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domingo, 29 de novembro de 2015

Acordo de Paris empobrece os mais pobres e degrada os mais ricos

Paris não se deixa dobrar pelo terror islâmico. Cederá antes as aterrorizantes armadilhas verdes que ressoarão na COP21?
Paris não se deixa dobrar pelo terror islâmico.
Cederá antes as aterrorizantes armadilhas verdes que ressoarão na COP21?
Luis Dufaur





A COP21, ou Convenção do Clima das Nações Unidas – Conferência das Partes, vai começar numa atmosfera enrarecida pelos atentados islâmicos que enlutaram a França.

Mas o fundamentalismo verde não manifesta intenções de parar.

As negociações preliminares para redigir o acordo que será submetido à aprovação na COP21 desenharam a criação de um Fundo Climático Verde (Green Climate Fund) que deverá tirar anualmente 100 bilhões de dólares dos países “ricos” por volta do ano 2020.

Isso é apenas um piso. Como as metas almejadas pelos promotores da COP21 são fantasiosas e inalcançáveis, esse Fundo vai exigir sempre mais e mais.

Obviamente, quererá tirar esses capitais dos “predadores” capitalistas, emissores de CO2, aquecedores do planeta, e mais outros slogans depreciativos cunhados pela militância socialista-verde.

O Fundo terá oficialmente um objetivo: subsidiar energias alternativas e financiar programas de desenvolvimento ecologicamente corretos nos países pobres.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Irreversivelmente rumo à estagnação? Horizonte ditatorial se insinua no acordo visado em Paris

Chanceler socialista francês Laurent Fabius, assume ares de profeta e diz que metas enunciadas são 'irreversíveis'
Chanceler socialista francês Laurent Fabius, assume ares de profeta
e diz que metas enunciadas são 'irreversíveis'
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Ministros de Meio Ambiente e negociadores diplomáticos de 70 países encaminharam em Paris um acordo para que os objetivos nacionais de redução das emissões de gases de efeito- estufa não só sejam revisados a cada 5 anos, mas também sejam irreversíveis, segundo noticiou “O Estado de S.Paulo”.

O entendimento foi feito em evento prévio à 21.ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP21).

Os dois pontos são considerados cruciais para o sucesso da COP21, que deve chegar a um acordo que limite o aumento médio da temperatura na Terra, como se isso dependesse do homem.

A Pré-COP, como o evento foi chamado, realizou uma espécie de “ensaio geral” da Conferência do Clima visando consensos sobre as propostas que serão negociadas no evento principal, também em Paris, a partir de 30 de novembro.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Viajando em trem ecologicamente correto;
e comunista também.
Uma “profecia do futuro mundo verde"

Cuba de trem é a experiência da miséria ao vivo.
Cuba de trem é a experiência da miséria ao vivo.




As primeiras ferrovias – de luxo, aliás – da América Latina, foram as de Cuba. Hoje elas constituem a forma mais lenta de transporte na ilha, o que não é dizer pouco.

Viajar de Havana a Santiago de Cuba – mais ou menos de uma extremidade a outra da ilha ou 765 quilômetros – leva em média 15 horas, caso o trem não quebre, fato muito comum.

Um jornalista do “Clarín” de Buenos Aires ousou a aventura e publicou os resultados.

As cabras pastam junto aos trilhos, obrigando as locomotivas a frear para não atropelá-las. Carros de antigas marcas americanas e caindo aos pedaços fazem fila nos cruzamentos, aguardando passar os vagões, que podem atrasar horas.

domingo, 22 de novembro de 2015

Acordo de Paris debaterá ‘Tribunal Internacional de Justiça Climática’ para julgar países desobedientes

Foi um sonho de utopistas alucinados da extrema esquerda.  Hoje é uma proposta que aguarda aprovação final na COP21.
Foi um sonho de utopistas alucinados da extrema esquerda.
Hoje é uma proposta que aguarda aprovação final na COP21.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Os negociadores que preparam a redação do tratado que deveria ser aprovado na Convenção do Clima das Nações Unidas – Conferência das Partes, ou COP21, em Paris, concordaram em incluir nesse tratado a criação de um “Tribunal Internacional de Justiça Climática”, informou o Committee For A Constructive Tomorrow (CFACT), associação que acompanha de perto o andamento das combinações da ONU em matéria de ambientalismo.

A decisão de incluir esse Tribunal no texto que os governos assinariam na cúpula climática de Paris, foi adotada em Bonn, Alemanha.

A ideia é velha e vinha sendo defendida pelas ONGs ambientalistas mais radicais. Ela parecia fadada  a ficar na nuvem das utopias nunca realizadas. Porque ela sempre foi extremadamente totalitária. Jamais chegou a ser aprovada num cenáculo de cúpula da ONU.

