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domingo, 16 de dezembro de 2012

Alemanha: venderiam “eletricidade ecológica” gerada anti-ecologicamente

Sempre engajado nas causas “verdes”, o jornal alemão Tageszeitung denunciou uma negociata que desmoraliza o ambientalismo.

“Fornecedor de eletricidade ecológica quer fazer carvão” foi o título de primeira página do jornal, jogando com o duplo sentido da palavra “carvão”, que em alemão significa também dinheiro.

O Tageszeitung revelou que os três maiores distribuidores de eletricidade de origem renovável na Alemanha – as empresas Lichtblick, Greenpeace Energy e Naturstrom – poderiam adotar dentro em breve o poluidor carvão, enquanto continuam dizendo que produzem energia 100% limpa.

Com efeito, as referidas empresas abastecem-se junto à austríaca Verbund AG, que desde 2011 está construindo na Turquia uma central movida a carvão – informou a agência Presseurop.

O que é muito embaraçoso para as três empresas alemãs – salienta o Tageszeitung – é que há estudos segundo os quais “as emissões da central turca ultrapassarão os valores máximos definidos pela UE e pela Organização Mundial de Saúde”.

As energias de fontes renováveis existentes na Alemanha vêm gerando preocupação também nos países vizinhos.

“A República Checa vai impedir a derrocada da sua rede elétrica e proteger-se contra o excedente de energia verde devido à produção descontínua dos parques eólicos no Norte da Alemanha”, escreveu o diário de Praga, Lidové noviny.

Manifestação verde contra o carvão, Alemanha
Na hora de implementar suas sedutoras fórmulas, esses ativistas verdes especialistas em marxismo mas desconhecedores da realidade ambiental, tentam golpes canhestros porque suas promessas não podem ser cumpridas, ou são inaplicáveis.

Inaplicáveis?

Para golpear a economia ocidental, derrubá-la e deixar o campo aberto à hegemonia da China e da Rússia, não há melhor do que fazer o que vem fazendo o ambientalismo de conteúdo vermelho e casca verde.

Na Alemanha, no mundo, e no Brasil!


domingo, 9 de dezembro de 2012

A verdadeira opção face ao ambientalismo: trabalhador/próspero/conservador ou hippie/vagabundo/esquerdista?

Ideal do crente nos mitos ambientalista:
viver sem fazer nada, dependendo das Bolsas do governo
Repete-se que só as pessoas ignorantes em matéria de ciência ou as iletradas são capazes de engrossar o largo, e até majoritário, número de cidadãos que não acreditam no “aquecimento global”, nas “mudanças climáticas antropogênicas” e outros “dogmas” ambientalistas.

Mas especialistas da Universidade de Yale que estudaram o público que recusa as crenças ambientalistas chegaram a uma conclusão oposta.

O site Reason.com publicou um interessante resumo do sisudo trabalho.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Proposta da nova “religião” ambientalista é publicada, incomoda, e some!

O original antes da "censura" verde.
CLIQUE PARA AMPLIAR, e em EXIBIR IMAGEM
Comentando matéria publicada pela agência ACIprensa, redigimos o post “Teólogos da Libertação desvendam segredos da nova “religião” verde”, Reputamos então a ACIprensa – e continuamos reputando – uma agência séria e respeitável.

No endereço citado constava a estapafúrdia ideia do ex-frei Leonardo Boff de que, para substituir o homem, a “Mãe Terra” estaria preparando um novo ser capaz de “receber o espírito”, que não seria outra coisa senão uma lula gigante.

Amigos peruanos que traduziram e publicaram nosso post constataram que o parágrafo sobre a “lula gigante” (“calamar gigante” no original em espanhol) anticristã e evolucionista havia desaparecido do referido endereço.

No Peru, a polêmica sobre a Teologia da Libertação vem crescendo, com poderosos apoios eclesiásticos ao renovado erro.

Conferimos que de fato houve a supressão da “lula gigante”, sem que viesse dos meios jornalísticos qualquer explicação de praxe.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Se for pelo petróleo, o Apocalipse ainda demora séculos

Exploração na jazida da Marcellus Formation, Pennsylvania
Por volta de 2017, os Estados Unidos tornar-se-ão o primeiro produtor mundial de petróleo, superando a Arábia Saudita e a Rússia.

A informação está contida no relatório anual da Agencia Internacional de Energia – AIE, a maior autoridade mundial na matéria.

Habitualmente, estas mudanças demoram mais tempo – explicou a AIE.

Mas a extraordinária expansão da exploração do gás e do petróleo de xisto nos EUA, somada ao susto provocado pela velha central nuclear japonesa de Fukushima, aceleraram os trabalhos.

Fatih Birol, economista chefe da AIE, explicou que os EUA são hoje os maiores importadores de petróleo do Meio-Oriente.

Porém, “daqui a dez anos essas importações ficarão reduzidas a praticamente zero!”.

domingo, 25 de novembro de 2012

Tramóias verdes: “o Leonardo DiCaprio mandou email pra mim!”

“Leonardo DiCaprio mandou email pra mim!”
“O Leonardo DiCaprio me escreveu para salvar o oceano!” – exclamou a moça, ao receber um sugestivo e-mail.

O e-mail não podia ter uma assinatura mais deslumbrante para aqueles que acompanham o mundo dos “famosos” na TV ou na Internet.

Imagine uma moça, pouco habituada aos trotes que circulam na rede mundial, recebendo um email assinado por Leonardo DiCaprio fazendo um convite a ela.

Na realidade, trata-se de uma manobra psicológica da “religião” verde. Vejamos.

