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domingo, 15 de dezembro de 2013

Matilhas de lobos ("espécie protegida")
devoram até cavalos na França


Na França, o conto do lobo saiu da fantasia. Milagre ambientalista!

Com apenas uma diferença: o lobo pode matar a vontade e ai! do agricultor que defender o rebanho contra essa “espécie protegida” em “via de extinção”.

Após se multiplicarem a vontade nos Alpes protegidos pela legislação ambientalista, passaram a infestar as montanhas dos Vosges.

Tendo adquirido confiança, as matilhas atacam nas planícies da Champagne noticiou a RTL, a maior rádio do país.

Já não só devoram ovelhas mas cavalos e até os cachorros dos pastores. Calcula-se em várias centenas o número dos lobos “ativos”.

domingo, 8 de dezembro de 2013

“Verdes” não conseguem impor “paz de Varsóvia” na COP 19 e olham para o Vaticano

COP 19 prepara intentona verde num ambiente vazio
COP 19 prepara intentona verde num ambiente vazio
Encerrou-se em Varsóvia mais uma reunião sobre a mudança do clima global — a COP-19, ou 19ª conferência dos países signatários da Convenção do Clima da ONU (1992).

Os ministros de Meio Ambiente tentaram driblar as realidades. Estas atrapalhavam as negociações para reduzir o nível de vida e de consumo dos homens com o pretexto de diminuir a produção de gases do efeito estufa – leia-se CO2, embora este gás seja só 0,03% da atmosfera.

Com sensatez Japão e Austrália recuaram de compromissos anteriormente assumidos de cortar suas emissões de carbono.

O PT teria gostado exibir resultados diante dos colegas verdes e vermelhos.

domingo, 24 de novembro de 2013

Tribunal da França manda desmontar torres eólicas: prejudicam aos homens e à natureza

Prejudicam a saúde e à natureza, disse Tribunal
Os proprietários do castelo de Flers, na região francesa Nord-Pas-de-Calais, obtiveram ganho de causa no Tribunal de Grande Instância de Montpellier, o qual ordenou desmontar dez torres eólicas responsáveis por danos à saúde e ao horizonte visual do castelo e da aldeia vizinha.

A Compagnie du Vent, filial da grande empresa de eletricidade GDF-Suez, também foi condenada a pagar indenizações e vai recorrer.

A sentença causou rebuliço nas fileiras ambientalistas, e segundo o jornal “Le Monde”, poucas sentenças foram tão consultadas, copiadas e analisadas em toda a França.

Pois as queixas contra as torres eólicas estão se fazendo ouvir pelo país inteiro, enquanto cientistas e economistas criticam seu custo e real utilidade.

domingo, 17 de novembro de 2013

Totalitarismo tributário “verde” indigna a França

Portal da "ecotaxa": impostos ambientalistas acentuam totalitarismo tributário
Portal da "ecotaxa": impostos e controles ambientalistas praticam totalitarismo tributário
Para milhares de agricultores franceses, a arremetida “verde” saiu da propaganda e virou hostil realidade.

O governo francês “vermelho-verde” foi baixando sucessivos impostos para “salvar o planeta”.

A gota que fez derramar o copo foi a chamada “ecotaxa” que incide sobre os caminhões, mas acaba sendo paga pelos produtores rurais.

Impressionantes portais carregados de sensores para flagrar caminhões, cargas, emissão de CO2, etc. foram sendo instalados em auto-estradas e simples estradas de França. A “ecotaxa” deve render ao governo vários bilhões de reais por ano.

domingo, 6 de outubro de 2013

Ártico se recupera e ambientalistas aloucados perdem face

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A superfície gelada do Ártico, que como é rotineiro nos últimos anos vinha se encolhendo no verão, em 21 de agosto 2013 atingiu uma superfície 60% maior que na mesma data do ano passado.

A superfície do gelo atingiu nessa data 2,25 milhões de milhas quadradas (5,83 milhões de quilômetros quadrados). Em 16 de setembro de 2012 ela alcançou o mínimo absoluto do ano, com 1,67 milhão de milhas quadradas (4,34 milhões de quilômetros quadrados) segundo os dados satelitais publicados pela NASA.

A maior expansão da camada de gelo do Polo Norte já registrada foi em 1996, quando o gelo cobria 3,16 milhões de milhas quadradas (8,2 milhões de quilômetros quadrados).

No Polo Norte não há terra embaixo do gelo – como acontece no Polo Sul –, e a superfície gelada forma uma casca de cinco metros de profundidade média – 200 metros nos locais mais densos.

Por isso é muito sensível a ligeiras modificações e sua superfície muda muito de ano em ano. Na Antártida, por exemplo, a camada de gelo atinge por vezes 4.000 metros sobre a terra!

