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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Teólogos da Libertação desvendam segredos da nova “religião” verde

Ecoteologia da libertação: marxismo + "religião" verde
Ecoteologia da libertação: marxismo + "religião" verde
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








O ex-frei franciscano Leonardo Boff vem sendo promovido como um dos principais propagadores da teologia da liberação agora reciclada em eco-teologia marxista com cores acentuadamente verdes e místicas panteístas pagãs.

Boff participa do esforço de reformulação do enferrujado marxismo numa nova filosofia que recolhe os postulados mais radicais de Karl Marx e os amalgama com os dogmas básicos do ambientalismo radical numa nova religião.

Qual é o conteúdo desta profunda metamorfose?

O próprio Boff encarregou-se de fornecer alguns avanços desta nova-velha Teologia da Libertação verde-vermelha, segundo informou a agência ACI prensa. IMPORTANTE: ver esclarecimento acrescentado no fim deste post.

No Congresso Continental de Teologia, realizado sob os auspícios da UNISINOS, em São Leopoldo, RS, de 7 a 11 de outubro deste ano (2012), o ex-frade definiu alguns dos parâmetros essenciais dessa teologia eco-marxista.

Boff relembrou o básico: a “marca registrada” de Teologia da Libertação é “a opção pelos pobres, contra a miséria e a opressão”, no contexto da luta de classes.

Mas ele encaixou o componente verde nesse chavão dialético.

O leitor tal vez ache que os seguintes pensamentos do eco-teólogo marxista são produtos de algum delírio, ou de uma embaralhada insensata de letras provocada involuntariamente por algum sistema informático. Mas não é nada disso.

“Dentro dessa opção pelos pobres, explicou Boff, é preciso inserir o grande pobre que é a Mãe Terra, que é Pachamama [a deusa dos povos andinos incubada na terra], é a Magna Mater, é a Tonantzin, é a Gaia, é o grande pobre devastado e oprimido”.
Lula gigante habitada pelo "espírito" substituiria a humanidade
que seria expelida da Terra: devaneios panteístas
da "ecoteologia", ou nova "religião verde"

Entramos assim de cheio na nova luta de classes segundo a “religião verde”.

Para o eco-teólogo, “esse organismo que chamamos Terra e da qual fazemos parte” pode, a qualquer hora, “nos expulsar como se fôssemos células cancerígenas”. Seria o fim da humanidade.

Ainda segundo este visionário profeta da “religião” verde, a “Mãe Terra” estaria preparando um novo ser capaz de “receber o espírito”.

Esse “novo homem” – alias, assaz diferente dele – não seria outra coisa senão uma lula gigante. IMPORTANTE: ver esclarecimento acrescentado no fim deste post.

O disparate suscita de imediato o riso ou convida a interromper a leitura. Esse ser que evoca certos deuses da Índia, mistura de homem e animal, estaria mais perto de certas representações diabólicas clássicas.

Seria um singular avatar gerado pelas entranhas do averno material mas habitado por um "espírito" vindo de não se sabe onde.

Leonardo Boff: profeta de um mundo verde irracional
povoado de entes de conotações demoniacas
A Terra se assemelharia a uma “deusa-Mãe” cruel disposta a exterminar a humanidade e, a seguir, comunicaria o 'espírito' que jaz nas suas profundezas a uma sorte de 'deus-demônio' repulsivo.

Teoria verdadeiramente a-científica,anticristã e carregada de concepções pagãs.

Explicando a nova teologia verde, o religioso renegado disse que o extermínio da humanidade resgataria a “Mãe Terra” que “está crucificada e é tarefa nossa descê-la da cruz, como fizemos durante décadas com os pobres”.

Boff se autodenomina “ecoteólogo de matriz católica” e defende com acentos subversivos que “o grito da terra é grito dos pobres e grito dos pobres é o grito da terra, nossa Mãe Terra”.

E insistiu para afastar dúvidas: “não só os pobres gritam, gritam as águas, gritam as árvores, gritam os animais, gritam os ventos, a terra grita”.

Em poucas palavras é marxista enquanto ambientalista e ambientalista enquanto marxista. Os dois movimentos seriam duas faces de uma mesma moeda, na mente da ecoteologia da libertação.

