Para atualizações gratis via email: DIGITE SEU EMAIL:

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Rio+20: ecoburocratas “companheiros de viagem” rumo à utopia. O cidadão trabalhador: a vítima

Rio+20: reunião plenária do ecoburocratismo trabalhou a anos-luz
do que os homens pensam. Uma reunião obscura para a sociedade.
Foto Fabio Rodrigues Pozzebon-ABR
Na revista Época, Guilherme Fiuza, jornalista e autor de vários livros, teceu inteligentes comentários sobre um aspecto muito mencionado mas do qual pouco temos tratado neste blog.

É o lado interesseiro dos “ecoburocratas” beneficiados lautamente nas grandes encenações ambientalistas mundiais.

Estavam também eles na Rio+20. Mas não apenas os funcionários dos governos. Também os militantes das ONGs, crônicos “representantes da sociedade civil” que tão pouco e tão mal a representam, mas que não perdem uma. Quem paga tudo isso?

É de sublinhar que esse espírito interesseiro não é obstáculo à “governança” (ou ditadura) mundial verde que está se excogitando.

Funcionários venais são indispensáveis nos períodos iniciais das grandes revoluções.

Depois, hão de vir as “purgas” sobre esses “companheiros de viagem” da primeira hora ... como, aliás, já se viu em outras tentativas utópicas de mudar radicalmente os seres humanos e a Terra onde vivem.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Caiu o telão da Rio+20 e começa a avançada na confusão do “desenvolvimento sustentável”

"Economia verde" integrada na natureza:  grande perspetiva de "sustentabilidade" para o futuro  se abandonamos a cultura e consumo "insustentáveis",  dizem utopistas ambientalistas
"Economia verde" integrada na natureza:
grande perspetiva de "sustentabilidade" para o futuro
se abandonamos a cultura e consumo "insustentáveis",
dizem utopistas ambientalistas.
Foto: aborigem da Papua-Nova Guiné
O telão desceu. A Rio+20 terminou. Nos diversos pontos que serviram para o encontro, um exército de funcionários está desmontando os gigantescos cenários feitos para o lançamento do “desenvolvimento sustentável” e da “economia verde” como modelo para a humanidade.

Representantes governamentais e ativistas de ONGs apressaram-se rumo ao aeroporto levando a seus países a “mensagem” haurida. Viajaram, preparados para implementar as estratégias do “desenvolvimento” sustentável” e da “economia verde”.

Entretanto, poucos, muito poucos cidadãos, ficaram sabendo aonde podem nos conduzir essas estratégias que condenam o mundo que conhecemos como réu do crime de “insustentabilidade”.

E é assim que as temáticas levantadas na Rio+20 farão sua entrada nas políticas nacionais.

O Brasil parece ter sido escolhido como laboratório de ensaio privilegiado da “economia verde” e “sustentável”. O Código Florestal será o primeiro campo de batalha para atingir o “insustentável” agronegócio e reduzir os níveis de consumo “insustentáveis” dos brasileiros.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Rio+ou-20: tentativa de governo mundial não deu certo, mas pode voltar.

Rio+20: tentativa de impor uma ditadura mundial verde não deu certo desta vez.  Na foto: Sha Zukang, Secretário General da Rio+20, durante os debates
Rio+20: imposição de ditadura mundial verde não deu certo desta vez
Na foto: chinês Sha Zukang, Secretário General da Rio+20, nos debates
A Rio+20 trabalhou para promover uma mal esclarecida “economia verde” com base num talismânico “desenvolvimento sustentável” e com o objetivo – entre outros – de erradicar a pobreza do planeta.

Essa colossal tarefa deveria ser encomendada a uma nova “estrutura institucional” – leia-se uma superestrutura burocrática passando por cima dos países soberanos em nome dos interesses planetários – a qual definiria, ela só, os interesses ecológicos do planeta.

Na prática, ter-se-ia gerado um fabuloso poder com ares de governo universal. Ele não foi oficializado na Rio+20, mas poderá vir a sê-lo no futuro.