Submarinos americanos em missão científica têm emergido no próprio Polo Norte, quebrando essa casca relativamente frágil.

Silenciado pela imprensa, o crescimento cíclico do gelo antártico
é mais importante que o derretimento cíclico do Ártico
De muito maior envergadura é o que está acontecendo com o gelo da Antártida, no Polo Sul. Ele está no auge de seu ciclo de crescimento e provavelmente chegará à maior extensão já mensurada: 7,45 milhões de milhas quadradas (19,3 milhões de quilômetros quadrados) em 21/08/2013, segundo a mesma NASA.

O fenômeno obedece a fatores peculiares e envolve volumes de água muitíssimo superiores, mas como atrapalha o terrorismo midiático, é pouco ou nada noticiado pela mídia.

O ciclo de crescimento e decrescimento da superfície gelada do Ártico vem sendo acompanhado há muito. Existe hoje farta documentação científica e histórica sobre essas mudanças cíclicas.

Porém o alarmismo exagera, a ponto de seis anos atrás a prestigiada BBC inglesa anunciar que o Ártico ficaria totalmente sem gelo em 2013.

A culpa? Obviamente, só pode ser da civilização responsável pelo “aquecimento global”, segundo reza o Alcorão do fundamentalismo verde.

Porém, mais uma vez, a profecia do alarmismo fracassou. O derretimento total não aconteceu.

Mas não há perigo: os profetas da “neo-religião” ecológica, igualitária e anticristã voltarão à carga com novos pretextos e agouros.

Quebra-gelo resgata veleiro: a cena passou a se repetir
De momento, estão pagando uma conta especial de mais de 20 iates quebrados no gelo ártico. Seus proprietários e tripulantes – “devotos” verdes, crédulos e enganados – haviam planejado neste verão uma bela travessia do Polo Norte.

Eles estão avariados notadamente em Prince Regent Inlet e no Cape Bathurst. Navios quebra-gelo da guarda costeira do Canadá já tinham partido para socorrê-los.

Já tivemos ocasião de publicar neste blog reproduções de jornais da primeira metade do século XX descrevendo uma diminuição do Ártico comparável à dos últimos verões, ficando evidenciado o caráter cíclico do fenômeno.


Porém, o catastrofismo midiático silenciou os dados que órgãos da mídia, seus colegas, publicaram outrora. Mantiveram assim na ignorância, ou induziram à confusão e/ou engano seus leitores a respeito do “aquecimento global” e de seu suposto efeito sobre o Ártico.

Também tem sido frequente neste ano a publicação de novos recortes de jornal descrevendo o quase derretimento do Ártico em períodos anteriores. Nada, ou quase nada, informou a mídia ao grande público. Nem sequer por respeito aos jornalistas que outrora informaram sobre o fato.

Anunciar, manipulando modelos computacionais, que o Ártico iria desaparecer por culpa do homem, era tão irresponsável quanto anunciar a data do congelamento da Baía de Guanabara projetando matematicamente no futuro o recente aumento do gelo ártico!

A recuperação da camada de gelo no Polo Norte coincide com o ingresso da Terra numa fase de resfriamento global que poderá durar quiçá até 2050 – dependendo a data de fatores naturais e dos critérios de análise utilizados pelos cientistas.


domingo, 15 de setembro de 2013

Potentados sauditas tremem
diante do gás e petróleo de xisto

Ministro saudita do Petróleo Ali al-Naimi, Rijad, 9/10/2012
Ministro saudita do Petróleo Ali al-Naimi, Rijad, 9/10/2012
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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O ministro saudita do Petróleo, Ali al-Naimi, já fizera uma primeira advertência por ocasião da reunião do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC), que reuniu os ministros do petróleo em Rijad, em outubro de 2012.

Agora voltou a tocar o alarme sobre as ameaças que o gás e o petróleo de xisto significam para os petro-monarquias da região o bilionário príncipe saudita Alwaleed bin Talal, sobrinho do rei Abdullah e um dos maiores investidores do mundo, informou o “The Wall Street Journal”.

A Arábia Saudita é o maior exportador mundial de petróleo (92% de seu orçamento depende desse produto), mas está reduzindo sua produção porque os países consumidores diminuem as compras.

domingo, 8 de setembro de 2013

“Chuva sólida” pode tornar a seca um problema do passado

"Chuva sólida": mais um progresso tecnológico que esvazia alarmismo
"Chuva sólida": mais um progresso tecnológico que esvazia alarmismo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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“Profetas” do apocalipse verde – ONU, ONGS e até Campanha da CNBB – martelam que a água doce está se tornando escassa e poderá acabar.

