
O site americano AccuWeather.com, popular pelas suas informações sobre o clima para a vida cotidiana, informou que durante o mês de julho, só nos EUA foram batidos 3.000 recordes de baixa temperatura.
O site ficou saturado de acessos e comentários: num só dia mais do que em dois meses!
Predominaram largamente os comentários manifestando descontentamento com a tendenciosa onda criada em torno do “aquecimento global” e da “mudança climática”.
AccuWeather.com, entretanto, não tem posição tomada nessa matéria. Ele apenas visou informar sobre o estado real do clima para as pessoas se orientarem nos seus afazeres quotidianos.
Mas, tal foi a catarata de mensagens de leitores, sobre tudo os que tinham lido o Drudge Report do dia, queixosos com os abusos da propaganda anti-civilizatória, que o site julgou oportuno esclarecer sua posição isenta no polêmico assunto.
O site também aponta para o cuidado que se deve tomar com os dados imediatos, sem se tirar conseqüências apressadas num sentido ou outro. Mudanças num breve período de tempo podem ser esporádicos ou contingentes e não indicar uma tendência em longo prazo.
O oportuno desmentido teve o mérito de patentear várias realidades:
1) O inconformismo da opinião pública com os abusos do catastrofismo sobre o pretenso “aquecimento global” ou “mudança climática” de origem humana,
2) É a natureza e não as elucubrações humanas, e menos ainda os famigerados “modelos de computador” que marcam o rumo do clima.
3) A marcha retilínea para uma catástrofe global climática não é confirmada pela natureza.
4) No momento, neste verão americano, a tendência do clima é de esfriar.
Aliás, em alguns outros países também há essa tendência, como mostram as insólitas nevadas no centro e no norte da Argentina.(foto ao lado)
A isenção de espírito de AccuWeather.com contrasta com o sensacionalismo publicitário e merece ser louvada. Sobre tudo, quando é silenciada pela grande imprensa, cada vez mais propensa a espalhar boatos ideológicos desanimadores e em abafar informações equilibradas.
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terça-feira, 28 de julho de 2009
Julho bate 3.000 recordes de frio e site especializado faz esclarecimento
quarta-feira, 22 de julho de 2009
INQUISIÇÃO: Você se atreve a desafiar o aquecimento global com um debate científico?
quarta-feira, 15 de julho de 2009
“Verdes” catastrofistas tentam silenciar especialista em fórum de Brasília

O pesquisador e ex-diretor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Eustáquio Reis, defendeu os benefícios do desmatamento num fórum sobre meio ambiente, realizado durante o 11° Festival Internacional de Cinema Ambiental (Fica).
Eustáquio Reis, no 11° Festival Internacional de Cinema Ambiental
Segundo a Agência Brasil, os ambientalistas presentes perderam as estribeiras. Reis, que é Doutor em economia, defendeu que o desmatamento “tem benefícios”.
“As estradas são vistas como demônios na Amazônia”, acrescentou. “Não é assim. (...) seria criminoso com os produtores e com o país negar oportunidades mais competitivas de transporte”.
A cólera dos “verdes” atingiu um ápice quando o especialista afirmou que o desmatamento quase total da Mata Atlântica em São Paulo “não trouxe nenhuma conseqüência mais drástica” para o estado ou para o país. “Pergunte aos italianos, aos japoneses, aos que vieram para o Brasil se eles se arrependeram de ter desmatado”, disse.
Reis apontou a existência de interesses internacionais obscuros nas campanhas para manter intocada a floresta da Amazônia com o subterfúgio de que assim se reduziriam as mudanças climáticas.
Ele também questionou o cenário apocalíptico que prevê a transformação da floresta em savana por causa do aquecimento do planeta.
“Essa idéia de savanização é até irônica, disse. Se tivermos garantia de savanização da Amazônia, então o melhor é aproveitá-la logo antes que se torne improdutiva”.
A platéia ambientalista ficou de tal maneira exaltada que o coordenador do fórum, professor Laerte Guimarães Ferreira, do Instituto de Estudos Socioambientais da Universidade Federal de Goiás, teve que intervir para impedir um entrechoque.
O ecologismo fanático não se baseia em raciocínios científicos. Quando alguém apresenta esses argumentos ou raciocina com bom senso, esses “verdes” apelam para o abafamento por meio do berreiro. No caso foi a viva voz, outras vezes é criando um estrépito midiático contra os defensores da racionalidade.
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quarta-feira, 1 de julho de 2009
Em Nova York, centenas de cientistas “realistas” acham absurdo o homem poder controlar o clima

“Al Gore esteve nos enganando esse tempo todo! Isto é achincalhante!”, exclamou o deputado americano Dana Rohrabacher, da Califórnia, diante dos depoimentos de perto de 400 cientistas “realistas” reunidos em Nova York.
Eles participaram da 3ª Conferência Internacional sobre a Mudança Climática visando responder com equilíbrio aos exageros do ecologismo catastrofista. Eles voltaram a se reunir no mês de junho em Washington D.C. Nesta ocasião publicaram uma refutação dos mitos climáticos num livro de 880 páginas: “Climate Change Reconsidered: The 2009 Report of the Nongovernmental International Panel on Climate Change (NIPCC)”. O relatório é uma resposta a agenda climática extremista do presidente Obama para a conferência de Copenhague, dezembro 2009.
Essas grandes assembléias não tiveram quase cobertura na mídia brasileira.
Elas foram promovidas pelo The Heartland Institute e outros “think tanks” e grupos “realistas” do Ocidente, Japão e Austrália.
Joseph L. Bast, presidente do Heartland Institute sublinhou: “se V. abre seu jornal, liga sua TV, provavelmente vai ver alarmismo catastrofista global e só isso”.
“Como é que você pode controlar o clima?”, perguntou argutamente o professor Bob Carter, da universidade australiana James Cook.
“Pretender que alguém possa controlar a natureza e regular os ritmos do clima, sobre tudo quando nem sequer nós somos capazes de predizê-lo corretamente, é algo patentemente absurdo”, disse Cook.
De fato, só um Deus Criador do Céu e da Terra é capaz de controlar o clima.
O catastrofismo ecologista reedita a historinha da criança impotente que pretende frear o mar construindo muralhas de areia. E, ainda depois choraminga porque não está conseguindo.
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