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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Mais outro relatório de “aquecimento global” é desclassificado

American Association for the Advancement of Science:
primeiro aprovou, depois desclassificou

Está se tornando um exercício enjoativo acompanhar a sucessiva revelação de fraudes em relatórios 'científicos' que justificariam o “aquecimento global” supostamente causado pelo homem.

Agora, o relatório do EurekAlert, grupo independente apoiado pela American Association for the Advancement of Science ‒ AAAS, que previa um aumento de 2,4º C na temperatura do planeta e que provocaria dramática escassez de alimentos está seriamente deformado, denunciaram cientistas.



O relatório alarmista foi espalhado por numerosas agências internacionais inclusive a AFP que se penitenciou pela divulgaçao.

A própria AAAS desclassificou o estudo apontando numerosos erros. Ginger Pinholster, portavoz da prestigiosa associação, disse que a entidade foi alertada pelas observações de um jornalista do “The Guardian” e apelou a um especialista em mudança climática que confirmou as perplexidades suscitadas pelo relatório.

Por certo, as causas das perplexidades não foram pequenas, porque a AAAS imediatamente tirou o relatório do seu website.

Um dos responsáveis do relatório desautorizado é o cientista Osvaldo Canziani, que fazia parte da equipe do IPCC galardoada com o Premio Nobel em 2007. Quando a revelação da fraude foi feita ele ficou desaparecido para a imprensa.

Alarmismo climâtico e science-fiction: fronteiras interpenetrantes
O climatólogo Ray Weymann disse à agência AFP que o “estudo contém erros significativos” e que a redatora ‒ Liliana Hisas da Ong Fundo Ecológico Universal (UEF) ‒ fora alertada dos erros antes da publicação “várias vezes”, mas ela se negou a corrigi-los.

O cientista Scott Mandia escreveu em e-mail à AFP que ainda que se aceite como verossímil a maior taxa de aquecimento proposta “a temperatura da Terra só aumentaria em 0,2 Cº até 2020”, enquanto o relatório apontava um crescimento inverossímil de 2,4 C, quer dizer, quase dez vezes mais que a hipótese mais extremada.”

Marshall Hoffman da empresa de relações públicas que publicou o relatório em nome da UEF disse que, ainda assim, o grupo defende o estudo.

Não é de espantar, religião cega é assim. Hoffman ainda tentou esboçar alguns argumentos em favor da tese descabelada.

Solicitado a comentar a resposta de Hoffman, Mandia disse à AFP: “Ele ainda está confuso.”

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