A culpa é sempre da civilização ocidental, de seus progressos e de seu “consumismo”.

Se chover torrencialmente e vales, cidades, países forem alagados, a culpa é do aquecimento global provocado pelo homem, e a civilização ocidental é a grande responsabilizada.

Também a irrigação sofre do mesmo apriorismo ideológico dos “verdes” e seus acólitos, pois tal recurso conduz – por culpa do homem ocidental ávido de consumo – a um desperdício de água que provocaria desequilíbrio no planeta.

Entrementes, estes e outros chavões anticivilização passam por desmentidos ou são minimizados ora pela natureza, ora pelos avanços tecnológicos.

"Chuva sólida": o polímero antes e depois de absorver a água
"Chuva sólida": o polímero antes e depois de absorver a água
Ainda há pouco surgiu um produto que pode permitir o cultivo em terras áridas, conforme noticiou a BBC.

Foi batizado de “chuva sólida”.

Trata-se de um pó que absorve enorme quantidade de água e depois a vai liberando aos poucos, permitindo que as plantas sobrevivam durante o período de estiagem.

O material superabsorvente é um polímero criado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos nos anos 1970.

Bastam 10 gramas para absorver um litro de água.

Originariamente foi utilizado na fabricação de fraldas. O químico mexicano Sérgio Jesus Rico Velasco desenvolveu uma versão do polímero que pode ser misturada no solo para reter a água.

"Chuva sólida": comparação milho com e sem o produto
"Chuva sólida": comparação milheiral com e sem o polímero na terra
A “chuva sólida” – como vem sendo chamada – está sendo utilizada no México há 10 anos.

O governo daquele país concluiu que a colheita poderia ser ampliada em até 300% com a sua utilização.

Segundo Edwin González, vice-presidente da empresa Chuva Sólida, “o produto encapsula a água e pode durar de 8 a 10 anos no solo”.

Trata-se de um produto natural que não prejudica o solo, inclusive pode ser usado durante vários anos. Não é tóxico e ao se desintegrar é assimilado pelas plantas.

A quantidade recomendada é de 50 kg/ha, mas a “chuva sólida” ainda cara poderá cair de preço se fabricada em escala.

Mas nem todos estão convencidos de que a Chuva Sólida seja uma solução para a seca. A professora Linda Chalker-Scott, da Universidade do Estado de Washington, critica o produto e recomenda outro, aliás, bem conhecido: lascas de madeira, que produzem o mesmo efeito e bem mais barato.

"Chuva sólida": o produto comercializado
"Chuva sólida": o produto comercializado
O responsável pela Chuva Sólida afirma que sua empresa vem recebendo milhares de pedidos provenientes de locais áridos, incluindo Índia e Austrália, e mesmo do Reino Unido, onde as secas não constituem problema.

Com efeito, o engenho humano pode amenizar ou solucionar problemas que o catastrofismo verde agita com estardalhaço a fim de indispor a opinião pública contra a vida civilizada no planeta.

Na luta entre o bom senso e a ideologia neocomunista, esta anda sempre à procura de pretextos para ocultar seus sinistros desígnios.


domingo, 11 de agosto de 2013

No Canadá, cobra “pet” mata duas crianças enquanto dormiam

Píton de Seba, africana, como o "bicho de estimação" da tragédia
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Há ‘pets’ e ‘pets’. Há bons e ruins. Até muito bons. Mas também muito ruins. A natureza não é de uma bondade imaculada como faz crer a mesma propaganda ambientalista que apresenta o homem como o maior predador do planeta.

Jean-Claude Savoie, dono de um ‘pet shop’ na cidade de Campbellton, no estado canadense de Nouveau-Brunswick, saiu de modo sinistro do sonho idílico verde.

Seu ‘pet shop’ fica no andar térreo de seu sobrado, residindo ele com a família no andar superior. Só que nesta havia um estranho membro, que era seu ‘pet’ preferido: uma serpente píton de Seba africana de 4 a 6 anos, pesando 45 quilos e com 4,30 metros, informou o jornal “La Presse”, de Montreal.

domingo, 4 de agosto de 2013

Contaminação de ar, terra e água atingiu níveis históricos na China

Poluição do ar em Tangshan, província de Hebei, fevereiro 2013
Poluição do ar em Tangshan, província de Hebei, fevereiro 2013

Na China, o nível da contaminação do ar, das terras e das águas atingiu níveis jamais vistos na história e começa a ficar intolerável para seus 1.300 milhões de habitantes, escreveu o jornal “Clarín”, de Buenos Aires.

Para o jornal, não há dúvida de que a causa são os brutais métodos de desenvolvimento econômico socialista das três últimas décadas.

