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domingo, 18 de outubro de 2020

Exageros nas “espécies desaparecidas”
ou “em via de extinção”

Com 100 filhotes o corcodrilo gavial macho (Gavialis gangeticus) nada numm rio no norte da Índia
Com 100 filhotes o crocodilo gavial macho (Gavialis gangeticus)
nada num rio no norte da Índia
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Continuados exageros passam a impressão errada de que a desaparição de um número incontável de espécies é indício certo de estar em andamento o apocalipse ecológico de causas humanas que extinguirá a vida na terra.

Entretanto, enquanto muitos milhões de espécies animais e vegetais aguardam para serem catalogadas, e assim “descobertas”, são frequentes as notícias de espécies “desaparecidas” que não só não desapareceram, mas até passam bem.

Muitos “desaparecimentos” seriam mais bem erros humanos na localização da espécie.

Mas o alarmismo catastrofista não quer prestar ouvidos às “redescobertas” e a grande mídia ideologicamente engajada na revolução comuno-ecologista não lhe dá espaço.

Veja também: Medo de extinção de espécies não é proporcionado, mostram pesquisas

1. Dhritiman Mukherjee, fotógrafo especializado em natureza e vida selvagem, fotografou a espécie de crocodilo gavial (Gavialis gangeticus) declarado em perigo de extinção carregando dezenas de filhotes no topo.

domingo, 4 de outubro de 2020

Adaptar-se às mudanças climáticas custaria 50 vezes menos que tentar contê-las

Desta vez não teria sido cinema ficção, mas dura realidade.
Desta vez não teria sido cinema ficção, mas dura realidade.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs









Nunca ouvimos bem explicado quanto custaria conter as 'mudanças climáticas' se é que é isso é possível. 

Pois basta considerar sua imensidade de um lado e de outro lado a insignificância dos recursos humanos para lhes modificar o rumo, ainda que pareçam gigantescos.

No dia anterior ao momento em que escrevo os termômetros apontaram 38º na cidade de São Paulo, alguns da rua registravam mais de 40ª. Todo o mundo ligou tudo o que podia para se refrescar. Eu mesmo fiz isso. 

Do que é que adiantou? A natureza continuou sua oscilação térmica sem se importar com o que fazíamos milhões de seres humanos em imensas cidades industriais.

Agora, neste momento, veio a garoa e o termômetro marca 21º. Damos graças a Deus, pois é o único que há a fazer.