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domingo, 10 de maio de 2020

Os ecoprofetas erram? Então exageram mais!

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







continuação do post anterior: Atemorizar para impor um comunismo ecumênico-panteísta




Pelo fim dos anos 70, James Lovelock modernizou a velha superstição da deusa pachamama e batizou a Terra de Gaia, alegando que nosso astro é um único ser vivo.

No livro A vingança de Gaia Lovelock defende, como os índios primitivos, que essa deusa se vinga – é claro que dos civilizados capitalistas e/ou cristãos – com espantosas catástrofes geológicas ou climáticas.

Mas em 2014 Lovelock reconheceu que suas profecias estavam erradas pelo menos numa sensível parte:

“Eu mesmo caí no alarmismo. O fato certo é que as temperaturas não aumentaram na superfície terrestre como se aguardava. (El Mundo



Porém continuou a propugnar seu fundo anti-humano, propondo reduzir drasticamente a humanidade:

“Somos muitos. A Terra não pode mais suportar durante muito tempo a pressão de mais de sete bilhões de seres de nossa espécie”.

Profetizou então um “período turbulento que nos aguarda”, no qual a humanidade será radicalmente diminuída.

De onde tirou isso? Quem lho revelou? Como acontecerá? Ele não contou.

Em 22 de abril de 1970, densos magotes de ativistas “pacifistas” pró-URSS – hippies intoxicados, abortistas frenéticas e fãs de Charles Manson – clamaram nas ruas dos EUA pelo fim da ordem civilizada, em nome do “flower power”, da droga e da anarquia. Foi o Earth Day.

O evento foi o marco inicial do ambientalismo moderno, e sob seu efeito nasceu a Environmental Protection Agency, matriarca dos ministérios de Meio Ambiente que se espalharam pelo mundo.

Os agentes da Revolução anarco-ecológica não se incomodaram ao ver desmentidas pelos fatos as fantásticas catástrofes que anunciavam.

Em verdade, só procuravam um efeito político imediato, mas irreversível, que servisse de suporte a novas exigências malucas.

“Foi uma rasteira, mas funcionou”, disse o senador Gaylord Nelson, pai fundador da ideia do “Dia da Terra”. (Reason Magazine)

Em 2009 a ONU reconheceu o evento e instituiu o “Dia Internacional da Mãe Terra”, que se comemora em 22 de abril.

O que previam nessa década de 1970 “os profetas do fim do mundo”?


Eis alguns oráculos:

1. George Wald, biólogo de Harvard, achava que “a civilização chegaria a seu fim dentro de 15 ou 30 anos”.

2. Barry Commoner, biólogo da Universidade de Washington: “Estamos numa crise ambiental que ameaça todo o mundo enquanto lugar habitável pelos humanos”.

3. “The York Times”: “O homem deve parar com a poluição e preservar seus recursos, [...] para salvar a raça humana de uma deterioração intolerável e sua possível extinção”.

4. Paul Ehrlich: “De modo inevitável e completo, a população vai crescer mais do que qualquer aumento na produção de alimentos [...]. A mortalidade por fome atingirá anualmente pelos menos 100 ou 200 milhões”.

5. No ensaio Eco-Catástrofe!, de 1969, Ehrlich acrescentava: “Por volta de [1975], teremos fomes de proporções inacreditáveis. Os mais otimistas pensam que a extinção da população não acontecerá antes da década de 80”.

6. Denis Hayes, organizador-chefe do Dia da Terra: “Já é tarde demais para evitar a fome de massa”.

7. Peter Gunter, da North Texas State University: “Por volta de 1975, fomes generalizadas espalhar-se-ão por toda a Índia, Paquistão, China, Extremo Oriente e África.

Pelo ano 2000 as Américas do Sul e Central lutarão para sobreviver, carentes de víveres”.

Comparemos isso com o que de fato aconteceu: Em 2019 a agropecuária brasileira alimentava mais de 1,5 bilhão de pessoas. (Agroemdia). Em 2013 a Argentina alimentava mais de 400 milhões. (Exame). Estudo da Bain & Company, em 2010, previu que o Mercosul produzirá a maior parte dos 3,5 bilhões de toneladas de grãos que o mundo consumirá em 2050 (Globo Rural).

Não é fácil errar tanto em prazo tão curto sobre o mesmo assunto.

8. “Life” informava que nas proximidades “de 1985 a poluição terá reduzido pela metade a quantidade de luz solar que chega até a superfície da Terra...”

9. Kenneth Watt, em “Time”: “É apenas uma questão de tempo para que a luz desapareça da atmosfera, e que qualquer parcela da Terra fique aproveitável”.

10. Barry Commoner: Chuva de poluentes orgânicos acabaria com o oxigênio nos rios dos EUA, extinguindo os peixes.

11. Harrison Brown, em “Scientific American”: As reservas de cobre se esgotariam totalmente pouco depois do ano 2000. E as de chumbo, zinco, estanho, ouro e prata, antes de 1990.