O texto do e-mail parece concebido por um marqueteiro experimentado. Ele começa sensibilizando habilmente o destinatário:

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Nova jazida americana de petróleo é o dobro de todas as reservas da OPEP

Primeiras explorações na Green River Formation avaliaram mais petróleo aproveitável que em toda a OPEP
Primeiras explorações na Green River Formation avaliaram mais petróleo aproveitável que em toda a OPEP

Segundo recente relatório do U.S. Government Accountability Office – GAO, o potencial de petróleo aproveitável na jazida de Green River Formation, nos estados de Utah e Colorado, nos Estados Unidos, seria “igual ao de todas as reservas mundiais de petróleo conhecidas”, informou a ABCNews.

domingo, 18 de novembro de 2012

“Aquecimento global” parou há 16 anos, confessa ilustre órgão aquecimentista

“Aquecimento global” parou há 16 anos, confessa ilustre órgão aquecimentista
Os números e quadros estatísticos começam no início de 1997 e vão até agosto de 2012. E neles não se pode discernir aumento algum nas temperaturas globais!

Em outras palavras, quadros lisos, quando os correspondentes ao período anterior (1980 a 1996) de igual duração apresentam uma tendência de aumento. Antes desse período a temperatura média global se mantivere estável ou declinou durante 40 anos.

As conclusões foram tiradas a partir dos dados de 3.000 pontos de mensuração sobre a terra e os mares. Mas foram publicados com muita discrição na Internet, sem que a mídia fizesse ouvir sua fanfarra, habitualmente consagrada ao “aquecimento global”.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Sirenes ecologistas esganiçadas e fomes inexistentes

Paul Ehrlich anunciou que o planeta  não conseguiria alimentar toda a humanidade
Paul Ehrlich anunciou que o planeta
não conseguiria alimentar toda a humanidade
Ah! a fome no mundo! Desde a Revolução Francesa, multidões gritando “pão” derrubam tronos e desencadeiam as revoluções. E, hoje em dia, outro não é o grito da esquerda. Por exemplo:



● Em 1968, Paul R. Ehrlich alarmou o mundo com seu livro “The Population Bomb”, cuja tese principal era a de que os recursos do planeta não seriam suficientes para atender a uma população em crescimento.

Seu livro e suas previsões tornaram-se célebres. Uma delas: “Até o ano 2000, o Reino Unido será simplesmente um pequeno grupo de ilhas empobrecidas, habitadas por cerca de 80 milhões de famintos”.

Eis um gênero de terrorismo: o catastrofismo apocalíptico. Seu livro previa que centenas de milhões de pessoas morreriam de fome nas décadas seguintes, em consequência da superpopulação. Deu no que deu.

domingo, 11 de novembro de 2012

Californianos passam vergonha lutando contra o “aquecimento global”

Terra (pontinho azul) comparada com erupção solar. É presunção demais
achar que o homem pode aquecer o planeta mais do que o sol
Os californianos se ufanam de estar na ponta da modernidade e têm muitas realizações para apresentar nesse sentido.

Porém, como observou editorial de “The Washington Times”, eles caíram numa que os fez passar vergonha e agora estão tentando voltando atrás: “salvar o planeta do aquecimento global”.

Para lutar contra o “aquecimento global”, a Califórnia impôs drásticas condições à produção e à venda de gasolina que elevaram enormemente o preço ao consumidor.

E enquanto pagavam preços absurdos, começam a perceber que o aquecimento terrestre depende de forças assaz mais poderosas que eles. Como o Sol, humildemente.

domingo, 4 de novembro de 2012

Silêncios que falam, berram e denunciam mitos anticientíficos ou socialistas

Sobre tudo, não falemos do "assunto" que queima!

Há silêncios que falam. Desta vez houve um que berrou.

Foi constatado nos três debates entre os candidatos à presidência dos EUA, e no único acontecido entre os pretendentes a vice-presidente.

Candidato algum teve ânimo para falar em “mudanças climáticas”, “aquecimento global” ou conexos.

É a primeira vez que se dá essa omissão, desde que o “aquecimento global” entrou nos debates em 1988. Há quase um quarto de século!

Os ativistas do aquecimentismo se julgaram desconsiderados ou até humilhados. Mas engoliram com farofa.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Teólogos da Libertação desvendam segredos da nova “religião” verde

Ecoteologia da libertação: marxismo + "religião" verde
Ecoteologia da libertação: marxismo + "religião" verde
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








O ex-frei franciscano Leonardo Boff vem sendo promovido como um dos principais propagadores da teologia da liberação agora reciclada em eco-teologia marxista com cores acentuadamente verdes e místicas panteístas pagãs.

Boff participa do esforço de reformulação do enferrujado marxismo numa nova filosofia que recolhe os postulados mais radicais de Karl Marx e os amalgama com os dogmas básicos do ambientalismo radical numa nova religião.

Qual é o conteúdo desta profunda metamorfose?

O próprio Boff encarregou-se de fornecer alguns avanços desta nova-velha Teologia da Libertação verde-vermelha, segundo informou a agência ACI prensa. IMPORTANTE: ver esclarecimento acrescentado no fim deste post.

No Congresso Continental de Teologia, realizado sob os auspícios da UNISINOS, em São Leopoldo, RS, de 7 a 11 de outubro deste ano (2012), o ex-frade definiu alguns dos parâmetros essenciais dessa teologia eco-marxista.

Boff relembrou o básico: a “marca registrada” de Teologia da Libertação é “a opção pelos pobres, contra a miséria e a opressão”, no contexto da luta de classes.

Mas ele encaixou o componente verde nesse chavão dialético.

O leitor tal vez ache que os seguintes pensamentos do eco-teólogo marxista são produtos de algum delírio, ou de uma embaralhada insensata de letras provocada involuntariamente por algum sistema informático. Mas não é nada disso.