Para Boff, “o universo é autoconsciente” como se tivesse alma, como acreditavam as velhas concepções gnósticas e panteístas.

A Terra martelou ele: “começou a pensar, sentir e amar”, sem nunca explicar de onde tirou semelhante estapafúrdio.

O espírito divino panteísta teria se revelado em religiões pagãs,
segundo a ecoteologia da libertação. Na foto: santão da Índia.
O devaneio panteísta leva o ex-frei a entender o Deus Uno e Trino da Igreja Católica como “a grande energia fundamental” impessoal.

Ele pediu revisar o conceito de Revelação, sustentando que houve muitas revelações de Deus na história.

 Portanto, deve se abandonar a ideia de converter os pagãos. Muitas revelações pagãs atribuídas ao demônio seriam manifestações da Mãe Terra, deusa panteísta.

“Deus chega sempre antes dos missionários e sempre age antes que eles”, explicou parafraseando o comuno-tribalismo mais radical.

Em consequência, o “catolicismo atual” só mereceria sobreviver se se reformula e entra em harmonia com o deus ex-machina “Mãe Terra” que ele e os teólogos da libertação “aggiornati” estão revelando ao gênero humano.

Entre os participantes do evento em São Leopoldo também estavam o sacerdote peruano Gustavo Gutiérrez, considerando pai da teologia marxista da libertação, Jon Sobrino, e o bispo de Jales, D. Luiz Demétrio Valentini.

ACRESCIMO IMPORTANTE

Redigimos este post comentando matéria publicada pela agência ACIprensa http://www.acidigital.com/noticia.php?id=24351 que reputamos – e seguimos reputando – séria e respeitável.

Nesse endereço constava a estapafúrdia ideia do ex-frei Leonardo Boff de que a “Mãe Terra” estaria preparando um novo ser capaz de “receber o espírito” que não seria outra coisa senão uma lula gigante para substituir o homem.

No Peru a polêmica sobre a Teologia da Libertação vem crescendo com poderosos apoios eclesiásticos ao renovado erro.

E amigos peruanos que estavam traduzindo nosso post constataram que o parágrafo sobre a anticristã e evolucionista “lula gigante” (“calamar gigante” no original em espanhol) tinha desaparecido de todo, no endereço citado.

Conferimos ser certa a supressão. Nenhuma explicação de praxe nos meios jornalísticos vinha junto.

Compreendemos que algum erro possa se ter passado, mas não se entende que uma obrigatória explicação não tivesse sido anexada para esclarecimento dos leitores.

O procedimento de ACIprensa é próprio de quem recebeu uma pressão externa que obrigou a suprimir o texto contra sua vontade.

ORIGINAL NÃO CENSURADO - CLIQUE PARA AMPLIAR
e EXIBIR IMAGEM: 7º parágrafo
Felizmente, como é nosso costume, tínhamos conservado um snapshot da página original que mostra nossa perfeita boa fe. Ele foi tirado em domingo, 28 de outubro de 2012, 22:54:35, e o oferecemos a nossos leitores ao lado.

Também no cache do Google podia se ler a reprodução integral do artigo com a desumana teoria do “calamar gigante”. Este cache é atualizado periodicamente, mas o original ainda existia em: domingo, 25 de novembro de 2012, 18:27:38.

Para os interessados, procurar em Google a frase: “estaría preparando un nuevo ser capaz de “soportar el espíritu”, que no sería otro que un calamar gigante.”

Numerosos sites e blogs em espanhol reproduziram a versão original de ACIprensa, incluindo o parágrafo completo com a ímpia teoria do “calamar gigante” do ecoteólogo marxista.

Poderíamos reproduzir neste post a lista desses sites e blogs com a frase denunciadora do fanatismo da reverdecida Teologia da Libertação.

Aliás, já fizemos essa lista e enviamos a nossos amigos peruanos via email.

Porém, publicá-la poderia desencadear pressões indesejadas e censuras sobre sites e blogs católicos bem intencionados, que em geral lutam honrada e corajosamente com a falta de recursos e de apoios eclesiásticos.