12. Gaylord Nelson, em “Look”: “Dentro de 25 anos, cerca de 75% a 80% de todas as espécies animais terão se extinguido”.

13. Kenneth Watt: “A temperatura média global do mundo em 1990 será em torno de quatro graus mais fria, e onze graus mais fria no ano 2000. Isso é o dobro do necessário para nos imergir numa era glacial. (Estas “profecias” foram recopiladas pelo American Enterprise Institute)

Se o mar não inunda, mudem os mapas!


Em sua edição de 2011, o reputado Times Comprehensive Atlas of the World divulgou que a Groenlândia perdera 15% (300.000 km2) da cobertura de gelo perene em relação a 1999.

Eminentes cientistas acusaram o Atlas de falsificar o mapa para encaixar esse território no esquema do “aquecimento global”. (The Guardian)

Até cientistas propugnadores desse “aquecimento” participaram do protesto. Para eles, a diminuição real foi de 0,1% em 12 anos.

Com procedimentos de medição mais precisos, outra equipe de cientistas constatou que a Groenlândia começou a aquecer 19 mil anos atrás, (Le Monde) muito antes de aparecerem a civilização, as cidades, indústrias etc., contrariando o dogma ambientalista segundo o qual são estas que provocam o aquecimento derretedor das geleiras.

Para induzir à “verdade emocional” das “mudanças climáticas causadas pelo homem”, o alarmismo do Atlas suprimiu os países-arquipélago de Tuvalu e Maldivas, além de grandes partes de Bangladesh. (The Telegraph

As ilhas de Tuvalu, Kiribati e da Micronésia estão crescendo, e não afundando como o referido Atlas dizia.

A propaganda alarmou as populações locais, mas um estudo trouxe sossego utilizando fotos históricas e imagens de satélite dos últimos 60 anos. E constatou que 80% das ilhas permaneceram iguais, e algumas até aumentaram dramaticamente.

Arthur Webb, da South Pacific Applied Geoscience Commission, explicou: “Os atóis são compostos de material vivo, então nós temos um crescimento contínuo”.

Outras ilhas crescem pelo acúmulo de sedimentos marítimos. O furacão Bebe, de 1972, depositou 140 hectares de detritos em Tuvalu, aumentando sua área em 10%. (BBC)

Superabundância de petróleo contraria o “fim do petróleo em 1980”


Em 1972, o Clube de Roma, que reúne homens altamente laureados, publicou o livro Limites ao Crescimento, no qual previa um esgotamento em breve prazo dos recursos da Terra.

Ele exigia o congelamento do desenvolvimento econômico mundial, além de drástico controle da natalidade.

Mais de 30 milhões de exemplares circularam em 30 idiomas, e sobre ela disse o presidente americano Jimmy Carter:

“Lá pelo fim da próxima década, poderemos ter esgotado as reservas de petróleo conhecidas no mundo todo”.

No entanto, estamos em 2020 e o petróleo não se esgotou; e as reservas conhecidas aumentaram, inclusive derrubando a cotação internacional. (Veja

Dom Roque Paloschi, atual presidente do CIMI, durante
Assembleia Geral da CNBB em Aparecida.
Foto Augusta Eulália Ferreira
Ao crescimento das jazidas convencionais se somaram as do petróleo de xisto, do pré-sal e das areias betuminosas no Canadá.

Após um ano de estudo, Leonardo Maugeri, alto executivo da maior petrolífera italiana, concluiu que “a capacidade de fornecimento de petróleo está crescendo mundialmente em níveis sem precedentes, e poderá superar o consumo”. (Veja) 15/07/2012

Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura da UFRJ, incluiu o gás de xisto como exemplo do maná de combustíveis fósseis, cuja super-oferta preocupa o mundo.

O ex-primeiro ministro socialista francês Michel Rocard comemorou, afirmando que a França é, para o “gás de xisto, o que o Qatar é para o petróleo”. (FranceTV.info

O fanatismo ambientalista, porém, impôs que a França não só não aproveite esse potencial, mas proíba explorá-lo.

Dados como esses evidenciam que o Clube de Roma perdeu a vergonha, pois prossegue repetindo o realejo das velhas teses catastrofistas.

Nas suas pegadas, os partidos verdes e afins punem os combustíveis fósseis com impostos e restrições aos veículos particulares.

Esconder que a Terra ficou mais verde


A vegetação mundial não deixa de se expandir, mas certo tipo de ecologismo silencia algumas boas notícias concernentes ao homem e à natureza.

O NASA Earth Observatory concluiu que nos últimos 20 anos o mundo ficou mais verde, pelo aumento da área plantada. 