“Dentro dessa opção pelos pobres, explicou Boff, é preciso inserir o grande pobre que é a Mãe Terra, que é Pachamama [a deusa dos povos andinos incubada na terra], é a Magna Mater, é a Tonantzin, é a Gaia, é o grande pobre devastado e oprimido”.
Lula gigante habitada pelo "espírito" substituiria a humanidade
que seria expelida da Terra: devaneios panteístas
da "ecoteologia", ou nova "religião verde"

Entramos assim de cheio na nova luta de classes segundo a “religião verde”.

Para o eco-teólogo, “esse organismo que chamamos Terra e da qual fazemos parte” pode, a qualquer hora, “nos expulsar como se fôssemos células cancerígenas”. Seria o fim da humanidade.

Ainda segundo este visionário profeta da “religião” verde, a “Mãe Terra” estaria preparando um novo ser capaz de “receber o espírito”.

Esse “novo homem” – alias, assaz diferente dele – não seria outra coisa senão uma lula gigante. IMPORTANTE: ver esclarecimento acrescentado no fim deste post.

O disparate suscita de imediato o riso ou convida a interromper a leitura. Esse ser que evoca certos deuses da Índia, mistura de homem e animal, estaria mais perto de certas representações diabólicas clássicas.

Seria um singular avatar gerado pelas entranhas do averno material mas habitado por um "espírito" vindo de não se sabe onde.

Leonardo Boff: profeta de um mundo verde irracional
povoado de entes de conotações demoniacas
A Terra se assemelharia a uma “deusa-Mãe” cruel disposta a exterminar a humanidade e, a seguir, comunicaria o 'espírito' que jaz nas suas profundezas a uma sorte de 'deus-demônio' repulsivo.

Teoria verdadeiramente a-científica,anticristã e carregada de concepções pagãs.

Explicando a nova teologia verde, o religioso renegado disse que o extermínio da humanidade resgataria a “Mãe Terra” que “está crucificada e é tarefa nossa descê-la da cruz, como fizemos durante décadas com os pobres”.

Boff se autodenomina “ecoteólogo de matriz católica” e defende com acentos subversivos que “o grito da terra é grito dos pobres e grito dos pobres é o grito da terra, nossa Mãe Terra”.

E insistiu para afastar dúvidas: “não só os pobres gritam, gritam as águas, gritam as árvores, gritam os animais, gritam os ventos, a terra grita”.

Em poucas palavras é marxista enquanto ambientalista e ambientalista enquanto marxista. Os dois movimentos seriam duas faces de uma mesma moeda, na mente da ecoteologia da libertação.

Para Boff, “o universo é autoconsciente” como se tivesse alma, como acreditavam as velhas concepções gnósticas e panteístas.

A Terra martelou ele: “começou a pensar, sentir e amar”, sem nunca explicar de onde tirou semelhante estapafúrdio.

O espírito divino panteísta teria se revelado em religiões pagãs,
segundo a ecoteologia da libertação. Na foto: santão da Índia.
O devaneio panteísta leva o ex-frei a entender o Deus Uno e Trino da Igreja Católica como “a grande energia fundamental” impessoal.

Ele pediu revisar o conceito de Revelação, sustentando que houve muitas revelações de Deus na história.

 Portanto, deve se abandonar a ideia de converter os pagãos. Muitas revelações pagãs atribuídas ao demônio seriam manifestações da Mãe Terra, deusa panteísta.

“Deus chega sempre antes dos missionários e sempre age antes que eles”, explicou parafraseando o comuno-tribalismo mais radical.

Em consequência, o “catolicismo atual” só mereceria sobreviver se se reformula e entra em harmonia com o deus ex-machina “Mãe Terra” que ele e os teólogos da libertação “aggiornati” estão revelando ao gênero humano.

Entre os participantes do evento em São Leopoldo também estavam o sacerdote peruano Gustavo Gutiérrez, considerando pai da teologia marxista da libertação, Jon Sobrino, e o bispo de Jales, D. Luiz Demétrio Valentini.

ACRESCIMO IMPORTANTE

Redigimos este post comentando matéria publicada pela agência ACIprensa http://www.acidigital.com/noticia.php?id=24351 que reputamos – e seguimos reputando – séria e respeitável.

Nesse endereço constava a estapafúrdia ideia do ex-frei Leonardo Boff de que a “Mãe Terra” estaria preparando um novo ser capaz de “receber o espírito” que não seria outra coisa senão uma lula gigante para substituir o homem.

No Peru a polêmica sobre a Teologia da Libertação vem crescendo com poderosos apoios eclesiásticos ao renovado erro.

E amigos peruanos que estavam traduzindo nosso post constataram que o parágrafo sobre a anticristã e evolucionista “lula gigante” (“calamar gigante” no original em espanhol) tinha desaparecido de todo, no endereço citado.

Conferimos ser certa a supressão. Nenhuma explicação de praxe nos meios jornalísticos vinha junto.

Compreendemos que algum erro possa se ter passado, mas não se entende que uma obrigatória explicação não tivesse sido anexada para esclarecimento dos leitores.

O procedimento de ACIprensa é próprio de quem recebeu uma pressão externa que obrigou a suprimir o texto contra sua vontade.

ORIGINAL NÃO CENSURADO - CLIQUE PARA AMPLIAR
e EXIBIR IMAGEM: 7º parágrafo
Felizmente, como é nosso costume, tínhamos conservado um snapshot da página original que mostra nossa perfeita boa fe. Ele foi tirado em domingo, 28 de outubro de 2012, 22:54:35, e o oferecemos a nossos leitores ao lado.

Também no cache do Google podia se ler a reprodução integral do artigo com a desumana teoria do “calamar gigante”. Este cache é atualizado periodicamente, mas o original ainda existia em: domingo, 25 de novembro de 2012, 18:27:38.

Para os interessados, procurar em Google a frase: “estaría preparando un nuevo ser capaz de “soportar el espíritu”, que no sería otro que un calamar gigante.”

