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quinta-feira, 5 de julho de 2012

“Salvar o planeta” é “bobagem inigualável” diz ex-secretário de Meio Ambiente

"Salve o planeta: suicide-se"! Absurdos do catastrofismo ambientalista.
"Salve o planeta: suicide-se"! Absurdos do catastrofismo ambientalista.
Este blog assume uma posição estritamente não-partidária. Se reproduzimos comentários ou opiniões de personalidades engajadas em alguma associação política ou função pública, é só em virtude da temática que interessa ao blog.

Quer dizer, a adoção do ambientalismo e da ecologia pelos militantes do comunismo em crise, como método para obter sorrateiramente aquilo que não conseguem pela via da propaganda ou da convicção.

Neste sentido tem conteúdo relevante as afirmações do ex-secretário de Meio Ambiente e ex-presidente do Incra Xico Graziano, no artigo “Profetas do apocalipse” de 26/06/2012.

É mais uma voz que ecoa a denuncia, há muito feita, dos métodos apavorantes e catastrofistas empregados pelos “vermelhos” disfarçados de “verdes” para obter objetivos ideológicos que procuram não evidenciar.

Eis alguns excertos do artigo:


Xico Graziano
Querer “salvar o planeta” exibe uma soberba incomparável na história da humanidade. Tal ideia, absurda, radicaliza a visão antropocêntrica, creditando ao ser humano uma prepotência acima de qualquer outra atribuída a ele, dono do universo e dos planetas. Imagine.

Tem sido terrível perceber a queda na compreensão de que o perigo ecológico ronda a civilização humana, não o planeta Terra. Até então (a Rio+20) a dubiedade, elementar, permanecia quase que restrita às salas de aula.

Nestes dias, porém, pulularam campanhas e matérias jornalísticas dando dicas de como “salvar o planeta”. Uma bobagem inigualável.

Os problemas ecológicos afetam, e comprometem, isso, sim, o futuro da humanidade. A pressão sobre os recursos naturais, se continuar aumentando, trará reveses na qualidade da existência humana.

Em certas partes do mundo, populações padecem com a falta de água potável, sofrem com a poluição da atmosfera, amargam com a desertificação. O planeta nem liga. Basta uma dose de insignificância humana para perceber a diferença.

Esconde-se, aqui, um lamentável engano. O ambientalismo começou a tratar o gás carbônico (CO²), conhecido na biologia e na agronomia como o “gás da vida”, como um vilão planetário, responsável pelo efeito estufa da Terra.

Alarmismos absurdos clamam "salvar o planeta".
Foto: a torre Eiffel coberta pelo mar
Ora, a absorção do CO² através dos estômatos das plantas permite realizar a fotossíntese, processo vital que transforma energia solar em energia química, base dos carboidratos e proteínas vegetais. Libera, ademais, oxigênio no ambiente.

Entrou na moda “neutralizar” as emissões de CO² à busca de um certificado de boa conduta ambiental. Noutro dia, um ônibus circulava nas ruas da capital paulista entupindo a atmosfera com fumaça preta, embora ostentando logo acima do sujo escapamento um lindo dizer: “carbono neutro”. Licença para poluir.

É inaceitável considerar o gás carbônico no capítulo da poluição. Esse absurdo conceitual embaralha a mente das pessoas e alivia a barra dos verdadeiros poluidores.

Há quem acredite, por exemplo, ser o arroto bovino mais danoso à atmosfera que o escapamento dos automóveis. Risível.

Sem entender direito dos assuntos, as pessoas tendem ao repeteco dos chavões, onde tudo se mistura, se confunde, se banaliza na vontade de, orgulhosamente, ajudar a “salvar o planeta”.


Um comentário:

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