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domingo, 25 de janeiro de 2026

BBC reconhece espalhar blefes ecologistas e faz revisão geral interna

Para muitos britânicos, a BBC abandonou a imparcialidade
Para muitos britânicos, a BBC abandonou a imparcialidade
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A BBC de Londres reconheceu que vinha publicando falsos até grosseiros sobre ambientalismo, clima e energia.

Ela foi denunciada em virtude de repetidos falsos ovantes e publicou correções, removeu programas e demitiu jornalistas.

O jornal “The Telegraph” concluiu que as “manipulações” denunciadas abarcam todo o leque de alarmismos desonestos. 

Michael Prescott, ex-consultor de padrões, manifestou seu “desespero com a inação” dos executivos da BBC diante das generalizadas reportagens tendenciosas.

Numa carta enviada a membros do conselho da BBC, Michael Prescott, um ex-consultor de padrões, manifestou seu “desespero com a inação” dos executivos da BBC diante de evidências generalizadas de reportagens tendenciosas.

Prescott revelou que a principal unidade de checagem de fatos da BBC, o Verify, foi forçada a retirar uma matéria que sugeria falsamente que as seguradoras de automóveis eram racistas.

Agora, a emissora enfrenta escrutínio sobre sua cobertura climática, e seu Comitê de Diretrizes e Padrões Editoriais decidiu realizar uma “revisão temática” de sua cobertura de “política energética no Reino Unido e mudanças climáticas”.

Fabrico de blefes pela BBC causou indignação na Inglaterra.
Fabrico de blefes pela BBC causou indignação na Inglaterra.
E esta seria a mais recente de uma série de revisões sobre imparcialidade realizadas pela BBC nos últimos anos.

Richard Tice, vice-líder do Reform UK, disse que “já era hora” de fazer esta revisão.

“A BBC precisa investigar seu terrível viés em relação às mudanças climáticas. No entanto, dados os recentes escândalos de viés da BBC, não tenho confiança de que ela apresentará as verdadeiras conclusões.

“A única solução é uma revisão totalmente independente do alarmismo climático da BBC”, disse ele.

Claire Coutinho, secretária de energia do Partido Trabalhista, alinhada com o alarmismo ecológico reconheceu que: “O consenso sobre como lidar com as mudanças climáticas está se desfazendo.

“Se continuarmos no caminho atual, seremos mais pobres e mais fracos. É vital que a BBC possa noticiar as mudanças climáticas de forma imparcial e garantir que todos os pontos de vista sejam representados.”

A BBC está apagando discretamente episódios de programas como Question Time após divulgar afirmação falsa sobre emissões de gases.

Em 2024, apagou outro artigo da BBC News que anunciava como fato que “as mudanças climáticas induzidas pelo homem tornaram o recente calor extremo no sudoeste dos EUA, México e América Central cerca de 35 vezes mais provável”.

Justin Rowlatt, editor de clima da BBC, foi considerado culpado de fazer afirmações enganosas sobre eventos climáticos extremos em um documentário do programa Panorama.

Ela acatou uma queixa da União Nacional dos Agricultores sobre o documentário Carne: Uma Ameaça ao Nosso Planeta?, e o removeu.

“Reconhecemos as decisões da Unidade de Reclamações Editoriais referentes a aspectos de nossa cobertura climática e tomamos as medidas apropriadas para abordar os pontos levantados”, respondeu a empresa do governo.

A “manipulação” denunciada abarca todo o leque de alarmismos desonestos a que estamos acostumados a refutar, mas também muito outros assuntos como Donald Trump, Gaza e LGBT+.

Além das reportagens e documentários fraudulentos sobre aquecimento global, a BBC News afirmou erroneamente que a população mundial de ursos polares estava em declínio devido a esse aquecimento.

“A espécie está em declínio, e os cientistas atribuem isso à perda de gelo marinho causada pelo aquecimento global – levando à redução de seus territórios de caça e reprodução”, dizia o artigo.

Posteriormente mudou o artigo, após constatar que o número de ursos polares parecia estar “estável no geral, atualmente, e não em declínio, como afirmado”.

Em 2023, fizeram uma previsão do tempo errônea atribuindo enchentes em Bolonha, na Itália, a precipitações assustadoras, mas falsas.

Denúncias do 'he Daily Telegraph' motivaram BBC a fazer investigação interna
Denúncias do 'he Daily Telegraph' 
motivaram BBC a fazer investigação interna
Para o grupo Net Zero Watch essa foi um exemplo de “alarmismo institucional” na cobertura das mudanças climáticas pela BBC.

