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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Boas notícias da natureza que a mídia ecologicamente ideologizada abafa

Christmas tree worm found at Lizard Island. Photo John Huisman, Murdoch University, 2008
A 100 milhas náuticas de Tasmania, segundo informaram os diários “The Australian” da Austrália e “Times” de Londres, uma equipe de cientistas achou mais de 270 novas espécies marítimas.

Entre elas há peixes, crustáceos, moluscos, esponjas e corais.

Além do mais mapeou 80 novas montanhas subaquáticas, incluindo antigos vulcões.

Pela riqueza de sua biodiversidade a região foi apelidada de “florestas tropicais das profundezas”.

A expedição foi liderada pela Australia’s Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation (CSIRO), do governo australiano.

Estrela a 1km profundidadeAo anunciar esta rica descoberta, o cientista Kate Wilson, da CSIRO, disse que os oceanos ainda são um mistério pela multiplicidade de espécies, das quais “se sabe menos que da superfície de Marte”.

“Em águas australianas, ‒ acrescentou ‒ por exemplo, mais de 40% das criaturas trazidas a superfície por nossos cientistas jamais tinham sido vistas antes”.

Os cientistas declararam-se convictos de que só foi explorada uma tênue fração da biodiversidade das águas.



Whale shark, Rhincodon typus, Ningaloo Reef. Photo Gary Cranitch, Queensland Museum, 2008Os achados ocorreram durante duas viagens: uma em novembro de 2006 e outra em abril de 2007.

O fato é auspicioso e mereceria ter sido largamente informado.

Os leitores ingleses e australianos gostaram muito de ouvir por parte das ciências naturais substanciosas notícias, trazendo resultados excelentes e bem apresentados.

Mas há uma predisposição ideológica de certa mídia a esconder este bom noticiário.

Pois ele contradiz a propaganda ecologista que tende a exagerar os fatos e dar a impressão que caminhamos para o desaparecimento das espécies que há no planeta, quando na verdade, o homem nem sequer sabe quantos milhares de espécies existem nele.

Nardoa rosea, sea star as seen from the underside, Heron Island. Photo Gary Cranitch, Queensland Museum, 2008Estas expedições não foram as primeiras bem sucedidas.

E tudo indica que não serão as últimas.

Continuamente estão sendo feitas novas descobertas biológicas na Oceania e outros mares por dedicados cientistas.

Mas também a censura "ecologicamente correta", abafa, silencia, não da o relevo merecido.

Mas se algum ativista ideologicamente "certo" - apocalíptico - fizer escândalo contra o progresso da civilização por causa de um pobre pingüim doente tem a cobertura jornalística garantida.

A cuttlefish spotted at Lizard Island. Photo John Huisman, Murdoch University, 2008



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quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Arqueólogos e lingüistas revelam civilização urbana no Alto Xingu, Amazônia

Ciudades amuralhadas no alto Xingu, Amazônia

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Após dez anos de pesquisas arqueológicas no Alto Xingu, cientistas do Brasil e dos EUA constataram que, antes de Colombo, os índios da região moravam em conglomerados comparáveis a algumas cidades da Grécia ou da Idade Média.

Há 2.000 anos, essas cidades de até 50 hectares tinham muros, praças e centros cerimoniais e estavam ligadas por uma densa rede de estradas.

Seus habitantes desmatavam, construíam canais, tinham roças, pomares, tanques para criar tartarugas, pescavam em larga escala e faziam uso contínuo e sistemático da terra.

Cidades amuralhadas na AmazoniaAs conclusões foram publicadas pela reputada revista “Science”.

Na região amazônica de Beni, Bolívia, arqueólogos tinham observado desde avião o traçado de canalizações e divisórias de roças muito bem definidas, além das intrigantes "terras negras" fruto da adubação. Os trabalhos eram, porém, muito hostilizados pelos ambientalistas .

Segundo o escritor científico Charles C. Mann, autor de "1491", livro que ganhou o prêmio da U.S. National Academy of Sciences para o melhor livro do ano (2005), os ambientalistas temiam que o trabalho científico trouxesse um desmentido ao "prístino mito".

Segundo este mito ideológico e teológico os índios antes da descoberta e evangelização de América viviam numa terra edênica.

