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terça-feira, 28 de julho de 2009

Julho bate 3.000 recordes de frio e site especializado faz esclarecimento


O site americano AccuWeather.com, popular pelas suas informações sobre o clima para a vida cotidiana, informou que durante o mês de julho, só nos EUA foram batidos 3.000 recordes de baixa temperatura.

O site ficou saturado de acessos e comentários: num só dia mais do que em dois meses!

Predominaram largamente os comentários manifestando descontentamento com a tendenciosa onda criada em torno do “aquecimento global” e da “mudança climática”.

AccuWeather.com, entretanto, não tem posição tomada nessa matéria. Ele apenas visou informar sobre o estado real do clima para as pessoas se orientarem nos seus afazeres quotidianos.

Mas, tal foi a catarata de mensagens de leitores, sobre tudo os que tinham lido o Drudge Report do dia, queixosos com os abusos da propaganda anti-civilizatória, que o site julgou oportuno esclarecer sua posição isenta no polêmico assunto.

O site também aponta para o cuidado que se deve tomar com os dados imediatos, sem se tirar conseqüências apressadas num sentido ou outro. Mudanças num breve período de tempo podem ser esporádicos ou contingentes e não indicar uma tendência em longo prazo.

O oportuno desmentido teve o mérito de patentear várias realidades:

1) O inconformismo da opinião pública com os abusos do catastrofismo sobre o pretenso “aquecimento global” ou “mudança climática” de origem humana,

2) É a natureza e não as elucubrações humanas, e menos ainda os famigerados “modelos de computador” que marcam o rumo do clima.

3) A marcha retilínea para uma catástrofe global climática não é confirmada pela natureza.

4) No momento, neste verão americano, a tendência do clima é de esfriar.

Aliás, em alguns outros países também há essa tendência, como mostram as insólitas nevadas no centro e no norte da Argentina.(foto ao lado)

A isenção de espírito de AccuWeather.com contrasta com o sensacionalismo publicitário e merece ser louvada. Sobre tudo, quando é silenciada pela grande imprensa, cada vez mais propensa a espalhar boatos ideológicos desanimadores e em abafar informações equilibradas.

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quarta-feira, 22 de julho de 2009

INQUISIÇÃO: Você se atreve a desafiar o aquecimento global com um debate científico?



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quarta-feira, 15 de julho de 2009

“Verdes” catastrofistas tentam silenciar especialista em fórum de Brasília

Eustáquio Reis, no 11° Festival Internacional de Cinema Ambiental
O pesquisador e ex-diretor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Eustáquio Reis, defendeu os benefícios do desmatamento num fórum sobre meio ambiente, realizado durante o 11° Festival Internacional de Cinema Ambiental (Fica).

Eustáquio Reis, no 11° Festival Internacional de Cinema Ambiental

Segundo a Agência Brasil, os ambientalistas presentes perderam as estribeiras. Reis, que é Doutor em economia, defendeu que o desmatamento “tem benefícios”.

“As estradas são vistas como demônios na Amazônia”, acrescentou. “Não é assim. (...) seria criminoso com os produtores e com o país negar oportunidades mais competitivas de transporte”.

Rodovia dos Imigrantes, SPA cólera dos “verdes” atingiu um ápice quando o especialista afirmou que o desmatamento quase total da Mata Atlântica em São Paulo “não trouxe nenhuma conseqüência mais drástica” para o estado ou para o país. “Pergunte aos italianos, aos japoneses, aos que vieram para o Brasil se eles se arrependeram de ter desmatado”, disse.

Reis apontou a existência de interesses internacionais obscuros nas campanhas para manter intocada a floresta da Amazônia com o subterfúgio de que assim se reduziriam as mudanças climáticas.

Ele também questionou o cenário apocalíptico que prevê a transformação da floresta em savana por causa do aquecimento do planeta.

“Essa idéia de savanização é até irônica, disse. Se tivermos garantia de savanização da Amazônia, então o melhor é aproveitá-la logo antes que se torne improdutiva”.

A platéia ambientalista ficou de tal maneira exaltada que o coordenador do fórum, professor Laerte Guimarães Ferreira, do Instituto de Estudos Socioambientais da Universidade Federal de Goiás, teve que intervir para impedir um entrechoque.

O ecologismo fanático não se baseia em raciocínios científicos. Quando alguém apresenta esses argumentos ou raciocina com bom senso, esses “verdes” apelam para o abafamento por meio do berreiro. No caso foi a viva voz, outras vezes é criando um estrépito midiático contra os defensores da racionalidade.

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