Numerosos sites e blogs em espanhol reproduziram a versão original de ACIprensa, incluindo o parágrafo completo com a ímpia teoria do “calamar gigante” do ecoteólogo marxista.

Poderíamos reproduzir neste post a lista desses sites e blogs com a frase denunciadora do fanatismo da reverdecida Teologia da Libertação.

Aliás, já fizemos essa lista e enviamos a nossos amigos peruanos via email.

Porém, publicá-la poderia desencadear pressões indesejadas e censuras sobre sites e blogs católicos bem intencionados, que em geral lutam honrada e corajosamente com a falta de recursos e de apoios eclesiásticos.

Não queremos atirar sobre eles essas pressões, máxime nestes momentos em que a Teologia da Libertação, agora de mãos dadas com o ambientalismo radical, recupera poder, influência e intolerância, notadamente a partir das mais altas esferas eclesiásticas.


Luis Dufaur, 25.11.2012


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Dogma, sacerdócio e ditatorialismo na “religião” ambientalista

João Luiz Mauad: esquerdismo e radicalismo verde geram atraso e pobreza
João Luiz Mauad:
ambientalistas pretendem impor seus planos pela força do governo
João Luiz Mauad,  articulista dos jornais “O Globo” e “Diário do Comércio” apresentou oportunas considerações sobre o dogmatismo e o ar de sacerdócio infalível que assumem figuras do ambientalismo badaladas pela imprensa.


Ele o fez em artigo para “O Globo” de 14/10/2012, e do qual extraímos alguns parágrafos mais significativos:



O uso da ciência

Ciência não é matéria sujeita a consensos ou escrutínios. Ao contrário, espera-se que as teorias sejam constantemente testadas e, se for o caso, falseadas. (...)

É assim que as ciências da natureza trabalham. Observações levam a hipóteses. Hipóteses são testadas através de experimentos. Os resultados são divulgados, examinados e duplicados antes que uma boa teoria seja divulgada.

sábado, 20 de outubro de 2012

Alarma mundial porque uma pedra de gelo se derrete num copo. Enquanto isso, um elefante entra no salão.

Antártica atingiu superfície máxima histórica
Antártica atingiu superfície máxima histórica
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Enquanto o derretimento cíclico do Ártico é objeto de atemorizantes comentários do ambientalismo radical vestido de científico, um fenômeno muito mais grave para a Terra acontece na Antártica.

Sobre o caráter cíclico plurianual do derretimento do Ártico, leia: “Ignorância ou fraude nos exageros ambientalistas sobre o derretimento do Ártico?”

O fenômeno na Antártica envolve volumes imensamente mais significativos de água e gelo, com potenciais repercussões relevantes sobre o clima planetário. Porém, os mesmos ativistas “verdes” abafam as informações.

De fato, na Antártica, bem menos longínqua do Brasil, o gelo está batendo recordes históricos de crescimento. E não se trata de um fenômeno qualquer.

Superfície do gelo ártico é tão fraca que submarinos
emergem há muito no próprio Pólo Norte sem maiores dificuldades
O Ártico e a Antártica aparecem para o geral dos leitores como duas realidades geográficas equivalentes, uma no Norte e a outra no Sul.

Porém, a similitude fica só na aparência.

O Ártico não tem terra embaixo e é constituído por uma casca de gelo pouco profunda (com frequência de 5 metros) muito irregular.

Essa camada de gelo de água salgada todos os anos se contrai e dilata, de acordo com ciclos anuais além dos plurianuais. LEIA MAIS SOBRE A ANTARTICA.

No período atual o Ártico está atingindo um máximo de contração, devendo ser seguido por uma fase de dilatação.

A Antártica, pelo contrário, é um continente dotado de sistemas montanhosos, até de vulcões em atividade, vales secos, lagos superficiais e subterrâneos.

Estratovulcao Monte Erebus: 3.800 metros
Estratovulcao Monte Erebus: 3.800 metros
Entre os vulcões em atividade destaca-se o estratovulcão Erebus na ilha de Ross que tem quase 3.800 metros de altitude.

Uma cadeia de doze vulcões submarinos gigantes, alguns ativos, foi mapeada entre 2007 e 2010 ao sul das Ilhas Sandwich do Sul (ou Ilhas Sanduíche do Sul), segundo informaram sites como Hype Science.

À diferença existente entre os Pólos acresce-se o fato de que a Antártida é em média o continente mais alto da Terra. Seu ponto mais elevado é o monte Vinson, com 4.892m.

Enquanto o Pólo Sul está a 2.992m de altura, expedições americanas atingem o Pólo Norte regularmente há décadas fazendo emergir submarinos que furam a casca de gelo e servem de base para os cientistas.

A diferença de temperaturas negativas entre os dois Pólos é muito grande. No inverno, a média é de -60ºC no Pólo Sul e de -40º no Pólo Norte. No verão, a média de -25ºC no Sul e de 0º no Norte.

Geleiras antárticas cresceram mais que uma Minas Gerais,
mas ambientalismo e mídia silenciam a informação
“No Norte, as correntes marinhas são mais amenas, o que garante um clima menos frio”, explicou Jefferson Cardia Simões, glaciologista da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e do Programa Antártico Brasileiro (Proantar).

A estação russa de Vostok, na Antártica, registrou o recorde mundial dr frio: -89,2°C (-129,8°F).

A sensação térmica na Antártida é piorada pelo fato de ser o continente com mais vento no mundo, tendo sido registradas tempestades de até 320 km/h.

Na Antártica, como 99% do continente são cobertos de gelo, a imensidão branca reflete para o espaço mais de 80% dos raios de sol. Este fenômeno é de importância para o clima global.

Nada a ver com nada, mas para o catastrofismo vale tudo
Nada a ver com nada, mas para o catastrofismo vale tudo
As camadas de gelo (na maioria de água doce) acumuladas na Antártica são formidáveis.

