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domingo, 27 de novembro de 2022

Ambientalistas emporcalham obras de arte famosas

Atentado contra 'Girassóis' de Van Gogh
Atentado contra 'Girassóis' de Van Gogh
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Dois ativistas ambientalistas da organização britânica Just Stop Oil jogaram duas latas de sopa de tomate no quadro “Girassóis” (1888), de Van Gogh, exposto na Galeria Nacional de Londres e avaliado em mais de 500 milhões de reais, mas um vidro o protegeu.

Após o atentado, a dupla se “grudou” na parede para maior efeito propagandístico. Mas foi presa pela Scotland Yard e indiciada por “danos criminais e invasão agravada”.

A sopa derramou-se no vidro que cobria o quadro e a sua moldura dourada.

Os manifestantes alvejaram o quadro “Girassóis” apenas porque era uma “pintura a óleo”.

O governo inglês poucos dias antes havia suspendido uma moratória do fraturamento hidráulico no Reino Unido, ou fracking, que poderia resolver as carências energéticos do país, agora agravadas pela ferocidade das represálias da Rússia de Putin.

A dupla já atentara contra a pintura “A Última Ceia”, de Leonardo da Vinci, entre outros quadros famosos.

No final de junho, ativistas atacaram a pintura de 1889 “Peach Trees in Blossom” na Courtauld Gallery de Londres.

Ecologistas derramam leite das prateleiras em protesto contra o gado que aqueceria o planeta
Ecologistas derramam leite das prateleiras em protesto contra o gado que aqueceria o planeta
Este tipo de ataques ecologistas visa parar novos projetos de exploração de hidrocarbonetos no país, informou pouco depois a organização ambiental em comunicado, com o sofisma de combater o aquecimento climático.

“O que vale mais, arte ou vida? Arte vale mais que comida? Mais que justiça? Você está mais preocupado em proteger uma pintura ou proteger nosso planeta e as pessoas?”, sofismou Phoebe Plummer, 21 anos, um extremista do grupo Just Stop Oil.

No mesmo mês, cúmplices do grupo climático italiano Ultima Generazione se colaram a uma pintura de Sandro Botticelli no museu Uffizi, em Florença. Ações semelhantes também ocorreram na Austrália, informou “The Washington Post”.

Vários anos atrás, ativistas do grupo ecológico-climático Extinction Rebellion subiram no teto de um trem em Londres, impedindo que as pessoas chegassem ao trabalho e causando uma briga entre passageiros e manifestantes.

Mais recentemente, outros manifestantes climáticos bloquearam rodovias na área de Washington para impor ao presidente Biden a declaração de uma “emergência climática”.

Ambientalismo visa degradar a cultura e a civilização
Ambientalismo visa degradar a cultura e a civilização
Outro grupo “verde”, conhecido como Extintores de Pneus, vem esvaziando os pneus de utilitários esportivos em todo o Reino Unido e em Nova York, argumentando que os veículos consomem mais gasolina e prejudicam pedestres e ciclistas.

A mídia é benévola e acostuma o público a esse ativismo danoso lhe dando repercussão nos noticiários, sem se interessar no dano feito à cultura e às pessoas que respeitam a lei e querem ordem.

O “The Washington Post” reconhece que esta tática planificada a nível mundial suscita a irritação dos cidadãos impedidos de se deslocar para o trabalho ou dos que apreciam obras de arte insubstituíveis que estão sendo prejudicadas.

Por isso, a tática poderá custar muito caro à propaganda do movimento “contra a mudança climática”. 

Uma coisa é certa: eles estão deixando patente que a revolução verde visa destruir a cultura e a ordem de raiz cristã.


Fanáticos 'climáticos' jogaram puré num quadro de Monet na Alemanha





 

Atentado contra a "Mona Lisa" no Louvre





segunda-feira, 17 de maio de 2021

Fiasco na Cúpula do Clima e ditatorialismo ecologista

Joe Biden fala ante a tela na Cúpula virtual do clima com os líderes de 40 países
Joe Biden fala ante a tela na Cúpula virtual do clima com os líderes de 40 países
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






O presidente dos EUA, Joe Biden, convocou uma cúpula virtual do clima na qual se destacaram os ditadores da China e da Rússia, Xi Jinping e Vladimir Putin.

