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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Fraudes com dados climáticos russos alimentaram tese do “aquecimento global”

Relatórios da Rússia confirmam que os cientistas envolvidos no escândalo do Climagate estavam trabalhando com dados sabidamente distorcidos relativos ao clima russo, escreveu “The Telegraph” de Londres.


Tiksi, estação russa para o clima


O Instituto de Análises Economicas de Moscou (IEA)  publicou um relatório mostrando que o Hadley Center for Climate Change (HadCRUT) sedeado no quartel geral do British Meteorological Office de Exeter (Inglaterra) provavelmente adulterou os dados sobre o clima global com dados errôneos do clima russo.

Para o IEA os dados das estações russas não sustentam a teoria do aquecimento global antropogênico.

O Hadley Center teria usado dados de só 25% das estações metrológicas russas. Mais de 40% do território russo foi excluído do cálculo da temperatura global.

Para os analistas do IEA, os climatologistas britânicos se limitaram aos dados colhidos em estações nas grandes cidades que são influenciadas pelo aquecimento urbano, e não usaram os dados corretos gerados pelas estações remotas.


A escala do “aquecimento global” teria sido deformada para o exagero porque a Rússia representa o 12,5% da superfície da terra, incluindo grandes extensões das mais frias do planeta.

As cifras apresentadas na COP15 de Copenhague baseavam-se nesses cálculos distorcidos do HadCRUT.

Presidente Lula na COP-15, Copenhague. Foto Ricardo Stuckert - PR


Em poucas palavras, os critérios usados pelo IPCC para informar os governos do mundo, no seu todo constituem uma panela furada, segundo o IEA. Nesse caso, estaríamos diante de um sistema de deturpações em série diz Richard North, do The Bruges Goup.

Segundo Steve McIntyre de Climate Audit, o CRU – o Centro no foco do Climagate – jogou inescrupulosamente com os dados da Sibéria. Como prova ele aduz um email do diretor do CRU Prof. Phil Jones ‒ resignatário enquanto avançam as investigações ‒ a Michael Mann, da Penn State University que também está sendo investigado.

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domingo, 17 de janeiro de 2010

Favorecer o senso de adaptação do homem: uma resposta às mudanças climáticas


O que está se abatendo sobre a Europa não é uma simples onda de frio, mas uma seqüência de correntes de ar polar, explicou Christophe Cassou, do Centro Europeu de Pesquisa e Formação Avançadas em Cálculo Científico (Cerfacs, sigla em francês). Além da Europa, os EUA e a Ásia estão sendo atingidas.

A abundância do noticiário e das imagens na grande e pequena mídia é largamente eloqüente.

Muitos aspectos são históricos a como neve em Sevilha (sul da Espanha) onde só os anciãos lembravam ter visto, ou os frios recordes de México e Cuba que influenciaram até a Colômbia.


Ainda que intensos, prolongados e generalizados no Hemisfério Norte, do ponto de vista científico esses frios não trazem um desmentido ou, ainda menos como tentam alguns, uma confirmação do cada vez mais inacreditável “aquecimento global”.

O “aquecimento global” ‒ se existe ‒ não depende de algumas nevascas ou ondas de calor.

A temperatura global do planeta é uma resultante de inúmeros dados da superfície considerados numa perspectiva de tempo importante.

É cada vez mais evidente que a polêmica sobre o “aquecimento global” é de tipo político, ideológico e propagandístico.


No nível da propaganda, as ondas de frio inviabilizam boatos e exageros “aquecimentistas”.

Centenas de vôos diários suspensos em grandes aeroportos; trens impedidos de partir ou continuar viagem; corriqueiros acidentes de carros aos milhares pelo verglas; aulas, encontros, negócios e atividades normais adiadas em virtude do gelo. Este é o grande tema do dia para centenas de milhões de europeus e americanos.

Nesse ambiente, falar do “aquecimento global” é contraproducente.

Até a maioria dos leitores franceses deixou de acreditar nele, segundo enquete do diário parisiense “Le Figaro”.


Sob este prisma, as ondas de frio desceram como uma lápide mortuária sobre os despojos da reunião de Copenhague.

A alegria das crianças brincando na neve, como as da foto embaixo num parque central de Berlim, trazem uma nota positiva que estimula a desejar e trabalhar por um mundo melhor.

Elas revelam a enorme capacidade de adaptação do ser humano às adversidades.


Um simples trenózinho, uma suave declínio do gramado, frio e neve: e eis que as crianças são felizes.

E não só elas, mas também os pais que puxam os trenós uma e outra vez para o alto do declive do jardim para fazer a felicidade dos filhos.

Por vezes, descem eles também no trenózinho com as crianças ou rolam pela neve com elas!

Face às dificuldades climáticas a solução não passa por “pobres” apontando com o dedo aos “ricos”; lutas de classe planetárias, reivindicações multi-bilionárias; manipulações esdrúxulas de números e estatísticas para provar fenômenos inexistentes com o pretexto de “salvar o planeta”.

A solução passa por essa maravilhosa capacidade que Deus pôs nas almas. Por ela, nas condições naturais as mais diversas, de modo instintivo e aplicando sua inteligência o homem desenvolve culturas especiais e faz das adversidades uma fonte de satisfação.

Uma planificação planetária do clima como se o homem ou essa planificação tivessem o poder de um Deus?

