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segunda-feira, 20 de maio de 2019

“Direitos dos animais”: paroxismo verde da “cultura da morte”

O punho fechado comunista e a pata de cachorro artificiosamente reunidos para uma revolução nunca antes sonhada
O punho fechado comunista e a pata de cachorro artificiosamente reunidos
para uma revolução nunca antes sonhada
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Continuação do post anterior: Como os “direitos dos animais” foram atropelando os verdadeiros direitos do homem



Na sede da UNESCO, celebrando o trigésimo aniversário de fundação da ONU, foi apresentado em 15 de outubro de 1978 um manifesto pela igualdade entre os animais e os homens, a caminho de uma igualdade entre as plantas, os animais e os homens.

Ele é mais conhecido como “Declaração Universal dos Direitos Animais”, embora não tenha nível jurídico para se apresentar com essa pompa. Cfr. Wikipedia, verbete “Declaração Universal dos Direitos Animais”.

Matreiramente foi introduzida como “proposta para diploma legal internacional, levado por ativistas da causa pela defesa dos direitos animais”.

Mas para os efeitos da agitação ambientalista é apresentada como documento oficial. Assim a opinião pública é sistematicamente enganada e o malicioso texto projeta seus deletérios efeitos sem que as autoridades mundiais os nacionais denunciem.

A declaração dos Direitos do Homem da Revolução Francesa ainda punha o homem no centro e começava dizendo “todos os homens nascem e permanecem livres e iguais”.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Como os “direitos dos animais” foram atropelando os verdadeiros direitos do homem

O Tribunal das Águas de Valência julga as disputas sobre irrigação. A alma espiritual e inteligente do homem fundamenta que ele julgue a natureza.
O Tribunal das Águas de Valência julga as disputas sobre irrigação.
A alma espiritual e inteligente do homem fundamenta que ele julgue a natureza.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A Igreja ensina que em cada ser vivo há um agente que põe em movimento esse ser.

No homem é a alma humana; nos animais é a alma animal e nos vegetais é a alma vegetal.

A Igreja entende por “alma” precisamente o principium vitae, o princípio misterioso do qual não se pode dizer outra coisa senão que confere a vida.

Então, há três graus de almas, como há três graus de seres:

A alma do homem que é uma alma intelectiva, que compreende as coisas e que se conhece a si mesma.

O homem conhece as coisas não como um boi conhece. Se o boi olhar para uma árvore e eu olhar também, vemos a mesma coisa.

E como o boi não usa óculos e eu uso, provavelmente o boi vê melhor a árvore do que eu.

Mas ele não entende a árvore. Ele não sabe qual é o fim, nem diferencia os objetos, ele apenas recebe nos olhos a imagem da árvore que entra como numa máquina fotográfica, não é idêntico, mas é parecido com da máquina fotográfica.

Sobretudo o boi não se conhece a si próprio. Nós adquirimos na primeiríssima infância, a noção de que somos um circuito fechado.

É a primeira ideia por onde nos vem a noção do “eu” é quando notamos que uma coisa nos agrada e eu toco, eu sinto, e ninguém sente a não ser eu. Se dói, eu gemo e ninguém geme a não ser eu.

Se eu sou um circuito fechado, e os outros são circuitos fechados, nasce aí uma ideia de que eu sou outro. E de que eu tenho direitos, interesses, bons e maus movimentos, inteiramente diferentes dos outros.