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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Como podem mídia, chefes de Estado e religião enganar tanto sobre questões ambientais?

Para fazer rir: Obama e Xi Jinping presidem os países que mais produzem CO2. Mas a enganação é apresentar esse gás incolor como fumaça!
Para fazer rir: Obama e Xi Jinping presidem os países que mais produzem CO2.
Mas a enganação é apresentar esse gás incolor como fumaça!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Nicolas Loris, um economista especializado em questões energéticas e ambientais da The Heritage Foundation, levantou uma questão que soa engraçada.

A grande mídia está sempre ecoando boatos, trabalhos pseudocientíficos ou científicos enviesados sobre o aquecimento global. Até aqui, nada de novo.

Porém, esses supostamente bem informados ou até eruditos órgãos, na hora de informar sobre o demonizado CO2, ilustram suas matérias com torres de fábricas soltando colunas de fumaça ou centrais nucleares emitindo vapor de água.

Mas o CO2 é um gás incolor! Será que esses zelotes do meio ambiente não têm notícia desse dado elementar?

O CO2, além de incolor, é inodoro e não tóxico. Os homens saudáveis exalam CO2 quando respiram e não sai fumaça. Acresce que o CO2 é o alimento indispensável para o crescimento dinâmico das plantas.

Quando o presidente Obama assinou juntamente com a China o acordo obtido na COP21 de Paris, o jornal oficial chinês “The South China Morning Post” foi o primeiro a transmitir a informação.

domingo, 23 de outubro de 2016

Internacional ambientalista
pontifica sobre 10 milhões de hectares brasileiras

Em verde claro o total dos corredores a ser "liberados" para animais selvagens
(e onde o homem atrapalha)
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




A ONG ambientalista holandesa Black Jaguar Foundation apresentou um projeto que dispõe de uma faixa de terra de 2.600 quilômetros contínuos, com até 40 quilômetros de largura.

Só que essas terras não lhe pertencem, mas ao Brasil, segundo noticiou “O Estado de S.Paulo”.

A faixa corta a metade Norte do Brasil e tem uma área total de 10,4 milhões de hectares, que inclui dois bilhões de árvores já plantadas. Os ambientalistas holandeses têm parceria com uma ONG brasileira e com cientistas nacionais.

O projeto foi apresentado no Congresso Internacional de Conservação da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), efetivado em Honolulu (Havaí).

Ele explora o Código Florestal, que obriga a recuperação de áreas desmatadas ilegalmente. Para isso argui que deseja reflorestar áreas de preservação permanente (APPs) em até 20 km de cada margem durante todo o trajeto do Rio Araguaia, do Parque Nacional das Emas (GO) até o Atlântico, em Belém (PA).

O plano diz que pretende criar um corredor para os animais e insetos que transitam naquela região. E se não transitam é por culpa dos brasileiros, indiciados como inimigos desmatadores da floresta.

A ideia de corredores para animais está embutida em outros projetos de conservação no Brasil, congelando a atividade humana em vastas extensões do território nacional.

Esse seria mais um e o maior até hoje ousado no País.

Os proprietários de terra ficariam obrigados a replantar a floresta que deveria existir segundo imaginam os ambientalistas reunidos em Honolulu.

O governo lulopetista jogou o Brasil numa cumbuca, comprometendo-se imprudentemente no Acordo de Paris a reflorestar 12 milhões de hectares de florestas até 2030.

O passo em falso já foi dado: Dilma Rousseff prometeu reduzir emissões de gases de efeito estufa no contexto desse mesmo acordo.

Fica saber como isso vai ser feito e, sobretudo, quem vai pagar a conta. Mas isso ideologicamente já está escrito no Corão verde: pagarão os produtores agropecuários, condenados a priori. E o Brasil perderá o aproveitamento dessa imensa extensão de terra.

A Black Jaguar Foundation quer impor sua ideologia radical ao Brasil
e prejudicar inúmeros produtores rurais
O holandês Ben Valks criou a Black Jaguar Foundation e pretende constranger os proprietários manipulando a legislação ambientalista já aprovada. Não precisa muito mais, embora gostasse de leis mais radicais.

A equipe de Valks calcula por alto que vai precisar de uns quatro bilhões de euros (em torno de R$ 14 bilhões) para fazer tudo isso.

