Para atualizações gratis via email: DIGITE SEU EMAIL:

domingo, 18 de março de 2018

Perigos e tendências ocultas no convívio íntimo com animais

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Em 1969 o cineasta Noel Marshall, que participou nos filmes com alusões satanistas Satan's Harvest e O exorcista, concebeu em Moçambique uma película bem do gosto ambientalista.

Roar visava conscientizar o público sobre o suposto dano que se faria aos animais mudando-os de seus habitats naturais, para um zoo por exemplo, segundo reportagem de “La Nación”.

A filmagem de Roar aconteceu em Acton, Califórnia. O cineasta concebeu, dirigiu e protagonizou um “herói anônimo” que vivia entre leões e lutava pela sua preservação, em desafio às leis.

No total, foram 132 os leões, tigres, chitas e panteras com que os atores dormiam, comiam e passavam os dias da filmagem.

Só que as feras não entendiam de filosofias, ainda menos esotéricas como as do ambientalismo radical.

A filmagem acabou demorando dez vezes mais do previsto e consumiu seis vezes o orçamento inicial.

domingo, 4 de março de 2018

“Supercolônia” de 1,5 milhões de pinguins surpreende cientistas e patenteia oco de pânicos ambientalistas

Pinguins pescando nas Ilhas Perigosas, Península Antártica.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Durante os últimos 40 anos veio sendo anunciado que o número total dos pinguins-de-Adélia, uma das variedades mais comuns da península antártica, estava em continuado declínio.

O fato bem se prestava à exploração da propaganda comuno-ambientalista sobre a extinção de espécies atribuída gratuitamente à civilização humana.

Mas eis que satélites do programa Landsat de observação da Terra da NASA colheram imagens que revelavam a presença de guano em diversas ilhas da península antártica e que apontavam uma inesperada presença de pinguins.

Foi assim que um equipe de cientistas da Woods Hole Oceanographic Institution (WHOI) acabou descobrindo uma “supercolônia” que conta com mais de 1,5 milhão de exemplares de pinguins-de-Adélia (Pygoscelis adeliae).

Os resultados do trabalho foram publicados no dia 2 de março (2018) no jornal científico Scientific Reports.

A “supercolônia” da espécie que se temia que entrasse em extinção está bem instalada nas Ilhas Perigosas (Danger Islands), um arquipélago rochoso de difícil acesso para os humanos no norte da Península Antártica.

O relatório da WHOI diz: “nosso estudo revela que as Ilhas Perigosas abrigam 751.527 casais de pinguins-de-Adélia”, ou seja, “mais do que no restante da Península Antártica”.