Por exemplo, sobre o lago subterrâneo Vostok (o maior aquífero da Terra) há 4.000 metros de gelo.

A média do gelo continental é de 2.000 metros de altura, enquanto a máxima é de 5.000 metros.

Estes e muitos dados servem para sublinhar a muito maior importância para o clima do planeta do que acontece na Antártica, do que no Ártico.

E acontece que há anos o gelo na Antártica vem crescendo.

Porém, como o ambientalismo e a mídia pró-aquecimento não tiram proveito ideológico deste fato, não falam sobre ele e deixam o público desinformado com informações unilaterais ou demagógicas sobre o Ártico.

O próprio NSIDC (National Snow and Ice Data Center) dos EUA também silencia os dados que seus cientistas e equipamentos fornecem desde a Antártida, preferindo falar de pinguins em perigo, observou o site  Real Science.

O aumento da superfície gelada da Antártica desde 1979 supera a superfície do Estado de Texas (676.586,95 km²) deixando bem atrás a superfície de Minas Gerais: 586.528 km². 

De acordo com Real Science, até o presente nunca fora medida uma superfície tão grande no continente antártico.

Qualquer demagogia serve para o ambientalismo,
mas só se for contra o capitalismo
“Si a atual tendência continua, a Terra acabaria completamente coberta de gelo muito mais cedo do que predizem os modelos computacionais”, acrescentou o site.

Mas, podemos ficar tranquilos: o clima da Terra não acompanha os cálculos retilíneos dos computadores, mas segue sábios ciclos que nada tem a ver com os alarmismos ideologicamente enviesados.

Steve Goreham, diretor da Climate Science Coalition of America achou curioso “que cientistas climáticos estejam tão alarmados pelo declínio do gelo do Ártico.

“A casca de gelo do Ártico representa só 1 a 2% do gelo da Terra, enquanto que o elefante da Antártida acumula perto de 90% do gelo terrestre”.

Para Goreham, estamos vivendo uma situação surrealista: a mídia mundial faz soar a alarme porque derreteu uma pedra de gelo no copo e não ve o elefante que invadiu o salão da casa.

Por que tanto exagero e desinformação a serviço de um alarmismo climático que acaba sendo prejudicial para a humanidade?

Para ursos polares, menos gelo no Ártico significa
mais caça, mais pesca, mais comida, e multiplicam perigosamente
O caso serve para distinguir entre o ambientalismo genuíno e a verdadeira ciência de um lado, e, do outro de um cientificismo faceiro e um ambientalismo feito de impostura.

Para este último, ciência, clima e ambiente são meros pretextos manipulados para favorecer uma estranha “religião” neo-marxista, igualitária e anticristã.

Esta impostura, que está enganando muita gente no Brasil.



domingo, 14 de outubro de 2012

Cineasta recusa oferta de Al Gore por temor de fraude mal-intencionada

Terror de catástrofes: instrumento
para impor a "religião" ditatorial ambientalista
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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O senador Al Gore, destacado líder do alarmismo climático, tentou comprar da empresa Alice Springs direitos de publicação de um filme do cineasta Chris Tangey sobre tornados de fogo (ver vídeo abaixo) no Monte Conner, Austrália, para usar em suas apresentações.

Tangey respondeu ao senador alarmista que usar sua filmagem num contexto de “mudança climática” seria um ato “deliberadamente enganoso”, recusando assim o dinheiro oferecido, informou o jornal “The Australian”.

As manipulações de dados naturais de alto impacto para justificar teorias catastrofistas viraram marca de fábrica das apresentações de Al Gore.

Sua mais famosa produção, “Uma verdade inconveniente”, acabou sendo condenada pela justiça inglesa e proibida de ser recomendada em escolas após se constatarem mais de 35 graves erros que poderiam danificar a formação dos escolares.
“Há uma decisão da Corte Suprema da Inglaterra e Gales, número 2007/EWHC 2288 Adm. CO/3615/2007 - Caso Stuart Dimmock versus Ministério da Educação - que proibiu a exibição do filme nas escolas, até corrigirem 11 erros graves nele existentes. Na realidade, há 35 erros”, explicou o Prof. José Carlos Almeida de Azevedo, ex-reitor da Universidade Nacional de Brasília - Unb, e que deixou grande reputação de cientista e professor universitário. VEJA A ENTREVISTA

O tornado de fogo é um fenômeno natural que acontece em circunstâncias muito especiais como, por exemplo, durante grandes incêndios florestais.

Chris Tangey registrou imagens impressionantes de um desses tornados no Monte Conner, Austrália.

Ele pode também acontecer em decorrência da ação do homem, como durante bombardeios de cidades nas guerras ou incêndios em fábricas.

Chris Tangey: usar a filmagem
num contexto de “mudança climática”
seria ato “deliberadamente enganoso”
“Eu percebo que o senhor poderia não informar sobre o caráter muito localizado do tornado de fogo” – escreveu Tangey em e-mail ao senador apóstolo do catastrofismo.

“Em qualquer caso, eu fico me perguntando por que é que o senhor pede comprar uma licença do filme quando não fez o mais mínimo estudo que possa apontar alguma relação deste fenômeno com o aquecimento global ou com a mudança climática”.

A respeitabilidade do aquecimentismo está cada vez mais baixa. A ponto de o cineasta ter recusado uma oferta por certo interessante.

Para essa queda de respeitabilidade do aquecimentismo contribuíram possantemente comprovadas fraudes e manipulações.

Mas a “religião” verde se move segundo um estranho fanatismo interno. E prossegue em seus esforços para levar o mundo ao miserabilismo, ainda que tendo de passar por situações desencorajadoras e vergonhosas como esta de Al Gore.


