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domingo, 19 de fevereiro de 2017

Físico do MIT pede fim do “doutrinamento com doidices” do alarmismo climático

Richard S. Lindzen: “histerias” ambientalistas obedecem a uma maliciosa “guerra” montada por propagandistas das esquerdas
Richard S. Lindzen: “histerias” ambientalistas obedecem
a uma maliciosa “guerra” montada por propagandistas das esquerdas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O físico da atmosfera Richard S. Lindzen, professor emérito da cátedra Alfred P. Sloan de Meteorologia no famoso Massachusetts Institute of Technology (MIT), voltou a refutar com abundante documentação os mitos catastrofistas contidos no pânico do “aquecimento global”, informou o jornal The Telegram, de Worcester, Massachusetts.

Na sua palestra, intitulada “Aquecimento Global ou Alarmismo Climático?”, ele desfez as demagógicas manchetes midiáticas que anunciam que “o mundo está chegando a seu fim”.

Isso absolutamente não está acontecendo, disse o Prof. Lindzen.

Um “aumento completamente insignificante” da temperatura global num décimo de grau centígrado constatado em 2016 serviu para o banzé midiático aterrorizar o mundo com a afirmação de que foi “o ano mais quente desde que se tem registro”.

Ele mostrou gráficos de oscilações da temperatura global acontecidas ao longo dos séculos e sublinhou que ditas oscilações são perfeitamente normais.

“A relação entre um modesto aquecimento e uma catástrofe que paira sobre nós é algo gritantemente falso”, disse Lindzen.

Ele alertou também contra o “doutrinamento das jovens gerações com doidices dessas”.

Os mares subiram de nível nos últimos 10 mil anos, a mudança climática é cíclica e natural, o aumento de CO2 por causa humana desde o início da Revolução Industrial é contestável.

Essas e outras “histerias” existem por causa de uma maliciosa “guerra pela energia” montada por propagandistas das esquerdas, que promovem “qualquer outra fonte de energia desde que não preste”.

Urso polar não é bicho bonzinho mas feroz. Sobe no gelo para para catar, matar e comer animais marinos.
Urso polar não é bicho bonzinho mas predador feroz.
Sobe no gelo para para catar, matar e comer animais marinos.
Mas propaganda alarmista apresenta como vítima.
Ele citou o –aliás, imoral – princípio de política formulado por H.L. Mencken: “Toda a arte da praxe política é manter a população alarmada e lhe prometer proteção contra uma série intérmina de espantalhos, a maioria deles fantasiosos”.

Chegou a hora de pôr um freio a todo esse alarmismo com a mudança climática, defendeu Lindzen.

O discurso do especialista pode ter parecido provocativo, considerando que falava na presença de rabinos, de um ex-diretor de pesquisas do câncer da Escola de Medicina da Universidade de Boston e de um bom número de estudantes da Universidade Clark, vários deles engajados nas posições opostas.

O rabino Chaim Fishman, por exemplo, perguntou-lhe demagogicamente para onde irão os ursos brancos quando derreterem os últimos blocos de gelo sobre os quais eles aparecem nas fotos.

O Dr. Lindzen respondeu que o número de ursos polares está crescendo tanto, que o governo canadense, ambientalista ele próprio, autorizou sua caça.

Acresce-se que eles não moram sobre os blocos de gelo, mas ficam sobre eles à espreita de suas vítimas, em geral focas e outros animais marinos. Também são grandes nadadores predadores, que não se incomodam de andar de um iceberg a outro para devorar esses animais quando estão reunidos ou repousando.

Acresce-se ainda que os icebergs não estão desaparecendo, mas apenas derretem ciclicamente nos verões polares, sendo a objeção carente de conhecimentos básicos.



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Verdes apanicados pela abertura de institutos e arquivos sobre o clima

Se as instituições científicas até agora instrumentalizadas por militantes ambientalistas passam a fornecer dados certos, as ofensivas aquecimentistas ficarão sem base crível
Se as instituições científicas até agora instrumentalizadas por militantes ambientalistas
passam a fornecer dados certos, as ofensivas aquecimentistas ficarão sem base crível
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A ascensão de Donald Trump à presidência americana trouxe um efeito inesperado: a corrida para apagar registros e provas por parte de cientistas alarmistas que até agora agiam impunemente sob a administração Obama.

Esses alarmistas agora alarmados alegam temer que o novo presidente ordenasse um “expurgo” de milhares de relatórios elaborados por eles quando ocupavam altos cargos na NASA, na NOAA (Agência Nacional Atmosférica e Oceânica) e outras instituições federais.

Esse medo parece mais provir de suas consciências. Mas por causa dele eles teriam passado “a proteger, duplicar e salvar a ‘evidencia’ do aquecimento global”, segundo o jornal espanhol “El Mundo”.

A verdade histórica aponta até berrantemente o contrário. Cientistas com viés ideológico de esquerda em virtude de apoios políticos ou outros galgaram posições em instituições ou funções desde as quais ficaram distorcendo os dados climáticos e promovendo pânicos infundados.