“O projeto não irá a parte alguma se não tiver a embasá-lo a ‘estrutura institucional’ almejada pela ONU, com um sistema pactuado de estímulos e sanções que induzam os países a mudar, sem esperar que outros o façam primeiro”, escreveu OESP (Notas & Informações, 11.6.2012)

Era preciso implantá-lo com urgência. Por quê?

domingo, 24 de junho de 2012

Prof. Linzen, do MIT: o ambientalismo é imoral: leva à estagnação, à miséria e atenta contra a população humana

Prof. Richard S. Lindzen, professor do Dep. de Meteorologia do MIT
Prof. Richard S. Lindzen, professor do Dep. de Meteorologia do MIT
Antes um dos mais prestigiados cientistas climáticos do mundo, o americano Richard Lindzen, professor de Meteorologia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), virou ovelha negra depois de “mudar de lado”, como ele mesmo diz.

Integrante dos primeiros relatórios do IPCC, ele passou a criticar os modelos com previsões alarmantes sobre as consequências do aquecimento do planeta e o uso político do discurso ambiental.

Para ele, não há provas de que a elevação da temperatura da Terra aumentará o número de desastres climáticos.

Sua nova posição angariou numerosos detratores e acabou por prejudicar a divulgação de suas pesquisas, contou ele em entrevista ao Globo, por telefone, de seu laboratório em Cambridge, Massachusetts.

sábado, 23 de junho de 2012

Painel “RioMENOS20”: refutação séria e profunda das fraudes e das tramas da ofensiva ambientalista entusiasma auditório

Painel do IPCO “RioMENOS20 – O que os jornais não irão publicar sobre a Rio+20  – Mitos e verdades sobre o desenvolvimento sustentável”
Painel do IPCO “RioMENOS20 – O que os jornais não irão publicar sobre a Rio+20
– Mitos e verdades sobre o desenvolvimento sustentável”

No Clube Homs de São Paulo teve lugar o Painel “RioMENOS20 – O que os jornais não irão publicar sobre a Rio+20 – Mitos e verdades sobre o desenvolvimento sustentável” com a presença de numeroso público.

Os palestrantes foram o PhD em Meteorologia, Luiz Carlos Molion, professor de Climatologia e Mudanças Climáticas da Universidade Federal de Alagoas, que desenvolveu o tema “Mudanças climáticas: realidade ou mito”;

– o Dr. José Carlos Sepúlveda da Fonseca, analista político do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira – IPCO;

Dom Bertrand de Orleans e Bragança, príncipe imperial do Brasil e coordenador da campanha Paz no Campo.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Inquisidores do “aquecimento global” querem jogar na fogueira cientistas honestos e você, caro leitor

Ricardo Augusto Felício, professor do Departamento de Geografia da USP
Ricardo Augusto Felício,
professor do Departamento de Geografia da USP
Ricardo Augusto Felício, professor do Departamento de Geografia da USP, é uma das principais vozes no País a apontar a inexistência ou irrelevância do “aquecimento global” do clima.

Recentemente ele denunciou que os cientistas desta corrente sofrem corte de verbas para pesquisa. Também apontou que revistas acadêmicas de prestígio lhes fecham as páginas porque eles não repetem os chavões apocalípticos.

O fato não é novo. Já aconteceu a muitos cientistas que com suas posições pioneiras foram tidos inicialmente como loucos e depois como precursores.

O Prof. Felício, que é especializado em climatologia antártica, defende com conhecimento da matéria que o espalhafato feito a propósito da “camada de ozônio” não tem fundamento na realidade: “Esse negócio não existe”.

O professor faz questão de avisar que há interesses políticos e econômicos por trás de conceitos científicos de organizações – políticas, aliás – como o IPCC.

“Eu já vou avisando aos meus alunos que eles vão ter de trabalhar. Aqui não vai ter bolsa” – advertiu ele.

Campanha do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira na Rio+20 denuncia mitos, exageros e fraudes do ambientalismo

Dezenas de jovens cooperadores do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira fizeram campanhas de esclarecimento na cidade do Rio de Janeiro por ocasião do Rio+20.

Eles informaram a população sobre os mitos, exageros e falsos do movimento ambientalista. Veja o vídeo:

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Rio+20 não visa melhorar o planeta, mas instalar um governo mundial que avassalará o Brasil

Dr. Luiz Carlos Molion, professor de climatologia da Universidade Federal de Alagoas
Luiz C. Molion, professor de climatologia da Universidade Federal de Alagoas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Pesquisador do clima do planeta há mais de 40 anos, o Dr. Luiz Carlos Molion, professor de climatologia da Universidade Federal de Alagoas, garantiu que a ação do homem é incapaz de mudar a temperatura global na Terra.

E explicou que o aquecimento global e outras alegações propagandísticas não tem muito a ver com a Rio+20.

