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domingo, 29 de março de 2020

Ambientalismo e coronavírus: o gênero humano é o inimigo que se quer dizimar?

A epidemia de um vírus altamente infeccioso
causará mais estragos que a bomba atômica (Bill Gates)
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Já tinha acontecido algo parecido na ECO-92 e vem se repetindo nas assembleias planetárias da ONU sobre o estado do clima planetário.

Por exemplo, durante a reunião dos chefes de Estado na Rio+20, em 2012, 105 Academias de Ciência ligadas à rede mundial IAP (Global Network of Sciences Academies)  conclamaram a uma “ação global coordenada” para diminuir a população mundial.

O objetivo é proceder a uma redução acentuada dos seres humanos sobre a Terra e vem sendo levantado novamente com o pretexto do novo coronavírus.

Uma conferência TED de Bill Gates em 2015 foi trazida de novo à primeira página dos maiores sites do mundo. O magnata acena com um vírus assustador que favoreça essa drástica redução dos humanos.



Não é a primeira vez que esse objetivo pasmoso é enunciado publicamente. O perigo está em que ele possa passar em meio à confusão em que se debate o mundo objeto de uma pandemia a a persistente propaganda para uma futura reorganização mundial que permita um “desenvolvimento sustentável”.

De fato, a militância ecologista prega há tempos que a humanidade atingiu um número “insustentável”. A “capacidade de carga” de seres humanos do planeta teria estourado -- perdão por transcrever estas bobagens, mas elas superam às que presidiam os campos de concentração da II Guerra Mundial -- e a “Vingança de Gaia" com pestes e catástrofes se faria sentir como profetizou Lovelock.

Com argumentos especiosos expostos com graus de radicalidade diversa, a turma verde/vermelha trabalha para que a Eco 92, a Rio+20 e muitos outros encontros planetários, inclusive no Vaticano, adotem em suas declarações finais políticas decididas para reduzir o gênero humano.

É o que temem numerosas organizações pela vida no mundo inteiro. Elas apalpam a ameaça  rastejando entre as sinuosidades das discussões desses eventos.

O tema é explosivo e os representantes governamentais evitam falar de público.
Antonio Delfim Neto
“Não há como o planeta sustentar nove bilhões de pessoas com renda de US$ 20 mil cada”, chegou a declarar recentemente o ex-ministro, embaixador e deputado Antonio Delfim Neto. (“O Globo”, 11.5.2012)

Paul Ehrlich
“Um câncer é uma multiplicação descontrolada de células; a explosão populacional é uma multiplicação descontrolada de pessoas ...

“Nossos esforços devem passar do tratamento dos sintomas para a extirpação do câncer… Nós devemos ter um controle populacional … compulsivo se os métodos voluntários fracassam”, insiste há já tempo Paul Ehrlich no livro “The Population Bomb” (Ballantine Books, 1968) considerado uma das “Bíblias” do ambientalismo.

“Eu não vejo outra solução para evitar a ruína da Terra salvo uma drástica redução da população humana”, acrescentou David Foreman, porta-voz da ONG 'Earth First!', citado por Gregg Easterbrook em “The New Republic”, 30-4-1990.

David Attenborough
E o estarrecedor objetivo foi mais recentemente confessado por David Attenborough, diretor da Ong 'The Optimum Population Trust':

“Eu já vi a vida selvagem ameaçada pela crescente pressão humana em todo o mundo, e não é por causa da economia ou da tecnologia.

“É que por trás de cada ameaça está a estarrecedora explosão dos números da população humana. Qualquer ambientalista sério sabe perfeitamente bem que o crescimento da população é o cerne de todos os problemas ambientais”. (The Telegraph, 14.4.2009).

John Holdren
John Holdren, então assessor para Ciência do presidente Obama não ficou na teoria e propôs um método de ação para reduzir compulsoriamente a humanidade:

“um envolvente Regime Planetário controlaria o desenvolvimento, administração, conservação e distribuição de todos os recursos naturais, renováveis e não-renováveis.

“Ele teria o poder de controlar a poluição não só da atmosfera e dos oceanos, mas também da água doce de rios e lagos. Regularia todo o comércio incluindo todos os alimentos.

“ Ele determinaria a população ótima para o mundo. Ele deveria ter poder para impor limites populacionais aos países.

“E se Vs. querem saber quem faria o aborto e a esterilização de massa forçados, eu respondo: ‘pois o Regime Planetário com certeza!’”.

Ted Turner,
E Ted Turner, o magnata da mídia fundador da CNN, avançou números: “o ideal seria que a população mundial fosse de 250-300 milhões de pessoas, quer dizer uma diminuição de 95% dos níveis atuais.”

Estas propostas que soam como altamente criminosas não passariam de frases de extravagantes membros do “jet-set” ou da política se não tivessem encontrado eco nas mais altas esferas das Nações Unidas, sob cuja égide acontece Rio+20.

Ex-frei Leonardo Boff, "teólogo" do ambientalismo anti-humano
O ex-frade Leonardo Boff transformou esse viés anti-humano em “teologia”.  E foi convidado oficialmente a expô-la na 63ª sessão da Assembleia Geral da ONU (22.4.2009) para fundamentar o projeto que instituiu o Dia Internacional da Mãe Terra aprovado pela unanimidade dos 192 representantes presentes.