Ele aduz os nunca demonstrados ganhos climáticos que esse gigantesco corredor traria para o mundo inteiro. Se fosse verdade, nada mais razoável que o mundo inteiro pagasse a conta pelo benefício que o Brasil lhe rende, e nunca afogar nossa agropecuária.

O "pecado", porém, é que no curso do rio só 10% são terras indígenas e 5% parques nacionais. Sobre os proprietários com terras no entorno deveria cair a guilhotina dos critérios de APP e Reserva Legal, em taxas variando de 20% a 80% das propriedades.

O que sobraria para os proprietários? Uma fração que amanhã será novamente fatiada por mais outra iniciativa para salvar o clima ou o planeta, segundo a demagogia do momento.

Os autores do plano estão preocupados com as onças pintadas, o boto-cor-de-rosa, a lontra gigante, o jacaré-açu e a piraíba.

Porém, a sorte das espécies, segundo reconhece o “O Estado de S.Paulo”, é apenas a bandeira do projeto.

Segundo Ivan Nisida, coordenador de projeto da ONG, a ideia é que os proprietários sejam imersos em práticas agroecológicas de integração floresta-pecuária-lavoura para tornar a economia local sustentável e livre de novos desmatamentos, slogans da ditadura verde.

O próprio Valks perguntou se o projeto não é quase impossível de ser alcançado. Reconheceu que parece com sonhos imensos desconectados da realidade, mas que ele e seus colegas estão dispostos a fazer cair o rigor da legislação ambiental sobre os proprietários agrícolas.

“É difícil, disse, mas somos uma ONG com um projeto só. Grandioso, mas é o nosso foco. E estamos trabalhando com o cumprimento da lei, com a necessidade que os produtores têm de restaurar suas terras”.

O governo federal deveria gastar até 2030 nada menos que R$ 31 bilhões na utopia. Para os promotores, pesquisadores e ambientalistas, a utopia climática justifica de longe essa despesa.

“Comparada com outras alternativas, a restauração florestal ainda é a forma mais barata de tirar carbono da atmosfera”, disse Rachel Biderman, diretora do World Resources Institute (WRI) no Brasil. Como se o CO2 fosse um mal e não um grande bem que está no ponto de partida da corrente da vida!

No mesmo congresso foi comemorado o chamado “Desafio de Bonn”, uma agenda que visa instalar florestas em 150 milhões de hectares que teriam sido degradados pela produção racional humana.

O Brasil ficou como que constrangido a abrir mão da soberania sobre esses 12 milhões de hectares depois que o presidente Michel Temer ratificou o Acordo de Paris. Mas, a rigor, pode recusar esse abuso.

A ideia de corredores por onde circulem livremente as espécies animais pune os homens, que ficam convertidos em meros jardineiros, dependentes dos animais selvagens. Tudo isso para obedecer a teorias arbitrárias cozinhadas em círculos ambientalistas internacionais.

Mas o estrago não fica só aí. Da Índia chegou um exemplo.

Em fevereiro de 2016, uma aldeia indiana inteira mudou de lugar para que elefantes pudessem transitar livremente por uma faixa de terra que serve de ligação entre dois de seus habitats, noticiou “O Estado de S.Paulo”.

Os moradores de Ram Terang, no Estado de Assam, saíram de suas casas, já que anualmente 400 pessoas e uma centena de animais morrem por conta da passagem dos elefantes pelos corredores da biodiversidade!

Corredores para elefantes na Índia, um modelo para o Brasil?
De acordo com a ONG Wildlife Trust of India (WTI), em todo o país há 88 corredores para esses mamíferos.

Os moradores de Ram Terang são “muito afetuosos” com os elefantes, que eles chamam de “pai”, explicou Rupa Gandhi, diretora adjunta da WTI, que trabalhou pela mudança da aldeia.

O projeto não teve piedade e 19 famílias tiveram que fazer as malas “voluntariamente”, deixando para trás suas terras e casas de bambu para garantir a “passagem segura” de aproximadamente 1.800 elefantes.

Em troca receberam novas casas, planejadas segundo as teorias ambientalistas, sem energia elétrica até agora e com painéis solares insuficientes.

Sandeep Tiwari, chefe do projeto de WTI, reconhece que pelo menos a metade dos corredores de elefantes do país apresenta “algum problema em razão da habitação humana”.

Em Assam – crime supremo! – algumas tribos consomem sua carne!

Então que os indianos passem fome, e os elefantes com sua imensa massa de carne desaproveitada circulem à vontade, arrebentando o que bem entendam pelo caminho.