Um órgão de comando planetário sobre o clima como uma super-URSS climática?

Isso nada consertará.

Mas, pelo contrário, acabará abafando qualidades admiráveis que germinam no mais fundo das psicologias dos povos desde a primeira infância.

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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Entrevista do Prof. Luiz Carlos Molion no Canal Livre, da Band

Canal Livre (Band), 11 de janeiro de 2010

Já tivemos oportunidade de reproduzir entrevistas do professor Luiz Carlos Baldicero Molion. Para nossos leitores ele dispensa apresentação. Formado em Física pela USP, com doutorado em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin (EUA) e pós-doutorado na Inglaterra é a mais autorizada voz brasileira em climatologia.

Ex-diretor e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Prof. Molion leciona atualmente na Universidade Federal de Alagoas (UFAL), em Maceió, onde também dirige o Instituto de Ciências Atmosféricas (ICAT).

Ele vem esclarecendo a opinião pública nacional sobre o que está em jogo na atual polêmica a propósito do “aquecimento global” e “mudança climática”.

Em mais uma entrevista ao Canal Livre da Band, o professor voltou a defender com clareza e segurança a verdade face aos mitos do alarmismo climático que reproduzimos em atenção ao interesse que suscitam sempre suas declarações numa página especial.


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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Geólogo da UnB desmitifica boatos “aquecimentistas”


O Dr. Gustavo M. Baptista, professor adjunto da UnB (Universidade de Brasília), geólogo, é autor do livro “Aquecimento Global: Ciência ou Religião?”.

Ele vem de escrever o artigo “O planeta está realmente esquentando?” para a “Folha de S.Paulo” contendo oportunos esclarecimentos

O Dr. Baptista observa que em Copenhague “ironicamente, foram necessários muitos agasalhos, pois o frio de um inverno rigoroso já se anunciava.”

O geólogo prova que a tese defendida pelo IPCC de que o aquecimento é provocado pelo homem, baseia-se em três grandes pilares. E demonstra os pontos falhos de cada um.

Falhas nos cálculos da temperatura global

1º) “As séries históricas dos desvios de temperatura global, nas quais se baseia o IPCC, mostram que, nos últimos cem anos, a temperatura média do planeta aumentou 0,6, mas, ao analisarmos os dados, notamos que esse crescimento não foi constante nem linear”.


“Além disso, e mais curioso ainda, não há relação de proporcionalidade com o aumento de CO2, ou seja, não é possível, com base nessas séries históricas, afirmar que a temperatura aumentou em decorrência do aumento das emissões de dióxido de carbono”.

“Outra observação inquietante mostra que, entre 1943 e 1966, período em que o processo de urbanização se consolidava no mundo, ocorreu redução de 0,18 na temperatura global.”

“A partir de 2005, os dados de temperatura média global baseada em dados de satélites divulgados pela Universidade do Alabama Huntsville (UAH) mostram uma tendência de resfriamento global. Contrariando as previsões dos ambientalistas, o planeta viveu entre 2007 e 2009, no Hemisfério Norte, invernos bastante rigorosos, com direito a uma nevasca histórica em Washington no último mês de dezembro e a inacreditáveis 34,6 negativos na Alemanha, onde, de acordo com o Serviço Alemão de Meteorologia, o inverno está sendo classificado entre os cinco ou dez mais frios dos últimos cem anos.

Números da concentração de CO2 foram manipulados

2º) “Os outros dois pilares do aquecimento antropogênico estão relacionados à concentração de CO2 na atmosfera. Segundo os que anunciam essa pseudocatástrofe, essa concentração nunca foi tão elevada quanto agora. Será?

Essa afirmação baseia-se inicialmente nos estudos de Guy S. Callendar, que, a partir de 1938, passou a pregar a influência humana no incremento da temperatura do planeta em decorrência da queima de combustíveis fósseis. Estudos posteriores dos cientistas Fonselius, Koroleff e Wärme lançaram dúvida sobre a tese de Callendar, mostrando que, na verdade, ele teria escolhido a dedo seus dados. A manipulação teve o objetivo de estabelecer uma suposta tendência de crescimento exponencial nos índices de concentração e de desprezar concentrações superiores ao patamar eleito por ele.”

O máximo gás-estufa ‒ a água ‒ foi omitido pelo IPCC

3º) “Afirma-se que o grande vilão do aquecimento global é o homem, por sua parcela de contribuição para o efeito estufa. No entanto, 95% do efeito estufa é decorrente da concentração do vapor d'água.

“O CO2 corresponde somente a 3,6% do total.

“Mais grave ainda é que, desse percentual, o homem e suas máquinas respondem por apenas 0,1%.

“Por essa razão, o climatologista Marcel Leroux disse que "na atmosfera do IPCC não há água".


Entramos num período de resfriamento global

Conclui, o Prof. Baptista ‒ concordando com numerosos científicos de alto gabarito ‒ que “entramos recentemente numa nova fase fria do oceano Pacífico e enfrentamos um ciclo de manchas solares que tem apresentado uma atividade muito baixa. Isso deve nos levar, ao contrário do que anunciam os profetas do apocalipse climático, a um novo período de resfriamento global.

“O fato é que as temperaturas globais são reguladas por fenômenos naturais de âmbito sistêmico. A mudança do clima, para mais quente ou para mais frio, ocorrerá com ou sem o nosso consentimento. Quem viver verá!”

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