Em 2022, Justin Rowlatt, editor de clima da BBC, foi achado culpado de afirmações enganosas sobre eventos climáticos extremos. Ele afirmou erroneamente que as mortes relacionadas ao clima estavam aumentando em todo o mundo. Ainda alegou, “sem qualquer ressalva”, que Madagascar estava à beira da primeira fome mundial induzida pelas mudanças climáticas.

Pelo contrário, a Organização Meteorológica Mundial, documentos que nos últimos 50 anos, o número de mortes causadas por desastres naturais diminuiu.

Em outubro de 2020, a emissora acatou uma queixa da União Nacional dos Agricultores (NFU) sobre o documentário Carne: Uma Ameaça ao Nosso Planeta?.

O programa afirmava que a pecuária era prejudicial ao meio ambiente, violando o princípio da imparcialidade.

“Tudo o que os agricultores querem é uma cobertura justa da alimentação e da agricultura e o fim da demonização de alguns setores da agricultura produtiva, particularmente a pecuária”, disse um porta-voz da NFU na época. O documentário foi posteriormente removido.


domingo, 11 de janeiro de 2026

Recorde de calor em 2024 foi natural e não justifica pavores ambientalistas

As oscilaçes de calor e de CO2 estão nos níveis normais da natureza
Luis Dufaur
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A Associação de Realistas Climáticos que mostra os furos do “alarmismo climático” explica que o planeta se aquece desde o fim da Pequena Era Glacial por volta de 1840, noticiou o site "The Objective".

O fato de 2024 ter sido o ano mais quente já registrado não causa alarme, pois obedece à repetição de oscilações climáticas rotineiras.

Mas a ONU se jogou numa interpretação aloucada e anticientífica incitando os líderes mundiais para que “ajam agora” para “evitar o pior da catástrofe climática” que, na realidade, cientificamente nem merece consideração.

Assinam o trabalho Javier Vinós (cientista e especialista climático independente), Javier del Valle Melendo (professor de Hidrologia, Climatologia e Geologia) e Saúl Blanco (Professor de Biodiversidade e Gestão Ambiental)

“Não há nada de anormal no novo recorde de temperatura para 2024, dizem.

“O que as agências responsáveis por medir a temperatura média do planeta não nos dizem é algo que todos os cientistas sabem: se um ano é mais quente ou mais frio que o anterior, isso se deve a fatores naturais”.

Os cientistas apontam que o aumento de CO2 atmosférico em 2024 foi de apenas 3,5 partes por milhão (0,8%).

Isso é “muito pequeno para ter um efeito perceptível na temperatura global”, concluem.


domingo, 16 de novembro de 2025

EUA nega a crise climática e a COP30 anda com um pneu furado

O aquecimento global está virando objeto de piada
O 'aquecimento global' está virando objeto de piada
Luis Dufaur
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Relatório da Agência de Proteção Ambiental do Departamento de Energia dos EUA (EPA) arrasou com os boatos de “crise climática”; desclassificou as medidas da ONU e vários países para combatê-la e deixou de julgar as emissões de CO2 como ameaça à saúde pública. 

O relatório acrescenta que o CO2 estimula o crescimento das plantas e aumenta a produtividade agrícola.

Também recusou os “modelos climáticos” contrários as emissões de CO2 porque exageraram os cenários futuros e criaram projeções catastróficas irreais.

O nível global do mar subiu 20 centímetros desde 1900, mas em função de variações locais do solo. Por isso não há aceleração histórica.

O relatório enfatiza que políticas agressivas de mitigação do CO2 causam mais danos do que benefícios tendo um impacto direto insignificante.

O documento foi preparado pela Força-Tarefa Clima 2025, um grupo de cinco cientistas independentes convocados pelo Secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, com diversas formações em ciências físicas, economia, ciência do clima e pesquisa acadêmica.

Os autores são Dr. John Christy, Dra. Judith Curry, Dr. Steven Koonin, Dr. Ross McKitrick e Dr. Roy Spencer. O Departamento de Energia abriu um período de 30 dias para comentários sobre o relatório.

É a primeira vez que uma grande potência mundial, embora reconheça as mudanças climáticas, questiona a existência de uma crise, abrindo um debate público sobre o assunto.

