques gráficos, facilmente caía na arapuca.

E saía sugestionado por mais esta martelada rasteira em favor do cada vez mais desprestigiado “aquecimento global”.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Tubarão assassino cuja espécie é protegida multiplica mortes na Austrália

Tuburão branco pegando foca
Tuburão branco pegando foca

O surfista Benjamin Linden, 24, não teve tempo de reagir quando um “tubarão branco” saiu à superfície, cortou-o pelo meio e levou seus restos para o fundo do mar na praia de Wedge Island, ao norte de Perth, Austrália.

Um banhista de jet-ski conseguiu afastar o tubarão e recuperar a metade do dorso de Linden, informou o diário britânico “The Telegraph”.

Os ataques desses enormes e ferozes tubarões na costa oeste da Austrália se tornaram mais frequentes desde que foram declarados “espécie em perigo de extinção”.

O ministro australiano da Pesca, Norman Moore, mostrou-se muito deprimido pelo fato de que com a proteção esses tubarões estejam proliferando tanto. Mas o que esperava o ministro? Esses tubarões não têm outros inimigos senão os homens e algumas baleias.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

O homem é uma “espécie invasora”? Sua inteligência e sua civilização uma desgraça para o planeta?


Por vezes, o tratamento que o ambientalismo dispensa ao homem e à civilização atinge abismos que parecem demasia anti-humana.

Certos arautos desse movimento ostentam uma ferocidade estarrecedora. Na coluna ao lado há alguns exemplos.

Essa predisposição anti-humana é descrita, também, no artigo “Ser humano: espécie invasora?” do Dr. José Eustáquio Diniz Alves, colunista do Portal EcoDebate, Doutor em demografia e professor titular do mestrado em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE.

domingo, 22 de julho de 2012

Nova era do petróleo está a caminho, mas alarmismo profetiza esgotamento da Terra. O que há?

Enigma: profecias falham mas "profetas" seguem pregando  que é preciso pôr fim à sociedade rica e produtiva
Enigma: profecias falham, mas "profetas" seguem pregando
que é preciso pôr fim à sociedade rica e produtiva
Quando jovem morei em Roma. Os imprevistos da vida me faziam passar com frequência diante de certo palazzo romano, não longe do Lungotevere.

Dentre as inúmeras peculiaridades dos palazzi romani, aquele entretanto me intrigava. Sobretudo uma placa junto ao pórtico de entrada. Nela estava escrito: Clube de Roma.

Em alguma parte eu lera que esse Clube anunciou o esgotamento do petróleo para 1980 e pediu com urgência a reformulação mundial do conceito de crescimento para o planeta.

Em verdade, naquela época eu não me preocupava muito se aquilo era uma turma de esquisitos, ou um boato jornalístico ou confusão minha.

Um dia, falando com um professor, comentei a placa, meu desinteresse e contei minha ignorância sobre o tal clube. Ele me respondeu muito seriamente se tratar de algo de muito peso, sustentado por Cresos famosos cujos nomes ele declinou como nomes sagrados. E eram potentados mesmo!

domingo, 15 de julho de 2012

A religião ambientalista
vista por um professor de filosofia

Cultos extravagantes na Rio+20:  o que tem a ver ambientalismo com religião?
Cultos extravagantes na Rio+20:
o que tem a ver ambientalismo com religião?
Luis Dufaur





Com frequência neste blog temos focalizado a existência de uma estranha religião imanente no ambientalismo. E nos referimos ao tipo de ambientalismo que pretende ser o mais coerente com os princípios básicos do movimento.

Também, com relativa frequência, ouvimos indagar o por quê dessa insistência em dita religião incubada, ou em questões religiosas. Porque, a primeira vista, a problemática ambientalista é basicamente científica.

Compreendemos perfeitamente esta dificuldade e a olhamos até com simpatia.

Pois, essa dificuldade foi também a nossa. E, em certo sentido continua sendo.

Tivemos dificuldade em admitir a ideia de uma religião singular por trás do ambientalismo mais “genuíno”.