O verdadeiro cerne do evento é a discussão pela instalação de um governo mundial formado por burocratas que dirá ao Brasil e aos outros povos o que podem fazer ou não podem fazer.

Prof. Molion no "Canal Livre" da Band
Prof. Molion no "Canal Livre" da Band
Isso, dizemos nós, se assemelha a uma ditadura planetária verde, como antigamente já tentou faze-la, com outras argúcias ideológicas nem tão diversas, a falida URSS.

No programa "Canal Livre" da Band, 27.05.12, o professor Molion, patenteou as fraudes pseudocientíficas sobre as quais quer se impor esse governo político universal na Rio+20.

Eis alguns excertos do vídeo que o internauta pode ver completo no fim do post:

RIO+20 tenta uma utopia que não pode existir

“Não vejo muita contribuição que essa reunião [Rio+20] possa dar.

Mulheres da Cúpula dos Povos da Rio+20:  utopia vermelha com vestido verde  Foto Marcello Casal Jr-ABR
Mulheres da Cúpula dos Povos da Rio+20:
utopia vermelha com vestido verde
Foto Marcello Casal Jr-ABR
“Quer dizer, estão tentando algo que é utópico como o desenvolvimento sustentável. Isso não existe, absolutamente.”

“Quando você vai usando os recursos naturais, parte deles é sempre transformando em calor e a própria lei da termodinâmica diz que parte desse calor se perde e vai para o espaço.

“Reciclar materiais realmente é interessante na medida que nos permite ganhar tempo.

“Tem que lembrar que o homem é um bicho muito inteligente e ele consegue achar soluções ao longo do tempo.

“Muitos catastrofistas já apareceram ao longo da existência da Humanidade e as coisas não aconteceram.

É absurdo atribuir a temperatura da Terra ao CO2

“Ora controlar o CO2 isso é absolutamente ridículo. O CO2 não controla o clima global.

“O clima global é controlado pela atividade solar que é a fonte de calor primeira e pelo calor contido nos oceanos.

Ex-primeira ministra da Noruega Gro Brundtland formulou  o conceito talismânico de "desenvolvimento sustentavel"  Foto Fabio Rodrigues Pozzebom-ABR
Ex-primeira ministra da Noruega Gro Brundtland formulou o
conceito talismânico de "desenvolvimento sustentável" da ONU
Foto Fabio Rodrigues Pozzebom-ABR
“Se os oceanos esfriam, como estamos vendo acontecer agora, e isso deve ocorrer pelos próximos vinte anos, e o sol também entrou num mínimo de atividade que deve durar até o ano 2030, esses indicadores apontam para um resfriamento global e não um aquecimento global. Com aumento de CO2.

“Por que?

“Porque está provado que fontes renováveis não tem futuro. Não são energia firme, particularmente a eólica. Particularmente a Europa está saindo da eólica e está entrando nas convencionais.

“Eu digo que o CO2 não controla o clima porque ao longo dos milhares de anos que nós temos registros e testemunhos a temperatura do planeta já este de 6 a 10 graus mais elevada com concentração mais elevada de CO2 e nesses últimos 15 anos tem aumentado em concentração, mas a temperatura tem se mantido estável e até declinado um pouco nesses últimos 10 anos com base nos dados de satélite.

“Então se o CO2 está aumentando e a temperatura em ligeiro declínio isso significa que o CO2 não influi.

Estamos entrando numa era de esfriamento

Prof. Luiz C. Molion, da Universidade Federal de Alagoas
Prof. Luiz C. Molion, da Universidade Federal de Alagoas
“Nós temos registro de que toda vez que a temperatura aumentou, isso foi bom para a humanidade, sempre. Sempre, sempre que houve aquecimento – período romano, na Idade Média – em que a temperatura aumentou, chovia mais, a agricultura era mais farta, tinha riqueza. E ao contrário, toda vez que a temperatura diminuiu trouxe situações catastróficas para o homem.

“No caso do Hemisfério Norte, esse resfriamento – que vai ser pequeno, tal vez não passe de meio grau na média global – vai ser sentido por invernos rigorosos que vão ocorrer, que vão levar a um consumo maior de energia e portanto de petróleo. E, para o Brasil nós vamos ter invernos mais rigorosos, com temperaturas mais baixas, geadas no Sul-Sudeste. Vale lembrar que nesse ultimo período ligeiramente mais frio de 1946 a 1976 literalmente acabou com o cultivo do café no Paraná.