Fonte: “El Debate”. 


domingo, 26 de fevereiro de 2023

Catástrofes ambientais que não interessam ao ambientalismo

Engenheiros acharam milhares de fissuras na hidroelétrica Coca Codo Sinclair causadas pela má qualidade do aço chinês
Engenheiros acharam milhares de fissuras na hidroelétrica Coca Codo Sinclair
causadas pela má qualidade do aço chinês
Luis Dufaur
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Há catástrofes que causam imensa difusão por causa dos danos ao meio ambiente. E isto é muito compreensível.

Mas, há outras não menores, até piores, em que o meio ambiente atingido não interessa à grande mídia. Em geral são catástrofes que envolvem algum grupo de poder socialista ou comunista. A China fornece sem cessar matérias para esta deturpação propagandística ecologista.

Senão vejamos.

A hidrelétrica Coca Codo Sinclair foi construída pela China perto de um vulcão em atividade. Trouxe grande popularidade ao ditador chavista Rafael Correa, significou uma forte entrada do comunismo de Pequim no país andino e paliou a crise energética, ao menos passageiramente.

Foi o maior projeto de infraestrutura já realizado no Equador, um colosso de concreto financiado com dinheiro chinês e é tão importante para Pequim que o líder da China, Xi Jinping, falou na inauguração em 2016, constatou “La Nación”.

Hoje, milhares de rachaduras aparecem na hidrelétrica de US$ 2,7 bilhões, disseram engenheiros do governo. Ao mesmo tempo, as encostas montanhosas do rio Coca estão sendo erodidas pelo caudaloso rio, cortando uma estrada e ficando ameaçada a integridade da barragem.

As falhas de planificação e execução alimentam a preocupação de que a maior fonte de energia do Equador possa vir abaixo.

“Podemos perder tudo”, disse Fabricio Yépez, engenheiro da Universidade de San Francisco, em Quito, que acompanha de perto os problemas do projeto. “Não sabemos se pode ser amanhã ou daqui a seis meses.”

É um dos muitos projetos financiados pela China em todo o mundo atormentados por falhas de construção, mostrou densa reportagem do “Wall Street Journal”.

Ui!! Se isto acontecesse no Brasil teriamos o coro ambientalista-comunistoide, clamando desaforadamente!

Durante a última década, a China distribuiu um trilhão de dólares em empréstimos internacionais como parte da iniciativa Rota da Seda, destinada a desenvolver o comércio expandindo a ânsia de hegemonia da China na Ásia, África e América Latina.

Esses empréstimos fizeram de Pequim o governo mais credor para o mundo em desenvolvimento, com empréstimos quase equivalentes aos de todos os outros governos juntos, de acordo com o Banco Mundial.

Erosão do rio Coca pela má planificação chinesa da barragem Coca Codo Sinclair
Erosão do rio Coca pela má planificação chinesa da barragem Coca Codo Sinclair
No entanto, as práticas de empréstimos da China foram criticadas por líderes estrangeiros, economistas e outros, que dizem que o programa contribuiu para crises de dívida em lugares como Sri Lanka e Zâmbia, e muitos países que têm dificuldades para pagar os empréstimos.

Alguns projetos também resultaram incompatíveis com as necessidades de infraestrutura de um país ou prejudiciais ao meio ambiente.

A construção de baixa qualidade pode prejudicar a infraestrutura principal e sobrecarregar as nações com ainda mais custos nos próximos anos, em lugar de remediar os problemas.

“Estamos sofrendo hoje por causa da má qualidade de equipamentos e peças” em projetos construídos na China, disse René Ortiz, ex-ministro de Energia do Equador e ex-secretário-geral da Organização dos Países Exportadores de Petróleo.

A Embaixada da China no Equador não respondeu aos pedidos de comentários sobre o projeto hidrelétrico.

O dinheiro chinês foi usado para construir de tudo, desde um porto no Paquistão até estradas na Etiópia e uma linha de transmissão no Brasil.

As empresas de construção chinesas se apoiam em combinações ideológicas com autoridades locais prometendo pacotes de financiamento de bancos e seguradoras chineses, por vezes irrigando com dinheiro bolsos particulares.

Seria o caso de investigar um pouco mais como a China está entrando dessa maneira no nosso país. Ui!!

Na África, mais de 60% da receita dos principais contratos em 2019 foram para empresas chinesas, de acordo com um artigo de 2021 da Iniciativa de Pesquisa China-África da Universidade Johns Hopkins.