O Partido Comunista Chinês (PCCh) ganhou riqueza e poder na esfera internacional, mas estragou as próprias bases desse avanço e hoje ameaça ruir de um modo sem igual na história.

domingo, 28 de julho de 2013

Geradoras europeias de energia mudam diante do progresso do gás de xisto americano

Reflexos do gás de xisto dos EUA: E·ON pensa hibernar mais centrais de gás.
O crescimento da produção americana de gás de xisto está causando impacto na economia mundial. Esse gás não convencional pôs de lado o carvão nos EUA, cujo excedente o país vende a preço baixo.

Resultado: um número crescente de empresas europeias geradoras de energia elétrica fecham suas modernas plantas de ciclo combinado de gás. E as termoelétricas na base de carvão fazem a festa, escreveu “Wall Street Journal”.

domingo, 14 de julho de 2013

ONU ri da ciência e intimida com o "aumento" de CO2

ONU espalha pânico com artifícios de má lei:
condições atmosféricas no Mauna-Loa, maior vulcão do mundo
(4.169 metros de altura e 90 km de largura, na Ilha Havaí)
não podem ser generalizadas a toda a Terra em boa fé
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Ouça sem pensar e apavore-se: o mundo “entrou numa nova zona de perigo”. Como se já não o tivesse o suficiente!

Segundo a responsável pelo clima da ONU, Christiana Figueres, a concentração de CO2 atingiu o limite de 400 partes por milhão (ppm), algo que há milhões de anos que não acontece, informou o semanário socialista francês “Le Nouvel Observateur”.

“O mundo deve acordar e perceber o que isso significa para a segurança dos homens, seu bem-estar e o desenvolvimento econômico”, disse ela, sem explicar do que estava falando, apesar de seu comunicado ser oficial.

O leitor vai ser o primeiro a se perguntar por que essas 400 ppm de CO2 na atmosfera causam tanto alarme.

O CO2 constitui apenas 0,03% da atmosfera da terra! E sua taxa média na atmosfera anda pelos 393 ppm. Com o aumento constatado, ele terá crescido 2%, uma oscilação muito menor do que as diferenças consignadas em ambos trabalhos científicos.

E como se constatou esse aumento, que suscitou tão pomposo anúncio da ONU?

Foi no observatório instalado sobre o vulcão Mauna Loa, no Havaí. O registro da concentração de CO2 atingiu 400,03 ppm, segundo a reputada Agência Americana para a Atmosfera e os Oceanos (NOAA).

Astutamente, a informação da revista socialista francesa enfia pelo meio a ideia de tratar-se de uma “medida pontual”, e não de uma “média anual”.

Obviamente é um caso raro, pois, em virtude das emanações, no topo dos vulcões registram-se muitas proporções anômalas de gases e minérios que não representam toda a Terra!

No Eoceno, a temperatura global e o CO2 se multiplicaram várias vezes.
O resultado não foi a morte, mas extraordinário desenvolvimento
da vida vegetal e animal
Mas para evitar que o leitor perca a paciência e sinta-se logrado, a informação acrescenta que o verdadeiramente importante é que se atravessou uma fronteira simbólica.

A ciência é positiva e não funciona com as nobres evoluções dos raciocínios simbólicos.

Após achar que enrolou o leitor com o argumento do simbolismo, o jornal continua alegremente dizendo que este “é o sinal de que o planeta está lançado numa trajetória de aquecimento inquietante”!

De fato, no Eoceno (entre 55 milhões e 36 milhões de anos atrás), a concentração de CO2 na atmosfera atingiu de 700 a 1.000 ppm (CONFIRA), ou até segundo outros 2.000 ppm.

Foi um período pronunciadamente mais quente e úmido que o nosso, com um colossal desenvolvimento vegetal e animal. Foi a época dos sáurios gigantescos e de inúmeras outras espécies hoje desaparecidas.

O homem ainda não existia e a culpa do aumento do CO2 não pode ser-lhe atribuída.

Com esses índices de CO2 no Eoceno, o mundo não caminhou para um aquecimento assassino de toda vida. Ao contrário, após o Eoceno as temperaturas caíram, e em toda a História os humanos nunca tiveram razão para se preocupar com esse benéfico gás.

Precisou que, após a queda da URSS, surgisse uma onda de fundo comuno-anarquista mundial denunciando que o homem do mundo livre capitalista vai extinguir a vida pelo aumento do CO2.

Após embair o leitor, a grande coordenadora das negociações da ONU sobre o clima acrescentou que “sempre há uma chance de fugir dos piores efeitos do cambio climático”, e que o jeito é que a comunidade internacional profira uma “resposta política que enfrente o desafio”.

