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domingo, 16 de setembro de 2018

Cercear as liberdades para “salvar o clima”?
O totalitarismo verde confessa

François-Marie Bréon: “Não voltaremos a temperaturas normais,
se a população humana não é reduzida à décima parte
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Na ótica ambientalista, o que seria necessário para “salvar o planeta”? As respostas vão da banalidade demagógica ao disparate extremado.

François-Marie Bréon, diretor adjunto do laboratório de Ciências do Clima e do Meio Ambiente (LSCE) do Centre National de Recherches Scientifiques francês (CNRS), resumiu o essencial.

No entanto, “essencial” não quer dizer básico ou sensato, mas significa “medidas radicais” segundo o jornal “Libération” de Paris.

Sim, numa perspectiva ambientalista moderada, para “combater o aquecimento global” devem-se aplicar “medidas radicais” contra o homem, acusado de ser o responsável pela extinção da vida no planeta.

“Nós jamais poderemos voltar a temperaturas ditas normais, a menos que a população humana seja reduzida à décima parte”, dispara Bréon. Ele acrescenta que esse genocídio será o único meio para reduzir o efeito dos gases estufa.

Em consequência, teríamos “menos aviões, menos casas aquecidas, etc. Hoje seria necessário reduzir à quarta parte nossas emissões, para estabilizar o clima dentro de um aquecimento limitado a 2° C” [N.R.: como recomenda o acordo de Paris, assinado em 2015 na COP 21], prossegue.

Bréon reconhece que os signatários do Acordo de Paris não estão cumprindo as promessas e metas que se fixaram. Nem mesmo a França, anfitriã do Acordo e que se ufana de ser sua zelosa aplicadora, na prática no ano passado [2017] aumentou 2 % suas emissões, o contrário do que deveria reduzir.

A vida nômade primitiva numa terra mal explorada está mais perto da utopia ecologista.
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Segundo o especialista pregador da religião verde-niilista, é necessário ferir a civilização moderna em pontos chaves, simbólicos, mas muito sensíveis:

“É preciso desencorajar as pessoas que querem andar de avião ou de carro. Sabemos que a diminuição da velocidade nas estradas poderá diminuir os gases estufas.

“Será também necessário aumentar o preço do gás, da gasolina, triplicar o valor das passagens de avião, melhorar o isolamento dos prédios existentes.

“Mas todas essas medidas não serão boas para a economia e seriam claramente impopulares.

A luta contra a mudança climática é incompatível com o turismo internacional e com numerosos setores econômicos.

As medidas que será preciso adotar dificilmente vão ser aceitas”.

Com total despudor, explica: “Podemos dizer que a luta contra a mudança climática é contrária às liberdades individuais e, portanto, sem dúvida alguma, à democracia”.

“O ar condicionado, sobretudo, utiliza muita energia e emite gases estufa. Na França, seu uso não causa grande problema ecológico, porque a produção de nossa eletricidade não emite CO2 ou muito pouco [N.R.: provém em máxima parte de centrais nucleares].

Decrescimento e miserabilização: verdadeiros objetivos da ofensiva verde
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“O problema provém das energias fósseis, como na Alemanha, onde a eletricidade é produzida majoritariamente por centrais movidas a carvão ou gás.

“As centrais consideradas ‘seguras’ pela Autorité de Sûreté Nucléaire (ASN) não devem ser fechadas.

“A luta contra a mudança climática na Franca deve concentrar-se nos transportes e no aquecimento dos lares, os grandes emissores de CO2, não na eletricidade”.

O cientista, apesar de seu extremismo, reconhece que a atual tentativa de aproveitar a energia solar com painéis geradores de energia alternativa “é dinheiro jogado pela janela”.

Segundo ele, os painéis fotovoltaicos fornecem pouca eletricidade no inverno, quando o consumo atinge o máximo, e produz muito no verão, quando o consumo é mínimo.

Mas o ataque para reduzir drasticamente o número dos seres humanos e seus atuais níveis de consumo deve acontecer custe o que custar.

Bréon não manifesta religião definida nem mesmo muito pobremente, pois senão poderia aduzir a encíclica verde do Papa Francisco ‘Laudato si’.


8 comentários:

  1. A França desse idiota Bréon não só que vai ser reduzida totalmente pelos muçulmanos,mas vai sumir do mapa e vai virar um Califado Muçulmano! Faltam só mais uns 25 anos e, adeus França, adeus idiotas como esse panaca de Bréon!

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  2. É sério isso? Parece mentira de tão absurdo! E o pior é que este homem está intimamente ligado a assuntos climáticos importantes. Vai saber se ele não participa ativamente de algumas atitudes concretas para colocar em prática tais teorias.

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  3. Vim pelo canal do Rômulo maraschin

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  4. Não acredito em que eu acabei de ler, quer dizer que o ser humano precisa ser extinto em 90% para o clima melhorar? Isso quer dizer morte em massa. Sabia que algo estranho está para acontecer e está muito próximo isso.

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  5. O Cavaleiro do Cavalo Baio (amarelo-esverdeado: a cor do cadáver que se decompõe), traz consigo a morte, a privação do plano terrestre, sendo ele o último cavaleiro.

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  6. O que é que esse burraldo estar falando, não sabe e nem entende o que fala tudo que o Criador faz é perfeito.

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  7. Vocês viram o que está acontecendo na França? Ninguém mais quer fazer turismo la. As ruas estão tomadas de mendigos, as ruas fedem a urina, há lugares que é proibida a entrada de mulheres, os muçulmanos são maioria, a Torre Eiffel foi cercada por muros de vidro, os metrôs dao imundos, está numa calamidade so. Eles falam sobre isso?
    Aí vem esse ignorante falar tanta besteira.

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