Em pouco tempo, vieram à tona graves falhas em alguns dos projetos.

O Paquistão fechou a hidrelétrica Neelum-Jhelum feita por chineses por perigo de desabamento detectado
O Paquistão fechou a hidrelétrica Neelum-Jhelum feita por chineses
por perigo de desabamento detectado
As autoridades do Paquistão fecharam a usina hidrelétrica Neelum-Jhelum em 2022 depois de detectar rachaduras em um túnel que transporta água por uma montanha para acionar uma turbina.

O chefe do regulador de eletricidade do país, Tauseef Farooqui, disse ao Senado do Paquistão que estava preocupado com o colapso do túnel apenas quatro anos depois que a usina de 969 megawatts entrou em operação.

O fechamento da usina já custou ao Paquistão cerca de US$ 44 milhões por mês em custos de energia, de acordo com o órgão regulador.

A empresa de geração de energia de Uganda identificou mais de 500 defeitos de construção em uma usina hidrelétrica de 183 megawatts construída pela China no rio Nilo, que gerou quebras frequentes desde que entrou em operação em 2019.

O Projeto de Energia Hidrelétrica Karuma de 600 megawatts no Nilo, também na Uganda, está três anos atrasada por defeitos de construção, incluindo paredes rachadas.

A empreiteira chinesa Sinohydro Corp., instalou cabos, interruptores e um sistema de extinção de incêndio defeituosos.

A China International Water & Electric Corp., que liderou construção da Usina Hidrelétrica de Isimba, falhou em construir uma barreira flutuante para proteger a represa de ervas daninhas e outros detritos, o que levou a turbinas entupidas e falta de energia, de acordo com a Uganda Electricity Generation Co., ou UEGC.

Em Angola, 10 anos depois que os primeiros inquilinos se mudaram para o Kilamba Kiaxi, um vasto projeto de habitação social fora da capital Luanda, muitos reclamam de paredes rachadas, tetos mofados e construção precária.

O projeto foi construído pelo CITIC Group da China.

“O nosso prédio tem muitas fissuras”, disse Aida Francisco, que vive num apartamento de quatro quartos no Kilamba com o marido e três filhos.

Uganda identificou defeitos graves na hidrelétrica Isimba (na foto em construção)
Uganda identificou defeitos graves na hidrelétrica Isimba (na foto em construção)
A umidade se acumula nas paredes do apartamento, causando mofo enquanto muitos materiais de construção, incluindo portas e grades, são de baixa qualidade.

Nos últimos anos muitos edifícios, incluindo o dela, caíram em desuso.

“Esses prédios não vão durar muito”, disse dona Francisco. “Eles estão desmoronando pouco a pouco.”

Na pobre província de Jujuy, no norte da Argentina, a PowerChina construiu o parque solar Cauchari, o maior projeto do gênero na América do Sul. A mais de 13.000 pés acima do nível do mar, é capaz de abastecer cerca de 160.000 residências, de acordo com o governo argentino.

No Brasil, a State Grid da China construiu uma das linhas de transmissão mais longas do mundo, conectando a barragem de Belo Monte, no Nordeste, a cidades do sul, a cerca de 1.550 milhas de distância.

No Equador parlamentares, ex-ministros e ativistas anticorrupção dizem que os empréstimos carecem de transparência, os contratos foram concedidos sem licitações públicas, resultando em construção de má qualidade, altos custos e corrupção.

Funcionários do governo atual e economistas equatorianos disseram que alguns projetos fazem pouco sentido, incluindo a expropriação de milhares de acres de terras agrícolas em um vale andino para construir uma nova metrópole chamada Yachay City, que deveria transformar o Equador em uma potência tecnológica regional.

O Export-Import Bank of China forneceu um empréstimo de US$ 200 milhões para as primeiras obras de infraestrutura. Hoje, o projeto foi abandonado, com um supercomputador de $ 6,3 milhões inutilizado, mas que deveria ser usado por pesquisadores sentados ao ar livre.

Em 2019, a controladoria-geral revisou a construção de 200 escolas feitas pelos chineses, relatando que alguns dos prédios apresentavam problemas nas fundações e outros tinham salas de aula com piso inclinado e cabos expostos. Cinquenta e sete das escolas foram concluídas com atraso, disse o escritório do controlador geral.