Como esses dados estão protegidos com graves penalidades, eles não foram destruídos e podem vir a cair nas mãos de cientistas responsáveis.

E é de se desejar que Trump os promova a postos de responsabilidade. Será até uma prova de que está cumprindo as esperanças dos cientistas honestos.

Se isso acontecer, muitos anos de fraudes e informações falseadas ou enviesadas ficarão à vista de todos.

Outrora, o famoso escândalo do Climategate patenteou a imensa máquina de distorção e falsificação de dados e conclusões montada para fazer acreditar a opinião pública mundial que estamos numa vertiginosa espiral de aquecimento global.

Naquela oportunidade, os maus cientistas tudo tentaram para que os dados oficialmente registrados e as análises deturpadas por eles não pudessem ser conferidos por cientistas idôneos.

O escândalo atingiu a cúpula do laboratório Goddard da NASA, o Met Office britânico, universidades britânicas e americanas onde se concentram os dados da temperatura recolhidos em todo o planeta. Alguns dos responsáveis foram formalmente indiciados por falsificação “aquecimentista” e tiveram que renunciar.

Compreende-se que essa confraria apocalíptica agora esteja com as barcas de molho e invente pretextos para tentar salvar a pele.

Gráficos enviesados ideologicamente como este poderão ser denunciados
Gráficos enviesados ideologicamente como este do IPCC poderão ser denunciados
O método para embaralhar a retirada é claro: levantar cortinas de fumaça difamatórias.

A investigadora Joan Donovan, da Universidade de Califórnia – Los Angeles (UCLA) chegou a falar: “estamos lutando numa guerra da informação (especialidade, aliás, em que os alarmistas são mestres) e a mudança climática está sofrendo um ataque muito específico” (aliás, um ataque por parte da verdade que quer ser conhecida).

Segundo “El Mundo” a UCLA virou um epicentro para preservar os dados sobre a mudança climática “que correm o risco de desaparecer do domínio público”.

Poder-se-á verificar se os dados são falsos ou foram manipulados para efeitos ideológicos. E nesse caso constatar-se-á que a realidade do clima está muito mais perto do que dizem os cientistas conscienciosos chamados “céticos” e habitualmente menosprezados e postos de lado.

Michelle Murphy, da ONG Iniciativa de Governança e Dados Ambientais na Universidade de Toronto, já avisou a seus colegas americanos: os ativistas ambientalistas:

“no Canadá, durante o governo do conservador Stephen Harper, sofremos censura, destruição de documentos e o desemprego de cientistas relacionados com a mudança climática”. Faltou acrescentar que foram pegos com a mão na botija.

Murphy, então pede “contra-atacar desde o primeiro momento” nos EUA.

O líder ambientalista Al Gore, malgrado o desprestígio em que caiu pelas suas fraudes demonstradas anunciou o fim da trégua que vigorava na presidência de seu amigo e companheiro de partido Barack Obama.

O próprio Obama também planeja dedicar novos esforços na promoção do blefe da mudança climática. Ele quer que os EUA continuem presos ao acordo de Paris que ele assinou de modo irresponsável.

O Secretário de Energia da nova administração, Rick Perry, mostrou bom senso.

Ele declarou que a mudança climática não passa de “uma teoria científica não demonstrada”.

É claro que os dados objetivos e os trabalhos dos cientistas conscienciosos apontam que não é bem uma teoria – antes bem uma religião ou uma ideologia anti-civilizatória encapuzada – e que a única coisa demonstrada é que o mundo não está em fase de aquecimento.

Scott Pruitt, novo diretor da EPA (Environmental Protection Agency, equivalente a nosso Ministério de Meio Ambiente) diz que “os cientistas continuam sem ficar de acordo sobre o alcance real do aquecimento global e sobre sua conexão com as atividades humanas”.

Ativistas do aquecimentismo que pareciam aposentados como Al Gore agora estão voltando para salvar um passado tendencioso e turvo
Ativistas do aquecimentismo que pareciam aposentados como Al Gore
agora estão voltando para salvar um passado tendencioso e turvo
Em poucas palavras, o pânico do aquecimento que poderia extinguir a vida na terra em nada está provado.

Na Grã Bretanha, a nova primeira ministra Teresa May chegando à residência oficial de Downing Street logo suprimiu o Departamento de Energia e Mudança Climática, um reduto espalhador de temores infundados.

O jornal “The Independent”, caixa de ressonância habitual dos slogans e ideias socialistas esperneou pelos “graves riscos” de erosão das costas britânicas, dos alagamentos e dos “possíveis” efeitos do aumento da temperatura no sul da Inglaterra no horizonte 2050.

Vale tudo. Por que só o sul da Inglaterra? Não é o planeta todo que estaria aquecendo? Blefa, blefa, que algo ficará

Uma centena de cientistas britânicos escreveu à primeira ministra para que arranque a adesão de Donald Trump à mudança climática. Como se a resposta à questão não fosse científica, mas resultado de conchavos políticos como vinha sendo até agora.