A WTI já transferiu quatro aldeias e, apesar de o chefe do projeto ter assegurado que os mesmos são considerados "um modelo de situação no qual todos ganham", parece que ainda há um longo caminho a ser percorrido.

Nos tempos em que a União Soviética ditava os rumos do pensamento das esquerdas mundiais, falava-se em constituir uma nova entidade soberana na Amazônia que arrancaria a soberania sobre milhões de quilômetros quadrados dos oito países que a possuem.

O Brasil seria o primeiro e o maior prejudicado, perdendo a metade de seu território com o projeto urdido em Moscou. Na prática, a utópica Pan Amazônia acabaria sendo ocupada por ativistas dependentes da longínqua URSS.

Hoje o projeto de um “desenvolvimento soberano” para a Amazônia volta não como um artifício declarado do expansionismo comunista, mas banca de “generosa” preocupação pela saúde do planeta.


domingo, 16 de outubro de 2016

Afinal, Sres. ambientalistas:
acabaremos requentados ou congelados?

Acima: planeta consumido pelo aquecimento global. Embaixo cartaz coberto pela neve em South Boston, fevereiro 2015
Acima: planeta consumido pelo aquecimento global.
Embaixo cartaz coberto pela neve em South Boston, fevereiro 2015
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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diversos blogs




O site Newsbusters, dedicado a surpreender as contradições da grande mídia esquerdista, teve a paciência de conferir as manchetes de grandes jornais e revistas da década de 1970 com as atuais – uma distância de quase meio século.

O site focou especialmente o tema do “aquecimento global”.

O que achou?

Algo de cair de costas. Se a reação certa é de pasmo ou de riso, ou outra qualquer, fica a critério do leitor. O cômico Bill Maher fez rir largamente seus telespectadores.

Porque a constatação básica é que há meio século a mídia, impressa ou televisiva, sensacionalista ou pretensamente séria, trombeteava que o mundo estava fadado a um congelamento global que aconteceria em nosso século.

Eis algumas manchetes e conteúdos:

St Petersburg Times: poluição causaria Idade de Gelo.
(4 de março de 1970)
Sob a manchete “Invernos mais frios precedem Nova Era Glacial”, o sisudo “Washington Post” escrevia em 11 de janeiro de 1970 que “cientistas preveem uma Era Glacial no futuro”.  

No dia 15 do mesmo mês, o grande jornal da Califórnia “Los Angeles Times” não ficava atrás perguntando se “a humanidade não está fabricando para si uma Nova Era Glacial”.

No dia 4 de março do mesmo ano, o “St. Petersburg Times” antecipava os atuais catastrofistas, pondo atribuindo aos homens a causa de mudanças climáticas rumo a um frio devastador: “Poluição poderia causar Era Glacial relata Agência”.

O prestigiado “Boston Globe” de 16 de abril, vinha logo atrás anunciando previsões assustadoras para o nosso século: “Cientistas predizem nova era de gelo no século XXI”.

No dia 26 de junho de 1970, o “St. Petersburg Times” voltava a pôr a culpa do congelamento universal nos homens e em sua civilização: “A poluição apontada como causa da ameaça da Era de Gelo”. 

No dia 18 de julho, o volumoso “New York Times” engajava toda a sua influência no blefe daquele momento, oposto ao alarmismo atual sobre o derretimento do Ártico: “Estudos da imprensa dos EUA e soviética focam um Ártico mais frio”.

Na Austrália, no dia 19 de outubro de 1970, o “Sydney Morning Herald” se somava ao coro midiático das calamidades ambientais nunca acontecidas e divulgava um artigo que hoje poderia ser reproduzido como sendo “a última palavra” em qualquer panfleto ambientalista.

O site Newsbusters também reproduz um artigo da revista Newsweek de 28 de abril de 1975 sobre “O mundo esfriando”.

Para sustentar a enganadora hipótese, a revista cita o “quase unânime” consenso entre os meteorologistas segundo o qual o arrefecimento global “reduzirá a produtividade agrícola pelo resto do século”.

Essa produtividade acabou aumentando de modo exponencial, mas isso não interessa ao alarmismo ecologista, que não liga para a natureza nem para a verdade.

Newsweek: o mundo esfriando (28 de abril de 1975)
O “Newsweek” cita em seu favor um relatório da Academia Nacional das Ciências dos EUA que imaginava que “uma mudança climática de grandes proporções forçaria ajustes econômicos e sociais numa escala universal”. Confira: Newsweek.