“Correa gastou em muitos projetos que não eram adequados”, disse Vicente Albornoz, economista da Universidade de Las Américas em Quito. “E a China estava financiando os gastos de Correa [nos projetos].”

O ex-presidente esquerdista Correa disse que o dinheiro impulsionou o desenvolvimento com novas rodovias, hospitais e escolas, mas foi condenado em 2020 por corrupção e está exilado na Bélgica.

A família Carranza salvou tudo o que pode temendo o desabamento da usina chinesa
A família Carranza salvou tudo o que pode temendo o desabamento da usina chinesa
Desde a inauguração da hidroelétrica Coca Codo Sinclair em 2016, funcionários da concessionária estadual de eletricidade encontraram mais de 17.000 rachaduras nas oito turbinas da usina. Eles atribuem as fissuras ao aço defeituoso importado da China.

Em 2020, as encostas do rio Coca começaram a desmoronar sacudindo o solo como um terremoto. A erosão destruiu a maior cachoeira do Equador, uma estrada importante e um oleoduto.

O Pink House, um bordel em San Luis que os moradores dizem ser popular entre os trabalhadores chineses e equatorianos, caiu no rio.

Temendo pela segurança de sua família, a Sra. Carranza fugiu de San Luis em março, salvando tudo o que pôde de sua casa, tirando janelas, portas e até mesmo o telhado.

O governo precisará realocar uma parte importante da usina o que custaria milhões de dólares, antes que a estrutura seja destruída pela erosão.

Nancy Chicaiza, moradora de San Luis, tem poucas esperanças de sobrevivência de sua cidade, e acha que a erosão acabará por destruir toda San Luis. “A Coca Codo foi considerada muito boa. Ninguém pensou nessas consequências”, disse Chicaiza

Essa família e muitas outras pobres, também são parte do meio ambiente e o vem modelando há séculos. Mas a desgraça destes pobres em nada interessa ao ecologismo verde por fora e vermelho por dentro!!!


domingo, 26 de setembro de 2021

Ex-líder ambientalista revela método de fakes alarmistas

Moore tentou sintetizar as principais fakes da mídia e acabou fazendo um livro
Moore tentou sintetizar as principais fakes ecologistas
e acabou fazendo um livro
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Continuação do post anterior: Pânico ambientalista engana com fantasmas



Patrick Moore, cofundador da Greenpeace, a abandonou por causa da infiltração marxista .

Ele ficou também muito chocado pelo fato de que as catástrofes e perigos alegados pelo ambientalismo – o comunista disfarçado – são invisíveis ou muito remotas a ponto de serem virtualmente inverificáveis pelo público.

Ele se propôs fazer uma listagem dos principais temores inverificáveis.

Quando Moore reuniu o material probatório se encontrou diante de uma tal massa de enganações que teve que fazer um livro.

“3.000.000 de vulcões submarinos fazem algo não observado”


Mais terror verbal. Patrick Moore reproduz o subtítulo acima diretamente do Science Daily de 15 de fevereiro de 2015.

Ela ecoaria “um novo estudo” do Earth Institute da Universidade de Columbia, que fala de milhões de vulcões submarinos lançando milhões de toneladas de CO2 no oceano.

domingo, 1 de agosto de 2021

Alarmismos e fake-news na onda de frio

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A recente onda de frio polar pode ser comparada a outras deste século que apenas está começando (21 invernos até 2021).

A massa polar queda trouxe frios pouco frequentes, mas não novos neste breve início de século, com as habituais geadas e alguma neve comemorada até com alegria e festa em cidades do Sul brasileiro e lamentada pelos agricultores nas mesmas regiões.

O vento trouxe sensações térmicas congelantes e, nas áreas mais altas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, valores negativos danosos para a agricultura e os desprevenidos.

Mas na média geral não superou frios muito intensos e os recordes de neve dos anos 2000, 2007, 2009, 2011 e 2013.

Foi a terceira massa polar de grande intensidade em apenas um mês no Brasil, com impacto nas culturas como milho, cana de açúcar, café, e o setor hortifrutigranjeiro.

Cada onda de frio, observou Metsul, tem as suas próprias “impressões digitais” e nenhum evento extremo de frio é idêntico ao outro: em um há recordes em grande número de locais, e em outros em apenas algumas regiões.

domingo, 24 de janeiro de 2021

Crescem ilhas que o mar deveria ter engolido

A ilha de Jeh está crescendo. Limites de 1943 em vermelho. Fonte (USDA)
A ilha de Jeh está crescendo. Limites de 1943 em vermelho. Fonte. USDA
Luis Dufaur
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Certas ilhas de baixo nível de altura são os territórios mais vulneráveis ao crescimento do nível do mar. 

