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domingo, 28 de agosto de 2016

A Antártica está esfriando
e confraria alarmista procura escapatória

O gelo da Antártica está crescendo 1% cada década. A linha amarela indica a média da expansão invernal.
O gelo da Antártica está crescendo 1% cada década.
A linha amarela indica a média da expansão invernal.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Após o ciclo periódico de contração da superfície do Ártico ter atingido seu máximo e reiniciado a fase periódica de expansão, os semeadores de pânico verde como que se esqueceram desse polo.

Já não lhes servia para espalhar medos e especulações assustadoras sobre o não demonstrado “aquecimento global” produzido pelos homens.

Então, e sem se envergonharem, pularam de polo. Passaram a tentar impor seus medos antiprogresso e anticivilização espalhando que a Antártida estava derretendo. E, mais uma vez, por culpa do aquecimento planetário, do qual os seres humanos seriam os vilões!



Na realidade, apenas uma área circunscrita da Antártica perdeu gelo, pela influência de correntes cálidas vindas do Pacífico. Nos cómputos globais o gelo antártico não faz senão crescer.

Já tivemos ocasião de reproduzir em diversos posts dados que denunciam essa manipulação ideológica e expõem a realidade em termos objetivos.

Confira: NASA: gelo na Antártica não cessa de crescer e faz descer níveis dos oceanos

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Porém, o ambientalismo apocalíptico não se interessa pela verdade científica nem pela observação tranquila da natureza. E continua a bombardear a opinião pública com pânicos infundados.

Mais recentemente, autoridades ligadas ao movimento verde passaram a reconhecer a improcedência dos medos do “derretimento” da Antártida atiçados por cômodos laboratórios, equipes de redação, órgãos governamentais e internacionais e até por ONGs verdes mais fanáticas.

A Antártida vista de satélite.
A Antártida vista de satélite.
O biólogo Prof. Fernando Reinach teve a nobre coragem de vir a público no jornal “O Estado de S.Paulo” para avisar: “A Antártida está esfriando”.

“Existem dados detalhados da variação da temperatura nessa região desde 1951, explica ele. Coletados em diversas estações científicas, registram a variação diária da temperatura, e sua variação ao longo das estações do ano. Um gráfico dessas temperaturas ao longo do tempo mostra um aquecimento e resfriamento ao longo de cada dia, combinados com uma variação ao longo do ano, esfriando no inverno e esquentando no verão”.

Após ponderar a evolução dessas medições para cima e para baixo até nossos dias, o Prof. Reinach sublinha que a Antártica se transformou “em um ícone do aquecimento global” resultante da “chegada das mudanças climáticas causadas pelo homem”.

Por certo, o Prof. Reinach não se inscreve entre os cientistas objetivos que contestam essas interpretações enviesadas com fundo ideológico ou extra científico.

Por isso seu avalizado testemunho é muito significativo.

Pois ele conclui: “Mas agora tudo mudou. Analisando os dados de temperatura das últimas duas décadas, os cientistas descobriram que, a partir de 1998, a temperatura da região começou a cair.

“A temperatura do ar vem diminuindo com a mesma velocidade com que vinha aumentando no final do século 20.

“Agora, com 20 anos de dados, todos concordam que isso é uma realidade.

“A Península Antártida vem esfriando. E, se isso continuar, o aquecimento que aconteceu de 1950 a 2000 pode ser revertido.”

O categorizado autor do artigo reconhece a perplexidade dos cientistas engajados na tese aquecimentista.

Segundo Reinach, esses cientistas “concluíram que, tanto o grande aumento no passado quanto essa diminuição recente, se devem a variações climáticas cujos ciclos se medem em décadas e que, portanto, nem o aquecimento anterior nem o resfriamento recente se devem às mudanças globais do clima, mas a fenômenos locais da península, que nem sequer se estendem para todo o continente da Antártida”.

Ou por outra, os cientistas aquecimentistas raciocinaram levianamente, e os antiaquecimentistas tinham razão!

O biólogo reconhece que “é claro que essa descoberta vai ser usada pelos detratores do aquecimento global”, talvez tentando esvaziar o fundamento científico de seus adversários.

Ele aduz que a natureza não agiu segundo “o esperado pelos modelos de aquecimento do planeta”. Modelos esses que, segundo os antialarmistas, são forjados em laboratórios e carecem de conexão com a realidade empírica.

Reinach constata também que as oscilações para cima dos registros da temperatura serviram de “boa propaganda” para a confraria ambientalista com suas dramatizações de pinguins morrendo, etc.

Entretanto, ele não desiste da hipótese do aquecimento global, mas afirma tratar-se de “um fenômeno mais lento” que “é difícil de medir”, porque deve se levar em conta a “presença de muitas outras variações grandes de temperatura”.

Por certo, não é com base em hipóteses baseadas em fenômenos mensurados com tanta dificuldade que se pode impor à humanidade mudanças radicais de civilização.

O Prof. Reinhach lembra que na História “muitas verdades aceitas pela maioria dos cientistas, como a de que o Sol girava em torno da Terra, se mostraram equivocadas”.

É um bom argumento para se sair elegantemente do erro do “aquecimento global” e do falso consenso que haveria em torno dele.

Mas o “aquecimento global” é um dogma muito forte, e pô-lo em dúvida pode atrair severas penas sobre os “hereges”.

O biólogo então prefere ver no “esfriamento da Antártica” uma “anomalia” que de futuro ajudará a entender melhor o dogma do “aquecimento global”.

“Só o tempo dirá”, conclui o artigo, tirando o corpo da espinhosa situação em que o esfriamento da Antártida deixou a confraria verde-vermelha.


Um comentário:

  1. Segundo o Cientista Brasileiro Luiz Carlos Molion, o Aquecimento Global ocorre pelos seguintes fenômenos: 01) Inclinação do eixo da terra em 27",5º - 02) Ação da gravidade da lua sobre o mar - 03) Variações da órbita terrestre que não é circular e sim elíptica- 04) Intensidade da atividade solar. Mais de 650 Cientista manifestaram-se na ONU com a mesma tese, porém não houve repercussão na mídia internacional; porém o próprio Presidente Vladimiu Putin chefe do Estado Russo autor da fraude do Aquecimento Global já reconheceu tal mentira.

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