Porém, com o tempo, foi ficando evidente para nós que o movimento ambientalista só se compreende bem pressupondo uma crença peculiar que o explica.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Terrorismo sobre o clima é ameaça à soberania nacional, diz professor de Meteorologia

O meteorologista Luiz Carlos Baldicero Molion, da Ufal (Universidade Federal de Alagoas), além do domínio da ciência que demonstra em repetidas ocasiões, tem o mérito da paciência. Pois ele volta uma e outra vez para manter as posições da verdadeira ciência diante da desinformação que tenta confundir o público brasileiro.

E ele voltou a mostrar essas qualidades em mais uma entrevista à “Folha de S.Paulo”:

quinta-feira, 5 de julho de 2012

“Salvar o planeta” é “bobagem inigualável” diz ex-secretário de Meio Ambiente

"Salve o planeta: suicide-se"! Absurdos do catastrofismo ambientalista.
"Salve o planeta: suicide-se"! Absurdos do catastrofismo ambientalista.
Este blog assume uma posição estritamente não-partidária. Se reproduzimos comentários ou opiniões de personalidades engajadas em alguma associação política ou função pública, é só em virtude da temática que interessa ao blog.

Quer dizer, a adoção do ambientalismo e da ecologia pelos militantes do comunismo em crise, como método para obter sorrateiramente aquilo que não conseguem pela via da propaganda ou da convicção.

Neste sentido tem conteúdo relevante as afirmações do ex-secretário de Meio Ambiente e ex-presidente do Incra Xico Graziano, no artigo “Profetas do apocalipse” de 26/06/2012.

É mais uma voz que ecoa a denuncia, há muito feita, dos métodos apavorantes e catastrofistas empregados pelos “vermelhos” disfarçados de “verdes” para obter objetivos ideológicos que procuram não evidenciar.

Eis alguns excertos do artigo:

terça-feira, 3 de julho de 2012

Declaração final da Cúpula dos Povos: a Frente Ampla do retorno ao primitivismo anticapitalista “sustentável”

Rio+20: "Cúpula dos Povos". Foto Marcello Casal Jr-ABR
Até o presente vínhamos acompanhando neste blog o fenômeno de velhos militantes ou antigos movimentos da esquerda, mais ou menos eivados de marxismo, que se reciclavam e adotavam uma linguagem “verde” ou “ambientalista”.

E o faziam de um modo peculiar: distorciam o significado dos termos e manipulavam problemas gerados pela civilização industrial que pediam correções sensatas mais ou menos importantes, segundo os diversos casos.

Essas distorções e manipulações não visavam à melhoria do nível de vida da humanidade e a sábia gestão da natureza.

Pelo contrário, explorando pontos fracos da civilização industrial, em nome da natureza, da saúde e do bem do planeta, apresentavam propostas que levariam a consequências danosas.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

CO2 nada tem a ver com o aquecimento global, diz mais um cientista americano

A Humanidade e suas crescentes emissões de dióxido de carbono (CO2) e outros gases do efeito estufa na atmosfera não têm nada a ver com o aquecimento global.

Assim acredita Don Easterbrook, professor emérito de Geologia Glacial da Western Washington University, nos EUA, e apontado como um dos principais cientistas que contestam o consenso em torno do tema.

Segundo Easterbrook, suas pesquisas, com base na análise de amostras de gelo retiradas das geleiras da Groenlândia, indicam que a Terra passa por constantes ciclos de aquecimento e resfriamento, com duração aproximada de 30 anos cada.

— Não acredito no aquecimento global primeiro porque não há dados físicos que comprovem que isso está acontecendo — afirma. — Tudo que os arautos das mudanças climáticas têm são modelos computacionais fundamentalmente errôneos. Basta ver que se alimentássemos um dos modelos do IPCC com dados de 1980, suas previsões para o clima em 2010 não chegariam nem perto dos dados reais coletados naquele ano.

De acordo com Easterbrook, todo aquecimento das últimas décadas é fruto de um processo natural que já terminou, com evidências de que desde o ano 2000 a Terra entrou em uma tendência de resfriamento.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Rio+20: ecoburocratas “companheiros de viagem” rumo à utopia. O cidadão trabalhador: a vítima

Rio+20: reunião plenária do ecoburocratismo trabalhou a anos-luz
do que os homens pensam. Uma reunião obscura para a sociedade.
Foto Fabio Rodrigues Pozzebon-ABR
Na revista Época, Guilherme Fiuza, jornalista e autor de vários livros, teceu inteligentes comentários sobre um aspecto muito mencionado mas do qual pouco temos tratado neste blog.