O ex-frei apelou para uma muito contestável e cerebrina suposição – The Earth Overshoot Day, ou Dia da Ultrapassagem da Terra – segundo a qual em 29.7.2019 a Terra ultrapassou os recursos que necessitamos para viver.

Direto: não sustenta mais a humanidade.

Desde então, segundo o teólogo da libertação, a situação só piora.  

“Já encostamos nos limites físicos da Terra. Um planeta finito não pode suportar um projeto infinito”. Obviamente, nem explicou como faz para se sustentar, se é incapaz de fazê-lo.

O “teólogo” excogitou um sofisma panteísta para dizer o que não é dizível sem apelar para Hitler, Stalin ou Mao: a Terra é um só ser vivo, independente do número dos homens.

“Ela mesma é viva – pregou –, um superorganismo que se autoregula para manter um equilíbrio favorável à existência e à persistência da vida. (...) aduzamos um exemplo do conhecido biólogo Edward Wilson: “num só grama de solo, ou seja em menos de um punhado de terra, vivem cerca de 10 bilhões de bactérias, pertencentes a seis mil espécies diferentes” (A criação, 2008, 26).
Delírios extremistas entram na grande mídia
Delírios extremistas entram na grande mídia

Os bilhões podem desaparecer ou aparecer, a vida perdura. “O ser humano representa aquela porção da própria Terra que, num momento avançado de sua evolução e de sua complexidade, começou a sentir, a pensar e a amar. (...) o ser humano é a Terra...”

Os indivíduos que sentido fazem nessa visão ecolo-panteísta? São mero número que pode aumentar ou diminuir segundo cálculos estatísticos do governo universal “verde”.

Pasma, entretanto que os mesmos slogans anti-humanos tenham sido assumidos pela revista “Veja” no artigo “Gente um tabu a ser enfrentado”  no número especial sobre “As reais questões ambientais que afetam as pessoas aqui e agora foram esquecidas” (20.6.2012).

Quando afirmações dessa ferocidade saem das câmaras obscuras da utopia e aparecem à luz do dia, é sinal que a hora do investida final chegou.

No blog de Jeanne Smits encontramos a fórmula com que se tenciona efetivar esse viés anti-humano ou anti-humanidade na Rio+20. Essa análise, não é só de Jeanne Smiths mas de muitos outros grupos que vêm lutando pela vida no mundo todo.

Cena da “Campanha global 10:10” contra o CO2
Cena demagógica da “Campanha global 10:10” contra o CO2
Eis a fórmula expressa na linguagem hiper-técnica dos documentos da Onu, sob a qual se esconde o plano, segundo Smiths:

“Fornecer o acesso à saúde reprodutiva integral e programas de planificação familiar para todos. Esta questão exige verbas suplementares substanciais e uma atenção política por porte dos governos e dos doadores internacionais”.

A campanha para reduzir a humanidade será acrescida por uma “nova economia verde” mal explicada que visa reduzir também os “estilos de consumo nefastos”.

Feng Jianmei grávida de seu segundo filho
foi pega pela polícia e obrigada a abortar.
A China está na frente do controle compulsivo da natalidade
para reduzir drasticamente a população.
Na foto: a jovem mãe com o cadáver do filho.
O presidente do grupo de academias que citamos no início do post, Charles Godfrey, membro da Royal Society britânica declarou à imprensa:

“Durante tempo demais a população e o consumo ficaram afastados do debate por causa de seu aspecto sensível do ponto de vista político e ético.

“Mas, são questões que mexem com os países desenvolvidos e os países em via de desenvolvimento e nós temos que assumir a responsabilidade conjunta”.

“É preciso puxar as alavancas que determinam o tamanho das famílias.

“Não dá para salvar o ambiente sem uma política de programas de saúde reprodutiva”, comentou Lori Hunter, demógrafa que age nos ambientes da ONU.

“O ser humano, eis o inimigo!”, resumiu Jeanne Smits entre espantada e horrorizada diante dessas teorias e estratégias. Não é para menos neste tempo -- tal vez de exagero -- do coronavírus.


2 comentários:

  1. É preciso escrever sobre as Pedras Guias da Geórgia nos EUA, seu primeiro mandamento dos dez é: Mantenham a humanidade abaixo de 500.000.000 num equilíbrio constante com a natureza. E o último: Não sejam um cancro na terra – Deixem espaço para a natureza – Deixem espaço para a natureza. Isso não é teoria de conspiração é verdade, elas existem e a mídia nunca falou sobre elas.

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  2. Sou apenas crente que "Deus ainda não falou"
    Por enquanto ,apenas se ouve "cabecinhas pensadoras" milícias de satanás ...tudo sabem e quando não sabem armam-se em "génios da humanidade "
    Nada acontece por acaso ....mansamente Deus hoje como um mito de pés de barro ,vai falando mansamente :deixando o ser humano ao sabor de um conhecimento feito à sua maneira ....
    Valha nos Deus e envie o Espirito em nome de Jesus antes que desabe sobre o mundo a SUA IRA .

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