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domingo, 27 de julho de 2014

Para salvar o planeta produza mais CO2, diz físico matemático

Frank J. Tipler, professor de Física Matemática na Universidade de Tulane:    sem CO2, os seres vivos desapareceriam.
Frank J. Tipler, professor de Física Matemática na Universidade de Tulane:
  sem CO2, os seres vivos desapareceriam.
Frank J. Tipler , professor de Física Matemática na Universidade de Tulane e co-autor de “The Anthropic Cosmological Principle” e outros livros, esclareceu um dado elementar: o CO2 é o primeiro e mais importante alimento das plantas. E estas são o elo primordial da cadeia da vida.

O CO2 é a fonte de carbono para a química orgânica. Sem ele, os seres vivos desapareceriam.

Quanto menos CO2 no ar, menos as plantas o sintetizam. Em consequência, menor será a massa vegetal e menos alimento haverá para os animais, e obviamente para os humanos.

Eliminado o CO2, morre toda a biosfera. Mas, a histeria ambientalista trata esse gás benéfico como um “tóxico” perigoso para a Terra.

domingo, 20 de julho de 2014

Fabulosas jazidas de gás e petróleo na Patagônia irritam ambientalistas

Por vezes até a natureza traz surpresas aos dirigentes eclesiásticos e políticos, empenhados em levar seus países a uma miséria como a cubana, apresentada por eles como mais de acordo com a pobreza ensinada por Jesus Cristo (e pelo “Capital” de Karl Marx)!

Na Argentina, por exemplo, a presidente “chavista” Cristina Kirchner está ativamente empenhada em quebrar a riqueza agropecuária do país e das classes tradicionais e conservadoras ligadas à terra.

Enquanto ela não consegue frear a produção e as exportações recordes de produtos agrícolas, outra notícia lhe veio a contragosto de uma frente diversa.

Na província de Neuquén, Patagônia, ficou impossível omitir a existência das mais promissoras jazidas de gás e petróleo do mundo, noticiou a agência AFP

domingo, 13 de julho de 2014

Cientistas refutam alarmismo com “derretimento” da Antártida

Antártida continente com 70% da agua doce do mundo, vulcões e montanhas
Antártida continente com 70% da agua doce do mundo, vulcões e montanhas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






A recuperação cíclica da calota polar do Ártico levou os ecologistas a buscar na Antártida uma nova “prova” – na verdade, um pretexto – para justificar a ‘montagem’ ambientalista radical de um futuro aumento apocalíptico do nível dos mares.

Tomados de súbito interesse pela Antártida – e não por toda ela, mas apenas pela costa ocidental, ou Antártida do Oeste – ‘verdes’, apocalípticos e mídia esqueceram-se do Ártico.

Sem darem nenhuma explicação ao público, por eles ludibriado e apavorado durante alguns anos pela manipulação do derretimento cíclico do Ártico, correm agora para espalhar pânico pelo suposto derretimento do gelo antártico.

Mais um vulcão ativo foi descoberto em 2010 na região de Marie Byrd Land, no ocidente da Antártica
Mais um vulcão ativo foi descoberto em 2010
na região de Marie Byrd Land, no ocidente da Antártica
Enquanto a calota de gelo do Ártico é muito pouco profunda e seu derretimento não produz efeitos sensíveis, a massa de gelo acumulada na Antártida é colossal.

A Antártida é um continente com planaltos, sistemas montanhosos e vulcões.

É também o mais alto em média (acima de 2.000 metros), o mais frio e seco, com ventos registrados de até 320 km/h.

Seu manto de gelo possui em média dois quilômetros de espessura, sendo a máxima de 4.776 metros.

O volume dessa cobertura é estimado em 25,4 milhões de quilômetros cúbicos, que contêm 70% de toda a água doce do planeta.

Por certo, água doce não falta, mas esse volume parece uma ninharia se comparado ao volume de água salgada nos oceanos: 1,332 bilhões de quilômetros cúbicos!

Os dados são da Woods Hole Oceanographic Institution, de Massachusetts, instituição privada que investiga desde 1930 as relações entre as massas de água e o resto do planeta.

Vulcões e não o aquecimento global explicam
derretimento parcial de alguns glaciares
Em consequência dessa desproporção abismal, a Antártida pode derreter-se toda que os oceanos pouco vão mudar; e nem New York, nem o Rio de Janeiro serão engolidos pelas águas.