Após rir da ciência, atribuir tudo ao simbolismo e lograr os cidadãos, chega a hora de passar o comando para os “salvadores” da Terra: a classe política, os super-burocratas do mundo, assessorados obviamente pelas iniludíveis ONGs verdes.

Sobre essas bases, a ONU prepara uma grande conferência sobre o clima, a realizar-se na França em 2015.

Até essa data, os governos dos mais de 190 países engajados nas negociações tentarão formular um “tratado global e ambicioso para limitar as emissões de gases estufa”, como se estes fossem intrinsecamente maus, sempre e em toda parte.

A fantasia do comunicado da ONU atinge o hilariante quando acena com o perigo de voltarmos a um clima como o do Plioceno (entre 5 e 2 milhões de anos atrás), como se fosse pavorosa desgraça.

Teria bastado consultar a Wikipedia para saber que “nele o clima e a vegetação eram muito similares aos atuais, sendo que, se pudéssemos retornar até ele, dificilmente veríamos diferenças com o mundo atual”.

Dado básico omitido para espalhar pânico:
no Plioceno “o clima e a vegetação eram muito similares aos atuais, (...)
dificilmente veríamos diferenças com o mundo atual”

O clima foi cálido e houve grande expansão das calotas polares além de diminuição do nível dos mares com o benéfico CO2 a mais de 400 ppm.

Mas procura-se apavorar os homens para que aceitem uma espécie de ditadura socialista e ecológica universal. 

E isto se faz explorando a falta normal de conhecimentos sobre o meigo Plioceno para espalhar que retrocedemos a um sinistro período!

“Estamos em via de criar um clima pré-histórico no qual nossa sociedade terá que enfrentar riscos enormes e potencialmente catastróficos”, explicou Bob Ward, diretor de comunicação do Instituto de pesquisa Grantham sobre a mudança climática e o Meio Ambiente, da London School of Economics and Political Science.

Para a utopia neocomunista e anticristã ambientalista vale tudo para impingir nos homens uma ditadura universal que eles não querem e já recusaram repetidas vezes. Basta lembrar a URSS e o III Reich.


domingo, 30 de junho de 2013

Afogado em preconceitos “verdes”, o Brasil não aproveita o gás de xisto

Não faltam jazidas no Brasil
Não faltam jazidas no Brasil
Luis Dufaur
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No fim do século XX se iniciou nos EUA uma grande revolução energética.

Essa explora em grande escala os recursos do xisto e afetou o equilíbrio mundial dos grandes produtores e exportadores de petróleo e gás, os investimentos industriais e transfere recursos do mercado brasileiro ao americano, interpelando os formuladores da política brasileira – observou “O Estado de S.Paulo”.

O gás de xisto custa nos EUA um quinto do gás encontrado no Brasil, cujas indústrias – de cerâmica, vidro e petroquímica, por exemplo – dependem muito do gás, perdendo competitividade, adiando sua expansão ou apontando investimentos para fora do País. 

 
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) decidiu sair da estagnação e incluir a exploração do xisto no próximo leilão de blocos de gás, previsto para os dias 30 e 31 de outubro.

Verdes brasileiros mal conhecem o tema. Mas americanos vão fornecer os sofismas
Verdes brasileiros mal conhecem o tema. Mas americanos vão fornecer os sofismas
A licitação deverá incluir as Bacias do Parecis (MT), do Parnaíba (entre Maranhão e Piauí), do Recôncavo (BA), do Paraná (entre PR e MS) e do São Francisco (entre MG e BA).

A ideia é usar a técnica americana de fraturação das rochas de xisto, uma blasfêmia para o ambientalismo tupiniquim, bem instalado em cargos públicos, ONGs e sacristias.

Os EUA poderão vir a se tornar independentes, ou quase tanto, do petróleo importado, além de grandes produtores e exportadores, para manifesto desconforto da Rússia.

As reservas brasileiras conhecidas, estimadas em 6,4 trilhões de metros cúbicos, estão em décimo lugar na classificação internacional. Não está tão mal para começar.

A China detém as maiores reservas (36,1 trilhões de metros cúbicos), seguida pelos Estados Unidos (24,4 trilhões) e pela Argentina (21,9 trilhões).

As atividades em terra podem deixar em segundo plano os dispendiosos e propagandísticos projetos de procurar a independência energética abaixo do fundo do mar.

Diferenças de custos causam estragos econômicos para o Brasil
Diferenças de custos causam estragos econômicos para o Brasil
A exploração do pré-sal é promissora, mas tem custos faraônicos e não há segurança nos prazos. Em poucas palavras, muito ruído e perspectivas remotas.

Se a propaganda política em torno do pré-sal rendeu para o PT, ela não foi suficiente para evitar o soçobro da Petrobrás, hoje grande importadora de combustíveis.

