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domingo, 23 de maio de 2010

Estudo exagerado sobre elevação do nível do mar é retirado de circulação

Mais um outro estudo no sentido do alarmismo do IPCC foi desclassificado e retirado de circulação pelos autores.

Eis excertos de informação publicada pelo OESP:

A revista científica Nature Geoscience retirou de seus arquivos um estudo que projetava a elevação do nível do mar em até 82 centímetros até o fim do século em razão do aquecimento global.

O cientista responsável pela pesquisa, Mark Siddall, do Departamento de Ciências da Terra da Universidade de Bristol, afirmou que havia dois erros técnicos em seu trabalho, comprometendo as conclusões.

O estudo foi publicado em 2009 e confirmou as conclusões do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), elaborado em 2007.

De acordo com IPCC, o nível do mar provavelmente subiria entre 18 e 59 centímetros até 2100, embora o documento ressaltasse que a projeção se baseava em informações incompletas sobre o derretimento da camada de gelo e que a elevação real poderia ser maior.

Muitos cientistas criticaram a abordagem do IPCC como muito conservadora. Vários estudos posteriores sugeriram que o nível do mar poderia se elevar mais.

Martin Vermeer, da Universidade de Tecnologia de Helsinque, na Finlândia, e Stefan Rahmstorf, do Instituto Potsdam para Pesquisa sobre Impactos Climáticos na Alemanha, publicaram um estudo em dezembro do ano passado que projetava o aumento de 0,75 metro para 1,9 metro até 2100.

Ao anunciar a retirada formal do estudo da publicação, Siddall disse: “Essa é uma das coisas que acontecem. As pessoas cometem erros e erros ocorrem em ciência”. Ele explicou que havia dois erros técnicos separados no estudo que foram apontados por outros cientistas após a publicação.

Pelo fato de os erros comprometerem as conclusões do estudo, foi pedida uma retirada formal da pesquisa dos arquivos da revista, em vez de uma correção.

O Nature Publishing Group, que publica Nature Geoscience, informou que esse foi o primeiro trabalho retirado da publicação desde sua criação em 2007.

Numa declaração conjunta, os autores do estudo disseram: “Desde a publicação, tomamos consciência de dois erros que incidem sobre uma estimativa detalhada da elevação futura do nível do mar. Isso significa que não podemos mais tirar conclusões firmes com respeito à elevação do nível do mar no século 21 desse estudo sem novos trabalhos.”

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domingo, 9 de maio de 2010

Terra entrou em mini-era glacial, diz relatório

Ilhas Britânicas cobertas pela neve
A Terra ingressou numa mini-era de gelo que poderá durar entre 60 e 80 anos e diminuirá a temperatura global em 0,2º C segundo relatório do Instituto de Geofísica da Universidade Nacional Autônoma de México (UNAM), noticiou “La Nación” de Buenos Aires. 

O investigador Víctor Manuel Velasco explicou que o fenômeno é causado pela diminuição da atividade solar que vem sendo registrada há anos.

Velasco estudou os períodos glaciares e interglaciares da Terra e a variabilidade solar. Os resultados apóiam uma teoria que poderá quantificar a diminuição da atividade solar e seu impacto na Terra.

“Hipótese alguma sobre mudança climática consegue explicar por que que acontecem esses períodos”, esclareceu ele.

Para o cientista, a diminuição da temperatura global é devida a “um ciclo natural da natureza” já verificado em outros séculos com lapsos de 120 anos e que depende exclusivamente do sol.

Já em 2010 partes do planeta entraram nessa “mini” era de gelo e “as ondas de neve históricas que estão acontecendo no mundo são mostra disso”, acrescentou.

Victor Manuel Velasco Herrera
Por exemplo, no século VI houve um mínimo de atividade solar conhecida como “mínimo medieval”. Posteriormente veio o “período quente medieval”, seguido de mais uma mini era de gelo no Ancien Regime e um novo período quente que se prolongou até o fim do século XX.

O fenômeno, aliás, é bem conhecido pelos cientistas sérios. Porém, como fere o mito do “aquecimento global” a mídia e os ativistas alarmistas menosprezavam-no aduzindo ser invenção de “céticos” pagos pelas multinacionais.

Agora o fracasso da conferencia de Copenhague, o desvendamento em série de fraudes científicas praticadas pelo IPCC e evidenciadas no “Climagate” tornaram mais fácil que informações importantes como os fornecidos pela UNAM cheguem ao grande público.


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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Desmatamento revela civilizações perdidas na Amazônia

Centenas de monumentos geométricos [foto] criados por civilizações perdidas jazem enterrados na Amazônia, concluiu uma equipe de arqueólogos conduzida por Martti Parssinen, Denise Schaan e Alceu Ranzi do Instituto Iberoamericano de Finlândia, e das Universidades Federais do Pará e do Acre.

Os resultados foram publicados na revista arqueológica Antiquity, da Universidade de York, Inglaterra.

Os arqueólogos encontraram os vestígios de mais de 200 dessas construções em forma de círculos e quadrados perfeitos. As construções estavam conectadas por estradas retas que remontam provavelmente ao ano 1283 a. C.

Essa civilização teria ocupado uma área de mais de 230 kms de diâmetro incluindo partes do Estado de Amazonas e da Bolívia.

As estruturas com canais e muros podem ser estudadas também com o Google Earth graças ao trabalho de desmatamento da pecuária local. As estruturas arquitetônicas visavam a defensa e cultos cerimoniais e foram reveladas na Fazenda Colorada durante a ampliação dos pastos para o gado.

Denise Schaan da Universidade Federal do Pará acrescentou que “é claro que a área estava densamente povoada por povos sedentários na véspera da chegada dos europeus”.

Os especialistas calculam que a dimensão das obras exigiria uma população de ao menos 60.000 pessoas.

Porém, ocultados pela mata existiriam vestígios ainda não detectados por volta de dez vezes mais extensos.

As escavações trouxeram a lume provas de uma habitação permanente, cerâmicas domésticas, fragmentos de carvão e trabalhos em pedra.

Segundo o diário de Londres “The Daily Mail”, as descobertas põem seriamente em dúvida os estudos que supunham que a mata amazônica só pode suportar pequenas aldeias transitórias, como as que se encontram ainda em certas tribos extremamente decadentes, como pretendem certos ecologistas e comuno-tribalistas.

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