Se o mar em volta delas está subindo, como trombeteia o alarmismo ecológico, elas estariam condenadas a desaparecer, se é que já não sumiram do mapa.

Mas, para surpresa do alarmismo e para alegria de todas as pessoas de bem, muitas ilhas da Terra que atendem aos requisitos fatais da propaganda verde, no entanto, nos últimos 100 anos experimentaram um notável crescimento.

Crescimento que é inexplicável segundo os boatos, mas que está sendo estudado e explicado pelos cientistas.

De extremo mal gosto, aliás, foi induzir injustificado apavoramento nos ilhéus de Tuvalu, Kiribati e da Micronésia. Cfr.: Ilhas do Pacífico crescem em altura e extensão e desmentem alarmismo climático

domingo, 1 de novembro de 2020

Cada dia aparece uma nova espécie na Amazônia

Drosera amazonica, encontrada em 2009
Drosera amazonica, encontrada em 2009
Luis Dufaur
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Há já uma década escrevíamos nestee blog que a organização ambientalista internacional WWF (World Wildlife Fund for Nature) elaborou extensa compilação das mais de 1.200 novas espécies de animais e vegetais descobertas na Amazônia nos mais recentes dez anos.

A divulgação do relatório foi noticiada pela BBC Brasil.

Segundo o estudo intitulado “Amazon Alive!”, entre 1999 e 2009, uma nova espécie foi achada a cada três dias na região.

Os números comprovam que a Amazônia é um dos lugares de maior biodiversidade da Terra: foram catalogados não período 637 novas plantas, 257 peixes, 216 anfíbios, 55 répteis, 39 mamíferos e 16 pássaros.

“O volume de descobertas de novas espécies é incrível – e isso sem incluir o grupo dos insetos, onde as descobertas também são muitas”, disse a coordenadora da WWF no Brasil, Sarah Hutchison.

domingo, 26 de julho de 2020

Derretimento do Ártico: ignorância ou fraude ambientalista?

Washington Post 2-11-1922

Luis Dufaur
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A toda hora, a mídia sensacionalista e ativistas do apocalipse ecológico espalham descabidas focalizações e conclusões a respeito do derretimento do Ártico.

A tendência é bem conhecida e preconcebida: bloquear o progresso e reduzir a civilização ocidental, com o argumento de que eles levam o planeta a um colapso fatal.

Para esses propagandistas, seria bem interessante lerem a seguinte notícia sobre o derretimento do Ártico veiculada pelo “Washington Post” em 2 de novembro de 1922. Há quase um século!!!

Ela reproduz um despacho da Associated Press. Matéria semelhante porém bem mais extensa fora publicada pela Monthly Weather Review de 10 de outubro daquele remoto ano.

As matérias patenteiam que o degelo do Ártico não é novidade, e confortam a posição científica de estarmos diante de ciclos de oscilação térmica ainda insuficientemente conhecidos.

Portanto, nada de catastrofismo nem de fim do mundo como quer fazer certa ideologia ecologista, empenhada, como o transato comunismo, em arrefecer e afogar a cultura ocidental.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Fukushima: o pânico verde causou 1.600 mortes,
a radiação nenhuma

A imprudente mudança de doentes de hospitais causou muitas mortes.
A imprudente mudança de doentes de hospitais causou muitas mortes.
Luis Dufaur





O pânico gerado por informações alarmistas durante o acidente nuclear em Fukushima em 2011, no Japão, foi talvez o maior causador de vítimas mortais das últimas décadas, noticiou a “Folha de S.Paulo”.

Um dos maiores tsunamis da História devastou as costas japonesas voltadas para o Levante, atingindo em 11 de março uma velha usina atômica de tecnologia há décadas superada, mas ainda em funcionamento: Fukushima.

A usina nuclear sofreu uma avaria no seu sistema de refrigeração e temeu-se uma explosão de grandes proporções, que felizmente não se concretizou.