“Na minha opinião, o clima vai ser semelhante a década de 50-60.

“Resumindo: sob o ponto de vista da temperatura se eu retirasse todo o gás carbónico da atmosfera a temperatura permaneceria a mesma.

Rio+20 quer instalar um super-governo mundial  Foto Fabio Rodrigues Pozzebom-ABR.
Rio+20 quer instalar um super-governo mundial
Foto Fabio Rodrigues Pozzebom-ABR.
“O homem influi localmente. As pessoas acham que o clima está mais quente. Por que? Porque 90% vivem nas cidades e nas cidades a temperatura é muito mais elevada porque não tem água da chuva para evaporar.

A RIO+20 quer implantar uma ditadura mundial

“A Rio+20 não vai focar no aquecimento global. Ela vai focar no desenvolvimento, na erradicação de pobreza que praticamente nada tem a ver com o aquecimento.

“O problema é muito mais complexo. O que vai ser discutido na Rio+20 é uma governança mundial. E no fundo é o que esses burocratas da ONU querem. Eles querem ter o poder de ditar o que nós vamos fazer: o Brasil só pode fazer isso! O Brasil não pode fazer aquilo!”

Entramos numa era glacial e o ambientalismo falam em aquecimento!

“Nós já estamos numa era glacial. Se a gente olhar para os registros geológicos que nós temos, no último milhão de anos nós passamos por nove glaciações. Nove!

“Cada era glacial dura aproximadamente 100.000 mil anos. Nove vezes 100.000 dá 900.000 que num milhão representa que 90% do tempo esse planeta esteve mais frio do que está hoje. Entre uma era glacial e outra existem períodos mais aquecidos chamados interglaciais da ordem de 10 a 12.000 anos. A última era glacial terminou há 15.000 anos.
Na Rio+20 se decide uma revolução total contra a família  e que acha insustentável a humanidade  Foto Marcello Casal Jr-ABR
Na Rio+20 se decide uma revolução total contra a família
e que acha insustentável a humanidade
Foto Marcello Casal Jr-ABR

“Na era glacial não há problema de sobrevivência nos trópicos.

“O atual período interglacial atingiu um máximo de temperatura há cinco ou seis mil anos atrás. E de lá para cá está ligeiramente decrescendo como mostram os dados dos cilindros de gelo da Groenlândia.

“Em longo prazo está decrescendo. Ela não decresce na reta mas não oscilação aquece-esfria, aquece-esfria, e na média está havendo um decréscimo. Então passamos por um período que foi chamado de pequena era glacial que teve grande impacto na Europa porque era muito mais populosa e tinha registro, entre 1350 até aproximadamente final do século XIX e início do século XX.

“Uma glaciação em que o gelo cobria toda a Europa e a América do Norte vai ocorrer provavelmente de aqui a 100.000 anos. A gente não precisa perder o sono por isso agora.

Dados oficiais sobre emissões do desmatamento são irreais

Rio+20: esquerda católica adota bandeira verde  mas conserva camiseta vermelha  Foto Marcello Casal Jr-ABR
Rio+20: esquerda católica adota bandeira verde
mas conserva camiseta vermelha
Foto Marcello Casal Jr-ABR
“Sob o ponto de vista do desmatamento o relatório do Ministério de Ciência e Tecnologia, no ponto das emissões, diz que no Brasil a maior emissão foi devida ao desmatamento.

“Eu posso lhe garantir que os dados estão errados porque eu fiz as contas de trás para frente. E cheguei a conclusão de que eles no relatório eles usaram o número de 430 toneladas por hectare. E isso não existe em nenhum lugar na Amazônia. A região que está sendo desmatada tem uma densidade de biomassa muito menor, ou seja de 100-150 toneladas.

“E o pior de tudo: é que a maior parte do carbono está nas árvores grandes e as árvores grandes são retiradas e são vendidas e não são queimadas.

“Esses números que são usados para calcular as emissões do desmatamento estão acima do que na realidade existe.

Fui marginado porque defendi a ciência, mas no fim ganhei!

“Após a Rio-92 fiquei quatro anos no ostracismo. Agora já sabem, antigamente não tinha tantas telecomunicações, principalmente Internet, então em 92 foi uma surpresa eu dizer que a teoria da destruição da camada de ozônio pelos clorofluorocarbonos estava errada. Mas, no entanto o cara que veio com a teoria virou com o Nobel de Química três anos depois, quer dizer em 95.
Prof. Molion no "Canal Livre" da Band
Prof. Molion no "Canal Livre" da Band

“Eu perdi a discussão, mas ganhei!

