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domingo, 27 de maio de 2018

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (4)

A finalidade da revolução verde não é poupar a Terra,
mas demolir a atual ordem de coisas, abrindo espaço para o comunismo anárquico
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs











A economia do ambientalismo


Uma vez rejeitadas as utopias, e entendido que, por exemplo, 10 milhões de pessoas que vivem numa cidade grande não podem exigir que o ar seja igual ao de uma aldeia de 50 pessoas, podemos então finalmente nos dedicar a resolver os verdadeiros problemas ambientais, utilizando para tal o único mecanismo realmente possível: propriedade privada e sistema de preços.

Quando o sistema de preços funciona livremente, ele garante que oferta e demanda estejam quase sempre em equilíbrio, garantindo que os recursos sejam alocados para seus fins mais produtivos.

Já quando o governo intervém no sistema de preços, ele garante desperdícios, dificulta o empreendimento e empobrece as pessoas.

Se o café — por quaisquer razões — se tornar mais escasso, seu preço subirá, alertando aos consumidores para que bebam menos.

Se mais café entrar no mercado, os preços cairão, avisando aos consumidores que eles podem beber mais. Preços, portanto, constituem um sistema de preservação de recursos.

domingo, 20 de maio de 2018

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (3)

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Aquecimento global


No dia 22 de abril de 1970, celebrou-se o primeiro Dia da Terra, evento criado pelo burocrata Gaylord Nelson, senador do estado de Wisconsin.

Na época, os ambientalistas estavam alarmados com um iminente resfriamento global. O mundo viveria uma nova era do gelo caso os governos não tomassem providências imediatas.

Recentemente, utilizando praticamente a mesma mensuração, o alerta era sobre a inevitabilidade do aquecimento global.

Como as tendências futuras revelaram-se muito incertas, optou-se então por chamar o “fenômeno” de 'mudanças climáticas' (primavera para verão?), só pra garantir.

domingo, 13 de maio de 2018

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (2)

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Os nazistas foram pioneiros


Sempre soubemos que, em termos econômicos, os nazistas eram esquerdistas (Nazi vem de Nationalsozialismus ou Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães), mas hoje - graças aos estudos de Robert N. Proctor, que os compilou em seu livro Racial Hygiene: Medicine Under the Nazis (Higiene Racial: a Medicina dos Nazistas) - sabemos que eles eram fanáticos por saúde, maníacos por exercícios físicos, ecologistas radicais, entusiastas de comidas orgânicas e defensores ferrenhos dos direitos dos animais, além de nutrirem profundo menosprezo por álcool e tabaco.

Como os ambientalistas de hoje, que colocam qualquer percevejo ou erva daninha acima dos seres humanos, os nazistas eram ardorosos conservacionistas. Eles implantaram uma série de leis com o objetivo de proteger “a natureza e seus animais”, especialmente as plantas e os animais “ameaçados”.

Os nazistas proibiram pesquisas médicas com animais, e o simpático Hermann Göring ameaçou “deportar para um campo de concentração” qualquer um que se atrevesse a desobedecer à lei.

Ele encarcerou um pescador por seis meses apenas porque este cortou a cabeça de um sapo - que seria utilizado como isca - quando o batráquio ainda estava vivo. A revista alemã de humor Simplicissimus publicou um desenho no qual um pelotão de sapos fazia a saudação nazista para Göring.

Como crentes da “medicina orgânica”, os nazistas conclamaram o povo alemão a comer apenas frutas e vegetais crus, uma vez que a conservação, esterilização e pasteurização dos alimentos significavam sua “alienação da natureza”.

Eles odiavam até mesmo o pão branco.

“Em 1935, o Führer da Saúde, Gerhard Wagner, empreendeu uma luta contra a recente mudança de hábito, que havia abandonado o pão integral natural em prol do pão branco altamente refinado”, diz Proctor.

domingo, 6 de maio de 2018

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (1)

Lew Rockwell
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Lew Rockwell, presidente do Ludwig von Mises Institute, em Auburn, Alabama, e editor do website LewRockwell.com, autor dos livros Speaking of Liberty e The Left, the Right, and the State, escreveu relevante matéria sobre a substância do movimento ambientalista.

No momento em que as grandes tubas da publicidade, mais ou menos eivadas de esquerdismo, rememoram até com saudades a explosão anárquica de Maio de 68, ou da Sorbonne, em Paris, o artigo volta à tona.

Com efeito o anarquismo extremista dos revolucionários de 68 permeou profundamente o movimento anarco-ecologista, e esse se comunicou aos estudantes revolucionários sorbonnianos.

Esse movimento comemora seu 50º aniversário no mesmo ano que o socialismo e o comunismo comemoram o segundo centenário do nascimento de Karl Marx.

Como duas cobras enroscadas ambos movimentos chegam até o presente visando subverter a ordem da sociedade e da civilização.

Para compreender o movimento anarco-tribalista vermelho-verde que se abate contra a sociedade, conserva plena atualidade o referido artigo de Rockwell publicado no site do Instituto Ludwig Von Mises Brasil. A tradução é de Leandro Augusto Gomes Roque. Os sublinhados são nossos.

A extensão desse trabalho dificultou a publicação no nosso blog, mas pela sua importância decidimos publicá-lo em posts sucessivos.




As raízes anti-humanas do movimento ambientalista

Por Lew Rockwell

Como o socialismo, o ambientalismo combina uma religião ateísta com um estatismo virulento. Existe, porém, uma diferença: o marxismo ao menos fingia ter alguma preocupação com seres humanos.

O novo socialismo