É o lado interesseiro dos “ecoburocratas” beneficiados lautamente nas grandes encenações ambientalistas mundiais.

Estavam também eles na Rio+20. Mas não apenas os funcionários dos governos. Também os militantes das ONGs, crônicos “representantes da sociedade civil” que tão pouco e tão mal a representam, mas que não perdem uma. Quem paga tudo isso?

É de sublinhar que esse espírito interesseiro não é obstáculo à “governança” (ou ditadura) mundial verde que está se excogitando.

Funcionários venais são indispensáveis nos períodos iniciais das grandes revoluções.

Depois, hão de vir as “purgas” sobre esses “companheiros de viagem” da primeira hora ... como, aliás, já se viu em outras tentativas utópicas de mudar radicalmente os seres humanos e a Terra onde vivem.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Caiu o telão da Rio+20 e começa a avançada na confusão do “desenvolvimento sustentável”

"Economia verde" integrada na natureza:  grande perspetiva de "sustentabilidade" para o futuro  se abandonamos a cultura e consumo "insustentáveis",  dizem utopistas ambientalistas
"Economia verde" integrada na natureza:
grande perspetiva de "sustentabilidade" para o futuro
se abandonamos a cultura e consumo "insustentáveis",
dizem utopistas ambientalistas.
Foto: aborigem da Papua-Nova Guiné
O telão desceu. A Rio+20 terminou. Nos diversos pontos que serviram para o encontro, um exército de funcionários está desmontando os gigantescos cenários feitos para o lançamento do “desenvolvimento sustentável” e da “economia verde” como modelo para a humanidade.

Representantes governamentais e ativistas de ONGs apressaram-se rumo ao aeroporto levando a seus países a “mensagem” haurida. Viajaram, preparados para implementar as estratégias do “desenvolvimento” sustentável” e da “economia verde”.

Entretanto, poucos, muito poucos cidadãos, ficaram sabendo aonde podem nos conduzir essas estratégias que condenam o mundo que conhecemos como réu do crime de “insustentabilidade”.

E é assim que as temáticas levantadas na Rio+20 farão sua entrada nas políticas nacionais.

O Brasil parece ter sido escolhido como laboratório de ensaio privilegiado da “economia verde” e “sustentável”. O Código Florestal será o primeiro campo de batalha para atingir o “insustentável” agronegócio e reduzir os níveis de consumo “insustentáveis” dos brasileiros.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Rio+ou-20: tentativa de governo mundial não deu certo, mas pode voltar.

Rio+20: tentativa de impor uma ditadura mundial verde não deu certo desta vez.  Na foto: Sha Zukang, Secretário General da Rio+20, durante os debates
Rio+20: imposição de ditadura mundial verde não deu certo desta vez
Na foto: chinês Sha Zukang, Secretário General da Rio+20, nos debates
A Rio+20 trabalhou para promover uma mal esclarecida “economia verde” com base num talismânico “desenvolvimento sustentável” e com o objetivo – entre outros – de erradicar a pobreza do planeta.

Essa colossal tarefa deveria ser encomendada a uma nova “estrutura institucional” – leia-se uma superestrutura burocrática passando por cima dos países soberanos em nome dos interesses planetários – a qual definiria, ela só, os interesses ecológicos do planeta.

Na prática, ter-se-ia gerado um fabuloso poder com ares de governo universal. Ele não foi oficializado na Rio+20, mas poderá vir a sê-lo no futuro.

“O projeto não irá a parte alguma se não tiver a embasá-lo a ‘estrutura institucional’ almejada pela ONU, com um sistema pactuado de estímulos e sanções que induzam os países a mudar, sem esperar que outros o façam primeiro”, escreveu OESP (Notas & Informações, 11.6.2012)

Era preciso implantá-lo com urgência. Por quê?

domingo, 24 de junho de 2012

Prof. Linzen, do MIT: o ambientalismo é imoral: leva à estagnação, à miséria e atenta contra a população humana

Prof. Richard S. Lindzen, professor do Dep. de Meteorologia do MIT
Prof. Richard S. Lindzen, professor do Dep. de Meteorologia do MIT
Antes um dos mais prestigiados cientistas climáticos do mundo, o americano Richard Lindzen, professor de Meteorologia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), virou ovelha negra depois de “mudar de lado”, como ele mesmo diz.

