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domingo, 14 de janeiro de 2018

Mini período glacial previsto produz efeitos

Tubarões morreram de choque térmico na água e congelaram na praia.
Tubarões morreram de choque térmico na água e congelaram na praia.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








No norte dos EUA e no Canadá, tubarões mortos de frio foram jogados nas praias de Massachusetts, onde acabaram se congelando.

A ONG Atlantic White Shark Conservancy reconheceu que os tubarões estavam tão congelados que a necropsia não foi possível.

Iguanas caíram congeladas das árvores em Miami. Os moradores do norte da Flórida acordaram com uma camada de neve cobrindo o chão, fenômeno que não se via no “estado do Sol” havia três décadas.

Eles cunharam a hashtag #snowmageddon, uma contração das palavras neve e apocalipse em inglês, e as crianças fizeram a festa por toda parte, informou a G1.



Iguana que caiu congelada no borde de uma piscina na Florida, foi reanimada.
Iguana que caiu congelada no borde de uma piscina na Florida, foi reanimada.
As cataratas do Niágara congelaram em grande parte e quando os milhares de voos suspensos puderam partir deixaram um país com temperaturas siberianas, noticiou a revista francesa “Le Point”.

Chicago passou o réveillon mais frio de sua história registrando - 17 °C. No Canadá, os pinguins do zoo de Calgary tiveram que ser abrigados do persistente frio de – 28 ºC.

Simultaneamente a neve e o gelo paralisaram Espanha duas vezes e cobriram parte do deserto do Saara na África. Tempestade de neve paralisou todo o sistema ferroviário alemão.

Na Yakutia, Rússia, se chegou a registrar - 67 °C. Moscou recebeu a “nevasca do século” e apelou ao exército para liberar as ruas entupidas pela neve.

O inverno 2017-2018 promete ser um dos mais rudes do hemisfério norte com mínimas que podem oscilar entre - 20 °C e - 50 °C.

A mini era glacial anunciada já produz efeitos palpáveis. Ela não pode ser objeto de exageros nem, ainda menos, de pânicos como os ativistas comuno-ecologistas montam artificiosa e deslealmente para justificar medidas de cunho ditatorial.

A humanidade já passou por vários desses “mini períodos glaciais”, que depois foram seguidos por “mini períodos quentes”, obedecendo a ciclos inscritos na natureza.

Mais uma vez, as cataratas congeladas do Niágara foram atração turística
Mais uma vez, as cataratas congeladas do Niágara foram atração turística
Júlio César registrou em seu livro famoso sobre a conquista da Gália que na França fazia tanto frio que não crescia a uva nem o trigo.

No início da Idade Média veio o “período quente medieval” e até a Inglaterra plantava uva e fazia vinho.

No Ancien Régime, após a Idade Média, o memorialista Saint-Simon conta que as taças de água gelavam e trincavam na mesa do rei Luis XIV.

Posteriormente um novo período quente durou até o fim do século XX. E agora ingressamos lentamente em mais uma “mini era glacial” que durará até o próximo “mini período quente”.

Neve no deserto do Saara
Neve no deserto do Saara
As recentes ondas de frio tem como causa fenômenos climáticos imediatos na América do Norte e na Europa.

Em verdade não são inéditos, mas sim raros pela intensidade e extensão e pelos recordes de baixas temperaturas.

Não há razão para se desgarrar as vestes nem profetizar o fim do mundo.

Essas são atitudes tendenciosas frequentes nos ativistas das “mudanças climáticas” quando encontram ou inventam algum pretexto para falar mal contra a civilização atual.



Vídeo: O Atlântico Norte congelado diante de Falmouth, Massachusetts





Veja como um climatologista sério anunciava em 2010 o arrefecimento global para pasmo de jornalistas engajados no mito do aquecimento global




5 comentários:

  1. Não tem como copiar o link do vídeo. Gostaria de mandar aos amigos.

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    Respostas
    1. Luiz, você pode diminuir o zoom da página, aí aparece a ferramente de compartilhar. Testa ai e vê se dá certo.

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    2. Prezado Daniel,
      com certeza é como você diz e vou fazê-lo.
      Mas é um problema sem muita solução, porque cada usuário usa o zoom de sua preferência, até às vezes sem saber que acionou o zoom para mais ou para menos.
      Complica ainda mais a multiplicação dos tamanhos dos monitores considerados em pixeles. O que é grande para um é mirrado para outro, etc.
      Youtube não fornece a opção de visualizações variáveis, mas só fixas, então para uns o vídeo fica sobrando da coluna principal e para outros é inexplicavelmente pequeno.
      Vamos lidando como podemos, já houve pior.
      Atenciosamente

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    3. Luis Dufaur, tem uma maneira, sim. Clique duas vezes na tela. Ela irá mostrar o vídeo no Youtube, em tela cheia. Clique na sua tecla Esc, ela cai para o modo normal, mas ainda no Youtube. Depois, clique em "compartilhar". Vai aparecer o Embed de sua escolha, opte por Google, na sequência clique em copiar. Copie, cole numa página do word. No Embed, altere o tamanho da tela: onde está, por exemplo, 515, altere só o número para 410. Depois, onde está 315, altere para 230. É só um tamanho que ajustei para o meu blog, vc pode mudar para o seu tamanho. Ele deve encher de lateral a lateral a sua área de publicação, sem perder espaço de tela, como vc tem feito feito.
      A mesma coisa vc pode fazer com fotos. Clique na foto, lá no editor de texto do Google, coloque tamanho "grande", e aí escolha a melhor opção, se alinhado pela esquerda ou centralizado. Vai parar de aparecer uma letra apenas da frase seguinte ao lado da foto...
      abs
      Richard

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  2. Para este post, todos os vídeos incluídos, o link é: https://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com.br/2018/01/mini-periodo-glacial-previsto-produz.html

    Para o vídeo do oceano congelado, no YOutube o link é: https://www.youtube.com/watch?time_continue=4&v=Jd2_Ac0eTpg

    Para o vídeo da entrevista TV, também no Youtube, o link é: https://www.youtube.com/watch?v=9n35BcGny30

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