1491, Charles C MannMas os índios são seres humanos e é natural que façam o que os homens fazem e sempre fizeram: construir casas, cidades e estradas, plantar, criar animais para se alimentar e para se vestir.

Muitas das observações já haviam sido parcialmente publicadas, fotos podem se obter na Internet.

O antropólogo Carlos Fausto, do Museu Nacional foi um dos principais pesquisadores no Alto Xingu junto com a linguista Bruna Franchetto, também do Museu Nacional e o arqueólogo americano Michael Heckenberger, da Universidade da Flórida.

Para este último, o planejamento urbano amazônico pré-Colombo era mais complicado que o da Europa medieval. Ele incluía “uma distribuição geométrica precisa” segundo Fausto.

Ficou provado que a Amazônia pré-colombiana viu florescer remarcáveis concentrações urbanas.

Na plenitude de sua expansão, a civilização do Xingu foi povoada por 50 mil habitantes, dotados de autoridade política e religiosa que governava as cidades menores a partir das principais.

Antigas roças, Beni, BoliviaAs estradas podiam ter entre 20 e 50 metros de largura e foram identificadas algumas com 5 quilômetros de extensão. Para atravessar alagamentos foram construídas pontes, elevações de terreno e canais para canoas.

Também foram apontadas barragens e lagos artificiais, outra realidade detestada pelo fanatismo tribalista-ambientalista.

Os pesquisadores detectaram perto de 15 grupos principais de aldeias, espalhados numa superfície de 2 milhões de hectares.

As tradições orais dos índios kuikuro que habitam na região orientaram as pesquisas e foram confirmadas pelos achados: existiram civilizações política, religiosa, econômica e culturalmente definidas.

“Os kuikuros têm um nome para cada uma das aldeias”, contou Fausto.

O arqueólogo Heckenberger, autor principal do estudo, sublinha que aquilo que até agora se achava ser “uma floresta tropical virgem”, de fato é uma região altamente influenciada pela ação humana. 

E eis que também o mito de uma floresta intocada revela ser mais outra sonho arbitrário do esquerdismo católico, influenciado pelo estruturalismo e o marxismo anticristãos.

Canais para agricultura, Baures, BoliviaOs trabalhos no Alto Xingu e no Beni visaram apenas a ciência.

Porém, apurando a verdade deram um soberano desmentido ao mito ambientalista e comuno-tribalista, segundo o qual seria próprio à cultura dos índios da Amazônia viverem como selvagens, nus, vagueando pelo mato, sendo por natureza incapazes de constituir uma civilização.

A partir de dados científicos pode se sustentar com tranquilidade que a lamentável situação em que vivem certos índios não é nenhuma fatalidade cultural, mas sim uma decadência de uma cultura mais alta.

Obviamente, esta constatação é um convite a ajudar esses índios a se recuperarem inclusive do ponto de vista civilizatório.

E é um estímulo caritativo à evangelização deles, ponto de partida para uma cultura cristã e genuína, obviamente brasileira.



quarta-feira, 20 de agosto de 2008

“Pequena idade de gelo” se avizinha e espanta fanatismo ecologista

Glaciar Perito Moreno, Verde cor nova do comunismo Glaciar Perito Moreno, Patagônia, Argentina. Terra caminha  para uma "pequena era de gelo", diz Universidade de México
Glaciar Perito Moreno, Patagônia, Argentina. Terra caminha
para uma "pequena era de gelo", diz Universidade de México
A Universidade Autônoma do México (UNAM) prognostica que a Terra caminha para uma “pequena era de gelo”, que terá uma possível duração de 60 a 80 anos. Ela resultará da constatada diminuição da atividade solar.

A posição da UNAM foi exposta pelo investigador do Instituto de Geofísica Víctor Manuel Velasco Herrera, em ato público.

Ele foi porta-voz dos resultados do trabalho de vários meses de uma equipe de investigadores do Instituto de Geofísica da UNAM sobre a conduta dos glaciares,

Velasco Herrera demonstrou que a recente ruptura do glaciar argentino Perito Moreno não foi causada pela mudança climática, como espalhou a mídia sensacionalista.