Entretanto, esse devaneio de fanáticos, agora entrou no projeto básico a ser discutido, obviamente sem tempo de lê-lo, pelos chefes de Estado e de governo na COP21 e que poderá ser plasmado num acordo em Paris.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Acordo de Paris: para matemáticos, a quixotada contra o “aquecimento global” é cara, inútil, irracional e ditatorial

É preciso voltar muito na história para achar uma obsessão doida como a do aquecimento global, dizem matemáticos franceses
É preciso voltar muito na história para achar
uma obsessão doida como a do aquecimento global,
dizem matemáticos franceses.
Luis Dufaur





Enquanto o circuito verde-midiático-governamental esfrega as mãos pensando na conferência sobre mudanças climáticas de Paris (COP21), uma associação de matemáticos franceses veio mostrar com a força dos números que a luta contra o “aquecimento global” é um “absurdo” e uma “cruzada cara e inútil”, noticiou CNS News.

“Vocês teriam que fazer uma viagem bem longa de marcha à ré na história humana até encontrar uma obsessão tão doida”, escreveu a Société de Calcul Mathématique, sediada na Paris que acolherá a COP21, num estudo sobre a insistência sem fundamentos no “aquecimento global”.

Leia a íntegra do trabalho clicando aqui.


Os matemáticos se perguntam “como é que chegamos ao ponto de, num país que se diz racional”, se engajar numa “batalha contra o CO2 concebida como prioridade nacional”.

“Olhamos para os fatos, equações, comentários e argumentos”, explicaram.

“Mas não há sequer um fato, uma equação ou observação que nos leve a concluir que o clima do mundo está sendo ‘perturbado’ de algum modo. Há variáveis, como sempre as houve (...)

“Os métodos modernos estão longe de serem capazes de medir com precisão a temperatura global, inclusive a do dia de hoje, então as projeções para o clima dentro de 50 ou 100 anos são ainda menos confiáveis”.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

França e China promovem aliança planetária rubro-verde para viabilizar Acordo de Paris

Em Pequim, a França e a China combinaram promover a governança mundial na COP21
Em Pequim, a França e a China combinaram promover a governança mundial na COP21
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O presidente socialista francês François Hollande foi à China para tentar convencê-la a liderar os países emergentes que ainda hesitam em se engajar num novo tratado de governança ecológica mundial na COP21.

Pequim não hesitou em assinar uma declaração comum exigindo que a reunião planetária de dezembro em Paris conclua com um acordo obrigatório para os países assinantes.

E fez mais: anunciou solene e pomposamente que Pequim está resolvida a passar para uma economia “verde".

O presidente francês não cabia dentro de si de alegria com seu sucesso. “Eu espero que a China, a partir da declaração comum que assinamos, possa agir como nós num trabalho de diálogo, de convencimento junto a certo número de países que, como se sabe, serão determinantes para que o acordo possa ser atingido”, disse numa conferência de imprensa na capital chinesa, referida pela AFP.

domingo, 15 de novembro de 2015

Acordo de Paris pode ser o “fracasso do ano” ou produzir “o fracasso da civilização”

Na COP21, 40.000 representantes tentarão decidir o futuro do clima do planeta. E fazer uma revolução com raros precedentes históricos.
Na COP21, 40.000 representantes tentarão decidir
o futuro do clima do planeta.
E fazer uma revolução com raros precedentes históricos.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







De 30 de novembro a 11 de dezembro de 2015, cerca de 40.000 pessoas bem pagas – políticos, funcionários de governos ou de órgãos internacionais, ativistas verdes radicais, lobistas, religiosos “pelos pobres” e milhares de jornalistas – chegarão a Paris procedentes de 195 nações, enchendo hotéis e aeroportos, inclusive o maior campo de pouso da Europa, exclusivo para jatos privados.

Eles farão parte de uma assembleia babilônica batizada de Convenção do Clima das Nações Unidas – Conferência das Partes, ou abreviadamente COP21.

Pelo menos 117 chefes de Estado e de governo participarão da abertura dessa conferência. Ao término da “sessão política”, a negociação visará a que o rascunho do novo acordo climático, essencialmente já escrito, receba sua redação final até 5 de dezembro. Caberá ao ministro socialista Fabius, chefe da delegação do país sede, mediar os conchavos finais.

O objetivo declarado é chegar a um acordo planetário que obrigue os países assinantes a reduzirem maciçamente suas emissões de gases estufa. A suposição é de que se poderá assim ajudar a evitar que a temperatura global da Terra aumente mais de 2º graus centígrados num século.

Dificilmente a maioria desses 40.000 participantes saberia explicar o que é um gás estufa. Mais árduo será encontrar aqueles que sabem que o principal gás estufa é o vapor de água (leiam-se as nuvens que constituem 72% desses “demônios dos ares”).

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Acordo de Paris e governança mundial multiplicará a pobreza

Com os carros demonizados, os ciclistas em Pequim ficam mais perto do ideal do miserabilismo ambientalista e do velho marxismo maoista também!
Com os carros demonizados, os ciclistas em Pequim
ficam mais perto do ideal do miserabilismo ambientalista
e do velho marxismo maoista também!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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política internacional,
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continuação do post anterior: raiz ateia, anticristã e anticientífica da proposta ambientalista


Catolicismo — Dizem que o aquecimento global provocado pelo homem prejudica o Brasil, a América Latina e o mundo em desenvolvimento.

