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segunda-feira, 25 de junho de 2018

Cientista falsário aclama o Papa Francisco como “herói dos climatólogos”!

O prof. Michael E. Mann no tempo da polêmica pelo seu contestado gráfico
O prof. Michael E. Mann no tempo da polêmica pelo seu contestado gráfico
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Michael E. Mann é o cientista criador de um dos maiores escândalos científicos do decadente século XX e do incipiente milênio. Ele forjou um quadro estatístico da evolução das temperaturas globais na Terra no último milênio.

Foi o controvertido “hockey stick graph” ou “gráfico do taco de hóquei” que acabou ganhando títulos de “ciência infame”. Tal vez hoje ganharia o apelativo de “fake science”.

O escândalo fez correr rios de tinta e montanhas de papel. Alguns de seus compinchas foram processados por impropriedade administrativa, pois tinham manipulado e feito desaparecer dados de grandes organismos públicos que estudam o clima.

O “gráfico do taco de hóquei” esteve no centro do “Climategate”, e serviu de “prova do revolver fumegante” das fraudes aquecimentistas.

Ele apresentava a forma de um taco de hóquei. As oscilações conhecidas da temperatura planetária durante mil anos forneciam uma figura estatística quase retilínea, respeitadas as mudanças havidas para cima e para abaixo.

domingo, 10 de junho de 2018

Transposição do São Francisco
tira 1 milhão do colapso
em que bispo comuno-ecologista
quase os jogou

Campina Grande recebe a água do São Francisco. Pesadelo acaba e esperança para gerações futuras renasce
Campina Grande recebe a água do São Francisco.
Pesadelo acaba e esperança para gerações futuras renasce
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Após seis anos de seca, o açude Boqueirão, única fonte de abastecimento de Campina Grande (PB), registrava apenas 2,9% de sua capacidade.

Foi o nível mais baixo desde a inauguração, em 1957, escreveu a “Folha de S.Paulo”.

“Só tinha água duas vezes por semana. Enchia uns bocados de baldinho, porque não podia comprar a caixa-d’água”, lembra a pensionista Teresinha Peres, 77, citada pelo quotidiano paulistano.

“E cheirava horrível, tinha um mau gosto”, acrescentou Teresinha.

À beira do abismo, em abril de 2017 a água do São Francisco começou a encher o Boqueirão. Não havia plano B, escreve o jornal.

“É quase impossível imaginar o atendimento de Campina Grande com carro-pipa”, diz Ronaldo Meneses, gerente regional da Cagepa (Companhia de Água e Esgotos da Paraíba).

“Teria sido o caos. A transposição chegou no momento do quase colapso”, acrescentou.

domingo, 3 de junho de 2018

“Aquecimento global”: a maior “fake news” da História

Timothy Ball, prof. emérito da Universidade de Winnipeg, Canadá: “Aquecimento global” é a maior “fake news” da História
Timothy Ball, prof. emérito da Universidade de Winnipeg, Canadá:
“Aquecimento global” é a maior “fake news” da História
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








O aquecimento global antropogênico é a maior, mais espalhada e mais persistente ‘fake news’ veiculada até o presente, observou o Dr. Timothy ‘Tim’ Ball, professor emérito no Departamento de Geografia da Universidade de Winnipeg, Canadá, autor de diversos livros sobre as questões climatológicas em artigo para o especializado blog “Watts up with that”.

Em parte essa enganação persiste porque os apelidados “céticos” – cientistas objetivos que recusam a “fake news” – não explicam o problema do aquecimento global em termos acessíveis para as pessoas simples.

Segundo o prof. Ball as pessoas numa maioria de 85% acham arcanos os bons argumentos contra a enganação.

Por outro lado, a dificuldade reside na falta de dados sobre os problemas climatológicos polêmicos.

Segundo Ball há diálogos nos contos de Sir Arthur Conan Doyle sobre sua figura Sherlock Holmes que ajudam a entender os problemas didáticos.

“É erro capital teorizar antes de termos dados, explicava Sherlock Holmes. Porque insensivelmente a gente começa a escorregar nos dados para afundar em teorias, quando são as teorias que devem vir atrás dos dados”.