“Porque agora em 2008 o Laboratório Jet Propulsion, laboratório da NASA, mostrou que aquela reação que ganhou o Prêmio Nobel não pode acontecer. Ou seja, os CFC não destroem o ozônio.

“Agora como todo mundo já sabe como eu sou, não sou convidado para a Rio+20.”


Vídeo: o prof. Molion no "Canal Livre" da Band, 27.11.10




segunda-feira, 18 de junho de 2012

Rio+20: o gênero humano: um inimigo da sustentabilidade a ser dizimado?

Cena da “Campanha global 10:10” contra o CO2
Cena da “Campanha global 10:10” contra o CO2
105 Academias de Ciência ligadas à rede mundial IAP (Global Network of Sciences Academies)  conclamaram a uma “ação global coordenada” dos chefes de Estado na Rio+20 para agir sobre a população mundial.

O objetivo é proceder a uma redução acentuada dos seres humanos sobre a Terra.

Não é a primeira vez que esse objetivo pasmoso é enunciado publicamente. O perigo está em que ele possa passar em meio à confusão em que se desenvolve a reunião mundial sobre o “desenvolvimento sustentável”.

sábado, 16 de junho de 2012

Rio+20: “Que Deus proteja o planeta da demagogia verde”

Luiz Felipe Pondé, colunista da Folha  e enviado especial à Rio+20 teceu oportunos comentários sobre os perigos incubados na demagogia ambientalista que reproduzimos a continuação.

A demagogia verde dos salvadores

UMA COISA que sempre me chama a atenção é a vocação autoritária dos verdes em geral, assim como seu caráter ideológico travestido de evidência científica “inquestionável.”

Não é para menos uma vez que são movidos pela crença de que estão salvando o mundo. Todo mundo que crer salvar o mundo é autoritário.

Claro que devemos nos preocupar com o meio ambiente. Essa é uma ideia já antiga. Machado de Assis no seu maravilhoso “Dom Casmurro”, através de seu narrador Bentinho, já falava de pessoas inteligentes que iam jantar em sua casa na sua infância e falavam que os polos estavam derretendo...

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Rio+20: o que está em jogo, por cima e por baixo do pano?

A Rio+20 vai se constituindo como um evento contraditório, com muito de “Woodstock” e grande confusão de opiniões em torno de conceitos talismânicos.

Para a imensa maioria dos brasileiros, a Rio+20 soa como uma cacofonia indecifrável. Mas, no meio dessa confusão, far-se-á astutamente sentir uma pressão ideológica cujo fundo não é de cor verde, mas do velho vermelho marxista.

Há princípios e critérios de orientação que poderão ajudar o leitor a discernir com toda a clareza possível o que verdadeiramente vai se decidir nessa confusão programada.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Rio+20 na epiderme confusão; no bojo uma revolução insuspeitada

Desinteresse é grande:  no dia da inauguração do Pavilhao do Brasil  pela presidente Dilma Rousseff caiu o B de Brasil
Desinteresse é grande:
no dia da inauguração do Pavilhão do Brasil
pela presidente Dilma Rousseff caiu o B de Brasil
Repete-se – e até o cansaço – que a Rio+20 tentará dar novo empuxe aos objetivos da Eco-92, ou Rio-92, que ficaram mais ou menos irrealizados.

Mas eis o fenômeno singular da Rio+92: o evento pode mudar o mundo porém o mundo não sabe o que está se querendo fazer com ele nesse evento.

A contradição não é nova. A mesma ignorância pairou na conferência mãe – ou confusão-mãe, astuta ou sincera – de 1992, da qual pudemos participar a título de simples cidadão concernido.

O B de Brasil no chão
O B de Brasil no chão
Numa e outra Conferência – mãe e filha – houve e há uma assembleia que representa os governos. Ela discute de modo intérmino, em linguagem tecno-burocrática, documentos finais que poucos leem e, sobre tudo, muito poucos aplicam.

A seu lado, acontece uma Woodstock cultural dos militantes que, esses sim, trabalham de fato para por o mundo de ponta cabeça.