Calvin Beisner — Nenhuma sociedade jamais se elevou da pobreza sem o acesso a energia abundante, barata e confiável.

Se há ainda povos que estão vivendo na pobreza, presos a ela, em boa medida é porque não têm acesso à energia abundante, acessível e confiável, essencial para a sua ascensão e saída dessa pobreza.

Há quem diga que a única maneira de reduzir a suposta influencia humana sobre a temperatura média global — pela da emissão de dióxido de carbono — é reduzindo o uso de combustíveis fósseis.

Esse é o primeiro modo de como essa visão exerce consequências negativas para os povos da América Latina e de outras partes mais pobres do mundo.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Raiz ateia, anticristã e anticientífica no projeto de acordo em Paris

Ativistas ambientalistas na Ucrânia.
Ativistas ambientalistas na Ucrânia.
Luis Dufaur





continuação do post anterior: COP21: “pressão moral” ou “pressão imoral”, o âmago da questão

Catolicismo — O senhor julga que os norte-americanos são mais propensos que outros povos a uma visão objetiva sobre a questão do aquecimento global? Eles são receptivos à mensagem da Cornwall Alliance e de organizações similares?

Calvin Beisner — Comparadas com sondagens realizadas em várias partes do mundo, constata-se que a população americana é mais cética do que a europeia quanto ao “perigo do aquecimento global provocado pelo homem”.

Contudo, eu tenho dúvidas de que tenhamos informações de boa qualidade a esse propósito dos povos da África, Ásia e América Latina. Mas constata-se que os americanos tendem a ser um pouco mais céticos, e possivelmente há uma série de razões para isso.

domingo, 8 de novembro de 2015

“Pressão moral” ou “pressão imoral”? O âmago da questão em Paris

O Dr. Calvin Beisner também foi professor de estudos interdisciplinares
no Covenant College de 1992 a 2000.
É autor de quatro obras sobre população, recursos, economia e meio ambiente,
além de 8 outras obras; contribuiu para mais de 30 livros
e publicou centenas de artigos.
Testemunhou como perito em ética e economia da política climática
perante comissões do Congresso dos EUA.
Bacharelado em Estudos Interdisciplinares
pela Universidade do Sul da Califórnia (1978).
Mestrado com especialização em Ética Econômica
pelo International College (1983). Ph.D. em História da Escócia
(História do Pensamento Político) pela Universidade de St. Andrews, Escócia.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Na medida que se aproxima a Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas, ou COP21, o ambientalismo radical e as esquerdas em geral preparam uma grande pressão. Eles têm muito a ganhar.

A COP21 visa assinar um tratado que substitua o decaído Protocolo de Kyoto que teoricamente devia limitar as emissões de CO2 no planeta.

O Protocolo de Kyoto hoje está falido e deve ser substituído, segundo eles. Alegando o combate ao aquecimento global e a diminuição das emissões de CO2, o novo acordo visaria instaurar uma governança mundial sob a qual as nações perderão soberania, em graus crescentes.

Essa governança verde já nascerá voltada contra a riqueza das nações – os países ricos e também aqueles que aspiram a sê-lo – com projetos de essência socialista fortemente condimentados com utopias malsãs de cunho anarco-tribalista, como o CIMI e outros tentáculos da CNBB já nos têm acostumado.

Também o Papa Francisco I se engajou na campanha de “pressão moral” para a COP21 aprovar esse governança planetária, muito parecida com as utopias de séculos passados.

Nesse sentido publicou a encíclica ‘Laudato si’ que causou espanto nos espíritos mais ponderados, especialmente no campo científico, pelo favorecimento das hipóteses aquecimentistas da religião verde.

Nós temos dedicado diversos posts a esse pronunciamento e os aplausos quase unânimes das esquerdas mundiais e a grande cobertura midiática que recebeu.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Fukushima: o pânico verde causou 1.600 mortes,
a radiação nenhuma

A imprudente mudança de doentes de hospitais causou muitas mortes.
A imprudente mudança de doentes de hospitais causou muitas mortes.
Luis Dufaur





O pânico gerado por informações alarmistas durante o acidente nuclear em Fukushima em 2011, no Japão, foi talvez o maior causador de vítimas mortais das últimas décadas, noticiou a “Folha de S.Paulo”.

Um dos maiores tsunamis da História devastou as costas japonesas voltadas para o Levante, atingindo em 11 de março uma velha usina atômica de tecnologia há décadas superada, mas ainda em funcionamento: Fukushima.

A usina nuclear sofreu uma avaria no seu sistema de refrigeração e temeu-se uma explosão de grandes proporções, que felizmente não se concretizou.

O temor causado pela ocorrência, entrementes, foi explorado aberta ou sorrateiramente pela propaganda verde pela multiplicação dos danos humanos reais.