Não queremos atirar sobre eles essas pressões, máxime nestes momentos em que a Teologia da Libertação, agora de mãos dadas com o ambientalismo radical, recupera poder, influência e intolerância, notadamente a partir das mais altas esferas eclesiásticas.


Luis Dufaur, 25.11.2012


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Dogma, sacerdócio e ditatorialismo na “religião” ambientalista

João Luiz Mauad: esquerdismo e radicalismo verde geram atraso e pobreza
João Luiz Mauad:
ambientalistas pretendem impor seus planos pela força do governo
João Luiz Mauad,  articulista dos jornais “O Globo” e “Diário do Comércio” apresentou oportunas considerações sobre o dogmatismo e o ar de sacerdócio infalível que assumem figuras do ambientalismo badaladas pela imprensa.


Ele o fez em artigo para “O Globo” de 14/10/2012, e do qual extraímos alguns parágrafos mais significativos:



O uso da ciência

Ciência não é matéria sujeita a consensos ou escrutínios. Ao contrário, espera-se que as teorias sejam constantemente testadas e, se for o caso, falseadas. (...)

É assim que as ciências da natureza trabalham. Observações levam a hipóteses. Hipóteses são testadas através de experimentos. Os resultados são divulgados, examinados e duplicados antes que uma boa teoria seja divulgada.

sábado, 20 de outubro de 2012

Alarma mundial porque uma pedra de gelo se derrete num copo. Enquanto isso, um elefante entra no salão.

Antártica atingiu superfície máxima histórica
Antártica atingiu superfície máxima histórica
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Enquanto o derretimento cíclico do Ártico é objeto de atemorizantes comentários do ambientalismo radical vestido de científico, um fenômeno muito mais grave para a Terra acontece na Antártica.

Sobre o caráter cíclico plurianual do derretimento do Ártico, leia: “Ignorância ou fraude nos exageros ambientalistas sobre o derretimento do Ártico?”

O fenômeno na Antártica envolve volumes imensamente mais significativos de água e gelo, com potenciais repercussões relevantes sobre o clima planetário. Porém, os mesmos ativistas “verdes” abafam as informações.

De fato, na Antártica, bem menos longínqua do Brasil, o gelo está batendo recordes históricos de crescimento. E não se trata de um fenômeno qualquer.

Superfície do gelo ártico é tão fraca que submarinos
emergem há muito no próprio Pólo Norte sem maiores dificuldades
O Ártico e a Antártica aparecem para o geral dos leitores como duas realidades geográficas equivalentes, uma no Norte e a outra no Sul.

Porém, a similitude fica só na aparência.

O Ártico não tem terra embaixo e é constituído por uma casca de gelo pouco profunda (com frequência de 5 metros) muito irregular.

Essa camada de gelo de água salgada todos os anos se contrai e dilata, de acordo com ciclos anuais além dos plurianuais. LEIA MAIS SOBRE A ANTARTICA.

No período atual o Ártico está atingindo um máximo de contração, devendo ser seguido por uma fase de dilatação.

A Antártica, pelo contrário, é um continente dotado de sistemas montanhosos, até de vulcões em atividade, vales secos, lagos superficiais e subterrâneos.

Estratovulcao Monte Erebus: 3.800 metros
Estratovulcao Monte Erebus: 3.800 metros
Entre os vulcões em atividade destaca-se o estratovulcão Erebus na ilha de Ross que tem quase 3.800 metros de altitude.

Uma cadeia de doze vulcões submarinos gigantes, alguns ativos, foi mapeada entre 2007 e 2010 ao sul das Ilhas Sandwich do Sul (ou Ilhas Sanduíche do Sul), segundo informaram sites como Hype Science.

À diferença existente entre os Pólos acresce-se o fato de que a Antártida é em média o continente mais alto da Terra. Seu ponto mais elevado é o monte Vinson, com 4.892m.

Enquanto o Pólo Sul está a 2.992m de altura, expedições americanas atingem o Pólo Norte regularmente há décadas fazendo emergir submarinos que furam a casca de gelo e servem de base para os cientistas.