O custo para o País do golpe marqueteiro lulista poderá significar a perda ou o adiamento de bilhões de dólares em investimentos.

“Uma fatia importante do setor está com o forno desligado. Estamos perdendo competitividade. O risco é a produção nacional ser substituída pela importada”, declarou ao mesmo jornal Antonio Carlos Kieling, osuperintendente da Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimentos (Anfacer).

Segundo Kieling, as importações do setor estouraram 9.000% em sete anos, para US$ 220 milhões ao ano, já que 25% dos custos vêm do gás. A perda de competitividade é a mesma em vários setores, mas atinge com maior peso a indústria química e petroquímica. Empresas como Braskem, Unigel e Dow Chemical paralisaram investimentos de bilhões de dólares.

Técnicas de limpeza afastam críticas bem-intencionadas
Técnicas de limpeza afastam críticas bem-intencionadas
A multinacional de vidros AGC investiu numa fábrica de R$ 800 milhões, a ser inaugurada neste ano em Guaratinguetá (SP) para a produção de vidro plano, espelhos e vidro automotivo. “De lá para cá, o preço do gás dobrou, mudou totalmente o cenário e a rentabilidade”, disse o CEO da AGC Vidros do Brasil, Davide Cappellino.

A decisão de dobrar a capacidade, com mais R$ 800 milhões, foi suspensa por tempo indeterminado. Unidades da multinacional nos Estados Unidos, Emirados Árabes, Arábia Saudita e Egito, onde o preço do gás é 20% do cobrado no Brasil, ganharam preferência para a aplicação desses recursos.

A multinacional Cebrace planejou até R$ 1 bilhão para fazer do Brasil uma plataforma de exportação de vidros para a América Latina. Mas estancou novos investimentos e olha para países como Argentina e Colômbia. Hoje, o setor importa 35% do vidro plano, ante 10% de 2007.

O preço do gás americano fica entre US$ 2,5 e US$ 3 por milhão/BTUs. No Brasil o preço vai para entre US$ 12 e US$ 16, 500% mais caro. Na Europa, ronda entre US$ 8 e US$ 10.

“Todo mundo que tem produção no Brasil está reclamando conosco”, diz uma fonte do governo, segundo o jornal paulista.



domingo, 23 de junho de 2013

Gás de xisto pode liberar Europa das cordas com que a Rússia poderia enforcá-la

Gasodutos russos construídos com tecnologia europeia

A Polônia e outros países europeus estão prestes a decidir o futuro das suas reservas de gás de xisto.

A tecnologia de fraturação hidráulica ou fracking forneceu uma inestimável oportunidade de salvar o continente do desastre e proteger seus legítimos interesses políticos e econômicos, escreveu a revista polonesa “Polityka”, de Varsóvia.

domingo, 16 de junho de 2013

Desaceleração do aquecimento global intriga cientistas, e a conduta destes intriga a opinião pública

2009: neve em Milão. Não aqueceu mas esfriou: agora como explicar?

Não poucos cientistas estão em dificuldades para explicar a desaceleração do aquecimento global, informou a agência Reuters.  De fato, o pressuposto do aquecimentismo nem se realizou e a catástrofe anunciada ficou adiada possivelmente para nunca.

E eles ainda se perguntam se o erro foi induzido por lacunas no conhecimento, quando os cientistas jamais dispuseram de equipamentos tão sofisticados para conhecer a realidade!

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Ardis cinematográficos para impedir exploração de gás de xisto

O ativista Josh Fox criou "Gasland", um "documentário" caricatual
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A polêmica sobre o gás de xisto tomou dimensões cinematográficas nos EUA quando Hollywood estreou “Promised Land” (“Terra Prometida”).

No filme, o ator Matt Damon interpreta um executivo de uma produtora do gás questionado.

Ele "engana" aos produtores rurais para que aceitem a exploração do xisto.

Mas, depois acontecem coisas estranhas e o rebanho de uma cidade começa a morrer bebendo água possivelmente contaminada.

"Terra Prometida" apresenta um cenário intimidador
O filme segue a linha do documentário ativista e caricatural “Gasland”, criado pelo ativista Josh Fox em 2011.

O "documentário" mostra entre outras cenas de efeito, um morador “incendiando” a água da torneira com um fósforo.

O estilo alarmista continua pela trilha aberta por Al Gore e sua “A Verdade Inconveniente” condenada pela Justiça britânica.

A Independent Petroleum Association of America criou uma pagina web para hospedar a lista de fatos distorcidos em “Gasland”. Leia em PDF

O Dr. Michael Economides, professor de Engenharia na Universidade de Houston, escreveu na revista Forbes que “Gasland” é errôneo e irresponsável por muitos lados.