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Ambientalismo: imprensa brasileira bate recorde de desinformação e parcialidade supera o 97% dos artigos, diz instituto francês


Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Em estudo elaborado pelo Institute of Physics (IOP) da França e reproduzido no seu órgão Environmental Research Letters, o público brasileiro aparece como o mais mal informado pela sua imprensa no tocante à polêmica ambiental, comparado com o público dos EUA, Grã-Bretanha, França, Índia, e até da ditatorial e hiper-censurada imprensa socialista chinesa.

O IOP estudou a atitude dos grandes jornais desses países durante dois períodos.

O primeiro foi em 2007, por ocasião da publicação do relatório do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change ou Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, da ONU) sobre a evolução do clima.

O segundo foi entre o fim de 2009 e início de 2010, durante o “climategate” que abalou a credibilidade de dito relatório e de muitos cientistas apóstolos do alarmismo climático.

No total, o IOP analisou perto de 3.300 artigos de imprensa.

O resultado foi considerado inapelável pelo diário parisiense “Le Monde”, ele próprio caixa de ressonância do alarmismo climático e que se saiu muito mal nesta prova.

34% dos artigos publicados pelos jornais americanos “The New York Times” e “The Wall Street Journal”, ao informar sobre fatos polêmicos como o “aquecimento global” e questões climáticas, em geral concediam espaço aos cientistas tratados não sem certo menosprezo de “céticos”.

Pior do que na China: unilateralismo do "Estado de S.Paulo" e da "Folha de S.Paulo"
nas informaçoes ambientais, supera o 97% dos artigos,
constatou o Institute of Physics - IOP da França
Dos 511 artigos estudados na imprensa britânica – jornais “The Guardian”, “The Observer”, “Daily Telegraph” e “Sunday Telegraph” – 19% concediam algum espaço aos “céticos”.

Já na imprensa altamente censurada da China, só 7% dos artigos publicados nos diários “People's Daily” e “Beijing Evening News” mencionaram os que denunciavam as estrepolias do catastrofismo ambientalista.

Na Índia, a porcentagem foi ainda pior: só 6% – “The Hindu” e “Times of India”.

A França ficou no baixíssimo patamar indiano. Jornais analisados: “Le Monde” e “Le Figaro”.

Mas a imprensa brasileira venceu o ranking: menos de 3%! É preciso esclarecer que o trabalho do IOP se limitou à “Folha de S.Paulo” e ao “Estado de S.Paulo” como representantes da mídia nacional.

James Painter e Teresa Ashe, pesquisadores do IOP e autores do estudo, destacaram a importância das páginas de Opinião nos EUA e na Grã-Bretanha, em que os contribuintes não são discriminados com tanto viés ideológico.

Nos países de língua inglesa, nas páginas de livre opinião, os comentários “céticos” representam 79%. Mas nos de língua francesa caem para o 21%.

“Os dois jornais escolhidos na França e nos três países em desenvolvimento concedem muito menos espaço aos ‘céticos’ se comparados com os jornais americanos e ingleses”, concluiu o estudo.

O trabalho do IOP confirma uma realidade que estamos experimentando há vários anos.

O público brasileiro precisa ser informado equilibradamente, e não de modo enviesado, a respeito de “aquecimento global”, mudanças climáticas, etc.

Esses temas atingem de cheio a vida nacional a propósito do desmatamento.



domingo, 16 de setembro de 2012

Lord Monckton – 3 : o ambientalismo não pensa no ambiente mas no marxismo

Lord Monckton: ambientalismo não pensa no ambiente
mas no neo-marxismo
Continuação do post anterior

Catolicismo — Obviamente, o movimento ambientalista não cuida apenas do ambiente. Que ideologias ou doutrinas estão por detrás dele?

Lord Monckton — Ele absolutamente não tem mais nada a ver com o ambiente. Os ambientalistas não passam de melancias: verdes por fora e vermelhas por dentro.

Eu também os chamo de tendência de semáforo: verdes muito amarelinhos de medo de admitir que são realmente vermelhos.

Pode-se talvez pensar que isto seja mera retórica, mas conheci um dos fundadores do Greenpeace, o falecido Eric Ellington, a pessoa menos inclinada à política que se poderia conhecer.

Sua preocupação genuína era de que ninguém bagunçasse o planeta, e ele e seus amigos co-fundadores tinham noções mais bem idealistas sobre o objetivo que desejavam obter.

Ele me disse que após um ou dois anos todos tiveram de sair porque não eram políticos.

Quando os marxistas entraram e, em suas palavras, “tomaram o movimento”, eles não foram capazes de detê-los por não saberem como. Eles não eram políticos. Assim, politicamente, a extrema esquerda “passou a perna” neles.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Lord Monckton – 2 : alarmismo quer perda da razão para impor ditadura vermelha

Lord Monckton: alarmismo quer perda da razão
para fazer uma ditadura
Continuação do post anterior

Catolicismo — O aquecimento global tem alguma base na ciência?

Lord Monckton — Sim. Por exemplo, é verdade que se você adicionar CO2 à atmosfera ele irá, no simples espectro infravermelho, interferir com a radiação que sai à superfície da Terra, a qual se encontra quase inteiramente no próximo infravermelho, ou atinge seus ápices no próximo infravermelho, chegando muito próximo da área de absorção do CO2.

Assim, se você adicionar CO2 a uma atmosfera como a nossa, obterá um aquecimento global.

E devemos agradecer a Deus por tal fato, pois do contrário este planeta estaria gelado.