Integrante dos primeiros relatórios do IPCC, ele passou a criticar os modelos com previsões alarmantes sobre as consequências do aquecimento do planeta e o uso político do discurso ambiental.

Para ele, não há provas de que a elevação da temperatura da Terra aumentará o número de desastres climáticos.

Sua nova posição angariou numerosos detratores e acabou por prejudicar a divulgação de suas pesquisas, contou ele em entrevista ao Globo, por telefone, de seu laboratório em Cambridge, Massachusetts.

sábado, 23 de junho de 2012

Painel “RioMENOS20”: refutação séria e profunda das fraudes e das tramas da ofensiva ambientalista entusiasma auditório

Painel do IPCO “RioMENOS20 – O que os jornais não irão publicar sobre a Rio+20  – Mitos e verdades sobre o desenvolvimento sustentável”
Painel do IPCO “RioMENOS20 – O que os jornais não irão publicar sobre a Rio+20
– Mitos e verdades sobre o desenvolvimento sustentável”

No Clube Homs de São Paulo teve lugar o Painel “RioMENOS20 – O que os jornais não irão publicar sobre a Rio+20 – Mitos e verdades sobre o desenvolvimento sustentável” com a presença de numeroso público.

Os palestrantes foram o PhD em Meteorologia, Luiz Carlos Molion, professor de Climatologia e Mudanças Climáticas da Universidade Federal de Alagoas, que desenvolveu o tema “Mudanças climáticas: realidade ou mito”;

– o Dr. José Carlos Sepúlveda da Fonseca, analista político do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira – IPCO;

Dom Bertrand de Orleans e Bragança, príncipe imperial do Brasil e coordenador da campanha Paz no Campo.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Inquisidores do “aquecimento global” querem jogar na fogueira cientistas honestos e você, caro leitor

Ricardo Augusto Felício, professor do Departamento de Geografia da USP
Ricardo Augusto Felício,
professor do Departamento de Geografia da USP
Ricardo Augusto Felício, professor do Departamento de Geografia da USP, é uma das principais vozes no País a apontar a inexistência ou irrelevância do “aquecimento global” do clima.

Recentemente ele denunciou que os cientistas desta corrente sofrem corte de verbas para pesquisa. Também apontou que revistas acadêmicas de prestígio lhes fecham as páginas porque eles não repetem os chavões apocalípticos.

O fato não é novo. Já aconteceu a muitos cientistas que com suas posições pioneiras foram tidos inicialmente como loucos e depois como precursores.

O Prof. Felício, que é especializado em climatologia antártica, defende com conhecimento da matéria que o espalhafato feito a propósito da “camada de ozônio” não tem fundamento na realidade: “Esse negócio não existe”.

O professor faz questão de avisar que há interesses políticos e econômicos por trás de conceitos científicos de organizações – políticas, aliás – como o IPCC.

“Eu já vou avisando aos meus alunos que eles vão ter de trabalhar. Aqui não vai ter bolsa” – advertiu ele.

Campanha do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira na Rio+20 denuncia mitos, exageros e fraudes do ambientalismo

Dezenas de jovens cooperadores do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira fizeram campanhas de esclarecimento na cidade do Rio de Janeiro por ocasião do Rio+20.

Eles informaram a população sobre os mitos, exageros e falsos do movimento ambientalista. Veja o vídeo:

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Desenvolvimento sustentável: uma bobagem sem sentido, diz Lovelock em novas declarações

Para Lovelock “o desenvolvimento sustentável é bobagem sem sentido”
Lovelock: “desenvolvimento sustentável é bobagem sem sentido”

Nas vésperas da Rio+92, James Lovelock, o guru do ambientalismo que impactou o mundo reconhecendo corajosamente que tinha errado adotando o catastrofismo climático, voltou com novas declarações que lanham os mitos ambientalistas.

Lovelock não está sozinho nesta evolução de fanáticos do ambientalismo que forçados pela realidade corrigem seus pontos de vista.

O guru Lovelock disse coisas que desgostaram a seus adeptos e, sobre tudo, a seus patrocinadores político-ideológicos.