Durante dois dias, 40 chefes de Estado e de Governo gastaram seus verbos ratificando aparatosamente seu compromisso político para conter o que o homem não pode conter: o aumento das temperaturas na Terra, se é que existe.

A energia sustentável e a digitalização foram postas nos chifres da Lua, mas, observou um assessor de um dos países convocados citado por “El Mundo”, não foi apresentado nenhum cálculo realista de custos e benefícios nem política industrial alguma.

Um fiasco sonoro de que os cidadãos do planeta nem tomaram conhecimento, acostumados a ouvir enxurradas de informações ambientalistas que não lhes dizem a respeito.

O assessor citado sublinhou que do imenso falatório planetário pelo clima não resultou estratégia nenhuma e os países não apresentaram incentivos para reduzir as emissões, algo que está ficando cada vez mais inverossímil.

O famoso Tratado de Paris assinado em 2015 não é vinculativo, pelo que os seus objetivos, também fixados pelos governos, não têm de ser cumpridos. E de fato estão sendo alegremente burlados.

domingo, 3 de julho de 2016

Ambientalistas e Putin
aliados contra Ocidente

Corbyn e Putin, o líder trabalhista, admirador de Marx aliado ao reciclado coronel da KGB.
Corbyn e Putin, o líder trabalhista, admirador de Marx aliado ao reciclado coronel da KGB.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Quando, em junho de 2014, o ex-secretário geral da NATO Anders Fogh Rassmussen denunciou que a Rússia estava financiando o movimento anti-fracking no Ocidente, a gritaria dos militantes ambientalistas foi geral.

Órgãos da mídia e políticos tidos como sisudos julgaram ser uma aliança contra natura.

Porém, uma investigação levada adiante pela Washington Free Beacon and Environmental Policy Alliance revelou aquilo que o movimento verde não queria que fosse revelado. Steve Komarnyckyj fez um apanhado para a agência Euromaidan.

Uma fundação, a Sea Change, canalizava os financiamentos provenientes do círculo mais íntimo de Putin para três grandes grupos ambientalistas: o Sierra Club, o National Resources Defense Council e a League of Conservation Voters.

Em troca, o movimento verde ecoava largamente a propaganda russa em favor da invasão armada da Ucrânia. O site Resistência Popular, dos ativistas verdes Margaret Flowers e Emanuel Sferios, foi característico.

domingo, 11 de maio de 2014

Ambientalismo radical: uma coluna infiltrada de Putin no Ocidente

Gás de xisto tiraria força à agressividade de Putin
Gás de xisto tiraria força à agressividade de Putin
O influente jornal “Washington Post” apontou que “a mais moderna arma da Europa” contra a agressividade do presidente russo Vladimir Putin jaz enterrada sob os belos pastos de pitorescas aldeias.

Trata-se do gás e do petróleo de xisto – ou shale gas – que a Europa possui em quantidades suficientes para livrar-se das chantagens da “nova URSS”.

Agora, muitas vozes europeias nos setores conservadores aumentam de volume pedindo essa arma pacífica. O premiê inglês David Cameron somou-se a esse coro.

Mas não se extrai esses combustíveis da noite para o dia. Por que não o fizeram antes?

A Polônia depende de modo angustiante dos combustíveis russos, mas detém uma das maiores reservas de gás de xisto da Europa. A França já foi qualificada de Qatar do gás europeu, mas tampouco extrai e depende do gás árabe.

Os volumes de gás na Grã-Bretanha estão sendo comparados aos do North Dakota, segundo o mesmo “Washington Post”. As reservas europeias mensuradas são apenas menores que as do EUA. Estas, sim, vêm sendo exploradas e estão mudando o jogo planetário dos recursos energéticos.

“O potencial é enorme. O recurso é muito grande no Reino Unido e na Europa”, diz Francis Egan, diretor-chefe de uma das maiores firmas especializadas no fracking, técnica para a exploração desse recurso.