E é graças ao fato de existir na atmosfera CO2, vapor d’água, um pouco de metano e outro tanto de óxido de nitro e ozônio, que somos um planeta quente, apesar de nossa grande distância do sol.

domingo, 9 de setembro de 2012

Lord Monckton – 1 : “desenvolvimento sustentável” é anti-desenvolvimento encapuçado

Lord Monckton: “desenvolvimento sustentável” é anti-desenvolvimento encapuçado
Lord Monckton: “desenvolvimento sustentável”
é anti-desenvolvimento encapuçado
Terceiro Visconde Monckton de Brenchley, Lord Christopher Monckton expõe com base em verdades científicas as falácias do movimento ambientalista, que usa do pânico no chamado “desenvolvimento sustentável” para conduzir ao estatismo socialista

Ele é conselheiro-chefe de política do Instituto de Ciências e Políticas Públicas de Londres. Escreveu para diversos jornais de Londres e foi conselheiro político da primeira-ministra Margaret Thatcher até 1986.

Hoje Lord Monckton dirige sua própria empresa de consultoria, dando aconselhamento técnico a corporações e governos.

Nos últimos anos, Lord Monckton tem figurado no noticiário devido a suas denúncias da falácio do « aquecimento global ». Em fevereiro de 2007, ele publicou uma análise e um sumário do Quarto Relatório de Avaliação do IPCC sobre mudança climática.

Concedeu a presente entrevista durante a conferência Rio+20.

* * *

Catolicismo — Quais são suas esperanças e temores em relação à Conferência Rio+20?

Lord Monckton — Minha principal dificuldade com essas conferências é que na realidade estamos em presença de uma burocracia governamental predatória, gananciosa, que suga de novas maneiras os contribuintes.

domingo, 26 de agosto de 2012

Aumento da temperatura e do CO2 ajudam a expandir a vida. Como ocultá-lo manipulando fatos científicos?

A Terra no Eoceno: temperaturas e CO2 máximos
estimularam maravilhosa expansão da vida vegetal e animal
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Como fazer para que o leitor normal aceite como provada a hipótese do aquecimento global quando um estudo científico de porte fala mais bem em sentido contrário?

A BBCdeu um exemplo disso, para não citar outras caixas de ressonância habituais do catastrofismo ambientalista.

Há um modo de apresentar a matéria pondo destaques e ênfases, apelando a insinuações e, para garantir, deixando alguns astuciosos contrafortes nas partes provavelmente menos lidas. Vejamos.

Há 52 milhões de anos existiram na Antártida palmeiras e espécies vegetais do tipo baobabs. O clima era tropical e a vegetação exuberante, comprovou um trabalho publicado pela revista “Nature”.

domingo, 19 de agosto de 2012

Belo Monte: ambientalismo internacional volta-se contra o Brasil

Editorial da discórdia volta-se contra o Brasil
Editorial da discórdia volta-se contra o Brasil
Apesar de o projeto de Belo Monte ser exclusivamente brasileiro, por realizar-se integralmente em território nacional, ele está sendo internacionalizado pela militância ambientalista radical.

“Le Monde”, jornal porta-voz do socialismo e da esquerda católica francesa, publicou nesta semana um editorial que é revelador de uma ofensiva antibrasileira a propósito da barragem de Belo Monte. Jornais brasileiros concederam notável destaque à publicação, como por exemplo “O Estado de S.Paulo”.

No dia 16/08/2012, após reconhecer que o projeto ajudaria a tirar de seu estado atual uma das regiões mais pobres do País e oferecer emprego a dezenas de milhares de brasileiros, o jornal agita o espantalho da “proteção de tribos indígenas ameaçadas de serem expulsas de suas terras onde vivem desde tempos imemoriais e da bacia amazônica, que não somente é o pulmão ecológico da América do Sul, mas do planeta inteiro”.

O apelo à demagogia não é novidade no ambientalismo. A Amazônia não é o pulmão verde do planeta, segundo reconheceram não somente cientistas da maior autoridade, mas também militantes ecologistas radicais, como o falecido Jacques Cousteau.

domingo, 12 de agosto de 2012

A Amazônia Azul imensidade brasileira pouco conhecida que precisa ser protegida

Almirante fala sobre Amazônia Azul, para auditório lotado do Clube Homs, SP
Almirante fala sobre Amazônia Azul, para auditório lotado do Clube Homs, SP
“Após esta palestra sobre a Amazônia Azul, não veremos mais o assunto como pessoas à pé, mas aportados na nau capitânia de um dos maiores conhecedores do assunto”.

Com essas palavras, o presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, Dr. Adolpho Lindenberg, passou a palavra ao Vice-Almirante Luiz Guilherme Sá de Gusmão, que então proferiu a interessante palestra Amazônia Azul – Importância e defesa deste rico patrimônio brasileiro. 

O evento ocorreu no Clube Homs, da Avenida Paulista, em 9 de agosto último.

O Alm. Gusmão mostrou como 72% dos brasileiros desconhece o conceito de Amazônia Azul, apesar de sua imensa importância para o presente e sobretudo para o futuro do Brasil.

Amazônia Azul é o termo que designa o conjunto dos recursos naturais, econômicos e estratégicos contidos na área de mar sob a jurisdição do País: 3,6 milhões de km². Em 2004, o Brasil pleiteou o aumento dessa área. Quando a proposta for aceita, essa área contará com mais de 4,5 milhões de km², uma área maior do que a Amazônia Verde.

Durante a palestra, o Almirante destacou as diversas vertentes da Amazônia Azul. Do ponto de vista de recursos naturais, ela possui uma biodiversidade ainda maior do que a Amazônia Verde.

Do ponto de vista econômico, ela controla 95% de nossas exportações, que somam mais de US$180 bilhões por ano. O potencial de pesca é estarrecedor, e até hoje pouco explorado. Nessa faixa o Brasil prospecta mais de 85% de seu petróleo.

Do ponto de vista da soberania, o conferencista mostrou o grande papel que a Marinha tem desempenhado.

Ela fiscaliza todo o mar territorial, pois não há como construir barreiras físicas como é o caso das fronteiras.