Como dissemos acima, Newsbusters reproduz um programa do cômico Bill Maher, que suscita a hilaridade dos telespectadores comentando os blefes.

Reproduz também um vídeo de noticiário da CBS, apresentado por Walter Cronkite em setembro de 1972.

Nele o famoso jornalista insiste na hipótese-realejo dos precursores daqueles que hoje aterrorizam os homens com quase idênticos argumentos, mas com sinal aquecimentista.

Compreendemos o riso do humorista, mas não é a nossa atitude diante do ridículo pego in flagrante delicto.

Estamos constatando e divulgando em nosso blog o que temos encontrado por trás desses pânicos midiáticos: a metamorfose do comunismo encalacrado que acabou desabando com a URSS.

Astuciosamente, os militantes da esquerda vermelha passaram a explorar argumentos supostamente baseados em ciências que cuidam do meio ambiente.

A manipulação visa derrubar a civilização ocidental e cristã e apressar a utopia do caos anárquico e tribal sonhado pelos utopistas pré e pós-marxistas, e até pelo próprio Marx.

Nessa metamorfose, eles vêm sendo poderosamente auxiliados pela Teologia da Libertação e pelos órgãos eclesiásticos que essa teologia infiltrou, como a CNBB, CIMI, MST, para só citar esses e poupar nossos leitores de uma extensa lista.


Bill Maher: O “esfriamento global” não foi só uma gafe de Newsweek:





Assim Walter Cronkite alertava para a “Nova Era Glacial” que estava vindo:



domingo, 9 de outubro de 2016

Portugal taxa até os elementos para achatar igualitaria e ecologicamente os “ricos”

Tem um belo panorama em Lisboa? Pague mais seu capitalista explorador do meio ambiente!!!!
Tem um belo panorama em Lisboa?
Pague mais seu capitalista explorador do meio ambiente!!!!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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Em nome da “justiça social”, prefeituras portuguesas conceberam um imposto genuinamente “verde” e draconianamente contrário à propriedade privada.

Trata-se de penalizar os “odiosos ricos” – segundo a expressão de Reinformation.tv que informou o fato.

O “crime” é que algumas casas tenham maior exposição ao sol ou uma visão panorâmica melhor. A punição está contida no decreto-lei 41 de 2016 e poderá aumentar as taxas municipais cerca de 20 %.

Proprietários e locatários que vivem em casas ou apartamentos voltados para um cemitério ou pouco iluminados terão um desconto de 10 %.

Os portugueses estão furiosos com essa “taxa da luz”. O Estado não diz que está precisando de dinheiro ou de estar sendo constrangido pela União Europeia, mas reconhece que a finalidade é filosófica “igualitária”.

Segundo o secretário de Estado das Finanças, Fernando Rocha Andrade, trata-se de taxar em função do luxo de ter luz solar e panorama, benefícios de tipo ambiental.

Não levará em conta o número dos membros da família nem a qualidade dos serviços públicos. A propriedade será taxada pelo fato de ser ambientalmente agradável ou confortável.

domingo, 2 de outubro de 2016

União Europeia: corrupção
para viabilizar o “ecologicamente correto”

Ativistas de Greenpeace protestam frente à fábrica de Volkswagen em Wolfsburg. A verdade é que a própria União Europeia estava envolvida na fraude.
Ativistas de Greenpeace protestam frente à fábrica de Volkswagen em Wolfsburg.
A verdade é que a própria União Europeia estava envolvida na fraude.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Em diversos posts deste blog comentamos a irrealidade das metas de controle da emissão de CO2, anunciadas demagogicamente por governos e exigidas pelos movimentos verdes com intuitos demolidores.

Muitas empresas ainda hoje se jactam de oferecer produtos e serviços “ecologicamente corretos” especialmente voltados ao controle das emissões de CO2 – as quais não tem nada de mau, pelo contrário, são boas.

Perfumes, joalheiras, fábricas de relógios e casas de modas de sofisticadas grifes francesas ou italianas, carros de luxo, etc. se ufanam de estar comprometidas com o meio ambiente, em termos que por vezes beiram o ridículo.

Temos denunciado a irrealidade desse marketing insincero e enganador exibindo um zelo ecológico fora de lugar. Faltou algum ditador do estilo de Hugo Chávez para decretar que os cidadãos de seu país deveriam deixar de emitir CO2 na hora de respirar...