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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Mais de 200 sábios alemães pedem rever posição oficial sobre o “aquecimento global”

Há crescentes provas de que o CO2 antropogénico não exerce papel mensurável algum, escreveram mais de 60 proeminentes cientistas alemães em carta aberta à Chanceler da Alemanha Angela Merkel.

Eles dissentiram publicamente dos temores pelo “aquecimento global de origem humano”. Entre os signatários figuram vários membros do IPCC da ONU, informaram diversos sites da Internet.

Texto completo em PDF

Aderiram à carta mais de 200 outras personalidades alemãs ligadas ao mundo da ciência. Assinam em primeiro lugar o Dr. Holger Thuß, presidente do Europäisches Institut für Klima und Energie ‒ EIKE e o Prof. Dr. Friedrich-Karl Ewert.

No documento, os sábios germânicos urgem a primeira ministra a “rever firmemente” a posição oficial sobre o “aquecimento global”. Eles também pedem a “reunião de um painel imparcial”, ou seja, “livre de ideologia” para contra-restar o IPCC da ONU.

Os signatários trabalham em muitas disciplinas, como Física, Meteorologia, Química e Geologia. Eles sustentam que a atividade da humanidade “não tem efeito mensurável no aquecimento global por meio das emissões de CO2. Pelo contrário, a temperatura dos últimos anos oscila dentro de níveis normais e segundo ciclos naturais.”

Para os assinantes do manifesto, o IPCC da ONU tinha conhecimento dos dados científicos e não quis respeitá-los. O IPCC “ignorou completamente 160 anos de medições da temperatura e 150 anos de estudos para avaliar os níveis de CO2. O resultado é que o IPCC perdeu sua credibilidade científica”, escreveram.

“A atmosfera não aumenta de temperatura desde 1998 – mais de 10 anos ‒, e a temperatura global vem caindo significativamente desde 2003. (...) De acordo com o IPCC, supunha-se que o clima teria aquecido gradualmente, mas aconteceu exatamente o oposto”, acrescentaram.

Eles também deploraram que “a mídia alemã assumiu lamentavelmente uma posição destacada na recusa de publicar opiniões críticas do aquecimento global antropogénico”.

Para esses cientistas a crença no “aquecimento global” pede uma adesão não-científica, mas religiosa. “A crença numa mudança climática seja obra do homem tornou-se uma pseudo-religião”, concluíram.

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Um comentário:

  1. As pessoas, bem intencionadas, como as que querem defender o mundo de um aquecimento globlal, e as que querem produzir bens, estão sendo manipuladas pelos psicopatas e sociopatolobistas (2% da população) os quais costumam criar conflitos, jogar as pessoas decentes (98% da população) umas contra as outras simplesmente alimentando as rivalidades atávicas e fomentando o mais intenso vício humano, que é o de competir.
    O medo de que o mundo vai acabar pelo aquecimento Junto com outros, a falta de mobilidade urbana nas metrópoles brasileiras, tem sido os principais combustíveis da corrupção. http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2013/03/medo-e-imobilidade-urbana-alimentam.html
    Para facilitar a manipulação coletiva, os paradoxos cotidianos empilhando frustrações alimentam a raiva, e a insegurança as as tragédias anunciadas o medo, criando a "aldeia global" profetizada por Marshall McLuham ("Os meios de comunicação como extensões do homem" Cultrix, 1969; traduzido por Décio Pignatari de "Understanding Media: The Extensions of Man", New York, 1964, McGraw-Hill).
    Para anular as pessoas decentes, passaram a ser jogadas, umas contra as outras, e foram fomentados os conflitos, desde entre as gerações, entre as classes de um setor (ex: alunos x professores; empregado x patrão), até os mais diversos grupos de interesse.
    A maioria da população acredita em falsas crenças e acha "normal" a inversão de valores.
    Até a imprensa, apesar de composta por pessoas bem intencionadas, incentiva os paradoxos, a perplexidade, e as emoções que limitam; e não divulga informações que permitiriam que a população pensasse com clareza, especialmente com relação à saúde: Para que o corpo e o cérebro funcionem mal, dificultando ainda mais o raciocínio e facilitando a manipulação, a população tem sido envenenada.
    Até literatura está dominada pelo medo: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=livros-falam-cada-vez-menos-emocoes&id=8682&nl=sit
    Os editores são membros da geração que cresceu sob a influência da acultura da superficialidade, e acreditam que viver cercados de paradoxos e com medo é "normal".
    As emoções intensas, como a raiva e o empilhamento de frustrações, obliteram a capacidade de pensar: http://www.padilla.adv.br/processo/pensamento

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