No terceiro milênio a superfície da Terra recoberta de folhagem aumentou por volta de 5%, e isso equivale a outra Amazônia verde.

Ela foi conquistada pelo homem com tecnologia, ao abandonar mitos socialistas impregnados de “cultivos ancestrais”.

Desde 2003 as plantas vêm captando anualmente 4 bilhões de toneladas de carbono a mais do que no ano anterior, inclusive o CO2. (Reuters

Outro estudo da NASA, (Nature Climate Change)  de 2015, constatou que a Terra esfriou nas áreas de pesada industrialização, onde foram consumidos maiores volumes de combustíveis fósseis.

Isso contraria o que os mitos ambientalistas decretam sobre a perda de cobertura florestal.

Estudo publicado em 2016 (El País)  pelo CREAF, vinculado à Universidade Autônoma de Barcelona (UAB), calculou que, graças ao aumento do CO2, a Terra ganhou 36 milhões de quilômetros quadrados de superfície verde, equivalente a três vezes a área da Europa ou duas vezes a dos EUA.

A conclusão foi que nos últimos 33 anos a biomassa terrestre cresceu em 40% da superfície terrestre. Os cientistas atribuem esse crescimento às altas concentrações de CO2, um poderoso “fertilizante”.

Sem o CO2, toda a vegetação do planeta morreria; e assim se extinguiriam também os alimentos para as espécies animais.

O ambientalismo radical apresenta-se como zeloso defensor da vida animal, mas insiste em ignorar que é por meio da interação entre o CO2 e as plantas que surgem os nutrientes básicos à alimentação animal, portanto humana.

A manipulação demagógica serviu de gancho para a Campanha da Fraternidade 2016, que apresentava a água doce como um bem “cada vez mais raro, escasso e caro”.

Mas o Departamento de Pesquisas Geológicas da Universidade da Carolina do Norte verificou que a área coberta por rios no mundo é, no mínimo, 44% maior do que se supunha. (BBC News

A tão propalada desertificação da Terra foi gravemente esvaziada. Uma equipe internacional de hidrólogos, liderada por Tom Gleeson da Universidade de Vitória, Canadá, fez a primeira estimativa das reservas totais de águas subterrâneas da Terra. O volume total dessas águas seria de 23 milhões de quilômetros cúbicos. (Inovação Tecnológica)

Se fosse possível retirá-las, cobririam todos os continentes com uma altura de 180 metros, ou elevariam os níveis do mar em 52 metros.

Fotografias de satélites do Norte da África apontaram que o deserto do Saara está em retração, (BBC News) invalidando a suposição de que os desertos estariam se dilatando. Um imenso aquífero foi descoberto também sob o Saara.

Ambientalismo alarmista prejudica o homem


Pressionada “pela biodiversidade”, a Austrália proibiu a caça dos tubarões brancos, ou tubarões assassinos, que em três anos mataram sete banhistas.

O governo então autorizou que essa “espécie protegida” fosse abatida pelos pescadores quando avistada a menos de 20 quilômetros das praias. (Le Monde

A militância “verde” se manifestou em Perth a favor dos predadores, portanto contra a norma de bom senso reclamada pela população.

Na Europa, os lobos foram reinstalados nos Alpes; e por serem protegidos por lei, multiplicaram-se e dizimam as ovelhas.

No sul do Brasil os javalis devastam as plantações, com a proteção do IBAMA. A magnitude das perdas forçou a moderar essa proteção.

Com vistas a conscientizar o público para a luta pela preservação dos animais, até em desafio às leis, o cineasta Noel Marshall concebeu em 1969 a película Roar. (La Nación

Os atores dormiam, comiam e passavam os dias da filmagem com 132 leões, tigres, chitas e panteras.

Os leões começaram a atacar sem interrupção: 70 artistas e técnicos arriscaram suas vidas, e cerca de 100 funcionários saíram feridos. Marshall foi mordido várias vezes, e internado com gangrena.

Uma perna de sua mulher Hedren foi fraturada por um elefante. Sua filha Griffith precisou de uma cirurgia de reconstrução facial e ficou desfigurada.

Muitas feras destruíram câmeras, e por fim morreram. Marshall nunca mais voltou a filmar.

Frank M. Mitloehner, professor da Universidade da Califórnia-Davis, está espantado pela pressão da grande mídia para comer menos carne, a pretexto de salvar o clima.

Se todos os norte-americanos eliminassem as proteínas animais de suas dietas, as emissões de gases estufa só diminuiriam 2,6%.

Tampouco resiste à crítica a suposição de que somente com plantas haveria mais calorias por pessoa.

Segundo a FAO, perto de 70% das terras agrícolas do mundo só podem ser usadas para pasto de ruminantes. Calcula-se que pelo ano 2050 a população mundial atingirá 9,8 bilhões.

