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domingo, 12 de agosto de 2012

A Amazônia Azul imensidade brasileira pouco conhecida que precisa ser protegida

Almirante fala sobre Amazônia Azul, para auditório lotado do Clube Homs, SP
Almirante fala sobre Amazônia Azul, para auditório lotado do Clube Homs, SP
“Após esta palestra sobre a Amazônia Azul, não veremos mais o assunto como pessoas à pé, mas aportados na nau capitânia de um dos maiores conhecedores do assunto”.

Com essas palavras, o presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, Dr. Adolpho Lindenberg, passou a palavra ao Vice-Almirante Luiz Guilherme Sá de Gusmão, que então proferiu a interessante palestra Amazônia Azul – Importância e defesa deste rico patrimônio brasileiro. 

O evento ocorreu no Clube Homs, da Avenida Paulista, em 9 de agosto último.

O Alm. Gusmão mostrou como 72% dos brasileiros desconhece o conceito de Amazônia Azul, apesar de sua imensa importância para o presente e sobretudo para o futuro do Brasil.

Amazônia Azul é o termo que designa o conjunto dos recursos naturais, econômicos e estratégicos contidos na área de mar sob a jurisdição do País: 3,6 milhões de km². Em 2004, o Brasil pleiteou o aumento dessa área. Quando a proposta for aceita, essa área contará com mais de 4,5 milhões de km², uma área maior do que a Amazônia Verde.


Durante a palestra, o Almirante destacou as diversas vertentes da Amazônia Azul. Do ponto de vista de recursos naturais, ela possui uma biodiversidade ainda maior do que a Amazônia Verde.

Do ponto de vista econômico, ela controla 95% de nossas exportações, que somam mais de US$180 bilhões por ano. O potencial de pesca é estarrecedor, e até hoje pouco explorado. Nessa faixa o Brasil prospecta mais de 85% de seu petróleo.

Do ponto de vista da soberania, o conferencista mostrou o grande papel que a Marinha tem desempenhado.

Ela fiscaliza todo o mar territorial, pois não há como construir barreiras físicas como é o caso das fronteiras.

Animada conversa após a conferência
Animada conversa após a conferência
Realiza o controle da marinha mercante, e combate a pirataria, o contrabando e o despejo de material poluente.

Do ponto de vista estratégico, o Almirante mostrou o projeto de submarino de propulsão nuclear que está sendo posto em prática, com tecnologia genuinamente brasileira.

Respondendo a perguntas do auditório o Almirante apontou a diferença das ONGs sérias com autoridades conhecidas e orçamento publicado, das ONGs radicais que dão pouco a conhecer de seus verdadeiros dirigentes e obedecem a ideologias perigosas.

Na Amazônia azul, as ONGs radicais agem menos que na Amazônia Verde, mas sempre constituem um perigo potencial.

Trata-se de construir um sistema mais rápido e que não dependa de subir à superfície para recarregar as baterias. É essencial inibir a ação de possíveis invasores em nossa plataforma continental, tarefa própria dos submarinos.

O príncipe Dom Bertrand de Orléans e Bragança proferiu as palavras finais, mostrando como as riquezas contidas na Amazônia Azul são um presente da Providência em vista de um futuro glorioso que nos aguarda, futuro este que depende em larga medida da ação de nossas Forças Armadas.

3 comentários:

  1. O país quer respeito ao seu território, uma cadeira permanente de segurança... Penso que essas coisas não se pedem, conquistão-se. Para isso é necessário o poder de persuasão, ou seja, econômico e militar. Este cenário surge com investimentos em educação, tecnologia e no campo militar. Onde estão?

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  2. Corrigindo-o é "conquistam-se" se fosse no futuro seria "conquistarão".

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  3. por que vcs ñ colocam uma pergunta com resposta para ficar melhor ?

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