A diferença de temperaturas negativas entre os dois Pólos é muito grande. No inverno, a média é de -60ºC no Pólo Sul e de -40º no Pólo Norte. No verão, a média de -25ºC no Sul e de 0º no Norte.

Geleiras antárticas cresceram mais que uma Minas Gerais,
mas ambientalismo e mídia silenciam a informação
“No Norte, as correntes marinhas são mais amenas, o que garante um clima menos frio”, explicou Jefferson Cardia Simões, glaciologista da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e do Programa Antártico Brasileiro (Proantar).

A estação russa de Vostok, na Antártica, registrou o recorde mundial dr frio: -89,2°C (-129,8°F).

A sensação térmica na Antártida é piorada pelo fato de ser o continente com mais vento no mundo, tendo sido registradas tempestades de até 320 km/h.

Na Antártica, como 99% do continente são cobertos de gelo, a imensidão branca reflete para o espaço mais de 80% dos raios de sol. Este fenômeno é de importância para o clima global.

Nada a ver com nada, mas para o catastrofismo vale tudo
Nada a ver com nada, mas para o catastrofismo vale tudo
As camadas de gelo (na maioria de água doce) acumuladas na Antártica são formidáveis.

Por exemplo, sobre o lago subterrâneo Vostok (o maior aquífero da Terra) há 4.000 metros de gelo.

A média do gelo continental é de 2.000 metros de altura, enquanto a máxima é de 5.000 metros.

Estes e muitos dados servem para sublinhar a muito maior importância para o clima do planeta do que acontece na Antártica, do que no Ártico.

E acontece que há anos o gelo na Antártica vem crescendo.

Porém, como o ambientalismo e a mídia pró-aquecimento não tiram proveito ideológico deste fato, não falam sobre ele e deixam o público desinformado com informações unilaterais ou demagógicas sobre o Ártico.

O próprio NSIDC (National Snow and Ice Data Center) dos EUA também silencia os dados que seus cientistas e equipamentos fornecem desde a Antártida, preferindo falar de pinguins em perigo, observou o site  Real Science.

O aumento da superfície gelada da Antártica desde 1979 supera a superfície do Estado de Texas (676.586,95 km²) deixando bem atrás a superfície de Minas Gerais: 586.528 km². 

De acordo com Real Science, até o presente nunca fora medida uma superfície tão grande no continente antártico.

Qualquer demagogia serve para o ambientalismo,
mas só se for contra o capitalismo
“Si a atual tendência continua, a Terra acabaria completamente coberta de gelo muito mais cedo do que predizem os modelos computacionais”, acrescentou o site.

Mas, podemos ficar tranquilos: o clima da Terra não acompanha os cálculos retilíneos dos computadores, mas segue sábios ciclos que nada tem a ver com os alarmismos ideologicamente enviesados.

Steve Goreham, diretor da Climate Science Coalition of America achou curioso “que cientistas climáticos estejam tão alarmados pelo declínio do gelo do Ártico.

“A casca de gelo do Ártico representa só 1 a 2% do gelo da Terra, enquanto que o elefante da Antártida acumula perto de 90% do gelo terrestre”.

Para Goreham, estamos vivendo uma situação surrealista: a mídia mundial faz soar a alarme porque derreteu uma pedra de gelo no copo e não ve o elefante que invadiu o salão da casa.

Por que tanto exagero e desinformação a serviço de um alarmismo climático que acaba sendo prejudicial para a humanidade?

Para ursos polares, menos gelo no Ártico significa
mais caça, mais pesca, mais comida, e multiplicam perigosamente
O caso serve para distinguir entre o ambientalismo genuíno e a verdadeira ciência de um lado, e, do outro de um cientificismo faceiro e um ambientalismo feito de impostura.

Para este último, ciência, clima e ambiente são meros pretextos manipulados para favorecer uma estranha “religião” neo-marxista, igualitária e anticristã.

Esta impostura, que está enganando muita gente no Brasil.



domingo, 14 de outubro de 2012

Cineasta recusa oferta de Al Gore por temor de fraude mal-intencionada

Terror de catástrofes: instrumento
para impor a "religião" ditatorial ambientalista
O senador Al Gore, destacado líder do alarmismo climático, tentou comprar da empresa Alice Springs direitos de publicação de um filme do cineasta Chris Tangey sobre tornados de fogo (ver vídeo abaixo) no Monte Conner, Austrália, para usar em suas apresentações.