Alimentar essa multidão será um desafio, e não se poderá fazê-lo apenas com plantas. Mitloehner sustenta que os nutrientes da carne superam todas as opções vegetarianas.

A “Grande Ilha de Lixo do Pacífico” foi um blefe que custou caro
A “Grande Ilha de Lixo do Pacífico” foi um blefe que custou caro
Agentes do alarmismo verde vêm falando de uma ilha de lixo de até 15 milhões de quilômetros quadrados, que flutuaria no Pacífico. (Great Pacific garbage patch

Ela intoxicaria espécies de peixes, levando-as à beira da extinção; acidificaria os oceanos, que sem oxigênio virariam desertos líquidos.

A “Grande Ilha de Lixo do Pacífico”, criada em 2008 pelas mentes fecundas da BBC e do jornal britânico “The Independent”, motivou o Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) da Espanha a arcar com “o maior projeto interdisciplinar”, no valor de seis milhões de euros, além das despesas de dois navios oceanográficos da Marinha espanhola.

O planeta foi circum-navegado por eles entre 2010 e 2011, e o oceanógrafo Carlos Duarte, principal responsável, apresentou os resultados a 80 cientistas que o aguardavam em Barcelona: “Essa famosa ilha de plásticos não existe”. (El País

Os pânicos ambientalistas fazem o cérebro girar dentro do crânio – esta foi a conclusão de François d’Orcival, membro da Academia de Ciências Morais e Políticas da França.

Nisso sobressaem a Prefeitura de Paris e os militantes “verdes”, que parecem determinados a parar o trânsito de Paris. Eles acabaram com os truques dos “rodízios”, dos “fechamentos temporários”, do “tráfego alternado ou diferenciado” etc.

E agora a decisão é taxativa: trata-se de proibir. Os carros deverão levar um sinal de cor amarela, evocando a estrela de Davi imposta aos judeus durante a ocupação nazista; e ela determinará quem e em que horários poderá circular, em função da qualidade do ar. (Valeurs Actuelles)



continua no próximo post: Rumo a uma ditadura ecológica universal


3 comentários:

  1. ECOPROFETAS COM DESTINO,O OCEANO ELETRÕNICO DE LUZ INFORME.

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  2. Esse texto coloca uma série de fatos não conhecidos mas que vale a pena raciocinar sobre eles. Algumas poucas coisas eu sabia aqui no Brasil problema não só de javalis mas de jacarés, a questão dos corais, uma visão por muitas organizações que trazem medo terror histeria querendo desequilibrar o emocional das pessoas. Isso acontece aqui no Brasil hoje com a pandemia. Afirmação de que enquanto houver dinheiro ilimitado nunca se alcançará o pico eu acho uma verdade.
    Quanto à questão dos cientistas que vem sempre com óculos distorcidos o pior, sem isenção, sdm olhar os dois lados da moeda, não sabia da extensão das colocações com previsões que simplesmente não correspondem a realidade.
    É um artigo para ser lido mais de uma vez pois se eu resumir me parece muito válidos todos os fatos colocados mas vale a pena raciocinar mais para tentarmos ver que ações fazer para minimizar pelo menos tentar essas ações desses grupos.
    Falando de novo da pandemia os gráficos ou previsões usadas por aquela faculdade da Inglaterra diversas vezes já foram contestados pela realidade e ainda assim são apresentados por essa mídia terrorista que distorce os fatos de acordo com seu interesse.
    Essa visão "progressista "só visa trazer a visão socialista teórica, comunista onde o que não se tem liberdade de expressão de movimentação, que não permite se discordar do pensamento único.
    E infelizmente desde a constituição de 88 o que mudou no seu primeiro artigo já o conceito básico da Liberdade onde dá de 46 se falava todo poder emana do povo essa constituição de 88 mudou para todo poder emana dos representantes do povo
    O esquerdismo veio suave pelo FHC O que é um ótimo representante da esquerda caviar. Depois de uma maneira cada vez mais grosseira e despudorada pelos governos do PT onde se destacaram exatamente pela clareza dos seus atos e achando tudo normal.
    Para isso precisavam do colchão de partidos como PSDB PP dem e outros que fossem coniventes com a corrupção.
    Muito bom artigo que fundamenta a realidade atual não só no Brasil mas no mundo, a distorção de valores de princípios e da ética.
    Parabéns pelo artigo.
    Me força a pensar raciocinar e isso é extremamente construtivo.

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  3. Depois da casa roubada trancas na porta ....
    O medo serve de travão às teorias das migrações e rupturas climáticas .
    Alguma vez "os livres pensadores " de meia tigela chegariam a conseguir os seus intentos?
    Deus escreve direito em linhas tortas ....
    Nada acontece só pelo facto do "LIVRE ARBÍTRIO"
    Deus pacientemente pronuncia -se do SEU jeito.

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