"Gasland" forjou cenas para impressionar desprevenidos
Em janeiro de 2013, o jornalista e cineasta independente Phelim McAleer publicou o documentário “FrackNation – A verdade sobre o fracking”.

Esta resposta, analisa os métodos usados por "Gasland" para montar o "documentário".

E é muito revelador do viés ideológico esquerdista e a carência de verdade no filme ambientalista.


Veja embaixo excertos de FrackNation:



No Brasil, segundo a ANP, o leilão de jazidas de gás não convencional seguirá o mesmo trâmite dos demais, e para o presidente do conselho de administração da consultoria Gas Energy, Marco Tavares, os riscos ambientais do gás não convencional já foram equacionados.

No leilão de outubro serão oferecidos blocos nas bacias do Paraná, Parecis, Parnaíba, Recôncavo, Acre e São Francisco.


Para o ex-deputado federal verde Fabio Feldmann (PV), a falta de debate é o maior problema. “Não existe nada específico sendo estudado pelo Ibama, Ministério do Meio Ambiente ou ANA (Agência Nacional de Água).”

Ou há muita falta de ânimo na militância verde brasileira ou realmente não está achando nada de concreto para objetar.


domingo, 9 de junho de 2013

Brasil terá leilão de gás de xisto e já vem polêmica

A hostilidade militante contra a exploração do gás de xisto – o tipo mais procurado de gás não convencional – quer ser atiçada pela internacional ambientalista no Brasil.

Para isso tenta imitar as estratagemas de seus colegas ideológicos dos EUA, França e Bulgária, pois esta imensa fonte de energia está prestes a ser explorada no país em grande escala.

A ANP (Agência Nacional do Petróleo) marcou para os dias 30 e 31 de outubro o primeiro leilão de blocos de gás não convencional.

Durante leiloes de maio de jazidas convencionais e pré-sal, movimentos sociais realizaram protestos em diferentes capitais do país com diversos pretextos.

As desordens serviram também de treino da militância das esquerdas para a polêmica do xisto.

Em Brasília, 800 manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) barraram o acesso de servidores ao Ministério de Minas e Energia.

Os emessetistas viraram “sem petróleo” rápido demais.

O Correio Braziliense conversou com algums deles acampados na Esplanada dos Ministérios.

Poucos sabiam o real motivo de estarem ali.

Para muitos o governo distribuiria ali mesmo novas terras.

“Não estou sabendo dessa história de petróleo, não”, disse uma mulher, sem se identificar.

Ela veio de Trevo, interior do Goiás, porque pelo transbordamento de um rio “perdemos a nossa casa. Agora, estamos esperando ganhar nosso pedaço de chão para voltar a plantar”.

O ambientalismo não tem verdadeira militância e precissa recorrer a “golpes” deste nível.

Voltanto ao gás não convencional, segundo a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, as reservas desse gás podem ultrapassar as do pré-sal.

Projeções da ANP indicam potencial de reservas de 500 TFC (trilhões de pés cúbicos), o dobro dos 226 TFCs conhecidos até hoje.

Entre as áreas oferecidas há algumas com potencial para a extração que não estão livres nos reservatórios subterrâneos, como o gás comum.

Para extraí-lo é preciso fragmentar (a técnica do fracking, ou fragmentação) as rochas, injetando no subsolo água, areia e produtos químicos.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

José Graziano apresenta projeto para homens se alimentarem com insetos em lugar de carne

José Graziano da Silva, diretor da FAO, elogiou proposta
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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sócio do IPCO,
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diversos blogs







A organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) propôs reformar a gastronomia mundial para reduzir a poluição.

Segundo a proposta tratar-se-ia de comer insetos como besouros. gafanhotos e formigas em vez de carne bovina e porcina, porque o gado é tido esdruxulamente de “aquecedor do planeta”.

Num relatório de 200 páginas divulgado em Roma, a FAO defendeu que comer insetos beneficia o meio ambiente enquanto o gado consome vegetais e ração demais.

O diretor do organismo, o brasileiro José Graziano da Silva, ex-ministro extraordinário de Segurança Alimentar e Combate à Fome no gabinete do presidente Lula e ex-responsável do Programa Fome Zero, disse que para combater a fome no mundo grilos e formigas são “essenciais”.


Prato de insetos em Laos
Mas, acrescentou, deveriam ser “mais integrados com as políticas de segurança alimentar e com o uso da terra”, obviamente com reforma agrária e ambientalismo.

O trabalho foi realizado com a colaboração da Universidade de Wageningen, na Holanda.