Tratou-se, explicou ele, de um processo natural provocado cada quatro anos em média pelo desnível das águas do lago e o aumento de pressão sobre o glaciar. Desta vez, em 9/7/2008, aconteceu no inverno, fato que já se reproduziu outras vezes há mais de meio século.

Os turistas, entre eles muitos brasileiros, acodem em bom número para assistir a esse belo e impressionante espetáculo em que desaba uma quantidade colossal de gelo. O glaciar Perito Moreno tem uma superfície de 200 quilômetros quadrados que se mantém estável.

Glaciar Perito Moreno, Verde cor nova do comunismo Glaciar Perito Moreno, Patagônia, Argentina. Terra caminha  para uma "pequena era de gelo", diz Universidade de México
Glaciar Perito Moreno, Patagônia, Argentina. Terra caminha
para uma "pequena era de gelo", diz Universidade de México
Velasco sublinhou que os prognósticos do Intergovernmental Panel on Climate Change (IPPC) sobre a mudança climática estão errados. “São incorretos porque só se baseiam em modelos matemáticos e apresentam resultados em cenários que não incluem, por exemplo, a atividade solar”, disse.

No presente, continuou, há uma diminuição considerável da atividade solar “de maneira que, dentro de dois anos começará uma pequena idade de gelo que durará de 60 a 80 anos”. A conseqüência imediata será um aumento da seca.

“Neste século os glaciares estão aumentando”, completou, como pode se observar na Cordilheira dos Andes, no glaciar Perito Moreno, no Logan – a montanha mais alta do Canadá ‒ e no glaciar Franz-Josef, da Nova Zelândia.

O diário “El Espectador” de Bogotá, acrescentou que segundo enquete feita na Inglaterra, 56% das pessoas acha que os ambientalistas estão exagerando o problema do clima.

Exemplo típico de exagero catastrofista fatalista foi dado pelo Prof. Fred Singer, da Universidade de Virginia. Para ele “o clima avança a seu bel prazer, fazendo caso omisso do que faça a humanidade. A camada de gelo da Antártica seguirá se derretendo, façamos o que façamos”.



quarta-feira, 13 de agosto de 2008

31.072 cientistas americanos denunciam exageros de Al Gore e do catastrofismo midiático

Pelo menos 31.072 cientistas americanos pediram por escrito ao governo recusar o falso "consenso"sobre o aquecimento global
Pelo menos 31.072 cientistas americanos pediram por escrito ao governo
recusar o falso "consenso"sobre o aquecimento global
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Já somam 31.072 os cientistas que participam no Global Warming Petition Project que recusa a presunção de que o “aquecimento global” se deve a atividade humana.

Entre eles há especialistas em ciências da atmosfera, climatologia, ciências da Terra, meio-ambiente e dúzias de outras especialidades.

Esses cientistas assinaram uma declaração que diz:
“Não há provas científicas convincentes de que a produção humana de dióxido de carbono, metano, ou outros gases de efeito estufa esteja causando ou venha a causar num futuro previsível, um aquecimento catastrófico da atmosfera terrestre e o desequilíbrio do clima da Terra. (...) Mais ainda, há substanciosas provas científicas de que o aumento do dióxido de carbono na atmosfera produz efeitos benéficos para os ambientes naturais das plantas e dos animais na Terra.”
O Petition Project começou a reunir assinaturas há 10 anos. Porém, o crescente delírio midiático atiçado por agitadores de esquerda arvorando roupagens científicas, fez que entre 1999 e 2007 a lista de assinaturas aumentasse sensivelmente. Notadamente, após o livro – e o filme ‒ sensacionalista “An Inconvenient Truth” (“Uma verdade inconveniente”) de Al Gore.
“O filme de Gore contêm muitas asseverações gravemente incorretas que nenhum cientista honesto, e informado pode endossar”, disse o porta-voz do Projeto Art Robinson.
Quando procurado por jornalistas a respeito do Projeto, Al Gore não quer responder.

A lista dos cientistas inclui 9.021 PhD, 6.961 com mestrado, 2.240 médicos e 12.850 portadores de títulos universitários ou equivalentes. No site do grupo estão classificados por nome, Estado e especialidade.