Para atualizações gratis via email: DIGITE SEU EMAIL:

domingo, 31 de março de 2019

Derretimento do Ártico revela que clima foi muito mais quente há 115.000 anos

Os investigadores coletaram 48 amostras de plantas em 30 capas de gelo diferentes
Os investigadores coletaram 48 amostras de plantas em 30 capas de gelo diferentes
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Uma surpresa foi revelada pelo derretimento cíclico do gelo que recobre o Ártico. Esses derretimentos cíclicos são periódicos – malgrado a algazarra ambientalista.

Essa procura achar pretextos para justificar o preconceito de um aquecimento global antropogênico que nos conduziria em linha reta à morte do Planeta.

Há diversos ciclos de expansão e retração do gelo, além do anual bem conhecido.

No estado da retração atual, a diminuição do gelo permitiu descobrir paisagens na ilha de Baffin, oeste da Groenlândia, que estavam ocultas há mais de 40.000 anos, informou “Clarín”.

A descoberta significou muito para a região, aliás habitada por escassas tribos inuis.

A região teve seu século mais quente há 115.000 anos, prova sobrada que o espantalho do “aquecimento global” gerado pela interferência humana, já aconteceu há muitos milhares de anos trazendo benefício para o planeta e sem ação humana.

Um estudo da Universidade de Colorado – Boulder aplicou o consagrado método de datação por rádiocarbono para calcular as idades das plantas colhidas nos bordos de 30 camadas de gelo em dita ilha.



A colheita foi possível pelo derretimento que aconteceu no verão dos últimos anos. Baffin é a quinta maior ilha do mundo e está dominada por fiordes profundos e largos separados por planaltos, mas com baixo relevo.

A camada de gelo delgado e frio do planalto agiu como um imenso freezer natural que conservou durante milênios o musgo e os liquens na sua posição de crescimento original.

Os vegetais ficaram cobertos pelo gelo pelo menos 40.000 anos
Os vegetais ficaram cobertos pelo gelo pelo menos 40.000 anos
Foi assim que os cientistas puderam colher sistematicamente por vez primeira amostras muito bem conservadas da vegetação da ilha dos bem-aventurados séculos de “aquecimento global”: 115.000 anos atrás!

Simon Pendleton, investigador doutoral no INSTAAR (Institute of Arctic and Alpine Research) explicou que “as plantas mortas desaparecem da paisagem, mas mensurando a idade das plantas enraizadas pelo rádio carbono se pode saber quando aconteceram os últimos verãos cálidos”.

Em agosto de 2018, os investigadores colheram em Baffin 48 amostras de plantas num largo rango de elevações e exposições. Também reuniram amostras de quartzo em cada local para determinar com a máxima precisão a idade e a história da cobertura de gelo.

As amostras foram processadas nos laboratórios do INSTAAR em Boulder e na Universidade de Califórnia – Irvine.

Gifford Miller, professor de ciências geológicas na Universidade de Colorado – Boulder foi o responsável principal da investigação


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado pelo comentário! Escreva sempre. Este blog se reserva o direito de moderação dos comentários de acordo com sua idoneidade e teor. Este blog não faz seus necessariamente os comentários e opiniões dos comentaristas. Não serão publicados comentários que contenham linguagem vulgar ou desrespeitosa.