Ele foi apresentado em Roma durante a Conferência Internacional sobre as florestas para a segurança alimentar e nutrição, informou a Folha de S.Paulo.

Escorpião e gusanos de seda para consumo humano em Kunming, China
O documento elogia os insetos por se alimentarem de “resíduos, lixo humano, compostagem e chorume animal”.

“Os insetos estão em todo lugar e se reproduzem rapidamente”, elogia a FAO, acrescentando que eles deixam “pequena pegada ambiental”.

O Programa de Insetos Comestíveis agora lançado também examina o potencial alimentar de aranhas e escorpiões, embora não sejam considerados insetos.

Ministro do Gabão Gabriel Tchango no lançamento de relátorio.
Projeto parece horrorizar até os promotores
A FAO reconhece que muitas pessoas que “podem não gostar da ideia de consumir insetos podem já tê-los ingerido em algum momento na vida, já que muitos são engolidos inadvertidamente”.

Mas isso é um acidente repugnante.

Entretanto, para os militantes do ambientalismo radical propostas como esta preanunciam o futuro.




quinta-feira, 16 de maio de 2013

Na Argentina, "Verdes" e "Vermelhos" cooperam para impedir a produção de gás e petróleo de xisto

Poço em Vaca Muerta, província de Neuquén
Poço em Vaca Muerta, província de Neuquén
Na mega-jazida de Vaca Muerta, província de Neuquén, o governo argentino queria comemorar o início da extração de petróleo e gás não convencionais (shale oil e shale gas), escreve o jornal “Clarin”, de Buenos Aires.

A desastrosa gestão populista da reestatizada petrolífera YPF redundou numa carência de combustíveis fósseis que até poucos anos atrás eram exportados pela Argentina.

Na angustiante falta de recursos energéticos e sob a pressão das críticas populares, o governo populista quereria recuperar a independência energética com o petróleo e o gás de xisto.

domingo, 12 de maio de 2013

Eólicas tiram o sono e danificam a saúde dos europeus

Ditatorialismo ambientalista pouco liga para o bem-estar da população
Ditatorialismo ambientalista pouco liga para o bem-estar da população
Um argumento habitualmente usado pelo ambientalismo para frear projetos consiste em exigir um estudo provando a priori que ele não causará danos ambientais ou relevantes. Trata-se das tão abusadas "análises de impacto ambiental".

Porém, quando se trata do capricho ideológico verde esse argumento não vale. E assim as turbinas eólicas, decretadas fonte de energias “limpas” e “boas”, invadiram a paisagem europeia.

E o bem-estar dos cidadãos? A pergunta soa como uma blasfêmia. Se os verdes dizem que são “limpas” e “boas”, os cidadãos que engulam!

domingo, 28 de abril de 2013

IPCC muda seu alarmismo. Cientistas e jornalistas tentam se adaptar

Mutação do vermelho para o verde foi epidérmica

O jornal britânico “The Daily Mail” escreveu que nos anos 70 que cientistas e políticos estavam preocupados pela iminência de uma “idade de gelo”. Confira post anterior: Esboço de novo relatório do IPCC abandona fantasias aquecimentistas

Mas pouco depois mudaram, passando a achar o contrário. Isto porque segundo publicações do estilo da revista americana “Time”, ONGs, ONU, políticos e governos passaram a favorecer os cientistas que falavam de um iminente “aquecimento global” gerado pelo homem.

O que houve?

domingo, 21 de abril de 2013

Artigo enganador sobre a Antártica e o aquecimento climático na revista “Veja”

Península Antártica: generalizar dados ao continente todo é erro primata
Península Antártica, onde fica a Ilha de Ross:
generalizar dados ao continente todo é erro primário
A revista “Veja” publicou em seu site, no dia 15/04/2013, matéria que dificilmente seria mais habilmente apresentada para ludibriar o leitor.

O título bate no realejo do aquecimento climático planetário que vem sendo abandonado em países mais bem informados: “Degelo na Antártida aumentou 10 vezes em 600 anos”. O subtítulo acentua o alarme: “derretimento intensificou-se na segunda metade do século XX, diz estudo”.

O artigo se apoia numa pesquisa publicada pela revista Nature Geoscience. Ela é de autoria dos cientistas Nerilie J. Abram, Robert Mulvaney, Eric W. Wolff, Jack Triest, Sepp Kipfstuhl, Luke D. Trusel, Françoise Vimeux, Louise Fleet e Carol Arrowsmith, patrocinados pela grande Universidade Nacional da Austrália.

O leitor que passa rápido sobre matéria tem ali tudo para sair impressionado pelo aquecimentismo catastrofista: a Antártica toda estaria derretendo em proporções desusadas, notadamente desde a intensificação do desenvolvimento industrial no século XX.