“O que mais nos preocupa é que sem os dados e o acompanhamento do clima feito pelas instituições americanas, podemos ficar dando pauladas para todo lado como cegos num futuro próximo”, arguiu Piers Forster, da Universidade de Leeds, que lidera a petição.

Em poucas palavras terão que trabalhar com dados objetivos e cujas conclusões poderão ser revistas por colegas.

Objetividade e seriedade que soa como a morte para quem até agora abusou dos cargos e distorceu dados e teorizações em aras de uma utopia de fundo anarquista e comuno-tribalista.


domingo, 5 de fevereiro de 2017

Físico ateu quer sair da Terra,
de pânico dos bichos papões ambientalistas

Espantado pelos pânicos ambientalistas Stephen Hawking propõe fugir da Terra.
Espantado pelos pânicos ambientalistas Stephen Hawking propõe fugir da Terra.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Louvado pela moda, o físico e cosmólogo britânico Stephen Hawking encheu de gáudio o catastrofismo ambientalista em debate organizado pela Oxford Union Society.

Segundo esse militante do ateísmo, nós só teremos 1.000 anos para fazer as malas e migrarmos para outro astro. Desse destino fatídico adviria a necessidade de acelerar a conquista espacial.

Ele explicou a causa de sua predição apocalíptica: “Eu acredito que não sobreviveremos mais 1.000 anos sem fugirmos de nosso frágil planeta”, informou o jornal londrino “The Independent”.

Para identificar os cânceres que devorarão esse “frágil planeta”, ele apelou para os pânicos ambientalistas:

O primeiro é a mudança climática; o segundo é o desenvolvimento da energia nuclear; e, por fim, o progresso da inteligência artificial.

O físico apoiou-se em sua visão materialista do homem, qualificado por ele de “mera partícula elementar da natureza”. Após rebaixar assim o ser humano, que tem uma alma imortal dotada de inteligência e vontade, Stephen Hawking apelou para o precipício dos blefes ambientalistas.

Não é a primeira vez que o cosmólogo apela para pânicos irracionais com vistas a influir sobre o futuro da espécie humana. Em abril de 2015 ele apresentou um projeto de nave espacial para tentar atingir Alpha Centauri, o grupo de estrelas mais próximo da Terra.

Nenhuma tecnologia permite entrever como essa viagem seria possível. Levar-se-ia toda a humanidade, ou se escolheria uma casta de “seletos” que iriam iniciar uma nova humanidade enquanto os restantes ficariam condenados à extinção pelo aquecimento global?

Migrar para a brilhante estrela Alpha Centauri da qual pouco se sabe equivale a um suicídio coletivo.
Migrar para a brilhante estrela Alpha Centauri da qual pouco se sabe
equivale a um suicídio coletivo.
Quanto duraria essa viagem monstruosa? Alpha Centauri se encontra nada mais, nada menos a quatro anos-luz e é astronomicamente imensa. E ir para onde? A ciência e a tecnologia espacial não têm a menor ideia se há algum astro habitável naquele sistema.

Muitos físicos criticam Hawking, argumentando que ele age mais como um astro pop do que como cientista.

Eles alegam que o britânico defende teses muito embombadas pela imprensa, mas que nunca demonstra.

Acrescentam que é muito difícil discutir com ele pela ausência de documentação para suas suposições e pelo barulho midiático que o circunda (cfr. verbete Stephen Hawking, Wikipedia).

Falando no programa “Live from space”, Hawking pontificou que os terrícolas deveriam colonizar a Lua num prazo de “50 anos”, por causa de um suposto supercrescimento da população.

Na verdade, a humanidade com todas suas atividades ocupa por volta de 11% da Terra, existindo ainda imensidades por conquistar para a cultura e para a civilização.

As novas tecnologias prometem tornar essa estreita percentagem aproveitada do planeta ainda mais rica e produtiva. Mais, expandir essa parcela para regiões agora consideradas inaproveitáveis, como é o caso de muitas que hoje são prósperas graças ao trabalho dos homens.

Para isso vale, aliás, o conselho final que ele mesmo deu:

“Lembrai-vos de olhar para as estrelas, e não para os vossos pés. Tentai entender o que vós vedes e vos interrogar sobre as razões de ser do universo. Sede curiosos. Pouco importa até que ponto a vida parece complicada, sempre haverá alguma coisa que vós podereis fazer e obter sucesso. O importante é não entregar os pontos.”

A conquista do espaço não precisa de pânicos irracionais que induzam a pular no vazio de um sistema remotíssimo, inacessível e essencialmente ignorado. Esse pulo soa a suicídio coletivo em nave perdida.

O homem precisa é de sabedoria. Isso é o que está faltando. Ele poderá assim dar lugar a proezas no domínio da Terra, garantindo uma vida livre e plena, realizando o plano de Deus.

Mas apelando para o contrário da sabedoria, que é a característica da revolução verde-vermelha, nós nos jogaremos num precipício inimaginável.