Não espanta então que a grande mídia voltasse a silenciar as novas declarações de Lovelock, sobre tudo no Brasil que sedeou a Rio+20.

A própria Rio+20 prestigiada especialmente pelos governos de esquerda do mundo – com a ausência dos governantes mais prudentes – fingiu não tomar conhecimento.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Rio+20 não visa melhorar o planeta, mas instalar um governo mundial que avassalará o Brasil

Dr. Luiz Carlos Molion, professor de climatologia da Universidade Federal de Alagoas
Luiz C. Molion, professor de climatologia da Universidade Federal de Alagoas

Pesquisador do clima do planeta há mais de 40 anos, o Dr. Luiz Carlos Molion, professor de climatologia da Universidade Federal de Alagoas, garantiu que a ação do homem é incapaz de mudar a temperatura global na Terra.

E explicou que o aquecimento global e outras alegações propagandísticas não tem muito a ver com a Rio+20.

O verdadeiro cerne do evento é a discussão pela instalação de um governo mundial formado por burocratas que dirá ao Brasil e aos outros povos o que podem fazer ou não podem fazer.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Rio+20: o gênero humano: um inimigo da sustentabilidade a ser dizimado?

Cena da “Campanha global 10:10” contra o CO2
Cena da “Campanha global 10:10” contra o CO2
105 Academias de Ciência ligadas à rede mundial IAP (Global Network of Sciences Academies)  conclamaram a uma “ação global coordenada” dos chefes de Estado na Rio+20 para agir sobre a população mundial.

O objetivo é proceder a uma redução acentuada dos seres humanos sobre a Terra.

Não é a primeira vez que esse objetivo pasmoso é enunciado publicamente. O perigo está em que ele possa passar em meio à confusão em que se desenvolve a reunião mundial sobre o “desenvolvimento sustentável”.

domingo, 17 de junho de 2012

Líder de Greenpeace abandonou a ONG por causa da infiltração marxista e explica como

Dr. Patrick Moore deixou Greenpeace que ajudou a fundar
Dr. Patrick Moore deixou Greenpeace que ajudou a fundar
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




O Dr. Patrick Moore foi um dos co-fundadores do Greenpeace. Ele partiu para as Ilhas Aleutas na missão inaugural do grupo em 1971 visando protestar contra os testes nucleares norte-americanos.

Ele liderou Greenpeace durante 15 anos até que saiu abruptamente. Tornou-se, então, defensor de algumas das causas mais detestadas pelo ambeintalismo. Por isso é menosprezado e tido como um “renegado”.

O que houve com Moore?

Entrevistado no filme “A grande farsa do aquecimento global” , ele explicou que sua bandeira foi sequestrada por militantes da esquerda. E explicou:

sábado, 16 de junho de 2012

Rio+20: “Que Deus proteja o planeta da demagogia verde”

Luiz Felipe Pondé, colunista da Folha  e enviado especial à Rio+20 teceu oportunos comentários sobre os perigos incubados na demagogia ambientalista que reproduzimos a continuação.

A demagogia verde dos salvadores

UMA COISA que sempre me chama a atenção é a vocação autoritária dos verdes em geral, assim como seu caráter ideológico travestido de evidência científica “inquestionável.”

Não é para menos uma vez que são movidos pela crença de que estão salvando o mundo. Todo mundo que crer salvar o mundo é autoritário.

Claro que devemos nos preocupar com o meio ambiente. Essa é uma ideia já antiga. Machado de Assis no seu maravilhoso “Dom Casmurro”, através de seu narrador Bentinho, já falava de pessoas inteligentes que iam jantar em sua casa na sua infância e falavam que os polos estavam derretendo...

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Rio+20: o que está em jogo, por cima e por baixo do pano?

A Rio+20 vai se constituindo como um evento contraditório, com muito de “Woodstock” e grande confusão de opiniões em torno de conceitos talismânicos.

Para a imensa maioria dos brasileiros, a Rio+20 soa como uma cacofonia indecifrável. Mas, no meio dessa confusão, far-se-á astutamente sentir uma pressão ideológica cujo fundo não é de cor verde, mas do velho vermelho marxista.

Há princípios e critérios de orientação que poderão ajudar o leitor a discernir com toda a clareza possível o que verdadeiramente vai se decidir nessa confusão programada.