O temor causado pela ocorrência, entrementes, foi explorado aberta ou sorrateiramente pela propaganda verde pela multiplicação dos danos humanos reais.

domingo, 28 de setembro de 2014

NASA informa: o sol quase “torrou” a civilização da informação

Representação artística da força de uma erupção solar. A Terra (ponto azul embaixo) aparece muito mais perto do sol para ilustração.
Representação artística da força de uma erupção solar.
A Terra (ponto azul embaixo) aparece muito mais perto do sol para ilustração.
Luis Dufaur


Um fato pôs em relevo, mais uma vez, o absurdo do homem pretender que com sua civilização, determina os equilíbrios cósmicos ou planetários, como sustentam nossos alegres “verdes” radicais.

No mês de abril, cientistas dos mais renomados e altos responsáveis do governo americano se deslocaram até Boulder, no Colorado, a fim de participar do NOAA's Space Weather Workshop, reunião anual para discutir os perigos e as probabilidades das tempestades solares, informou a NASA.

Essas tempestades têm sua origem em fabulosas explosões na superfície solar. Elas são rotineiras, existem desde sempre, e atingem regularmente a Terra com diversos efeitos eletromagnéticos de intensidades mutáveis.

O atual ciclo solar está sendo mais fraco do que de costume, e isso até contribui para o resfriamento global.

domingo, 30 de março de 2014

A “abóbada do fim do mundo” oculta no Ártico:
sinal da incerteza mundial

Entrada da 'Abóboda do Fim Mundo'. Pânico ambiental ajudou
Luis Dufaur
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Temendo que o mundo sofra um cataclismo inimaginável, o governo da Noruega e um conglomerado de empresas e fundações de expressão internacional criaram no gelo do Ártico o maior depósito de sementes do mundo, escreveu o quotidiano de Madri “ABC”.

Chama-se Câmara Global de Sementes e fica no arquipélago norueguês de Svalbard, no Círculo Polar Ártico, oculta a 120 metros de profundidade.

Mais conhecida como “Abóbada do Fim do Mundo”, ela consiste num imenso bunker blindado, capaz de resistir a terremotos, explosões nucleares, erupções vulcânicas e outros desastres.

Até o pânico induzido pelo ambientalismo exagerado pesou na construção desse formidável reduto.

Ele encerra 800.000 amostras de mais de 4.000 espécies de sementes de 231 países, que poderiam ser utilizadas após um hipotético apocalipse global.

O prédio é protegido por portas herméticas e detectores de movimento. Está dividido em três grandes depósitos onde as sementes estão classificadas em caixas de alumínio a -18º C para garantir sua conservação durante séculos.

Devido ao frio do Ártico, ainda que o sistema elétrico falhasse, as sementes continuariam congeladas.

A ideia é de que possa servir de garantia para a humanidade caso a vegetação da Terra for extinta por uma catástrofe de origem humana como uma guerra mundial, ou por causas naturais como imprevisíveis epidemias agrícolas devastadoras.

É difícil imaginar a utilidade desse depósito caso aconteça uma catástrofe que destrua toda a vegetação do planeta, pois tal destruição seria tão grande que extinguiria a própria humanidade e ninguém aproveitaria as sementes.

Esquema geral da Abóboda do Fim do Mundo
Porém, em qualquer hipótese, a ideia da “Abóboda do Fim do Fundo” é reveladora dos medos – artificiais ou reais, subjetivos ou objetivos – que perpassam uma humanidade que deixou de confiar em Deus.

Deus governa a Criação com sua Providência supremamente sábia e amorosa, visando sempre o maior bem das almas, dos corpos e da Civilização Cristã.

Quando Ele não é levado em consideração, todos os estapafúrdios parecem possíveis e/ou iminentes. E até há lógica nisso.


domingo, 24 de março de 2013

Tecnologias verdes “amigáveis” que pegam fogo no carro e envenenam o lar

Bombeiros da Alemanha também deram sinal de alerta. Na foto, Peugeot 307.

Se o leitor for um entusiasta da tese do aquecimento global de origem humana, então deve comemorar o momento em que o ar condicionado de seu carro alemão novo pega fogo inesperadamente.

Pois estará assim colaborando com um humilde tributo à luta extrema contra o CO2 – este gás benéfico que o ambientalismo radical qualificou de demônio planetário.

E, se acontecer uma intoxicação coletiva de sua família porque uma pequena lâmpada fluorescente estourou, esse leitor deveria agradecer aos inigualados profetas do apocalipse verde.

domingo, 4 de novembro de 2012

Silêncios que falam, berram e denunciam mitos anticientíficos ou socialistas

Sobre tudo, não falemos do "assunto" que queima!

Há silêncios que falam. Desta vez houve um que berrou.