Objetividade dos fatos é início de conversa (menos para o ambientalismo extremista)

Recebemos de sao53823 da Paz no Campo valiosas informações relativas a nosso post "Mapeados imensos aquíferos de água doce no Saara e em toda África".

Considerando a relevância da matéria, reproduzimos a informção assim como chegou até nós com os respectivos mapas da British Geology Society.

Reproduzimos no Sem Medo da  Verdade a  noticia sobre os Aquiferos da Africa. Veja a repercussão que recebemos:

Senhores,

para uma informação mais precisa, anexo tres mapas da África com informações bastante precisas dos diferentes aquíferos lá existentes.


Apesar de defensor de medidas que visam preservar o meio ambiente como evitar metais (isolados de seus minérios) pois esses realmente desequilibram o meio ambiente, sou totalmente contra os extremismos dos falsos ambientalistas que pregam o que não fazem.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Rio+20: cientistas brasileiros pedem, em carta a Dilma, recobrar o bom senso e pôr de lado alarmismo e desserviço à ciência

Presidente Dilma Roussef fala  no Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.  Foto Planalto.gov.br
Presidente Dilma Roussef fala
no Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.
Foto Planalto.gov.br

 Carta aberta à Presidente Dilma Rousseff

Mudanças climáticas:
hora de recobrar o bom senso

Exma. Sra.
Dilma Vana Rousseff
Presidente da República Federativa do Brasil

Excelentíssima Senhora Presidente:

Em uma recente reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, a senhora afirmou que a fantasia não tem lugar nas discussões sobre um novo paradigma de crescimento – do qual a humanidade necessita, com urgência, para proporcionar a extensão dos benefícios do conhecimento a todas as sociedades do planeta. Na mesma ocasião, a senhora assinalou que o debate sobre o desenvolvimento sustentado precisa ser pautado pelo direito dos povos ao progresso, com o devido fundamento científico.

Assim sendo, permita-nos complementar tais formulações, destacando o fato de que as discussões sobre o tema central da agenda ambiental, as mudanças climáticas, têm sido pautadas, predominantemente, por motivações ideológicas, políticas, acadêmicas e econômicas restritas. Isto as têm afastado, não apenas dos princípios basilares da prática científica, como também dos interesses maiores das sociedades de todo o mundo, inclusive a brasileira. Por isso, apresentamos-lhe as considerações a seguir.

1) Não há evidências físicas da influência humana no clima global:

domingo, 10 de junho de 2012

Mapeados imensos aquíferos de água doce no Saara e em toda África


Entre os medos espalhados por um falso ecologismo está o do fim da água doce e o de uma desertificação planetária. De acordo com a sua patranha propagandística, o mundo, inclusive a Amazônia, estariam a caminho de virar um imenso Saara, por culpa da ‘infausta’ obra do homem!

Descendo, contudo, à realidade, recente mapa geológico elaborado por cientistas britânicos mostra que a África descansa sobre uma “descomunal reserva de água subterrânea” cujos maiores aquíferos ficariam no norte, quer dizer, debaixo do Saara, informou o diário “ABC” de Madri.

O volume total de água sob a superfície atingiria meio milhão de quilômetros cúbicos ou 500 quatrilhões de litros, quantidade suficiente para alimentar a cidade de São Paulo durante 4.453 anos sem levar em conta a reposição do aquífero.

domingo, 3 de junho de 2012

50 ex-astronautas e cientistas condenam facciocismo da NASA pelo aquecimento global

Buzz Aldrin, esquerda, e Walt Cunningham,  astronautas das missões Apollo 11 e 7, em Cape Canaveral,  Florida, desaprovam facciocismo alarmista na NASA
Buzz Aldrin, esquerda, e Walt Cunningham,
astronautas das missões Apollo 11 e 7, em Cape Canaveral,
Florida, desaprovam facciocismo alarmista na NASA
Cerca de 50 de ex-astronautas e cientistas da NASA – inclusive um dos ex-chefes do famosíssimo Johnson Space Center – denunciaram que o organismo optou pelo lado errado da ciência mudando o rumo e talvez arruinando a reputação da maior agência espacial do mundo, informou o diário “The Washington Examiner”  .

A atual direção da NASA assumiu a militância em favor das não demonstradas “mudanças climáticas”.

Em carta pública a Charles Bolden, administrador do órgão, os ex-astronautas e dezenas de antigos executivos da NASA pediram à agência para que “se refreie na hora de publicar na mídia observações não demonstradas” em apoio do “aquecimento global”.