Tangey respondeu ao senador alarmista que usar sua filmagem num contexto de “mudança climática” seria um ato “deliberadamente enganoso”, recusando assim o dinheiro oferecido, informou o jornal “The Australian”.

As manipulações de dados naturais de alto impacto para justificar teorias catastrofistas viraram marca de fábrica das apresentações de Al Gore.

Sua mais famosa produção, “Uma verdade inconveniente”, acabou sendo condenada pela justiça inglesa e proibida de ser recomendada em escolas após se constatarem mais de 35 graves erros que poderiam danificar a formação dos escolares.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Ambientalismo: imprensa brasileira bate recorde de desinformação e parcialidade supera o 97% dos artigos, diz instituto francês


Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Em estudo elaborado pelo Institute of Physics (IOP) da França e reproduzido no seu órgão Environmental Research Letters, o público brasileiro aparece como o mais mal informado pela sua imprensa no tocante à polêmica ambiental, comparado com o público dos EUA, Grã-Bretanha, França, Índia, e até da ditatorial e hiper-censurada imprensa socialista chinesa.

O IOP estudou a atitude dos grandes jornais desses países durante dois períodos.

O primeiro foi em 2007, por ocasião da publicação do relatório do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change ou Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, da ONU) sobre a evolução do clima.

O segundo foi entre o fim de 2009 e início de 2010, durante o “climategate” que abalou a credibilidade de dito relatório e de muitos cientistas apóstolos do alarmismo climático.

No total, o IOP analisou perto de 3.300 artigos de imprensa.

O resultado foi considerado inapelável pelo diário parisiense “Le Monde”, ele próprio caixa de ressonância do alarmismo climático e que se saiu muito mal nesta prova.

34% dos artigos publicados pelos jornais americanos “The New York Times” e “The Wall Street Journal”, ao informar sobre fatos polêmicos como o “aquecimento global” e questões climáticas, em geral concediam espaço aos cientistas tratados não sem certo menosprezo de “céticos”.

Pior do que na China: unilateralismo do "Estado de S.Paulo" e da "Folha de S.Paulo"
nas informaçoes ambientais, supera o 97% dos artigos,
constatou o Institute of Physics - IOP da França
Dos 511 artigos estudados na imprensa britânica – jornais “The Guardian”, “The Observer”, “Daily Telegraph” e “Sunday Telegraph” – 19% concediam algum espaço aos “céticos”.

Já na imprensa altamente censurada da China, só 7% dos artigos publicados nos diários “People's Daily” e “Beijing Evening News” mencionaram os que denunciavam as estrepolias do catastrofismo ambientalista.

Na Índia, a porcentagem foi ainda pior: só 6% – “The Hindu” e “Times of India”.

A França ficou no baixíssimo patamar indiano. Jornais analisados: “Le Monde” e “Le Figaro”.

Mas a imprensa brasileira venceu o ranking: menos de 3%! É preciso esclarecer que o trabalho do IOP se limitou à “Folha de S.Paulo” e ao “Estado de S.Paulo” como representantes da mídia nacional.

James Painter e Teresa Ashe, pesquisadores do IOP e autores do estudo, destacaram a importância das páginas de Opinião nos EUA e na Grã-Bretanha, em que os contribuintes não são discriminados com tanto viés ideológico.

Nos países de língua inglesa, nas páginas de livre opinião, os comentários “céticos” representam 79%. Mas nos de língua francesa caem para o 21%.

“Os dois jornais escolhidos na França e nos três países em desenvolvimento concedem muito menos espaço aos ‘céticos’ se comparados com os jornais americanos e ingleses”, concluiu o estudo.

O trabalho do IOP confirma uma realidade que estamos experimentando há vários anos.

O público brasileiro precisa ser informado equilibradamente, e não de modo enviesado, a respeito de “aquecimento global”, mudanças climáticas, etc.

Esses temas atingem de cheio a vida nacional a propósito do desmatamento.