Foi constatado nos três debates entre os candidatos à presidência dos EUA, e no único acontecido entre os pretendentes a vice-presidente.

Candidato algum teve ânimo para falar em “mudanças climáticas”, “aquecimento global” ou conexos.

É a primeira vez que se dá essa omissão, desde que o “aquecimento global” entrou nos debates em 1988. Há quase um quarto de século!

Os ativistas do aquecimentismo se julgaram desconsiderados ou até humilhados. Mas engoliram com farofa.

domingo, 14 de outubro de 2012

Cineasta recusa oferta de Al Gore por temor de fraude mal-intencionada

Terror de catástrofes: instrumento
para impor a "religião" ditatorial ambientalista
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O senador Al Gore, destacado líder do alarmismo climático, tentou comprar da empresa Alice Springs direitos de publicação de um filme do cineasta Chris Tangey sobre tornados de fogo (ver vídeo abaixo) no Monte Conner, Austrália, para usar em suas apresentações.

Tangey respondeu ao senador alarmista que usar sua filmagem num contexto de “mudança climática” seria um ato “deliberadamente enganoso”, recusando assim o dinheiro oferecido, informou o jornal “The Australian”.

As manipulações de dados naturais de alto impacto para justificar teorias catastrofistas viraram marca de fábrica das apresentações de Al Gore.

Sua mais famosa produção, “Uma verdade inconveniente”, acabou sendo condenada pela justiça inglesa e proibida de ser recomendada em escolas após se constatarem mais de 35 graves erros que poderiam danificar a formação dos escolares.
“Há uma decisão da Corte Suprema da Inglaterra e Gales, número 2007/EWHC 2288 Adm. CO/3615/2007 - Caso Stuart Dimmock versus Ministério da Educação - que proibiu a exibição do filme nas escolas, até corrigirem 11 erros graves nele existentes. Na realidade, há 35 erros”, explicou o Prof. José Carlos Almeida de Azevedo, ex-reitor da Universidade Nacional de Brasília - Unb, e que deixou grande reputação de cientista e professor universitário. VEJA A ENTREVISTA

O tornado de fogo é um fenômeno natural que acontece em circunstâncias muito especiais como, por exemplo, durante grandes incêndios florestais.

Chris Tangey registrou imagens impressionantes de um desses tornados no Monte Conner, Austrália.

Ele pode também acontecer em decorrência da ação do homem, como durante bombardeios de cidades nas guerras ou incêndios em fábricas.

Chris Tangey: usar a filmagem
num contexto de “mudança climática”
seria ato “deliberadamente enganoso”
“Eu percebo que o senhor poderia não informar sobre o caráter muito localizado do tornado de fogo” – escreveu Tangey em e-mail ao senador apóstolo do catastrofismo.

“Em qualquer caso, eu fico me perguntando por que é que o senhor pede comprar uma licença do filme quando não fez o mais mínimo estudo que possa apontar alguma relação deste fenômeno com o aquecimento global ou com a mudança climática”.

A respeitabilidade do aquecimentismo está cada vez mais baixa. A ponto de o cineasta ter recusado uma oferta por certo interessante.

Para essa queda de respeitabilidade do aquecimentismo contribuíram possantemente comprovadas fraudes e manipulações.

Mas a “religião” verde se move segundo um estranho fanatismo interno. E prossegue em seus esforços para levar o mundo ao miserabilismo, ainda que tendo de passar por situações desencorajadoras e vergonhosas como esta de Al Gore.


quarta-feira, 13 de junho de 2012

Objetividade dos fatos é início de conversa (menos para o ambientalismo extremista)

Recebemos de sao53823 da Paz no Campo valiosas informações relativas a nosso post "Mapeados imensos aquíferos de água doce no Saara e em toda África".

Considerando a relevância da matéria, reproduzimos a informção assim como chegou até nós com os respectivos mapas da British Geology Society.

Reproduzimos no Sem Medo da  Verdade a  noticia sobre os Aquiferos da Africa. Veja a repercussão que recebemos:

Senhores,

para uma informação mais precisa, anexo tres mapas da África com informações bastante precisas dos diferentes aquíferos lá existentes.


Apesar de defensor de medidas que visam preservar o meio ambiente como evitar metais (isolados de seus minérios) pois esses realmente desequilibram o meio ambiente, sou totalmente contra os extremismos dos falsos ambientalistas que pregam o que não fazem.