Porém, o viés alarmista dos infatigáveis ambientalistas exagera dados colhidos na Antártida do Oeste – e quase só nela – para fazer acreditar que o ’aquecimento global’ está derretendo o continente antártico. E que, em consequência, centenas de milhões de pessoas terão que migrar das cidades costeiras ou serem engolidas pelo mar em crescimento furioso.

Entrementes, pesquisadores do Instituto Geofísico da Universidade de Texas–Austin (UTA’s Institute for Geophysics), concluíram que a diminuição das geleiras na Antártica Ocidental se deve ao calor geotermal gerado pelos abundantes vulcões da região. E nada tem a ver com o aquecimento global.


O estudo foi publicado na sisuda revista científica “Proceedings of the National Academy of Sciences” e noticiado por diversos órgãos de imprensa como FoxNews.

Os pesquisadores verificaram que o glaciar flutuante Thwaites está diminuindo em virtude do calor geotérmico produzido pelo magma terrestre e pelos vulcões submersos.

Esquema de um vulcão na Antártica
Esquema de um vulcão na Antártica. Fonte: Geology In
Esse glaciar é chave para compreender um hipotético aumento dos níveis dos mares, levando-se em conta sua inusual mutabilidade.

Na Antártida há pelo menos 20 vulcões ativos. Em 2011 foi descoberta uma cadeia de vulcões submersos, vários dos quais ativos.

Um deles é enorme, segundo Philip Leat, vulcanólogo a serviço do British Antarctic Survey e que participou na descoberta.

Os pesquisadores do UTA usaram técnicas de radar para mapear o fundo marítimo sob o glaciar e encontraram níveis de calor muito acima do imaginado e nunca antes verificados.

Esse calor explica o que acontece na geleira flutuante Thwaites, explicou o chefe do estudo David Schroeder.

“É o mais complexo ambiente termal que se possa imaginar”, acrescentou o coautor Don Blankenship. “Tentar criar um modelo dele é virtualmente impossível”.

Mas a verdade e a ciência pouco importam ao alarmismo ambientalista e aos cientistas ideologicamente engajados. Para eles, a Antártida vai para o colapso porque o planeta aquece por culpa da civilização humana. É dogma.

Superfície gelada da Antártida vem batendo recordes.
Estado em 16/09/2013. Linha laranja: média anos 1981-2010.
Recentemente, o glaciologista da NASA Eric Rignot profetizou que o derretimento da superfície de gelo da Antártida ocidental é “imparável” e fará subir dramaticamente o nível dos mares.

Porém, os relatórios sobre a superfície total das geleiras antárticas apontam um crescimento geral continuado, sempre superando recordes.

No fim do mês de maio, o gelo antártico atingiu o máximo tamanho desde que começaram as medições em 1979.

Hoje a superfície gelada está na casa de 13 milhões de quilômetros quadrados — portanto, 10,3% acima da média de 11,7 milhões de km2 do período 1981-2010. O recorde anterior foi de 12,7 milhões de km2 em 2010.

Mas, a utopia anticivilizacão ocidental não quer saber da realidade. O neocomunismo tem outras metas e se a ciência não serve para essas metas, que se dane, a revolução “verde” não pode parar!


domingo, 6 de julho de 2014

Premiê do Canadá: governos ambientalistas mentem sobre mudanças climáticas

Tony Abbott e Stephen Harper: governos mentem sobre o 'aquecimento global'.
A declaração foi feita em Ottawa, junho 2014.
Os primeiros-ministros do Canadá e da Austrália culparam os governos que querem priorizar a “luta contra as mudanças climáticas” por cima do progresso econômico e do bem-estar dos povos.

O premiê canadense acusou esses países de mentirem a seus povos, noticiou a UOL.

Por ocasião da visita do premiê australiano ao Canadá no início de junho, os dois chefes de governo defenderam em conferência de imprensa, a preferência pelo progresso e o bem-estar, encolerizando o ambientalismo radical.

Os dois primeiros-ministros são vituperados pela mídia que os critica por não se vergarem aos dogmas ambientalistas sobre o aquecimento global.

Ambos também sofrem crescente pressão do presidente americano. Barack Obama anunciou leis visando especialmente às usinas elétricas para forçar um impossível: a redução significativa das emissões de CO2 nos EUA.