Animada conversa após a conferência
Animada conversa após a conferência
Realiza o controle da marinha mercante, e combate a pirataria, o contrabando e o despejo de material poluente.

Do ponto de vista estratégico, o Almirante mostrou o projeto de submarino de propulsão nuclear que está sendo posto em prática, com tecnologia genuinamente brasileira.

Respondendo a perguntas do auditório o Almirante apontou a diferença das ONGs sérias com autoridades conhecidas e orçamento publicado, das ONGs radicais que dão pouco a conhecer de seus verdadeiros dirigentes e obedecem a ideologias perigosas.

Na Amazônia azul, as ONGs radicais agem menos que na Amazônia Verde, mas sempre constituem um perigo potencial.

Trata-se de construir um sistema mais rápido e que não dependa de subir à superfície para recarregar as baterias. É essencial inibir a ação de possíveis invasores em nossa plataforma continental, tarefa própria dos submarinos.



domingo, 5 de agosto de 2012

Ambientalismo inocula pânico em leitor desavisado, pelo fato de a “Terra verde” ficar verde!

Derretimento súbito e fugaz de camada superficial do gelo
acontece cada 150 anos
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







“Os cientistas veem no inusual fenômeno do descongelamento da Groenlândia (Greenland, ou Terra verde, em inglês) indícios de que o aquecimento [global] está se acelerando”.

A notícia no diário madrilense “El País” era para assustar. Apresentava uma mulher contemplando perplexa um panorama da Groenlândia, cuja metade estava degelada.

O leitor desprevenido, acostumado a passar rápido por títulos, fotos e destaques gráficos, facilmente caía na arapuca.

E saía sugestionado por mais esta martelada rasteira em favor do cada vez mais desprestigiado “aquecimento global”.

Groenlândia: vikingos batizaram "Terra Verde" (Greenland)
Porém, para quem lia pelos menos algumas linhas, o truque entrava pelos olhos.

O artigo, para descrever um “acontecimento extremo sem precedentes registrado” – um derretimento parcial notável da cobertura de gelo da Groenlândia –, começava dizendo que “a Groenlândia se encaminha para fazer jus a seu nome”.

Só essa frase é suficiente para afirmar o contrário do que o artigo enfia sorrateiramente na mente do leitor: o fato de se chamar “Terra verde” aponta que, para a Groenlândia, o normal não é estar coberta de gelo, mas ser verde.

E se o “aquecimento global” está derretendo o gelo, esse aquecimento está levando as coisas de volta à normalidade. Portanto, não temos nada a temer dele, e sim a comemorar.

Mas a ilogicidade habita sem incômodos nos mal arejados cômodos da mansão da propaganda ambientalista mundial.

Fugaz fenômeno é bem conhecido pelos habitantes
Após citar “cientistas da NASA” em seu favor, a enganação alarmista acrescenta que o fenômeno de derretimento da camada superficial do gelo na Groenlândia é de tal maneira “único [que] desde que se iniciaram as observações espaciais há 30 anos, que inicialmente os investigadores acharam era erro”.

Alguns parágrafos mais abaixo, o artigo afirma sem rubor, citando um extremado arauto do alarmismo, que “eventos desse tipo acontecem aproximadamente uma vez cada 150 anos”, tendo o último sido registrado em 1889.

É claro que o fato só podia ser “único” para os satélites que trabalham há apenas 30 anos! O leitor que não chegou até os parágrafos mais remotos do artigo saiu ludibriado.

Porém, o artigo, como está na praxe desses golpes, incluiu alguns testemunhos para vacinar as críticas:

“Quiçá a mais prudente seja uma das cientistas da NASA, Dorothy Hall: “É cedo demais para dizer que o acontecido se deve ao aquecimento global. Se continuarmos vendo derretimentos grandes como esse, a evidência apontará que há aceleração do aquecimento”.

Quantas décadas teremos que aguardar para ter essa confirmação?

Qaqortoq, na Groenlândia
Qaqortoq, na Groenlândia
Na realidade, no momento que escrevemos, muitos leitores terão esquecido que a mídia falou desse fenômeno passageiro.

Porém, nos subconscientes se terá acumulado mais uma impressão errônea ao lado de muitos outros jogos midiáticos que envenenam o processo cognitivo do leitor.

O fato certo é que em 8 de julho uma frente quente inusualmente forte estacionou durante três dias sobre a ilha, mas por volta do dia 16 ela estava se dissipando.

Essa frente provocou o degelo de uma área central da Groenlândia que não se derretia desde 1889.

Fenômeno natural foi manipulado  para agitar fantasmas alarmistas  sobre elevação do nível dos mares
Fenômeno natural foi manipulado
para agitar fantasmas alarmistas
sobre elevação do nível dos mares
A seguir, a notícia tecia elucubrações cientificas sobre o que aconteceria se houvesse uma fusão total do gelo da Groenlândia e uma consequente elevação do nível dos oceanos em sete metros.

O exercício abstrato, ou virtual, pode ser proveitoso para cientistas prudentes, que sabem ponderar o lado do jogo intelectual e sua irrealidade nos fatos concretos.

Mas, jogado tendenciosamente num artigo para o grande público, gera desarranjos mentais e pânico.

Para completar, o artigo encerra com uma acesa objurgatória contra os governos que nada fazem para impedir o aquecimento da Terra – como se eles pudessem fazer qualquer coisa nesse sentido – e desacatam as avaliações do IPCC (obviamente sem sequer aludir às inúmeras falcatruas científicas e outras que foram denunciadas nos relatórios desse órgão político da ONU).

O golpe do “El País” não tem nada de novo.

Apenas a ilogicidade extrema com que ele foi aplicado serve para analisarmos com facilidade o mecanismo de distorção da informação e inoculação da ideologia verde no grande público.