Para atualizações gratis via email: DIGITE SEU EMAIL:

domingo, 26 de novembro de 2017

A proliferação dos ursos polares e a ideologia ambientalista anti-humana

Avanço dos ursos preocupa e crianças não podem ir tranquilas à escola
Avanço dos ursos preocupa e crianças não podem ir tranquilas à escola
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Turistas no Ártico russo não podiam acreditar. E a distância acharam que se tratava de blocos de gelo na praia. Mas eram 200 ursos polares, “em perigo de extinção” segundo o mito ambientalista, se banqueteando com uma baleia.

“Nós todos ficamos atônitos”, contou Alexandre Gruzdev, diretor da reserva natural da ilha Wrangel, no Extremo Oriente russo, citado por “Clarín” de Buenos Aires.

Os ursos polares fizeram a festa ao borde da água com uma baleia que foi empurrada pelas ondas.

E o grupo ursino era muito familiar, incluindo duas mães ursas cada uma com quatro crias. Essa quantidade de filhotes é pouco comum explicou Gruzdev, mas indica boa saúde.

Com o degelo cíclico do Ártico em andamento há menos superfície gelada e os ursos polares passam obviamente mais tempo em terra firme. Caçam mais, comem mais, engordam mais e se multiplicam mais, como já tivemos ocasião de comentar neste blog.

Confira: Problema dos ursos polares ‘em extinção’: estão gordos e numerosos demais

Mas essa multiplicação empurra os predadores para perto das cidades vizinhas, que se tornam cada vez mais perigosas para os humanos.

Parce gado, mas o 'rebanho' é de perigosos ursos polares 'em extinção'
Parece gado, mas o 'rebanho' é de perigosos ursos polares 'em extinção'
Os ursos polares descansam entre agosto e novembro na ilha de Wrangel, no nordeste siberiano antes de recomeçar a caçar focas.

As fotos da devoração, tão natural e satisfatória para os ursos, contradizem as imagens divulgadas pela propaganda ambientalista fazendo crer que os fofinhos – em verdade ferozes – ursos estão em 'perigo de extinção'.

Mas na ilha russa de Wrangel estão aparecendo mais e mais numerosos, explicou Eric Regehr, especialista da Universidade de Washington.

Foram contabilizados 589, um número “anormalmente alto” e mais do dobro das estimativas precedentes, alertou Regehr, quem acresceu que estão “com boa saúde”.

“O problema agora é saber quando a população humana começará a sentir os efeitos negativos”, pois “esse umbral vai se alcançar”, disse o especialista.

“São animais engenhosos e capazes de se adaptar” e isso gera um conflito inevitável com os homens.

A partir da metade de outubro, eles passaram a se aproximar perigosamente da aldeia de Ryrkaipi, a 200 km da ilha de Wrangel. Um deles “quebrou a janela de uma casa”, contou Viktor Nikiforov, especialista e coordenador do centro russo de mamíferos marinos.

A cidadinha tem 600 habitantes e está alarmada: as crianças estão proibidas de irem a pé até a escola pois os ursos não são os bichinhos bonzinhos que se faz crer.

O crescimento é constante. Em 2015 cientistas russos ficaram cercados e pediram a intervenção armada do governo.
O crescimento é constante.
Em 2015, cientistas russos ficaram cercados e pediram a intervenção armada do governo.
Ficaram cancelados os atos públicos e guindastes estão tirando esqueletos de morsas trazidos pelo mar.

Agora são os habitantes de Ryrkaipi que poderiam ser declarados em “perigo de extinção”. Mas isso não serve para a propaganda ecologista e as eventuais vítimas não interessam ao militantismo ecologista.

“A concentração de seres humanos e animais na mesma zona aumenta e há conflitos”, denuncia Nikiforov. “Temos que nos preocupar com as transformações que acontecem na natureza”, acrescentou.

Por certo, sim, sobre tudo diante de animais tão perigosos.

Até a pouco a propaganda nos dizia que o “aquecimento global” estava ameaçando a espécie. E agora que a espécie está quase superdimensionada, o que diz a demagogia?

Pois que a culpa toda é do “aquecimento global” provocado pelo homem! Não é piada. É ideologia anti-humana repetida pelos realejos da macromídia.


domingo, 19 de novembro de 2017

Professor alemão: discurso 'verde' sobre o fim da vida na Terra é mentiroso

Ulrich A Glasmacher, da Universidade de Heidelberg, Alemanha
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Há 350 milhões de anos o planeta Terra enfrentava mudanças climáticas semelhantes às vividas atualmente, explicou o pesquisador alemão Ulrich A. Glasmacher, da Universidade de Heidelberg.

Porém, isso não causou catástrofe alguma . Cá estamos nós.

O cientista disse que as mudanças climáticas “não são fenômenos novos na história.

“Há 350 milhões de anos tivemos os mesmos problemas de hoje. Estamos no mesmo ponto daquela época”, explicou ele durante a 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), segundo reportagem de Heloisa Cristaldo para a Agência Brasil.

De acordo com Glasmacher, a temperatura do planeta não está aumentando, mas apenas oscilando: “As temperaturas estão flutuando – sobem e descem. Mas estamos muito influenciados pela mídia”.

domingo, 12 de novembro de 2017

Vaticano acolhe maiores inimigos da vida
com pretextos ambientalistas radicais

Steven Mosher, presidente do Population Research Institute, denunciou que o Catholic Relief Services da Conferência Episcopal dos EUA promove abortivos e a contraceptivos no Quênia
Steven Mosher, presidente do Population Research Institute, denunciou
que o Catholic Relief Services da Conferência Episcopal dos EUA
promove abortivos e a contraceptivos no Quênia
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




O cientista social e escritor Steven Mosher, presidente do Population Research Institute, qualificou o sofisma do “aquecimento global” de inimigo da santidade das vidas humanas inocentes.

Ele falou durante o simpósio internacional “Ambientalismo e mudança climática: uma avenida para a limitação da população”, sobre a natureza anticristã do controle da população mundial.

Divulgada pelo “Life Site News”, sua palestra teve o seguinte título: “Como os inimigos radicais da vida estão tocando sua agenda global para acabar com a pobreza eliminando os pobres”,

Especialista em política interior da China, Mosher começou lembrando que a temperatura da Terra sempre está oscilando, por vezes de modo dramático.

“Fiz um estudo histórico das mudanças climáticas na China, o qual mostra que há 2.000 anos a temperatura média do país era vários graus mais quente do que hoje. E precisou passar muito tempo para que ocorresse a alguém falar em mudança climática e aquecimento global”.

domingo, 5 de novembro de 2017

Vegetação consome quase 20 vezes o CO2 produzido pelos combustíveis fósseis

Soja na Argentina
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








As plantas retiram dióxido de carbono (CO2) da atmosfera para a fotossíntese em proporções que desanimam a demagogia catastrofista.

Christian Beer, do Instituto Max Planck (Alemanha), e colegas afirmam que as plantas consomem cerca de 123 bilhões de toneladas de CO2 da atmosfera por ano.

O estudo foi publicado online pela revista Science.

Para se ter uma ideia, segundo os cientistas a quantidade total de carbono injetada na atmosfera pela queima de combustíveis fósseis é de cerca de 7 bilhões de toneladas por ano.