Para atualizações gratis via email: DIGITE SEU EMAIL:

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Inquisidores do “aquecimento global” querem jogar na fogueira cientistas honestos e você, caro leitor

Ricardo Augusto Felício, professor do Departamento de Geografia da USP
Ricardo Augusto Felício,
professor do Departamento de Geografia da USP
Ricardo Augusto Felício, professor do Departamento de Geografia da USP, é uma das principais vozes no País a apontar a inexistência ou irrelevância do “aquecimento global” do clima.

Recentemente ele denunciou que os cientistas desta corrente sofrem corte de verbas para pesquisa. Também apontou que revistas acadêmicas de prestígio lhes fecham as páginas porque eles não repetem os chavões apocalípticos.

O fato não é novo. Já aconteceu a muitos cientistas que com suas posições pioneiras foram tidos inicialmente como loucos e depois como precursores.

O Prof. Felício, que é especializado em climatologia antártica, defende com conhecimento da matéria que o espalhafato feito a propósito da “camada de ozônio” não tem fundamento na realidade: “Esse negócio não existe”.

O professor faz questão de avisar que há interesses políticos e econômicos por trás de conceitos científicos de organizações – políticas, aliás – como o IPCC.

“Eu já vou avisando aos meus alunos que eles vão ter de trabalhar. Aqui não vai ter bolsa” – advertiu ele.


Funcionários sequiosos dos governos  têm mais chances que cientistas e professores honestos.  Foto: Rio+20, agência Brasil
Funcionários sequiosos dos governos
têm mais chances que cientistas e professores honestos.
Foto: Rio+20, agência Brasil
Os catastrofistas e os interesses ideológicos que agem por trás “são todos parte de um mesmo grupo. Nós acabamos tendo de publicar em revistas menores”, explicou o Prof. Felício.

Sendo assim, a ciência sai prejudicada. Mas, não é só a ciência: os simples cidadãos estão sendo manipulados por poderosos grupos ideológicos, favorecidos por partidos “vermelhos”, governos e a grande mídia.

Esses cidadãos não advertidos acabarão sendo as vítimas que pagarão uma pesada conta, não só de dinheiro.

Uma inesperada polêmica está se instalando por debaixo do pano: a promovida pelos que quereriam um miserabilismo como o tentado em Cuba, de certas comunas utópicas hippies, ou o indigenismo dissimuladamente comunista de missionários “progressistas” e ONGs “verdes”.

As vítimas dessa ofensiva são as pessoas que desejam um progresso ordeiro que explore racionalmente os recursos naturais, respeitando a boa ordem da natureza, desenvolvendo novas tecnologias, ajudando os necessitados, resguardando sua família e sua propriedade.

Promovendo, em última análise, a expansão da cultura e da civilização, a grandeza do Brasil.

Essa infiltração sorrateira é silenciada na grande mídia, e está profundamente incubada no debate em torno da Rio+20 e do Código Florestal radicalizado.



Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado pelo comentário! Escreva sempre. Este blog se reserva o direito de moderação dos comentários de acordo com sua idoneidade e teor. Este blog não faz seus necessariamente os comentários e opiniões dos comentaristas. Não serão publicados comentários que contenham linguagem vulgar ou desrespeitosa.